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Tempo de Aprender – Práticas de alfabetização

Módulos: “Introdução”, “Aprendendo a ouvir”, “Conhecimento alfabético”, “Fluência”,


“Vocabulário”, “Compreensão” e “Produção de Escrita”.

Módulo I - Introdução

 Estratégias de Ensino - são formas de apresentar novos conteúdos aos alunos.

As estratégias de ensino são desenvolvidas com base nas 6 componentes de alfabetização:


aprendendo a ouvir, conhecimento alfabético, fluência na leitura, vocabulário, compreensão e
produção de escrita.

Módulo II – Aprendendo a ouvir

 Precisamos ter consciência dos sons da linguagem e desenvolver a habilidade de ouvir,


identificando e manipulando os sons individuais das palavras faladas.
 Para ler e escrever bem é fundamental desenvolver a consciência dos sons e da
linguagem, o que envolve trabalhar a perceção de rimas, sílabas, aliterações, palavras e
fonemas.
 Segundo pesquisas, existem 5 componentes essenciais para o aprendizado da leitura:
 consciência fonémica que está inclusa na consciência fonológica; o ensino explicito
apresentam benefícios na leitura, soletração e consciência fonémica das crianças;
a consciência fonémica pode ser ensinada através da síntese, isolamento,
segmentação e da substituição de sons em palavras. É a chave para aprender a ler
línguas ortográficas alfabéticas. É uma habilidade necessária e fortemente
relacionada com a aprendizagem da leitura e da escrita alfabética.
 Discriminação de sons

É uma das habilidades mais elementares a serem desenvolvidas pelas crianças

Ex: 1º Professor explica e demonstra.

Combine com uma criança para que bata palmas apenas uma vez quando você fechar os olhos.
2º Depois professor e alunos praticam juntos.

3º Alunos praticam em conjunto

4º Repita a prática individualmente com outros estímulos sonoros. Deve ser em ordem aleatória.
Pratique mais vezes com os alunos que apresentarem dificuldades ou cometerem erros.

5º Variações e adaptações

 Faça brincadeiras ao ar livre;


 Distraia as crianças com outros barulhos;
 Peça que identifiquem dois sons em sequência;
 Utilize onomatopeias;
 Peça para metade da turma fazem som de chiado, enquanto a outra metade identifica um
som.

Obs: séries recomendadas – último ano da pré-escola, pode ser útil para alunos do 1º ano do EFI

Notas:

 Sons da fala = fonemas


 Letras da escrita = grafemas
 Consciência fonológica da linguagem = perceber sons, como se separam e se juntam em
novas palavras.
 Se notar que alguns alunos não identificam a direção do som, peça-lhes para apontarem,
com os olhos fechados, o local do som enquanto você se desloca fazendo barulho, assim
aprimoram o reconhecimento espacial;
 Manter-se no mesmo lugar e utilizar diferentes objetos para produzir o som, assim
conseguem identificar qual objeto produziu o som.

 Consciência de palavras

O primeiro passo para o aluno de consciência de palavras é saber segmentar uma frase.

1º professor e alunos praticam juntos


Eu amo aprender – levantar dedo para cada palavra da frase, e depois contar quantos dedos foram
levantados.

2º alunos praticam juntos

Eu gosto de pular – os alunos levantam os dedos juntos falando a frase em voz alta, depois contam
quantos dedos levantaram.

3º Prática individual – deve acontecer em ordem aleatória, praticar mais vezes com alunos que
apresentam mais dificuldades. Frases menores ou maiores.

Variações e adaptações:

Utilize objetos manipulativos, como blocos;


Bata palmas ou os pés;
Brinque de pular corda;
Peça para as crianças desenharem formas geométricas para cada palavra.

Obs: séries recomendadas – último ano da pré-escola, pode ser útil no 1º ano do FDI

 É preciso que a criança se dê conta de que a frase, percebida como um todo, vai ser
dividida em pedaços menores, as palavras, e estas em pedacinhos menores ainda, que são
as sílabas e os sons.
 Didaticamente, pode-se mostrar às crianças que as palavras da frase estão unidas como
linhas atadas, nas extremidades, por um nó. Nas primeiras tentativas, é mais difícil desatar
as linhas, isto é, segmentar as frases.
 Outros exemplos: Se seus alunos estão contando corretamente, com os dedos, o número
de palavras, que tal aumentar a frase? E se você pedir para que eles saltem uma vez para
cada palavra? A atividade continuaria fácil? Experimente essas práticas e adapte-as ao
desenvolvimento de seus alunos.
Para promover maior engajamento nessa aula, peça a um aluno uma frase e levante um
dedo para cada palavra pronunciada. O aluno deverá avaliar se a resposta foi adequada ou
não. Essa prática, além de aumentar a participação, despertará o interesse e estimulará a
oralidade.
 Consciência de sílabas/consciência silábica

1º O professor explica e demonstra para os alunos – começa explicando que as palavras são
formadas por pedaços pequenos chamados de sílabas.

Bola – bater palma para sílaba da palavra

2º professor e alunos praticam juntos

Jogo – batem 2 palmas

Comida – batem 3 palmas

3º alunos praticam juntos

Cabelo – batem 3 palmas

4º pratica individual

Macaco – bate 3 palmas

Motocicleta – bate 5 palmas

Variações e adaptações

Use cartões numerados;

Escreva as sílabas dentro de formas geométricas.

Obs: Séries recomendadas - Último ano da pré-escola e 1º ano do ensino fundamental.

Notas:

 Deve ser estimulada todos os dias, através de brincadeiras;


 A consciência de sílabas é um componente da consciência dos sons da fala;
 Para as crianças, o conceito de sílaba pode ser muito abstrato. Por isso podemos dizer-lhes
que as palavras são divididas em “pedaços” chamados sílabas.
 Bater palmas é uma estratégia eficaz e muito utilizada no cotidiano da sala de aula. Outra
estratégia também eficaz, mas silenciosa, é apoiar o queixo sobre a ponta dos dedos
indicador e médio. As crianças devem pronunciar a palavra e contar os movimentos do
queixo para descobrir quantas sílabas a palavra tem. A pronúncia pode ser exagerada,
para o movimento do queixo ficar mais evidente.
 ao aplicar atividades de consciência silábica, dê preferência, de início, a palavras que as
crianças já conheçam. Além disso, pronuncie de modo claro e distinto. É importante que
os alunos se sintam confortáveis ao separar ou juntar as sílabas.

 Consciência de aliterações
o Temos aliterações quando duas ou mais palavras têm sons consonantais
parecidos, geralmente no começo. Naturalmente, o importante aqui não é
apresentar às crianças o termo “aliteração” em si, mas ajudá-las a perceber quais
grupos de palavras contêm a parte inicial semelhante.
o Estratégia:
 Professor explica e demonstra: ex – pato, palhaço ou bola, banana e boca
 O rato roeu a roupa do rei de roma
 Professor e alunos praticam juntos: ex – lata, lua, lado e louça/mato,
moça, muro e mico
 Alunos praticam em conjunto: ex – vaca, vela, vulcão, vassoura / casa,
lápis e jarra (não forma aliteração pq não tem o mesmo som inicial)
 Prática individual: ex – saco e sacola/mala e boneca (não)
 Use diferentes aliteração
 Variações e adaptação
o Apresente cinco palavras e pergunte qual não tem aliteração:
cadeira, casa cabra, teto e coelho
 Obs:
o séries recomendadas - Último ano da pré-escola, 1º ano do
ensino fundamental e 2º ano do ensino fundamental.
o Essa aula tem também o potencial de ampliar o vocabulário,
estimular a criatividade e trabalhar a memória de curto prazo
de seus alunos.
o Esta estratégia pode ser desafiadora, pois, ao realizá-la, seu
aluno estará desenvolvendo duas habilidades: consciência de
aliteração e isolamento de sons. Além disso, prepara para
habilidades que serão adquiridas em estratégias
subsequentes.
o Além de consolidar o conhecimento de aliteração e ampliar o
vocabulário, memorizar e repetir os grupos de palavras vai
auxiliar a desenvolver a memória de trabalho, uma função
executiva importante para a vida toda da criança!
o Outra estratégia: pedir palavras aliteradas com o som inicial
dos nomes dos alunos. Mas atenção, faça isso apenas se você
já tiver exemplificado em aula.
Trava-línguas são ótimos recursos para apresentar como
funciona a aliteração às crianças. Mas lembre-se, a aliteração
é caracterizada pela repetição de sons consonantais. Veja
alguns exemplos:
 A babá bebeu a bebida do bebê.
 Quem quer caqui?
 Chove chuva.
 Maria-mole é molenga.
 O padre pintou a porta.
 O sabiá não sabia que o sábio sabia que o sabiá
não sabia assobiar.
 Consciência de rimas
o Aqui vamos pedir para que as crianças identifiquem quais palavras têm sons
semelhantes. A diferença é que trabalharemos com os sons finais, em rimas.
o Professor explica e demonstra: ex – gato e pato/pé e chulé/farinha e
madrinha/limão e botão
o Professor e alunos praticam juntos: ex – beijo e queijo/calor e amor
o Alunos praticam em conjunto: ex – lata e pata
o Prática individual: ex – cadeira e madeira
o Variações e adaptações
 Peça que os alunos selecionem, entre três figuras, as duas cujas palavras
rimam. Por exemplo: cadeira, peneira e sapato
o Obs:
 Séries recomendadas - Último ano da pré-escola, 1º ano do ensino
fundamental e 2º ano do ensino fundamental.
 Estratégia: Produzir rimas ou reconhecê-las em um poema é um exercício
atraente para as crianças. Ou parlendas e canções ou brincadeira.
 A consciência de rimas é um dos componentes da consciência fonológica.
Consiste na habilidade de reconhecer rimas e, então, produzi-las.
 Estratégia: Você pode explorar oralmente, com seus alunos, versinhos e
quadrinhas, em todas as aulas. Podem ser só dez ou quinze minutos. Com
essa “coleção” na cabeça, a criança produzirá rimas facilmente e ampliará
seu vocabulário.
 Veja só algumas quadrinhas populares com rimas divertidas:

Você me mandou cantar

Pensando que eu não sabia

Pois eu sou que nem cigarra

Canto sempre todo dia.

Lá no fundo do quintal

Tem um tacho de melado

Quem não sabe cantar verso

É melhor ficar calado.

Você ontem me falou

Que não anda nem passeia

Como é que hoje cedinho


Eu vi seu rastro na areia?

Escrevi teu belo nome

Na palma da minha mão,

Passou um pássaro e disse:

— Escreve em teu coração.

Quem quiser saber meu nome

Dê uma volta no jardim

Que o meu nome está escrito

Numa folha de jasmim.

Sou pequenina

Criança mimosa

Trago nas faces

As cores da rosa.

 Isolamento de sons
o Aqui pediremos que as crianças identifiquem sons no começo e no fim de uma
mesma palavra.
o Professor explica e demonstra: ex – mola (m/a)
o Professor e alunos fazem juntos: ex – foca/celo
o Alunos praticam em conjunto: ex – vida/nave
o Pratica individual: ex – lata
o Variações e adaptações
 Use objetos para representar cada som;
 Apresente três palavras e peça aos alunos que identifiquem duas com o
mesmo som inicial.
o Obs:
 Séries recomendadas - Último ano da pré-escola e 1º ano do ensino
fundamental.
 Para ficar mais didática, você pode dividir essa estratégia em duas partes,
isto é, ensinar primeiro o isolamento do som inicial — geralmente mais
fácil de identificar — e, depois que as crianças tiverem segurança, ensinar
o isolamento do som final.
 É importante que haja uma progressão: primeiro se toma consciência de
que as frases são formadas por palavras, depois de que as palavras são
formadas por sílabas, e finalmente, por sons das letras, os quais também
chamamos fonemas.
 é interessante começar por palavras que possuam o padrão consoante-
vogal-consoante-vogal, como mola, pois é mais fácil separar o som inicial.
Também é mais fácil pronunciar sons contínuos, como [f], [s] ou [v], pois
podem ser sustentados sem serem distorcidos.
 Síntese de sons
o Estratégia: Vamos pedir às crianças que juntem diferentes sons para formar
palavras.
o Professor explica e demonstra: O e I = Oi/ O V O = OVO
o Professor e alunos praticam junto: C H U V A/ F A D A/ P O V O
o Alunos praticam em conjunto: V E L A
o Pratica individual: M A L A
o Adaptações e Variações
 Forneça aos alunos uma frase e enfatize os sons de uma das palavras. Por
exemplo: “Eu gosto de u-v-a”
o Obs:
 Séries recomendadas - Último ano da pré-escola e 1º ano do ensino
fundamental.
 Estratégia: Para as crianças, não é tão simples sintetizar os sons das
palavras. Por isso, uma boa ideia é brincar dizendo que vocês vão decifrar
um código de fala. E lembre-se de começar utilizando palavras com sons
que as crianças já conheçam.
Você também pode variar a brincadeira do telefone sem fio: forme pares
com as crianças, assim a brincadeira fica mais fácil; pronuncie os sons de
uma palavra; e as crianças devem cochichar a palavra para o par.
À medida que as crianças sentirem segurança para realizar a síntese de
sons oralmente, apresente letras impressas, para um ensino mais eficaz.
Utilize também a caligrafia para complementar as atividades de
consciência fonêmica.
 Segmentação de sons
o Esta é a segunda estratégia explícita para consolidar a ideia de que palavras são
compostas por sequências de sons. Nesta, separaremos os sons das palavras.
o Professor explica e demonstra – ex: UVA – U V A – levanta o dedo conforme o som
de cada som que disser
o Professor e alunos fazem em conjunto – ex: MALA – M A L A/ FOCA – F O C A
o Pratica individual – ex: MALA – M A L A
o Variações e adaptações:
 Use unidades pequenas, como feijões, para representar os sons das
palavras;
 As crianças podem colorir formas geométricas, de acordo com a
quantidade de sons da palavra. EX: MAR pintar 3 bolas azuis/ FOCA pintar
quatro triângulos de vermelho.
o Obs:
 Séries recomendadas - Último ano da pré-escola e 1º ano do ensino
fundamental.
 Segmentar significa, aqui, dividir as palavras em seus sons individuais. É
importante iniciar a prática utilizando palavras que as crianças já
conheçam.
 Manipular fonemas juntamente com letras também pode contribuir para
o sucesso na leitura. Posteriormente, esta estratégia auxiliará no
aprendizado da soletração.
 Estratégias: É importante pronunciar, com lentidão e clareza, os sons da
palavra. Os dedos são recursos visuais que ajudam a identificar a
quantidade de fonemas. Mas você também pode ser criativo e encontrar
outros modos para contar. Por exemplo, as crianças podem dar pulinhos,
levantar os joelhos ou manipular objetos.
 Substituição de sons
o Trocando sons de uma palavra, podemos formar uma outra.
o Professor explica e demonstra: ex – M A L A trocar o primeiro som F A L A
o Professor e alunos fazem junto: ex - B O L A trocar o primeiro som C O L A/ G A T
O trocar o primeiro som M A T O
o Alunos praticam em conjunto: Ex – C A M A trocar o primeiro som L A M A
o Pratica individual: ex – V E L A trocar o primeiro som T E L A
o Variações e adaptações:
 Substituir os sons intermediários ou finais para formar outras palavras. Por
exemplo:
 Bola – bala
 Bola – boca
 Bola – bolo
o Obs:
 Séries recomendadas - Último ano da pré-escola, 1º ano do ensino
fundamental e 2º ano do ensino fundamental.
 Esta é uma estratégia que exige dos alunos muita atenção, pois serão
utilizadas simultaneamente habilidades de segmentação, substituição e
síntese de sons.
 Você pode utilizar algum tipo de boneco ou de fantoche que chame a
atenção e que facilite a interação com as crianças.

Módulo III – Conhecimento alfabético