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ALBERTO PfiREGO

P E R E O O

JORTO
L ’A V I A Z I O N E
’TEOMAGNETICA
(1957)

d e r e il v o lu m e
assegno a:

)IZIONI ALPER
Fauro, 43 * Roma

L. 800
AIJII IKIO n i t i d o

Il piano operativo
dell'aviazione elettromagnetica
1944 - 4958

lùlizioni Al,PI-ll llmmi


D al 6 n o v e m b r e 1954 /io c o n s a p e v o l m e n t e a ffr o n t a t o il diserò*
d i t o , V ir o n ia d e g l i i r r e s p o n s a b i l i e sa crifici e u m ilia z io n i d i o g n i
g e n e r e p e r i n f o r m a r e il m i o P a e s e d i q u esta " n u ov a re a ltà " .
G li a p p a r e c c h i m is t e r io s i c h e m o lt is s im i tra n o i h a n n o visto
n e l c i e l o e c h e c i o ss erv a n o , s o n o e x t r a t e r r e s t r i /
N o i s t e s s i , in q u a n to d is c e n d e n t i d i q u e s t i p i l o t i c h e g ià in
t e m p i a n t ic h is s im i c o l o n i z z a r o n o la t e r r a 9 s i a m o d i o r ig in e e x t r a -
terrestre.
N e c o n s e g u e c h e n o n s i p u ò p i ù " m o r i r e " p e r il p e t r o l i o o
p e r V u r a n io , q u a n d o f o n t i d 'e n e r g ia n u o v is s im e s o n o in to rn o a n o i ,
n o n a n c o r a s fr u t t a t e .
E 1 q u e s t o d u n q u e i l p r o b l e m a c a p i t a l e d e l n ostro t e m p o , c h e
va e s a m i n a t o r e a l i s t i c a m e n t e e discusso u f f i c i a l m e n t e . I g n o r a r lo o
fin g ere d ' ig n o r a r lo e o r m a i a ssu rd o . P r o p r i o p e r "v o l e r l o " ig n o r a r e
u f f i c i a l m e n t e s i a m o g iu n ti a l l a a t t u a le c a o t i c a s i t u a z i o n e : a l l e s o ­
g lie d e l l a g u e r r a a t o m ic a .
R ia s s u m o in p a r t e q u a n t o g ià e s p o s to n e l m io " R a p p o r t o su l­
l' a v ia z io n e e l e t t r o m a g n e t i c a " d e l 1 9 5 7 . R a p p o r t o c h e e n e c e s s a r io
c o n o s c e r e p e r a v e r e un q u a d r o e s a t t o d e l l a m a t e r i a .
E r i f e r i s c o c i ò c h e è a v v e n u to d a l lu g lio 1 9 5 7 a l lu g lio 1 9 5 8 .
P r o v a e v i d e n t e d e ll'e s a tte z z a d e l l e m i e d e d u z i o n i c ir c a l'attività
o p e r a t i v a d i q u e s t a a v ia z io n e .
C r e d o o p p o r t u n o f a r p r e c e d e r e a lc u n e l e t t e r e p e r v e n u t e m i d a
a u t o r e v o l i P e r s o n a lit à p e r d i m o s t r a r e q u a l e s ia sta to il m io c o m p o r -
t o m e n t o p r i m a d i p u b b l i c a r e il m io " R a p p o r t o " . Un a t t e g g ia m e n t o
d i d i s c i p l i n a t a c o l l a b o r a z i o n e c o n le A u to rità d e l l o Stato.

A. P .

Roma luglio 1958


'I

It M i n i s i m drgll Affari Ks(<*ri.

Sig C on so le, fio ricev u to c l e t t o coti in te r e s s e i nari r a p ­


p o rti c h e Vita h a v o lu to in v ia r m i sut f e n o m e n o d a Lei cosi
a f f e n f a u i e i u n t e c d ilig e n t e m e n t e o ss e rv a to . O v v ia m e n t e vii
t r a t t a (ti q u e s tio n e di cui non si d is p o n e di a g g io r n a t e r p r e ­
c is e n o t iz ie ; m a il f e n o m e n o d a L e i s e g n a la t o h a fo r n it o o g ­
g e tto di stu d io (la p a r t e d eg li o r g a n i c o m p e t e n t i. C on vivi rin ­
g r a z ia m e n ti, g r a d is c a i m ici m ig lio ri saluti.

Gaetano Martino
Roma, 25 gennaio 1955.

♦ * *

COMANDO SUPREM O DELLA N.A.T.O.


Paridi
S o n o in c a r ic a t o d a l C o m a n d a n t e S u p r e m o ( G e n e r a le
G r u e n t h e r ) di e s p r i m e r v i il su o c o m p i a c i m e n t o p e r a v e r f o r ­
n ito le in t e r e s s a n t i in fo r m a z io n i c o n t e n u t e n e lla V ostra let­
t e r a d el 14 d i c e m b r e 1954.
L a V ostra l e t t e r a è s t a t a t r a s m e s s a al C a p o d e l S e tto r e
A e r o n a u tic o ( G e n e r a l e N o r s ta d , o g g i C o m a n d a n t e S u p r e m o
A t la n t ic o ) e d a l su o C o n sig lie re S c ie n tific o c h e V h a n n o pure,
t r o v a t a i n t e r e s s a n t e e c h e n e t e r r a n n o c o n t o n e lle lo ro risp et­
t iv e c o m p e t e n z e .

Colonnello S. K. Eaton
Parigi, 28 dicembre 1954.

♦ + * *

Il Comandante Supremo della N.A.T.O.

C a r o P e r e g o ...
Vi rin grazio . . . m a q u esti p r o b le m i con c a d o n o n e l cam jx)
d e lle m ie r e s p o n s a b ilità .

Cvenerali* Alfred Maximilian (iruenlher


Parigi, maggio 1955
r
. »

\h h ta um l i o n a t o n e lla Vostra r e la z io n e r o s e v era tur ttlc


In trtcx san tl. h'orse la V ostra r ela z io n e <v la più c o m p i r l a <'si~
n ien te sul prothlcma. M a p e r c h é non sr n e e p a r la t o al Con-
ijtesso A s tr o n a u t ic o di R o m a ?

Padre A. Zilwes
(Direttore della Singola Vaticana)
( -ausi H|jamiolfo, 20 novembre 1956.

C r e d o e fir il v o s tr o r a p p o r t o c o s t it u is c a u n o d e i m a y •
yloii c o n t r ib u t i a l l a c o n o s c e n z a di q u e s to p r o b le m a .

prof. Charles A. Maney


The Defiance College - Phisic Dept.
I)H lance, Ohio (U.S.A.), 23 febbraio 1957.

L 'esisten za di q u e s ti a p p a r e c c h i è o r m a i e v id e n t e e io
/a e c c ttu a s s o lu t a m e n t e .
IMi in t e r e s s a n o s o p r a t t u t t o le n otizie r e la tiv e a d e f f e t t i v i
c o n f a t a a v v e n u t i tr a e s s e r i u m a n i e gli o c c u p a n t i di q u e s ti
a p p ai c ech i e x tr a te r r e s tr i...

Lord Dowding
Maresciallo dell’Aria
fiotHlm, 2fc febbraio 1957.

( '{insiderò la V ostra r e la z io n e c o m e la m ig lio r e tra


ipicllc c h e h o ricev u to . . .
A vete p e r f e t t a m e n t e r a g io n e nel d e fin ir e "e l e t t r o m a g n e -
d e a " q u e s t a a v ia z io n e . ..

George Adamski
Palomar Terrw es (California), 20 aprile 1950.
11 M inistro dt'lU* I*')nan7>c.

C a ro P creg o ,
... Le c o n s id e r a z io n i c h e L e i s v o lg e n el S u o r a p p o r t o ri­
s u lt a n o degne di in t e r e s s e e di a t t e n z io n e . . .

Giulio Andreotti
Roma, 15 maggio 1957.

* * *

Senato della Repubblica

"Caro C o n s o le , h o fin it o d i le g g e r e oggi il su o c o s c ie n ­


zioso, in te r e s s a n tis s im o ”R a p p o r t o su ll’ A v ia z io n e e l e t t r o m a ­
g n e t ic a ”. C e r t a m e n t e la q u e s tio n e m e r i t a la m a s s i m a a t t e n ­
zion e. L'accurata, a m p i a r a c c o lt a d i s e g n a la z io n i e d i e le m e n t i
c h e L ei h a f a t t o s a r à utile a i n o s tr i tecn ici e a i n o s tr i s c i e n ­
z ia ti e potrà v a l e r e a d o r ie n t a r e il p e n s ie r o di c o lo r o c h e v o r ­
r a n n o con co rrere a c h ia r ir e un f e n o m e n o c h e o g g i si im p o n e
a l l ’u m a n ità in te r a .

sen. Angelo Cerica


Presidente della Commissione Difesa

Roma 22 ottobre 1957


UNA F O R M A Z I O N E A « C R O C E »
DI Q U A R A N TA DISCHI, SU ROMA IL 6 - X I - 1954

I l 23 lu g lio 1 9 5 7 ? a R o m a , riun ivo a lc u n i g io r n a lis ti , p e r uno


p i c c o l a C o n fe r e n z a S t a m p a .
« Da d i e c i an n i si p a r l a d i d is c h i v o la n t i - dissi e proba-
h i I m e n i e a v r e t e una o p i n i o n e p e r s o n a l e in p r o p o s i t o . Oggi sen to
il d o v e r e d i /torture a l l o p i n i o n e p u b b l i c a it a lia n a , una testim oniati*
za e c c e z i o n a l e . // 6 e 7 n o v e m b r e 1 9 5 4 , i n s i e m e a m o lt e a l t r e p e r ­
s o n e , h o visto o p e r a r e su R o m a , a ll issi m i, in f o r m a z i o n i r e g o l a r i #
r i s p e t t i v a m e n t e un c e n t in a io e d una c in q u a n t in a d i q u esti a j t p a r e c ­
chi^ jìe r c o m p l e s s i v e q u a t tr o o r e e m ezza. J l fi n o v e m b r e 1 9 5 4 , verso
m e z z o g io r n o , h o p o t u t o o s s e r v a r e d u e s q u a d r i g l i e in p e r f e t t a f o r m a ­
z io n e a -’V ” d i 20 d is c h i c ia s c u n a , c o n g iu n g ersi ai v ertici e f o r m a r e
una g r a n d e « c r o c e g r e c a » n el c ie lo s o v r a s ta n te il V a tic a n o . L ’8 n o ­
v e m b r e 1 9 5 4 tutti i g io r n a li r ip o r t a r o n o a g ra n d i tito li c h e in
I n g h i l t e r r a e r a n o a p p a r s i n el c ie lo una c in q u a n t in a d i ” m is te r io s i
o g g e t t i” s e g n a la ti d a l r a d a r , c h e a v e v a n o c o m p o s t o f o r m a z i o n i a
”U" e d a ”Z ”.
Da a l l o r a a d oggi h o v e d u t o o p e r a r e sull I t a l ia qw>sti a p p a ­
r e c c h i p e r o l i r e sessa n ta v o l t e !
E' e v id e n te c h e c h i p o s s i e d e questa a v ia z io n e silen z io sa , c a p a c e
d i fe r m a r s i nel c ielo e d i v o la r e a v elocità in c o n c e p ib ili , p o s s ie d e
i l c o n t r o llo m ilita re d e l l a T erra.
C h i s o n o ? C h e co sa v o g lio n o ?
ì ì o p a s s a t o v en i'an n i s v o lg e n d o m is s io n i c o n s o la r i e d i p l o m a ­
t i c h e in p r a s s im it à d i R a si N av ali e A e r e e c o m e R is e r ia , M a lta , C o ­
stan za, Rit), S i n g a p o r e , S a ig o n , l l o u g - K o n g , M a n illa , e c c . C reilo
d u n q u e d i a v e r e a c q u is i t o una c erta e s p e r i e n z a c o m e o s s e r v a t o r e ,
in m a t e r ia m i l i t a r e ,
a
/', r a d e n t e c h e una fo r m a z io n e *\i c r o c e " nel c ic lo rii R o m a ,
noti p o te v a non a v e r e un sigili ficaio. T ra l'altro il (ì e il 7 n o v e m b r e
e r a n o gli anniversari u ffic ia ti d e lla R iv olu z io n e russa. N on p o te v a n o
essere d a t e " casu ali" .
R iten g o p e r t a n t o c h e q u e s t e m a n ife s t a z io n i sia n o im p o r t a n t is -
si m e e d e b b a n o e s s e r e a n a liz z a le e d i n t e r p r e t a t e d a l l a S t a m p a .

In un R a p p o r t o " c h e vi p r e s e n t o 9 h o riassunto l e d e s c r iz io n i
d e i m i e i a v v is t a m e n t i , i p r e c e d e n t i d e l l a m a t e r ia d a l 1 9 4 4 e gli av -
v e n im e n t i s u c c ed u tisi d a l n o v e m b r e 1 9 5 4 a l giugno 1 9 5 7 . I l 99R a p ­
p o r t o ” è d ed icato ai M em b ri d e l P a rla m en to .
L e c o n clu s io n i d i a u t o r e v o li p e r s o n a lit à m ilita r i c o m e il G e n e ­
r a l e M a c A r t h u r , il M a r e s c ia llo d e ll' A r ia L o r d D o w d in g , V A m m i­
r a g lio M o u n tb a tten , C a p o d e l l a M a rin a B r it a n n ic a e il C o n t r a m m i ­
r a g lio F a h r n e y , n o t is s im o s p e c ia lis t a a m e r i c a n o in m is sili te le g u i­
d a t i , s o n o c h e q u e s ti a p p a r e c c h i p r o v e n g a n o * d a g li s p a z i e s te r n i \
e c h e sia n o g u id a ti d a 99in t e llig e n z e c o s c i e n t i 9.
A c c e t t o q u esta c o n c lu s io n e e d a g g iu n g o d ì r i t e n e r e si tratti
di. p i l o t i s o m a t i c a m e n t e s im ili a n o i e c i o è a p p a r t e n e n t i a r a z z e d a
c u i n o i d e r i v i a m o . N o i n on s i a m o c h e i re s id u i d i u n a a n t ic h is s im a
c o l o n i z z a z i o n e d i e x t r a t e r r e s t r i , so p r a v v is su ti a i d is a s tr i g e o l o g ic i
d e l n o stro P ia n e t a n o n u lt im o q u e l l o d i c ir c a 1 1 .0 0 0 a n n i f a c h e
s o m m e r s e V A tlan tid e e la L e m u r i a e s o l l e v ò la c a t e n a d e l l e A n d e
e il T ib e t .
R it o r n a t i a l l e c a v e r n e e a i c o n ta tti c o n a n i m a l i , a b b i a m o p e r ­
d u t o il r i c o r d o dell-e n o stre orig in i. E s o l o n e lla M ito lo g ia t r o v ia m o
la n a r r a z io n e p o e t i c a d i a v v e n im e n t i r e a li c o n f e r m a t i d e l resto
a n c h e d a i T es ti S a c r i.
Q uesta a v i a z i o n e , c h e h a s e m p r e s e g u ito la r in a s c ita g r a d u a le
d e l l 9u m a n ità d o p o l e c a t a s tr o fi , si e p r e s e n t a t a in f o r m a e v i d e n t e ,
a p artire d a l 1944, p e r c h è p reoccu p ata d a lle p r im e esp lo sio n i ato­
m ich e sperim en tali ted esche.
E ssa o p e r a s e c o n d o un p i a n o s i s t e m a t i c o , c o n m e z z i i m p o n e n t i ,
a l l o s c o p o d i fa r c i c o m p r e n d e r e s e n z a b r u s c h e s c o s s e 9 ta nuova
re a ltà . Questi p i l o t i n o n p o t r e b b e r o s c e n d e r e tra n o i fin o a q u a n d o
noi non fossim o p sico log ica m en te p rep a ra ti.
D iv er sa m e n te s o p e t t e r e m m o in l o r o o b ie t t iv i d i c o n q u is ta . E
n e r i s u l t e r e b b e p a n ic o e d is o r d in e . C o s ì p u r e non p o t r e b b e r o riv e­
l a r e il se g r e to d e l l a p r o p u l s i o n e d e i l o r o a p p a r e c c h i a ll'u n o o a llo
9

nitro b l o c c o m ilit a r e terrosi re* c h e se ne sci vii e b b e p e r s o t t o m e t t e r à


l'a v v ersa rio , l o c a i d u n q u e a n oi di co in/n e m i c i c ila so li la n u o v a
r e a ltà e d i t r a r n e l e c o n s e g u e n z e ».

L e m i e p a r o l e fu r o n o r i f e r i t e n e l l e f o r m e più sv a ria te . Nesu


suno s p i e g ò c h i a r a m e n t e sui g io r n a li c o m e i o a v essi v isto , il 6 no-
v e m b r e 1 9 5 1 u n a f o r m a z i o n e a 99c r o c e g r e c a ” d ì 40 d is c h i n e l c i e l o
d i R o m a e c o m e q u e s to f o s s e stato il p r i n c i p a l e o g g e tt o d e l l a Km i a
c o m u n i c a z i o n e . N essu n o s p i e g ò la lo g ica c o n s e g u e n z a d i q u e s t a
n u o v a r e a l t à e c i o è la necessità d i un a c c o r d o g e n e r a l e d i c o e s i ­
sten za tra l e P o t e n z e . N essu n o r ip o r t ò l e d i c h i a r a z i o n i d i T r u m a n ,
d i E i s e n h o w e r , d i M a c A r t h u r , d e l M a r e s c ia llo d e l l 1A r ia L o r d D o w •
d in g , d e l l 9A m m i r a g l i o F a h r n e y c h e io a v e v o c i t a t o .

* * * «

I n r e a l t à b e n p o c h i h a n n o c o m p r e s o fin o a d o g g i il p i a n o o p e •
rativo d i q u e s t a a v ia z io n e . H o i m p i e g a t o c i r c a d u e a n n i p e r c o m -
p r e n d e r l o e p o s s o a f f e r m a r e d i e s s e r e il p r i m o a r iv e la r lo d o p o c h e
un c e n t i n a i o d i scrittori si s o n o in teressati d i q u e s t a m a t e r ia s e n z a
g iu n g e r e a p r e c i s e c o n c lu s io n i.
H o d o v u t o e s a m in a r e a t t e n t a m e n t e le p r i n c i p a l i m a n i f e s t a ­
z io n i d i q u e s t a a v ia z io n e i n q u a d r a n d o l e n e lle d a t e in cui s o n o a v v e ­
nute\ c o n r i f e r i m e n t o a g li a v v e n im e n t i d e l l a p o l i t i c a m o n d i a l e .
Q u esto p i a n o o p e r a t i v o è g ià stato d e l i n e a t o n e lla p r i m a p a r t e
d e l m io 99R a p p o r t o 99 ( 1 9 5 7 ) . I n q u e s ta s e c o n d a p a r t e ( 1 9 5 8 ) f o r n i ­
s c o p r o v e s e n s a z io n a li d i q u a n t o h o a f f e r m a t o . C iò c h e è a v v e n u to
n e lV u ltim o a n n o s u p e r a o g n i im m a g in a z io n e .

* * *

I l 2 3 lu g lio 1957 d is s i a n c o r a ai g io r n a lis t i : "N on h o s c e lt o


99p e r c a s o 99 q u e s t a d a ta p e r la n o stra r iu n io n e . D a l 19 48 in p o i , o g n i
a n n o q u e s t a a v i a z io n e h a c o m p i u t o q u a l c h e m a n ife s t a z i o n e s p e t t a c o ­
l a r e il 23 lu g lio . P e r c h è v erso il 23 lu g lio 1 9 4 8 la g u erra a t o m i c a
e r a sta ta su l p u n t o d i s c o p p i a r e .
C o n o g n i p r o b a b i l i t à a n c h e o g g i , 23 lu g lio 1 9 5 7 , av verrà 99q u a l ­
c h e cos<i". T r a l 9a l t r o , s i a m o a l l a v ig ilia d i im p o r t a n t i c o n c lu s io n i
d a p a r t e d e l l a C o n fe r e n z a p e r il D isarm o c h e , costitu ita d a q u a * i
q u a ttr o a n n i è a ttu a i m e n t e riu n ita a L o n d r a .
10

II g n u n o thtpo la s t a m p a / n ib b lic o Ir seg u en ti tutti t i e : u r i c ic lo


di Sun l'runcisa» timi ni interi tt.ni e s / d o s io n c " a r e n i ja t t i * t r e m a r e
i g r a t t a c i e l i " ( 2 . 1 - 7 - 19 5 7 ) .
i t i A innriIht, n e l 'l'exas%un a p p a r e c c h i o c i v ile c a r i a i ili p a s ­
seg g eri a v e v a d o v u t o f a r e un atterraggii* ili fo r t u n a "/ter a v e r e
in c o n tr a to un iliaco v o la n te " . Il p i l a t a a v ev a coni /tinto una brusca
p i c c h i a t a /ter non u rta r e il d is c o e ciò a v ev a c r e a t o g r a n d e p u n ic o
tra i p a s s e g g e r i ( V . F ig a r o tiri 2 1 - 7 - 19 5 7 ) .
A v ev o fo r n i t o , ih im ju e « i! giorno proeccIonie* » la /trova ili
q u a n to a ff e r m a v o ; e c i o è il r ip e t e r s i d i m a n ife s t a z io n i in d a t e p a r -
tic o la r i.

* * *

P u b b l i c a n d o q u e s ta s e c o m la p a r t e d e i m io "R a p p o r t o ” d e v o
r i c h i a m a r e l'a tte n z ion e d e l l e t t o r e su lV a v v istam en to d e l 6 n o v era •
b r e 1 9 5 4 c h e fo r n is c e la c h i a v e p e r la c o m p r e n s i o n e d i q u e s ta c o m ­
p le s s a m a t e r ia . N o n si f a u n a m a n ife s t a z io n e d i q u e s to g e n e r e su
R o m a , c e n t r o d e l l a C r is tia n it à , sen za v o l e r sig n ific a re " q u a l c h e
cosa
S e q u e sta m a n ife s t a z io n e e stata f a t t a , c o m e è stata f a t t a , ila
una a v i a z i o n e e x t r a t e r r e s t r e , s ia m o d i f r o n t e a l p iù g r a n d e a v v e n i­
m e n to d e l l a S t o r i a .
fJ, d a t o c h e q u es ta m a n ife s t a z io n e è stata d e d i c a t a alV ltaliu .
c iò h a m o s t r a t o c h e si v o le v a c h e V lta lia c o m /t r e n d e s s e e d agissi •
in c o n s e g u e n z a .

* * *

I l S e n a t o r e A n g elo C e r i c a , P r e s id e n t e d e l l a C o m m is s io n e ili
D ifesa d e l S e n a t o , così m i scriv ev a in d a t a 22 o t t o b r e 1957 ; "C aro
C o n s o l e „ h o finito d i le g g e r e oggi il suo c o s c i e n z i o s o , in teressan tis­
s i m o " R a p p o r t o s u lP A v ia z io n e e l e t t r o m a g n e t i c a C e r t a m e n t e la
q u e s t i o n e m e r it a la m a s s im a a tte n z io n e . L ' a c c u r a t a , a m p i a r a c c o lta
d i s e g n a la z io n i e d i e l e m e n t i c h e L e i h a fa t t o sarà u t ile a i nostri
te c n ici e a i nostri s c ie n z ia ti e p o t r à v a l e r e a d o r i e n t a r e il p e n s ie r o
d i c o l o r o c lu » v o rr a n n o c o n c o r r e r e a c h i a r i r e un f e n o m e n o c h e oggi
si in i/ion e a lP u in a n ità in tera " .
I l Senatore, ( ' e r ic a , è stato a n c h e C o m a n d a n t e C e n e r a t e d e l -
V A rm a d e i C a r a b in ie r i e q u i n d i f o lt r e a d e s s e r e un e m i n e n t e P arla-
11

•n en tm o o a m b o unii |»rr somi ! ihi "m ilihirr". (.m io vite gli ita!in n i

•In n m in o co n sid erare le suo /tn ro lr.

D'altra p a r t o non si tratta ili mi p r o b l e m a " m ilita r e " giacchi*,


ur*Mina f o r z a " m i l i t a r e " potroblu» o/t/torsi a d una a z io n e o ffe n s iv a
•h i/uestn A d a z i o n e . Si tratta ili un p r o b l e m a " p o l i t i c o " : c o n s i d e -
m i o o non c o n s i d e r a r e " u ff ic ia im e n t e " in c a m p o i n t e r n a z io n a le
q u esta n u o r a r ea ltà . I / a z i o n e c o s t a n t e d i q u e s t a a v ia z io n e è stata
i m l u b b i a m o n t o r ic o l t a a c o n d u r r e le G r a n d i P o t e n z e a C o n f e r e n z e
I a t e i n a z io n a li o v e la n u o v a r e a ltà ven isse e s a m in a t a . C iò n o n e
alato f a c i l e , se n z a u sare m e z z i v i o l e n t i !

S o n o sta ti p u b b l i c a t i un c e n t in a io d i v o l u m i su q u esta m a t e -
m », od
i unu fronUria d i R iviste p er io d ic h e , in tutto il m o n ­
d o . Si cu I n d a o h e d a l 1044 a d oggi vi sia n o stati n o n m e n o d i c in -
t/nantainila a v v is ta m e n ti c o n t r o l l a t i e d o lt r e q u a t t r o m i l a a t t e r r a g g i .
R ia s s u m e r e tutto ciò è q u i n d i un c o m p i t o e s t r e m a m e n t e a r d u o .

'Solla /trim a q u in d ic in a d i n o v e m b r e 1 9 5 7 , c ir c a s e i m i l a d i
questi a />p a r e c c h i h a n n o o p e r a t o in to rn o a lla T e r r a !
I.r /m u to m a s s im e d e g l i a v v ista m en ti s o n o sta te il 6 e 7 no-
t o r n i n o : lo stesso d a t e d e i m i e i a v v is ta m e n ti su R o m a d e l 1 9 5 4 !
O nesta ini p o n e n t e attiv ità o p e r a t i v a si s v o lg e v a m e n t r e e r a n o stati
mossi in o r b i t a i d u e s a t e llit i a r tific ia li russi S p u t n i k I ( 4 - 1 0 " 5 7 )
#• S/m t a ili II (.1-1 1-57).
I s a to lliti a r tific ia li e r a n o d u n q u e s o r v e g lia t i d a q u e s ta a v i a •
n o n o o r i o d im o s t r a v a c h e la sua attività o p e r a t i v a e r a i m p a r z i a l e .
II m o n d o in te ro a v r e b b e d o v u t o c o m p r e n d e r l o se fo s s e sta to
v / in a ie n t e in fo r m a t o . P r o b a b i l m e n t e non s a r e m m o giunti a l l a <m-
yoM iosa stilla z io n e a t t u a l e .

Alberto P E R E G O

R om a - lu g lio l* )5 H
I - IL PIÙ GRANDE EVENTO DELLA STORIA

SUI l.’Airi lDK

Il IH aprile gli italiani appresero per La prima volta «la un


ilo* lim i tilo i i f f i d a l e d i r « oggetti volanti tuislerie>si » erano com ­
piimi xiloli Medinoli Radar anic*rie*ant dei posti di avvistamento sul-
I \ 1 1ole e rl»e gli operatori avevano «cambiato tali « o g g e tti » per
minftili di provriiirn/a russa.
< io aveva rondotto le squadriglie dei bombardieri strategie'*
tinte t un u t u vite si tei igeino cosfa nfemcrife in vo/o verifi({ci:tf fro ore
*•0 \ri,i Mjualiio ore*, sulle* Basi avanzate elelTArtiele » ael inoli riirsi
millr lo lle del Polo Nord verso l' iln io n e S o v ie t ic a per una iiiuius
d mi Iu Mippre.saglia alomien. ( I )
1•1 «1 1 <1 la piolesta russa al Consiglio eli Sicurezza elclle* Nazioni
l inh-. Il Ministro ( ìro m y k o ne; aveva elate> notizia alla s’ unipa iu
mi 1 oiniinicalo eli sette* pagine*, in cui più volte si accen n ala a ’ og-
Hi'lh v o la n ti m is t e r io s i , a p p a r s i a n c h e sui R a d a r russi \
l l ì e l 1 1 vjimenle, già il IO aprile 1958 la et Uniteci Prc*s » aveva
d im o ia lo il seguente d is p a c c io : "Duo v o lte i b o m b a r d i e r i am* ric a n i
ti Hittfh Itero ili retti a tutta v e lo c it à verso VU ninn e S o v ie t ic a c o n
R u m b e II p e r m issio n i ili r a p p r e s a g l i a c o n tr o m issili s o v ie t ic i " t e n ­
tili" tlul %i*tema a rtico ili a v v is ta m e n to R a d a r . I s o v ie tic i s t a v a n o
* e m p l i r e m e n t e p r o v a n d o i litro m is s ili; m a a l R id a r d e l s is t e m a e r a
imi 1 1 # e lie i m issili si d ir ig e s s e r o sugli S tali Uni i e C o r d in e e r a p a r -
h i o hv.«i ip icl c o n tin g e n te d e l l a b i o t t a A e r e a S tra teg ica a m e r i c a n a
« h e e s e m p r e in a r i a , ili d ir ig e r s i ituinediatarnc ite verso gli o b i e t t i v i

(I) 1 luonlm nlirri nm rricniii eletlo Slrutrgir Air <! oi i omi n<l (S.A.<1.) ni
li m|(i»imi i n volo 21 uri» <111 2 1 ore 2t* u g n a l o 1 9 5 7 r r i i i r d a
«Ini <|ti a 11 d <i i rim ili
» nono 11 I n o r i a r e il l o r o Missile baUstieo in terc o tt invitiate.
♦la Imi hip tempi» in flit t it i li l i . tim lie p ro ltah ile elie si trattasti* iti
t,n ,t\ge di m e l e t i iti o ih nitri I l' ( )” ( ?).
« Ai ICii«Iiir «*i ii parso olir gli ' l •I* <>" ( ?) fossero a m e tà strada
n e l /fittile eo ln ih m ez z 'o ra c h e s e p a r a la Russia tinnii S ta ti Uniti e...
In l'nee d e l l a terza g u e r r a m o n d i a l e ! Il Comando Strategico A m eri­
cano r i f i n i r clic l'ordine ai suoi bom bardieri « di dirigersi verso la
Unione Sovietica» non significhi gran che e serva soltanto a ((rispar­
miare tempo».
Oncllo che conta è l’ordine di « sganciare » le b o m b e ! E que­
sto ordine può venire dato soltanto quando un elaboratissimo siste­
ma di sicurezza abbia accertato che gli ”U F O ” ( ? ) s o n o v e r a m e n t e
m issili in viaggio v erso l e città a m e r i c a n e ” .

* * *

Ma che cosa sono questi ” U F O ” ? E ’ possibile che dei meteoriti


elie notoriamente si disintegrano, in poche decine di secondi, venen­
do a contatto con l ’atmosfera terrestre, possano essere stati scam­
biali p e r m issili ”in a r r i v o ” facendo rischiare all’umanità una guer­
ra atom ica?
E perchè questi ” oggetti volanti” misteriosi a p p a r i v a n o tanto
sui R a d a r a m e r i c a n i c h e su q u e l l i russi?
T u tti abbiamo riso dell’ipotesi di una aviazione extra-terre-
stre. Si tratta invece di una « realtà » : l ’estrema difficoltà di esporre
questa materia impedisce di comprenderla. T e n te rò una esposizione
elem entare c chiarissima dei ” f a lt i” .
. •• |

* * *

La sigla ’U F O ” , ben nota negli Stati Uniti e n ell’i m p e r o B r i ­


tannico, è ancora sconosciuta in Italia.
Sono le iniziali delle tre parole in g le s i: ” Unidentified Flying
O h j c c t s ” e cioè ”oggetti volanti non identificati” .
F u il Capitano Edward R uppelt - Capo dell’Ufficio Americano
” B lu e H O O K ” ( L i b r o Azzurro) dal 1951 al 1953, che cominciò per
prim o ad usare questa formula ambigua. Ma era noto che l ’Ufficio
" U l n e Hook” era stato creato per lo studio del fenomeno ” dischi
v olanti’' e doveva coordinare gli studi e le esperienze di altri tre
uffici costituiti e sciolti in precedenza : ” Ufficio Sign” ( 1 9 4 7 ) ; Uffi-
l i r i o " O r i n l u r " ( l ‘M*)) ; l l f l i c i u ' T w i i i k l c " ( T u tti dipendeitl i
«Ii i I T A I I t T K C I N I C A I . I N T K I . I . I G K N C K C K N T K U ( A . T . I . C . ) ili

I hiylnn ( t Mi io).
In realtà il fenomeno " d i s c h i " aveva com in ciato a interessare
I A. I .I.C. fin dal I 914 ; ila quando aviatori an irrira n i r inglesi ( e ,
ro n ir si seppe dopo la finr drIla guerra, aurina aviatori tedeschi r
giapponesi) avevano riferito di essere stati inseguiti ed osservati in
volo da strani ” globi lu m ino si" elic si credevano radio-comandati e
di provenienza ” n cm ie a ’\
Vi erano stali poi, nel 1 9 4 4 - 4 5 , diversi rapporti di navi da guer­
ra am erican e nel Pacifico i cui R a d a r avevano segnalato misteriosi
" p u n i r ’ nel c i e l o ; che tuttavia erano poi passati "invisibili ad oc-
rh io umano” sulle unità da guerra senza attaccarle ( ” Rapporto
Dawson” - di una portaerei nelle acque giapponesi di Nansei -
Sliolo, d e ll ’a p r ile 1945).

IIIKOSCHIM A E NAGASAKI

Dopo il lancio della prima bom ba atomica su Hiroschima, il


<> agosto 1 9 4 5 , lutti gli S ta b ilim e n ti atomici am e rican i, le Basi
Aeree ed ii Poligono S p e rim en tale di White Sands, nel Nuovo Mes­
sico (ove era stato eseguilo il primo esperimento americano di bom-
ba alomica) vennero sorvolali da misteriosi '"oggetti volanti” . Una
altra atomica fu falla poi scoppiare su Nagasaki e la seconda guerra
mondiale ebb e termine.
Ma co ntinuarono invece le ricognizioni di questa aviazione su­
gli Siali Uniti e sulle Unità americane nel Pacifico.

SCOMPARE UNA SQUADRIGLIA

li 5 d ice m b re 1945 , cinque bombardieri della Marina am eri­


cana tipo ” Avengers” e un idrovolantc tipo ”Martin M a r in e r ” con
complessivi 22 uomini di equipaggio scomparvero misteriosamente
durante una esercitazione triangolare Ira il Golfo del Messico, la
Florida e le Isole B a h a m a ( B a s e di F o rt L auderdalc , in Florida).
Per le ricerche «lei superstiti furono impiegali centinaia di mezzi
navali e a e r e i : ma non fu trovato il minimo relitto. Sorse il sospetto
che i sci apparecchi fossero stati catturati da questa misteriosa avia­
zione. (C o sì infatti era avvenuto; lo si seppi* in seguito).
Da questa data quindi, gli americani "sa p ev a n o ” .

nllo hrr h i i I I u I I i i hc IN i m i Ir «li S u n Diego in ( .al ilorm a,


vrriw la iiicx/.anolir, rompiirvr imo slruno, r n o n t i r ’M irigihilr” senza
luci a bordo. <;ii esperii drilli Marina conciliarlo d i r quel ’Mirigi-
hilc” n o n soht non e r a a m e r i c a n o , m a rum p o t e v a a p p a r t e n e r e a
nessun'altra P o te n z a te r r e s tr e .
Il 21 giugno 1947 il pilota civile Kcnnet Arnold vide sul monte
Kainicr, nello Stato di Washington ( l a montagna d i e i pelli-rossa
c h ia m a n o ” 11 N um e’*) nove 'Mischi volanti” . P e r la prima volta le
parole 'Mischi v olanti” vennero diramate dalle Agenzie S ta m p a ,
suscitando sensazione in tutto il mondo.
Il 3 luglio 1 9 4 7 , 'V ig ilia ” d ell’anniversario d ell’indipendenza
Americana nove dischi apparvero su Boise ( I d a h o ) , la città di Ken-
net Arnold. I diselli,visti da migliaia di persone, eseguirono m an o­
vre in formazione sulla città.
Il giorno seguente 4 luglio 1947 anniversario delTIndipendenza
Americana, vi fu la prim a smentita delle A u t o r i t à : ” / d i s c h i e r a n o
d e l l e a llu c in a z io n i '. Ma dalla manifestazione su B oise nacque poi
rUfficio ” Sign” (così chiamato dal ”segno” fatto dalle formazioni
di dischi su quella città). Ufficio creato dal Ministro della Difesa
Forrestall, il 28-12-1947.
Non si trattava, dunque, di a llu cin az io n i!

M O R T E D I M A N T E L L - M IN A C C IA D I G U E R R A ( 1 9 4 8 )

Il 7 gennaio 1 9 4 8 , dalla Base di Godman ( F o r t K n o x , K e n ­


tucky - S.U.) il Capitano T h o m a s M antell si levara in volo, a capo
di una squadriglia di tre " M u sta n g ” F . 51, avendo avuto " l ’ord ine”
di intercetiare un enorme ” disco” apparso sulla vicina città di Ma-
disonville. Ma per essersi troppo avvicinato al disco, l ’aeroplano di
Mantell si disintegrava ed il corpo del pilota veniva trovato sfra­
cellato a novanta miglia dal campo. La notizia di un pilota am e ri­
cano morto nel dare la caccia a un disco volante fece enorme i m ­
pressione in lutto il mondo ; anche perchè era stato negato ai gior­
nalisti di vedere il corpo di Mantell e i resti del suo apparecchio.
Il giorno seguente, 8 gennaio 1 9 4 8 , il Segretario di Stato agli
KaJeri, Marshall, dichiarava ch e la situazione mondiale ” 22022 era
stata mai così grave dalla fine della guerra” . E r a logico che si
sospettasse, che questi "misteriosi oggetti volanti” fossero russi. Ed
era logico (die gli Stali Uniti non potessero tollerare (die un pilota
17

u n i r r i m i l o fossi* s i a l o a b b a i l u l o , s u l l e r r i l o i i o n a z i o n a l e ^ «la m i o di
<1111*h| i a p p a r e c c h i .
Non r i a difficile inluirc q u a l r s arrh h r sialo il futuro sviluppo
militari' <lr 1I I Inioni* S ovirlira e ilrlla ( .ina r r lir rosa sarebbe avvi*-
nulo degli Stali ( 1iliIì e d e ll 'E u r o p a , uri giro di qualche lusiro, di
friuile il «zi i sviluppi dcll'av iazioiic, specie se T a n n a atomica fosse
rullala in possesso dei Russi. O c c o r r e v a , d u i u / n e , p r o v v e d e r e al
più p resto .
La Russia fece allora una mossa preventiva: occupò la Cecoslo-
vacrili a, contro strategico d e ll'E u ro p a ( feb braio 1948). In seguito
isolò Merlino (G iu gn o 1943).
P e r d i o non scoppiò la guerra nel luglio 1 9 4 8 ?
P e rc h è era r a n n o delle elezioni presidenziali negli Stati Uniti.
Trinitari, p r im a di impegnarsi, voleva essere rieletto. Berlino, iso­
lala, fu rifornita con il famoso " p o n t e a e r e o " , intorno al quale
furono visti operare, più volte, i misteriosi "oggetti volanti".
Il 23 luglio 1 9 4 8 una astronave a forma di sottomarino con gli
oblò il lu m in a ti, fu vista dagli aviatori Chiles e W h itte d , sul cielo
di Montgomery ( A l a b a m a ) . Dal 194 8 in poi ogni anno il 23 luglio
vi fu una manifestazione di questa aviazione sugli Stati Uniti.

II. P R I M O D IS C O C A T T U R A T O - I L S U I C I D I O D E L M I N I S T R O
F O R R E S T A L L (1949).

L ’Aeronautica A m erican a, fin dal 1946, aveva chiesto in u til­


mente cinquanta squadriglie da bombardamento strategico. " I n p o ­
ch e settimane sistemeremo le cose con i russi", dicevano i tecnici
d clTA cronautica.
Ma dopo r e ie z io n e di T r u m a n ( n o v e m b r e 1 9 4 8 ) il Ministro
della Difesa Forrestall aveva preferito dare la precedenza alla
«•ostruzione di una gigantesca portaerei, la " U n i t e d S ta te s " ( c h e si
chiamerà poi " F o r r e s t a l l " ) m entre la diplomazia americana metteva
lo basi del Patto Atlantico ( 4 aprile 1949).
Il IO ap rile 1949. improvvisamente, Forrestall diventava paz­
z o ! Egli usciva in pigiama por lo strado di Washington g rid a n d o :
"l russi sono afferrati negli Sfati l / n ifi!" , d i e eosa era accaduto?
Porlii giorni prima, il 17 marzo 1949, un ''disco” ora stato oal Mi­
ralo dalle Forze Aereo Americano. Il disco era a l l e n a t o , por avaria,
n A Z T E C (N u o vo Mossici») coii sodici uomini morti a bordo. F o r ­
m

rifluii unii u\«‘Vji pollilo crcd crc clic questo apparecchio fosse
c x I ni Irrresi re ( come elìci livamcutc e r a ! ) . Egli credelle eli e fosse
russo e si considero responsabile di non jivrr accettalo il piano della
Acromi ul ica per l'apprestamento preventivo di squadriglie ila bom ­
bardamento atomico a largo raggio. La sua Portaerei appariva, in­
fatti, del tutto vulnerabile ili fronte al disco volante. Il 18 m a r
gio i lavori della Portaerei venivano sospesi: il 30 maggio 1919 For-
restall si suicidava.

LA M A N I F E S T A Z I O N E SU F A R M I N G T O N E LE D IC H I A R A -
ZIONI DI TRU M AN (1950).

Un anno dopo, il 17 marzo 1950 ( a tre mesi dallo scoppio


della guerra di C o re a ) ben cinquecento " d i s c h i ” sorvolarono la
zona degli stabilim enti Atomici americani ed apparvero per tre
giorni consecutivi, dalle 11 a mezzogiorno, sulla città di F a r m i n g -
lo n che si trova a pochi ch ilom etri da A Z T E C , la località ove era
caduto il primo disco, esattamente un anno prim a. Di ciò è rimasta
larga testimonianza nella stampa d e l l’epoca. V i furono drammatiche
ripercussioni nelle alte sfere m ilitari e n ell’opinione pubblica.
Lo stesso Presidente T r u m a n dovette intervenire e il 4 aprile
19 50 in una conferenza Stampa a K a y West afferm ò che « non gli
risultava che i cosiddetti ” dischi v olanti” si costruissero negli Stati
Uniti nè in nessun altro Stato della T e r r a ».
T r u m a n aveva detto la verità. Ma l’opinione pubblica credette
che il Presidente avesse invece voluto nascondere una scoperta ame­
ricana ancora segreta. Ne risultò una ondata di ottimismo. Una in­
chiesta dell’istituto G A L L U P rivelò, nel maggio 1 9 5 0 , a poche setti­
mane dall’inizio della guerra di Corea, che il 93 pe r cento degli
am ericani riteneva ch e i dischi volanti fossero un’arm a segreta ame­
ricana ; il 4 p e r cento li credeva extraterrestri e solo il 3 per cento
li credeva russi .

LA G U E R R A D I C O R E A ( 1 9 5 0 ) - LA D E S T I T U Z I O N E DI MAC
ARTHUR (1951)

Il 26 giugno 1 9 5 0 , giorno im mediatamente successivo allo


scoppio della guerra di Corea, questi misteriosi ” oggetti volanti”
apparvero sugli S tab ilim e nti Atomici americani. (Lo s Alamos, Las
IV

\• Onlv l{id”,c. i t i ' . ) . <.miIriii |mi ;i i h m i i i i ' i i Ir npparvrro a n r h r sin


« <•1111 »i <ii battaglia ni Corea. i\|rj u h m m i i t c s i i rrtilinaui
\ «li

jiinn ii'iiin i* russi li i neon 1 i *«i fono m volo. Si 11 mi I a vano mi avvici-


0 ii i •i a/ili a e r e i n i a osserva rr Ir fjjsi d r i r o m b a l i i m r i i l i terrestri.

I pilo) i a m riira ili li credevano russi ; i piloti russi li credevano


mio iiran i. l'incliè fu evidente prr lulli clic non erano ne auicricaui
n< miv^ì. b'ntuo r e n im e li le e.xtraterrestri !
II C e n c i a i e Mar A rthur ( loniandanlc S u p rr n io in Corra fu il
l*i 1111 «» a rolli prr m irilo . Kgli comprese pure clic (piceli a pparecchi
...... a\ rebbero permesso ai bom bardicri am ericani di operare con
ni<»mo lir, giacche questi “ misteriosi oggetti ” continuavano le loro
io o*.’,ni/ioiii siigli S ta b ilim e n ti atomici c sulle Basi aeree e navali
«Ir;* li S . 11. E r a q u i tuli e v i d e n t e c h e si in te r e s s a v a n o u n ic a m e n t e a l
lntii> u h n n ic o . Gli aeroplani da caccia am ericani clic, fin dal 194 8
in r\ano avuto l ordine di sparare contro i diselli volanti, ricevei*
i n o , in Corea, l ordine di ' intercettare ma non attaccare” i dischi
\ulani i.
Mar A rthur propose la P a c e . Trum an destituì Mac A rth u r e
decise di ron lin u are la guerra ( a p r i l e 1951). Ma non fu possibile
neppure ai successori di Mac Arthur condurre una guerra 'a t o m i c a ”
« proprio a causa di questi misteriosi 'o g ge tti*' volanti. Così la
;*urria di Corea, intrapresa dalle “Nazioni U n i t e ” p e r una s o l u z i o ­
ne lohd<\ si esa u rì d o p o a l t e r n e v i c e n d e , se n z a una c o n c lu s io n e . Gli
Stati Uniti pensarono allora di trovare la soluzione nel ‘‘missile
balistico in ter co n tin e n tale ” la cosiddetta ' a r m a assoluta” , ritenendo
r b r i dischi non avrebbero potuto intercettarlo. Ma, come risulterà
io seguilo, più volte i missili in cscperimenlo vennero misteriosa-
mrnle, d irottati o scoppiarono sulle Basi di lancio prima di partire.
iNmi è diffìcile comprendere ” c h i ” avesse i mezzi per poterlo f a r e !
Tra T a llio in Corea risultò positivamente ch e «fucsia aviazione pos­
sedeva tipi di apparecchi capaci di volare c anche di navigare sol-
1' acqua.

I A M A N I K K S T A Z IO N K S U W A S H I N G T O N ( 1952)

(Nel luglio I 952 , le ricognizioni di questi " o g g e tti ” volanti, clic


rra n o continuate in lutto il mondo durante il 1951, assunsero sugli
Siati I liiI i una frequenza inipressionantc sì da far ritenere illuni-
nrn lr un atlrrraggio in massa. Finche il 20 luglio 1^52 proprio nel
jh'ikhIo elrltomh* e n ei g io r n i in (ili il ('.m e n ile K is e n n o w e r erti
s i a lo u I /ir ia lm e n t e d e s ig n a l o c o m e c a n d i d a l i > a lla P r e s id e n z a * ilal
P a rtito He p u b b l i c a n o , cini\ne dist ili g ig an tesciti o p e r a r o n o su W ash-
in gl 011 «la mezzanotte a l l ’alba, sorvolando zone assolutamente proi­
bite a qualunque traffico aereo, come la Casa B ianca e il Cap itai.
T r e stazioni R a d a r diverse segnalarono la presenza di questi app a­
recchi nel cielo della Capitale americana e squadriglie di reattori
si alzarono in volo per tentare inutilmente di intercettarli. Si trat­
tava d i un a m m o n i m e n t o a l n u o v o P r e s i d e n t e d e s ig n a t o ? Se ne inte­
ressò la stampa mondiale, in seguito ad una famosa Conferenza
Sta m pa tenuta dal Capo dei Servizi Segreti d ell’Aeronautica, Gene­
rale Samford. Il Generale ammise il fatto ma, pe r non impressio­
nare l'opinione pubblica cercò ovviamente di giustificarlo con ipo­
tesi scientifiche, riferentisi al difettoso funzionamento dei Radar.
( V e d i "Messaggero*’ del 29-17 -195 2). Da notare che i dischi erano
tornati su Washington la mattina del 26 luglio ! Altissimi e silen­
ziosi non erano stati osservati dalla p o p o la z io n e ; ma un caccia
americano aveva tentato di intercettarli.

* * *

T u tto ciò se può riuscire nuovo per l ’opinione pubblica italia­


na è invece ben noto negli Stati Uniti ove sono stati pubblicati una
cinquantina di volumi sulla mate ria, mentre altrettanti ne sono
stati pubblicati in I n g h ilte rra , F ran cia , Germ ania, Sud Africa,
Argentina, B rasile, ecc. In Italia è stato pubblicato il mio ” Rap*
porto Sull'Aviazione e lettrom a gn etica ” che descrive sessantaquattro
avvistamenti da me compiuti sul territorio italiano e riassume tutta
la m ateria, fino al giugno 1957 ( 1 ) .

C H I SONO E C H E COSA V O G L IO N O

Quando si apprende, dunque, dalla stessa stampa americana,


che l ’aviazione strategica degli Stati Uniti, in volo 24 ore su 24
ore con b o m b e H a bordo è giunta al punto di predisporre misure
«li rappresaglia per aver scambiato degli U F O con missili russi in

( I ) Ad i z i o n i ALPER - Via Fauro 43 - Roma (L. 800).


',>1

u n iv o , sembra cim ilo il nioiiiriilo di rim irile li iiji I inni le qurMo


mi iNlrro’.

S a r à sufficiente ricordare n m i r , aurora indie ilur prime s«*tli-


iiniiir del n ov n iilirr 1957, m r iilr r rr a n o in o r b i l a i due satelliti
ii•liliriiiIi russi Sputnik I r II , se im ila, diro seim ila apparccchi «*l«*l-
Ilomngnctici «li vario tipi abbiano operalo su lutta la T e rra c«un-
j *m*ii «Io attcrraggi sensazionali clic provocavano lo spegnimento dei
motori «• <l«*i fari «Ielle automobili nelle vicinanze. Basta consultare
In Hianipa «li «pici periodo per rendersi conio «li questi fatti indiscu­
tibili. Dagli Stati Uniti alla Nuova Zelanda, dall'Inghilte rra al
l »uip|>on<‘, «bill Europa al Sud Africa c al Sud A m erica, gli avveni*
uirriti vennero riferiti con gli stessi particolari.
Pilotati «la uomini c a volte radiocomandati questi apparecchi
giungono su portaerei. Questi piloti ( d i V enere, Marte, Saturno e
n o r dei pianeti più vicini) operano in collaborazione ed il loro
nropo può «lirsi ”scicntifico” in quanto non hanno obiettivi di
«onquista. Essi ritengono che la loro "p resen za ” sia sufficiente per
linci com p re n d e re «piale sia la loro origine, ed iJ loro scopo. A i u ­
tili* i a su p erare un periodo estremamente pericoloso per l ’uso im ­
plodente «la noi fatto dell’energia atomica. G iacch e un conflitto
uioinie«i avrebbe gravi conseguenze per tulli c cioè non solo per noi
n l u s t r i , ma per l’e q u ilib rio del Pianeta e per la navigazione spa-
/1 a I r . Q uesti p i l o t i h a n n o d u n q u e p r e p a r a t o una n u o v a g e n e r a z io n e
i o / t a c e d i vota p r e n d e r e la n u o v a r e a l t à ; d i m o s t r a n d o c h i a r a m e n t e ,
m i/uoslo lu n g o p e r i o d o d i b en q u a t t o r d i c i a n n i , d i n o n a v e r e s c o p i
i/i c o n q u i s t a .

* * *

Quanto avviene oggi sull’Artide non è clic la ripetizione «li ciò


d i r *• già avvenuto a B erlin o ( 1948), in Corea ( 1 9 5 0 - 5 2 ) , in Indo­
ttila ( 1 9 5 4 ) , a Formosa ( 1 9 5 5 ) , in Egitto ( 1 9 5 6 ) c in G io nlania
( l ‘>.»7). La sola ” pr«*senza” di questi apparecchi è stata sufficiente
prr paralizzare i nostri conflitti c per impedire la guerra ” ato-
m ina " , aliucim fino ad oggi.
Chi non ha compreso questa nuova realtà non li a compreso
nulla <h*lhi storia mondiale, (fiacc h e è stala «pH'sta aviaziom* a«l
iiillm iizare li* grandi decisioni di questo p«*rio«lo ( 1 9 4 8 - 1 9 5 8 ) .
'
A •

\ H M i H j i i i j rd Inglesi, s i . i { h i i c inni i i f iic a) m<*


i il I r„ hanno dello
quasi tulio sii qursla m a t e r i a ; i nis-i nasino coniinnato ad irridere
ali ipotesi della provcninr/a c\lralerreslre. Qnesla nuova realtà '
virile*, in pratica, ufficialm ente" ignorala dallr grandi Potenze clic
Immiti cniiliiMialit sulla via dc«li avmaiuculi iiUimiri, come se. il
problema del l'av iazione eie11romagnelica non esigesse. Oggi non
possono più fare marcia indietro e ca m m inano verso ii conflitto.

IL PIANO O P E R A T IV O

Non è facile farsi u n ’idea di quale sia sialo e di quale sia il


colossale piano operativo di questa aviazione.
Come ho già detto si calcolano, dal 1 9 4 4 , cin quan tam ila avvi­
stamenti ed oltre quattromila atterraggi. Sono cifre inferiori alla
realtà. Questa aviazione ( c h e ha compiuto ricognizioni intorno al
nostro Pianeta fino dal periodo susseguente alla ultima grande cata­
strofe geologica subita dalla T e r r a circa 1 1 . 0 0 0 anni £a) conosce
Tesa Ito quadro geografico e strategico del globo. A p p a re cc h i ottici
ed acustici di grande precisione permettono a questi piloti di segui­
re giorno per giorno anche gli sviluppi dei rap porti tra le Potenze.
Questi piloti conoscono le nostre lingue e la nostra storia molto
meglio di noi ( c h e non sappiamo neppure la lingua di casa nostra
e cioè l ’e tr u s c o !) . Questa aviazione compie manifestazioni spesso
sim boliche e indicative per i Governi. Esp rim e cioè disapprovazione
o approvazione, a seconda dei casi. Molto spesso i dischi volanti si
presentano su determinate località, la "vigilia'* di importanti anni­
versari storici dei Paesi ch e sorvolano. Ciò avviene per " f a r e pen­
s a r e " a l l ’unisono le popolazioni nel giorno esatto della festività.
Cosi, ad esempio, ogni anno, dal 1947 in poi, la " v ig i l i a ” d ell’anni-
versario delVIn di pendenza americana ( l luglio) è stala contrasse­
gnata da qualche im portante manifestazione di questa aviazione.
Alle volte sono stati compiuti segni simbolici nei cieli, median­
te le squadriglie in formazione : grandi cerchi, linee parallele, o
" l e t t e r e " . Svi R o m a i l 6 novembre 195 4 questa aviazione compose
u n ’e norm e " c r o c e g r e c a " di quaranta apparecchi nel cielo sovra­
stante il V aticano. Chi scrive è stato testimone oculare di questa
manovra. In altri casi questa aviazione produce delle misteriose,
ma incruente "esplosioni . Ciò è avvenuto su centinaia di città
americane, asiatiche, europee ( i n ftalia : a Milano, Venezia, llolo-
jiti.i. lim i). Si ritiene rlie ipiestc esplolioni alduiiiio lo sn ijm di
•l i l i n o n e | M* I n * o J o s i r e s i d u i d i e s p l o s i o n i il 1 « M l l i e l l e e s l s l e u l l lielltt

ni m . i - d r i ;i. f ’u l h i v i n «j u e s l e e s p l o s i o n i l i m i n o s p e s s o d i m o s t r a l o a n c h e

u n o i n p o ìi n i m o n i t o r r p e r il l u o g o , I u n i r l;i d a l a 1 11 c u i v e n i v a n o

« I h M i n i l e . V i s o n o s i a l e p o i c i t t à i n t e r a m e n t e o s c u r a l e , m e d i a n t e

d« \ h i /. i o n e m a g n e t i c a d e i r a g g i d e l l a l u c e . l avs / V u g ele.s, T o k i o *

l . . m i r ìi, M i l i i n o e , r e c e n t e m e l i l e , S l a li n o ( I 9 5 1 1 ). V i s o n o s i a l e a u r o r e .

I i o m jiIi a r t i f i c i a l i ; e o i n e a d e s e m p i o q u e l l a d e l 21 g e n n a i o 1957
•o i giorno e nell'ora esalta in cui il Presidente Kiscnliovver prendeva
Iio-.mi' smi delle sue funzioni, dopo la sua rielezione ecc. ecc.
S o la m e n te l'esame di centinaia e centinaia di manifestazioni
può livclare come non si traiti di casuali coincidenze di date, ina
di un preciso piano operativo clic segue, giorno pe r giorno, la silua-
Motic terrestre.
II . DAL MARZO 1957 A L GIUGNO 1958

(Ionio ho già rilevalo, la ragiono, prin cip a le per cui questa


materia non è conosciuta è l'est rema difficoltà di riassumerla. Si
dovrebbe, ogni volta, riscrivere la Storia degli ultimi tredici anni,
dato clic tu lle le manifestazioni sono strettamente colle-gale da una
precisa logica.
C e rch e rò di presentare le linee generali del piano operativo
dell'ultimo anno, dopo un breve riassunto.

F ino alla fine del 1 9 5 2 , lo scopo prin cip ale di questa aviazione
fu quello di f a r c assare la g u e r r a in C o r e a e d i c o n v in c e r e le g r a n d i
P o te n z e d e l l e su e in te n z io n i p a c i f i c h e e p u r a m e n t e s c ie n t ific h e .
Onesti p i l o t i d ic e v a n o : ”C i v e d e t e - I vostri p i l o t i ci in c o n tr a n o in
m i o ! - D o v e t e d u n q u e c o m p r e n d e r e " d a so li ’ la r e a ltà e tra rn e " d a
s o l Ì \ l e c o n s e g u e n z e l o g i c h e . N o i non v o g lia m o im p o r v i una d i t t a ­
tu ra . Se s c e n d e s s im o tra v o i , v o i s o s p e t t e r e s t e u n o s c o p o d i c o n q u i ­
sta d a p a r t e n o s t r a . N e d e r i v e r e b b e p a n ic o e c a o s . In u tile d u n q u e
dato c h e "ci v ed ete
Il 5 marzo 1953 Stalin mori. Fu un periodo tesissimo. Gli
Stati Uniti dichiararono di possedere la bomba H . l i mondo fu alle
soglie della guerra. 11 17 giugno, moti di Potsdam c rivolta dei pri­
gionieri nord coreani. Questa aviazione dovette operare con estrema
energia, catturando anche aeroplani terrestri. ( 1 )
11 6 agosto 1953 era l'anniversario dello scoppio della prima
bomba atomica su Hiroshima. Un pilota am e rican o in volo sulle
isole II*uwa't. ove so n o Je più imporranti JJa.si m ilitari americana,
v id e a d o c c h i o n u d o una g ig a n te sc a p i a t t a f o r m a s p a z ia le d i c o l o r e
a z z u r r a s tr o . di diversi ch ilom etri quadrali !

( I ) Orcorrerchlir ini volume » |>;irte p r r rifl uii me r r rio Hit1 i i vvcnnc


ur i
:v.

l ' . i n e v i ili* ii 11* r l i r »*/•*) i u n t c qursfn f 11 »«» «fi |»i a 11 il fi» i i n a \ o l n i l t e

«ih p o s s i Ioli* « j i t l i u j i r r ^li appannili terrestri; fot/.aiidoli ad atter­

rare, m niliim i, sulla piailafortna stessa.

(Voli eia la prima volta elle si ria avulo il sospetto dellYsisten-


za di queste p i a 1 1 a f o n n e ; ma questa volta una ili esse era stala
vedjj};» ad a c r i tic» nudo, Imi ima notizia sbalorditiva per l Allo Co­
mando Americano. Ogni progetto di impiego d e l l ' a r m a atomica
dovetti4 essere rinviato. Nel settem b re 1 9 5 3 , anche i russi dichia­
rarono di possedere la homl>a H. Alla fine dell anno il Presidente
Kiseuhowcr propose l ’abolizione delle armi atom iche. Si costituì
ai/ora la Soltocommissione per il Disarmo, delle Nazioni Unite, che
sedette poi, a varie riprese, per quasi quattro anni e cioè fino allo
agosto 1957,
Nel 1054 questa aviazione fece manifestazioni im portanti. S p e ­
cie sulla F ra n c ia , In gh ilterra e I t a l i a ; ciò p e r f a r comprendere
d i e Inghilte rra ed E u ro p a dovevano sviluppare una politica pro­
pria e costituire un b lo c c o n eu trale tra U n ione S o v ietica e Stati
l n ili (FA n e r i c a .
11 6 novembre 1 9 5 4 chi scrive vide su R o m a in regolari squa­
driglie, complessivamente un c e n t in a io d i questi apparecchi. Qua­
ranta di essi composero una grande ”croce greca” nel cielo sovra­
stante il Vaticano.
To rn a ron o il giorno seguente, 7 novembre, e per cinque volte
compirono una determinata manovra di carattere militare,
11 6 e 7 novem bre erano gli anniversari ufficiali della R iv o lu ­
zione Russa. E ra chiaro che questa aviazione attraverso la *,Croce','!
voleva farci comprendere che rispettava la nostra fede religiosa. Ma
aveva ” dovuto” scegliere l ’anniversario della Rivoluzione R u s s a ;
diversamente gli uomini avrebbero potuto errare n e irin te rp r e ta -
zione di questo simbolo e ritenere che potesse trattarsi di una
indicazione pe r una ”c r o c ia t a ” con tro VOriente.
Questa manifestazione costituisce la chiave per comprendere
la nuova realtà : * 7 o C r o c e e la v e r ità . M a non p e r farn e una
" c r o c ia t a ” .

* * *

Nei primi mesi del 1955 questa aviazione fece una serie di
manifestazioni spettacolari, di carattere am m onitore ( e s p l o l io n i ,
oscuramenti di città) pe r condurre le grandi potenze a quelle che
2/

uno c » r r r |m11 I r il ili* ( . u n i r r r n / . e di ( «i l h' Vi ' J l dr| lutili» r ulln-

i»n* io:»:».
1 / (hi ritenere rlir il Ministro l'.ilrn avesse riiiii|iirso hi linea
politie a consigiiiila all l hghiltcrra da questa aviazione, dato clic
fu proprio I fii^ f iih e rra a proporre (a Prima Conferenza <fi Ginevra
e cioè il primo incontro dei «piaUro grandi, dopo dieci anni.
I] 1 9 5 6 fu c*aralJcrizzalo dalia jioljjiea ili Eden, d irena a rag*
giungere, per l 'In g h ilte rr a e per l ’ Kuropa, lina posizione di e q u i l i ­
b rio tra Stati Uniti e Unione Sovietica ( p r o g e tto di una " fa s c ia
neutrale” di 8 0 0 k m . atIraverso l’E urop a , proposta fin dalla S ec o n ­
da Conferenza di Ginevra, nel novembre 1 9 5 5 ) .
I] progetto Ed en ebb e la m a n ife s t a approvazione di questa
aviazione. Ma fu invece nettamente osteggiato dagli Stati Uniti che
temevano un riavvicinamento anglo-russo (visita a Londra di Bul-
ganin e Kruscev nel gennaio 1956).
La polìtica dì Eden falliva però a Suez a causa della rivolta
in Ungheria del 23 ottobre 1956 che, certo non per caso, aveva
preceduto di una settimana l’attacco di Israele a ll’Egitto e lo sbarco
anglo-francese a Suez.
I servizi segreti avevano soffiato sul fuoco ungherese e la Rus­
sia aveva sospettalo un tradimento inglese. D ì fatto la Russia avreb­
be preferito veder tornare gli inglesi nel M edio Oriente (piuttosto
degli americani !) in cam bio della fascia neutrale in E urop a c di
una analoga politica di neutralità nel Medio Oriente.
E g itto , Malta e Cipro furono sorvolati da squadriglie di dischi
volanti che vennero scambiati pe r appare cchi russi. Fu questo che
fece finire la guerra ; più che le minaccic russe di bom bardam ento
atomico.
Caduto E d en , il successore Mae Millan si era trovalo di fronte
ad una situazione delicata nei confronti del Governo americano.
Una r ip r e s a di contatti sarebbe dovuta avvenire alla C o n fe r e n z a
delle B c r m u d e , stabilita per il 21 marzo 1 9 5 7 , ove Eisenhow er c
M ac Millan si sarebbero incontrati.

LA C O N F E R E N Z A D E L L E B E R M U D E
UNA A S T R O N A V E S U G L I S T A T I U N I T I

II 20 marzo 1957 e precisamente la vigilia della (.(inferenza


delle Bcrmude, un'astronave della lunghezza di circa 600 metri
il p p a r v e verso Ir etiii|uc tiri p o m e r i g g i o s u l l o S t a t o d e l l o <Hùo ( S . l l . )
‘►vr e r a In Mede del TA . T . M 1. e r i o r d r l ( . m i r o A r r o n z i l i i r ò a m e r i ­
c a n o i i i r a r i r a t o d e l l o s t u d i o di q u r s t a aviazione. ( N o t iz ia data a
grandi titoli da a i r o n i giornali italiani drl 21-3-57). L'astronave
.sorvolò la z o na in v a r i e d i r e z i o n i e si t e n n e f e r m a per un lungo
p e r i o d o s u l l a c i t t à di New E n g l a n d , s c o m p a r e n d o p o i in direzione,
drl Pacifico.
F u un avvenimento sensazionale sia per le proporzioni della
astronave, sia per la bassa quota mantenuta durante la ricognizione,
sia per la località scelta, sia per la data.
Questa aviazione non avrebbe potuto fare una manifestazione
più spettacolare. Infatti tutto il mondo lo s e p p e ; ma pochi c o m ­
presero ch e la manifestazione avveniva alla " v i g i l i a ” della Confe­
renza delle B erm u d e e che quell’astronave voleva rico rdare ai R a p ­
presentanti di due tra i più importanti aggregati politici della T e r ­
ra, la sua "p resen za” .
I/ammonimento era chiaro : ” Se le due potenze Anglosassoni
si univano in u n ’alleanza m ilitare contro la terza grande Potenza
mondiale, fatalmente la situazione sa rebbe divenuta sempre più tesa
rd esplosiva. I/Impero Inglese ‘'doveva” , pertanto, assumere una
funzione di equilibrio tra Oriente e Occidente. Anche gli Stati
Uniti "dovevano” com prendere che questa ejra la sola via per una
coesistenza.
Non ” per caso” l ’astronave era stata ferma sopra "New Eng-
land” . Ciò significava che occorreva u n a n u o v a p o l i t i c a i n g l e s e .
Seguirono n elP aprile e maggio c h ia r e manifestazioni di questa
aviazione s u llT n g h ilterra . Più volte la R oy ai Air F o r c e fu messa
in allarme ( 3 0 aprile \57 sulla M a n i c a : 6 aprile ’57 sulla Base di
West F re ig h t, Luce B a y in Iscozia, ecc.). In questo periodo vi fu r o -
n o anche diversi atterraggi in Francia.

F A L L I M E N T O D E L L A N C IO D E L P R I M O M I S S I L E B A L I S T I C O
IN TERCO N TIN EN TA LE

L ’ 11 giugno veniva esperimeiìtato per la prima volta al P o l i ­


gono di Cap e Canavcral, in FJorid a, il gigantesco missile intercon­
tinentale " A T L A S " che avrebbe dovuto com piere un tragitto di
circa 8 . 0 0 0 ch ilom etri. Avrebbe potuto, cioè, raggiungere l ’Unionc
Sovietica dal territorio americano. L ’esperimento venne fatto fallire
'19
«in 41 1 ii*hI 11 uvia/miu*. ShicM m ' tioppo <*<»in plesso npiegmc iti «1 1 1n 1

minio ; l u i s t c n i rieonfare «'in* • mi^Hifi tono i adioromnmiu ti : per-


Imito qu«ksti impilisi radio possono esaeie prodotti non solaniru tr
ti a 11n Base «li lancio, Come ima lampada elettrica può essere spenta
<la ilue interruttori diversi, rosi un missile può essere radioc'omaii'-

Se gli Stati Uniti avessero avuto la certezza «li aver messo a


punto il loro missile intercontinentale, non avrebbero più ritenuto
necessario trattare coi r u s s i; non è n e c e s s a r io infatti trattare con
ehi è m ilita rm e n te più d e b o l e ! Il fallim ento del lancio dell’A T L A S
provocò una profonda delusione negli Stati Uniti. Vivaci cr itic h e
si incrociarono tra i diversi Corpi m ilita ri, M a rin a, Esrecito, e
Aviazione. Ma in realtà nessuno era responsabile dal punto di vista
tecnico. Gli stati Uniti sarebbero stati effettivamente pronti per
primi, se questa aviazione non li avesse disturbati !
Così avvenne p e r la famosa b o m b a atomica chiam ata poi ” il
Diavolo” che doveva esplodere su una torre metallica al poligono
«li J u c c a F i a t e che pe r intere settimane non fu possibile fare sc o p ­
piare, tra il nervosismo esasperato dei giornalisti chiamati a presen­
ziare a l l ’esperimento ( 2 7 -6 -5 7 ).

C A S E C H E C A M B I A N O C O L O R E ( 4 luglio 1 9 5 7 )

Il 4 luglio, anniversario delTIndipendenza Americana avvenne


un fatto sen sazion ale: 20 0 case di due sobborghi di New Y o r k : Ra-
theford e Lyndurst, nello Stato di New Y o r k , durante la notte c a m ­
biarono colore. Furono coperte da una spessa patina marrone. Era
una manifestazione di questa aviazione che tutti gli anni, dal 1947
in poi, aveva compiuto qualche cosa di spettacolare in occasione
d elJ’Anfliversario cJell'lndipendenza Americana. ( P i ù tardi e preci­
samente il 18 dicembre 1 9 5 7 , giorno di apertura della Conferenza
di P arigi, una n a v e in g le s e c a m b i ò c o l o r e n e lla n otte).
Il 7 luglio vi fu una fortissima esplosione fantasma sulle Basi
Americane delle Isole Hawai ; il 12 luglio ( a l t r a ricorrenza famosa
negli U.S. per incidenza di manifestazioni di questa aviazione nella
stessa data) un ’Misco” rimase fermo su Chicago per diverso tempo.
Il 23 luglio, ogni anno, dal 1 9 4 8 , questa aviazione si era m a n i ­
festata. Il 23 luglio 1957, vi fu un'esplosione fantasma su S. Fran-
ci/teo c un a t t e r r a g g io /li fo rtu n a alla base di A m a r ill o ( T e x * # ) di
:io

il il n e i «»|»! j i ri < > c i v i l e rlir cri i stato «ni punto ili scontrarsi contro
mi disco volante.
Il \\\ titi /ippal'eediio a forma «li siluro, ma verticale,
fu visto su \Vasili untoli. Mia il giorno esatto in m i Kiseuhower e
Dulie* s c a m l m i vano gli ultimi colloqui por la proposta cosi delta
«lei ' V . i d i 211 >('rii che il Segretario «li S ia lo Americano il giorno
seguente, avrebbe porialo alla Conferenza ilei Disarmo riunita a
I lOiulra.

I l 1° agoslo Poster Dulles andava infatti a Londra e presen­


tava alTUnione Sovietica la proposla delle ^Ispezioni Aeree reci­
proche”.

SP E T T A C O L A R I M A N IFESTAZIO N I SUGLI STA TI UNITI E


S U L L 'IT A L IA ( a g o s t o 19 57)

Im m e d ia ta m e n te , la notte del 2 agosto si ebbe sulla California,


Utah, Nevara, Idaho una colossale manifestazione dell’aviazione
eJeJlro/nagnetica. Decine di globi luminosi e di strìscie rossastre
furono viste incrociarsi nei cieli da milioni di persone. Che cosa
significava? Q u e sto : ” Se volete veramente la distensione e la coe­
sistenza dovete fare proposte di contenuto più costruttivo. Dovete
decidervi a c o n s id e r a r e la nuova realtà e ad affrontare la situa­
zione c o n una nuova m e n t a lità ” .
Obiettivamente la Russia non avrebbe potuto accettare le pro­
poste americane — che non consideravano, tra le Rasi da ispezio­
nare, quelle del Mediterraneo, Tripolitaiiia , T u r c h ia , Golfo Persico
ecc. da dove sarebbe sempre potuto partire un attacco contro i
suoi territori.
N e ll ’agosto la situazione nel Medio Oriente si aggravò. Si deli­
neava lo schieramento dell’Egiito, Siria e Yemen contro il gruppo
di Potenze del Patto di Bagdad. La situazione in Algeria era sem­
pre tesissima. Gli Stati Uniti erano giunti al punto di considerare
un intervento con piccole atomiche ” pulite” : localizzato al M e­
dio Oriente. Già un ” P o n te A ereo” di rifornimenti m ilita ri era
stato crealo con la Giordania. Il 19 agosto si ebbe, sull’Italia, una
itti ponente manifestazione di questa aviazione. T u tta la penisola
vide questi a p p a r e c c h i : globi luminosi, enorm i, verso le una dì
notte. Mai nulla di simile era accaduto su ll’I t a l i a !
31

ninnilo ria rim iri»: mi \olrvn v o i |ol m r ji t r la gravila ilrlln

•/fr.i f t u t t f u ri U rinifr. J*orfir gjor/ff (topo, rJ IV» a g o s t o l ^ .r»7

. ItiiM'ti fren o ronosrrrr di avrrr s p r ri i n c u l a l o con surrrsso il loro

mi ol i * iulr rro n lin rn lalr. Im i un rolpo ili s r r n a prr gli Stali (Siili.

IN rrlir r i a sialo prrnirssn" ai Knssi, in agoslo, rio rlir rrn


j/iji» nrg;j j i> a»lj aJ)H‘iir a n i , in giugno? JV r rojiiJnrrr gli S j a j i linìli
iilla via dei n eg o z ia li; g ia rrh è gli Siali IJiiili non av rrb brro mai
Imitalo ron l l l n i o i i r S o v ir lir a sr si fossero spillili milita rinculo più
Im h. Ma av rebb ero impiegalo s u b it o Tarma assoluta” appena ne
fossero entrati in possesso.

S I :< ONDO F A L L I M E N T O DEI/ATLAS - A STR O N A V E CHE

A T T K H I t A N E L T E X A S ( 2 6 s e t t e m b r e V) 57 )

Il 30 agosto falliva l ’esperimento di lancio di un missile ame*


i irjiuo ’T l i o r ” ; l ’i l settembre falliva uno J u p i t e r ; il 25 settembre
la11iva il secondo esperimento d ell’A T L A S . Il 2 6 settembre atter-
i a\ ìi nel T e x a s (a J cII oh F a lls ) u n astron av e lunga 150 metri fa­
m i Ir parte di un gruppo di Ire uguali. Ne scese un pilota che
limasc a terra circa 10 m i n u t i ; osservato a distanza da circa tre-
rr n lo persone, in una zona petrolifera abban d on ata. Fatto sensa­
li «ma le, inai avvenuto prima di allora, che voleva sig n ifica re :
" S ia m o stati noi che abbiam o fatto fallire il lancio dell’A T L A S ” .
Su R o m a il 3 settembre 1 957 e su Londra il 17 settembre fu
\isto un app arecch io a forma di siluro. ( I )
11 1 s e tte m b re il capitano portoghese F e r r e ir a venne inseguito
prr quaranta minuti da dischi volanti volando sulla Spagna. Il col-
Irgamento radio venne interrotto.
fu quel periodo (fine settembre 195 7) il progettalo viaggio
«Ir 1 Maresciallo Zukow a Washington veniva definitivamente an n u l­
lalo. Cadeva cosi la speranza russa di un colloquio diretto con
Eisenhower. Viceversa era la Regina d'Inghilterra clic sarebbe stala
ricevuto a Washington, in visito ufficiale.

( I ) In <|iirslo |irrioilo vi furono deciti** <• «lentie ili nvvislanirnli sull'ln-


»liiffrrrn c/ic rrn *nf ponto (/'orientare fu .miiii fniiffìcii verso una (/cVÌmii ullrnitr.a
(-mi /jli Siali IJnili.
INr i frallempo Mae M il I mi avrebbe portalo ; i eolici l i s t one ì
nuovi arrotili r o t i gl i S i a l i tonili per ronsoliilair l'alleanza A l i gi o»
Aiurriruna atirlir uri c a m p o seienli firo r a i o m i r o .

L E iiVIPO N EN T( M A N I F E S T A Z I O N I D E L N O V E M B R E 1957

Il 4 ottobre 19 57 i russi mettevano in orbita il loro satellite


artificiale ” S p u t n i k ” . Ciò era stalo " p e rm e sso ” da questa aviazione
per sottolineare la disapprovazione verso la nuova politica anglo-
americana e p e r o b b l i g a r e gli a m e r i c a n i a ”g u a r d a r e il c i e l o ' 1!
Lo S p u tn ik I veniva infatti seguito costantemente da diverse
squadriglie di ” dischi” . I giornali del 15-16 ottobre parlarono di
^forze oscure che turbavano il satellite*’ ; i giornali del 22 e 23
ottobre accennarono a un “ misterioso oggetto che inseguiva a 4
minuti di distanza il razzo vettore del satellite russo” .
Si comprese dunque che il satellite era sorvegliato! I l 3 novem­
bre 1957 veniva messo in orbita il satellite russo ^Sputnik I I ” .
Anche questo avvenne col consenso di questa av iaz io ne ; che,
conte m poraneam ente e cioè nel periodo 1-15 novembre 1 9 5 7 , fece
operare su tutti i Continenti circa 6.000 ap p are cch i e lettr o m a g n e tici!
S pecialm en te negli Stati Uniti vi furono a ttc r r a g g i s en s a z io n a li che
provocarono l ’arresto dei motori e lo spegnimento dei fari delle
automobili* Le punte massime di tali manifestazioni si ebbero il
6-7 novembre 1957 , e cioè negli anniversari uffiicali della R i v o l u ­
zione Russa. P ro p rio nelle stesse date in cui tre anni p rim a ( 6 - 7
novembre 1 9 5 4 ) io avevo visto rispettivamente cento e cinquanta di­
schi volanti operare su R o m a .
T u tta la Stampa mondiale riportò le manifestazioni della p r i­
ma quindicina di novembre 195 7.
La depressione d ell’opinione pubblica americana aveva rag­
giunto il culmine. Gli am ericani non potevano comprendere per­
chè i russi avessero conseguito prima di loro risultati così sorpre n ­
denti nel campo astronautico. Come scrisse una rivista gli a m e r ic a ­
ni : ”credevano che Dio li avesse ab ban d on ati” .
Non si trattava solamente di un primato p e r d u to : in realtà
gli S p u t n i k orbitavano sugli Stati Uniti e tenevano quindi l 'A m e ­
rica sotto il potenziale raggio d’azione dei missili intercontinentali
( d a to che, come è noto, il satellite serve a guidare elellro n ira m e n le
il missile inlerconti nenlale). In altre parole, meni re i russi, avreb-
lino 11 o I ilio colpire i m itri stuilep,iei muri iriun dui territorio
russo, gli iiuiericimi non «vrrMii'r» pollilo r«*ì(ftrr d«J le rr i lo r i o
americano i em iri strategici russi. ( 1.i avrebbero pollili colpire
pelò, con missili ili medili gitlala dalle basì europee, nfrieane, 1lir-
elic, a ra b e elio circondano praticamente il lerritorio .sovietico).
F r a c h ia ro , quindi, clic i safellr/i russi erano sorvegliali da
questa aviazione e ebe dovevano costiluire solo una potenziale rap­
presaglia, se la Russia fo s s e stata m in a c c ia la d a m issili a t o m i c i a m e -
tirarti d i m e d i a g itta ta .
P e r tutto il novembre e nella prima metà di dicembre 195 7
co ntinuarono le manifestazioni d ell’aviazione elettromagnetica in
lutto il mondo. In particolare sulla D a n im arca, Svezia e I n g h i l t e r ­
ra. V i furono esplosioni fantasma nel Sud d e ll ’In gh ilterra ( i l 23
novembre 1 9 5 7 ) ; a Scobey, nel Montana, ( S . U. b l 2 - 1 9 5 7 ) ; in
Australia ( 9 - 1 2 - 1 9 5 7 ) ; ecc. ecc. I l 25 novem bre falliva il lancio di
un missile J u p i t e r

F A L L I M E N T O D E L L A N C IO D E L ” V A N G U A R D ”

I l 5 dicembre falliva a Cape Canaveral il famoso progetto


am ericano ” V A N G U A R D ” e cioè il lancio di un missile speciale
studiato dalla Marina che avrebbe dovuto mettere in orbita il pri­
mo satellite artificiale ” B A B Y M O O N ” . F u un nuovo gravissimo
colpo p e r il prestigio am ericano. E b b e quindi luogo la Conferenza
della N A T O a P arigi. Presen te Eisenhower. Sem brò che le deci­
sioni di Parigi non fossero contrarie a una Conferenza al vertice.
Sì che le Feste Natalizie furono contrassegnate da calma assoluta
e da una atmosfera di ottimismo.
Ai p rim i di gennaio 1 9 5 8 i russi effettuarono il lancio di un
altro ” S p u t n i k ” . Ma il satellite fu subito dirottato e disparve negli
spazi esterni. Questa aviazione aveva giudicato controproducente
da parte russa mettere in orbita troppi satelliti artificiali sorvo­
lanti il territorio americano. Ciò avrebbe esasperato il Governo
am e rica n o irrigidendolo nella posizione di intransigenza verso la
Conferenza al vertice. ( 1 )

( 1 ) l «i m i s t e r i o s o si*gnidi* r a d i o fu s e n t i t o , p e r ò , i n t u t t a l ' E u r o p a por ore


i nt ere, TI I gennaio 1958.
34

Si (Irli tirò, in «|iir.*t|o periodo min ili v r i »i*n/.ii ili d i r r l l i v r Ini


IngliiltriTji r Siali l itili. M r n l r r Mar Millaiio ilirltiarava pub­
blicam en te favorevole a una conferenza al vertice uri j >i 11 breve
tempo possibile, Poster Dulie* «limosi rava resistenza a questo
progetto.
Il 25 gennaio falliva per la seconda volta il lancio del missile
” V A N G U A R D ” che doveva portare in orbita la ' “B A B Y M O O N ’\

I L P R I M O " E X P L O R E R ” M E S S O IN O R B I T A

Il 31 gennaio 1958 fu permesso il lancio di un missile J ^ P I T E R


C. ch e mise in orbita il primo satellite artificiale americano : lo
E X P L O R E R L Si trattava del progetto d e l l ’Esercito che era stato
preparato dallo specialista tedesco Von B rau n .
Ma questo satellite, di piccole dimensioni ( 1 4 kg.) orbitava
s u lV E q u a t o r e e non p a ssa v a p e r t a n t o sul t e r r it o r i o s o v ie t ic o . P o t e ­
va q u in d i d ir s i un e s p e r i m e n t o p r e v a l e n t e m e n t e s c ie n t ific o , sen za
un ” i m m e d i a t o " s c o p o m il it a r e . Per questo era stato permesso.

Q U I N T O F A L L I M E N T O D E L L ’A T L A S

Il 5 febbraio 1958 falliva per la quinta volta l ’esperimento di


lancio del missile intercontinentale A T L A S . Ciò dimostrava come
questa aviazione consentisse agli Stati Uniti esperimenti scientifici
m a fo s s e d e c is a a non p e r m e t t e r e la m essa a p u n to d e l FA R M A A S ­
S O L U T A e c io è d e l m issile in terco n tin en tale. Giacche una volta
in possesso di quest’arma gli Stati Uniti l ’avrebbero impiegata. I n ­
fatti secondo la mentalità abituale basata su rapporti di forza,
gli Stati U niti non avrebbero potuto attendere ancora, di fronte
alla gigantesca minaccia m ilita re d ell’Unione Sovietica. Non avreb­
bero " p o t u t o ” attendere un ulteriore sviluppo delie armi atomiche
russe e avrebbero ” dovuto” considerare una guerra preventiva.

I L " L I B R O B I A N C O ” B R I T A N N I C O - E S P L O S I O N E IN S C O Z I A
O S C U R A M E N T O D I M IL A N O

In questo periodo ( f e b b r a i o 1958) m entre Mac Millan insiste­


va nelle sue dichiarazioni favorevoli ad una Conferenza al vertice,
3>')

rtl delincava viceversa tifili* alle y r t j i n l u r militari indirsi liti alleg­


giarne nto di resistenza*. f \ r ! " L i h m Mianen” il» ! Ministro della Di­
fesa, iJuncan Sandys, .mì poteva leggere : " S r la Russia attaccasse sia
pure con a n n i convenzionali noi replich erem o con bombe II . Il
G iu ra tile d ' I t a lia commentava : Onesto è il tremendo avvertimen­
to contenulo nel documento più esplicito che sia liscilo nel dopo­
guerra in cui la Russia viene considerala apertam ente e franca­
mente coaie l’aggressore potenziale” .
Vi fu una im m ediata r e a z io n e : nella notte tra il 9 e il 10 feb­
braio una formidabile esplosione fu udita sulla Scozia e la terra
tremò per alcuni secondi in un raggio di parecch i ch ilom etri ( q u e ­
sto tipo di manifestazione non era nuovo per l'Ing h ilt erra che lo
aveva sperimentato già più volte, specialm ente nei primi mesi del
1 9 5 5 , quando questa aviazione aveva svolto una a n a lo g a a z i o n e am­
m on itrice diretta a condurre l’In gh ilterra verso la Conferenza di
Ginevra).
Ma questa volta l ’esplosione era stata ancora più sintomatica
per la località in cui era avvenuta. E cioè nelle vicinanze del Ca­
stello Reale di S andringram che fu scosso dalle fondamenta. Si tro­
vavano nel castello la Regina ed il P r i n c ip e di Edim burgo che è
uno dei maggiori esperti nel campo delPaviazione elettromagnetica.
A lui certamente non sarebbe sfuggito il significalo di quella
esplosione.
Il giorno seguente ( 1 0 - 2 - 1 9 5 8 ) Milano veniva totalmente oscu­
rata per una ventina dì minuti alle 9,30 antimeridiane» Notizia lar­
gamente riportata dalla S tam pa. ( M i l a n o era già stata oscurala da
questa aviazione il 3 febbraio 1955, nel quadro delle manifesta­
zioni dirette a condurre le Potenze alla Conferenza di Ginevra.
Londra era stata, allora, oscurata due v o l t e : il 16 gennaio 1955 e
il 16 febbraio 1 9 5 5 . Mentre esplosioni fantasma avevano luogo in
nuova Zelanda il 6 feb braio 1955, in G iapp one il 9 febbraio 1955,
a Londra il 16 marzo 1 9 5 5 e sul Galles il 23 marzo 1955).

SESTO E SE T T IM O FA LLIM EN TO D E L L ’ATLAS - SOSPETTI


D I S A B O T A G G I O ... R U S S O !

Negli Siati Uniti il lancio del missile ATLAS falliva /ter In


testa v olta, il II febbraio 1958 e jter la setti uni v o lta , esplodendo
in a r i a , il 2 0 febbraio 1958. Un missile tipo "Navalio" esplodeva
in a r i a il 2 6 febbraio 1958.
Finche il marzo Infili In ^Iii i i l |>ji americana lasciò I m p e l a r e
/ suoi .sospejjj per i collimili la Hi inciili degli espcri incul i ili lancio
ilei missili. Si apprese clic una grossa squadra navale era liscila al
largo ilella Florida pcrcliò si era rilcuulo ’Ylie gli esperimenti d e i
missili a Cape Canavcral venissero disturbati DA IM1H1LSI E L K T -
TUOM AGN ETICI P R O V E N IE N T I DA S O T T O M A R I N I R U SSI”.
Si deve ricordare clic più volte i diselli volanti erano stati visti
sorvolare Cape Canavcrul e clic questa aviazione possiede tipi di
ap p are cch i capaci anche di navigazione subacquea. Ma anche que­
sta volta (coin è già in passato per i dischi) il s o s p e t t o v en iv a f a t t o
r i c a d e r e s u i r u s s i!

L ’E X P L O R E R I I D I R O T T A T O (M a r z o 1 9 5 8 )

Il 5-3-1958 veniva lanciato a mezzo di missile ” J u p i t e r C,” il


satellite ” E x p l o r e r l i ” di Van Braun e cioè lo stesso tipo già messo
in orb ita il 31-1-1958. Questa volta però il satellite non entrava
in orb ita e scompariva negli spazi e s t e r n i ! Nessuna meraviglia che
il satellite possa essere stato dirottato ed anche ”catturato” da que­
sta aviazione, per sottolineare disapprovazione alla persistente resi­
stenza degli Stati Uniti al progetto di Conferenza al vertice.
I] 32-3-2958 sì e b b e un a ltro e/iisodio misterioso. Una b om ba
atom ica portata in volo da un b o m b a rd ie re americano B/47, per
esercitazione, veniva sganciata ” per e r r o r e ” in vicinanza di F l o ­
rence, località del Sud Carolina (U .S .). La b o m b a non esplodeva
ma rimanevano ferite alcune persone. Come era potuto avvenire un
simile incidente? Si apprese che già altre volte si erano avuti inci­
denti analoghi. I portelli dell’aereo ”si erano aperti improvvisa­
m e n t e ” e la b om ba era c a d u ta ! ( I l pilota aveva veduto spegnersi
la luce verde che voleva dire ”sportello chiuso” ).
S tam p a ed opinione p u b b lica cominciarono ad agitarsi ; spe­
cialm ente in I n g h ilte rra vi furono proteste e interrogazioni p a r l a ­
mentari per deplorare il sislema di portare bom be A e II in voli
ili esercitazione, sopra centri abitati. Si s o s p e t t ò c h e im p u ls i m a g n e ­
tici n on id e n tific a ti'9 f a c e s s e r o s c a t t a r e il d is p o s i t iv o e le t t r o n ic o d i
a p e r t u r a d e i p o r t e l l i d i sg a n c io d e g l i a e r e i a m e r i c a n i .
:</

l ' A l t / . I A I . K S I I C C K S S O D K I , \ A i N « . I ' A H I )

Il 17 febbraio Infili veniva spi* ri inni hi I o roti .successo il lancio


•li* I VANGIJA IU V\ Filialmente ni ni ** li A li V MO< )IN ( satellite arti­
ficiale am ericano di diverso tipo delTKX PI.OH KR I) veniva messa
in o rb ita . N o n e r a p e r ò il t i p o p r e s t a b i l i t o d i 50 etti, ili d i a m e t r o
e ili IO c h i l o g r a m m i ; m a una p i c c o l a s f e r a ili 16 crii, ili d i a m e t r o
e d e l p e s o d i un c h i l o g r a m m o e m e z z o , ebe avrebbe orbitato sullo
E Q U A T O R E . Pertanto costituiva un risultato di relativa utilità
militare ( f u chiamato il P O M P E L M O ) .
Questo lancio era stato ” permesso” p erchè di carattere preva­
lentemente scientifico, e pe r risollevare p robab ilm en te il morale
d ell’opinione pubblica americana, onde favorire la prospettata
Conferenza al vertice.
” La parità spaziale russo-americana fa cilite r e b b e un incontro
alJa vetta*’, Questo il iiloJo sintomatico di un articolo suJ C o r r i e r e
ile lla S e r a ( 2 2 marzo 1 9 5 8 ) .

LANCIO D E L L ’E X P L O R E R I I I - O T T A V O F A L L I M E N T O D E L ­

L ’A T L A S - T E R Z O F A L L I M E N T O D E L " V A N G U A R D ”

Il 2 7 marzo 195 8 veniva posto in orbita a Cape Canaveral, un


altro satellite americano l ’E X P L O R E R I I I , di Van B rau n , di peso
fioco superiore a l l ’E X P L O R E R I . Era un su ccesso a m e r i c a n o e ]a
parità nel campo astronautico tra Stati U niti e Russia poteva dirsi
raggiunta. T r a l’altro lo S P U T N I K I si era ormai disintegrato ed
era prossima la disintegrazione dello S P U T N I K I I ( c h e avvenne
il 15 ap rile 1958).
Gli Stati Uniti potevano dunque vantare la presenza nello spa­
zio, dei soli tre satelliti americani :
E X P L O R E R I e E X P L O R E R I I I e B A B Y MOON I . Pertanto
il Governo americano avrebbe potuto considerare la Conferenza
al vertice senza perdita di prestigio, in questo periodo.
Ma il 6 aprile 1 9 5 8 gli americani vollero tentare ancora una
volta l ’esperimento del missile intercontinentale A T L A S . E r a l ’ot­
tavo e s p e r i m e n t o : e anche questo fallì.
11 12 aprile 1 9 5 8 cominciò la polemica sugli ” oggetti miste­
riosi ” a p p a r t i n e lla zona d e ll 'A rtide c 'sui voli provocatori” verso
.IH

I I n m i i r S i i \ i r 1 1r i i . tiri I mm i l u i n i i r 1 1 a m n i r a m tirilo S I K A I l ' . L M .

A I It C O M M A INI), ili m i lm |>i;i 11 ii r i si l i ì •

I ji prolrsla russa vrmir rrspiula dal (.nusiglio ili Sirnrezza


iIrIli* Nazioni (liiile. Gli Siali Filili proposero elio la zona delPAr-
Ii41r venisse, ‘'neutralizzala” od ispezionata ila uno speciale Corpo
Arrro tirilo Nazioni l nite. Ma la Russia mise il ‘velo ” a questa
proposta. Evidentemente. accettandola, avrebbe perduto Tunica
possibilità di rappresaglia lungo le rotte polari se, fosse stata
a l l a r r a l a dalle basi americane dell’E u r o p a , M edite rraneo, Tu rch ia,
\1rdio Oriente, Golfo Persico, Pak ista n , Indocina, Corea, Giappo­
ne, ere., da cui è praticamente circondata.
La stampa ne trasse motivo per dimostrare ch e la Russia non
voleva la distensione e per sottolineare la vittoria diplomatica
americana.
II 28 aprile 195 8 falliva un nuovo lancio del “ V A N G I J A R D ”
ri io doveva mettere in orb ita la ” B A B Y M O O N ” di 50 cm. di
diametro.

LA C O N F E R E N Z A D I C O P E N A G H E N ( 6 - 8 maggio 19 58)

Il ]° maggio 195 8, anniversario del Socialismo, m entre il P r e ­


sidente egiziano Nasser era a Mosca, si riteneva che i russi avreb­
bero lanciato lo S P U T N I K I I I ; ma il V maggio passò senza che
il satellite venisse messo in orbita. Circolò la notizia che l'esperi­
mento fosse fallito. Questa aviazione era intervenuta per ritardare
il lan cio? Un nuovo S p u tn ik , orbitante sugli Stati U niti, avrebbe
inquietato l'opinione pubblica a m e r i c a n a ; era dunque opportuno,
al fine di non turbare le trattative per la Conferenza al vertice,
attendere ” p r i m a ” le decisioni della Conferenza della N A T O a
Copenaghen (c u i partecipò il Segretario di Stato americano F es ter
Dui Ics).
Due giorni p r i m a della Conferenza di Copenaghen, la S ta m ­
pa italiana riportò ampiam ente un articolo della ” Rivista dei di­
selli volanti” di Londra. ” P e r c h è l e A u t o r it à U ffic ia li n on p a r la n o
i l e i più g r a n d e e v e n t o d e i nostri t e m p i ? Una p u b b l i c a z i o n e in g lese
d e n u n c ia la ”c o s p i r a z i o n e d e l s i l e n z i o ” sui d is c h i v o la n ti. I p i l o t i
ilei m is terio si o r d ig n i s a r e b b e r o b e n d is p o s ti v erso d i n o i e non
in ten d erebb ero n u ocerci”,
;<v

Q i l i ’s l i i lilou e i s o l i n i i l n l i ili un articolo apparso sul 'U csto

del t .ari in o del f» iiiji^^ni M>5«. ( . i m i i i ' H ' «I « * 11 j i S e n i " , T elegrafo"

e ahn giornali pubblnarum » articoli di c o d i c i l l i l o analogo.

Le conclusioni «Iella ( . 0 1 1 fe re n/,a della N A T O , a Copenaghen,


IH m a ^ i d U>5H, furono piuttosto fredde per (piatilo riguardava In
l» ro p n .s| a di Conferenza al vcrlicc elie veniva giudicala "non neces-
stiriti nò u tile" . La Sta m pa russa definì la (lonferenza "un compitat­
iti con tro In p a c e " , Fosler Dnlles si retto ili visita a B erlin o ove
pronunciò nn duro discorso antisovietico.

LO S P U T N I K I I I • %

La reazione fu immediata. Il ] 5-5-58 i russi misero in orbita


lo S P U T N I K TIF del peso di oltre 13 q u i n t a l i !
Per un mese intero, e ciò dal 15 aprile al 15 maggio 1 9 5 8 ,
solo ire satelliti americani avevano orbitato intorno alla T e r r a
( dato elie i due S p u tn ik russi si erano ormai disintegrati). Gli Stati
Uni li avrebbero potuto profittare di questo periodo di preminenza
astronautica, per impostare la Conferenza al vertice. Tra l'altro
m questo periodo i russi avevano dichiarato di sospendere unila-
leralmcnte gli esperimenti atomici. Ma gli am ericani avevano resi­
stilo fino alla Conferenza di Capenaghen, che aveva approvato la
loro politica.
l.o S p u t n i k I I I del peso corrispondente a quello di un auto­
mobile e o rb ita n te sugli S ta ti Uniti, costituiva un enorme passo
avanti per Ja guida elettronica dei missili intercontinentali.
1 russi avevano orinai in questo campo un vantaggio di circa
due anni sugli americani. Forse i russi possedevano un nuovo tipo
di carburante di grande potenza? Un fatto era c e r t o : i russi ave*
vano ottenuto per primi " T a r m a a s s o l u t a G l i S ta li Uniti p o t è -
vano e s s e r e c o l p i t i d a b o m b e H p r o v e n ie n t i d i r e t t a m e n t e d a l t e r -
ritti rio s o v ie t i c o .
L ’ probab ile che tra i militari russi vi sia stato dopo il 15
maggio 1958, chi abbia ragionato in questo m o d o : MSiamo accer­
chiali da Basi atomiche americane in E u ro p a , in Africa, in Asia
e n e l l ’A r t i d e ; basi d ie dispongono di missili di media gittata
( 2 . 0 0 0 - 2 . 5 0 0 km) e ohe possono quindi colpire Mosca c molti con-
Iri siralegici vitali dcll'Unione Sovietica.
-10

< '.he it «<|»<•11 NI mi » unioni? ('.Ih* ^li ameriraui m i r i n o a loro volta


ifi possesso t ì v W u r n u i a s s o l u t a e la iinpiegliino contro di noi? Dob­
biamo considerare oggi e 1 1 0 1 1 domani l'allontanamento delle llasi
che ri arre(chiatto. Dato che la diplnmazia non conduce a risultali,
dobbiam o iniziare ''subito'' inTazionc preventiva. S a p p ia m o infatli
che il ComuniSmo ò, polcnzialincnlc, condanato a morte dalle P o ­
tenze' e apitalistc” .

L 'O S C U R A M E N T O DI S T A L I N O

Ma un falto straordinario sopravvenne a far meditare i diri­


genti Sovietici. S ta iin o (prop rio la città che h a il nome del defunto
Dittatore) v e n n e o sc u ra ta m is t e r io s a m e n t e p e r una m ez z 'o ra a l l e 9
di. m a ttin a d e l 19 m a g g io 1958 e c io è q u a ttr o g io rn i d o p o il la n c io
d e l l o S p u t n i k I I I . F en om eno meteorologico? Come a Londra, co­
me a Milano, come a Los Angeles, come a T o k i o ? Come alle isole
Marshall, ove, durante un esperimento atomico, il cielo si era oscu­
rato in pieno giorno e in pieno Oceano, sì che gli operatori ame­
ricani avevano potuto vedere le stelle?
No : l ’oscuramento di Staiino era artificiale e c h iaram e n te am ­
monitore : " S p u t n ik I I I s ì ; g u err a p r e v e n tiv a n o ” .
Quante altre manifestazioni di questa aviazione saranno avve­
nute in Russia senza che il mondo ne abbia avuto notizia a causa
della censura? Forse altrettante di quelle che si erano avute sugli
Stati U niti. L ’oscuramento di Staiino dimostrava, dunque, che an­
che TUnione Sovietica veniva ammonita, e che pertanto Patteggia­
mento di questa aviazione era imparziale. Si voleva, cioè, costituire
un equilibrio militare tra i due B lo cch i : non favorire TUnione
Sovietica come a noi occidentali poteva sembrare. ( 1 )
Il 21 marzo 1 9 5 8 il Centro Missili della " I m p e r i a i Chemical
Industries” di K id dem unster, in In g h ilte rra , era stato distrutto da
un violento incendio che era seguito ad una ” misteriosa” esplosione.
Non vi era stata nessuna vittima umana.
Il 2 2 maggio 1 9 5 8 a Middletown, nel New Jersey (n o n lon­
tana da Washington) 7 missili antiaerei tipo A J A X - N J K E ’ sco p p ia ­

( 1 ) RisultrrcM>o c h e a n ch e itt M issile in t e r c o n tin e n t a le russo aia fa llito


cJicciu5sette volte p r im a d’essere la n c ia l o con successo.
41

vano 1 l ini » «I«»|»(» ! dillo, l'iimr in nini rea/ , i o n e a r a t e i l a . . .mille* rum-


pe dì hit)rio. ( I )

FaH'Mh* meraviglia s<* questa avia/.ionc cominciasse a rivelar­


si in fornir piti dure? ( !r ri li n i n i le in». IVI olii si domandano infilili,
pendio questa aviazione non abbia già dislrntlo ì depositi di armi
atomiche s u l u i In la T e r r a . Ma ohe aeeadrehhe? Gli uomini gride-
rehhero a l l ’aggressione, od un sentimento di odio sorge rei» he con-
Irò i misteriosi aviatori, unitam ente ad un e norm e panico. Basta
ricordare quanto avvenne dopo la morie del Capitano Man teli il
7 gennaio 1 9 4 8 . L ’Aviazione americana ricevette l ’ordine di sp a­
rare contro i dischi volanti. In seguito sugli scherm i dei cin e m a to ­
grafi mondiali cominciarono ad apparire films ìn cui i visitatori
extra terrestri erano raffigurati come mostri ch e si proponevano di
conquistare la T e r r a ! Ciò spiega la ragione d e ll ’estrema prudenza
usata, in genere, da questa aviazione che NON V U O L E U S A R E
LA V I O L E N Z A e che deve quindi limitarsi a manifestazioni I N ­
C R U E N T E . Solo per cause accidentali o di f o r z a m a g g io r e si s o n o
avute vittime uman e, in seguito ad azioni operative di questi
apparecchi.

NUOVO F A L L I M E N T O D E L " V A N G U A R D ”
CRISI FR A N C ESE

Il 28 maggio falliva nuovamente la messa in orbita di un satel­


lite americano tipo ” B A B Y M O O N ” (di 50 cm. di diametro e del
p e s o di 10 kg.). Il ra z z o VANGUARJD salì fino a 2 . 0 0 0 miglia di
altezza, ma, dopo mezz’ora la B A B Y MOON non diede più segni
di vita.
E ra ricaduta sulla te r r a ? Questa la "su p posizione” della S t a m ­
pa. Ma il satellite non venne più ritrovato. D iro tta to ? Catturato?
ipotesi non assurde.
In questo periodo si era maturata la crisi franesce. La F r a n c ia
aveva im m ed iatam e n te sensibilizzato la nuova situazione strategica
creata dallo Sputn ik I I I . L ’arma assoluta era in mano dei Russi :
ora necessaria una politica nuova.

( l ) II IO l u g l i o 10511 vi sarà un’allrn " m i s t e r i o s a e s p l o s i o n e " ’ i n I n c o r i a


(presso W e s t Ki l l >r i «l e - Ayr s l i i r e ) in uno S t a b i l i m e n t o A t o m i c o , ur gui t n «la
incendio Ire giorni prillili d e l l o «-oppio t i r i l a crisi n r l P I r n k ) .
>

\ I furono diverso im/ialne <h <| i s l r i l M o n r . <,|| S i a l i 1' n it i p r o ­

pesero un m rontro di iconici atomici in S\ iy.zo r a .

Il Mnislro della Difesa I n g l e s e e l a b o r ò un p r o p r i In ili d i s a r m o


rlir prevedeva anche u n o r b a n o ili polizia Internazionale.
De C a n ile progettò ili convocare a Parigi i (piali ro Gran (Pi.
La situa/,ione si aggravava c ogni Potenza voleva trovare ima solu­
zioni* propria. Ma in realtà erano d ’accordo su un punto so lo : '‘ta­
cerò'' sulla presenza d ell’aviazione e lettrom agn etica!

* * *

Ilo illustrato di questi primi cinque mesi del 1 9 5 8 , solo le


lineo generali. Conte mporaneamente, specie in B ra s ile , in Argen­
tina e in Sud Africa, l ’attività operativa di questa aviazione era
continuala.
il 16 gennaio 1 9 5 8 l ’equipaggio della nave B ra silian a ” Almi-
rante Sandanlia” , in servizio per PAnno Geofisico a l l ’isola di T r i ­
nidad, aveva visto più volte un disco volante che era stato foto­
grafalo. La notizia di queste fotografie “ ufficiali” scoppiò a Rio
De J a n e i r o qualche settimana d o p o : le fotografie furono p ub b li­
cate dalla S tam p a, nonostante fossero state considerate ^segrete”
dalla Marina B r a s i l i a n a ,
Il 17 aprile vi fu l’atterraggio contemporaneo e mai avvenuto
prima d’allora, di ben ” tre” dischi a S. Maria ( A b a c a t ù , R io G r a n ­
de del Sud, Brasile). Persone che si erano trovate vicino a uno di
questi apparecchi erano state investite da una violenta ondata
c a l o r i f i c a , al m o m e n t o d e l d e c o l l o .
Il 20 maggio 1958 una squadrìglia di dischi in formazione ap­
parve a bassa quota su Caracas, in Venezuela. Notizia diffusa dai
principali giornali italiani.
Il 29 maggio 1 9 5 8 vi fu il caso dell’autista R e m o D a l l ’Armel-
iina abbacinato dalle luci di una ‘'la m pad a” di un individuo di
altissima statura che, in mezzo alla campagna di Santa F è , ( A r g e n ­
tina) aveva fermato il camion. Questo individuo indossava una
combinazione di volo ”con piastre luminose sul p e tto” . (Si sa,
oramai, che queste piastre sono un apparecchio di levitazione e
elio la ^lampada” è un disintegratore).
11 3 giugno 1 9 5 8 , il Comandante di un aereo passeggeri della
linea B&hia-Rio de J a n e i r o , riferì che un disco volante aveva segui­
to il suo aereo p e r diverso tempo, facendo velocissime evoluzioni,
43

/t ! I n n a t i * da pei khIi di immobilita ih I «d i n . \ i*lo da t ul l i i pa*-


neggeri.
Analoga segnalazione venne falla dal perdonale ili un nflro
aereo, Ira Villoria e Spirilo Santo, p u r e :n U n i b i l e *

N U O V O F A L L I M E N T O D E L L ’A T L A S

Il 3 giugno giunse notizia che un missile ” A T L A S ” era stato


lanciato. Si seppe, subito dopo, che non era stato sperimentato nel
percorso previsto di 6.0 00 miglia e che si trattava di un esperi­
mento p a r z ia le su un percorso di soli 900 c h ilo m e t r i. Una forma
per non dire che l ’esperimento sostanziale non era riuscito n e p ­
pure questa volta.
Numerosissimi altri furono gli avvistamenti e le manifestazio­
ni dei p r im i cin que mesi del 1958. Sarebbe impossibile segnalarle
tntie.
Il 12 giugno Krusciov inviava al Presidente Eisenhower una
lettera di una trentina di pagine, ed altre lettere consimili a L o n ­
dra e a P a r i g i.
Ma il 2 0 giugno la notizia dell’esecuzione capitale dei Capi
della R iv o lta Ungherese d elF ottob re 2956, il P r i m o Ministro N ag y
e il Generale M elete r, provocava un irrigidmento americano nelle
trattative di Conferenza al vertice. Si trattava di un ritorno alla
" m a n i e r a d u ra ” da parte dei Russi, mentre lo S p u tn ik I I I orbitava
sugli Stati U n i t i ?
La proposta della Conferenza degli Esperti Ato m ici a Ginevra
fu tuttavia mante nuta dagli americani. I Russi insistevano p erchè
la Conferenza non fosse pura accademia, ma giungesse a conclu­
sioni p r a ti c h e . Gli americani volevano che fosse tecnica.

QUINTO F A L L IM E N T O D E L ”VANGUÀRD” - CONFERENZA

ATOMICA DI G IN EV R A

Mentre continuavano le discussioni per stabilire se avesse do­


vuto aver luogo o meno la Conferenza ilegli scienziati atomici a
Ginevra, la situazione al Libano diveniva gravissima. La flotta
americana era pronta ad intervenire.
44

Il «pillilo r s j i c i i m r n l o di lancio ili un satellite IIAIIV MOOIN


(di r>0 rm.| rem missili» VAINIGUAIM) ( rinvialo alTulliiiK» momento
il 20 giugno) veniva effettuato il 26 ^iii^no I 9 5 8 . Ma il satollile non
riusciva ad m i r a r e in orbila. Kicadulo? Disintegrato ? Catturato?
Sulla slampa am ericana apparvero evidenti segni di nervosi­
smo. Il ripetersi di questi fallimenti appariva inesplicabile. "P reoc*
c a p a n o gli S ta li Uniti i f a l l i m e n t i d e i VA N G U A R I)" L a s t a m p a
n e w y o r c h e s e c h i e d e se non sia il ca so d i r ie s a m in a r e il "p r o g e t t o 99
d a l l e f o n d a m e n t a e t r a c c ia r e un n u o v o p r o g r a m m a c h e e v it i l e b r u t­
te fig u re fa t t e fin o a d oggi ».
Il D a ily N ew s affermava ch iaram en te di ritenere che si trat­
tasse ” di atti sabotaggio1’ ( ?).
A fine giugno giungeva notizia da Carrara di una nuova edi­
zione del famoso ” cancro del parabrezza” . Circa duecento auto­
mobili avevano subito il fenomeno sulla V ia Aurelia, a l l ’incrocio
della strada per Marin a di Carrara. Si trattava di una nota m an i­
festazione di questa aviazione, di cui si erano avuto in passato casi
in tutto il mondo. Così come vi erano state pioggie rosse, piogge
azzurre, piogge di sassi, piogge di uccelli morti ; strade asfaltate
sciolte, oggetti misteriosi caduti dal cielo, case e navi che avevano
cambiato colore, ecc. ecc. Manifestazioni ’ in cruen te” dirette a far
riflettere le popolazioni sulla nuova realtà. F o rm e più dure erano
le esplosioni ” fan ta s m a” , gli oscuramenti di città e i disturbi ma­
gnetici sulle reti televisive.
F o r m e ancor più dure gli incendi di S ta b il im e n t i atomici, gli
urti elettromagnetici contro aeroplani in volo, i disturbi ai missili
e ai satelliti artificiali, le tempeste magnetiche su intere Regioni,
ecc., ecc.
Come potrebbe comportarsi altrim enti, chi deve, con m ezzi
in c r u e n t i , far com p rendere la ”nuova r e a ltà ” ad una umanità che
pnr possedendo Ra dio , R adar, Televisione, stampa libera e istitu­
zioni dem ocratiche, dopo ben quattordici anni non ”vuole” an-
99 • 990
cora capire f
Ili - DIRE LA VERITÀ

Da noi si continua a vivere in pieno medioevo, ignorando c o m ­


pletamente il problem a cap itale che domina la storia co n te m p o ra­
nea. 'Cercheremmo invano nei programmi dei vari partiti una
parola orientativa. Durante la campagna elettorale del maggio ’58
n essu n o ha info rmato gli elettori.
E' evidente che il P a r l a m e n t o , fino ad oggi, non ha compreso
ciò che è accaduto dal 1 9 1 7 in poi.
Dovremmo concludere che alcune centinaia di Capi partilo,
di alti Ufficiali, di F unzion ari, di Professori Universitari, di D i r e t ­
tori di quotidiani, sono responsabili di questa congiura del silenzio?
Questi Signori si giustificheranno dicendo che non erano inform ati.
Ma non sono forse pagati per essere in fo rm a ti?
U n deputalo m i h a dello che gli e le ll o r i ” non gli avevano
dato mandato di occuparsi di dischi v olanti” . Dunque la sua co­
scienza era a posto !
La situazione può riassumersi nel modo se g u e n te : i ” p o l i t ic i ”
attendono di essere info rm ati dai ” m ilitari” e dalla "Scienza Uffi­
c i a l e ” . T r a i m ilita ri, Esercito e Marina si dichiarano, comprensi­
bilm ente, incompetenti. L ’Aeronautica afferma ”che il Governo
non le ha mai affidato l'incarico specifico di occuparsi di questa
m a t e r i a ” . Nè le ha fornito i mezzi finanziari per questa indagine.
( ” La lasciamo fare agli a m e rican i che hanno più q u a t t r i n i ! ”). D i ­
chiara inoltre che a sua volta dovrebbe essere informata ” dagli
S c ie n z ia ti” . Questi ultimi dicono : ”Fino a quando l ’Aeronautica
non ci fornirà un prototipo di disco volante da studiare ” de visu” ,
per noi i dischi volanti non e s i s t o n o !” .
Così i ” p o litic i” continuano ad aspettare di essere inform ati
ed ufficialmente ( e p raticam e n te) ignorano il problema, e cioè la
presenza costante di questa aviazione nei nostri cieli.
V,

D i o o f i r t r g n r i r / i i i l o t i 4* h «I <» i l |i l u l i l r m n " u f f i c i a l e ” -

n o t i h i r p o l l i l o c r i ' i i i r m i o r b i n o r i o * h i i h ‘« *ii|» ì M a i n i m i i c n i l i r i l t e « li

s e g u i r e l ' a t t i v i t à o p e r a t i v a d i q u r y l a a v i a z i o n e .

* * *

Il B rasile , J’Argentina, il Messico, il Portogallo e la Svizzera


sono .siali sul punto di rivelare la nuova realtà. Ma come avrebbero
l'autorità di fare una simile rivelazione, se poi le Grandi Potenze
smentissero?
In realtà fin dal luglio 1 9 5 5 , alla Conferenza di Ginevra, vi
fu una segreta intesa tra S ta ti Uniti, Unione Sovietica, Inghilterra
e F ra n cia per celare a l l ’opinione pubblica l ’esistenza di questa
aviazione. I quattro Grandi furono d’accordo per orientare la loro
propaganda verso le conquiste astronautiche. E ’ quindi chiaro che
oggi si parli continuamente di “ andare sulla L u n a ” pe r distrarre
l ’attenzione del pubblico dalTaviazione elettromagnetica, e per
confondere le idee delle masse, drogandole di ” falsa scienza” , vero
” oppio del pop olo” .
S om m e colossali vengono spese per esperimenti destinati, in
teoria, a imprese scientifiche. Ma in pratica a scopi m ilita ri( dato
ch e i satelliti artificiali servono a guidare e lettron icam en te i mis­
sili intercontinentali). E ’ natu rale che si acquisiscano anche dati
scientifici. Ma il contatto diretto con questa Aviazione se effettuato
da un organo F ederale Mondiale ci con d urrebbe molto più ra p i­
damente ad acquisizioni scientifiche di capitale importanza e non
solamente nel campo astronautico. T u tti i competenti sanno per­
fettamente che i nostri attuali sistemi di propulsione a razzo, m e ­
diante serbatoi di carburante solido o liquido, costituiscono una
” via sbagliata” attraverso la quale non riusciremo mai a N a v i ­
gare” nello spazio cosmico, ove tutto è elettromagnetism o. In so­
stanza ignoriamo ancora tutto della navigazione spaziale ed i no­
stri progetti di ” viaggi’’ sulla Luna sono puram ente teorici. P o t r e ­
mo, forse, ”sp arare” un razzo sulla Luna. E ciò pe r dimostrare che
. . . in v e c e d e l l a L u n a , si potrebbe colpire la Capitale ” n e m ic a ” !

* * *

II vero scopo d e i r u m a n i t à , non è oggi, quello di andare sulla


Luna, ma quello di sopravvivere, di fronte al pericolo atomico.
47

l jii jirrnnln ili rm*sis|rn/ji Iiji i h u nir ni O m ilcntc litu i sarù

ita ii p o ssib ile* dato In s\ilii|»|»n i a »»;•i u n I n delle armi atomiche, se

In n u ora rt/allu in n i verrà uffum iinfitte riv ela ta . Diversamente


Siali Unii i e Unioni* Sovieliea r n n l l i m e r a n n o a sospettarsi rccipro*
ca m e n lc e qu alu n qu e accordo nasconderà mia segreta preparazione
alla guerra. Diciamolo francamente c c h i a r a m e n t e : se qu esta a v ia -
z io n e non esistesse , ragionando con la vecchia m e n ta lità a p p a r ir e b ­
be logico, che gli S ta ti Uniti si proponessero di " a t t e n d e r e ” la fine
o la trasformazione del c o m u n i S m o ( t e n t a t a , i n f a t t i con la " d e s t a ­
linizzazione” ), p rim a di trattare e di fare concessioni economiche
atte a f acilita re il consolidamento politico e m i li t a r e della Russia
e della Cina. D ’altra p a r t e a p p a rire b b e a n c h e logico c h e la Russia,
” in quanto com un ista” continuasse ad alim entare il fuoco delle
rivolte in tutti i Continenti, nascondendo le armi dietro ad accordi
onde poter sopravvivere come aggregato politico-unitario. Si obbiet-
terà : la Russia vuole sinceramente la Pace.
E ’ evidente che la Pace costituisce " un in te r e s s e ” per l'Unione
Sovietica e p e r la Cina ; giacche la Pace servirebbe al consolida­
mento di questi enormi aggregati politici. Ma che avverrebbe tra
pochi anni degli Stati Uniti e d ell’Europa di fronte al gigantesco
sviluppo m ilita re di colossi come la Russia, la Cina e l’i n d i a ?
Secondo la mentalità abituale, basata su rap porti di forza, è
dunque chiaro che senza una guerra preventiva le razze bia n che
finirebbero per essere dominate dalle razze di colore. Se quindi
non si dice subito " l a verità” c h e c io è la g u e r r a a t o m ic a "non è
c o n sen tita ” d a qu esta a v ia z io n e , il conflitto m o n d i a l e s c o p p ie r à
f a t a l m e n t e . P e r un " i n c i d e n t e " , per un " e r r o r e ” ; così come sono
scoppiate, per autocombustione, le guerre del passato.
Anche i piloti extraterrestri ritengono che la situazione p r e c i­
piti e che la guerra atomica sia inevitabile se perm arrà tra le P o ­
tenze, la m e ntalità tradizionale. Questi piloti hanno fatto sapere
di non poter agire " p r e v e n t iv a m e n t e " per non dare agli uomini
l ’impressione di essere stati " a g g r e d i t i " . Ma dichiararono anche
che, qualora scoppiasse il conflitto, tutte l e a r m i a t o m i c h e v e r r e b ­
b e r o distru tte i m m e d i a t a m e n t e .

L ’Italia non ha nessun interesse a pa rtecipare a questa con­


giura del silenzio. Gli interessi italiani non sono nè quelli degli
48

Siiti» ( 11 1 1 11 nò quelli «IrfPl nioiir S o v i r t i m . I . l h i l i a non |»uo .sol­


ini rsi nlla .sim ni 1 1 I r m i rin missione. I'« qursio il *1 1 0 * lesso /n t r r e s s e .

T a c e r e , p e r ( / n i d o vivere* por opporlnnisnio, sarebbe crim inale. K1


evidente elio una guerra alomiea ri dislru"gorebhe, chiunque rie
fosse il vi nei loi e.
To eea dunque a l l ’ Italia, e a Roma cristiana p r o c l a m a r e la n u o ­
va r e a ltà e p r o p o r r e n on una C o n fe r e n z a a l v e r t ic e d i G r a n d i P o ­
t e n z e , m a la f o n d a z i o n e d i un O rg a n ism o a c a r a t t e r e m o n d i a l e .
Queslo è il Messaggio che l'Ita lia ha ricevuto dalla manifestazione
su R o m a del 6 novembre 195 4.

La « croce » disegnata sul Vaticano da quaranta apparecchi


exlraterrestri non era solamente il simbolo della Crocefissione.
La croce a quattro bracci uguali ( c r o c e greca) è il simbolo
della Divinila. E ’ il " p a r e l i o ” che, dalle origini, appare nel cielo
sulle zone magnetiche p o l a r i ; è la « s f i n g e » ( le o n e a l a t o ) ; è la
" cro ce a l a t a " (o svastica) simbolo antichissimo dell’energia elettro­
magnetica.

E ’ il s i m b o l o d e l c e n t r o m a g n e tic o in to rn o a l q u a l e r u o ta a n c h e
il S o l e . Questa è la scoperta che rivoluzionerà la nostra scienza. I pia­
neti sono ^attratti” dal centro magnetico ( c h e non è il Sole) e sono
respinti invece dalla Luce del Sole che li fa girare su se stessi. Ed
è la componente di queste due forze di attrazione magnetica e di
repulsione solare (la Luce) che localizza i P i a n e t i nella Io to risp e t­
tiva orbita.
Solam ente quando si sarà compreso come e perchè si muovono
i Pian eti, si potrà comprendere come navighino nello spazio i miste­
riosi c meravigliosi apparecchi che vediamo nei cieli.

* * *

P u r non esendo un tecnico I1 0 intuito l ’enorme distacco che


separa la struttura meccan ica, per così dire, di questi apparecchi
dalle nostre attuali cognizioni scientifiche. E per questo ho ri te­
milo inutile prospettare le varie ipotesi che sono state falle circa i
sistemi di propulsione di questi appare cchi.
40

to li Ito visti per tfC«J«ittilii<piuHi o volle op erare nei cieli d ' I t a ­


lia. Sono in corrispondenza imi iioinini elie sono entrati in questi
apparecchi e ch e hanno p a r la lo e«»n » piloti interplanetari. Non
posso an tieip are tutto (pianto so perchè comprendo la difficoltà di
essere creduto. Io non sono nè voglio essere altro che un testimonio.
IV - ALCUNE MANIFESAZIONI DELLA PRIMA
QUINDICINA DEL N O V E M B R E 1957

I/elenco che segue com p rende alcune manifestazioni (li questa


aviazione avvenute parallelamente al lancio del satellite artificiale
russo, ^Sputnik I I ’’ ( 3 n ov em b re 1957). Esso è puram ente in dic a ­
tivo. P e r r i f e r i r e tutti gli a v v ista m en ti e tu tte l e m a n ife s t a z io n i d i
q u esto p e r i o d o , o c c o r r e r e b b e un in tero v o l u m e .
Come ho già detto, è stato calcolato ch e circa 6.000 a p p a r e c ­
chi elettromagnetici di vario tipo abbiano operato intorno alia
'Ferra la prima quindicina di novembre 1 9 5 7 . P e r a t tir a r e V atten -
z io n e d e g l i S c ien z ia ti in ten ti a d o sser v a re gli S p u t n i k : p e r f a r c o n i-
(/r e n d e r e a l l e P o t e n z e c h e i s a t e llit i a rtific ia li russi e r a n o " c o n t r o l­
l a l i ” d a q u e s ta a v i a z i o n e ; p e r s o t t o l in e a r e la p r e o c c u p a z i o n e d i
q u esta a v ia z io n e p e r gli s v ilu p p i d e l l e a r m i a t o m i c h e .
La maggior parte di queste manifestazioni hanno avuto luogo
su zone m ilitari e atomiche. Le punte massime sono state registrate
il 6 e il 7 novembre 1957 e cioè nelle date corrispondenti a quelle
dei miei famosi avvistamenti su Roma del 6-7 novembre 1 9 5 4 . Si
è avuta c o s ì la d im o s t r a z i o n e ch e q u e s t e d a t e a n c h e n e l 1 9 5 4 9 non
erano casu ali.
D ’altra parte la prim a decade di novembre precede anche una
data di grande importanza s i m b o l i c a : P I I Novem bre anniversario
delPArmistizio 1918 ( a r m i s t i c e Day) ch e ha messo fine alla prima
guerra mondiale. E ’ da ritenere che questi aviatori intendessero ri­
ch iam are alla memoria degli uomini anche questo anniversario di
Pace. I n f a t t i il 10 n o v e m b r e ì 957, alle 9 di m a l l i n a , una grande m a ­
nifestazione di questa aviazione ebbe luogo sul Santuario di F a t i m a
in Portog allo. Cadde dal cielo una enorme quantità di bam bagia
s i l i c e a ; e cioè quei filamenti vetrosi sottilissimi e lunghissimi che
accompagnano s e m p r e la presenza nel ciclo di questi apparecchi e
che si ritiene siano aria ionizzata lungo le linee magnetiche.
( H o assistilo per 18 volle alla caduta di bambagia silicea in
I t a l i a ; nel mondo f e n o m e n o è s i a l o r e g is t r a lo m ig lia ia di
.M

/ m tl'rin ln r /'*.»/ f •tinnì m s lm i (Sud A liica ) - Din* ' o g g r l l i ji


forum «fi disio, \i»f|r;, *»i.i\ , 1 1 1 0 mi Ma c i l l a ; inseguiti inni 1 (metile
da caccia a rea/ione SAIIKK.
2 n o v e m b r e IO.»? - L e r e lln m l (Texas Occidentale, S.IJ.) - l'inorine
^ o ^ c l l o * ’ J jjiiì j a p p a r s o , verso .sera , in e.jeJo, Jn .sibililo
eflc! Inalo attcrraggio. I«cingi» 60 moiri, ovoidale. I motori e i
fari delle automobili nella zona, si s p e n g o n o ; si riaccendono
dopo la partenza d ell’astronave. T e stim o n i : cinque agenti di
P o lizia c diversi automobilisti.
3 n o v e m b r e 195? - J o h a n n e s b u r g ( S u d A frica) - P e r la seconda vol­
ta in tre giorni vengono avvistati strani oggetti c ilin d r ic i a
grande altezza.
3 n o v e m b r e 1957 - S p rin g field ( I l l i n o i s S.U.). - Avvistamento di­
schi : arresto m otori, spegnimento fari automobili*
3 n o v e m b r e 1 9 5 7 - C a lg a r y ( A l b e r t a , Canada) - Come sopra.
4 n o v e m b r e 1958 - K o d i a h (A la s k a , U.S.) - Come sopra.
4 n o v e m b r e 1957 - E l m w o o d P a r k ( C h i c a g o , S.U.) - C om e sopra.
4 n o v e m b r e 1957 - A la m g o r d o ( N , Messico, S.U.) - com e sopra.
4 n o v e m b r e 1953 - C ap etoiv n ( S u d A frica) - Otto dischi, vana­
mente inseguiti da caccia reattori.
4 n o v e m b r e 1957 - W ashington ( d i n t o r n i della città) - Grosso siga­
ro luminoso, sim ile a quello veduto nel Te x as ( p r i m e ore del
mattino).
4 n o v e m b r e 1957 - Presso il Poligono S p e rim e n ta le di W h it e Sands
( N . Messico, S.U .) - Un ^oggetto lum ino so'’, scende a cinquan­
ta metri sopra la lo c a lità ov e e b b e lu ogo ( nel 1945) il p r im o
e s p e r im e n t o d i b o m b a a to m ic a . Visto da pattuglia m il ilare al­
le p r im e ore del mattino. Altra pattuglia m ilita re vede alle
ore 17, nella stessa zona, un oggetto luminoso lungo 80-100
metri che sparisce d o p o av er s o r v o la to il te rrito rio in tutte
l e d ir e z io n i . (M an ifestaz ion e tipica per la località scelta).
4 n o v e m b r e 1957 - Ostia ( R o m a ) • Ore 16,30. S fe r a a r g e n te e fe r m a
n el c ie l o ( r ip r e s a in film d a un c in e a m a to r e ).
4 n o v e m b r e 1957 - Funzionari del Polig ono di W h it e Sands (Nuovo
Messico) vedono oggetto forma ovoidale, rossastro, lungo circa
sessanta metri.
4 n o v e m b r i » 1957 - Pigioni' (Francia) - Oggetto luminoso a forma
di sigaro.
' )Oé
%

/> m n r i n b n - /^.»/ - I s u l c v i i *i - O i> « e i| i l i i i u n m i \ is li s e e n d e r e « |: 1 1

ctcìu di ('fittilo.
5 n o v e m b r e l 4)57 - i m i t i t i ( M a l i a ) - O c e l l o l u m i n u s o o v o i d a l e ;

v i s l o o r e 1 9 , 2 3 f e r m o a 3 . 0 0 0 n i e l l i . l 'o i in m o v i m e n l n v e r s o

N o r d ; p o r a b b a s s a t o s i a e i r e a i n e r i i e d i n f i n e s e n n i p a r s o

v e r s o o v e s l . L u e e a b b a g l i a n t e . N u m e r o s i s s i m i t e s t i m o n i .

5 n o v e m b r e 1957 - L e v e lla n d ( T e x a s , S.U.) - Oggetto ovoidale ros­


sastro, lungo circa 60 metri.
5 n o v e m b r e 1957 - H o n o lu lu ( R a s i militari am erican e nelle l l a -
wai) * F o r tis s im a e s p lo s io n e n el c i e l o , rim asta m isteriosa
( o r e 8,30).
5 n o v e m b r e 1957 - Foce Mississipi - Un R ad ar della nave guardia-
coste ^Sebago” segnala oggetto misterioso che compiva larghi
giri in torn o alla nave ad altissima velocità ; visto poi ad occhio
nudo da equipaggio ( o r e 5,21 a.in.). Comandante d ic h ia r a t o :
" som ig lia v a a un p ia n eta e v o la v a v e lo c is s im o , f a c e n d o giri
c o n cen tric i
5 n o v e m b r e 1957 - H ouston ( T e x a s , S.U.) - A v v ista m e n to : arresto
motori auto e spegnimento fari auto.
5 n o v e m b r e 1 9 5 7 - S. A n ton io ( T e x a s , S.U.i - liase Aerea - come
sopra.
5 n o v e m b r e 1957 - N e b r a s k a ( C e n t r o Meridio nale) - Atterraggio di
una astronave lungo 30 metri. II cittadino americano Rheinold
0 . S ch m idt dichiara di essere stato fatto entrare per una ven­
tina dì minuti dell’app arecch io ove era un equipaggio di quat­
tro uomini e due d o n n e ; un u o m o parlava inglese e tedesco.
Episodio riportato dalla S tam p a mondiale.
5 n o v e m b r e 1957 - A la m g o r d o ( Z o n a atomica) - Ingegnere elettro­
tecnico vede og g etto lu m in o so ( m o t o r e e luci auto si spengono)
6 n o v e m b r e 1957 - P lattsbu rg (New Y o r k ) -(Arresto motori auto).
6 n o v e m b r e 1957 - T o k i o - D irettore Osservatorio Astronomico
segnala oggetto luminoso d u e m in u ti p r i m a d e l passaggio d e l
11 S p u tn ik . Segnalazione simile, all'Osservatorio Giapponese
di Sendai.
6 n o v e m b r e 1957 - August ( G e o r g i a , U.S.) - Oggetto luminoso rossa­
stro s o r v o la gli S t a b ilim e n t i a to m ic i sul fiu m e S a w a n n a h .
(O v e sono gli im pianti p r in c ip a li per le b o m b e H !).
0 n o v e m b r e 1 9 5 7 - M id la n d ( U . S . ) - Oggetto misterioso avvistato
da osservatori del C entro R a d a r .
0 m t r r m h / 1 * /*/.'»/ - .Vi. l u t i m i n ( l 'e v j i s , S . U . ) - B u s o A e r e a - l'i in / .i o -
nnrio ni 1 1 lii«*i|•aIf“ v n l r ’o ””e l l u " a «11 ilio nielli da Irrra
( a r r s l o nmlure alilo).
0 n o v e m b r i >1957 - P esca ra ( 11alia) - Avvistamento di un corpo
luminoso ( o r e 5,30).
6 n o v e m b r e 1 9 5 7 - C h ic a g o - Segnalato un punto luminoso c h e p r e ­
c e d e il I I S p u tn ik d i tre m in u ti , su stessa o rb ita .
6 n o v e m b r e 1957 - L on g B e a c h ( S .U .) - Sei globi luminosi che m u­
tano direzione istantaneamente senza perdere velocità. S eg n a­
lati da ufficiali della T o r r e di Controllo delPAeroporto.
6 n o v e m b r e 1957 - (Associated Press) - Numerosissimi avvistamenti
di ^oggetti" non identificati, per la maggior parte in prossi­
mità di installazioni m ilitari del sud-ovest degli Stati Uniti.
Notizie vengono da : Illin ois, Arkansas, Tex a s, Luisiana, Cali­
fo rn ia . Particolari identici : oggetti luminosi sferici o ovoidali,
rossastri, luce intermittente; velocissimi. Quando si avvici­
nano a terra diventano violetti ; provocano arresto motori e
diminuzione luce fari automobili.
6 n o v e m b r e 1957 - D aw n sv ille ( Il l i n o i s , S.U.) - Arresto motori auto.
7 n o v e m b r e 1957 - M o n t v ille ( O h i o , S.U.) - Arresto motori auto.
7 n o v e m b r e 1957 - A i k e n ( B a s e militare nella Carolina del Sud,
S.U.) - Oggetto a forma di sigaro segnalato dal R a d a r e visto a
occhio nudo (rosso-violetto).
7 n o v e m b r e 1957 - M ilw a u k e e (W isconsin, S.U.) - Oggetto miste­
rioso simile a quello di August e di A ik e n , visto da agente
P o liz ia .
7 n o v e m b r e 1957 - S a v o n a ( I t a l i a ) - Corpo misterioso avvistato
ore 6 a. m.
7 n o v e m b r e 1957 - P n o m p e n h (C a m b o g ia ) - Avvistamento collet­
tivo di oggetto luminoso durante le Regate.
7 n o v e m b r e 1957 - T r o m e l l o ( M ila n o , I t a l i a ) - Caduta dal cielo di
oggetto misterioso ch e produce buca profonda ( I n c h i e s t a se­
greta).
7 n o v e m b r e 1957 - L o n d r a - Caso analogo al precedente.
7 n o v e m b r e 1957 - Cam berra (A ustralia) - Osservatorio di Monte
S tro m lo - Oggetto misterioso, rossastro, ” ehc non può essere
nò meteora nò S p u t n i k ” .
}l i i o v e i n b i e I fht 7 - l lt i g n i d e s s u r ( . b e r e ( F r a u c j a ) - »*o*s/rsfro

sorvola l a zaini d e g l i S l u b i l i m e n i i ( d a m i c i d i M a i ‘c a u l e ( o r e 20).


il r i a c e m b r e 1057 - D ntdina ( I r l a n d a ) - O g g e t t o m i s l c r i o s o ” c h e n o n

p o t e v a essere S p u t n i k ” .

// n o v e m b r e 1057 - C a a lz a c o a lz ( V e ra Gruc, Messico) - Città sorvo­


lala più volte da grande oggetto misterioso, ''rettangolare”
( M i . 50 x 2 0 ) .
li n o v e m b r e 1957 - S an tiag o ( C i l e ) - Strano corpo luminoso avvi­
stalo sulla città.
0 n o v e m b r e 1957 - P ort E lis a b e t h ( S u d Africa) - Oggetto misterio­
so vi.sio in diverse l o c a l i t à ; rii forma rettangolare.
0 n o v e m b r e 1957 - T o lo sa ( F r a n c i a ) - Osservazione delTAslronomo
( liapuis. Oggetto luminoso che cambia più volte direzione.
9 n o v e m b r e 1957 - M ontagne A zzurre (Nuova Galles di Sud, Au­
stralia) • Oggetto a forma di si g a r o : luce molto forte. G ra n ­
dezza “ 8-9 volte la luna” .
9 n o v e m b r e 1957 - D enver ( U .S . A .) - Globo di fuoco, visto alle 7,05
anti m eridiane. ”Non poteva essere lo S p u t n i k ” .
9 n o v e m b r e 7951 - B r u x e lle s ( B e l g i o ) - Avvistamenti a Verviers,
W aterloo e dintorni di B ru x e lle s. Oggetto di forma allungata,
fusiforme luminoso.
9 n o v e m b r e 1957 - A rgen tin a - Corpi luminosi nei distretti di I>a
Paz, S. Gustavo, Conscripto B e r n a r d i, Santa Ines, Entre
Rios, P a r a n à .
10 n o v e m b r e 1957 - S an tu ario d i F a tim a ( P o r t o g a l l o ) - Ore 9 a.m.
Abbondante caduta di bambagia silicea. Prova che il Santua­
rio era sorvolato da a lm e n o 50 apparecchi. V igilia anniver­
sario ” Arvnistice Day” .
IO n o v e m b r e 1957 * V arsavia ( P o l o n i a ) - Oggetto strano, dalla fo r­
ma di sigaro, segnalato presso Radom.
l(f n ove nifi re 1 9 5 7 * G raz ( A u s t r ia ) - Disco di colore verdastro.
10 n o v e m b r e 1957 - H a m m o n t i ( I n d i a n a , S.U.) - Arresto motori
automezzi.
H) n o v e m b r e 1 9 5 7 - N ic o s ia ( I s o l a di Cipro) - Base M ilitare Inglese
Avvistamento di due dischi.
11 n o v e m b r e 1957 - T okio ( G i a p p o n e ) - Grande oggetto luminoso
che cambiava colore.
V)

// /H/t'/'/f/h/f /O./,' - ÌJ/ / / J/ / / J ( ) - A|>|»rt/7TrlM di fniiHfl l / t l o n t ì . l


Mi r n l o r rosa brillatiti*' su Ituilrago ( «Imlorni ili Madrid).

IX n o v e m b r i * 1017 - L u lw vca - Ksplnsimic misteriosa r radula <li


bambagia silicosi.
13 n o v e m b r e 1957 - A n k a r a - Oggetto luminoso, di forma allungala
non identificato.

* * *

Non potrei continuare più oltre senza annoiare il lettore.


Credo che questo cam pionario di manifestazioni sìa sufficiente per
provare quanto affermo.
E cioè che queste manifestazioni non sono mai c a s u a l i: nè per
le località scelte, nè per le date. Quasi sempre si tratta di zone
di interesse m ilitare o di S ta b ilim e n ti Ato m ici. Sono dunque a m ­
m onim en ti alle Autorità P o li ti c h e piuttosto che alle popolazioni.
U scirebbe infatti dagli scopi di questa aviazione allarmare inutil­
mente le masse, che non troverebbero spiegazione in ciò che vedo­
no e sarebbero prese da inutile panico.
Le manifestazioni dirette alle masse, si svolgono quasi sempre
presso centri 'religiosi’’. Così in Italia se ne ebb e ro a N orc ia, Ca­
scia, Città delia Pieve, Campobasso, Siena e cioè presso Santuari.
L'atterrag gio sul Monte Orlobene ( Nuoro-Sardegna) avvenne il 4
novembre 1954 a poche centinaia di metri dalla statua di Cristo
R ed en tore, verso le 1 5 ,3 0 . Ho fatto sul posto una accurata in c h ie ­
sta e posso affermare che l'atterraggio e b b e luogo effettivamente
ili quel luogo.
Questa aviazione ritiene dunque e molto saggiamente ch e deb­
bano essere i G o v e r n i a trarre le conclusioni della nuova realtà.
La sua azione si esercita quindi p r i n c i p a l m e n t e su i G o v e r n i ed è
una a z i o n e ” i m p a r z i a l e d i
in teres se g e n e r a l e . Se questi piloti
volessero occupare la T e r r a , come qualcuno sostiene, avrebbero già
da tempo avvelenato l'atmosfera ed ottenuto con molta facilità la
distruzione totale d ell'um anità terrestre.
In realtà il nostro Pian e ta non può costituire oggetto di con­
quiste per chi — disponendo di mezzi di trasporto eccezionali —
può spaziare anche in altri sistemi solari.
V - IL FAMOSO LUGLIO

Attendevo con curiosità il 4 luglio : ogni anno, dal 194 7 in


poi, Ja 'V i g i l i a ” d e l l ’Anniversario dellTndipendenza degli Stati
Uniti questa aviazione aveva compiuto, nel mondo, qualche m a n i­
festazione spettacolare : dalia apparizione di dischi ” in form azione”
sulla ritta di Boise ( S . U . ) il 3 - 7 - 1 9 4 7 ; al ^mutamento di colore”
operalo su 2 0 0 case nei sobborghi di R uth erford e Lyndhurst
( N e w a r k , N. Y o r k ) il 3-7-1957. Manifestazioni di vario tipo, dirette
n far riflettere a l l ’unisono le masse.

* * *

"O ggetto g ig a n tesco a lla d e r i v a n e ll' A t la n t ic o ” : q u e s t o il titolo


di un articolo su due colonne, apparso sul ” Giornale d’ Italia ”
del 4-7-1958.
« Londra. — Un aereo ” S h a c k l e t o n ” della Royal Air F orce è
partito a l l ’alba, verso l'Atlantico, alla ricerca di un e n o r m e q u a n to
misterioso ” oggetto” che, secondo quanto aveva riferito un pilota
della ” P a n a m e r i c a n ” , stava andando alla deriva in una z o n a bat­
tuta dal naviglio, a più di 1.000 ch ilom etri al largo della costa
irlandese” . L ' 'oggetto” era descritto ” della sbalorditiva lunghezza
di circa otto chilometri » ( ?).
Il pilota della P a n a m e rica n aveva precisato nel suo r a p p o r t o :
vNon era bianco : non era un ” iceberg” . Sem brava un corpo sott’ac­
qua, di un verde molto c h i a r o ” .
Non si e b b e più nessuna notizia dell’ ”oggetto gigantesco” .
Intorno a questo annuncio, certo eccezionale, la stampa fece il più
assoluto silenzio. Di che si trattava? Forse lo si sarebbe saputo in
seguito! forse m a i ! Da rico rdare che il 2 0 dicembre 19 56, una
serie di misteriose vibrazioni, di natura elettromagnetica, aveva
fatto sussultare per circa m ezz'ora il ”Queen M a r y ”, il più grande
V

t m u s a i I n n i i c o < I c* I m o n i l i » , n i r n l i e l u t t i g l i a s c e n s o r i ili b o r d o . si a i r e ­

s t a v a n o . K * i i o |o , i n f i l i l i , e l i e \i s o n o a p p a r e c c h i c l r t l r o m a g n r l i e . i

c a p a c i a n c h e «li n a v i g a z i o n e s o t t o m a r i n a .

* * *
%

IL "M IRA CO LO ”

A lt r a n o t iz ia d e l 4 lu g lio 1 9 5 8 : a Terni ( I t a l i a ) in località di


M aratta A l t a , due bambini dicevano di incontrare ogni sera da una
diecina di giorni al pozzo, una figura fem m inile che essi ritenevano
fosse la M ad on na. A lla m e z z a n o t t e tra il 3 e il 4 lu g lio , una scia
luminosa era partita da terra verso la Luna avendo origine dal
punto preciso ove il dodicenne Gino Almadoro, figlio di contadini,
era inginocchiato a pregare circondato da e n o r m e folla. La scia
luminosa era partita dai piedi del Carabiniere F onta na in servizio
d ?ordine. Il Carabiniere era caduto in ginocchio, piangendo, r i m ­
proverandosi i l suo precedente scetticismo.
La scia di luce si era diretta verso la Luna, compiendo due
grandi curve nel cielo ; prim a a destra, poi a sinistra e arrestandosi
in vicinanza ottica d ell’Astro. Si era staccata da questa " s c i a ”, una
forma luminosa rettangolare che aveva velato la Luna, discendendo
e quindi risalendo come una cortina, davanti aH’Àstro. II fenomeno
era durato oltre un minuto. N atu ralmente si parlava di ’ m i r a c o l o '’.
Mi re cai sul posto, il 6 luglio, pensando si trattasse di ”sugge-
stione collettiv a ” . E r o , insomma, assolutamente scettico.
Dovetti ben presto ricred e rm i e considerare con molta serietà
1’ accaduto.
I b a m b in i , normalissimi, mi dissero che « le prim e volte ave­
vano avuto paura ». P o i si erano abituati a p a r la r e con la Sfigura
f e m m i n i l e ” che era loro apparsa. La donna era bionda, vestita di
bianco, con un nastro azzurro attraverso il petto ; e non aveva co­
rona sul capo.
Potevo continuare a cr edere che i b a m b in i fantasticassero o
mentissero : ma il fenomeno luminoso er a i n d u b b i a m e n t e a v v e n u t o ,
(lav a n ti a c e n t in a ia d i p e r s o n e , e d era stato f o t o g r a f a t o , ( V . ” Mes-
saggero"’ del 5-7-1958 e ”L e O re ” del 12-7-1958). Interrogai molte
persone in località vicine. Chi aveva visto il fenomeno lunare, me
ne fece un’identica, precisa descrizione.
Asm i I ii tii m e ti I r «In o s o l u d o r r rlir in qiiol lliom oiilo passasse uri

n rlo un Aorro ìi i r j i / . Mi i i c r o l l i o , si ora supporlo poi. II fenom eno

o r * nv v e n t i l o //r*/ p iù a ss o lu to s i l e n z i o .
E In srin luminosa rr a partila effelliv am en le dai pirdi del Ca­
rabiniere r rio r dal punto preciso ovr Gino Alinadoro "v e d e v a ” la
figura femminile.
Ricordai casi di apparizioni analoghe avvenute in altri tempi
c in altri Paesi. Il fenomeno poteva forse essere definito ”una proie­
zione televisiva tridim ensio nale” . Quanto alla ‘ 'figura f e m m i n i le ”
\i orano state, in passato, interpretazioni diverse. Essa era stata
ronsiderata, com prensibilmente, la Madonna in Paesi cattolici. Ma
in tempi pagani era stata creduta " D i a n a ” ( l a vergine sorella di
Apollo, sempre rappresentata, come noto, con una mezzaluna tra
i oapolli). In Am erica questa figura era stata recentemente scam­
biata pe r F lorence Nachtingale, la fondatrice della Croce R o ss a !
Intuii come a questo tipo di fenomeno si dovesse risalire pe r c o m ­
prendere Lourdes e F a tim a e forse le tante Madonne sorridenti o
piangenti apparse qua e là nel mondo. La Curia Vescovile negò ogni
carattere ” divino” al fenomeno. La stampa ne profittò pe r affer­
mare che i due bam bin i "avevano inventato tutto” ! Tesi assurda.
E il fenomeno lunare?
I l piccolo Gino Almad oro. mi disse candidamente ili non sa­
pere ”q u a le ” Madonna fosse. Intendeva dire che non sapeva ancora
se fosse l 'im m a c o l a t a , l ’Addolorata o la Madonna di L o re to o quella
di P o m p e i . Egli aggiungeva che la ” S ig n o ra ” sarebbe tornata il
IO luglio e che avrebbe detto chi era. ( I l 10 luglio Gino e Paola
dissero infatti che era la Madonna delle Rose o delle Grazie).
Il b im b o diceva la v e r i t à ; era evidente che egli aveva ”veduto”
questa figura fem m inile. E così dicevano la verità la piccola Paola
Piazza e le altre persone che avevano "v e d u to ” . D ’altra parte, come
sarebbe stato possibile far giungere un messaggio a queste p op ola­
zioni semplici se non attraverso il loro cuore e cioè attraverso la
loro fede tradizionale? Come avrei potuto dir loro ad e s e m p i o : i
Pianeti sono a b it a ti ?
Nella grande conca di T e r n i, scintillante di verde e di sole,
lutto mi sembrava " m i r a c o l o ” ! E certo non avrei avuto bisogno di
vedere la Madonna per credere al miracolo "d e lla vita” .
Mi inginocchiai an ch ’io sul luogo d ell’apparizione. Compresi
che Je Religioni sono fondate non su ”s im b o li‘’ come avevo creduto
69

in p a s s a l o , inu sii f a t t i i n i l m n i t r a c c a d u t i . P u l i i ' i n s p i c p ; n b i l i c h e

h a n n o c o n d o t t o l ' u o m o j i <! m l m n * c o m e t u l i o u r i I I Iili v e r s o s i n S p i ­

r i l o . N o n s i n r l i l t c s t i l l o a s s u r d o d i e q u e s t i f a l l i m i s t e r i o s i c o n t i n u a s ­

s e r o , e ro in e n e l p a s s a l o , a f a r e r i f l e t t e r e g l i u o m i n i d e l t e m p o

m o d e r n o .

Attraverso queste apparizioni gli uomini avevano intuito gli


aspetti misteriosi di un mondo più vasto. L ’idea di Dio era divenuta
sempre più grande. Da m illenni quesle ” visioni” , queste ” appari-
zioni” avevano contr ib uito ad affinare il senso morale ed estetico
d< i m m a n i t à . T u tta la mitologia risaliva forse a queste a p p a r i z i o n i :
che i " M e s s ia ” avevano poi inquadrato nel monoteismo. F orse il
culto della Madre di Dio era destinato a divenire, col te mpo, il
culto monoteistico comune a l l ’intera U m a n i t à ? P e r me non vi era
più d u b b i o : il fenomeno di T e r n i era di origine extraterrestre. L a
d a t a , p o i , e r a c h i a r a m e n t e sign ificativa.

* * *

L ’A V I A T O R E M I S T E R I O S O

Altra notizia interessante del 4 luglio 1 9 5 8 .

L ’Ambasciatore russo a Londra aveva consegnato alla Polizia


inglese una lettera anonima pervenutagli da Ipswicb (ove è il Cen­
tro delFAviazione Strategica Americana, in I n g h i lt e r r a ) . La lettera
siglata ,:W ” era a p p arentem en te di un aviatore americano ch e an­
nunciava la sua intenzione di sganciare nel mare del Nord il carico
di bom be ato m ich e del suo apparecchio e di chiedere poi asilo alla
Russia.
Ciò egli avrebbe fatto ”pe r denunciare la politica di Foster
Dules che condii ^eva alla g uerra” . In un primo tempo si pensò ad
una manovra propagandistica russa: poi si ritenne che 1 autore
della lettera fosse un ex aviere inglese, che aveva voluto rich ia m a re
Ts rizio ne delle A u ’o v t r svi suoi casi personali. Àia questa ipo­
tesi dovette essere a Vbanxloiiata. Due nuove lettere pervennero al-
r A m b a s c i r t o r e russo a L o n dra. Gli ipotetici aviatori americani insi­
stevano n e l l’info mare che avrebbero messo in pratica il loro pro­
getto ( 9 - 7 - i w a ) .
Intanto K;*j ì o Mosca s c a n a la ta che voli d c l l ’Aviazione Stra-
tegica Americana verso i confini sovietici avevano portato il mondo
6 ()

sull'orlo della g u e r r a ' A g g i u n g e v a rlir "se gli aviatori russi aves­


sero fallo a llre n a tilo , operando in vicinanza dei confini americani
si sarebbe. pollilo facilmente verificare uno scontro f a ta l e ’ ’. La que-
slionc dei cosidetti « voli provocatori » già sollevata il 18 aprile
1958, tornava dunque a l l ’ordine del giorno. T r a l ’altro i russi ave­
vano abbattuto il 27 giugno un apparecchio americano che aveva
sconfinalo in Arm enia e, probab ilm en te , cercavano di giustificarsi.
”Muovi osta co li russi ai c o llo q u i d i G in evra sul c o n tr o llo d e l l e
e s p lo s io n i n u c le a r i. In una e n n e s im a nota a W ash in g ton , Mosca r ib a ­
d is ce la sua rich iesta p e r una im m e d ia t a cessazion e d e g li e s p e r i ­
m enti a t o m ic i ' ( ^Messaggero” del 9-7-1958).
La situazione appariva, dunque, molto tesa. Le lettere anonime
all'A m basciata russa a L o n d r a era n o in d u b b ia m e n t e sin to m a tic h e .

* * *

11 10-7-1958 giungeva notizia da Cape Canaveral del riuscito


(‘sperimento di lancio di un missile intercontinentale tipo T H O R -
A B L E con un topo nella ogiva.
E r a il primo missile intercontinentale americano che riusciva
com p letam ente su un percorso di circa 8.00 0 k m . La stampa, entu­
siasta, comunicò ch e si trattava di un nuovo passo ... verso la Luna
e verso M a r t e ! Ma il giorno dopo si appresero dettagli meno otti­
misti. L ’ogiva col topolino non era stata trovata. Era veramente
" c a d u t a ” ? Il missile aveva veramente compiuto 8 .0 0 0 k m . ? I gior­
nali p u b b l i c a r o n o : ” L ’esperimento T H O R - A B L E riuscito a m e t à ” .
( ”Secolo ” 12-7-1958).
L ’esperimento era stato ” permesso” perchè considerato ”scien-
lifico” ? 0 il missile era stato anche questa volta ”ostaeolato” al
terzo s t a d i o ?

LA CRISI

Il 13 luglio scoppiava la rivoluzione n e l l ’I r a k . Veniva procla­


mala una Repubblica che aderiva a l l ’Unione Araba ( Egitto-Siria).
Kra lo scardinamento del Patto di Bagdad ( I r a k , T u r c h i a , Iran,
Pakistan) creato in funzione antirussa. Gli Stati Uniti ordinavano
Jo sbarco di truppe al Libano occupando B e ir u t.
f i 1

l.ll p. r i u n i r I m i , r l i r «lai rii» il f i l i l i I Jl a

nini t i n i / m n r .
(ili Slnli l itili, turilevimi» in opera il piano ehi; era .Minio
sospeso nel In posili Ml.r)7 in seguilo al lancio ilei Missile inlereon I i-
nentale russo ( 2 6 - 8 - 1 9 5 7 ) .
Evidentemente, di fronte ai sorprendenti risultali ottenuti dai
russi nel campo dei missili balistici in le rc o n lin e n la li e dei relativi
” S a t e llit i a r t ific ia li ’ ( c h e servono a guidare i missili sugli ob iettivi)
attendere ancora " s a r e b b e stato sempre peggio” . Era chiaro, dun­
que, che gli Stati U niti, ( n e l ” s e c o n d o ” anno Presidenziale, che
perm ette maggiore libertà al Presidente) erano decisi a l l ’azione.
Se i russi avessero lanciato un missile intercontinentale sugli
Stati U niti, ciò sarebbe servito per scuotere l ’opinione pubblica
americana, di fronte a l l ’aggressione.
Dove operavano, in questa gravissima situazione i piloti extra-
te rrestri? Ancora non è possibile saperlo. F o rse i R ad ar delle flotte
nel Mediterraneo avevano segnalato nei c ie li, misteriosi ”U F O ”.
Forse le guarnigioni delle Basi chiave di Cipro e di Malta e di
T u r c h i a si erano viste sorvolare da centinaia di aerei ” non iden­
tificati” (scam b iati p r o b a b ilm e n te pe r russi, come al tempo della
crisi egiziana del novembre 1 9 5 6 ) . F orse misteriose ” esplosioni”
erano avvenute nei centri strategici in tutto il mondo.
Un fatto era c e r t o : V O p er a z io n e T r i f o g l i o ( u n ’azione m ilitare
convergente su lT Irak da parte di truppe turche, iraniane e gior­
dane) era stata sospesa a l l ’ultimo momento. Ciò aveva evitato una
im m ed iata reazione russa.

L ’I N C E N D I O D E L L ’O S S E R V A T O R I O DI M O N T E M A R I O

L ’Ita lia era stata avvertita della gravità della situazione ( c o m e


già il 2 8 ottobre 1 9 5 6 : esplosione fantasma su Milano e come il
19 agosto 1 9 5 7 , sorvolo spettacolare di dischi sulla P e n i s o l a ) .
Il 15 luglio, alle ore 23,3 0 la c u p o l a d e lT O s s e r v a to r io A stro­
n o m i c o d i M o n te Mario, c h e d o m i n a la c a p i t a l e it a lia n a , a v e v a c o ­
m in c ia t o a b r u c i a r e c o m e una t o r c i a . ( 1 )

( 1 ) Il 10 lu g lio 1 9 5 8 u n a « m i s t e r i o s a » esplosione, provocava l'in c e n d io di


lino S ln liilim e n to a to m ie o in I n g h il t e r r a . D i q u i l ' a t t e g g i a m e n t o " i n g l e s e ” n e lla
e r i * ! d c i r i r a k c h e aveva e v i t a t o il p r e c i p i t a r e d o g li e v e n t i.
tu

P u r t r o p p o il v e c c h i o D i r c l l o r e p r o f . A m i r i I m i , i ili p r c u V i o m i l o

i h i I l i i h t i i il i o , c r ji ( ( c r e d u l o jmm m f n r l o c a r d i a c o . I*. q i i c s l o a v e v a

l u r h n l o hi i n n i f e s l a / . i o n e c h e a v r e b b e d o v u t o e s s e r e , a l s o l i t o ,

i n e r i t e t i l u .

Visitili reverenlr la .sua salma. Il prof. Armellini era sialo Ira


i primi d i e avevo inform alo dei miei avvistamenti su liom a del 6
e 7 novembre 1951. Egli mi aveva detto, allora " c h e non ne sapeva
imi la e ehe comunque non era suo compito occuparsene’ '. S c o m p a ­
riva ignorando che il "suo'* cielo era pieno di dischi v o la n ti!
Mi inform ai deiTaccadulo, sui posto. I l personale dell’Osser­
va torio era concorde nel ritenere "m isterioso*’ l ’ince:*die.
Il sig. Casamassima, il tecnico deirOsservatorio, m i disse te ­
s t u a lm e n te : " F i n dalle ore 9 di mattina avevo tolta la corrente
industriale. Verso le ore 20 il custode aveva, come di abitudine,
ispezionato la cupola. Tutto era in ordine. Egli tuttavia non aveva
rlmiso la cupola rimasta semiaperta, appunto p erchè la corrente
industriale del dispositivo elettrico di chiusura era stata tolta da
ine fin dal mattino.
Ma il prof. A rm ellini, più tardi, volle che la cupola fosse
chiusa erm eticam ente. Il custode tornò allora di sopra a chiudere
la cupola Tacendo azionare il dispositivo di chiusura " a m a n o ” .
Nessun odore di bruciato egli rilevò. Escluso, quindi, ch e un mox*
zicone di sigaretta o una favilla entrata dall’esterno, avesse potuto
provocare un prin cip io di incendio.
Alle ore 2 3 ,3 0 l'incendio divampò di colpo, in forma vio­
lentissima.
1 pom pieri accorsi operarono in venti minuti, c o n la lu c e
accesa !
Solo in seguito agli scrosci dY^r-ia, alia fin e, si spense la luce.
E ran o saltate due valvole.
C o m e s i p u ò p a r l a r e q u i n d i d i 99c o r i o c i r c u i t o " , se la lu c e furi -
zi ori ava ? »

* ❖ *

T>a nolle del 15 luglio era la ” v ig ilia " d e l l ’Ànniversario del


primo scoppio sperimentale americano di bomba atomica, avve­
nuto il 16 luglio 1915. al Poligono di W h i t e Sr.nds (Nuovo Mes­
sico S. U.). Il 6 agosto 1945 la prim a atomica scoppiava su
11 i rosili ma.
''ijitulciitin" ii\ 1 1 *I>I i - o m | n i*iini‘rr, Ji Roma, rIn* rosa
.mÌ^iii(inivìi «|il*-11 irimnli<>, in ifiii'lln ildlti «* in i'onmtssioint con In
siluazionw n el M e d io Orienti*.
Q u a lc u n o n\ r r b b r dovuto intuire quale era la direttiva cht»
veniva suggerita a l l ' l l a l i a .
Scongiurare una guerra atomica n ell’interesse dell'intera E u r o ­
pa e, sem plicem ente, p a rla re! E mi risulta die "qu alcu n o”
com prese.

NUOVO F A L L IM E N T O D E L L ’ "A T L A S ”

Il 19 luglio, mentre i russi proponevano una Conferenza a


Ginevra ( S t a t i U niti, Unione Sovietica, I n g h ilte rra , Francia e In d ia )
falliva un nuovo lancio d ell’ ” A T L A S ” .
Il gigantesco missile balistico intercontinentale americano, a
piena carica e pronto pe r un volo di 8 .0 0 0 k m . era esploso in aria,
45 secondi dopo il l a n c i o . Si disse che era stato fatto esplodere
dagli stessi tecnici del Poligono di Cape Canaveral per cattivo fun­
zionamento iniziale. Ma e r a la giustificazione abituale.
E cco dunque " d o v e " operavano i piloti extraterrestri !
F orse essi volevano lasciare gli Stati U n iti indifesi sotto il tiro
dei missili intercon tinen tali russi, guidati sull’ obiettivo dallo
S p u tn ik I I I ? Certamente no.
Essi volevano d i e l'A m e r i c a proclamasse la nuova realtà n e l
su o in t e r e s s e , p rim a di condurre il mondo intero verso una ca ta ­
strofe di conseguenze im p on d erabili in cui il prestigio americano,
in qualunque evenienza, sa rebbe stato compromesso per sempre.

* * *

I L 23 L U G L I O

Che sarebbe avvenuto in questa data famosa in cui l ’aviazione


elettromagnetica, dal 1 9 4 8 , si era sempre rivelata con m anifesta­
zioni sp ettacolari?
Lo si sarebbe saputo, solo ".se" la S tam p a avesse pubblicato le
relative notizie. Ciò che, com e è noto, non sempre avveniva!
T u l l i i giornali di R o m a pubblicarono un avvistamento di tre
<lisdii avvenuto nella notte tra il 22 e il 23 luglio sul Monte T e r m i -
nillo, la noia "m on tagn a dì R o m a " .
I giornali i)r| I luglio ul ul i mel a rmin Parrei In/i one d«*i rusvi
«li p r e m i n e parie ih! litui <'.onferrn/.a *i«l allo livrlln elle avrebbe
dovuto avrr luogo a New York il 2H luglio presso la sede delle
INa/, io i l i Uni I r .
Pubblicarono pure clic un nuovo m issi Ir lipo T I I O K - A H L E
era sialo lancialo al Poligono «li Cape Cauavcral ron mi topo nella
ogiva. Non si sajM*va ancora sr l'esperimento fosso riuscito.
Mentre si discuteva se la Conferenza avrebbe avuto luogo a
New Y o r k oppure a Ginevra ( c o m e riproponevano F r a n c ia e Rus­
sia) si apprese clic le ricerche d ell’ogiva del Missile T H O R - A B L E
erano siate abbandonate. L ’esperimento era dunque fallito per la
terza volta.
II 25 luglio un missile americano T H O R scoppiava appena la n ­
ciato, a Cape Canaveral.
Viceversa il 26 luglio un satellite artificiale americano lo
” EXPLORER I V ” (di 17 kg.) veniva collocato felicem ente in
orbila. E questa volta l ’orbita passava "sulla parte meridionale
della Russia” !
Vi era contraddizione in questi avvenimenti?
No : mentre continuavano a venir ostacolati gli esperimenti di
missili intercontinentali am ericani era stato " p e r m e s s o ” il satellite.
Si favoriva cioè, la " p a r it à spaziale” , tra S ta ti Uniti e Russia per
facilitare a l l ’America la partecipazione alla Conferenza. Ad un
tempo si ammoniva la Russia di non com p iere colpi di testa.
In realtà ogni satellite artificiale, ogni R a m p a di missili, ogni
S tab ilim e n to Atomico, ogni B A S E A E R E A , ogni nave da guerra è
sotto il controllo di questa aviazione. Che non intende aggredire:
ma intereverrebbe im m ed iatam en te contro chiunque usasse le armi
atomiche.
Si dirà che tutto ciò è pazzesco. Rispondo : è p a z z e s c o ” v o ­
le r lo ” ig n o ra r e.

* * *

In queste condizioni si parla di lanciare missili sulla Luna !

Chiudo a questo punto questa seconda parte del mio R a p ­


porto” . I lettori potranno comprendere da soli gli avvenimenti che
si succederanno nel 1 9 5 8 .
ULTIMI AVVENIMENTI
Il «iii.i g i e . a n l c s r a e s p l o s i o n e v i c u r s e g n a l a l a a 7.000 m o i r i u r i
c i c l o d e l K r a s i l c ( S I;» / , ili < ! c a r a ). I p o t e s i ( a s s u r d a ) ili u n m i s s i l e a m e r i c a n o
s c o p p ia lo « per e r r o r e » sul Itr a s ilc !
A v v i s t a m e n t i di d i s e l l i in L o m b a r d i a , T r i e s t e e S i a t i U n i t i n e g l i u l t i m i
g i o r n i di l u g l i o .
V 'a ri g i o r n a l i e l a R i v i s t a « L ’E u r o p e o » r i p o r t a n o l ’a r t i c o l o d e l P r o f . C a r i
Y u n g s v i z z e r o , n o t o d i s c e p o l o di F r e u d . D o p o a v e r s o s t e n u t o p e r m o l t i a n n i
c h e i d i s c h i e r a n o « v i s i o n i d e l s u b c o s c i e n t e u m a n o » ( e c io è i m m a g i n i c h e
g l i u o m i n i a v e v a n o v i s t o in a l t r i t e m p i ) Y u n g si è f i n a l m e n t e d e c i s o a r i c o ­
n o s c e r e ( e d e r a o r a ! ) c h e i d i s c h i e s i s t e v a n o « c o m e r e a l t à f i s i c a » (30-7-58).

1 a g o s t o 1 9 5 8 : O s c u r a m e n t o di P a r i g i ( o r e 1 4 ) . O s c u r a m e n t o e c i c l o n e
su B o n n (o re 18 ).
V i e n e s e g n a l a t o c h e l a « l a p i o g g i a a v e v a s a p o r e m e t a l l i c o »,
M a n i f e s t a z i o n i d i r e t t e , e v i d e n t e m e n t e , a i G o v e r n i di F r a n c i a e G e r m a ­
n i a p e r s o t t o l i n e a r e l a g r a v i t à e s t r e m a d e l l a s i t u a z i o n e e l a n e c e s s i t à di n o n
p o rre o sta c o li a lla C o n fe r e n z a al V ertice.

2 a g o s t o 1 9 5 8 : N e l l a n o t t e t r a il 2 e il 3 a l l e o r e 2,26, R o m a v i e n e i l l u m i ­
n a t a a gio rn o d a un o g g e t t o c h e a t t r a v e r s a il c i e l o . I l p r e s u n t o m e t e o r i t e
« r e s t a f e r m o » n e l c i e l o p e r a l c u n i s e c o n d i e p r o v o c a l a s o s p e n s i o n e d e lle
t r a s m i s s i o n i R a d i o . A v v i s t a m e n t i a n a l o g h i s u t u t t o il L a z i o , i n A b r u z z o e in
P u g lia . E v id e n te a m m o n im e n t o a ll'I t a lia ( a n n iv e r s a r io d e lle s p e tta c o la r i
m a n i f e s t a z i o n i s u l l a C a l i f o r n i a d e l 2-8-57).

Lo stesso g io rn o un m issile A T L A S vien e la n c ia to con su ccesso a C ap e


C a n a v e r a l e p e r l a p r i m a v o l t a c o m p i e u n p e r c o r s o di 4.000 k m . ( n o n il p e r ­
c o r s o i n t e r c o n t i n e n t a l e di 8.000 k m . ) .
E ’ u n s u c c e s s o i m p o r t a n t i s s i m o p e r g li S . U .
C iò è sta to c o n c e s so » p e r f a v o r ir e la b u o n a v o lo n t à d i m o s t r a t a d ag li
S t a t i U n i t i p e r l ’a c c e t t a z i o n e d e l l a C o n f e r e n z a a l V e r t i c e ; p e r s o t t o l i n e a r e
l ’i m p a r z i a l i t à di q u e s t a a v i a z i o n e r i s p e t t o a l l e P o t e n z e t e r r e s t r i e per co n ­
d u rle v e rso acco rd i di co esisten za.

5 a g o s t o 1 9 5 8 : D o p o u n a s e r i e di c o n t a t t i c o n l a C i n a , l a R u s s i a c h i e d e
l a c o n v o c a z i o n e d e l l ’A s s e m b l e a d e l l e N a z i o n i U n i t e . P r o p o s t a c h e v i e n e a c ­
c e t t a t a d a g l i S t a t i U n i t i e d a l l ’I n g h i l t e r r a .
I n A d r i a t i c o , c i n q u e g i g a n t e s c h e t r o m b e m a r i n e ( c h e f a n n o p e n s a r e ail
e s p l o s i o n i a t o m i c h e ) s i i n n a l z a n o d a v a n t i a B r i o n i ( o v e si r i t i e n e f o s s e il
M a rescia llo T ilo ).

(1) Ingrandimenti (P e s c a ra 27 - 9 - 1957)


Q u e s t a fo t o g r a fia , in e d it a , è la p iù in t e r e s s a n t e e s e n z a d u b b io la
p i ù i m p o r t a n t e t r a le c e n t i n a i a c h e h o e s a m i n a t o .
E ’ s t a t a s c a t t a t a r i i m a g g i o 1 9 5 2 a l l ’A e r o p o r t o d e l l ’U r b e d i R o m a ,
m en tre m ig lia ia di person e eran o p resen ti a lla " G io r n a t a A zzu rra” e
c ioè a d u n o s p e t t a c o l o p u b b l i c o d i a v i a z i o n e a c r o b a t i c a .
E r a n o c i r c a le o r e 1 8 : il r a g . U m b e r t o T r a v e r s e t t i , p r i v a t o c i t t a ­
d in o r e s id e n t e a R o m a , i n t e n d e v a r i t r a r r e con il su o a p p a r e c c h io f o t o ­
g r a fic o tip o F e r r a n i a I I , u n a c a b r a t a d i q u a t t r o a e r o p la n i tip o
"V A IV IP IR E ” .
N u i r a l t r o e g l i v e d e v a n e l c i e l o i n q u e l m o m e n t o ; n u l l ’a l t r o v e d e v a
il n u m e r o s o p u b b l i c o p r e s e n t e .
Q u a n d o la fo to g ra fìa v e n n e s v ilu p p a ta a p p a r v e n e lla n e g a tiv a ,
s o t t o l a f o r m a z i o n e d e i MV a m p i r e s ” , u n p u n t o n e r o s e g u i t o d a u n a
lu n g a scia scu ra. G li in g r a n d im e n ti riv e la ro n o poi u n a fo r m a ro ta n te ;
c o m e u n a s p e c i e di t r o t t o l a d a l l e t i p i c h e c a r a t t e r i s t i c h e d e l d is c o .
T r a v e r s e t t i a v e v a f o t o g r a f a t o a u n 3 0 0 e s ì m o di s e c o n d o ” e iò c h e l 'o c ­
c h i o u m a n o n o n p o t e v a v e d e r e ’’ .
' i m p o r t a n z a d i q u e s t a f o t o g r a f i a è e n o r m e p e r c h è c o s t i t u i s c e In
p r o v a c h e e s i s t o n o t i p i d i d i s c h i v o l a n t i c a p a c i di r e n d e r s i i n v i s i b i l i
a d o c c h i o u m a n o . C i ò c h e io s t e s s o n o n c r e d e v o q u a n d o p u b b l i c a i il
m i o R a p p o r t o d e l 19 5 7 .
E ’ a p p e n a il c a s o d i r i c o r d a r e c h e c o s a p o t r e b b e f a r e , u s a n d o
im p u lsi e le t t r o m a g n e t ic i, un s im ile a p p a r e c c h io .
P o i r e b b i* , a d e s e m p i o , a v v i c i n a r s i a d u n a r a m p a d i m i s s i l i e d i s t u r ­

b a r e il ì i i n c i o <ìi t m m i s s i l e o d i u tì n r /.y .o s e n z a r l i e n e s s u n o «Ir# f a r ­

s e li li s e n e a c c o r g e s s e .
l ' o l r c h h c t a r e a p r i r e c l c l t r o n i c n m c n l c il p o r t e l l o d i u n a e r o p l a n o

c l a r s g a n c i a r e le b o m b e c o n t e n u t e n c H ' a c r o p l a n o s l e s s o .
l ' o h ' c h l i c d i s t r u g g e r e , n o n v i s t o , ijiialnn <|iic o b i c t t i v o m i l i t a r i * .
Il 13 1 2 -1 9 5 2 - George Adamski e il Sergente B a k e r in località diverse s c a t ­
tarono queste fotografie l'uno con telescopio; l'altro con m acchina fotografica
comune (California; Zona di Monte Palom ar).

f/ff.ti/t' *!r

La fotografia centrale eseguita dal r a g a z z o Stefano Durbishire a Coniston


(Scozia) il 15 febbraio 5 4 fu riconosciuta autentica dalla stam pa inglese e
dimostra l'autenticità della foto di Adamski (13 dicembre 52) a sinistra, e di
quella di Cedric Allingham (18 febbraio354) a destra.

? • ir

I V s r j i r a S r l I r n i l n ’c P>fi7
1 I t t M I I V I 1 IM I I \ A l l s s K U N I 1’. I H I I I M H I I H H . I . K S A I . O N P K A 3 j^ ^ ì'

piano americano per le ispezioni aeree


la poca probabilità di essere realizzato
A4 l A ^ n (7 -J ~ " — ”
parie la reazione negativa del delegato sovietico, sembra che anche i Paesi deila NÀTO non siano d'accordo con il
roqetto presentato da Dulles - Gli Stali Uniti affiderebbero ad americani I missili che dovessero cedere agli alleati europei
DR^ilUif (/iwruuiic tMuut !UJ«»vr».

ut
i l ’. R O — S a b o t o 3 A g o s to 1 9 5 7 ebbi il tempo di m etter via il
giornale ed affacciarm i. L'oggetto
U N O S T R A N O F E N O M E aveva una coda estrem am ene
lunga. l.'o&servavo da qualche mo­
mento. cercando di dominare ¥V>
monone per l'insolita visione

ì g g e l t i m is t e r io s i quando cominciò » disintegratsl »,


Che cosa ha visto Kmll O tt?'
Ancora se lo domanda. Qui ab*
v biamo due la tti che non com-
}/' paiono nelle dichiarazioni prece

so rvo lan o Fitnierica


Uentemeijte rife rite : l'oggetto era
assai lento {m entre altrove è ap ­
parso e scomparso fulmìneamen­
te». e si è sm em brato. Bisogna
però considerare l'eccitazione che
aveva preso l ’o -^ rv ato re, e quin­
nbra rw t x d ì i a r s ! d i u n a c o m e t a t i r e c c e ? . ì o n a l e b r i l l a r . l a z z a e s p l o s a a d i s i n l e - di la < disintegrazione > df cui egli
parla potrebbe essere stata uu
k j ; » s ì n o i c i c l o d e l l a C a l i f o r n i a - ì i i o n o m a n o - è g i s i u o s s e r v a t o i n d i v e r s i a l t r i S i a t i ; improvviso svanir»? per un au~
[m ento subitaneo di velocità In*
jjU a ttt altri hanno parlalo di im
»—r itto pwt'.eQÌAr*. t . Q . ec.T P -«km* QiC^ rt. ,T B a v ;P rovv^Ea scomparsa all'orizzonte,
A 4 8 0 0 km . o ra ri se u tecnico della torre <4 di « una luce pilrnziopa Bvamta
s i » K ranefeco. 2 r.jjtt-s.t.0 ....... —1....... ■',■■» trotio. dep'aeropojto internalo- Poco
Vjn n degli oggertf. quello e t * snau? dì S. r . a n c o r e : 4 1». «lobo
in un batter d’occhJO *. ecc.
dopo le 21. 30. ora di iSani
j
•• Mi t i voìant? n u s ie jìO
...ii n.. s o ì ' . ' O i ' i ì ù >?n s e r a
ha atiira*o %xì di f i In marftUjw _-.ra brillan te ed aveva dietro dì Francisco, una d oriin a o più d lj
•' .ItiK 'AX<* Vi'CAb ìt'nÌP atten d on e. e sta to avviatalo aulj ! -m lungo stras,cicc verste, di persone hanno telefonato alla re-.:
la baift dì 5 Frftnvitt» ah? Sl.lO j ;*na «.ararla Il fe*y ------ dazione della ------ T ribu n e di Salt
.*; ’*M il: ì.nn st4- Ere. Ptr-and^centc e verdastro ; jvaraeuo e d u r a to c ^ u e secati •> /Lake City. n e lltU a h , informando
■I <. ‘ ■; J : ;* '■ , > v : k rc.nr .
secondo >« o**rrva*i©ni di j-jan-c» ' ri. I! ÌK>Ud*.- o' cì rapidissim o e a l- cronisti di aver visto vari og-1
. <j1 < tv w < a :t sugb scfter-
ch i.; verste. Cintine num<(! tSop* I H » perduto d- viAta. (getti vr-rdi « azrurn. che corri-».
. - i . i r r > •izrcbb'- u n t a c i di :t identiche è
Inn of'gciio delie car»itt*-n> t?r;»; ...... — si .liltiiium ava al nord! Ascondevano alle «olite descrizioni
s;.s:to n s to nel rfeli :ri t^n- tn che qualche fte ^ o fd e t dischi volanti, a i quali ormat
•n- c h e x c v .’k la s t o r t a è u n » ...
m o n i s t a a f * « a posi.» p er, .*?
^uwka D ato che eo a tui»? fttf&r* i« d>^leo!rà in .duella sona ’... * ‘ an n ‘i si “
v u - s a i m n e ; 'a r.ru v *?'»?/,-< ™ **
. -----
tra tta v a - ............
del!/ we..i Odi
-i veict. N'ifl è n o iit ia ù l Ifcronaca. Talu ni però erano con
li or.s«;Jva i . o rc.it rolattw, la ria..: lap.».j«ccH» inceitdiaii in ar'.*. ‘vinti ette ai. trattav a di apparec-;
>. r:.> dAjnsQw.^fo t * non fo* .! in f anime o
no per precipitare.
precìj X m iste-f
o s p i t i '"ts> io visibili ad |
dalla eittA. S 5n
i una vasta ?.o
d i-iarci-m . n „ ...r, T ^ «.«• - r ----- . ,..i ... sovrastante l’àeropor
r o n it^ s a fn \«r n - W 'o S o ^ 1 ^ *"‘i » M i-*h% «Sfti’l - » « .ta n ta ch ilo- .\fa dalla torre rtl controllo <ÌV
Vt*rtsn a r.OV r.^U:\Cr%v^l<rv> - €4U?*.. , *« ‘u. ‘ w fjy.-sU» aeroporto non è stato se-
ni-■: 'O w , *Uh 4 'Ì r a is » p;-' pm sa^K M » ( %xy.<\»*o aìcur. aerro in di£flcolta.
l u u c::(v r * "<':zh »d?t doj.'p o <ù que'.V i'. r ;.i \:nsr\ •■* e*»sa^Hon a. * r a fta d u o -1 ^ dissipare ogn* dubbio circa;
i le tjririxO ti io » /U. s»ìJxiateUP^mei( ‘ lere tm
( *x v,*) in»dem o si ' • * : . anft ^■•w r.:y^;ìe perso» ; Auvicina?ioni suggestioni colletti-
t u t m htoraneA o t«^ en ta-| . tr a tti Iw iijh in a lc O'ia^h.e p&lcOp^?’* , Da ^ airn fenom eni fwicopatltì;)
>•U •*i t Unlt»
• nt -aI'- i cvrrotit^
v v - ■v ip ; .ku iti S v ia
* « a E a re u-7i /.«<- a S r.-ra ^ *ix Ar.geiefc. i?n d «;.•«•*j K-mo Tenute k c o n i a r n e degU ad-;
M-a-i:}• •••.? di a/-:rcHu-«s;ia l*a d fch ia-' detti egli
;;sa*»tr-» di •<»> A»ce-nto ov*e; h vis:\'i m ,
:Ì1 r^.v, t.vrr avtv;.taw aio:- j radar dell’ae-
Ute *tty Vi sOìjo u: ^ — •.v>...— Hara^........
iof»:e e "in*y-crs-c. a *:iUV ji‘-'•<‘lrv< « tra :.«?i cìvVa « K spiando ; rnporto di Sari i^ar.c .^co. Su v.ali,
i;cm iL e*3 anc.be> a quanto aem~
«j’-u..* 85»« ùhi’fO.r.-ttt, e u n *.]m t*fj %*in lìir /itA ; zi-itic rSi* ■ u tiiv v 'a -U
aio d' chilom et<t »ej«ttsfc sj?i©** ?v» .4 d?iv#rsv« ve*>o :> i. *• -, ■Lra. 1» altri im piantì di siazioni
una 'ocaillA da P o ittc à ^ .tia u a iutninositA ,y>» e ::* c.: * h «i-el'aa c i « " i s e feno d'osservazione bsngo -a fascia co ­
io c‘>'r.? {,*er foi<‘i r 6 i |p? 't;e le i:Vico*, r.onn
k '*a aorpo^à. non vr*rdl stiera del Pacifico, il fenomeno
i<t'*a della ?aa*jt;i d«nr?.r<*a|(>;ruttare *i«o M e n r.-'-? di m ;. . i : Vi » '« « » • / ha A sciato tra ccia : cw che è m
ii fono ev.^r.-jri «ij. av*.n;jta*| < » 1 V Hfc bita ^ itf -ì Saeraaw nto nhd» .W o p aa-d en aL . y>a realtà
’■ovt’ivatoii •; i * » * m
pariate I\ »* rii htfwv'stà. riti.e ùùa :iaì.o *4
C^iDtin a<^/T1aV^ìtC V<»T1S/i» ^ . tisiìt
V?.;: rwt.i t»■?■<> ir indica».
»rj'; f e tondi d j colore fciua-ìy i;,a. Ji cck-re eciii^./a d atr^ z ^ .» ;'-., ____ \?«! p*s? taluni, era C o n b eta c h e e s p lo d e ?
o ».Tj(>?;an:e nel rr> al rorm . u"/,r‘- 1 ''' . •- * •.
. „,nKi,. « * ; J h s m f l V 2 2 h £ 15, \ó Come se non bastasse, migliala
persone di pori la ro , nrirO re*
rh c M aco.vaua ew l cpn)?>3t'^a.it?nw r c « d m&z&or p^rt.^ di ararlo laon. hanno avv;*u<o Riobi luml-
rii KudSo uMii/nev«aouepodo tate Jam^ <UE«v ^ v. ^ ^ ^ n ^ rV i^ n \nohe la polirla
„ n r . ro.«a Mo», l l U M
►di ove» visto tn>o di que- t ; »•v ' ; >.....
r pe:a&n.\ ma?ran iInb vd;ilfe
u c --. 5«
injidi fesutto da un lun^o servan on e di quindici gradi, e rcnti
m 2 tentrwmale d eh a C ahiorm ». »
Ciro di vej’de. fcsforescente. « stcì:'r.rnerile viaggiava ». una m?*inehf5» oppùt.? delio ste s *\riferl!4> ch r un oggetto misterio-
'i-vtr.i w>nn .stati avvistati, veìcit«'su ’>ersoniea ». « A erte cosa so cg^el to eh.*, appariva e scom -U
i v &y ha sorvwta?# il confine « n
i li.- nelle ..-.i a?e località, a poteva som igliare? *,11 è stato di colore in t*-.3 ìmo'.o starebbero; l' urf<t0 £»■« cou' .nue variazioni • j 0 s ta to dcirore.&on ed è sera-
disintegrarsi con una fo n
t'Yanr-seo e ne Ha baia ari- chiesto * Non iio m ai vìstv? uujla
•!«•, a S :v !a ;n eJU 0, 130 chi- da stituJc » h a risposto Weeks. lore os-M-r-ij altrove. E si rico r­ confenaftte > <: vn/iaaioni di ci>-?|fi^ m a ...^nltiaionf. In questo ca-
ri a nord est dt S . F'ran- « I m co?a più sorp-rpiìdentfe erano di che tali mntamen ti sono una j 50 è natura.!* cne una disiate-
•*-l u Vreka ,pr**.<c!> il con*! appendici filam entose cha l o ? - igrazlonc o qu».'cosa di
ir:4 in ( ah fo m ia e 3'OregonJ gelso si : Sigiava dietro s fr c c c ia n -„ dellw carat-frrjstìcin» pii* frequen­ tv'essere1, sta ta . aU rìm euu non si
ti di flttfi corpi tr .^ 0 S i ^ ^ «-.spiegherebbe 11 for fortissim o scop*
fi i ju ttico lar* del fenome-' do a quella tm ^ fò ila velocità. S i-’ hanno
ijijim prn.’utje con o^nl evi*. separavano dal corj>o del bolide*' o ^ M r r : - -^ ì t ì r r r —
p r- :
• p V nv-i » ...... . rfi polizia del
— |» p 10-. .
r.n h anno ricevuto informa-
• »i un ennesim e avvista* e ondavano Jentw nente ai suolo.] TPSJ^TiTTlTrnit le impressionij 1P& di avvistam enti d: sfere
<> «i**i lauro controversi diventando iossì n ella discesa.j jdl tipo de^li <ijiw»rvHtori, il r h i-j| * xnv
;ylim> I ». uv^.r /.ione .tr^reTa Cosa stano sia te quelle lunghe] intìen Ri>iU Ot>: < E ’ staio ■infuocate nei cielo, da ogni lo­
!
ne r ri7 1ni»e ’W r a . Se-; cono non n» ' to domando nep­ (spettacolo ehe mi ha veram entej i, cm‘. v a di-ila contea
T~rrrr*r ’S’^ i f m r . - in-; pure s e alir» non ateesero Visto scorso l/i "«'osa" via'vrjava a ve i
tazioni, astronavi rxfrater* insieme a nie, crederei <ii a*?r j |pM-ua lm.S'iv:ni>.i Mi Jvoviivo iti-!
•t JP Ori r“
IIlip Il! vj,:(i«tn », , i Jor» den»io r»:.-i t ’o in r vld> l|il
• *ì •■*»*.• •' ' i1
II. >1» s s Vt.l.HU» _ Murigli 2 0 Agoni» 1937
n 18l i f i r /
mìo J 9 o 7 ------------ ----- —.......... ..... -.......—---- ----- -- » ■ - ""*1 11,1" " "' 1 ,l* i
U N F t M O M E IN 0 C U H T O R N A ) » I M O D A f ^

I “dischi volanti,, riprendono


a solcare il cielo deir Italia
Un c o r p o l u m i n o s o è s t a lo a v v i s ta to l a s c o r s a n o t t e v e r s o l ’u n a c o n t e m p o r a n e a m e n t e nel M ila n e s e ,
in T o s c a n a , a F o g g ia e S i r a c n s a - D i s c o r d i p e r ò l e t e s t i m o n i a n z e s u l l a « fi s i o n o m ia » ilei T o r e l l i »

Da n u m e ro » località Ita lia n e , parsa dietro la cerchia ap p an n i-? Avvistam enti analoghi sono! la quale al contrai io di inn
r>no r ic o m in c ia i a s e r v a i » se­ nica. Al fenom eno hanno assisti-H avvenuti a Modena e a F erra ra f della cometa di Hallr.v. iv o .
dazioni di «d isch i v olan ti*, to num erosi automobilisti che c In Abruzzo l'oggetto luminoso h a ; ad arco, ma rettilinei* «• jmiin
no di questi oggetti luminosi 4»* rientravano dalle scampagnata di a ttra v ersa to l i ciclo della vaile-..1 m a. L * « testa * e r* di un eoli
<obe sta to avvistato Sa scorsa Ferragosto e che hanno recato la*i Pelipna sempre «ll'u n a e a ve - 1 verde smeraldo circondati* d»
mtr.e verso 3a u na, nel eielo di n o t i l a l a c ittà Anche., alcuiu* iocità vertlgtnoea in direzione ‘ alone biancastro assai un in ^
Sm ag lia Lodigiana. Diversi al>i- villeggianti di M arina di P ietra -ni sud-ovest - uord-est,' all’altezza condo lui ai trattav ...................
a di un di»
•nti de! paese, tra cui il sinda- salita h an n o avvistato il corpo r.1? L Ct e * 2 2 J * 1 C ht * «ho h * «tlrav oriu bi il r\
o. U ngi G a ro n :, ed il segreta- luminoso féssi hanno dichiarato^
com unale. « « te n g o n o di «ver che si trattav a di un « t*g e tt< » ' che 11 minimo rumore m *j.
ro n o d istin tam en te un ♦ disco che viaggiava a fo rtissim i velo- estern am en te colorata di rosso. stonasse da esso. n « d is c o *. ».
ifuocato » del diam etro apparen- r ita proveniente da ■sud - ovest d**l diam etro approssimativo di la stessa ora di Slp onto rw eti
d: circa venti centim etri. vo-> In direzione nord-est. avera un tre m a centim etri, lasciava dietro stato avvistato anche s Forni w
n e »opra le loro teste, dirigen-i colore roasiiMrr' e lanciava una di sé una lunga scia luminosa Anche a S tra d i va si parli»
os; poi in direzione di P la c c a - 5scia bian ca luminosissima. I ,'oa con tu tti l colori dell iride. Ha « uno strano oggetto In can d iw n
a . Lo .strano ordigno volante, do- getro e sta to MMfrati» p *r alcu ­ solcato l'o rin a n te in linea leg- t e * che avrebbe atirnvnr.'-nto
alo secondo le tcstim on au ze di! ni secondi » Analoga segnala­ germ ente orizzontale, apparendo scorsa nofte li nel.» delia r;n
na ceda lum inosa lunga circa) t o n e * gruma anche dalla loca­ d al m onti ^ «comparendo da ~i precisa in prop« din che w:
n m etro, avrebbe perfino abba-i nti! c P o cette a. quelli opporti in circa d ieci se­ 0,66 ii ras. Armando Fumili
liato alcu n i a u to m o b ili^ c o ­ Anche nei cielo di B ad ia T e condi. s i calcola ch e viaggiasse funzionario deU'iifflrio del f i n i
rretti dalla sua luce intensa ai balda questa n otte e stato vislo a lla velocità di 20*40 n u la ch ilo ­ civile, mentre si hvviivu ani ri*
brinarsi lungo la strada. Il « d i-! un di«x> volante. Sono sta ti te­ m etri o ra ri» Anche cen tin aia razzo della propria ab itar olir
c o * avrebbe navigato ad unai stim oni l'im piegato Cesare Ughi, di pescaresi, in varie rone. della via Riviera Dionisio il <Ji.md
nota stim a ta su ; diecim ila me-- d: 28 anni, da Firenze, a ttu a l­ c ittà h an n o osservato incuriosi­ ha visto spuntare in cielo a ha'
i e ’.a visione sarebbe du rala! m ente in vacanza don Luigi B o ­ ti e im pauri ti la « itom h m eteo ­ sa quota 11 disco luminoso eh
Icuni m inuti durante i quali lo g *] scherini, di 27 anni, parrooo del­ r a che proveniva a velocità a l­ roteando verticalm ente laschi*
etto. dopo aver percorro un lu n -j la frazione di S u o vola, e Pavfe-*. tissim a dai retro terra d iretta ur. alone fosforescente dt coloi
verso il m ure»
o arco d: cielo volando orizzon-l re M arin o M arini. azzurro-arancione, una speclr .
ilm ente. avrebbe compiuto per*l Poco pxima deli'una l tre r i­ P u re a S:pont,o. località m arina , ruota fluorescente di uria eli
ino delle evoluzioni su se stesso,, a m a v a n o a Ponte Presale, pro­ a [x x a distanza da Foggia, molti q u in tin a di metri di diametri
•omparendo infine a!l*improv- venienti da B ad ia Tebalda. quan­ assicurano di aver visto — sem ­ L ’oggetto luminoso proveniva -In
iso. j do don Luigi invitava i com pa­ pre a lia stesa* o ra —- ■pro­ .la zona di FJorldla e si dirigeva
veniente dal------------
sud un------4 corpo lum i- !^ -quota f M v » « a relativam
i ^ i n u F O i i i ente
f i i v r bassa
V I I M R re *
A vi
Lo stesso corpo luminoso, gran-» gni a guardare un oggetto lum i­ «oso che- a-------grande altezza ha aoi*j w eità lim itata in direzione di A
VI
h
e due volte la lu na piena, sa- j noso ch e a grande velocita, bas­ calo c»>:i impress.onanur velocità gusta. Dopo una ventina ili mi
*bbe sta to osservato la acorsa : sissimo fra i m onti, si diligeva da l'arco del cielo, dirigendosi verso
otte verno la una anche d a lla 1sud a nord. I due giovani, dap-r il promontorio cardanico, a sin i­ jnuti dal pasi atrg!o del disco
icalità « Cinque strad e p , sui col- j prim a increduli, h anno visto a j stra di Monte Sant'A ngelo per apparsa in cielo, seguendo II j ..-i
fiorentini, m en tre attraversava j un tra tto virare veiooemcnre: scom parire subito dopo. F r a co- corso una
effettuato rial disco
fascia retiungolare di iwi
vvolta ste lla ta in direzione ovest-1 verso ear lo strutto oggetto, ch e; loro ch e hanno assistito al le
id est. I » stra n a apparizione che ! è scom parso al di aopra dei ; nom eno vi erano *,i consigliere da emano/.ioni gasotccne bia. provocata presumlbiluiriw
r imet
'a a vividi colori, h a descritto! m onti. di P refettu ra dott Massa, il geo­ 'circa 400 m**in. l/m>pi«vui.i],
n ampio a rco ed è quindi «com ■s I tr e h an n o esclu so trattarsi m etra O scar T aronn a. ring. Va-
di un m eteorite. E ra. D i c o n o , un ìerio Valierl. c altre persone qua- {«oggetto» e .Nlato en erv ili
oggetto m etallico di rilevanti di­ lifìcaW e di nota serietà. Il geo­ jpure con minori p aiilru lm :
m ensioni. em an ante una luce m etra Taron n a ha afferm alo che moire altre personi' elio 11 .<
bianca e vivissim a e ch e lascia­ il corpo luminoso aveva una spe­ varano in strada a pren m ii
va d ietro di sé una lunga scia cie di testa seguila da una coda della fresco e appariva « più rruiun
luna».
rassasira * r «• * V * '* “ ..............

Tutta l a stampa italiana riportò questa eccezionale manifestazione avvenuta nel periodo di
tensione g rav e in Giordania e nello Jem en.
Il » III li» •«./.• IV
rmivA di un disco volanti:? j , |a. I H .I
• ■« »’*. itii i *J* * ••eli. »l «| Mi
I • Mi «|»'*1I1

•«•*• i li. «itili" ii piivili?Imi


•ii l<1M h •i. VUln I •'lini I »MA *1

L 9 B 0 LUMINOSO • | U l' l|
( |i«*i‘J* klil i'I'V.* I U l V»llli-
luHi. «i*i n11.w «iiMiiu >*i'i
iin h iiii i' mi w in mic» i:hv. im
iv iiiv n n « .iiu i xiii n Ui
<1•
v.
.Illuda 4IJ.«« llll llHHUo r UH/
raversa il cielo •ì i . r p ^ u > U ( ì ì Uk i 'ì * c
vu a* v j^ io

•••
vc/ ia ) i) o r < i
19 Agosto 1958
PUGLIA ALL’ABRUZZO t
M IL.V K >. 1 J . f «.#!.>. — Oo/»
* 0i n o i io v iu m ' l«» éh o u n a ji
M# 4 SimiicimIIu IsMvIiflfiiiwi 'ira i a«H‘
N f t l ! O » 0 M 0 t N t k ..
ru\ -li iwr.Hi*nt*. f r « c u i U
IM .bC A ltA 1*.
iu . M . w ->* .WiOO o I] -Vt-K'^UirVo acuiiuu:i
/./. Ouwwi l „ u-iK>iif'iM. »W niuv»nu» ta- io im tn tr o n t^ v an o c ^ n v c r w u
ut <• %?ul»> *vv| i. u .-u .j » c # io n l *»u- Uo n u lla pUx/A »l«l pooM
«*i lim i un oor M u UA IKJlU- *»:o « e v jn o n e l rii»lo u n d ia ro in
im m no*o. con 4i« i» I.MI k un r,<vti c<^ia tn
v«-*i nord-**t. Un «r<vi*> c/.rjKi lumi!*)*) * o li < lw o al xri»K>V€V;i
i p u r* In- 6 v u i o «.k't.ftiK» d * « » Vtr m p ld iM ln ìo in dlrojfkw io d i
<1 4i«l0< Nmiu uiulw li-* ia u a V e r* a u > U CH>» P* P ia c e n z a , li hn h iìm
oi*+i moo luoI* S3u ^ moUU,„! * to v jv a P o p ò c lr c *
> ili c o r n a ta , d* t-1 V s u iio o ^ r v a w d a t u n in t a n t o Lèi utr.'inji a;»p«n/H>
« ili m lu m 5 n o «jtA rlv n % F r a i p ro v en ti
, v u rl p u n ii. *VH!vJe
p r r ^ v a a o u l* » * »
v c h i afl.-itlcikTflL e lio U d taco ba
K n v
1* ro m (iiu co d oJie «v olu *u > ai. I
fs i. — s u . ;v,i u Ut Hit r<. v*»r*r*M> d e 4 a ni fr.flltm onl r&ROIU«no <yrju-
••••• il?ul Uri rii j „ „ „ U i><m-à»a »*orw ^ <À d o u o n h o s i rr a t u di oiu» t o m e
. .•..•••! »,u \ ) ì U* » k-A«i uni* hi' ju » f<rlU» w g o d e v a i M- i a p rp ciM n iS o c h e d«?i
«M CllJI S i i. toUfUtV U*dU d ei ^ d lx co n o n * r u « u p w io r® «1
/*« »H‘jvion*i<> ut ;; c o r p o s p r t * « * n v * u;u* « J f * * tì- ilk'i.iD xlU m c t r t
al
: IO' *1 t«*c. l’r o iuttinoeUlc uuiOire lai eterna apparirtene er>
Sii
«.( u %o|f-cliù *d
w *
..io* »** 'li P* 1aUU0, r*. uiatft n o ta ti poco p rim a n«;
*# * « nV>A> d i H ì c c i r t ì i f . P i * ì' J H f O
%••••«"• •«'li «• J i ’.Ui
i I !» I V*»!* ila SPOt-ETO. Ili. f A X ' \ - - ° * * 80 ;x>rt.o di Hhiiinj int<?rpelUtf
aiAtticva si dlctiUi’4
» .iiu o * OOU ,=•«, raauvoa allo o r * * ^ ol'®
,-or«o»«. m en tre uscivano d * •* to 4plMMLf4» di nòti poter f<>T
• m v r » « o » U X « e H lo fU u iw in tB a l i a S i
i niro ila h noJi ruxitionando i ;
irli . t o iu o n . rad^r d oran te or^ noctur-
k i .i l . U f * g i u d i - « c i ; r « , U rti-to p o ***» *» . •» « » f -
ta
c no. Ha l fipo®C«l c lic .«»
.
• . fri. *4Cm |
l i •l >♦ /!•** (1 .‘■co v o la n t e d i oo»or r o » o to txatuv^ae d i c n a p p a r ^ e h v o « Vi furoco avvistamenti anche
^ i. rtf&tion# In vote notturno.
« II.» • « • *• Vii 1 ■ lu n co . p r e c e d u t o e V
. I •• i :• i. Itn ® u n , . *< ie tu iu ln o « « . a t u a v e r - cU
f o r l w o n t a p r o v e n ie n te tM
in Toscana, Umbria, Veneto,
o A n i., iiiijio r
• .I . I . S r . u V » 9 « u d -e s t. U d U ^o vo- Lombardia e Liguria. Si trattò
i i v im *,n hì in ir .r 4- &pariu> d o p o « le u n i ^
c o n d ì In d i r o t t o l o n o rd u st. u- 1$ A y o)!-*
{• .
ti *.i
I .M*l 11*»
tm nin«odo 11 ciolo con una iu- di diversi disebi di eccezionale
f u lg e n te d» c o lo r r c * * o v iv o.
Si trin a v a di uri globo lumino­ grandezza
\ |«\ //• A ; — ! s o ri» e vtoi& ’-ava. :U di « o p ra
!/•(••% *'-no «mui nnbi d e » # e r a a d w a a «
i*. v-*i:i <iur'5in/J a r o 6oe*‘-Sa ck« ktf'CO-
•*i *111.1 •••
-i i >;<• u*n <We * FtRKNZK li» — Stanòtte a
!!»•••► circhi! U ^ i r a a «H P»u « « « » J f * g 5 u
I l *«• iM Ip ro W Ì-
vicj^a a IMreoiee. alle 0.55 «sat-
t*4 alctUK- p e r o n e c b * tostava-
• I II • . •'« ! i«* $U d-
,no dlnac'/i a;i un Dar sulia ata-
^ .... l,r< 'ta'.p livornese, lumno scorto at-
. iflii ;t vclnct- Btlnttìmente una specie di ni©*
J;.s. suido <lid* i«»rn «oleate li c-.eio lasciando
* w«i -U-
M‘lA ili dietro di se tuut tfrofca soia lu-
I t IttUMML Q U « t»
. . « i o iii«>iiientoP aruppo concordcroente h * tiexi-
^ 1o
,1^. 13la jkvt ^ jiiio un dis^o volante, procede-
i i : 11‘•11 o rjw m * v» nei ci»:o dey;rlvendo una
*>• t i»i .^ro/u>ne (lerfctta sraiéttoria onzzoniaie di'
»M | JM.4»Ulj lio* 1» « d is c o * c rim asto pc.
.1 {• ut.;•#>«! chv Ò e '.a por q u a la r
^v.\l i.iUK MolUJ 'O tetr.iio p«ro necew arlo pcrcTit
tu tù jwM5wéfo,scorgerio.
.. .*UiK« nu^va-
J i «iji u n a ^Ck*4
Ih %#• *r »T. •» \*
%» "m m. m fi 4

i •• |.-i tuui pui 0/JXM J3 6 * y * ^ S I


!. I inoli».
•• .3 glC uw dw . I O v
I «illi a «rimili A #fiaja) lei filili A Vl/lfilna nriii*iiilAift!i«
t «

Da ué'asùmmwe atterrata nel Texas


è scesa 4m mostruoso uomo spaziale
iiau ■ -»yicsiyr-r-«*tyijmujumuinlujh pi.1 mt i i m ni■miir—niTn1 1 1 i ^ m ,|,,, np^mum n—*u—tmmmttmmmmm»i— i—w nii —mhw—w—f m «hmmhimhmmim
// #
Era una formazione di tre « cose K due delle quali sono rimaste in cielo
Testimoni oculari: un fall ore. alcuni mandriani e il vice-sceriffo di Jellow Falls
C- OSTRO SE R V IZ IO ) 0 'accia 16 d e l 1 pózzo. poi c r:- c o lto g u a lc h e c o s a v ic in o a l­ d u e f f t i J à y ^ t r i d 'a lte z z a , a o -
J E L L O W F A L L S . 27. salito sullgf' « cosa » Hi e è la b a r a c c a e d è s c o m p a r s o strini, Aveva una ser.r
1957

po a v e r .s o r v o la to a b a s s a
rientrati* in formazione ed è n e l I r _ n a v e s p a z ia le >. G ià , q u o ta la z o n a , sin o a q u a n ­
cerchi dipinti sopra il e-
I trecento abitanti'di Jel- s'comparsa velocemente ver» p o r c h e n o n ^ s i p a r la d j di­ grigio phiaro (i cerchi lì ..
! ? i\'.? hanno concorde- do a n c h e 3a t e r z a n on e r i­
so ovest,' sco . v o la n te , tn a a d d ir ittu r a sa lila .:' P o i so n o s p a r ite in notati« V solo
a ---- IV
Gardner. tri: «
■- :v. 2 orma t a Ie ri sera R o b e rt S . v-Murphy^ fattore . «li oave-X^-^p^paiè a J e U o ^ r
enormi navi spa- uri la m p o *, : t r i 4 f l n ne. parlano) e quh* •
di un'«azienda agricola che* . *&!»>>
: - : h'-. .ino sorvolato per abbraccia una vasta. zona di i'sntaseicnsta , Manno diffon­ A lc u n i a b it a n t i h a n n o im - f do 5-'è mossa verso l ’aìte.. r.
Settembre

:: un'ora 1enorme distesa territorio ari ovest delKabi- dendosi rapidamente anche m e d ia ta m e n te d opo l'rfvvi- vislo del fumo color r^*.;
petroliferi che .si tato, ha /dichii-rato di aver, str,m e n to , t e le f o n a t o a D a l­ uscire dal retreu eomc ur>
*% »* .
a: margini deira hi tu- potuto osservare il « marzia­ L a z o n a a t t o r n o a J e llo w la? ed a S a n i'A n t o n io , dove nuvoletta. T raaand osi -3:
alia statale n. 18 eh* no > sceso a t e r r a con un ca» F a l l s è p ie n a di p ozzi pe­ h a n n o se'.U\ i m a g g io r i a e ­ uomini penso potesse
•1 Dallas, nocchi a’e, dalla sua fattori» tr o life r i, la m a g g io r p a r te ro p o r ti m i l i t a r i ' d e l.- T e x a s , nerne almeno cinque.cr.:t
delle tre a e r o n a v i si distante dal pozzo petrolifero d ei q u a li g i à e s t in t i. S o s te n - p a l l a h;-^o di S . A n to n io il da quantt> era grossi- ...
■'.■‘ ■i 'inindi nei pressi di poco più dì due miglia. p e n o n u m e r o s i a b it a n t i d e l­ q u a r t i e r e g e n e r a le d e lle f o r ­ A Jello'v F alls .<: è
/zzo di p etro so ormai • E r a un essere mostruoso la c it t a d in a c h e l e t r e « n a- ze a e r e e h a fa llo p a r t ir e mente sicuri di questo fatte
•r. 1-r.r.to e ne « sceso un - ha detta. Mtirphy — aito v- ' d e l c i c l o , h a n n o so rv q - u n a s q u a d r ig li» di r e a t t o r i i che sono stati addirulura in­
dosali spazi il quale forse un m etro <che sì muo­ Ì t ì lo 3 b s ts s » -q u o ta la z o n a , sq u a li so n o r ie n t r a t i a m a n i sturati dei turni di guord:a
■v;c:nato alle baracche veva eoo strani balzi verso fu r is i s ù p e r o o s s e r v a n d o a t- v u ò te , d'«pò o lt r e d u e o re di dj gente armata df macchi­
c ir r o s e dal tempo. è la h o . S a r a rim asto per diè­ t e n t r im e r ìe dì c h e c o s a si. p à itR ^ lia m ^ n io n e lla z o n a : ne fotografiche e òa ripresa
■ qualche minuto ;n ci m inuti ad osservare il t.f{d u i^ *s. U n o d e i m a n d r ia - non a v e v a n o a v v is ta to n u lla .
;r.£ verso i tralicci pozzo di petrolio, pò; ha 1 ac- n :. di M u m h y . p u r n o n a v e n ­ Come de) r e s to e r a s t a to se- per documentale l’arrivo del­
do a i m is te r io s i «ai- . drisrH scherm i radar le " n a v i spaziali» appena ri*
ti dt1* ■; m a r i t a n o » a tto r n o dell* tmsi prima dell'avvi<t8» to rn eran n o . S i. v ' T'-- *-:rrh-?
**1 p o z z o ., h a c o n fo r m a to c h e m e n to da p a r te d e g h abitMr;- > :m ri che r ito jn e r a r .n :-- tr
R o b e rt M u n -h y ha •

*3*7
u n a d e ìle t r e n a v i sp a z ia li ti di J e llo w F a lls . L e a u to ­
è f i l m a t a n e i M elo e q u in ­ r i t à m ilit a r i h ^ M ìo a c c o lto to al riguardo che *'• k g :* :'
di. se n z a a lc u n r u m o r e ,'e c a ­ co n .s c e ttic :*m o n o tiz ia e c h e q u e ll , di le r : : è c-
la i a a t e r r a R im a n e n d o v i ;w r si so n o r i f i n ì a l e J n c o m m e n ­ t;< s o l o r " . ‘l ‘r ' * !■ p f " - V .'C T-
c i r c a u n q u a r t a d 'o r a , t a r la u.fhr'kilm cr'^r. 'nr^i di-r-e c «Ni '-v-
L a -più p a r tic o ìa iQ g ^ a ta rcn o• 5:- p* v
« E ra „} g ra m lfT * i3® Te
f r a le d e s c riz io n i d e lle ns* l-^iw^-:'erò . r. •* *-*

to r p e d in iè r # *— ifta
v i » è q u e lla fo r n ita v ice
<■/*•.•••«€ m a n d r ia -'
s c e r iffo u t'ìrr.h M aro S .im n r-'
r -, ìyi gviffiub rxuidner. Vi a\'ir> hw òctto- A.B
"• ~l <nì ' ' I • Noie.' oh? sl;rv al
Ottobre 1957 - Epoca lancio Sputnik 1 (4-10-57)

UL PO L ! Ci o isfQ p\ c A ?t C A -VA \T£ « - A L j 0

UN I M P R O V "V ISO C LA M O ROSO R IT O R N O

Misteriosi oggetti volan


su un centro sperim entale 0.S.1
Un p i l o t a a m e r i c a n o c h e a s s o l u t a m e n t e n o n c r e d e v a *
"U.F.O. „ n a r r a il s u o s b a l o r d i t i v o i n c o n t r o c o n un udis<
< >ijm* t ax»iiv* r4 l e ru/:e ammirare pasca*V io o v<*- U n a di que&t* p et*on e e ra l.a rivista / n r i m •

.« I
..tr e lié-i iiiOZiilO M. ttrruSÙi*
rad issim a ro t i e il
fare rte: ti] levi.
M a :k/n < >*ato d a i» tro p p a
■;ù n * Libino d elta s t r a d a v;- ar. p o r t a n e a quella
• in co ra s o tto l'im pressio- iro ffp i*
n otizia
forse aj*-
uri fu n zion ario «iella ra d io lo­
f f ie . ù quale J»a d e tto ch e ,
pii. essendo egli <o*nplPtame?n-
W m oieduìo « sicu ra m e n te l’og-
I Qator. oru.m o di mi ‘
Che si OfCUt);» ii« Ii'«l
questi iVricriuMu ari»-'
blicato u.'ia rrJa/io iw «I*
.?.*! .satellite a rtific ia le . ì c h e p erch é co io io c h e aw>r:< « e tto e ra tale d a p o te r e&sere tan o W . .) Muli drU'av
•:v vaiami » quasi invidio- van o di a v e r visto le tre a ' U o c h ia m a to un disco v o la n te », civile, il quale d a ln .ir.
iK>pt»iarilà d e lla « lu n a n avi e ra n o m in ato ri o ex m i­ il tunzn»najrio. Al L éo n ard , vere in co n tra to , il H
i •> a c c e n n a n o ad un cia- n a to ri : Quali p otevan o essere h a .espresso rav v iso ch e l’oc- tere lSif>*5. i n m j^I **r mi -<►
riccijio e u n po' do; sospirati come appassionati inetto si trov asse a ll'a lte z z a di to volanti* p »i*>n Mobu-
t :• a e vivi- se g n a i a i a la letto ri a ì fa n ta & a e sz a . c irca m illecin q uecen to m etri, b an iai. m e n tre v*<*:;lv.4 .
•r;*ion e n on più in ap erte Oifói iu. alt«<i n otizia eie! t e ­ ed h a aifeìunto ch e cam b iò di­ tre m ili m etri
•i mi: ji»* d eve l'avvistaeriglito nere p rovien e da fo n te a irrita­ rezione alm en o dv.e volte, e Alle ^ .1 0 Mi 0'»*1 V
•\ « t-s'-fr in ta so ni dubbio n o i 1 1«ospet tubile. F unzio: «ari ch e ap p arve tra 1* 2 2 e ie 22.15. d ich iara il ca p ita n .- »
1.4 p r .- u n t a semplicità de- d eli'aviazioni; m ilitare, in ta tti, V'pi xeni- s**irso, d 'a ltr a p ar- eeh i*d il secon do pii» i
« w is ta ro n , m a >u luoghi h a n n o d ic h ia ra to ch e sm .«tan­ t*» la .‘.fazione radio ìc-e-aìe ave- ro q u a lcn st; * he ?•1
Altari m a g a r i, specifi- no ta ce n d o a c c e rta m e n ti e n e a va ricev u to ce n tin a ia di telefo­ {* una b rillatile ... ............
ktr- a ttre z z a ti per l ’osser* rip etu te n otizie re la tiv e >id n a te da persone le q u ali dù La «? cosa » flbei mli-v.
U"i fen o m en i c e l a t i . un o g g e tto volan te non id en ti­ chiaravaijt> di avere v isto un dainente- m a. invi-fi1 di
i di jt ri a n o tiz ia secon d o ficato. c h e ,mit^bbe s ta to av v i­ m is te r ì<v..i o g g etto volan te - diursi co»n«* unsi m etm
•i '.j . i U* tie a s tro n a v i « eran - s ta to p resso il C e n tr o ' speri­ sim ile a Quello d p sc^ tto dai i.ro'i'vi*am ento si lenny
•onie to rp e d in ie re » <la te- m e n ta le por m issili di Cape testim o n i di ieri — t r a le 22 tam ep le « d in a n z i iilli
• <»nuiuza e r a di u n ex m a- C a n a v e ra l. e le 0.20. Esso p roced eva a m o­ «Que^lr- c o s i se» tv*
i m * si fe rm a ro n o n el Te- I /c g g e tto . di form a ovale, m en ti len tam en te e<* a uì( k era cii una inteiia» In*
• : un f i l t r o mi rie ra n o ed sp rig io n a n te una lu ce b ia n ca , m en ti m olto velocem ente. •.;avt:.i •:< Ite <i«l o lio v«'
. :i»'M solo a tte r r ò , m a ap ri sarebbe ap p arso ieri s e r a ad Ke.ssnr esp erim ento di m is­ vivida .li quella di Vn
•ih* <i bf»ccaporto » p e r far- a lm e n o u na dozzina di perso­ sili e ra in corso in quelle ore. ma r.'ev :ire < be li « ;
ut t « e ^ e i e m estru o* ne ch e si tro v a v a n o in un re ­ Dodo le d ich iarazion i dei t e ­ < i!‘ . i.i |j« i avi-t
•■in* >. tr a tte n n e fu o ri c e v cin to p er p a ttin a s s i# a ro ­ stim oni ri: ieri se ra , e .stato ;•*.!■ .d b T in a f.; >:a
• i. m in u ti. qwxsi volesse. telle. ir-v iato iì i a e r e ) p er com pie­ ’• r . » < l i * c l n »'■•
• .lU W v l* • » U \ì\U \ m W N \W w \ H -%\V \\K\\%'M %Vk\>\%\>\\\Y,\\X\*\\ re il ir? (%• "S • i . c. pi i ’*
.1 .J*w*f'ii.:ui e-, m* "
Jl* •! i *:.1il .( N .l II' '»
Vi i*11•11>•

In questo stesso periodo un disco a t t e r r a v a per due volte a FfìANCAVlLLA


(Adriatico). I suoi piloti permettevano che due persone vi entrassero e foto
g ra fasse ro . Ouesta nuova politica attuata probabilmente in tutto il mondo,
te id e v a a dimostrare che altro era lo Sptnik e altro il Disco!
Novemnre ih m

i m o t o r i

Il WAII OFFICE l,II\ CONFKItMATO


)so o g g e t t o

lis le r io s i o ijy e lli v o la n i


:os
OKK. 4 novembre [n e i c i e l i d e i r i n g l t i l l e r r
à di Levali and, nel
0 i n d a g a n d o s u u n o Gli om etti so^o stali awtslati dal radar Volavamo in formazioni regolari ma sfuggivano a lt occhi*
m n o v i l i f i c a t o s i p i ù umano nonosiante che l'a lle n a non to u e e cce p iv a ■ Escluso che si trattasse di uccelli o pallonisoAdi
diverse, sabato sera aegnftJjtrs^iT* xui uue "crg ram&r li >jVhòH: quattr-mil» m»*ì
sono «tau- controllate nessun I £ppure li* misteriosa .oiniwi'i
da numerosi testi­ M rtì«
C L o o d r * . ? novemb
i»eg«. !,,R!irJ'C'*Scru
aeroplano conosciuto si r-ovava| sfuggiva *1** ossei vaiarne *11
} rocchio umano
ni cinque agenti di iuta !> cielo umido d*. pioggia nel- ucJ momento in volo aopra
fl radar, lottavi» culli lhl«H
ìa speranza di avvistare qualche] jueila pajte di territorio Ne
'i vi/io in luoghi di- formazione d i misteriosi velivoli vre&bero
uccelli
potuto
migratori
essere
e neppure
stormi di
pac­
f a
[una.
captare gli echi,
da
III

Sembra infatti non sussistere a l­


cun duboio su3 latto che alcune ioni sonda poiché le indagini p « g e tti ordinatamente
e testimonianze, un formazioni di questi strani og­ prodotte sugli schermi erano; Ijo u vaata area di Cielo Kit »i«*
getti (già avvinati d a più perao- troppo regolari. ed implicavano oggetti con vergei» vano .n
oggetto », luminoso »« nel cieli deii'America e del­ 5a corretta manovra d: una :o,--j- noe parallele dopo tsaerr *)i|
l'Europa) abbiano sorvolato J‘In~ genere di Uvelivoli*/
magone, n* formazione di che? :n formazione a i u .i ed
cenrìio, sarebbe ap- ghUterra durante le scorie setti­ me ia fantasia popolare
mane.
Marxiani co-* fpanviAo Vfìiàsno in una f'itmit
huppooej /trine a *eia. C'^ne ìi e d*nn |4I
deJó. Misurava una, La striordm ar.a conferma più facilm ente? Muterò — -*<•, volte *i e verificato c *mp.*MM
giunge dalì'autorita inglese piii^ Solo un fatto è assodato que*-
1 metri e era di for­ responsabile: il M inuterò d c llJ su oggetti, da qual*:asi parte p*
ti autista afferma di Guerra. « Alquanto ^rpoccupaio.-l si vei-gann.
come scrive oggi il S undcy />i-p Xu^i^na apparirìV.-Tri r I tttp
...guarnente
;> t .1--.'.if 1 ■t'ier* •
posato sul suolo. Fat­ sp alch , un portavoce dei War. s ie r ic i velivoli è ai ut* rfR latra­
Office ha ammesso infatti ebé ta lunedi scorso a me&'tiffioroo jirr'.iìi" »*» d:;-.e \vng ;i“
ario, tutti gli auto-, per sei volte nei giro di poche in urt aeroporto la cui ubicazione ,idej •?»v fatM. Ctt; dUlC**
t :<?.<» c. de.lo
settimane gli impianti radar dei­ rimane M^reta sullo schermo ra_
nno precisato che ili la aviazione britannica hanno re­ dar ap p artan o imprnvy;.-smen­ M '\ m;»lercV
gistrato sul loro schermi il pae­ te come $e p rovenn ero ila» nul­
• loro auto si è fer-j saggio di velivoli sconosciuti L * la a.cuni puntini etse ?i
rovviso alTapparire ■ „?.*■***•+**■- fr:V.'. ~ vano da oriente ad occidente h j-

del pari i fari si so­ p ^ A v 'o d U )


SUI MONTI DELLA SARDEGNA
damente spenti. « ;
J ju U a a ca
Un autista vede un ‘disco.
atte rra re nei pressi di Nuoro 1 U RAM ài
lènta cspten3 S p a v e n ta to d a ll 'a p p u r i /i o n e h a c o r a p i u t o ru n 1«
4*'
ila a ttcnciuìii m u c c h in a u n a falmi m a n o v r a <*il r. r in ta a to f o r ilo u t € < . } ;
nolulu, 5 novembre
JVuuro, 1 r,nvemor<
t n disco zvolu KT
in ntile*
tendo un sibilo qiji»».j !*rjy j c^tt) j
ie TiV ft'Vtr.-rTìto bili» All:, stessa ora lo sunno <v ’
presso Nuoro Cc:\ Maicurano retto sarebbe stavi vteUi v«;:.>\
w »V cm / ^ ~ \
ita esplosione, vSègui- '. autista di pinzaa Pranccaco Taxi- da slf:» ;>ersone pàv^va?»?/
da e Gianni Catubr-ju. I qual! af­ sulla straba d*. (>r:**\ » ,'!* tre ra-
osfcamento d’aria tale fermano (11 avere v:su» ieri pome* ga/z«. che si u«A/.v fcMI «-■{•pc-
figgio un tìisco di lormtt allunga­ sto versante i’Otitjtìc»-*.
tare pii edifici e spo- ta <t <It C'il'V.e i t i un. in
mobili, è stata avver- una radura sul ron/ite Ortoixoe
I.o strali» apiMrecohlo aveva un
• 8,30 (ora locale cor­ olairiptro di cirjquv **i metri ed
un.* &pecif- di ton <tta su{k>riore
alli 19.30 italiane) in siTJa apertura visibile, salvo un
rimostrino ch h »o con uno speaso
Honoj(u}}i. létrci oparo. I.' disco sarebbe stato
f’iWMl'anno telefonato >twrvato nello stesso punto in
3tie momenti 'divessi dal Tarda £ \ A jrv i y S

In polizia, chiedendo :he .?ra al voJantt detta propria


vettura e dal Camb.xsu che era in
. La polizia, le auto- not oc teletta.
n Cftmboaa «paventato dalia
, i servizi guardace­ mpxowlaa apparizione avrebbe
li di geodetica han- rompluto una falsa manovra ca-
lendo e nella caduta avrebbe ri­
portato una leggera Intrusione »i-
0 eh#1 non si haxi- ’ava>>: braco lo I/auttsta. invece
1 d:»nni e che per il ^lu padrone dei suoi nervi, avreh- 1
ie cercato di accostarsi aU'oygct- i
>n c possibile cono- o notando fra l al’.ro r^ie il m e-!
dcH'rsplosinne. l*o u<•!l.i torretta tra a aij
ne Airavvnln^nl de» ì'.u t.»
f
Usco però BMifcbba npauiik» ««nvi-l

u/s}
lo zone di l.oveihind o Honolulu vi sono, conto ò noto, basi militari americano
MPA S E R A
I I V h I N I»! M 'r\ / I A l I IH I I A M II O I M I I !» ll*

hu iii|iHkllii Liiil.«i mi\H‘ ai


iiHliulmio ilei sminilo sai
• f

attende la parola di Eisenhower r ... .. i . . , .......

nunodiKrusteulasessionedelSovietSupremo
r. .. »r..

U N O G G E T T O L U M IN O S O IN T E R C E T T A T O D A I R A D A R A
~'r
M o b ilita ti tu tti I c e n ts -ì r a d a r d e H ’a v ia z I o n o 14 4 *• %| % \ || |« l< | | | > \ |
w r . . \ i i.!
• • • • I \ I I r \ I I I -J \- 14 • « ||
w

Saetta nel cielo dell'America r "o r/ r/ W / o r i . W oavi imititi» ih»l l Messiin


a rrra la forum d i un brillanti*pi,
imo strano «oggetto misterioso» M .» i« Jt* il
^ irtit.
J« I «tir»n«*«r il» ( I .(«M»! M«.
. ••■ImM* — Hi 1.144
pi I I- l u t i «i;vi;«.tii* « ... |,
•••nfciM* IMI. •
,, . (f , |, .
|.||« * . n « ...I f U .. o . • i l .......................... .

.A ( i t t i a a l t o I # r r o d m l i ' ù r d i g n o p r o t o c a « t r o n i f o f l o m » * » « J f * * •* <+a Ml o mo b < i<


. . ^ i n n o n io tu e * d e i f a r i si o H ^ y o i u c e •V o i U «n c o r s o m M J r t »• •♦W "®4
... o . u i m o n o o a m o o r l » d«»oii S to « . d a l P a c i fico • p o r t i n o d a i S u d o lr ic a

I W - . - r • • * 4 U R W r ^ : . l « » J | M 0 « i l . •:• > ^ :-| K * !lin r < lll!r »ll.«p )9 ~ % W '


— M**r *>%4\ 4

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MISjT£ERIOSE SFERE SA/c
COLÒ V
OLCANOfi II, C .— / 0 A* ^ /
I X > f » 0 I I . L A N C I O O K I H A T K L L I T *

LA RUSSIA RINUNZIA AL DISARMO


p r o p o n e n d o la s o p p r e s s io n e d e ila C o m m is s io n e
+i A0*5*: • • •

S T R A O R D IN A R IO O G G E T T O L U M IN O SO - • %*'•>'• •* * '

A V V I S T A T O N E L C I E L O D I N( aA pP Oo Ll iI r « » ♦ iw-il/ ••»n
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GLOBO COLOR AlitM Ìei^E LO “ SPUTNIK" NON E' SOI


VISTO IERI IN FRANCIA C A M B j| l$ > G E ( M a s s n c h
s e t t s ) , 9 % • (A .P .). — A t t a
BAGNOLS SUR Ó E Z ^ .(F ra n ­ u n a v o l t a $i è r i s t o i r r i cti<
cia), 9. - (A F P ). — Un globo < G r a n d e S p u t n i k > n o n fi so
color arancione è stato visto viaggia n e l l o s p a z io ncrotn.
jp.ri s e r a nel cielo a l di s o p r a gn ato d a u n piccolo m ister
deali irptrtanti atbmif i di M a r - so oggetto lu m in oso c h e
coule. nel Dipartimento d e l p r e c e d e d i u n a d i e c i n a di
CrTrf?. Alcune persone a f f e r m a ­ con di.
n o di avere v e d u t o d i s t i n t a ­
m e n t e il globo c h e s n r e b b r t i n ­
t o c i r c o n d a t o e s e g u i t o d a xcin -
, tillc c diretto da e s t u o v e s t .
J /H H l S )
e / u t '* r ?
n i i mo N O V• f 'J ^

-T IM E N O T IZ IE DE
« m • ■ f.m | ...

t :\ O M l .\ l O V S / /M I r/ M I ( , H ) H \ I N( O H M V O .V S O \ < > H t M 4 s r i D O L I T I

noltiplicano negli Stati Uniti


vvistamenti degli oggetti misteriosi! ■' - • •• •- • *V - .. .. . é- v •• » <v -
,
» , " 'M
_ !

fla u ti h u n iw t u i • m u - n a l a a m h e n v lV i J i i l t i h t w w c in ( ifin g in * / .« in n 'e d ih ite in v e n tim i d i in i ;ij

\ n n 'h tn r iu l:ln t f i n K i > u l i f o tt h i n d i ) ili to i'a s tio n a i'e ^ - U n o s c te m w io p a r la d i m i r a c i /

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*♦. *■ —• •<• »*—
in r ta ;!^ f < . n i S O o r / ì . ch ^ * r m i . w i . */»n^■ a bordo f D fronte _A qucitl
iv.n. dm! Tuoni>1 d*;-a*’.*if«da «m»;'» '
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. 1 : 1/a •!
wi, ' *••• « J . cct*»» ?*A\\
•«* - — - — V ii: . * - -w- -n —— -•— - - - — ----- ----------------
v i. aJ * r ;^ i ti; m o l t o ttH W h ft } * v o - u n p o ' »on < $r«A U >

un ewtc di F«pr*ilutto a umidore r°-


UlttWUgEe'-SUO'-M’ •dia anche scicr.y* dPli*8vvi>nto d; ima!»
AÌ4./VO k JLA<<> p^r <iìrb;*/mi t'erse J’opa* ilo. i:lo
tu m ido cJ>« A ni
i^ n a i dubbio in­ tra «poca, aw ìla rh r fitto u
«fra spi-ui» f!4 *olo. ur.pvowi- dicativo ano sw lo d'ani- ieri « a considerata monooo-
ìio dM 3lbri- di fantn o-n/ a
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procuralo alla ivr..t j atomo-;
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KRUSCIOV TRA ACCUSE £ RJiffACGE PfiQPOfté iifsA COLERE,1Z3 ADALTOLiUELLQ

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Lai/inmatadt'l7 novembre
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> anniversario degli avvistamenti su Roma del 6 e 7 Novembre 1954. Il 7 Novem-


ì dischi avevano operato su Parigi (crisi egiziana). Il ? Novembre 1955 e ra riuni
Conferenza di Ginevra. E generalmente i dischi non s! tanno vedere duram e le
Conferuir/e inleniazloiiall
?//// V /
Strani «ovelti» luminosi
osservali nei cielo di Firenze
rirp r>7rP 3 novem bre
; Un
o g g etto lu m in o so delia In questo modo la stampa diede la
grandezza approssim ativa dì notizia di un avvistamento su Firen
una m oneta da 5 lire e della ze. nella famosa data del 7 Novem
form a di un uovo, seguito da bre 1957. Se il 7 Novembre 1954
una scia di altri piccoli «ovet- av e sse riferito i miei avvistamenti su
i ti » è stato avvistato da nu- Roma, non ci si sarebbe potuto atlen
! merosi cittadini i e r i sera. dere di più!
I L'oggetto luminoso, che s1
|dirigeva presso a poco verso
Fiesole, avrebbe lasciato a n ­
che. dietro di s>è una fcia "lu­
m inosa.
• T •* . *

*•
AUMENTANO IN AMERICA LE SEGNALAZIONI DI CORPI CELESTI
*t

U n a M a ve
è a t t e r r a t a nei
Invitai» a bordo, un commerciarle ha visitalo l'astronave accolto cordialmente
dall'equipaggio -« Fra due settimane saprete tutto » - In allarme la catena radar
W A S H IN G T O N 6 T u t t o \g e t t o d i c o l o r e ury*. n i Co che. fu p e r q u i s i t o e q u in d i . U op o
}a c a t e n a d i r a d a r d e g li S u i t i , a v e v a l ' a s p e t t o d e g l i a e r o s t a t i u n a v e n t i n a d i m i n u t i di
U n iti, d a l ! ' A l a s k a a l G o l f o d c i \ d ' ! l a M a r i n a . « Q u a n d o a r r i - « p i a c e v o l e c o n v e r s a z i o n e »,
M e s s i c o è in a l l a r m e d a i e r i v a i a m i a v e n t i n a d i m e t r i d a e g h u s c ì d a l l o m a c c h i n a , l a
in s e g u i t o a l l ’o n d a t a d i s e g n a ­ e s s o —- vffif h a p r o s e g u i t o —• q u a l e s i l e n z i o s a m e n t e $1 l e -
l a z i o n i d i o g g e t t i v o l a n t i c h e ì a m ì a a u t o m o b i l e si f e r m ò ». ) r ò in a l t o , e c o m e u n e l i c o t ­
h a s u p e r a t o o rm a i, p er n u m e­ N e d i s c e s i e m i a v v i c i n a i . t e r o ». P r i m a d i c o n g e d a r s i 1
ro, q u e l l e d e l p e r i o d o d e l l a L ' o g g e t t o m is u r a m i e n e a t r e n ­ tdfi lu i i m i s t e r i o s i a b i t a n t i
p sicosi d e i d is c h i v ola n tL t a m e t r i d i l u n g h e z z a , 10 d i ! d e l l ' o r d i g n o g li d i s s e r o : « F r a
O g g i p o i .il r a c c o n t o d i un l a r g h e z z a e 5 d i a l t e z z a cd d u e s e t t i m a n e s a p r e t e t u t t o ».
c o m m e r c ia n t e d i g r a n o d i B a - e r a p o g g ia to su q u a ttr o so ­ L a lìo liz ia s t a i n t e r r o g a n d o
I c e r s fie ld ( C a l i f o r n i a ) , h a m e s ­ s t e g n i. Q u a n d o m i a v v i c i n a i , In S c h m i d t e s e m i a d a r g l i
s o a r u m o r e d a s o l o g ii S t a t i n e u s c ì f u o r i un p i a n o i n c l i ­ c r e d i t o a n c h e s e i s u o i p r e c e ­
U n iti. I l c o m m e r c i a n t e , t a l e n a t o . s i m i l e a u n a s c a l a , r d e n t i p e n a l i ( s i t r a t t a d i u n
R e n h o i d S c h n ù d t , a f fe r m a i d i s u b i t o d o p o a p p a r i n o d u e u o ­ e x d e t e n u t o > n o n i s p i r a n o m o l ­
a v e r e v i s t o i e r i s e r a iti u n a m in i c h e f e c e r o c o n v e r g e r e s u t a f i d u c i a . C e r t o è c h e s o n o \
p ra teria del N ebraska u n a d i m e un fa c c io di lu ce, sl­
« n a v e s p a z i a l e » a f o r m a d ì m i l e a q u e l l o d e i !u )npi a l s t u i e r i l e v a t e l e t r a c c e d e l i a
m a c c h i n a e c h e in v a r i e in c u ­
sig a ro c o n a b o r d o q u a tt r o u o ­ m a g n esio . P e r a lc u n i se c o n d i
m i n i e d u e d o n n e , c h e g li h a n ­ ' n o n p o t e i m u o v e r m i . U n o d e i l i l a d e g l i S t a t i U niti p e r s o n e
i n s o s p e t t a b i l i h a n n o v is t o a f r a
n o r i v o l t o l a p a r o l a in in a d u e u o m in i m i d i s s e : « D o b ­
jse e t e d e s c o . U n a g e n t e d e l- b i a m o r i m a n e r e q u i p e r nn ni o g g e t t i l u m i n o s i m u ovrrM
d ' F .B .l . ( F e d e r a i B u r e a u I n v e - po', s e v o l e t e , p o t e t e e n t r a ­ n e ll'a r ia .
j s t i g a t i o n ) è s t a t o i n v i a t o s u l r e ». Si t r a t t a d i « m ir a g g i c a u s a t i
p o sto p e r c o n d ì.e r e u n 'in c h ie­ S c h m i d l e n t r ò n e ll a s t r a n a d a l s u r r is c a ld i* M e n t o d e l ! ’a r i a
sta. S c h m i d t h a r a c c o n t a t a m a c c h i n a c r i t r o v a a l t r i d u e r i c i n o a l s u o l o » , , ,fm e h a th
c h e p r o c e d e n d o in a u t n n i o h i/ e u o m i n i e d u • d o n n e , y u c ' d c e / a u r a t o il d o t t . M e n . e l d e l l a
iti u n a t o n a •ic l N ebru .iku c e n ­ e - a n o b r u n e c n u l o s s a m nn a- l uirt rsit.a i h U a n c a r d Y L o s a
t r o - m e r i d i o n a l e . p r e s s o K c a r ­ *•>ti n(>rmoli. D u e tl<gh a n n u ­ p i a n o , s e c o n d o lo S c h m i d l , J i a
n e n, v i d e a u n t r o t t o n n og- iti a v e v a n o j b a f f i . S c h m i d ! il Va ' s e t t un (tin

/V £ >

S d ì nidi vo:iuu rin c h iu si in i i m 'i Ic o i i i ì o ! Prolnsiò poi In iiiia s o rlo di cunforenzn


pur (ulti uli Stali Uniti Noi prim i m nsl dot l!lhll irhlin un nuovo coutntlo con I
lns|HCjÌahii(' IViioniriiu siirlnirolo^iro
in fo r n o al Saul un rio di la I im a
O P O K ’I O , H .*•‘ 1 i>:»*rVi r « a v r v a m » in*! U H /
\ Fatim a si o prn^>i'i* in vi*. •• n f 'p . u . :'v u n ., in to n ­
•h j * . » I ì giorni un . . i .- s a ()>ili })'•;);,-JM1V <f<‘ ) sOlP )>, C h e
•'■j.i insjji'.'vjiiVóK* ( vhr ha j»u- fi.-. v » 1t*n.v l 'a p p a r i z i o n e ciciia
mi m a n ie r a d iv e r s a la V e l i n i » . <■ c a n u t a u n a p i o g g i a
••U'in.jijj pufrh'ji’a. d i n < K vln b i a n c h i c t r a s p a r e n t i ,
S citin un soli* sr'oMartK*. in u?: b r i g a m i nel!.-» l u c e , c h e s o n o
•.••.n'.. n u b i il S a n t u a r i o
•I••11a V o .cin c s •• ò. (ro v a io im-
d 15 ••osi s u f a l l a F a t i m a . T.efig&»
r i. q u a * i i r r e a l i , i f ia c c h i flu t­
FATIMA !
ju D v v js a u i o i i f p reso da una tu av an o n tv ìa sp a z io nu*nt r «
u <ii fiocchi b ian ch i df s o lilo del v ern o im p r im e v a Vigilia dell'Anniversario del
u n .'4 so -iin n zn fib r o s a * lo ro un m o v im e n to rap i do e
r « A r m is tic e Day»r
fi fonuiiicno ha av u to luogo di.* ‘> rd i :ja * .o .
iMnprio noi m om ento in cui a n c o r a o o n si h a c r e s c e n z a
««■•Ila tt;?>ihca si ce le b ra v a la d i : u n C e n o i u ^ n o s i m i l e o<?ila R e ­
M«•»>;» g io n e.
E ra n o 1** $ ò<*) m atim o alJor- !>■• Autorità cceU*tas;ich*
l. ifilu nord. ncMa slam a n n s'; p r o tt’.HK^atc c u
Ou ~<.lonc ciotr dove i ire jpic- rjUvitu icn siu io a à ie icnoaneno.

APWENTO SERA » 12 N o v e m b re J^*57

m ense r a g n a t e l e di s o s ta n z a m is te r io s a $
to n o s u l l a T e r r a d a g l i s p a z i s i d e r a l i ;
------------------------------------- ------------------- --------O £ Q —l & G / f è j S i
r ----- ----------
ititi iti P o rta le ** nel ilu o r o Messico* ne è com pletam ente rico p e rta /
/iannij 6 w>rYH2a&» a n u lw . ( c h e g<.a p a rla n o d c lì‘inm ~ eh,- previsioni. S ta m a n e t di in te n d e re co n prcct-r**
scav in o La -mtoÀta + •nut-rri'uu uùne d e l n u t r o pm tteto da cu •?<>>?. d o v e c i a corso Za ftr il Jinquag(//o tecn ico
•’tt ' . j ?'n«jwS-i tji ìmfni'n- { rMirte di m isteriose forze ra cco lta d e l cjrcuo tu rco e delVintfcgnere c ’C it f ai r o
iS - N . \ l v > ■-■ nuin<iL£.c C c r.v v o m :n t t ' r v U t n e ! a r w . d el co to n e, sono rim asti d : q u el « p o t r e b b e » In ,s*f-
V.v '*1 r*>(t# ‘tinir. :■! ?ó >•in (ju e s t? n p u t t H C i p f / e ; > d e c e r t i. wiìi circo sta n ze nulla di
t f.j J . P««.<*JÌ <y>n sm :- Sioni .tfm ljrM !) f«vjyc^ L’ » in g e g n e re d ella base p ien o effica ce, di un c o n .
di Htt?.*'»- *'.v «- i o f f rf j 'cuta-tiii tini terrena irriti'- nrX'QUuma- di A to u qu erqu e h a ten ta to dì'.tonale rivolto ad u n a pc«-
i f»*''a ta pw'.t!ttzu*nr -ì i v u tt-a r.'tf'>\'c sera di r ip o rta re la n^ìazione he c vuo le e-
t<: d'I'ir. !c h tf lr ie tjr o h r \ iw H ù ìb tn e citta fu n t » ih'* più
au­ te c a ,f>:a a ffe rm a n d o c h e la tranquillizzata. Q u ei <*. jfo-
• f.JI'i Chr* Ila £fu !•{?.?4 (ìP fì-g'io li.-ren. f j torità n o n sono sta te tn ia tm o sa p re te n s a >Jt q u e ­ t r e b b e » n o n fa c h e t x ;.-
•ri * <•%«?» f’ Jl nr-tb.-ii r w n a t d t — Orrttfo rf» s r k p u r e ti s te viscide <>ii im m e n s e ro­ ture a n c o r p\ù la Janiet.^n
W t u l i ! ta a n z i: /ninno m»o /««• toc rio. H a n n o .inputi) d .r z gna tele p o treb b e d ip e n d e ­ ed a c c re s c e re la paura .-?»
ontbitv n O1’* ' ‘ fi? ijuind ftu m etri irli tonto h p io z c t i v a » re da un fe t i.m e n o ca u s a ­ c h i è sotto l'ini>ubo d i qu> ■
> q..* <iaV<mfA •■tfw'xfrvanrt un ?wfsa<jq non « n a t o « ? ^ r u cfte to d-ijM 'rnotie. nella orrthCli r<xan/iteXe. Le.
'• ' i;:o dr. - * iUf rr.:!i.ffu e co n t & M n r rient csrtn m fn fc da- a tm o sfera , di m f l ì o n i di au to rità locali h a n n o c h ie ­
% >i »? af>u?<to •it i Ki'jifo i W(r»n',a?j oli spazi. Spirqa r.n nt, c h e particeli*, di po l ie r e c h e , sto l’in terv e n to d i sp ecia ­
*: ‘ Tot t><Otf>iO m uoion o tnr^ce di tìacarv h: ansie e h 1}, ca rica tesi ih '•.’etirici- listi del go v ern o ca p a ci di
..'i ciri. \«s»unr> pmù le h a m oltiplicate coti il *à statica, si sa reb b ero arj- d :r e una parola definitiv a
•' ’.tt \ynie ha ftncom fe - g u c s in * co ­ risultato i l tcrro riszn re t'xU (/ìn m rra ie sotto fo rm a di in questa assurd a v ice min
• tanto sa » sia viva, a v a r t e n& ti i citU fdivi i Guati si so­ X m e n a t e le » pixr poi rica~ e di rip o rta re la ca lm a nel­
.s
*u ra lin cn te » più d o ta ti di n o b a rrica ti >n casa :n ììerc sulla terra. le ca se terrorizzate di P or­
■t "<i liH'iliX llOtl ia n im u i o d i su g g estio n e p red a a lle p»« cuUutr&fì- Ma a p a r ie la difficoltà ta la FH U K s t a r t h

Casi analoghi in LomeJIina nello stesso periodo (ottobre - novembre 1957).

■ IL T I W R I N O I M I ' i l S I C i\ 27 o riO R fi* & t% ----------- . ............................ .................. J

S c o n c e rto n ti d ic h ia r a z io n i d i u n o s c ie n z ia t o t e d e * c o

Astronavi gridate da esseri intelligenti


solcherebbero gli spazi do migliaia di anni;
i f n a n l o .1 (0 av v en en ti** in t(iie<9ì g i o r n i .sulla 'ì‘4*r'i c o n !o '‘S p u tn ik ^ (n to e ^ if*
r r a r r e n a t a rn n i f r i /n n n e li m ille n n i a r a n t e • ,l^ lo \ln<bn art a fe /lit e a /n t a t n ,
c *» n f i t c i i . m
Dicembre 1957
Pa r i9 i M . r.O.
(p re d e n te
if UN CORPO LUMINOSO
Eiscnhow cr) SFRECCIA LAMPEGGIANDO I*
un "sjgaro volante" /n Francia li’ nel ciclo di Coumrchio
Lfc H A V R E. 5 — Un m iste­ F E R R A R A , 8.
N e lla t a r d a n o tto u n c ‘» n Mi 1
" MOMENTO S E R A " rioso og getto volante è sta io
m in o r o c h e a d e t t a *iJ a le »
visw ieri, nel cielo delia N or­ t ' civtftcUnl sprlry-ava mnìtille.
m an d ia. eia un centin aio rti 1; apparso Iniprffvv^ajnenu* 4i
operai c h e si recavan o a] la­ s cielo di Oomacebio dnr^.i
voro presso ì can tieri n a v a l i d ' ne dello strano OKJPetU». a f-
s im a »ter:ca, era di eanw eni
di T ra it. a m età strad a fra d
5 T r*>t e Rouen. P'.p.xìa F o ’esc>A\. ove Vikin>a
s-) «ione * peedurata j>er c'u*»
Cambia colore una nave I t e s t im o n i d e i c u r io s o fe n o4­
minuti, l BigncH Antonio <'■
L per fenom eno celeste m eno hanno p r e c is a to ch e r ' vallarl, B erto Zamboni. <wve:
•% ji‘o g * e ;t o . d a l q u a le e m a n a r l o & j no F e:letti e il g fw n 'lr » P>»i
I - O X D H A , J fi­
b a g l i o r i ro s a i e v erd i, a v e v a ' i* tl-Virgili fic.io ^tan e<«»‘of
li b a t t * l> » K : !h H e w e t t *
di 3^5 di « ta « u . e l 'a s p e t t o <li un m ussile. j | nell’alferm are mai un
mile fenomeno e ra rttau»

fpysj.
r ^ n t r a 'o re. «o ro -*?{ K’e e t-
I v a t o d a queJia parti.
e»wt»ri tL&nciwhir* '< fìopo ere
CH.^bialo <i; foie/-” *eeoa4o f L 'o g g e t t o ^ ntMU*
Im er-t-e av 'v lsta i^ ’ n lU d a iim r
q i^ v i-'o ila : m em b ri
a n c h e n e lle aoni* a .M a .^ r
(U\ <no •>qij;r.7'i*',ir)l * *»•gufo

3//i/rl—>
.
m entre v o la v a a b a w n “'
& ttn fenomeno re>*'c, U Quaìctmo aaseiii^ce /lir il «•
gu-«ic poio ha 4* 11:0 *o»o ef- s o * sia yoi preclpiitt’»* ne
.valli, 7 ,

' 1 / n / r f
Sabato ? Dietmhre 1957 * »<r
!!
MISTERIOSO OGGETTO
OGGETTO LUM1N0S
j j nel CIELO pjoRQ
nE cTelo DI SlEPi
ITALIA
•i tf’tta'a **»»»'f*r« aXU :«a*n*
>• ■ I M•
r V JW » L M t^
M «M . . .
. >tm * u . r f -* -— •* 1#* - •T•* l.K .«4S I J
...a i
v
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20. -
di O ro p a. p o d r r
B ji l .y n i r ji , h a Of/rnutiicaitx» c h e
a li« rii a t a m a n i u n s u o o o l-
!abortitone mentre osservava
Ti
jO i r c t t o n * d o Jl’O s ? '*r r tt*o r io *ne- SIKNA iy Nel .V i;. •U"-'r
n a e apparso u n " s tr a n o --uw
to di for:i'.H oMKift!,- e (•■<
m onti lun.ifi w» •■•:ne.
tns^** f:i j : i ^r>i!nl‘
ai u
» mn
*••* : <n m m c a n n o c c h i a l e M p ia n e ­ desr^-nsn
t a G ù m ». h a n o ra to u n ir is te - Ha ><i!tato mo'ìn )< ? i»« i
rio so A g g e tto r o la n * e . Il nelo. e*.,i«'Min m e «Ja, . .
U L T I M ’ O R A ih ;<ìi»- mjy ! » il. >--rj < •' . -.mi
S I I r a u a v a d i u n u lo ljo di
«•Msi.ro e sei(i;^o *un^ li »,
c i f r a 15 o h . d i d ia m e t r o a p ­ percorso c'.hk : addetti i» . <*.'■*
p a r a n t e . v is ib ilis s im o a d o c c h io Vatorio de l p sd ri ia p p n ■ i» .
d » ft h a s o ìc a t o iì c i^ io Pog*.:»' al Vriiti» e ou f i ; ,i
a d u n a i t t v j- a v a J u t a b ilo s t a ja <v•."!>• rt; f" • *. . I A n
m ille m e t n s e n z a f a r e a lc u n por*,. A-ijfuifRi. • ■•
ru m o re. ( »:'.|J Jir*: • -|r *'•» r j ‘ I li­
f P r o v e n i e n t e d a s u d - e s t. lo s a lia ji»>tn’ - • . ■'« 1 - •
s t r a n o o g g e t t o e s o o :n p a r s o n e lla Sua t r a ;.- ' i i t :: i Vftu. i. >f

la luna americana
e s t. A lle l'i Ut sim i . < • dm
a v e lo c it à n o n m o lto e ; r v a t a . n u Jta d! In |» i *»•-.»uj|.
ti A l l i n i z i o il R lo b o ftp p a rn a d ij r ir e poi d e M n r r .a n i' <
{• c o lo r e r o s iv ina^ v ia v ia a s-1
Un »*►'»:»•■*«i dniir*' t :»• ..
•s u n t o u n a o o lò l-rt/io n e s e m p r e tO nei «'l»!w i l . .-'H-na n n :- , i
{p iù b r i l ì a n i e Q ;n n c lo <■ « a m i-
C APE C A N A V U U L . 6 sufi* ra m p a l i faccio. • data d a ' fu m o , m a M t t u n mese in ni» «i tri»»*o u:.,iin
• ! o n rso s p r ig io n a v a u n lia g ìio r e
A P .i — L i prova di lon« Vi a i t a * * un.* gronda musilo ti « lavato v a rto «I lu n a Jugac<‘ appuri.'.- mu-
; I p a r a g o n a b ile u q«v*;!o d#*l!a

C^-/2W
o o dal t o n o c h i dovo- v a m p a ta di lu m o a ii r a n e dolo.

J£i
? | fìB in n i jy r s s Jd r jc a ri g|r»l>-> i n ­
i l p o r ta r * if p rim o sai»?- non i l r iavato da! suo !«•pfi^H«'n|i M.m» f u o c a l o p ri> c *"rir;a ni ìm r ;* r e t-
M o a m tric u n o noll'crbifa supporlo. % U | *-« M « iri» ^ W a rr J % V l« llU !S
t : ** Q u e sto e s rlu d e re b l^ e t r a t ­
a tto rn o alla T«rra # t a l l i i * C srata in fo ia in fa tti ‘ i«»n i l 4 q *i <hh>o»h» 7»I»'
l*l|.*#HnN* 0<-» rf**ll.» l» ife * » *•
t a r s i d i u n m < t« n rf'f\
• t a t a r a allo H . 4 8 ( o r a una fragoro sa aiplo tlono
• ic*.«i# »>••• '•* •»**•» •* «Ir^H
it a l ia n a ) . accom pagnata da f u m m i
. It.in .» « i t i l i » # * <r % fI
Il r a m a V a n ^ a r d ah poi la xona c irc o s ta n ti i*4i ^ » i M l r i l r l \ »i
non 4 p o rtilo alP a ra f i n a * a l tra lic c io n i cui * in a a l* •U l a n i " .*H»i * * l » # l 1 .
Ita a i è oapltao a forra. ;a to il m i n i l a è i t o l a In o * - •!*••••I
f / a r m a elei t<‘mjvo
V I S I O 11IN D I S C O in m ano ai R u s s i?
i m o ni <:a <;i m ki IU ìT IU H T . I s<‘COurlo il
.«•u,^o) r* rep u b b lica no c h :» r -
j^ T ' T ii) tiunv!;i ujJjqI» r un kyho dj ))B fjfrhfl
/»•;S PnffrT «fi tfW'W.M.f t H-
ìfjjiy] u'mN;i ■li,iimlj“i((iu,i ciwu snoflwfivalondafa m >:n«ani ic m o n n .si*prnttut-
mio
ir cr hiraptùf^'inroist: due anni or »go srppe pro­
. : i:t:1i"':Tjl;l'Ti 'ìisli in lo
io r h c i russi r i e v a i i o p r e ­
venir un *jitnino>di dischi volami suite bow «spumoni letti jaettio- si u nei lo ro le n i a liv i di c o n -
* . ; »* dn:utl<K.atip illencmnno ixn i periodi dumnlmc dlsiiazo trcicTWni gMarte ! ro lla re le co n d iz io n i me­
te o ro lo g ich e . I l .sen a to re h a
verd e co n s c ia ro ssa stra n e r v a t o f lit ' se i ru s si irto»
sc is s e r o d a v v ero a c o n t r o l ­
iv v i s t a t o a n c h e _ a _ N u o r o lar** il tem p o m a n d a n d o a
m a le 1 r a c c o lt i , a b b a s s a n d o
i'::." ' Jo ca;af*ensfic/iede]rogg©Hoosservcrto da me e da molti alta coni- la t e m p e r a t u r a o p p u re al­
• ::c* ".'-^caqueltedtaJojn; de»jmsrerio$;oggem'vis1i negii scorsi

anni* A i a n d o l a o p ro v o c a n d o in o n ­
d a z io n i n e g li S i a t i U n iti. ì
m iss ili, te le g u id a ti- o no.
to dell lng. Sirio Vacca tiglio dell'Astronomo Paolo p o tre b b e ro r iv e la r s i r e l a t i ­
v er rivelata tra i primi ta presenza di questi va p oco i m p o r t a n t i .
apparecchi.

OSCURO
imbuto su Milano
rii moIW»•Mfcsa film *ul trtfi . ,\ 'lorimi il wnFy è ajnnir.su‘a sfritte
Febbraio 2958

SIN G O LA R E F E N

no “oscu Una mistériosa esplosioi


per mezz’ora scuote tre regioni ìngle <. /-/«*■ <
lo gravido di pioggia ha as­ Ha tremato per dieci secondi anche il castello r<
ili tte le colorazioni deU’iride di S a n d rin g ^ i^ . dove è in vacanza Elisa)
N O R W IC H <Ingb.>, IO. ( A P ) .t potente rumore d : tuono,.]
M IL A N O . 10 T O R I N O . 10. — Ieri « e r a il ru m ore d i u n a !
e fe n o m e n o si è Un sin g o la re fen o m en o dm*ata di un paio di seóc
tre m e n d a esplosione è s'.a ia f Anche da altre località
a m e tr o p o li am ­ m e t e o r o l o g i c o si è v e r ific a - a v v e rtita , in te r n e ad im a leg-j
a t a M ilano è t o o p p i a n c h e a T o r i n o . ataie d ate versioni conci
g e ra acosfta tei u rica, in v a n e ! ti del ienomeno: I fabL
>, v e r s a la 6,30, regioni de) Storiai, del L in coln -i
D ira d a ta si v ern o l e o tto colpiti dalla leggera scoditi
n te a v v o ita da sitare e dello Y o rk sh ìre.
la b r u m a , tl s o l e è a p p a r s o hanno però subito danni
p r e s s o c h é corri- < E ' un vero m istero — h a ' cuno.
ippa plum bea è a p li o c c h i dei t o r in e s i c o ­ com m entato un tur tu onan o di;
re ogni cosa e m e a t tr a v e r s a t o d a u n im ­ poirzia — p e rch e non c e r a n o ! Il movimento tellurico è|
son o stati c o - m e n s o a sse, m e n t r e U d isco a e re i in volo r.eila zon a, in quei * io avverino aen^:b:inìen{
•cedere p ra ftra- l u m i n o s o e r a q u a e là o sc u ­ m om en to. A bbiam o l a t t o aste*! ^andr.nguam, dove sorge
rtebre, .se tndagitU s e m a riu.s<-..re a
Fidenza di cam pagna d«ilJ
r a t o e le m a c c h i e s o l a r i
d o e gravido di a v e v a n o i c o n t o r n i c o l o r a t i a p r i r e la c a u s a dei: a detc.na- jsu>a tù^abetia. la qua>
ufo c jrn d a ta n ien - z.one. P u ò d a rs i c h e s ia su c­ trova m v a ca rla , u p,<m.
d i a ra n cio n e. cesso q u alco sa su l m a re » , rio di un albergo pro&\«l mol
) fe più sfran e
•ansando da un Il d iretto re d e liO s s c r v a - residenza reale* ha dichim
X Jn u fficiale d ell’av:& z:one
if ver d e m a r c io t o r i o A s t r o n o m i c o d e l P in o . « i u : t o l'edilizio
m ilita re d elia base di S cu:th -»r-
non». l.n sfrano prò/. C e c c h in i. ha e s c l u s o pe, nel Littcolnsliire, h a rife r1. P -r r-roa 10 seconda proi
u n it o ( irra una s i t r a t t a s s e d i un f e n o m e n o to <**-e le v icin a n te .«ono «tate meri e a cuu.-a d i una
l’afinos/ern si è co lp u e d a u n a leg g era ^co&sa ^eliu:-.. a »
m^nfe risrhffl- s o l a r * , p r o p r r . e n d o i n v e c e teJ u::<vi a c \ o m r ^ :< a ta da un
10 rutto ,'rrt ni A il r i t r n c r l n un f e n o m e n o di
Truro.VpM l i a n - r ' f r a g i o n ,» d i ' l h : l u e C SO t o ri».
if ■.■tnfjnlarr f «"• ù f r o r f t o d u i} ti rrt-i'^oìicV r
hmiawi ./.•fttVfrr-'1 / ) / £ / /yrS 3
M IS T E R IO S I * C O N T A T T I » ]_N ATLANTICO

Missili il ilicrii ani sono siali distrutti


I
da sptjnali radio di solUimarini russi \ ____ _

A Cape Canaveral non si dà credilo alla lesi sostenuta da esperii del Dipartimento
difesa, i quali attribuiscono a questa causa le recenti esplosioni deqli « Al i a s *

N e w p o ri, 1 m .ir/o , pr»ua <|Ui-K;i >vco::do la Quale i, h a n n o esclu so la po.vsibilllA eli**


I.H p o rta e re i « L ey te >» «• u n a .h-ujiuI: r a d ;* * ?;>i*s*o d a ’. p re sim i; / : se im a l: r;u1;u «'iu rvi da un M>m
q u a d r a di cu ccia i o rp i,di!w',: c di M -n .m r'v ib ;.: *.o?M-ro d en tin a!; a jm e re '.b .le p ossano iw sn r * t* ti uan
u o r i a , h a n n o in c ro c ia lo oe-n tid - d .-.:iii* >err : ly/.sMli b alistici tn* * n per d:srriK"rv n \ m volo, i mi.*.
Ir acq u e d e ll'A ila n u c o o h m - v .'h :«*ieo:v ..!< n :.ù - - A l i a s , la n c ia i: sili a m e rica n i la n cia ti da «inerti.»
le a lla ric e rc a d ella toni»; *.i rìalìa base d. jn e .o d : C ape C a ; base*
u c o n ta tti non id e n tih c a n » ch e i ju iv etaì. A V u u esp erii del D ip ar-j Essi h a n n o p recisalo ch e mi­
si p resu m e p o lisse ro a r r iv a r e d a Q u ieti!» tuH a d ifesa av reb b ero d:- m olto Im probabile, quasi im pir.
v in m e r e ib iii s tra n ie ri. -e ln a ru to d; rite n e re ch e ta lu n ii sxb ;!e » c h e un seg n a.e tu d ’ "
ì k ' i i c h è gii a m b i e n t i d e l i a M a -t t u b u l i t w t m n o e s s e r # r u t t i d a , e m e s s o d a u n s o m m e r p b H e !»>**»
j'fiiii di N ew nort s>j n tiiu m o rìt:u r. .w inm er^tbile q uan d o so n o m : p ro v o care l'esplosione di un mi*»
(••nitneniaTC la p ossib ilità ch e fase d; lan cio. isile in volo.
tr a ili di so m m erg ib ili, un porta- T u t ta v ia un p o rta v o ce d e lla ' Oli rsi»*rn h an n o aem u n tn ch e
v»m d ella base n a v a le di d a ik s o r v ?M a n n a h a d ic h ia ra to a N ew p ort: i seg n ali rad io che gu id an o i m i*
v i " f ha am m esso c h e e in co rso « Non vi son o n otizie u iliciai; ch ejssli sora» in rodie** secret issltmi.
.m 'f,pi-razione d e s tin a ta a s t a t a ’ ' p o ssan o fa r rite n e re valid a q u e-ie h a n n o te n u to a fin v isa re riti*
•i f« l'osisi en za o m en o. di tale { s t a v ersion e SCon sap p iam o q u a '! gli o p e ra to ri am erican i potrebbe
**•<:>n t t a c o t i s o m m a r < r l b ì l i u a t ì i . l e s ia :'Y jr;cn ;e di q u e sta tto f:z :a ro ’d e u t i t i c m v I n n n e d ì u l a n i ^ t t t ^
.•ì' i.litic a ti, n eìrA fJan M co. c n o n sia m o in p assesso di eie--q u alsiasi a ltro si-snsilc nulu».
f-'raltaulo, la notizia di fi usa di. 1 menti che possano avvalorarla», emerso Milla stessa fw juem ui, dii
hi* K:>n,u il!c J o u r n a l , ha dato ori-i Oli esperti della base sperlmen- u n a fo n te diversa d a (|Uelbi del
•ii»» alle voci più disparate, c o n i-j(a le eh lancio di Cape Canaveral c e n tro di controllo a le r r a

M E S S kQ C , E & 0 t / l / S 8

Le installazioni di un centro per missili


semidlstrutte da un incendio In Gran Bretagna
O j i ^ le fio s e e s p t o s ìc n ì) av yertite prima che un g rw d e edificio f e A inv estilo dalle
fa ta rn e"- l a s ia n o n e s p e r iw e n ta k per razzi è g e stita da una im presa privata

'1
I.oiidra, m <K . sLaw -in inowwi.o vu>- v*ra U1.1
• .'i«- inl\Urric*se e'$i>!fes.on . H*rit:«i'ano t u dichiaralo un s-%»:ìi!h.«‘ ; >.u- . :ì ii • ’ 1 •l«' ’..
• *' .1 ^ i>OCj <fcVO k tfctC f tuffi':iiti? .d ‘i Vitiii d e: Piti­ Xm>*'.},i.‘ C.’.im u. - il f.\ i*i
hanno d u o c o - . L e f.-.xiTìjiit >o..o g'udiC -■Ui l a i i t f y u .1 * » >: d« *•(•«-
i“'l ,.»ltj.«'il di K .ii-V . STlill- d »niale mix-nto. ri.a buo­ Dille la * .'i>a d* U m .-'r • • Si 'noti i espioslone
i u n o s>*wnnw^ aiceà* na o si « s p K x c o a :,
• ii*» h a d fiiU r ttftfì& to * : r a - «tono lo miaUriow 10 ? 58 a tre giorni d<i
.<ni«nu> ii.u ni-r<« doìV in- U-v^o«k>ni è Htfdu d.vt. 'uttn. Il
■ n .'<•!.»in ih un w n tr o p ri- fabbricato t a l ^ n v * 24 metri crisi dell'lrak ( 1 3 - 7 !
•••!•* ivi la • \ A ; r i i T ' « , n i i n o o c di ìiinirhe/sa: v 1 5 di aJt»*»» ».
ili inwk-iu f.O'Uto d.’J r Alni-
xt .. l.i po!U;-u non d statft 0*1-1 -
in 'i*l Phrmii- jd Xnó-u<< r.\s r. :iì 6 Un t ’jnziWMvrlo de! le
>'■ •.«i' •i >i\ Viriti cfc-f tn ut) ìwianlQ. aìm,ca
Cinque giorni dopo si
/imperiai ChemjC&I ZAdo^t-nea
’•*.! • i,4-.- «►;, iVi di*':*; *• ri: lo- ha »)< v j o, infatti. ch<> tl H»’NtV.MMON 1S ^ V 11» be l'incendio della Clip
r j l i t . i «f I!.t n n iU ' 4 Uti W a r - Osntro d d: un p« '»prto N ^itir/nxr ,#>i/r <J >K^ f r ;/ a n
Ih-.iU-jaIi, ;<*r Uol7 H1‘ re^vrto di a):V.i txM. Lo s t« - pfiliM*nu* J‘-» .r ’ i éù ì\è dell Osservatoi io di Mi
«•III i; I*. .IH.IO rioi Centro v> f)irrcrnvr-*o h,» eh? /Ufi 4 V»fr . <• V\-|* : h»; • «If l Av r .
• Un | i >i i , i «•• ut. o !« l i l i n i w , *1 C’ontn». ‘.11 crii l ivor aio cir­ iwtu Il'fj.r p ,t. .Hfu cli te Mario a Roma
l'i'- t**i l.it:11. | t;ilJi»-1 in c i è il* ;*»i %*.ri»r»'- •«14
• ir ,/|
1
. hi.pigili/, jlnifiivit.
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Ito g f i a m b a s c i a t o r i i n g l e s e e f r a n c e s e ^
La m alafed e sovietica
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B e rlin o
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di p«sì2ì o « u^ia MIO te t t e ’i tese m u m f ì q lese ì f .. c m iw h ii a .« u c i
di UFO sull'Artide, a tterrav an o tre
dischi in Brasile.
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l i sissim i lan cialo

«in it-rxo «$|»iiiniR»hmj i i r v»--—— *— -• ■ ’ ' ■ •*’* VA v w **“ ••

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Fenomeno atmosferico
B u io A u T lF DnKTHM,
IN UNA CinA’ DELi'UKRAINA
MOSCA, 20 . — I è r i m a t tin a
la c it t à u k r a in a <il S ta iin o è
p io m b a ta im p r o v v is a m e n t e n e l ­
l 'o s c u r it à al p u n to c h e gli a b i­
.E G R E (B r fts lJ) a b r il 17. ‘U P > . ~ Lo» p e r iò d ic o * tan ti s o n o sta ti c o s t r e t t i a f a r
radio de R io G ra n d e t> o S u i in fo r m a n qu e tre ® . UkSo d ella e n e r g i a e l e t t r i c a e c?l>
- i ‘ ft a t e r r l s a . r n n eh u n a r e g ió n d e n sa m e n te p o b ia - 1 a u to m e z z i b im rio dov'uto a c c e n ­
e lio m e tr o » al n o rte d e la c lu d a d de S a n ta M a r ia . ■
d e r e i f a r i. Il f e n o m e n o è d u ­
1 E s ia d o . :4 " , ;
r a t o <ialie 1 0 .1 5 a lle 1 0 ,3 0 e<l *
p ia l i t i c a s e e c H a r o n a v o la r d e n u e v o . p e r o e i t e r c e -
s t a t o a c c o m p a g n a to da u n v io ­
e s p i d i e n d o '’ — d i c e n lo s in f o r m e s — u n c a lo r in s o -
le n to u r a g a n o .
S e c o n d o la « T a s s > 11 f e n o ­
r C a stro L u n a . C o m a n d a n te de la Q u in ta Z on a ;
m e n o s ‘ sp ie g a c o n le p e r t u r ­
a in em b arg o , q u e c a r e c ia de c o n fir m a c ió n o fic ia ì
b az io n i c h e s i s o n o v e r ific a te
q u e la F u erz a A èrea no te n ia el p r o p ò s ito de p on ej
a l l'i n t e r n o d ette n u b i a llo r c h é
»l8llpa- f i j L y j f ’ s o n o passate a i d i s o p r a <Ji
S ta iin o . Si tra tta di un r a r o
c a s o di incontro d i c o r r e n t i
aeree tropicali 9 polari c h e si
so n o .scontrato ad una q u o ta
di 1 1 .0 0 0 -1 2 .0 0 0 m etri p r o v o ­
c a n d o una nebulosità d a l l ’o p a ­
c it à talm ente intensa ch e i ra g -
jfifi del sole non hanno p o tu to
superarla. • ~v//7£ *
n o tti ? v ffK itis * oh f u m o ou m mmm m m x j,K s r p j w t ^ V-r**v • "*•-<?1—■" WKS'-1- y\:^ 8 5 SUJt -; '1—-*" 1 ......... . 1 »*•1

ib lic a z io n e in g le s e d e n u n c ia
i x i o n e d e l s i l e n z i o , , s u i d i s c h i volówlì
o r d ig n i t r e b b e r ò b -c n d i s p o s t i i t r so di noi • no» te ic n d c n s h h o w n u * / f S S
« le u m ili a g l» u o m in i, m a t im o * p iù p r a o r * « Jjt » . « A fa ■ •>•>> ... ..... ._ —~ . a. ...

OSCURAMENTO DI STALIN0
4 giorni dopo il lancio dello
Sputnik I H .
SFORTUNATA LA MARINA s e c o l o _

Z f / *

Preoccupano gli Stati Uniti


i fallimenti dei Vanguaids
La slampa newyorkese chiede se sia il caso di riesaminare il progetto dalle fonda-
menta e tracciare un nuovo programma che eviti le brutte figure fatte fino ad oggi
NKW Y O R K . 27. — I f r e ­ il N e w Y o r k T i m e s n o n e s i­ gio; e a c c r e d ita questa sua
q u e n ti f a llim e n t i n ei la n c i di ta a r ic o n o s c e r e c h e n e l d o ­ ipotesi ric o rd a n d o ch e - K la u s
Y .m g u a r d s co m i itti «ino a d o - ! m in io dei sa te lliti g li S t a t i F u c h s. A la n N unn May. B r u -
■i .u c (iè lle preoccu pa/ ioni n e l' U n iti « sono a n c o ra in rita rd o rio P o n te c o r v o . G u y Berge?M
imi . (ili a m e r ic a n i. <* la s la m - r is p e tto a l l'U R S S . b e n c h é s i a ­ e D on ald M a c le a n eran o c o n ­
*• i n e w y o r k e s e d i q u e s ta m u t­ no tr a s c o r s i otto m esi da ch e s i d e r a t i da tu tti i c o l l e g h i p e r ­
ilila m c h ie d e s e n on .sia il il p rim o sp u tn ik fu m e sso in f e tta m e n te le a li e al di fuori
i -.imi* di i ie s a m in a r c il fen o - o rb ita >»; e ag g iu n ge c h e fo r ­ d i ogni so sp etto fin o al mo
•n«no d a lle fo n d a m e n ta e se non s a r e b b e in o p p o rtu n o .m e n to in c u i fu ro n o scoperti ..
u a c e i n r e un n u o v o p ro g ra m - un r a d ic a le c a m b ia m e n to di !O ra p o tr e b b e darsi, insinua 11
uà c h e p o s s ib ilm e n te e v iti le ro tta co m in cia n d o fr a tta n to g io rn a le , c h e a n ch e tra q u e l­
b r u tte fig u re c o lle z io n a te f i - co l t r a s f e r i r e il p e r s o n a le del li ch e oggi la v o ra n o al p ro ­
■n» ad Oggi. p ro g e tto • V a n g u a rd » a un a l ­ g ra m m a V a n g u a rd vi «la
tro p rogetto. q u a lc h e sc ie n z ia to ch e com e
Il D a i l y N ev 's in v e c e , s c r i­ta li su oi p re d e ce sso ri saboti i
' . C i Certo '' ve c o n m o lta s e r ie t à ch e f o r ­ ■progetti n e U 'in te re ss e di M o ­

^ z g /6 l $ 8 se i c o n tin u i f a llim e n t i sono sca.


il r is u lta to di a t t i d i s a b o ta g ­

k Luglio 1953

OGGETTO GIGANTESCO
ili» DERIVA HEU’MlUmCO / **

I transatlantici in navigazione nella zona posti in


allarme dairAmmiragliato britannico - Ricognizioni
aeree - Forse si tratta di un colossale « iceberg »
L O N D IIA , 4. — U n aereo L 'u f f ic ia le di r o t t a "elèi 1’aeréo
« .S h a ck leto n » d e lla K oyuì Air i a v e v a d a to l ’a lla r m e per la pre-
Porne Ai e r e c a to oggi suH'Allan* :6ertJfia del co lo ssa le ice b erg del-
Meo a l l ’a l b a p e r la r i c e r c a di i la sb a lo rd itiv a larg h ezza di ben
u n e n o r m e q u a n to m is te rio s o Jot.to c h ilo m e tri. E r II h a eletta
Ic e b e rg c h e a q u a n to e r a s t a t o a l Mio arriv»> a New Y o rk dalla Una notizia di cui non si sop
pi r e c d e n te m e iu e '/ite r ilo , s t a ­ I r l a n d a : »: S e m b r a u n c o r p o :ot- pe più il seguito...
reb b e a n d a n d o a l l a d e r iv a in t a c q u a di un verde m o lto c h ia ­
z o n a b a t t u t a d al n a v ig lio a più ro. Non e m b.auoo
«h m ille c h ilo m e tr i a l la r g o d o l­ essere stala. m ia n i c c h i a d ’olio
ili c o M a I r la n d e s e . fresca ».
11 c o r p o g ig a n te s c o , la cui n a ­ Significavo Jl fallo Mie un
t u r a di ic e b e r g n o n e s t a t a a n - p o rta v o ce «U lta J ’^n A m erican
’ i u a di Ic e b e r g n o n e M a ia a n - m e al f r e t t a l o p i ù la rd i a p r e ­
>**rl d ii un p ilo t a «Ie lla P a n c is a r e c h e il pi’.ni a d e ll’aereo
A m e r ic a n . nel .‘«no ra p p o ifo non aveva u s a ­
lo la p a r o la « ieeh crg ». m a
G ! OY\A 3 -^ fo r s e l’a v rà u*-ata nel se g n a la re
la c o s a ud u n a n av e in mtvUIO
n ifi eorolngieo
a U * ® * '£ / ? / *< *
A i * ' L' .1 I ftii'i th / - t ’t-fH

' R A N A L U C E

(NOTTE A TEBNI
Mainavano due minuti (^mez­
zanotte, e cinquemila pèrsone
I I V E G G E N T aspettavano un segno o un#; voce.
E come per prodigio la lunotto ta­
gliata da una lama biancó^im-
ente afferma di aver visto un chiarore strm iin a - _ mensa, e divenne crocè. Era^^ove-
— ___________________________________ r » $ . : .

i più sorto scettici e la Chiesa non si pronuncia - I dì tre luglio, anno domini;195$.

SI croce è stota
quattro minuti prinityli
mobile. ; Kello stupito
dèi testimoni; Id-luce éìf>!os£
dai piedi di Girile raggajrtìjfe
lo luna con inimmtfginabMe ra­
pidità. La fotografici è stata
scattato un millesimo di seconf
do prima che il segno svanisse!

/
LEDRE
T
t e.'yv.^La -/Cto-C

^ 7 < * °

p i> O M 4 .

Per la verità nessun testimonio oculare mi disse di a v e r visto una "croce.,


sulla luna. Tutti concordi invece p b i * la "prima laso.. d<;l fenomeno.
I n n i t r i e l m i n t i p r u r i t d i r 111 1 ondi*
|l Ml'r-lll I f in I i l i i i n | f f in ili I m i i n | ) j « m i ' •J ^ J j
r l i i m i i t l II i i i I s k I I i i n v n v n r u m
F a l l i t o p e r lo q u c v rto v o l t o in A m e r i c a 1)1 II to IMI l i m i t a t o n n r c o i K O S o
l u i l i o n t u 11 I A g o s t o u n A fi in
il l a n c i o d e l r a z z o i n t o r c o n t i n o n t a l e «Atlas»» porcorso 4 000 Ktloinolrl por
la p r im a voltn

9 -

I N IN so iJT Il KF-NOMF-NO MFTEOROMXilCO


Tre dischi volanti avvistati j
nel cielo del Terminillo Stan otte un lam po di c a lo r e
RlrU. 22 luglio
T r e presu nti dischi volanti so- !
Ini i l l u m i n a t o il d e l » dpi L a z i o
------------------------ ------------- ---------------- ---------- -------- — ----- --------- ■■ ---------
no s t a t i a v v ista ti questa n o tte i
nel c ic lo del m o n tr T e r m in illo ’ All* oie 2,25 a Roma e in illre localilè della regione è stata vista una lupe iBprov-
<R ietD . C in e s e parsone che in* v in saguiti da un boato • Per alcuni secondi le radio d*!le auto hiono (adulo
quel m o m en to si trovavano su’.a
via S a la r i a alle pendici della
m o n ta g n a , asseriscono di aver ALLE 2.30 DELLA SCORSA NOTTE
chiaram ente, veduto tre punti lu -j L A (v o t r t
m inosi. solcare per circa 4 m in u ti !
la v o lta cele^tt. scomparendo poi
dtetno u na nube
Un corpo luminoso w “•4 4 a )
T r a Rii avvistatori t 11 prof.
F a u s to PorJiri un appassionato di a t t r a v e r s a la c ittà w ^ 1
a e r o n a u tic a il quale h a sp ecifica-,
to ch e 4 tre punti luminosi, di j li fenomeno osservato da numerosi citta- V /t ^ * iJ ,v
cui due affian cati e uno sp ostato din: lnsj«inabile riserbo deile autorità R j l
la tera lm en te. non m a n te n e v a n o :
fra loro u a » distanza c o s ta n te
e la lo ro luce non poteva co n fo n ­
dersi c o n quella deiie stelle. né
con q ‘; e :i * dei norm ali ap p arse-
Una luce accecante V "
chi. D a « e l u d e r e inoltre — h a ha illuminata la notte
d e tto IS proi. Porftri - eh*- si
scia dì q :a:ch f' aereo Dct le Ipotesi fermiate stilo strato teaame*o rtrf*
fienosi a lle 1J&- tem porale é l co/ore •pptre m etterti* _____
wm izL :... t • ___...

h c s m a t * 0 - ,
Il missile vettore deir-Ewlorer IV
ha foraB provocato 11 biflU M i di lari noli* i.
i La traklloria él coilata iti tono carnspoaàe «/ p tn oen é f j h scia I r/le
j ramtqtl dd Qtafìskl ieirAetoaaatka M i l i t a r e * l,a crtBfl * M

J u n g — non agiscono in fu n ­
qioRlVKt- f zione delle leggi fisiche, m a Misteriosa esplosione
com e se fossero lib era ti dal
a>‘ ttaui a loro peso e sem bran o guidati
da piloti quasi u m an i ».
nel cielo brasiliano
RIO DE JANEIRO. 2»
Il dott. Ju n g , ch e agli in i­ Una violenta esplosione si s a ­
3 0 / ? / ^ zi del secolo e r a consid erato rebbe verificata lori « circa
tr a i primi discepoli di Freud, £0.000 m etri di altezza, sulla
LO PSICOLOGO KARL JUNG m a c h e più tard i, ei oppose località di Quixada. nello Mu­
al padre della palco-analisi, to brasiliano di Ccara. La d e.
ertila ni « dischi volanti » t e n t a egu alm en te d i d eterm i­ flagrazione. udita entro un
n a re le conseguenze ch e po­ raggio di 20 km., b stala ae-
A L A M O G O R D O (N u o v o trebbe essere per i « t e r r e s t r i » compagn.ita da una fiammata
M a s s ic o ). 3 0 . — Il c e le b r e p s i­ un incontro con « esseri m o l­ color arancione o da una i m ­
c o lo g o s v ìz z e r o . K a rl Ju n g . h a to in tellig en ti » di un a ltro mensa colonna di (unto. S e-
f>reso posizione sul « dischi vo.
a n tl » o « o g g e tti volanti non
p ianeta.
« L a costruzione di queste
«•ondo «li abitanti, si sarei)In­
tra ! tato dell'esplosione di un
Id e n tific a ti» : J u n g ritien e che m acch in e — h a c o n tin u a to — missile teleguidato. Non si )«-
non si t r a t t i di sem plici vo­ dim ostra y n a te c n ic a s c ie n ­ mentano vittim e nè darmi ma
ci p e rc h e il fa tto poggia su t i f i c a im m en sam ente su p erio­ ton ali.
oeacrvazlonl reali. I n un a r ti­
colo p u b b lica to d a lla rivista re a lla nostra. P otrem m o tr o ­ I.o stato di Ceara ò situalo
m enane d e ll^ p r o (Organiz­ varci nella situazione e s tre ­ n^l Brasilo nord-oriontalo. Al
zazione di ricerch e sul fen o ­ m am en te p recaria di com un i­ largo dcille sue coste si trova
m eni a e r e i). 11 dott Ju n g di­ tà prim itive in c o n flitto con risola Fernando .Noronha. d o.
c h ia r a di aver co m in ciato a la cu ltu ra superiore del b ia n ­ V»* sorge un posto americano
racco g liere una d ocum enta**) c h i » . * Potrebbe risu ltare - brasiliano per l’OKNarv azione
li** sui « dischi v o la n ti» nel d**i missili americani lanciali
« in clu d e il dott J u n g - u na da C ape Canavcnil \u rt)re.
h»44 «• chi* Ir «tir ricerche
Ir» Induro»*) a concludere che c a ta s tr o fic a inorale co m p ara­ /Ione deiriMola di Afirrnfiiou.
e Im passibile « una sp ie g a i*) bile a lla rovina delle culture
Ile nurrunentr psicologica » prim itive di cu| slam o « tati
« I d is c h i s c r iv e II d o llo r leat linoni »
S e c o L O 2 5 / fi$ f
F o t o g r a f i e d e l l ’« i n t e r n o » d e l l a C a b i n a di C o m a n d o d i u n d i s c o v o l a n t e
a t t e r r a t o d u e v o l t e a F r a n c a v i l l a ( A d r i a t i c o ) s u l l a s p i a g g i a n e l l ’o t t o b r e 1957
( d i a m e t r o d e l d i s c o c i r c a m . 24; d i a m e t r o d e l l a c a b i n a m . 10).

D ue u o m in i, c h e co n o sco d a tem p o , e n t r a r o n o nel disco p er due v o lte e


fu loro p e r m e s s o di f o t o g r a f a r e : d a p ilo ti c h e p erò n o n e r a n o p re s e n tì
n e l l a c a b i n a , m a di c u i si u d i v a s o l o la v o c e d a u n a l t o p a r l a n t e .

L e f o t o g r a f i e r i v e l a n o : 1 ) u n a s p e c i e di t a v o l o c e n t r a l e s o r m o n t a t o d a u n a
s f e r a p a lp it a n t e di lu ce ( a t r a t t i) . S e m b r a ch e su lla s fe r a a p p a ia la p o si­
zion e del d isco risp e tto a l P i a n e t a : e ch e sul « t a v o l o » a p p a ia n o in g r a n d it e
le y.onc s o r v o l a t e . 2 ) Un s e d i l e , d a l l a s p a l l i e r a t r i a n g o l a r e , p o s t o d a v a n t i
;id u n « q u a d r o c o m a n d o » ( l u m i n o s o ) . A d e s t r a u n a s p e c i e d i t e l e v i s o r e
se g u ito d a a ltro a p p a re c c h io , di u so sco n o sciu to . 3) A s in is t r a del « q u a d ro
c o n i a n d o » u n a s p e c i e di b i d o n e m e t a l l i c o ( u s o s c o n o s c i u t o ) , s e g u i t o d a
un c ilin d r o a t e r r a (u so s c o n o s c iu t o ) : a n c o r a p iù a s in i s t r a u n a ltr o sed ile
s i m i l e a l p r i m o d a v a n t i a d un p i c c o l o q u a d r a n t e r e t t a n g o l a r e l u m i n o s o .
Cèiiindi u n a l t r o a p p a r e c c h i o s i m i l e a u n televiso re. A n a liz z e rò questi
d i v e r s i a p p a r e c c h i n e l l a I I I P a r t e del m i o R a p p o r t o c h e s a r à d e d i c a t a a i
s i s t e m i di p r o p u l s i o n e d e i d i s c h i — ( c h e s o n o di t ip i e g r a n d e z z e d i v e r s e —
renne i n o s t r i a e r o p l a n i ) . I s e d i l i e r a n o m o l l o a l t i d a t e r r a . !>a c i ò i v isi­
t a t o r i d e d u s s e r o c h e i ftiioli d<tvess<ro e s s e r e m o l t o alti.
Lo Iilllinn dilli Idiotir«ilin iflpiir'ASmil.uin il im .id r o ro m an d i) III...... l i mi » o mi ki i I o
F o t o g r a f i e e s e g u i t e a P e s c a r a il 27-9-1957. I n g r a n d i t e u n a v o l t a e m e z z a .
D a n e g a t i v e s i m i l i h o t r a t t o *i d o p p i i n g r a n d i m e n t i p u b b l i c a t i n e l p r e s e n t e
V o l u m e ; c o m p r e s o q u ello sul retro d e lla c o p e r t in a , v e r a m e n t e b ellissim o ,
p e r l ’ e f f e t t o d e l s o le c h e i l l u m i n a l a p a r t e i n f e r i o r e d e l d i s c o e p e r
l ’a n t e n n a , v i s i b i l i s s i m a .

D a l 5 - 8 - 5 8 a p p a r v e r o s u ll a S t a m p a i t a l i a n a d i v e r s i a r t i c o l i di q u e s t o g e n e r e : « P r o v a t a r e s i s t e n z a dei
-ii scili v o l a n t i » ; « N u o v e p r o v e s u l T e s i s t e n z a dei m i s t e r i o s i o g g e t t i v o l a n t i » e c c .
E r a l ’e c o d e l l ' a z i o n e s v o l t a n e g l i St ati U n i t i d a i C o m i t a t i r i c e r c h e sui f e n o m e n i a e r e i ( N . I . C . A. P .
si K e y h o e e A. P. R . O . dei L o r e n z e n ) in p r e v i s i o n e d e l l a r i u n i o n e d e l l ' A s s e m b l e a d e l l ' O . N . U .
S ia m o dunque a questo p u n t o : si r i c o n o s c e f i n a l m e n t e c h e " e s i s t o n o , , !

B i s o g n a t e n e r p r e s e n t e c h e vi s o n o diselli c a p a c i di r e n d e r s i in vi si bi li ; altri c a p a c i di n a v i g a z i o n e
s u b a c q u e a ; altri c a p a c i di s c a v a r e g a l l e r i e s o t t e r r a n e e , d i s i n t e g r a n d o la t e r r a ! P e r q u e s t o s o n o stati visti
d i s c h i v o l a n t i u s c i r e dal m a r e e d a l s o t t o s u o l o . E ciò ha creato com prensibili equivoci.
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