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UNILASALLE – Álgebra Linear – Profa.

Rute Capítulo 2 – DETERMINANTES, MATRIZ ADJUNTA E INVERSA

2. Determinantes
Chamamos determinante o número associado a uma matriz quadrada A=[aij] e escreveremos det A ou A ou
det[aij].

2.1. Cálculo do Determinante


Primeiro identificamos a ordem da matriz e após utilizamos o método adequado, conforme descreveremos a
seguir.

2.1.1. Matriz 1x1


Para cada matriz A = [a] definimos o determinante de A por det(A) = a, podendo também ser denotado det[a]=a ou
a = a.
2.1.2. Matriz 2x2

 a11 a12   a11 a12  a11 a12


Para a matriz A =   , temos: det (A) = det  = = a11a 22 − a12 a 21
a 21 a 22   a 21 a 22  a 21 a 22

2 3
Exemplo 1: Calcule o determinante da matriz A =  .
 4 5
Solução: det (A) = 2.5 – 3.4 = –2
2.1.3. Matriz 3x3

 a11 a12 a13 


Para a Matriz A = a a 22 a 23  , temos:
 21
a31 a32 a33 
a11 a12 a13
Det(A) = a 21 a 22 a 23 = a11 a 22 a 33 − a11 a 23 a 32 − a12 a 21 a 33 + a12 a 23 a 31 + a13 a 21 a 32 − a13 a 22 a 31
a 31 a 32 a 33
Para chegar a esse resultado podemos utilizar, por exemplo, o Método de Sarrus:
Calcula-se o determinante repetindo-se as duas primeiras colunas da matriz.

a11 a12 a13  a11 a12 a13 a11 a12


deta21 a22 a23  = a21 a22 a23 a21 a22 = a11a22a33 + a12a23a31 + a13a21a32 − (a13a22a31 + a11a23a32 + a12a21a33)
a31 a32 a33  a31 a32 a33 a31 a32
- - - + + +
Podemos escrever essa soma como: a11(a22a33-a23a32) - a12(a21a33-a23a31) + a13(a21a32-a22a31), ou ainda:

a22 a23 a a23 a a22


a11 − a12 21 + a13 21 , ou seja, det A = a11A11-a12A12+a13A13, onde Aij é a submatriz
a32 a33 a31 a33 a31 a32
da inicial, de onde a i-ésima linha e a j-ésima coluna foram retiradas. Além disso, se chamarmos ∆ij=(-1) Aij
i+j

obtemos a expressão det A = a11∆11 + a12∆12 + a13∆13. Esse método é conhecido como método de Laplace e será
generalizado no item a seguir.
3 2 − 1
Exemplo 2: Encontre o determinante da matriz A =  4 1 6  . Solução:

− 3 − 1 2 

3 2 −1 3 2 −1 3 2
det(A) = 4 1 6 = 4 1 6 4 1 = 3.1.2 + 2.6.( –3) + (–1).4.( –1) –((–1).1.( –3) +3.6.( –1) + 2.4.2) =
− 3 −1 2 − 3 −1 2 − 3−1
= 6 – 36 + 4 – (3 –18 +16) = 6 – 36 + 4 – 3 + 18 – 16 = – 27

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2.1. 4. Matriz nxn (n linhas e n colunas) – Método de Laplace


Para definir o determinante de matrizes quadradas maiores precisamos de algumas definições adicionais:
~
• Menor de uma matriz. Dada uma matriz A = (aij)nxn o menor do elemento aij, denotado por A ij , é a
submatriz (n-1)x(n-1) obtida quando retiramos de A a i-ésima linha e a j-ésima coluna. Para a matriz A3x3,
~ a a12 
A 23 =  11
a32 
temos por exemplo: , ou seja, retiramos a segunda linha e a terceira coluna da matriz
a31
original.
~
• Cofator ou complemento algébrico de aij. É o número ∆ ij = (−1) i + j . Aij .

 a 11 a 12 L a 1n 
 
a a 22 L a 2n 
Seja A uma matriz quadrada de ordem n, isto é, Anxn =  21 .
 M M M 
 
 a n1 a n2 K a nn 
n
Podemos expressar det (Anxn) = ai1∆i1 + ... + ain∆in = ∑ a ij∆ ij. O número ∆ij (que é o determinante afetado pelo sinal
j= 1
~
i+j
(-1) da submatriz A ij , obtida retirando-se a i-ésima e a j-ésima coluna) é o cofator do elemento aij.
O desenvolvimento acima foi obtido a partir da i-ésima linha. Uma forma análoga também é válida para a j-ésima
coluna.

3 2 − 1

Exemplo 3: Calcule o determinante da matriz A = 4 1 6  .

− 3 − 1 2 
Solução: Como não há elementos nulos em linhas ou colunas, vamos fazer o cálculo utilizando a primeira linha.

1+1
1 6 1+2
4 6 1+3
4 1
Det (A) = 3. (-1) . + 2 .(-1) . - 1.(-1) . =
−1 2 −3 2 − 3 −1
= 3.1.8 + 2.(-1).26 -1 .1.(-1) = 24 – 52 + 1 = - 27
2 0 3 2
5 1 2 4
Exemplo 4: Calcule o determinante da matriz A =  .
3 0 1 2
 
5 3 2 1
Solução: Para reduzir para a ordem 3, utilizaremos a segunda coluna, pois ela tem 2 elementos nulos. Depois
utilizaremos a linha 1 em cada uma das matrizes 3x3 resultantes.

5 2 4 2 3 2 2 3 2 2 3 2
1+2 2+2 3+2 4+2
Det (A) = 0.(-1) . 3 1 2 +1.(-1) . 3 1 2 +0.(-1) . 5 2 4 +3.(-1) . 5 2 4 =
5 2 1 5 2 1 5 2 1 3 1 2

2 3 2 2 3 2
= 3 1 2 +3. 5 2 4 = 2.1.(-3) +3(-1).(-7) + 2.1.1 + 3[2.1.0 + 3.(-1).(-2) + 2.1.(-1)]=
5 2 1 3 1 2
= - 6 + 21 + 2 + 3(0 + 6 – 2) = - 6 + 21 + 2 + 3.4 = 29

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2.2. Propriedades do Determinante

t
1) det A = det A
 2 3 1  2 3 1
A =  − 1 0 2  det A = − 1 0 2 = 0 + 6 − 1 − (0 + 4 + 3) = − 2
Exemplo 5:  1 1 − 1  1 1 −1
2 −1 1  2 −1 1
A t =  3 0 1  det A t = 3 0 1 = 0 − 1 + 6 − (0 + 4 + 3) = − 2
 1 2 − 1  1 2 −1

2) det (A+B) ≠ det A + det B.


Exemplo 6:
 2 − 3 − 1 4 1 1
A=  B=  det( A + B ) = =6
− 4 1   1 2 −3 3
det( A + B ) ≠ det A + det B
6 ≠ − 16
2 −3 −1 4
det A = = − 10 det B = = −6 det A + det B = − 10 − 6 = − 16
−4 1 1 2

3) det (AB) = det A . det B.


Exemplo 7:
− 1 1   2 − 1 − 1 4  −1 4
A =   B =  AB =  det( AB ) = = 7
 2 − 3 1 3   1

− 11  1 − 11
det( AB ) = det A . det B
7 = 7
−1 1 2 −1
det A = =1 det B = = 7 det A . det B = 1 . 7 = 7
2 −3 1 3
4) Se uma linha (ou coluna) é igual a zero, o determinante é igual a zero.
1 0 −1
Exemplo 8: det A = 2 0 1 =0
3 0 −1
5) Se duas linhas (ou colunas) são proporcionais, o determinante é igual a zero.

1 2 −1 1 −1 1
Exemplo 9: det A = 2 4 − 2 = 0 det B = 2 0 2 = 0
−1 3 1 3 1 3
6) Se uma linha (ou coluna) pode ser obtida como uma combinação de linhas (somadas ou subtraídas), o
determinante é igual a zero.
1 2 −3
Exemplo 10: det A = 2 − 1 0 = 3 + 0 − 6 − ( 9 + 0 − 12 ) = 0
3 1 −3
linha1+linha2

7) Ao trocar duas linhas (ou colunas) de um determinante o sinal dele troca.


1 2 −1 −1 1 0
Exemplo 11: det A = − 1 1 0 = − 1 − ( 2 + 2 ) = − 5 det B = 1 2 − 1 = 2 + 2 − ( − 1) = 5
− 2 0 −1 − 2 0 −1
8) Ao multiplicar uma linha (ou coluna) por uma constante, o determinante fica multiplicado por essa constante.
1 2 3 6
Exemplo 12: det A = = 3+ 2 = 5 det B = = 9 + 6 = 15
−1 3 −1 3
Esta propriedade pode ser utilizada a fim de simplificar o cálculo do determinante.

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4 8 12 4 8 12 4 .(1) 4 .( 2 ) 4 .( 3) 1 2 3
Exemplo 13:
5 0 − 10 = ? 5 0 − 10 = 5 .(1) 5 .( 0 ) 5 .( − 2 ) = 4 .5 1 0 − 2 = 4 .5 .(12 ) = 240
1 2 −3 1 2 −3 1 2 −3 1 2 −3

2.3. Matriz Adjunta

Dada uma matriz A, podemos obter outra matriz a partir dos cofatores de A, ou seja A =[∆ij]. Chamamos de matriz
adjunta de uma matriz quadrada A à matriz transposta da matriz dos cofatores de A, ou seja, adj A = A t.
0 2 1 −1 2 3 2 3 −1
∆ 11 = ( − 1) 1 + 1 = −1 ∆ 12 = ( − 1) 1 + 2 = 5 ∆ 13 = ( − 1) 1 + 3 = 4
A =  3 − 1 2  Cofatores: 0 1 4 1 4 0
2 1 0 1 0 2
 4 0 1  ∆ 21 = ( − 1) 2 + 1
0 1
= −2 ∆ 22 = ( − 1) 2 + 2
4 1
= −4 ∆ 23 = ( − 1) 2 + 3
4 0
= 8

2 1 0 1 0 2
∆ 31 = ( − 1) 3 + 1 = 5 ∆ 32 = ( − 1) 3 + 2 = 3 ∆ 33 = ( − 1) 3 + 3 = −6
−1 2 3 2 3 −1

−1 5 4  − 1 −2 5 
A =  − 2 −4 8  adjA = ( A ) =  5
t
−4 3 
 5 3 − 6   4 8 − 6 

t
Propriedade: A. A = (detA)In.

2.4. Matriz Inversa

Dada uma matriz quadrada A de ordem n, chamamos de inversa de A a uma matriz B tal que A.B = B.A = In, onde
2 3
-1 -
In é a matriz identidade de ordem n. Escreveremos A para a matriz inversa de A. Ex.: Seja A =   . Então A
 1 4 
 4 3
 − 
1

= 1 5 5  pois A.A-1=I e A-1.A=I .
2 2
− 2 
 5 5 

Observações:
-1 -1
a) Se A e B são matrizes quadradas de mesma ordem, ambas inversíveis (ou seja, é possível encontrar A e B ),
-1 -1 -1
então A.B é inversível e (AB) = B .A .
-1
b) Se A é uma matriz quadrada e existe uma matriz B tal que BA = I, então A é inversível, ou seja A existe e, além
-1
disso, B = A . Isso significa que basta verificar uma das condições para a inversa de uma matriz e esta será única.
c) Nem toda matriz tem inversa. Uma matriz quadrada admite inversa se, e somente se det A ≠ 0.
-1
Neste caso, A pode ser determinado por: A − 1 = 1
.adjA .
det A
0 2 1 − 1 − 2 5  − 114 −1
7
5
14
Exemplo 14:
A = 3 − 1 2 adjA =  5 − 4 3  .adjA =  514 
−1 1
det A = 14 log o A = −2
7
3
14

14
4 0 1   4 8 − 6  2 7 4
7
−3 
7

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2.5. Exercícios:
1 2 3 −1
1) Dadas as matrizes A =   eB=  , calcule: a) det A + det B b) det (A + B)
1 0 0 1

3 5
2) Dadas as matrizes A =  4 2 − 3 1  , calcule: a) det (AB)
2 
eB= b) det (BA)
 1 6 
 4
 2 1 

2 0 −1
 
3) Calcule det  3 0 2
 
4 −3 7

a) por Sarrus b) em relação à segunda coluna, usando o desenvolvimento de Laplace.

3 − 1 
4) Sabendo-se que A=  é uma matriz de ordem 2. Calcule o valor numérico da expressão
1 − 2
1 2
A + A2 − A
5
5) Use quaisquer das propriedades para simplificar e calcular os determinantes abaixo.
1 0 1 2
3 −7 1 1
3
1
6 1
a) −
b) 1 1 −1 3 c)
6 12 18 4 0 −4
2 3 2 1
12 − 28 4 3 6 15
5 1 5 −2

3 6 9 −3
1 0 3 8 − 12 20
d) 4 e) 4 −8 4 − 12 f) − 3
0 10 6 21
5 10 20 −5
2 0 −1 − 10 15 − 25
1 −3 0 −1

6) Marque V ou F, justificando sua resposta com um argumento lógico ou um contra-exemplo


a) ( ) det(AB) = det(BA)
t
b) ( ) det A = det A
c) ( ) det (2A) = 2 det A
2 2
d) ( ) det A = (det A)
e) ( ) det Aij < det A
f) ( ) Se A é matriz triangular, então det A = a11+a22+...+ann (ou seja, soma dos elementos da diagonal principal)
g) ( ) Se A é matriz triangular, então det A = a11 . a22 . ... . ann (ou seja, produto dos elementos da diagonal
principal)
2 2
h) ( ) |A | = |A|

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2 3 1 −2 
 
5 3 1 4
7) Dada A =  calcule: a) A23 b) A23 c) ∆23 d) det A
0 1 2 2
 
 3 −1 −2 4 

2 1 −3
  -1
8) Dada a matriz A =  0 2 1  , calcule: a) adj A b) det A c) A
 
5 1 3

9) Calcule o valor do determinante das matrizes abaixo pelo método que achar mais conveniente.
 2 0 3 2 0 0 
a) 8 5  b)  c) 
2 − 4  − 1 1 1  0 1 0 

 2 − 2 1   0 0 − 1 

2 7 9 − 1 1
0 0 0 1 − 5 6 0 0 2 8 3 1 0
d)  0 0 1 0  e)  0 1 −1 2  f) 
− 1 0 4 3 0
0 1 0 0 − 3 4 −5 1  
    2 0 0 − 1 0
1 0 0 0  1 6 0 3
 3 0 0 0 0
-1
10) Encontre, se possível, A :

1 4 6 
 2 0 3 − 9
a)  2 6  b)  c)  3 d)  2 −3 1 
3 − 6  − 1 1 1  2 − 6  
 
 2 − 2 1   − 1 2 −2 − 3 

11) a) Na figura ao lado, a área do triângulo ABC pode ser expressa


como C (x3,y3)

área ABC = área ADEC + área CEFB - área ADFB


use isto e o fato conhecido que a área de um trapézio é ½ da altura
vezes a soma dos lados paralelos para mostrar que B (x2,y2)

x1 y1 1 A (x1,y1)
1
áreaABC = x 2 y2 1 .
2 D E
x3 y3 1 F

Obs.: Na dedução desta fórmula, os vértices foram denotados de tal modo que quando passamos de (x1,y1) para
(x2,y2) para (x3,y3), o triângulo é percorrido no sentido anti-horário. Para uma orientação horária, o determinante
acima dá o negativo da área.
b) Use o resultado da parte a) para encontrar a área do triângulo de vértices (3,3), (4,0) e (-2,-1).

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Soluções:
1) a) 1 b) 3
2) a) det(AB) = 0 b) det(BA) = −231
3) 21
4) 15
5) a) 0 (propr.5) b) 0 (propr.5) c) 20 (propr.8) d) 0 (propr.4) e) –600 (propr.8) f) 0 (propr.5)
6) a) F b) V c) F d) V e) F f) F g) V h) V
2 3 −2 
 
7) a)  0 1 2  b) 36 c) –36 d) 0
 
3 −1 4
 5 6 7 
 5 −6 7  − 
   45 45 45 
8) a)  5 −2  b) det A = 45 c)
21  5 21

2 
   45 45 45 
 − 10 3 4  10 3 4 
− 
 45 45 45 

9) a) –42 b) 6 c) –2 d) 1 e) –255 f) –96


1 1
 −1 − 
1 1 
a)  5 2 2
10)
1 5  b) 1 −
2

5 c) Não tem inversa d) Não tem inversa

1
−  2 3 6
10 15   2 1 
0 
 3 3 

11) a) área ABC = área ADEC + área CEFB – área ADFB


área ABC = ½ (x 3 - x1) (y1+y3) + ½ (x 2 - x3) (y2+y3) - ½ (x 2 - x1) (y1+y2)
área ABC = ½[ x 3y1 + x3y3 - x1y1 - x1y3 + x2y2 + x2y3 - x3y2 - x3y3 - x2y1 - x2y2 + x1y1 + x1y2 ]

x1 y1 1
área ABC = ½ [x 3y1 - x1y3 + x2y3 - x3y2 - x2y1 + x1y2 ] = ½ x 2 y2 1
x3 y3 1
19
b) 2

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