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Temas 2020

1. O avanço e o combate à depressão – 02/03 a 15/03


As últimas pesquisas da OMS apontam que o Brasil está entre os dez países com maior taxa de suicídio no
mundo, além de caminhar contra a tendência mundial de redução desses números. Nos últimos dez anos, o
número de pessoas diagnosticadas com depressão no país cresceu 18,4%. A redação pode pedir que o
candidato disserte a respeito das causas do avanço da depressão e apresente propostas de políticas públicas
para seu combate. 

2. Obesidade no Brasil – 16/03 a 22/03


Assim como a depressão, a obesidade também é um problema de saúde pública em evidência no país,
atingindo cerca de 20% da população. Um recorte do tema pode ser a obesidade entre crianças, também
relacionada à desnutrição. 

3. Bullying e violência nas escolas brasileiras – 23/03 a 29/03


A violência nas escolas pode ser abordada na prova tanto do viés do “bullying” quanto relacionada à agressão
de professores — considerando o grande registro desses casos e o espaço que ganharam na mídia. O desafio
para o candidato é apresentar soluções equilibradas, efetivas e que envolvam o diálogo com a comunidade
escolar. 

4. Epidemias e volta de doenças erradicadas – 30/03 a 05/04


Este foi o ano de ressurgimento no Brasil de doenças que eram consideradas erradicadas, como o sarampo.
Por se tratar de um tema de saúde pública, ele é bem cotado para a prova, além de envolver debates de cunho
social, como o avanço do movimento antivacina. 

5. Controle parental na internet/ Segurança e proteção de dados– 06/04 a 12/04


O Estado brasileiro, bem como as famílias, estão diante de grandes desafios no que diz respeito à educação
para mídia e tecnologias. A disseminação do uso da internet entre crianças e adolescentes pode ser tema da
redação este ano, propondo um debate sobre o papel dos pais e do governo como mediadores. 

6. Desafios da mobilidade urbana no Brasil – 13/04 a 19/04


Os centros urbanos no Brasil estão em constante inchaço, acompanhados por um número crescente de
veículos individuais. Enquanto em 2004 havia 7,4 habitantes para um carro, dez anos depois essa proporção
foi para 4 habitantes por carro. O transporte público, por outro lado, enfrenta problemas com obras paralisadas
e pouco planejamento. Diante desse cenário, o candidato deve apresentar soluções efetivas para os grandes
problemas de mobilidade urbana — que envolvem pensar não só o transporte, mas a organização espacial das
cidades. 

7. Evasão escolar – 20/04 a 26/04


O Brasil tem a terceira maior taxa de evasão escolar do mundo — são 2 milhões de crianças e adolescentes
fora da escola. A redação pode pedir que o candidato disserte sobre o perfil dos que evadem e seus possíveis
motivos, além de apresentar soluções para o problema.

8. Habilidades socioemocionais nas escolas – 27/04 a 03/05


A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) trouxe como uma das propostas a implementação de disciplinas
que desenvolvam, desde cedo, as habilidades socioemocionais dos estudantes. Essas habilidades envolvem a
capacidade de se relacionar com pessoas, lidar com emoções, resolver conflitos, etc. Por ser também uma
pauta forte no mercado do trabalho, além de passar mais longe de discussões “polêmicas”, essa é uma aposta
para o Enem 2019.

9. Patriotismo – 04/05 a 10/05


Aqui, vários recortes temáticos podem ser feitos. Num deles, a reiteração do conceito de identidade nacional,
fazendo uma discussão em torno dos símbolos do Brasil como nação (bandeira, hino, "heróis" nacionais).
“Podem aparecer temas como a ideia da soberania do Brasil em relação ao seu território usando como
exemplo a questão amazônica ou trazendo a questão da saída dos médicos cubanos e a valorização dos
profissionais brasileiros” (Marcelo Pavani, diretor pedagógico do Curso Pré-Vestibular Oficina do
Estudante).

10. Discussão sobre vacinas – 11/05 a 17/05


A vacinação está em queda no Brasil. Esse tema permite que os alunos se posicionem contra ou a favor do uso
de vacinas, sem que haja grandes polêmicas em torno de questões políticas. Como sempre, há o aspecto
bastante importante para as versões anteriores do Enem —o respeito aos direitos humanos, que não deve ser
esquecido pelos candidatos ao construir sua argumentação.
"A Declaração Universal dos Direitos Humanos reconhece a saúde como um direito inalienável de todos os
indivíduos. Dadas as polêmicas recentes envolvendo esse critério de pontuação do Enem, não sabemos se
argumentações a favor do movimento antivacina seriam penalizadas, mas é bom estar atento", afirma Pavani.

11. Os malefícios do uso de drogas para indivíduo e sociedade – 18/05 a 24/05


Essa temática pode ser explorada pelo Enem, na avaliação do professor, de modo a levar o aluno a ter que se
posicionar sobre o consumo de drogas como o motor para os altos índices de criminalidade que afligem a
sociedade. "Os textos motivadores, que sempre acompanham a proposta, podem ser escolhidos de modo a
fornecer argumentos para essa tese", diz Pavani.

12. Importância da disciplina no ambiente escolar – 25/05 a 31/05


Outro tema caro ao conservadorismo, a ideia de associação entre disciplina e o ambiente escolar pode
aparecer na prova com muitas roupagens diferentes. Numa delas, pode-se trazer à discussão o bom
desempenho de sistemas de ensino baseados em disciplina, em países como a Coreia, por exemplo.

“Além disso, o reforço de que uma abordagem cívico-militar possa ser uma solução para a redução da evasão
e melhora dos índices escolares no Brasil pode entrar na pauta” (Marcelo Pavani, da Oficina do Estudante).

13. O liberalismo econômico e o desenvolvimento das sociedades – 01/06 a 07/06


Uma reflexão sobre a liberdade de empreender numa sociedade baseada no livre mercado e a importância do
liberalismo econômico na construção do modo de vida ocidental podem ser esperados do aluno. Esse é um
tema que permite uma articulação de conhecimentos históricos, geográficos e geopolíticos, o que pode testar o
repertório sociocultural que os alunos construíram ao longo do ensino básico.

14. Variedades linguísticas/ Apropriação cultural – 08/06 a 14/06


A variação linguística é um interessante aspecto da língua portuguesa.

“É um tema importante, neutro, pois ele não mexe com ideologias e não traria maiores consequências em
relação a polêmicas” (Eva Albuquerque, do Cursinho da Poli).

Além disso, o tema retrataria as inúmeras maneiras de comunicação existentes em nosso país e que, apesar
dessas variantes, se entende muito bem.

15. Valores da juventude – 15/06 a 21/06

Para Albuquerque, esse seria um ótimo tema para fugir de polêmicas, pois é uma boa oportunidade de o atual
governo escutar o que os jovens têm a dizer e descobrir quais são os seus projetos, seus valores, suas
formações, sonhos e o que eles esperam do Brasil.

16. Caminhos para combater a violência nas escolas – 22/06 a 28/06


Este tema viria ao encontro de um projeto do presidente Bolsonaro que visa a criação de escolas cívico-
militares para tornar os ambientes escolares mais seguros e disciplinados.
“Alguns estudantes poderiam dar dicas e soluções. Este é outro assunto que fugiria de temas ideológicos”
(Eva Albuquerque, do cursinho da Poli).

17. Como solidificar os valores da família – 29/06 a 05/07


Como evitar a desagregação e resgatar valores de união entre os membros para uma sociedade saudável? Falar
de uma sociedade que aposta no poder da família e o que fazer para que ela seja unida e sólida é outra aposta.
18. Cuidado com o meio ambiente – 03/08 a 09/08
Essa seria uma outra alternativa, pois os jovens teriam a oportunidade de manifestar a sua opinião sobre a
preservação ambiental e falar sobre as suas percepções sobre o tema, que poderiam variar em relação ao
cuidado com o lixo, com as águas, a questão das queimadas nas florestas, as cidades e a sua limpeza, por
exemplo.

19. Trabalho Escravo - 03/08 a 09/08


A legislação brasileira atual classifica como trabalho análogo à escravidão toda atividade forçada – quando a
pessoa é impedida de deixar seu local de trabalho – desenvolvida sob condições degradantes ou em jornadas
exaustivas. Também é passível de denúncia qualquer caso em que o funcionário seja vigiado constantemente,
de forma ostensiva, por seu patrão.
20. Saúde Mental – 10/08 a 16/08
Depressão. Ansiedade. Bullying dentro e fora da escola. Tema amplo (tema universal). Pensar em causa,
consequência, associar Setembro Amarelo. Comparações de épocas – séc. XX e séc. XXI.

21. Sistema Carcerário - 10/08 a 16/08


Segundo dados do Ministério da Justiça e do Departamento Penitenciário Nacional (DEPEN), em seu relatório
do Levantamento Nacional de Informações Penitenciárias (Infopen), o Brasil apresentou, nos últimos 14 anos,
um aumento de 267,32% de sua população carcerária. Não só esse aumento é um dado preocupante, mas
também o fato do país exceder, de longe, a média mundial de presos por habitantes. Hoje, o Brasil tem 306
pessoas presas para cada 100 mil cidadãos, sendo que a média é de 144 para cada 100 mil.

22. Sexualidade na escola – 17/08 a 23/08


Mudanças de currículo na escola. As escolas deveriam discutir mais essa questão. Violência obstétrica.
Questão de saúde pública?

23. Gravidez na adolescência - 17/08 a 23/08


A taxa de natalidade de adolescentes no Brasil pode ser considerada alta dadas as características do contexto
de desenvolvimento brasileiro, sendo observado um viés de renda, raça/cor e escolaridade significativo na
prevalência desse tipo de gravidez5 (adolescentes pobres, negras ou indígenas e com menor escolaridade
tendem a engravidar mais que outras adolescentes).

24. Meio Ambiente – 24/08 a 30/08


Amazônia. Lixo. Questão da água. ONU + Sustentabilidade. Desastres ambientais: Mariana, Brumadinho.

25. Maus tratos a animais de rua – 24/08 a 30/08


A Organização Mundial da Saúde estima que só no Brasil existam mais de 30 milhões de animais
abandonados, entre 10 milhões de gatos e 20 milhões de cães. Em cidades de grande porte, para cada cinco
habitantes há um cachorro. Destes, 10% estão abandonados. No interior, em cidades menores, a situação não é
muito diferente. Em muitos casos o numero chega a 1/4 da população humana.

26. Funk como cultura ou Identidade da música brasileira – 31/08 a 06/09


Cultura da periferia. Erotização. Camarotização da sociedade.

27. Xenofobia – 31/08 a 06/09


No Brasil, xenofobia é crime tipificado na lei 9.459, de 1997. Seu primeiro artigo diz: serão punidos, na forma
desta lei, os crimes resultantes de discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência
nacional. 

28. Relação jovem e tecnologia/Exposição nas redes – 07/09 a 13/09


Dependência. Tipos de gerações.
29. Dificuldades no acesso ao sistema público de saúde brasileiro. – 07/09 a 13/09
Sistema de saúde: Além de ser público, é gratuito. Universal – para qualquer pessoal, geral. Irrestrito – pode
ser desde a exames, consultas, como cirurgias.
Dificuldades: Infraestrutura – pessoas suficientes, medicamentos, equipamentos.
Superlotação – excesso de pessoas. Atendimento não humanizado.
Consequência: dificuldade de atendimento eficiente (teoria x prática). Atendimento deficiente.

30. Os efeitos do culto a aparência na sociedade contemporânea – 14/09 a 20/09


Consequências da exaltação exacerbada da estética, da aparência. Indústria da moda. Capitalismo em cima de
um problema/ carência.

31. As manifestações de violência dentro dos estádios de futebol – 14/09 a 20/09


Estádios são sinônimo de festa, lazer e entretenimento, contudo são palco de agressões físicas, verbais, morais
e psicológicas - PARADOXO da teoria x prática.

32. A participação política do jovem no Brasil contemporâneo – 21/09 a 27/09


Não há nada mais eficiente para pressionar um político do que ir para as ruas. Quando as redes sociais
começaram a se popularizar, em meados dos anos 2000, havia quem acreditasse que os protestos migrariam
do mundo físico para o mundo virtual. Surgiu então a figura do manifestante de sofá. Aquela pessoa que se
engajava em diversas campanhas on-line, defendendo seus ideais, mas que se recusava a colocar o nariz para
fora de casa. Com o tempo, os manifestantes de sofá perceberam que eram irrelevantes. Como forma de
pressão, grupos de discussão em redes sociais ou abaixo-assinados virtuais eram pouco efetivos. Foi aí que
mudou o papel das redes sociais na política. Os manifestantes descobriram que elas eram mais eficazes como
ferramentas de mobilização no mundo físico.

33. O combate a pedofilia no Brasil – 21/09 a 27/09


Comumente, diz-se que "pedofilia é crime", mas não é exatamente assim. Pedofilia é uma doença classificada
pela Organização Mundial de Saúde (OMS) desde os anos 60. Segundo o Código Penal brasileiro, o que é
crime é o abuso sexual de menores de 14 anos e consumo e distribuição de pornografia infantil. A discussão
sobre pedofilia é tabu em boa parte do mundo, mas especialistas lutam para que o diagnóstico e o tratamento
do pedófilo sejam mais amplamente divulgados. A razão é simples: o tratamento pode evitar que pedófilos se
tornem abusadores e criminosos e, logo, que haja menos vítimas. Não existe cura para as parafilias. Logo, a
pedofilia também não tem cura. O que isso significa? Que os pedófilos conviverão com o problema por toda a
vida e que por isso é necessário tratamento. Não há como mudar o interesse destas pessoas, mas com a terapia
é possível ajudá-los a controlar e não agir a partir de seus impulsos. O tratamento pode ajudar que não haja
novas vítimas e para que aqueles que já cometeram algum crime não voltem a fazê-lo.
Tratar pedófilos é um desafio da medicina.

34. O esporte como ferramenta de inclusão social no Brasil – 28/09 a 04/10

Ao observar histórias de jovens que venceram condições econômicas adversas e hoje despontam como
grandes nomes do esporte no cenário mundial, fica mais do que evidente a importância da prática esportiva
como ferramenta de inclusão social. E não apenas no futebol, a paixão de todo brasileiro. Também é possível
observar vários exemplos de superação no atletismo, corrida de rua, basquete, entre outras modalidades.
No entanto, sozinhos e sem suporte, o sonho de crianças e jovens fica muito difícil e distante de ser
concretizado.

35. Eutanasia - 28/09 a 04/10


No Brasil, a eutanásia está se tornando uma verdadeira polemica, tendo em vista que algumas pessoas apoiam
sua pratica e outras a descrimina totalmente. Tal atitude é considerada ilegal na maioria dos países, inclusive
no Brasil, porém, vem sendo analisada pela comissão de juristas que trabalha em um novo Código Penal.