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FACULDADEDE EDUCAÇÃO

Departamento de Educação em Ciências Naturais e Matemática


Curso de Licenciatura em Educação Ambiental
1º Ano – Laboral, Sala 300

Disciplina:Ciencia da Terra

Tema: Teoria das Placas Tectonicas

Discentes:

- Jedyva Docente:Prof. Alcidio

- Hermínio Amélia Cuamba

- Filipe Saide Antonio

- Fernando João

- Leonor Francisco Djedje

- Matata Bombarda André Tembe

- Vania carlitos Bila Abril 2020

~1~
Introdução
No precente trabalho da disciplina de ciencias de terra vamos abordar como tema a teoria de
placas tectonicas mencionara-se-á o hestorial a genese da mesma teoria au desenvolver do
trabalho mencionaracia as principais placas que sustentao ao continentes e as estruturas erugadas
falhas e dobras.

~2~
Indic

e
1.Introdução ………………………………………………………...………....…. 2
2. indice ………………………………………………………………….……..4
3. Migração dos continentes…………………………………………..………….6
4. Argumentos apresentados por wegner……………………………….……….7
5. criticas a teoria de wegener…………………………………………….…..…..8

6. Teoria de tectónicas ……………………………………………………….……8

7. Principais placas tectónicas ………………………..………………………..…9

8. Correntes de convicção …………………………………………………..……10

9. Estruturas falhadas …………………………………………………………….11

10. Tipos de dobras ou pregas…………………………………………………….14

11.coclucao ………………………………………………………………………..16

12.bibliografia………………………………………………………………….….17

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1.Migração dos continentes
A terra não é nem nunca foi um planeta estatico, estudos cientificos comprovaram que porçoês
mais ou menos externas da crusta terrestre estao sujeitas a movimetos muito lentos, ascendentes,
descedentes e laterais.

1.1. A teoria de wegener


a traslação dos continentes ou, por outras palavras,, a Deriva dos continentes como é
volgarmente conhesida é uma idea bastante antiga e cujo o intuito era esplicar o paralelismo das
margens Ocidental e Oriental do Oceano Atlântico.

Nas primeiras decadas do seculo XVIII quando os contornos dos continentes se tornaram
suficientemente conhecidas , diversos cientistas enterrogaramse sobre as raizes das semelhasa
das formas da linha das costas em ambos os lados do Oceano Atlântico, adimitindo entao que a
America do sul e a Africa teriam estado unidos em épocas bastante recuadas.

No entanto, ate finais do seculo XIX a influência da religiao crista e a sua teoria criacionista da
criação do universo costituia um grande obistáculo a todas as tentativas de Demostrar que os
continentes teriam estado outra outrora ligados entre si.

Entrentanto, em 1912, o metereologista alemão Alfred Wegener propos um Modelo de deriva


dos continentes.

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Segundo este Modelo , o Globo terrestre consistia num supercontinente , o que chamou
PANGEIA parcialmente coberto por mares pouco profundos e rodeado por um único Oceano,
que designo por PANTALASA. Cobrindo cerca de 600% da área total da superficie terrestre a
pangeia ter-se-á então fragmentado em enormes blocos:a norte, o continente Laurásia(América
do Norte, Europa e Asia ) a sul o continenteGondwana (América do sul, África e Australia, India
e Antartica) formando os continentes e assumindo as posições que atualmente ocupam.

Relativamente aos mecanismos que terão levado ao desmebramento da pangeia e a deriva dos
respetivas blocos continentais, wegener adimitiu a Hpótese de que a crusta daquele super
continente estaria Submetido a duas forças, nomeadamente a força centrifuga, resultante do
movimento de rotacção da terra, e a força de atracção exercida pelo sol e pela lua sobre o nosso
planeta para wegener , o conjunto destas duas forças teria dado origem por um lado, á
fragmentação da pangeia e, por outro, ao deslocamento dos blocos continentáis em direcção ao
equador devido a força centrifuga, e em direcção ao oeste, como resultado da atracção luminosa
e solar.

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Ilustração 1 O super continente pangeia

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1.2.Argumentos apresentados por Alfred wegner em Defesa da sua
teoria .

1° Argumentos topográficos
Ao observar o contorno dos continentes, wegener verifica que as costas atlânticas da Amèrica
do sul e da África apresentava uma configuração de tal forma semelhante que se podia justapor
quase perfeitamente. O mesmo acontecendo, enbora de um modomemos nitido entre as costa
atlânticas da Amèrica do Norte e da Europa.

2°Argumento geológico
O reconhecimento das semrlhaças e do ajustamento de muitos tipos de rochas e dos estruturas
geológicas nas bordaduras dos continentes opostos levaram wegener a supor que fasia parte da
mesma formação geológica, as quais se haviam verificada antes da separação dos blocos
continentais.

3° argumentos paleoclimátcos
A paleoclimatolágia ocupa-se da recostituição das antigas zonas clmaticas.com bases nos dados
contidos em contidos em rochas de idadeconhecidas com efeitos, dado que varias tipos de rochas
sedimentares, quer pelas suas propriedades caracteristicas, quer pelos fossés que incorporom
fornecem imformaçôes sobre as condiçôess climaticas do local e do tempo em que tiveram
origem é posivel reconstituir a destibuição geográfica do clima em épocas antigas. Adimitindo
que com o decorr do tempo geologico as zonas climaticas se dispusesem sempre na mesma orde
em relação á latitude wegener cocluiu que se existem regioes com evidencias de um clima
diferente do actual é por que os continentes se deslocaram em relação as suas anteriores
latitudes , onde dominava esse tipo de clima.

4° Argumentos Paleontologicos
A paleontologia é a ciencia que se ocupa da analise dos fósses, que costituem precioss documentos para o
estudo permenorizado da historia da terra wegener, ao reconheser a semelhaça de fósses de animais e
plantas nas borduras dos continentes, adimitiu que os mesmos correponderiam á fauna e a flora de áreas
geograficas outros ligados entre si.

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1.3 criticas a teoria de wegener

A teoria do wegener sobre a alteração da posição relativa dos continentes apresenta


incontestavelmente pontos fracos. Por um lado . alguns dos argumentos que a sustenta foram
consideradas cosideradas incoclusivas e, por outra, a intesidade das forças centrifugas e da
atração luminosa solar não pareseem suficiente para provocar a fraturação do super continente
pangeia e a posterior deslocamento dos blocos continentais.

Além disso,os calculos geofisicos disponives na altura mostram que a viscosidade do SIMA não
permitiam a deriva dos grandes blocos continentais, visto que a força de atrito se apoiaria au seu
deslocamemto se apoiaria ao seu deslocamento.

Por consequente o modelo mobilistico de wegener foi duramente criticado e não restindo ás
criticas dos ixistas que consideravam a tera rigida e imovel foi abandonada ou simplesmente
ignorada pela larga maioria dos cientistas da època.

O wegener morreu em 1930 durante uma expedição meteriologica em Groelândia na tentativa de


conprovar a sua teoria o meteriologista alemão dedicou a sua vida na tentativa de conprovar a
sua teoria.

Entretanto, apesar de abandonada durantelongos anos a deriva continental resurgio e impȫes-se a


partir da meada do seculoXX embora explicada pelo novo e aliciante Teoria da tectonica de
placas.

2.Teoria de tectónicas de placas e corrente de conveccâo.


as placas tectonicas são tabeem chamadas de blocos litosfericos, segundo esta teoria os blocos
litosfericos estariam flutuando na astenosfera(camada magmatica)

Em 1967,surgiu a teoria da tectonica de placas ou a nova tectánica global que aglutinando uma
serie de evidencias”reais” e consepçoês geológicas e geofisicos, como a deriva dos continentes,
os correntes de convecção, a expação dos fundos Oceanicos.

As estruturas da crusta terrestres e as atividades sismicas, procuram para as mesmas uma


explicação e coerente.

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2.1. Principais placas tectónicas ou litosfericas
A litosfera , costituida pela crusta e pela parte superior do manto e com uma espessura que
ronda os 100 km, não é uma massa continua , apresentando-se antes comportimentado numa
serie de grandes blocos independentes , rigedos e em continua movimento quer em relação uns
aos outros, quer em relação ao eixo de rotação da terra .

São as chamadas placas litosfericas de dimesoes e espesura bastante variadas , que oscilam entre
os 70 e os 150km, as placas assentam sobre um material plástico de astenosferaque, desenpenha
o papel de um tapete rolante, por intermeédio dos das corentes de convecção, as arrasto
lentamente traspotando cosigo os continentes, que delas fasem parte integrante atualmente.
Consideram-se sete placas principais designadamente a Africana, a Euro-Asiatica, a Norte-
Américana, a sul-Americana, Indo-Australiana e do pacifico e a do Antártica .

:…. As placas litosfericas.

Porem a maior parte das placas que se observa na figura anterior são mistas(continentais e Oceânicas)
enquanto a placa pacifica é exclusivamente Oceânico.
Os limites das placas e os eventos geológicos, com elas relacionadas são apresentados na tabela que se
segue

Limites das placas Descricao de eventos geologicos associados


Construtiva ou Quando duas placas se movem separadamente uma da outTa e em sentido
Divergente contrario, a partir da cadeia mesocednica, uma nova crusta é formada.
Destrutiva Quando duas placas se movem mutuamente, uma na direccao da outra,
ou convergente formam
uma zona de subducqSo (se uma das placas mergulha sob a outra) podendo
formar
uma cade a montanhosa.
São regioes de convergencia de placas do mesmo tipo (por exemplo:

~9~
continental-continental.
Colisional ou sutura exemplo: a cadeia montanhosa do humalaia, formada pela colisao de placa da
indiano e placa euro-asiatica.
Formação ao longo de uma falha transformante, onde o movimento relativo
da placa e horizontal e paralelo ao seu limite.
Transformante Exemplo: a falha de Santo André, na Califórnia, onde o lado do Pacifico se
desloca para o norte, em relação ao bloco continental a este.

2.2 Correntes de convicção


As correntes de convicção constituem um dos grandes suportes da teoria da tectónica das placas,
procurando dar uma resposta exaustiva ao problema do mecanismo gerador das forcas que fazem
mover os continentes.
A teoria das correntes de convicção do pressupõe a existência, no seio do manto, de extensos
reservatórios de energia térmica. Nas zonas de maior concentração de calor, as elevadíssimas
temperaturas dos materiais não só os tornam menos densos do que as rochas envolventes como
lhes conferem um carácter plástico, o que parece ser confirmado pela baixa velocidade das ondas
sísmicas na atmosfera.
Em resultado desta diferença de densidades, os materiais sobreaquecidos tendem a ascender, por
influencia da força de gravidade, ate ao limite superior da astenosfera. Chegados a este limite, os
materiais em ascensão derramam lateralmente, originando fluxos horizontais divergentes. A
medida que se deslocam horizontalmente, vão arrefecendo lentamente, ate que, a certa distância
da zona de divergência, se tornam mais densos do que as rochas circundantes, o que os faz
mergulhar de novo. Em profundidade, migram em direcção a zonas mais quente, onde se iniciou
o movimento ascensional, fechando um círculo, designado por célula de convenção.

3. Movimentos tectonicos
Os movimentos tectonicos são movimentos lentos e
prolongados da crusta terrestre que provocam
deformacoes nas rochas, resultantes da actuacao de
forcas internas. Os movimentos ectonicos dividem-se
em orogenicos e epirogenicos.

Os movimentos orogenicos ( orogenese e orogenia)


Ilustração 2 Representacao esquematica de
constituem movimentos correntes de conversao lentos e tangeciais (horizontais) da
crusta terrestre que, por compressao lateral das camadas
rochosas, as deformam e sobrelevam, gerando cadeias
montanhosas, como os Andes, os Alpes, os Himalaias, entre outros.

~ 10 ~
O termo << orogenese.., refere-se aos processos de construcao de relevos montanhosos continentais e
envolve actividades associadas, como o dobramento e o falhamento das rochas, os sismos, as erupcoes
vulcinicas, as intrusoes e o metamorflsmo. uma faixa orogenica (ou orogeno) é uma regiao longa e
relativamente estreita, proxima de uma margem continental activa (zona de colisao de placas), onde
existem muitos ou todos os processos formadores de relevo montanhoso.

outra categoria de diatrofismo, termo generico que se aplica a todos os movimentos lentos da crusta,
produzidos por lbrgas terrestres, é a epirog6nese, que se caracteriza por movimentos verticais, em larga
escala, nas areas continentais sem, no entanto, perturbar signiflcativamente a disposiqao e estrutura
geologica das formagoes rochosas afectadas.Difere da orogenese, em que os esforgos sao tangenciais,
por produzir grandes arqueamentos, rebaixamentos, abaulamentos ou flexuras da crusta, Iocalmente
coniugados com sistemas de falhas, devido aos esforcos tensionais.

Geralmente, os movimentos epirog6nicos tem as seguintes consequencias: modelacao da superficie


terrestre, variacao do nivel do mar, alteracoes na configuragao da drenagem continental, variagao do
nivel de base de erosao, apareclmento de planos erosivos em v6rios niveis separados por degraus e
surgimento de terragos em vales fluviais.

Um produto tipico de movimento descendente ou epirogenEtico negativo é a bacia, uma depressao


preenchida por sedimentos, como, por exemplo, as bacias sedimentares de Michigane do Colorado, nos
Estados Unidos da America, parnaiba, no Brasil, entre outras.

3.1.Estruturas falhadas e evolugao do relevo falhado


Se as massas rochosas, submetidas aos esforços tectónicos, são muito rígidas, como é o caso das rochas
cristalinas (granitos e gnaisses), naturalmente que estas oferecem uma grande resist6ncia ao dobramento.
consequentemente, elas reagem a esses esforços fracturando-se.
A ruptura de material litológico resulta das forcas horizontais e verticais produzidas pelos movimentos
das placas através de sismos, erupções vulcânicas, etc. Quando os blocos resultantes da ruptura não
sofrem qualquer deslocamento sensível, verifica-se uma simples fractura. Mas se os blocos rochosos
sofrerem um deslocamento vertical ou horizontal, um mais elevado do que o outro, regista-se uma falha.
As falhas e as fracturas raramente se encontram isoladas, agrupando-se antes em feixes que retalham
extensas regiões, originando uma sucessão de relevos salientes e deprimidos.
Virias falhas com superfícies voltadas para o mesmo lado formam um relevo em escadaria. Duas falhas
ou duas series de falhas em escadaria, com as superfícies voltadas em sentidos contrários, formam relevos
salientes mais ou menos elevados, designados por horst, que correspondem aos blocos levantados, e a
depressões (Niassa, Tanganhica, Alberto, Vit6ria) mais ou menos extensas e profundas, denominadas
graben ou fossas tectónicas.

~ 11 ~
:…. Esquema de relevo folhado.

3.2.Elementos de uma falha


Uma falha 6 caracterizada a partir dos diversos elementos- A tabela seguinte
apresenta uma descrigao
resumida e simplificada da sua constituição.

:….. Representacao de uma falha.

Designacao dos Descricao


elementos
Sao os compartimentos ou blocos deslocados, um em relaqeo ao outro.
Labios (P1:P2) Se o deslecamento for vertical, o bloco que flca num nivel superior diz-se
levantado ou sobrelevado e o que se situa num nivel in{erior recebe o nome
de rebaixado ou descaido.
Plano de falha E o plano de ruptura ou a superficie ao longo da qual deslizam os blocos.
(C, D, C’,D’)
Tecto (C'; D'; H; l) Se o plano de falha for inclinado, da-se o nome de tecto ao bloco suprajacente
e muro (A; B; C; D) e de muro ao bloco subjacente ao mesmo plano.

Linha de falha (C'; D') E a inha de intersecgEo do plano de falha com a superficie terrestre.

~ 12 ~
Pendor E a nclinagio do plano de falha ou o ingulo que este plano faz com o plano
(C; D; C'; D'; H; l) horizontal

Rejeiqeo ou rejecto E a distancia, medida na vertical, entre dois estratos correspondentes, num e
(C; O; C') noutro lado da falha, situados ao mesmo nfvel.

Tipos de falhas
A inclinado do plano de falha e as relaqoes que estabelece com os estmtos permite distinguirdiversos
tipos de falhas:

Seguem-se os principais tipos de falha:

a) normais ou extenslvas - quando o plano de falha se inclina paxa o lado do bloco levantado;

b) inversas ou compressivas - quando o plano de falha se inclina para o bloco descaido;

c) desligarnentos ou horizontais - encontram-se associadas a movimentos tangenciais.

Podem ser falhas de desligamento diieito ou esquerdo dependendo do bloco que avanca na nossa
direccao.

Estrutura enrugada e evolucao do relevo enrugado

As grandes cadeias montanhosas enrugadas resultam dos movimentos orogenicos. A deposicao de


sedimentos nas fossas abissais (zona de convergCncia de suas placas, uma de bordo oceanico e outra
continental) origina espessas camadas sedimentares sensivelmente horizontais. Quarido sao submetidas
as violentas forgas compressivas tangenciais e as forcas orogenicas, as camadas rochosas e o proprio
bordo da placa continentai sofrem profundas deformacoes, que se traduzem pelo seu enrugamento e
subsequente sobrelevacao. Desta foIma, originam as estruturas enrugadas, ou dobras. Este foi o
mecanismo que presidiu A formacao das actuais cordilheiras dos Andes, das Montanhas Rochosas, do
Atlas, dos Alpes, dos Himalaias, entre outras, Para que o relevo enrugado se forme, é necessdrio que os
matedais geologicos submetidos irs forcas compressivas tangenciais seiam plasticos (como, por
exemplqo as rochas argilosas, calcarias, entre outlas). Esta condigio 6 fundamental e determina que o
enrugamento afecte principalmente as gmndes fomacoes sedimentares. A existencia de fosseis
marinhos em todas as grandes cadeias montanhosas de enrugamento constitui uma prova mais que
evidente de que os materiais rochosos que as compoem estiveram outrora submeros.

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:…. Exemplo de estrutura enrugada.

3.4.Elementos das estruturas enrugadas


Quando nao é submetida e aceao erosiva, uma cadeia enrugada assume um aspecto ondulat6rio, em
que se sucedem altemadamente troqos convexos, designados por anticlinais, e trocos concavos,
denominados sinclinais. Se se considerar uma estrutura enrugada ou dobrada, ou seia, uma dobra
completa, isenta da intelveneao dos agentes erosivos, esta é constituida pelos elementos seguinte:

 flancos - superficies incHnadas ou lados da dobra (B); .


 pendor - inclinaqao das camadas ou o Angulo formado pela linha de maior declive com o plano
horizontal (C);
 charneira - linha que separa os flancos, ou a linha ao longo da qual o pendor muda de sentido (a
charneira pode ser anticlinal ou sinclinal) (D);
 plano axial - plano bissector do angulo formado por dois flancos contiguos. Pode considerar-se
igualmente o plano axial do anticlinal e o plano axial do sinclinal (A);

. direcgao da dobra - direcEao do seu plano axial.

:…. Elementos da dobra

3.5.Tipos de dobras ou pregas


Segundo o tipo de materiais sedimentares envolvidos e o grau de intensidade das for5:as orog6nicas, as
pregas poderrr originar diversas rE)resentagoes: dobn direit4 dobm inclinada, dobra deitada, dobias
isoclinais, dobras anticlinais, dobras sinclinais, .dobla em leque e dobra falha. Observa com atenqeo as
figuras seguims, pois constituem exemplos :

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:….

:…. Principais tipos de dobras.

Conclusão

Nopresente trabalho podemos cocluir que a terra não é estatil devida a presença de placas
tectonicas que sustentam os continentes placas estas que estao sujeita a movimentos muito lento
e prologados, e o encontro das placas origena estruturas montanhosas.

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Bibliografia
NANJOLO, luis e ABDUL,ismael, A Terra: processo e fenómenos, Geograficos 11° classe,
Maputo,Diname,2003.

PERALTE, catarina Rosa e CALHEU, Maria Beleza,investigar e aprender a terra, ciências da Natureza,
Lisboa,Porto Editora,1990.

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