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REVISÃO ENEM

LPL
RECURSOS
ESTILÍSTICOS:

FIGURAS DE
LINGUAGEM
Figuras de linguagem: são
recursos estilísticos utilizados no nível
dos:
 SONS;
 PALAVRAS;
 ESTRUTURAS SINTÁTICAS;
 SIGNIFICADO;

para dar maior valor expressivo à


linguagem.
FIGURAS SONORAS
TRABALHA COM O SOM DAS PALAVRAS

1 - Onomatopeia: palavras especialmente criadas para


representar sons específicos (vozes de animais, ruídos, barulhos
da natureza).

2 - ALITERAÇÃO: repetição de um mesmo som consonantal.

3 - ASSONÂNCIA: efeito semelhante ao da aliteração a partir da


repetição de sons vocálicos em sílabas tônicas.

4 - Paronomásia: semelhança sonora e gráfica entre palavras de


significado distintos (parônimos – eminente/iminente).
FIGURAS DE PALAVRAS –
CONSISTE NA SUBSTITUIÇÃO DE UMA PALAVRA POR OUTRA

1 - Metonímia: ocorre quando uma palavra é utilizada em lugar de outra, para


designar algo que mantém uma relação de “proximidade” com o referente da
palavra substituída.

2 - PERÍFRASE: figura de linguagem na qual substituímos um nome/substantivo


por uma expressão que lembre um aspecto, qualidade ou característica.
Obs.: quando a perífrase indica uma pessoa, recebe o nome
de antonomásia.

3 - SINÉDOQUE: consiste em empregar o todo pela parte, ou vice-versa,


do mais para o menos, ou vice-versa.

4 - Comparação: semelhante à metáfora usada para demonstrar


qualidades ou ações de elementos.
5 - Metáfora: figura de estilo (ou tropo linguístico),
que consiste na comparação de dois termos sem o uso
de um conectivo.

6 - Catacrese: na falta de uma palavra específica para


designar determinado objeto, utiliza-se uma outra a
partir de alguma semelhança conceitual.

7 - Sinestesia: associação, em uma mesma


expressão, de sensações percebidas por
diferentes órgãos de sentido.
FIGURAS DE PENSAMENTO
TRABALHA COM AS IDEIAS

1 – Antítese: Consiste na utilização de dois termos


que contrastam entre si. Ocorre quando há uma
aproximação de palavras ou expressões de sentidos
opostos.

2 – Paradoxo: Consiste numa proposição aparentemente


absurda, resultante da união de ideias contraditórias.

3 – Eufemismo: Consiste em empregar uma expressão


mais suave, mais nobre ou menos agressiva, para
comunicar alguma coisa áspera, desagradável ou chocante.
4 - Ironia é a figura de linguagem que consiste
no emprego de uma palavra ou expressão de
forma que ela tenha um sentido diferente do
habitual e produza um humor sutil. Para que a
ironia funcione, esse jogo com as palavras deve
ser feito com elegância, de uma maneira que não
deixe transparecer imediatamente a intenção.

5 – Hipérbole: É a expressão intencionalmente


exagerada com o intuito de realçar uma ideia.

6 - Prosopopeia ou Personificação: Consiste


em atribuir ações ou qualidades de seres
animados a seres inanimados, ou características
humanas a seres não humanos.
7 – Apóstrofe: Consiste na "invocação" de alguém ou de
alguma coisa personificada, de acordo com o objetivo do discurso
que pode ser poético, sagrado ou profano. Caracteriza-se pelo
chamamento do receptor da mensagem, seja ele imaginário ou
não.
o ‘Moça, que fazes aí parada?”
o "Pai Nosso, que estais no céu...“

8 – Gradação: Consiste em dispor as ideias por meio de


palavras, sinônimas ou não, em ordem crescente ou
decrescente. Quando a progressão é ascendente, temos
o clímax; quando é descendente, o anticlímax.
 Havia o céu, havia a terra, muita gente e mais Joana com
seus olhos claros e brincalhões...
 "Vive só para mim, só para a minha vida, só para meu amor".
(Olavo Bilac)
 "O trigo... nasceu, cresceu, espigou, amadureceu, colheu-se."
(Padre Antônio Vieira)
FIGURAS DE SINTAXE OU DE
CONSTRUÇÃO
MODO COMO AS PALAVRAS COMBINAM NA ORAÇÃO

1 – Elipse: Omissão de uma ou mais palavras, sem


prejudicar o sentido da frase.

2 – ZEUGMA: Trata-se de um caso especial de elipse,


quando o termo omitido já tiver sido expresso
anteriormente.

3 – Anacoluto: Consiste na quebra da estrutura sintática da


oração, qual se introduz uma palavra ou expressão que fica
solta, sem ligação sintática com outros termos.

4 – Anáfora: Repetição da mesma palavra ou expressão no


início de versos ou frases seguidas.
5 – Hipérbato: Consiste na inversão brusca da posição normal dos
termos de uma oração ou das orações de um período.
"Ouviram do Ipiranga as margens plácidas
De um povo heroico o brado retumbante.”
As margens plácidas do Ipiranga ouviram o brado retumbante de
um povo heroico.

6 – Sinquise: Inversão radical da ordem típica da oração, podendo


provocar ambiguidade ou dificultar a compreensão do que está
sendo dito.
o Um cãozinho tinha Paulo bonito e fofinho.

7 – Polissíndeto: Uso de conjunções, especialmente as aditivas (e,


nem).
8 – Assíndeto - Ocorre quando há a supressão (retirada) do
conectivo (conjunção).

9 – Pleonasmo: Consiste no uso simultâneo de termos diferentes,


porém, com o mesmo sentido, para realçar uma ideia ou deixá-la
mais clara.
RELAÇÃO ENTRE FONEMA E LETRA
Encontro consonantal: é a sequência de duas ou mais
consoantes na mesma sílaba ou não.

BL: blo-co PR e NT: pran-to CL: cla-ve DR: vi-dro


FL: fla-ne-la FR e NQ: fran-que-za GN: dig-no
MN: mne-mô-ni-co PN: pneu PT: pte-ri-dó-fi-to TM: rit-mo

Dígrafo: é o grupo de duas letras que representa um único


fonema. São dígrafos da língua portuguesa: lh, nh, ch, rr, ss, qu
(seguidos de e ou i), gu (seguidos de e ou i), sc, sç, xc e xs.

Dígrafo vocálico Dígrafo Consonantal


dente sombra passeio
mundo desço molho
conta cheiro queijo
sombra ascenção ninho
tampa excelência correio
DIVISÃO SILÁBILICA:
1 – Não se separam as vogais de ditongos e tritongos: pai-xão, i-guais.
2 – Separa-se o ditongo do hiato, quanto aparecem juntos: mei-a, boi-a, sa-
iu.
3 – Separam-se as consoantes dos dígrafos rr, ss, sc, sç, xc: bar-ro, pas-so,
as-cen-der, des-ço, ex-ce-len-te.
4 – Separam-se as vogais dos hiatos: mo-í-do, ba-ú.
5 – Não se separam os dígrafos lh, nh, ch, gu, qu: ga-lho, vi-nho, cha-ma,
guer-ra, bos-que.
6 – Não se separam da sílaba anterior as consoantes que não forem
seguidas de vogal: ap-to, ad-mis-são.
7 – Não se separam os encontros consonantais que iniciam palavras: gno-
mo, pneu-má-ti-co.
8 – Os prefixos (des-, in-, sub-) desmembram-se para formar outra sílaba
quando seguidos de vogal: de-su-ni-ão, i-ne-vi-tá-vel, su-ben-tem-der.
SÍLABA TÔNICA

 Oxítonas: quando a sílaba tônica (mais forte) é a


última: será, você, vapor, anzol, atum, carijó.
 Paroxítonas: quando a sílaba tônica é a
penúltima: difícil, hífen, carrinho, agasalho.
 Proparoxítona: quando a sílaba tônica é a
antepenúltima: última, pântano, límpido, mágico,
escândalo.
REGRAS GERAIS PARA
ACENTUAÇÃO
 PROPAROXÍTONAS: Todas as proparoxítonas são
acentuadas em português: lâmpada, fósforo, música,
amássemos

o PAROXÍTONAS: São as mais numerosas na língua e, por


isso, não recebem acento (a não ser que constituam um dos
casos especiais). São acentuadas as paroxítonas terminadas
em:
I, IS, U, US>>> júri, júris, táxi, táxis, grátis, bônus, Vênus
L, N, R, X, PS>>> míssil, fóssil, hífen, abdômen, revólver,
clímax, bíceps
Ã, ÃS, ÃO, ÃOS>>> ímã, ímãs, órfão, órfãos
ON, ONS>>> íon, elétron, elétrons...
UM, UNS>>> álbum, álbuns...
Paroxítonas terminadas em ditongo oral seguido ou não de s>>>
*Com a Reforma Ortográfica, deixam de ser acentuados os
ditongos abertos das paroxítonas>>> heróico – heroico, idéia
– ideia, assembléia – assembleia

Acentuam-se o I e U tônicos quando não formam ditongo com a


vogal anterior, estando sozinhos na sílaba ou seguidos apenas
de S>>> sa-í-da, sa-ú-de, e-go-ís-mo...
*Se o I for seguido de NH não será acentuado>>> rainha,
bainha.

 OXÍTONAS: Acentuam-se os oxítonos terminados em a (as),


e (es), o (os), em, ens>>> Paraná, café, cipó, após, ninguém ,
parabéns

 Acentuam-se os ditongos abertos (éi), (éu), (ói)*, quando


tônicos>>> céu, céus, papéis, herói...

 MONOSSÍLABOS TÔNICOS: Acentuam-se os


monossílabos tônicos terminados em a (as), e (es), o (os)>>>
lá, fé, pó, nós, pés, lê, vê
 Os verbos TER e VIR>>> na terceira pessoa do plural, recebem
acento:
Ela tem vários sapatos, eles têm apenas um.
Elas vêm de avião; ele vem de carro.

o “CREDELEVE”
Com a Reforma Ortográfica: esses verbos e seus derivados deixam de
ser acentuados - creem, descreem, releem.

o ACENTO DIFENRECIAL - Não

PARA, PÁRA - PARA, PARA


PÊRA, PERA - PERA, PERA
PELO, PÉLO, PÊLO - PELO, PELO, PELO

 ACENTO DIFERENCIAL - OBRIGATÓRIO


PODE, PÔDE
POR, PÔR (verbo)
FORMA (formato), FÔRMA (substantivo)
USO DO HÍFEN: Regra geral - Usa-se o hífen nas palavras
compostas quando o primeiro termo está representado por um
substantivo, adjetivo, numeral ou verbo.

Abaixo-assinado, Ano-luz, Longa-metragem, Porta-luvas,


Primeiro-ministro, Bate-boca, Conta-gotas, Má-fé

• FORMAS COM UMA • FORMAS COM DUAS


ETNIA – Sem hífen OU MAIS ETNIAS – com
hífen

 AFRODESCENDENTE
 ANGLOFALANTE AFRO-BRASILEIRO
 EUROCÊNTRICO ANGLO-SAXÃO
 LUSOFONIA EURO-ASIÁTICO
LUSO-AFRICANO
o Com hífen:
Para e manda:
Para-lamas, Para-choque, Para-brisa, Manda-lua, Manda-tudo
Exceção: Mandachuva, Paraquedas (e seus derivados)

Palavras compostas que dão nome a espécies botânicas e


zoológicas : ABÓBORA – MENINA, BEM-TE-VI, COCO-DA-
BAÍA, COUVE-FLOR, ERVA-DOCE, JOÃO-DE-BARRO

Adjetivo composto que se refere ao lugar onde se nasce:


BELO-HORIZONTINO, MATO-GROSSENSE, MATO-
GROSSENSE-DO-SUL, JUIZ-FORANO
• Hífen quando o • Usa-se hífen se o
primeiro elemento segundo elemento inicia
for: além, aquém, com H:
recém, bem e sem:  ANTE-HISTÓRICO

 ANTI-HIGIÊNICO
 ALÉM-ATLÂNTICO
 AUTO-HUMILHAÇÃO
 ALÉM-FRONTEIRAS
 CONTRA-HARMÔNICO
 AQUÉM-MAR
 GEO-HISTÓRIA
 RECÉM-CASADO  NEO-HELÊNICO
 BEM-HUMORADO  PROTO-HOMEM

 BEM-NASCIDO  PSEUDO-HUMANISTA

 BEM-ESTAR  SEMI-HOSPITALAR

 SOBRE-HUMANO
 SEM-CERIMÔNIA
 ULTRA-HUMANO
 SEM-NÚMERO
• 1º ELEMENTO TERMINA • 2º ELEMENTO COMEÇA
COM A MESMA VOGAL COM VOGAL
DO 2º ELEMENTO – com DIFERENTE DO 1º
hífen ELEMENTO - sem hífen
 ANTI-INFLACIONÁRIO  ANTEAURORA
 ARQUI-INIMIGO
 ANTIAÉREO
 AUTO-OBSERVAÇÃO
 AEROESPACIAL
 CONTRA-ARGUMENTO
 AGROINDUSTRIAL
 EXTRA-ATMOSFÉRICO
 AUTOAJUDA
 INFRA-ASSINADO
 CONTRAINDICAÇÃO
 MICRO-ONDAS
 INFRAESTRUTURA
 MULTI-
INSTRUMENTALISTA  PLURIANUAL

 SEMI-INTEGRAL  SEMIÁRIDO

 SOBRE-EXALTAR  SOCIOECONÔMICO
 SUPRA-AXILAR  ULTRAELAEVADO
• 2º ELEMENTO • Co-, pro-, pre, re unem-se ao
COMEÇA COM R OU S segundo elemento, mesmo
– dobra o “r” ou “s” – quando este é iniciado por o ou
e:
sem hífen
 COOPERAR, COAUTOR,
 ANTIRRELIGIOSO COEDITOR, PROEMBRIÃO,
 ANTISSEMITA  PREENCHIDO, REESCREVER
 BIORRITMO

 CONTRARREGRA • Os prefixos pós-, pré-, pró-


 CONTRASSENHA separam-se por hífen quando o
segundo elemento tiver vida à
 ELETROSSIDERURGIA
parte:
 EXTRARREGULAR  PÓS-BIBLICO, PÓS-
 INFRASSOM DOTOURADO, PRÉ-
ANESTÉSICO, PRÉ-
 MACRORREGIÃO
CARNAVALESCO, PRÓ-
 MICROSSISTEMA MEMÓRIA, PRÓ-REITOR
 MINISSAIA

 ULTRASSONOGRAFIA
Denotação Conotação
Palavra com significação Palavra com significação
restrita. ampla, criada pelo
contexto.
Palavra com sentido Palavra com sentidos
comum, aquele que carregam valores
encontrado no dicionário. sociais, afetivos,
ideológicos, etc.
Palavra utilizada de Palavra utilizada de
modo objetivo. modo criativo, artístico.
Linguagem exata e Linguagem expressiva,
precisa. rica em sentidos.
FORMAÇÃO DE PALAVRAS
 Derivação: Consiste, basicamente, na modificação de
determinada palavra primitiva por meio do acréscimo de
afixos.

1) Derivação prefixal: acréscimo de um prefixo ao radical.


Ex.: re/com/por (dois prefixos), desfazer,impaciente.

2) Derivação sufixal: acréscimo de um sufixo ao radical.


Ex.: realmente, folhagem.

3) Derivação prefixal e sufixal: acréscimo de um prefixo e


um sufixo num mesmo radical.
Ex.: deslealmente (des – prefixo e mente – sufixo). Você pode
observar que os dois afixos são independentes: existem as
palavras desleal e lealmente.
4) Derivação parassintética: A derivação parassintética
ocorre quando um prefixo e um sufixo são acrescentados à
palavra primitiva de forma dependente, ou seja, os dois
afixos não podem se separar, devem ser usados ao mesmo
tempo, pois sem um deles a palavra não se reveste de
nenhum significado.
Ex.: anoitecer ( a – prefixo e ecer – sufixo), neste caso, não
existem as palavras anoite e noitecer, pois os afixos não
podem se separar.

5) Derivação regressiva: ocorre quando se retira a parte


final de uma palavra derivada. É o processo de formação de
substantivos derivados de verbos (1ª e 2ª conjugações); tais
substantivos são chamados de “deverbais”.
Ex.: mengo (flamengo), dança (dançar), portuga
(português)
6) Derivação imprópria: ocorre quando a palavra muda
de classe gramatical. A derivação imprópria, mudança de
classe ou conversão ocorre quando palavra comumente
usada como pertencente a uma classe é usada como
fazendo parte de outra.
Ex.: coelho (substantivo comum) usado como substantivo
próprio em Daniel Coelho da Silva
 Verde, geralmente como adjetivo (Comprei uma
camisa verde.) usado como substantivo (O verde do
parque comoveu a todos.)
 Composição: Consiste na formação de palavras pela
junção de duas delas. A formação de palavras por composição
dão-se por:

1) Justaposição: sem alteração fonética (palavras compostas


sem alteração fonética).
Ex: beija-flor, girassol, passatempo

2) Aglutinação: há alteração fonética na formação da palavra.


Ex: aguardente, planalto, pernalta

 Outros Processos de Formação de Palavras


1) Hibridismo: palavras formadas por elementos vindos de
outros idiomas. Ex: Romanista – Romano (latim) + -ista (grego)

2) Abreviação vocabular: a forma original deu origem a uma


forma abreviada. Ex: motocicleta > moto

3) Siglas: criação de palavras a partir de siglas. Ex: AIDS.


MORFOLOGIA
Morfologia é o estudo da
palavra na nossa língua.
1 – Substantivo
2 – Adjetivo
3 – Numeral
4 – Artigo
5 - Pronome
6 – Verbo
7 – Advérbio
8 – Conjunção
9 – Preposição
10 - Interjeição
SINTAXE – PERÍOD SIMPLES
• Termos essências da oração:
– sujeito
– predicado
• Termos integrantes da oração:
– complemento nominal
– complementos verbais:
• objeto direto
• objeto indireto

• predicativo do objeto
• agente da passiva

• Termos acessórios da oração:


– adjunto adnominal
– adjunto adverbial
– aposto
– vocativo
TIPOS DE SUJEITO
• simples => Apresenta um único núcleo.
• composto => Apresenta mais de um núcleo.
• oculto (desinencial ou implícito) =>
Encontra-se implícito na forma verbal ou no
contexto.
• indeterminado => Quando não se quer ou
não se pode identificar claramente a quem o
predicado da oração se refere.
• oração sem sujeito (inexistente) =>
Formada apenas por predicados, nos quais
aparecem verbos impessoais.
VERBOS DE LIGAÇÃO (OU DE ESTADO)
Não expressam ações do sujeito;
Ligam o sujeito a seu atributo, estado ou
característica;
– Eu sou o poeta solitário.
– Minha namorada está atrasada.
– Pedro parecia feliz em sua nova casa.
– Todos permaneceram calados.
– A novela continua enfadonha.
– O rapaz tornou-se um grande político.
– Joana anda preocupada com as dívidas.
– Nós ficamos alegres por sua nomeação.
– Nós viramos fãs do novo candidato
 TRANSITIVO DIRETO
 Exige complemento sem preposição obrigatória. O
complemento é denominado objeto direto.
 Presidente receberá governadores. (OD)
 Prefeitura compra novos computadores. (OD)

 TRANSITIVO INDIRETO
 Exige complemento com preposição obrigatória. O
complemento é denominado objeto indireto.
 Eleitor não obedece à convocação do TRE. (OI)
 População ainda acredita nos políticos. (OI)

 TRANSITIVO DIRETO E INDIRETO


 Possuem dois complementos; o objeto direto e o objeto
indireto.
 Governador perdoa a Deputado traição do passado.
 Empresário doa rendimentos do mês à UNICEF.
TIPOS DE PREDICADOS
o Predicado verbal: Aquele que tem como núcleo (palavra mais
importante) um verbo significativo.
Ex.: Ministro anuncia reajuste de impostos.
Núcleo: anuncia (verbo significativo)

 Predicado nominal: Aquele cujo núcleo é um nome


(predicativo). Nesse tipo de predicado, o verbo não é significativo
e sim de ligação. Serve de elo entre o sujeito e o predicativo.
Ex.: Todos estavam apressados.
Núcleo: apressados (predicativo)

o Predicado verbo-nominal: Aquele que possui dois núcleos: um


verbo significativo e um predicativo do sujeito ou do objeto.
Ex.: O juiz julgou o réu culpado.

Núcleos:
julgou- verbo significativo
culpado- predicativo do objeto (o réu)
PREDICATIVOS
(ATRIBUTO, CARACTERÍSTICA, INFORMAÇÃO, QUALIDADE OU
ESTADO)

PREDICATIVO DO SUJEITO
É o termo que atribui característica,
qualidade ou estado ao sujeito.
Sua presença é confortante.

PREDICATIVO DO OBJETO
É o termo que atribui característica,
qualidade ou estado ao Objeto
Direto ou ao Objeto Indireto.
A prefeitura conservou a cidade limpa.
COMPLEMENTO NOMINAL
É o termo sintático que complementa nomes,
isto é, substantivos, adjetivos e advérbios.
Obrigatoriamente, o complemento nominal é regido
de preposição.

 Declare seu amor pelo Ceará.


 A oposição votou favoravelmente ao governo.
 O torcedor tinha fé em seu time.
 Fiquei indiferente a sua desculpa.
ADJUNTO ADNOMINAL
É o termo da oração que modifica um
substantivo, qualquer que seja sua função
sintática, qualificando-o, especificando-o,
determinando-o ou indeterminando-o.
 Adjetivo (antes do verbo)
 Artigo
 Numeral
 Pronome adjetivo
 Locução adjetiva (antes do verbo)

ADJUNTOS ADVERBIAIS: relação sintática


dos advérbios
APOSTO
• É o termo que explica, desenvolve, identifica ou
resume um outro termo da oração,

EX: Terra Vermelha, romance de Domingos


Pellegrini, conta a história da colonização de
Londrina.

VOCATIVO
• O vocativo é um termo independente que
serve para chamar por alguém, para
interpelar ou para invocar um ouvinte real
ou imaginário.
– Marcela, dê-me um beijo!
SINTAXE – PERÍODO COMPOSTO

Conceito: oração coordenada é aquela que não


exerce função sintática em relação a outra oração.
Ou seja, a oração coordenada é independente.

Classificação das orações coordenadas:

• assindética: não apresenta conjunção.


• sindética: apresenta conjunção.
Classificação Principais
da coord. conjunções Exemplos
sindética coordenativas
Aditiva e, nem, mas também... Ex.: Nosso amigo não veio,
nem mandou notícias.

Adversativa mas, porém, todavia, Ex.: Ele era muito rico, mas
não era feliz.
contudo, entretanto...

Alternativa ou ... ou; ora ... ora Ex.: Ora o tempo melhora,
ora recomeça a chuva.
quer ... quer...

Conclusiva portanto, logo, por isso, Ex.: Este cavalo é bravo,


portanto tome cuidado.
pois (posposto verbo)

Explicativa porque, que, pois


(anteposto ao verbo)
Ex.: Volte logo, porque
amanhã será tarde.
• Oração subordinada é a que exerce uma
função sintática em relação a uma outra
oração, chamada oração principal e que
pede complemento.
Dependendo da função sintática que
exercem, as orações subordinadas podem
ser classificadas em: Substantivas,
Adjetivas ou Adverbiais.
Oração Subordinada EXEMPLO Conjunção integrante
Substantiva “QUE” – “SE”

Subjetiva: Começa É provável que muitos durmam hoje


com Verbo de ligação - na aula.
particula –se ( ser,
ficar, continuar,
observa-se)
Objetiva Direta: A sala deseja que a prova seja fácil
termina com um verbo
transitivo direto
Objetiva Indireta: 3º lembrem-se de que só têm mais 8 meses
termina com um verbo na Etec.
transitivo indireto.
Apositiva: termina Desejo –lhe uma que tire MB na prova.
com um substantivo e : coisa:
ou ,
Predicativa: termina Seu sonho é que possa dormir amanhã
com verbo de ligação. , a manhã toda.
Completiva Nominal: O 3º tem o sonho de que passem no vestibular.
termina com um
substantivo que pede
Oração Pronome EXEMPLO
Subordinada Relativo “QUE”
Adjetiva

Restritiva: O 3º que estuda só tira MB nas


restringe a todos os dias provas.
caracterização,
deixando ela
explícita, sem
vírgula.

Explicativa: O 3º,que é meu vai embora em


caracteriza entre xodó, breve.
vírgulas
Oração Conjunções EXEMPLO
Subordinada Subordinativas
Adverbial
Condicional: indica Se vocês se Ganharão pirulito
condição (se, a menos comportarem, semana que vem.
que, desde que, caso,
contanto que.

Concessiva: Apesar de não terão de me


concessão, ceder algo. gostarem , aguentar o ano todo.
(embora, apesar de
que, se bem que)

Conformativa: Segundo a Lidiane, o curso técnico mais


conformidade. legal é LAZER.
(conforme, segundo)

Comparativa: Você são tão amáveis quanto um elefante.


comparação. (como,
tão...quanto)
Oração Subordinada Conjunções EXEMPLO
Adverbial Subordinativas
Consecutiva: Vocês são tão legais, que sentirei saudades.
consequência (tão...que,
tamanha...que)
Final: finalidade. Para que saibam tudo estudem.
(para que) na prova,
Temporal: indica Quando sentirem venham na Etec.
tempo. (quando, minha falta,
enquanto, sempre que,
assim que)
Causal: causa , Já que tirei MB com a vou dar um presente
circunstância (que, Jhessy, para ela.
pois, porque, como,
visto que, uma vez que ,
já que)
Proporcional: indica À medida que o tempo me apeguei mais à
proporção. (à proporção passou, vocês.
que, à medida que,
tanto mais.)
Oração Subordinada Oração EXEMPLO
Substantiva Subordinada
Adjetiva
Subjetiva: Começa com Restritiva: restringe a Consecutiva:
Verbo de ligação - caracterização, consequência
particula –se deixando ela explícita,
sem vírgula.
Objetiva Direta: Explicativa: Final: finalidade.
termina com um verbo caracteriza entre
transitivo direto vírgulas

Objetiva Indireta: Oração Subordinada Temporal: indica


termina com um verbo Substantiva tempo.
transitivo indireto.
Apositiva: termina com Condicional: indica Causal: causa ,
um substantivo e : ou , condição. circunstância
Predicativa: termina Concessiva: concessão, Proporcional: indica
com verbo de ligação. ceder algo. proporção.
Completiva Nominal: Conformativa: Consecutiva:
termina com um conformidade. consequência
PONTUAÇÃO
. (ponto) - para marcar final de frases.
, (vírgula) - separar uma lista de itens, o vocativo, o
aposto, o adjunto adverbial e para indicar pausa na
leitura.
? (ponto de interrogação) - final de frases
interrogativas diretas
! (ponto de exclamação) - indicar surpresas, traduzir
ordens.
- (hífen) - para palavras compostas.
: (dois pontos) - emprega-se geralmente, antes de
citações, enumerações ou orações que explicam o
enunciado anterior.
; (ponto e vírgula) - estabelecer divisões bem marcadas entre
uma ideia e outra, para separar orações com sentido oposto ou
ainda para separar itens em séries que anteriormente já vieram
separados por vírgula.
( ) (parênteses) - para incluir informação extra em uma frase,
como por exemplo, datas, ideias, exemplos etc.
… (reticências) - para indicar uma interrupção da estrutura da
frase que não foi concluída por algum motivo e em citações
onde alguns trechos foram excluídos.
“ ” (aspas) - para introduzir frases ou ideias de terceiros ou de
uma citação; em palavras estrangeiras, expressões latinas,
palavras grafadas erradamente, neologismos e gíria ainda não
incorporada ao vocabulário.
— (travessão) - utilizado na representação gráfica de diálogos,
quando há mudanças de interlocutor.
CRASE
REGÊNCIA NOMINAL
Hábil em
 Acessível a Habituado a
 Acostumado a ou com Inacessível a
 Alheio a Indeciso em
 Alusão a Invasão de
 Ansioso por Junto a ou de
 Atenção a ou para Leal a
 Atento a ou em Maior de
 Benéfico a Preferência a ou por
 Compatível com Preferível a
 Cuidadoso com Prejudicial a
Próprio de ou para
 Desacostumado a ou com
Próximo a ou de
 Desatento a Querido de ou por
 Desfavorável a Respeito a ou por
 Desrespeito a Sensível a
 Estranho a Simpatia por
 Favorável a Simpático a
 Fiel a Útil a ou para
 Grato a
É necessário sua presença. / É necessária a sua presença.
É proibido entrada de estranhos./ É proibida a entrada de estranhos
Canja é bom. /A canja é boa.

Menos – não existe menos

MEIO/MEIA - metade, concorda com o nome a que se refere: Bebi meio copo de
leite. Bebi meia xícara de café

MEIO – Um pouco: O menino estava meio triste. A menina estava meio triste.
LITERATURA
Início: Semana de Arte Moderna

Contexto histórico: Fundação do Partido Comunista


Brasileiro
 A Revolução de 1930
 Poesia nacionalista.
Espírito irreverente, polêmico e destruidor, movimento
contra.
Anarquismo, luta contra o tradicionalismo; paródia, humor.
MODERNISMO

Liberdade de estética. Verso livre sem uso da métrica.


Linguagem coloquial.

Destacaram-se:
- Mário de Andrade - Obra: Pauliceia desvairada (Prefácio
Interessantíssimo)
- Oswald de Andrade - Obra: Manifesto antropofágico / Pau-
Brasil
- Manuel Bandeira - Obra: Libertinagem
Contexto histórico:

A Era Vargas
 Lampião e o cangaço no sertão
MODERNISMO - 2 FASE

 Destaca-se a prosa regionalista nordestina (prosa neo-realista e neo-


naturalista).

Representantes:
- Graciliano Ramos - representante maior, criador do romance psicológico
nordestino - Obras: Vidas Secas; São Bernardo.
- Jorge Amado - Obras: Mar Morto; Capitães da Areia.
- José Lins do Rego - Obras: Menino de Engenho; Fogo Morto.
- Rachel de Queiroz - Obra: O Quinze.
- José Américo de Almeida - Obra: A Bagaceira

Poesia 30/45 - ruma para o universal.


Carlos Drummond de Andrade faz poesia de tensão ideológica.

Fase de Drummond:
- Eu maior que o mundo - poema, humor, piada.
- Eu menor que o mundo - poesia de ação.
- Eu igual ao mundo - poesia metafísica.

Poetas espiritualistas:
- Cecília Meireles - herdeira do Simbolismo.
- Jorge de Lima - Invenção de Orpheu.
Contexto histórico:
MODERNISMO - 3
A Redemocratização do Brasil
 A ditadura militar no Brasil
 Continua predominando a prosa.
Representantes:
FASE

- Guimarães Rosa - Neologismo - Obra: SAGARANA.


- Clarice Lispector - Introspectiva - Obra: Laços de
Família, onde a autora procura retratar o cotidiano
monótono e sufocante da família burguesa brasileira.
Obs.: Os escritores acima procuram universalizar o
romance nacional. São considerados pela crítica literária,
escritores instrumentalistas.
Poesia concreta:
- João Cabral de Melo Neto - poeta de poucas palavras.
Obra de maior relevância literária: Morte e Vida
Severina. Tem intertextualidade com o teatro Vicentino.
FASE CONTEMPORÂNEA