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INSTITUTO DE INVESTIGACIONES HISTORICAS JUAN COMAS INTRODUCCIOK


El presente l i b r o . Introducción a la prehistoria general, p o r el d o c t o r
A LA PREHISTORIA GENERAL
J u a n C o m a s , ha v e n i d o a satisfacer d t s d e su p r i m e r a o d i c i ó n en 1 9 6 2 , la textos universitarios
necesidad q u e h a b í a de tener en nuestra lengua u n a v i s i ó n d e c o n j u n t o ,
en la q u e se o f r e c i e r a n las más recientes a p o r t a c i o n e s en el r i q u í s i m o
campo d e la p r e h i s t o r i a . Recibida y comentada favorablemente por
investigadores nacionales y e x t r a n j e r o s , esta Introducción a la prehis-
toria general ha s i d o e m p l e a d a además c o n r e s u l t a d o s p o s i t i v o s c o m o
t e x t o V o b r a de c o n s u l t a e n los cursos q u e se i m p a r t e n s o b r e esta mate-
ria en varios c e n t r o s d e e s t u d i o e n M é x i c o , A m é r i c a L a t i n a y España.
A d e m á s de e x p o n e r en ella, c o n a p o y o en los más m o d e r n o s descu-
b r i m i e n t o s , c u a n t o se r e f i e r e a la t e n i á t i c a genera! de la p r e h i s t o r i a , el
autor atiende n o sólo a la e v o l u c i ó n h u m a n a y c u l t u r a l d e l á m b i t o
e u r o p e o s i n o q u e d e d i c a a s i m i s m o c a p í t u l o s especiales a las secuencias
p r e h i s t ó r i c a s d e Asia y de A f r i c a y a s i m i s m o d e l N u e v o (^'iundo. E n esta
segunda e d i c i ó n las m a t e r i a s expuestas h a n v u e l t o a actualizarse apro-
v e c h a n d o los d a t o s q u e la i n v e s t i g a c i ó n p r e i i i s t ó r i c a a p o r t a s i n cesar.
O t r o i m p o r t a n t e trabajo del autor, u t i l i z a d o asimismo c o m o t e x j
o b r a de conr,ulta es el Manual de antropología física (710 pp.
cual hay varias e d i c i o n e s en c a s t e l l a n o e i n j i é s .
El d o c t o r J u a n C o m a s f u e jefe de la S e c c i ó n de
I n s t i t u t o Je Investigaciones H i s t ó r i c a s , desde su c ^ g j ^ 1 9 6 3 ha^ta
j u l i o d e 1 9 7 3 . E n 1 9 7 5 el H. C o n s e j o Univers£iMiHlpEorqó eí h n n r o s
t í t u l o de Investigador Emérito.

Ilustración de II tada: Bisonte policromado. Altamira (España) TONOMA DE M E X I C O


I

CAPITULO v n

Industrias Itticas del paleolítico inferior: prechelense, chelense


o abbevilliense, aclieulense, clactoniense, tayaciense: sus princi-
pales caracteres diferenciales

L o s d e p ó s i t o s y estaciones del p a l e o l í t i c o inferior en E u r o p a occi-


dental y central corresponden en general a u n c l i m a templado,
uniforme y bastante h ú m e d o ; se locahzan desde las m á s altas terra-
zas fluviales hasta el ú l t i m o interglaciar ( R i s s - W ü r m ) , pero su
industria sólo presenta u n a lenta e v o l u c i ó n . Se trata de c a m p a -
mentos n ó m a d a s , a l aire libre; q u i z á v i v í a n en chozas de ramaje
que no h a n dejado h u e l l a . N o se conoce ninguna sepultura n i
m a n i f e s t a c i ó n a r t í s t i c a correspondiente a l p a l e o l í t i c o inferior.

Prechelense. C o n anterioridad a los bifaces clásicos chelenses de


que hablaremos a c o n t i n u a c i ó n se h a encontrado u n a supuesta i n -
dustria lítica m á s p r i m i t i v a y grosera, en estratos que m a r c a n el
l í m i t e entre plioceno y pleistoceno. H a n tenido r e p e r c u s i ó n sobre
todo los sílex de I p s w i c h ( I n g l a t e r r a ) que J . R e í d M o i r y R a y
L a n k e s t e r consideraron desde 1910 como trabajados por el hom-
b r e ; e s t á n a d e m á s los hallazgos de C r o m e r y N o r w i c h t a m b i é n en
I n g l a t e r r a . T o d a v í a actualmente hay dudas en cuanto a l a artifi-
cialidad de l a forma de tales sílex; autores como H . B r e u i l , L . S .
L e a k e y , F . E . Zeuner, e t c é t e r a , se muestran decididos partidarios
de l a existencia de esta industria h u m a n a prechelense,* otros como
W . J . Solías, F . N . H a w a r d , S . H . W a r r e n , G . Goury, M . Boule,
H . V . V a l l o i s , lo r e c h a z a n ; ^ en tanto que u n tercer grupo c o n A .
S. B a m e s y R . F u r o n ^ no parecen tomar partido definido sobre
tales hallazgos. S i n embargo, este ú l t i m o prehistoriador acepta l a
posibilidad de existencia de u n a industria prechelense en las playas
cuaternarias de Alemtejo ( P o r t u g a l ) y en los estratos V i l l a f r a n -
quienses del norte de A f r i c a . Posteriomente las excavaciones r e a -
lizadas en V a l l o n n e t ( F r a n c i a ) y Vertesszollós ( H u n g r í a ) h a n

1 Zeuner, 1958, pp. 182-188 y 202.


2 Boule, M. et H. V. Vallois. Les Hommes Fossiles. 1952, pp. 105-107.
Almagro, 1960, p. 91. Coles & Higgs, 1969, pp. 201-202.
3 Bames, A. S. en L'Anthropologie. vol. 48, pp. 217-236. París, 1938.
Furon, R., 1958, pp. 162-63.
92 J U A N COMAS INTRODUCCIÓN A LA PREHISTORIA GENERAL 93

proporcionado numerosas piezas líticas de indudable f a c t u r a h u m a - B r e u i l ( 1 9 3 9 ) propuso que este tipo de c u l t u r a se d e n o m i n a r a


na, con t i p o l o g í a p r i m i t i v a que puede calificarse de prechelense, abbevilliense por considerar que l a e s t a c i ó n p r e h i s t ó r i c a de A b b e -
similar a los conocidos pebble-tools y chopping-tooU* (Véase la ville ofrecía artefactos líticos m á s representativos y típicos de dicho
figura 19.) periodo.
E l instrumento preponderante del chelense o abbevilliense es l a
l l a m a d a " h a c h a de m a n o " (coup-de-poing), de sílex tallado en
ambas c a r a s ; es decir de u n nodulo o r i ñ o n del c u a l se h a n a r r a n -
cado por p e r c u s i ó n grandes lascas, hasta darle u n contorno sinuoso,
de g r a n espesor y forma variable que puede ser a l m e n d r a d a , oval,
triangular o lanceolada. S u t a m a ñ o oscila entre 6 a 28 c m . de
longitud, aunque lo m á s frecuente es 12 c m . V é a s e figura 20.
L a a p l i c a c i ó n de este instrumento d e b i ó ser m ú l t i p l e : como
a r m a de g u e r r a y de caza, p a r a despedazar animales, p a r a pre-
p a r a r pieles y raspar o cortar madera, e t c é t e r a .
E l chelense se h a localizado t a m b i é n en E s p a ñ a sobre todo en
T o r r a l b a ( S o r i a ) y en l a cuenca del M a n z a n a r e s ( M a d r i d ) , en el
sur de I n g l a t e r r a y en I t a l i a .
Acheulense. L a e s t a c i ó n e p ó n i m a es S a i n t - A c h e u l , en l a cuenca
del Somme, c e r c a de A m i e n s ( F r a n c i a ) . L a f a u n a " c á l i d a " del
Chelense v a desapareciendo poco a poco (Elephas antiquus, Hippo-
potamus majar, Rhinoceros mercki) siendo substituida por especies

Fig. 19. Pebble-tools de Vertesszollós, Hungría (arriba) y de Vallonnet,


Francia (abajo). Según Coles & Higgs, 1969

Chelense. L a e s t a c i ó n e p ó n i m a es Chelles, c e r c a n a a l a con-


fluencia del M a m e y el S e n a ( F r a n c i a ) . E s t a c u l t u r a está aso-
c i a d a a u n a f a u n a p r i m i t i v a de c l i m a c á l i d o y en l a c u a l se h a n
determinado: Machairodus, Elephas meridionalis, Equus stenonis
Fig. 20. Hacha de mano chelense, de Torralba, España
y Rhinoceros etruscus, representantes de l a fauna del T e r c i a r i o ; y adaptadas a u n c l i m a m á s f r í o : Elephas primigenius o mamut,
por especies t í p i c a s y a del pleistoceno: Elephas trogontheñ, Ele- Rhinoceros tichorhinus, e t c é t e r a , aunque hubo ciertos periodos en
phas aniiquus, Hippopotamus majar, Rhinoceros mercki; junto que estas especies c o n v i v i e r o n c o n las de c l i m a " c á l i d o " .
con l a hiena, y diversos c é r v i d o s . E l bifaz o h a c h a de mano del Acheulense es m á s ligera que l a
* Current Anthropohgy, vol. 6, pp. 74-87 (1965) y Coles & Higgs, del Chelense: de menor grosor, son m á s p e q u e ñ a s las lascas que
1969, pp. 204-205. le fueron arrancadas p a r a su p r e p a r a c i ó n , el borde — m i r á n d o l a
J U A N COMAS INTRC>DUCCIÓN A LA PREHISTOlUA G E N E R A L 95
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de p e r f i l — es poco sinuoso, m á s bien r e c t i l í n e o y cortante; su a c a - E n t é r m i n o s generales, los yacimientos de industrias bifaces ( c h e -
bado general es m u c h o m á s perfecto y de f o r m a v a r i a b l e : amig- lense y acheulense) se agrupan b á s i c a m e n t e en todas las regiones
daloide, oval o triangular y p l a n a . V e r figura 2 1 . que l a e x t e n s i ó n glaciar d e j ó libres.
E l p r i m e r desbaste del n ú c l e o se hizo seguramente por p e r c u s i ó n L a estación de L a Micoque en el municipio de T a y a c ( D o r -
c o n otra piedra, pero parece que — s e g ú n Bordes— l a talla ulterior d o ñ a , F r a n c i a ) , p r o p o r c i o n ó u n a serie de instrumentos de diver-
sos tipos; unos quedaron incluidos en el acheulense final, si bien
y final p a r a separar p e q u e ñ a s lascas y los retoques, se hizo con
m á s tarde fueron considerados p o r ciertos autores como u n a c u l -
percutor de m a d e r a .
tura peculiar que se d e n o m i n ó Micoquiense. Se trata de u n a i n -
dustria abundante en bifaces lanceolados o triangulares cuidadosa-
mente trabajados, sobre todo en l a punta.

Clactoniense. F u e en 1932 cuando el abate B r e u i l a d o p t ó este


nombre p a r a designar l a industria lítica de lascas recogida en
Clacton-on-Sea ( I n g l a t e r r a ) . L o s niveles donde se localizaron d i -
chos artefactos contienen u n a f a u n a de c l i m a m á s seco y c á l i d o
que el actual en d i c h a r e g i ó n ; con Elephas antiquus, Rhinoceros
mercki, Hippopotamus majar, Bos primigenius, .Bisan minor, Felis
lea, Hyaena spelaea, y j^demás diversos c é r v i d o s , b ó v i d o s y é q u i d o s .
E s u n a f a u n a m á s reciente que l a de Abbeville que a c o m p a ñ a
a l a c u l t u r a chelense.
Se trata de lascas con planos de f r a c t u r a anchos, c o n el bulbo
de p e r c u s i ó n grande y grueso, frecuentemente c ó n i c o .
E l clactoniense antiguo presenta pocos retoques, mientras que
e l clactoniense final de I n g l a t e r r a ( H i g h L o d g e , cerca de C a m -
bridge) tiene retoques similares a los que encontraremos m á s
tarde en las industrias Levaloisiense y Musteriense.
E n l í n e a s generales el clactoniense es c o n t e m p o r á n e o del che-
Fig. 21. Hacha de mano del acheulense superior, de San Isidro, España lense, si bien p e r d u r a a d e m á s en f o r m a paralela a l acheulense i n -
ferior y medio. Se h a encontrado industria clactoniense en Bélgica,
Otros dos útiles líticos aparecen en el acheulense; el raspador F r a n c i a , M o n a c o y E s p a ñ a (en los niveles inferiores de l a cueva
o raedera formado c o n u n a lasca ancha, m á s o menos o v a l a d a , del Castillo, S a n t a n d e r ) .
c o n u n borde grueso y otro fino cuidadosamente retocado p a r a
hacerlo cortante; y l a punta, hecha con u n a lasca c o n base a veces Tayaciense. E n el mismo abrigo de L a M í c o q u e municipio de
m u y gruesa, cuidadosamente retocada en los bordes. Se encuentran T a y a c , a l que acabamos de referirnos, d e s c u b r i ó B r e u i l otros n i -
t a m b i é n a veces raederas o raspadores dobles, es decir retocados veles a r q u e o l ó g i c o s que recubren el llamado Micoquiense y forma-
en sus dos bordes. dos por u n a g r a n c a n t i d a d de lascas, con plano de p e r c u s i ó n oblicuo
B r e u i l - L a n t i e r ( 1 9 5 1 , p. 1 3 8 ) , basados en las terrazas del Somme, y bulbo de p e r c u s i ó n de t r a d i c i ó n clactoniense. E l estudio de esta
establecieron 7 niveles del acheulense, con variaciones c r o n o l ó g i c a s industria h a permitido a f i r m a r a B r e u i l y L a n t i é r ( 1 9 5 1 , p. 142)
y t i p o l ó g i c a s ; es l a clasificación que siguen F u r o n {1958, pp. 165- q u e : " E l conjunto no es acheulense, levaloisiense, n i musteriense,
6 7 ) y A l m a g r o (1960, pp. 9 7 - 1 0 0 ) ; pero m á s recientemente se h a sino que pertenece a u n tipo p e c u l i a r : el Tayaciense. M u c h o s útiles
simplificado l a nomenclatura a c e p t á n d o s e sólo 3 niveles: acheu- h a n sido h á b i l m e n t e retocados en formas diversas e inestables:
lense temprano, medio y t a r d í o (Coles & Higgs, 1969, p. 2 0 9 ) . picos, muescas, perforadores, e incluso buriles, puntas, raspadores.
T a l l a basta y retoques excelentes es lo que caracteriza a l T a y a -
Se h a recogido i n d u s t r i a acheulense en el sur de I n g l a t e r r a , en
ciense."
casi toda F r a n c i a , Bélgica, A l e m a n i a m e r i d i o n a l , I t a l i a y E s p a ñ a .
96 J U A N COMAS

Estos niveles a r q u e o l ó g i c o s de L a M i c o q u e son prueba de l a


existencia de u n a c u l t u r a de lascas c o n t e m i i o r á n e a de gran parte
del Acheulense. L a difusión g e o g r á f i c a del T a y a c i e n s e es grande;
a d e m á s de F r a n c i a ( F o n t é c h e v a d e ) se le h a encontrado en E s p a ñ a
( c u e v a del Castillo, S a n t a n d e r ) , Portugal, I t a l i a , M a r r u e c o s , Pales-
CAPÍTULO V I H
tina y Crimea ( K i i k - K o b a ) .
E n I n g l a t e r r a y norte de F r a n c i a se observa u n a alternancia
Los homínidos hasta fines del Paleolítico inferior: Oreo-
de las industrias líticas de bifaces y lascas: las primeras correspon-
pithecus; Australopitécidos; Pitecantropoides. El hombre
diendo a los periodos interglaciares y las segundas situadas i n m e -
en Europa hasta el Riss-Würm. Caracteres más relevantes
diatamente antes y d e s p u é s de las fases m á s frías. B r e u i l considera
de cada uno de estos tipos
plausible que esta alternancia se deba a movimientos de p o b l a c i ó n
h u m a n a en momentos de intensificación de los f e n ó m e n o s glacia-
E n a t e n c i ó n a l a escasez de restos fósiles de h o m í n i d o s correspon-
res, siguiendo l a retirada de los animales de c a z a h a c i a el sur y
dientes a este enorme lapso de l a prehistoria, vamos a incluir en
el oeste.
el mismo c a p í t u l o no sólo lo referente a E u r o p a sino t a m b i é n a l
E n cambio en l a región m e r i d i o n a l y occidental de E u r o p a las
resto del mundo, así como u n a breve referencia a hallazgos re-
industrias bifaces y de lascas se confunden, y u x t a p o n i é n d o s e con fre-
cientes cuya filiación h o m í n i d a no está a ú n a c l a r a d a y que corres-
c u e n c i a ; en efecto los grupos humanos habiendo y a escapado del
ponden a l T e r c i a r i o .
frente glaciar no t e n í a n r a z ó n n i n g u n a p a r a aproximarse de nuevo.
D e a h í que en M a r r u e c o s se encuentre u n a industria m i x t a (clacto- 1. Oreogithecus bambolii. Desde 1872 y gracias a P a u l Gervais
abbevilliense). se c o n o c í a n los restos fósiles de u n primate hallado en el mioceno
L a s civilizaciones líticas donde predominan las lascas abundan superior del monte B a m b o l i , en T o s c a n a ( I t a l i a ) , y a l que se de-
m á s en las fronteras de los casquetes glaciares, es decir en regiones n o m i n ó Oreopithecus bambolii. D i c h o s restos consistían en porcio-
de c l i m a m u y frío. Pero —de acuerdo con lo que cautelosamente nes de m a n d í b u l a inferior y piezas dentarias, dos fragmentos p r o x i -
sugiere A l i m e n — no hay que pretender sistematizar en exceso y males de f é m u r y cubito respectivamente.
con p r e c i p i t a c i ó n . E l tayaciense de L a M i c o q u e no v a unido a E n u n principio se p e n s ó que se trataba de u n p ó n g i d o ; tam-
u n c l i m a frío, a u n siendo industria de lascas; y lo mismo ocurre b i é n se le c o n s i d e r ó tipo intermedio entre c e r c o p i t é c i d o s y p ó n g i -
con los niveles tayacienses de F o n t é c h e v a d e . dos; pero l a m a y o r í a de los p a l e o n t ó l o g o s adscribieron los aludidos
T o d o ello muestra no sólo l a complejidad de las t i p o l o g í a s líticas restos a u n c e r c o p i t é c i d o , es decir, m u y alejado del f í l u m antro-
del P a l e o l í t i c o inferior sino que a d e m á s permite rectificar l a visión pomorfo y m á s a ú n , naturalmente, del de los h o m í n i d o s . E n ese
simplista de m á x i m a o r d e n a c i ó n que hasta hace unas d é c a d a s se mismo grupo los i n c l u y ó Simpson en 1945.
t e n í a acerca de l a c r o n o l o g í a , sucesión y a l t e r n a n c i a de las t é c n i c a s F u e H u e r z e l e r en 1949 quien a p o r t ó nuevos datos afirmando que
bifaces y de lascas. A c t u a l m e n t e resulta difícil establecer l a debida se trataba de u n primate m u c h o m á s evolucionado, c o n u n a com-
c o i T e s p o n d e n c i a entre l a c r o n o l o g í a glaciar y l a de las distintas b i n a c i ó n de rasgos m á s h o m í n i d o s que simiescos; carencia de d í a s -
industrias. Puede hablarse objetivamente de que u n a determinada tema, forma b i c ú s p i d e del p r i m e r premolar, reducido t a m a ñ o de
facies t i p o l ó g i c a corresponde a u n c l i m a c á l i d o o a u n periodo los caninos, posición vertical de los incisivos, e t c é t e r a . P a r a dicho
f r í o ; pero resulta m u c h o m á s aleatorio determinar a c u á l g l a c i a - autor este primate del mioceno superior de T o s c a n a pertenece a
c i ó n o periodo interglaciar corresponde. A l i m e n (1950, p. 120) re- l a familia Hominidae. D e ser así, r e s u l t a r í a que el origen de los
cuerda q u e "los hechos son complejos, las interpretaciones difíciles h o m í n i d o s a l c a n z a r í a u n a edad entre 12 y 14 millones de a ñ o s .
y las asimilaciones propuestas resultan t o d a v í a m u y discutibles". Desde luego, l a tesis de Huerzeler h a sido bien acogida en u n
L o cierto es que el P a l e o l í t i c o inferior tuvo u n a m u y l a r g a d u - amplio sector científico. S i n embargo, l a escasez y estado fragmen-
r a c i ó n , que se manifiesta como u n proceso de gran lentitud en l a tario de los materiales disponihdes, hicieron que otros manifestaran
e v o l u c i ó n c u l t u r a l , a l mismo tiempo que ofrece u n a gran homo- sus reservas a l respecto, sugiriendo que p u d i e r a m á s bien tratarse
geneidad t i p o l ó g i c a en escala m u n d i a l . de u n antropoide poco especializado (y no u n h o m í n i d o ) , m á s
I

98 J U A N COMAS INTRODUCCIÓN A LA PREHISTORIA G E N E R A L 99

p r i m i t i v o que sus c o n t e m p o r á n e o s los Dyropithecus y Sivapithecus. el s e n t í d o de l a h o m i n i z a c i ó n que los antropoides vivientes, pero
E n 1956 se recogieron nuevos restos de, dicho primate en el en u n grado inferior a los Pitecantropoides de que hablaremos m á s
distrito minero de B a c c i n e l l o ; m u y fragmentarios, pero correspon- adelante.
dientes a u n m í n i m o de cinco individuos. F i n a l m e n t e en agosto de L a fauna fósil recogida junto c o n los restos de A u s t r a l o p i t é c i d o s
1958 se d e s c u b r i ó en bastante buen estado de c o n s e r v a c i ó n , el es variable en los distintos yacimientos, pero incluye sobre todo
esqueleto de u n j o v e n adulto. T o d o el m a t e r i a l está reunido en especies y a u n g é n e r o s de m a m í f e r o s extinguidos ( e n u n 8 5 % del
el Museo de Basilea ( S u i z a ) dando l a posibilidad a Straus p a r a total) p r i n c i p a l m e n t e : el m a n d r i l (Parapapio africanus), u n topo
efectuar u n estudio donde e x a m i n a las distintas posibilidades taxo- (Gypsorhychus darti), dos p e q u e ñ o s a n t í l o p e s (Palaeotragiscus
n ó m i c a s del Oreopithecus: a) como C e r c o p i t é c i d o ; b) como homi- longiceps y Cephalophus parvus), tres g é n e r o s de ratas (Thallomys,
noide; c) como p ó n g i d o ; d) como h o m í n i d o ; e) o integrante de Myotomys y Mystromys), u n a hiena (Lycyaena), el tigre diente-
u n a f a m i l i a independiente, Oreopithecidae. E n definitiva Straus de-sable (Machairodus), etcétera.
se i n c l i n a a considerarlo parte de l a superfamilia H o m í n o i d e a , y T o d o ello hace suponer l a existencia en esta r e g i ó n de A u s t r a l o -
dentro de ella r e c h a z a l a hipótesis de que fuera u n p ó n g i d o , consi-
p i t é c i d o s desde el pleistoceno inferior; aunque las distintas estacio-
d e r á n d o l o m á s bien como " u n miembro p r i m i t i v o , aberrante, de
nes no son c o n t e m p o r á n e a s entre s í ; el orden de m a y o r a menor
l a familia Hominidae".^ Q u i z á nuevos hallazgos permitan resolver
a n t i g ü e d a d es: Makapansgat, T a u n g s , Sterkfontein, S w a r t k r a n s y
l a i n c ó g n i t a que representa el Oreopithecus en l a filogenia de los
K r o m d r a a i . ^ S i n embargo, investigadores como B r o o m (1946)
primates, y del hombre.
consideran que los A u s t r a l o p i t é c i d o s se localizan y a en el plioceno
2. Australopitécidos. E n Taungs (Africa del S u r ) descubrió R . superior, es decir a fines del T e r c i a r i o .
A . D a r t en 1924 u n c r á n e o y m a n d í b u l a infantiles que por sus P a r a R f D a r t , R . B r o o m , V . R o b í n s o n y otros, los A u s t r a l o p i t é -
c a r a c t e r í s t i c a s peculiares clasificó como u n g é n e r o aparte dentro cidos deben incluirse en el tronco de los h o m í n i d o s no sólo por
de los h o m í n i d o s , a l que d e n o m i n ó Australopithecus africanus. E n sus c a r a c t e r í s t i c a s osteológicas sino t a m b i é n por ser autores de u n a
el transcurso de los a ñ o s , nuevas excavaciones en regiones p r ó x i m a s industria de hueso ( l a l l a m a d a industria osteodontoquerática) y
(Sterkfontein, K r o m d r a a i , M a k a p a n s g a t y S w a r t k r a n s ) proporcio- t a m b i é n lítica (Pebble-tools) unido a su conocimiento y utiliza-
n a r o n buen n ú m e r o de fragmentos de esqueletos sobre todo calotas
c i ó n del fuego. L a s opiniones d i v e r g í a n toda vez que ciertos inves-
craneanas, m a n d í b u l a s , piezas dentarias, pelvis, huesos largos, et-
tigadores rechazaban l a posibilidad de i n c l u i r a tales seres é n t r e -
c é t e r a , correspondientes, a varios seres de este mismo grupo, que
los h o m í n i d o s . L a controversia parece haber terminado en favor
en conjunto se conocen como Australopitécidos si bien se h a n for-
de D a r t y seguidores. Pero se plantea entonces l a necesidad de
mado g é n e r o s y especies distintas: Australopithecus africanus ( T a -
determinar si deben incluirse o no en el f í l u m que conduce a l
u n g s ) , A. transvaalensis (Sterkfontein y M a k a p a n s g a t ) , Paran-
hombre. L a tendencia general en l a actualidad parece orientarse
thropus robustus ( K r o m d r a a i ) , P. crassidens ( S w a r t k r a n s ) y Te-
en el sentido de que los .Australopitécidos r e p r e s e n t a r í a n en todo
lanthropus capensis (otros restos de S w a r t k r a n s ) ; este ú l t i m o
caso u n a r a m a extinguida en su proceso h a c i a l a h o m i n i z a c i ó n
parece m á s evolucionado que los restantes A u s t r a l o p i t é c i d o s .
total, sin haber alcanzado el nivel h u m a n o antes de desaparecer
L a c o n f o r m a c i ó n de l a pelvis muestra que se trata de seres que
(ver figura 1 5 ) . Estamos frente a u n a de las muchas i n c ó g n i t a s
a n d a b a n en p o s i c i ó n b í p e d a ; a d e m á s sus dientes presentan carac-
que se presentan en el campo de l a prehistoria y de l a paleoantro-
teres humanoides, sin diastema; tienen el orificio occipital situado
pología.
m u c h o m á s h a c i a adelante que los antropoides actuales; l a c u r v a -
t u r a d e l arco dentario t a m b i é n los acerca a l tipo h u m a n o ; por L a s exploraciones de L e a k e y desde 1959 en l a c a ñ a d a de O l d u -
o t r a parte l a capacidad c r a n e a l obtenida en 5 individuos oscila v a i , cerca de K e n i a ( T a n z a n i a ) , h a n proporcionado u n a serie de
entre 450 y 750 c e , c o n u n a m e d i a de 576 c e . A n a t ó m i c a m e n t e restos óseos a c o m p a ñ a d o s de industria lítica tipo pebble-tools y
pues los A u s t r a l o p i t é c i d o s resultan mucho m á s evolucionados en chopping-tools, en estratos del V i l l a f r a n q u i e n s e superior que reci-
bieron en u n principio l a d e n o m i n a c i ó n g e n é r i c a de Zinjanthropus,
1 Straus, W. L. The classification of Oreopithecus. In; Classification
and Human evolution. hy S. L. Washburu (editor), pp. 146-177, Nueva - En el capítulo X V I , cuadros 9 y 10, se hace referencia a loi periodos
York, 1963 (cita en Ja p. 174). (feológicos y culturales en Africa del Sur.
100 J U A N COMAS
INTRODUCCIÓN A L A PREHISTORIA G E N E R A L 101
pero que posteriormente se h a n reconocido como pertenecientes a l 3. Pitecantropoides. E n l a localidad de T r i n i l , en las m á r g e n e s
grupo de los A u s t r a l o p i t é c i d o s . * , del r í o Solo ( J a v a ) d e s c u b r i ó E . Dubois en 1891-92 restos consis-
Así mismo se descubrieron en 1961 en estratos villafranquienses tentes en u n a calota, u n f é m u r izquierdo y varias piezas dentarias
del T c h a d los restos de u n ser descrito como Tchadanthropus pero de u n ser cuyas c a r a c t e r í s t i c a s c o n s i d e r ó intermedias entre mono
que se h a reconocido t a m b i é n como A u s t r a l o p i t é c i d o . E n fin l a y hombre, y de a h í su d e n o m i n a c i ó n : Pithecanthropus erectus.
localidad de O m o , en A b i s i n i a , h a proporcionado igualmente n u - Posteriormente el propio Dubois y m á s tarde v o n K o e n i g s w a l d
merosos restos de A u s t r a l o p i t é c i d o s . * T e n e m o s pues que el grupo (1937-39) encontraron restos similares de otros individuos en y a c i -
h o m í n i d o de los A u s t r a l o p i t é c i d o s se localiza por a h o r a en zonas mientos p r ó x i m o s , t a m b i é n en l a r e g i ó n c e n t r a l de J a v a : K e d u n g
que comprenden casi toda el á r e a africana. Brubus, Modjokerto y S a n g i r á n . L o s estudios de ambos investiga-
E l c á l c u l o de l a c r o n o l o g í a absoluta del Zinjanthropus, recu- dores así como los de W e i d e n r e i c h h a n puesto en evidencia que se
rriendo a l a radioactividad del grupo p o t a s i o - a r g ó n , h a dado l a dispone hoy en J a v a de los restos de diversas especies de Pithecan-
fecha de 1 750 000 a ñ o s , es decir casi 3 veces m a y o r que l a m á s thropus: P. erectus, P. modjokertensis, P. robustus y u n g é n e r o dis-
a n t i g u a de las determinadas hasta el momento p a r a restos de ho- tinto aunque m u y p r ó x i m o : Meganthropus palaeojavanicus. La
m í n i d o s o de su cultura.^ P o r su parte las capas g e o l ó g i c a s donde c r o n o l o g í a que se les a d j u d i c a actualmente corresponde a l Pleis-
se recogieron los restos de O m o corresponden a u n a a n t i g ü e d a d toceno inferior (P. robustus y Meganthropus) y Pleistoceno medio
hasta de 2 500 000 a ñ o s . (P. erectus, P. modjokertensis). C o m o se trata de restos fragmen-
T o d o s estos hallazgos e s t á n en d i r e c t a c o n e x i ó n con l a p r i m i t i v a tarios e incompletos ( e n general, calotas craneanas y m a n d í b u l a s )
industria lítica de los pebble-tools; de a h í que L e a k e y y G l a r k h a y investigadores que discrepan de K o e n i g s w a l d en cuanto a l a
H o w e l l coincidan en a f i r m a r , sobre todo r e f i r i é n d o s e a O l d u v a i , c r e a c i ó n íiel g é n e r o Meganthropus y estiman que se trata de otro
"estamos ante el m á s antiguo, plenamente identificado, fabricante Pithecanthropus. Desde luego, todos estos restos tienen u n a g r a n
de artefactos líticos conocido hasta el momento".* semejanza entre sí, especialmente en l a frente m u y huidiza, grandes
A f r i c a resulta por el momento el continente donde se localizan arcadas supraorbitarias, en l a p r o p o r c i ó n c r á n e o y c a r a , acentuado
los h o m í n i d o s m á s primitivos no sólo en cuanto a su e v o l u c i ó n prognatismo, en l a capacidad c r a n e a l m e d i a de unos 935 c e . e t c é -
b i o l ó g i c a sino t a m b i é n por lo que se refiere a su a n t i g ü e d a d en tera (figura 2 2 ) .
el tiempo. S i recordamos lo dicho en el c a p í t u l o v i estamos ante el
T a m b i é n en l a zona de P e k í n ( C h i n a ) se h a n recogido nimie-
d i l e m a t a x o n ó m i c o de englobar todos estos llamados australopi-
rosos restos de seres en el mismo o m u y semejante estado evolutivo
técidos en u n g é n e r o , Australopithecus, con distintas especies de
que los Pithecanthropus de J a v a . E l lugar de C h o u k o u t i e n h a pro-
acuerdo con las variaciones osteológicas que diferencian unos h a -
prorcionado, desde 1921, en capas p l e i s t o c é n i c a s , fragmentos óseos
llazgos de otros, o aceptar que l a f a m i l i a Hominidae consta de u n
correspondientes a unos 40 individuos (sobre todo calotas c r a n e a -
solo g é n e r o Homo y en ese caso todos los a u s t r a l o p i t é c i d o s forma-
nas, m a n d í b u l a s y piezas d e n t a r í a s ) . A tales seres se les dio el
rían la especie Homo africanus (posiblemente con varias subes-
nombre de Sinanthropus pekinensis; pero su a n a l o g í a c o n los Pithe-
p e c i e s ) . M i e n t r a s no se disponga de m a y o r i n f o r m a c i ó n m a t e r i a l
canthropus de J a v a es tan evidente que muchos autores los i n c l u -
y de estudios comparativos m á s exhaustivos, se trata solamente de
yeron como u n a especie del g é n e r o Pithecanthropus y l a denomi-
c u e s t i ó n de nombres, sin g r a n i m p o r t a n c i a p a r a el prehistoriador.
n a r o n Pithecanthropus pekinensis. E l c á l c u l o de l a capacidad
c r a n e a l m e d i a de dichos seres a r r o j a l a cifra de 978 c e , o sea
' No nos referimos a los escasos restos del denominado Homo habilis,
procedentes de la misma estación prehistórica, por tratarse de un caso ligeramente m a y o r que l a de los Pithecanthropus de J a v a , pero
todavía muy discutible en cuanto a sus características y lugar que pudiera desde luego m u y inferior t o d a v í a a l a m e d i a del Homo sapiens
corresponderle en la taxonomía de la familia Hominidae. c o n t e m p o r á n e o (figura 2 3 ) .
* Coppens, Y. Le Tchadanthropus. L'AnthTopologie, vol. 70, pp. 5-16.
1966. L o s artefactos encontrados en r e l a c i ó n c o n los restos Pitecan-
Arambourg, C , J. Chavaillon et Y. Coppens. Resultats de la nouvellt tropoides no d a n por sí solos u n a i n f o r m a c i ó n c l a r a en cuanto a
mission de l'Onio, 1968. Academia de Ciencias de París, 1969.
I* CuTTent Anthropology, vol. 1, núm. 1, pp, 76-77. Enero de 1960. L'An- su n i v e l c u l t u r a l . S e g ú n M o v i u s (1944) l a l l a m a d a c u l t u r a de
thropologie, vol. 63, núm. 3-4, pp. 387-91. París, 1960. P a t j i t a r i a n es c o n t e m p o r á n e a del Pithecanthropus erectus de J a v a ;
« Science News Letter, vol. 80, núm. 6, p. 83. Agosto 5, 1961. se trata de u n a i n d u s t r i a lítica m a c i z a y basta, con choppers y
INTRODUCCIÓN A L A PREHISTORIA GENERAL 103
J U A N COMAS
102
chopping-tools; no obstante contiene ciertos artefactos bifaces cons-
truidos por aguzamiento de los chopping-tools, y que pueden con-
siderarse como "hachas de m a n o " primitivas.
E n C h o u k o u t i e n , en los mismos niveles que el Sinanthropus, se
han recogido artefactos de hueso, de cuerno y líticos, estos ú l t i m o s
fabricados tanto con lascas como con n ú c l e o s (choppers y chop-
ping-tools), pero se observa c a r e n c i a completa de hachas de mano.
Se h a n localizado t a m b i é n restos indudables de hogares y por lo
tanto, de u t i l i z a c i ó n del fuego.
M á s recientemente, a p a r t i r de 1954, las excavaciones en el y a c i -
miento de T e m i f i n e ( A r g e l i a ) por C . A r a m b o u r g h a n proporcio-
nado tres m a n d í b u l a s , u n parietal y distintas piezas dentarias j u n t o
con restos de f a u n a fósil que permite situarlos c r o n o l ó g i c a m e n t e
en el pleistoceno medio, y que i b a n a c o m p a ñ a d o s con i n d u s t r i a
lítica de bifaces y grandes lascas de tipo clactoniense, que los espe-
cialistas clasifican como perteneciente a l comienzo de lo que en
E u r o p a se conoce como acheulense. A r a m b o u r g , d e s p u é s d e l estudio
detenido de tales m a n d í b u l a s , m u y robustas, sin m e n t ó n pero con
piezas destarias t í p i c a m e n t e humanas, llega a l a c o n c l u s i ó n de que
"estos huesos corresponden c o n los del Pithecanthropus de J a v a y
sobre todo con los del Sinanthropus de C h i n a , con los cuales e s t á n
seguramente emparentados". D e n o m i n ó Atlanthropus mauritanicus
a estos h o m í n i d o s del pleistoceno medio de Á f r i c a septentrional.
L a n u e v a t a x o n o m í a p a l e o a n t r o p o l ó g i c a simphficando g é n e r o s y
especies, y a l a que nos hemos referido en el c a p í t u l o v i , incluye
todos estos restos pitecantropoides — y otros que no menciona-
mos— en l a especie Homo erectus, c o n las subespecies H . erectus
erectus, H . erectus pekinensis, H . erectus mauritanicus.''^

4. El hombre en Europa hasta el Riss-Würm

a ) Mauer. E n 1907 se e n c o n t r ó en M a u e r , c e r c a de H e i d e l b e r g
( A l e m a n i a ) , u n a m a n d í b u l a de c a r a c t e r í s t i c a s realmente extraor-
dinarias; de aspecto macizo, y m u y robusto, con poderosas y anchas
ramas ascendentes que siendo a d e m á s relativamente cortas a p a -
recen casi c u a d r a d a s ; cuerpo m a n d i b u l a r m u y grueso; sin m e n t ó n .
T o d o s estos caracteres primitivos v a n unidos a u n a d e n t i c i ó n c o m -
pletamente h o m í n i d a . O t t o Schoetensack p u b l i c ó en 1908 el estudio
sobre este resto. L a figura 24 muestra el perfil comparado de las
m a n d í b u l a s del hombre c o n t e m p o r á n e o , de u n c h i m p a n c é y de
M a u e r , donde se patentizan las c a r a c t e r í s t i c a s diferenciales m e n -
cionadas.

' Campbell, Bemard G. The nomenclature of íhe Hominidae. Occasio-


nal Paper, number 22. Roy. Anthrop. Institute. London, 1965. 34 pp.
104 J U A N COMAS INTRODUCCIÓN A LA P R E H I S T O R I A G E N E R A L 105

Por desgracia dicho resto es ú n i c o y fue encontrado aislado y Por su paute A r a m b o u r g (1963, p . 153) l a incluye entre los
sin rastro de i n d u s t r i a l í t i c a ; en cambio con f a u n a de c l i m a c á l i d o : Pitecantropoides; posición que adopta t a m b i é n J u l l i e n (1965, p .
Elephas antiquus, Rhinoceros etruscus, y especies extinguidas de 118) quien l a estudia en el c a p í t u l o de los que denomina A r q u e o -
caballo, bisonte, oso, j a b a l í , ciervo, e t c é t e r a . T o d o lo c u a l , unido antropos, es d e c i r pitecantropoides, j u n t o con los restos de T e r -
a las c a r a c t e r í s t i c a s geológicas de l a c a p a de arenas fluviales donde nifine.
fue localizada a 24 m . de profundidad, .permite d a t a r d i c h a m a n - b ) Vertesszollós, Hungría. F u e en agosto de 1965 cuando en
d í b u l a como correspondiente a l interglaciar Günz-Mindel. Estuvo l a e s t a c i ó n a l a i r e libre de Vertesszollós, a unos 50 k m , de B u d a -
considerado hasta recientemente como el resto de h o m í n i d o m á s pest, en u n n i v e l lítico tipo pebble-tools correspondiente a l periodo
antiguo de E u r o p a . M i n d e l I — M i n d e l I I , con fauna extinguida de Epimachairodus,
Trogontherium, Stephanorhinus, Canis mosbachensis, e t c é t e r a , se
localizaron restos craneales cuyas c a r a c t e r í s t i c a s minuciosamente
estudiadas por T h o m a * lo adscriben a l grupo de los A r q u e o a n -
tropos, o sea Pitecantropoide. S e r í a por lo tanto u n Homo erectus
europeo. T a n i n t e r e s a n t í s i m o hallazgo c o n f i r m a el de M a u e r y
a m p l í a a E u r o p a l a presencia de u n a etapa h o m í n i d a h a s t a enton-
ces considerada exclusiva del sureste de A s i a y A f r i c a .
c ) Montmaurin. E n 1949 a l e x p l o r a r diversas cuevas en el m u -
nicipio de M o n t m a u r i n ( H a u t e - G a r o n n e , F r a n c i a ) se extrajo u n a
m a n d í b u l a de u n a g a l e r í a vertical que c o n t e n í a i n d u s t r i a lítica pre-
musteriense y f a u n a de c l i m a c á l i d o ; todo lo c u a l s i t ú a el hallazgo
en periodo interglaciar que V a l l o i s i n d i c a pudo ser el R í s s - W ü r m
Francés... Mauer. Chimpancé o q u i z á el M i n d e l - R i s s . E n todo caso anterior a l musteriense y a
c u a l q u i e r hallazgo de tipo N e a n d e r t a l , aimque m á s reciente que
Fig. 24. Perfiles comparados de las mandíbulas de Mauer, chimpancé y l a m a n d í b u l a de M a u e r y los restos de Vertesszollós.
francés contemporáneo (según Vallois)
Sus c a r a c t e r í s t i c a s l a asemejan m u c h o a M a u e r : g r a n robustez
D u r a n t e m u c h o tiempo se h a conocido l a m a n d í b u l a de M a u e r y espesor, con r a m a ascendente menos a n c h a que l a de M a u e r , si
como representativa del Homo heidelbergensis; pero creemos que bien semejante por este c a r á c t e r a las de tipo N e a n d e r t a l ; sin
en este caso, como en tantos otros, resulta prematuro establecer m e n t ó n ; y los molares que son las ú n i c a s piezas conservadas pre-
u n nuevo g é n e r o de h o m í n i d o a base exclusivamente de u n a m a n - sentan u n fuerte complejo de elementos arcaicos. E n resumen l a
d í b u l a . P o r o t r a parte los estudios de Boule y V a l l o i s llevaron a m a n d í b u l a de M o n t m a u r i n ofrece u n a c o m b i n a c i ó n de caracteres
l a c o n c l u s i ó n de que l a m a n d í b u l a de M a u e r se asemeja a las del que permite s i t u a r l a entre l a de M a u e r y las de tipo N e a n d e r t a l .
tipo N e a n d e r t a l (que estudiaremos en el c a p í t u l o x ) por su forma D e a h i que sea i n c l u i d a en ese grupo de h o m í n i d o s del P a l e o l í t i c o
general, dimensiones y robustez; y que, si bien h a y diferencias, inferior.
las semejanzas son tantas "que pueden hacer pensar en u n estrecho d ) Swanscombe (Inglaterra) y Fontéchevade (Francia). En
parentesco entre ambas" y a ñ a d e n "como el N e a n d e r t a l no puede 1935-36, en las proximidades de Swanscombe, condado de K e n t
ser m á s que l a supervivencia evolucionada de u n tipo m á s p r i m i - ( I n g l a t e r r a ) a 8 m . de profundidad en u n terreno situado a orillas
tivo t o d a v í a , es m u y posible que l a m a n d í b u l a de M a u e r de edad del T á m e s i s , se encontraron u n occipital y u n p a r i e t a l izquierdo
g e o l ó g i c a m u c h o m á s antigua, h a y a pertenecido a u n representante cuyas c a r a c t e r í s t i c a s los alejan de las que presenta el tipo Nean-
de este p r i n ú t i v o tipo modificado lentamente gracias a l a selección dertal y en cambio se asemejan a las del Homo sapiens. E n el
actuando sobre las mutaciones orientadas en u n mismo s e n t i d o " ; ^ mismo estrato se recogieron restos de Rhinoceros mercki y de Ele-
y lo calificaron como pre-neandertal.
9 Thoma, A. L'occipítal de l'homme Míndélien de Vertesszollós. L'An-
8 Boule-Vallois, 1952, p. 267. tome 70, pp. 495-534. París, 1967.
thropologie,
106 J U A N COMAS INTRODUCCIÓN A LA PREHISTORIA G E N E R A L 107

phas antiquus, lo c u a l unido a l a presencia de u n a i n d u s t r i a lítica e) Steinheim y Ehringsdorf (Alemania), Saccopastore (Italia),
de tipo acheulense' hizo que l a c o m i s i ó n científica encargada de Krapina (Yugoslavia). A l norte de l a v i l l a de Steinheim y a
su estudio les a d j u d i c a r a u n a c r o n o l o g í a correspondiente a l inter- orillas de u n afluente del N e c k a r se d e s c u b r i ó en 1933 u n c r á n e o
glaciar Mindel-Riss. E n 1953, y a pocos metros de distancia de en estratos correspondientes a l M i n d e l - R i s s o a l interestadio Riss I -
los restos anteriores, se hizo el descubrimiento de u n p a r i e t a l de- Riss 1 1 ; c o n c a r a c t e r í s t i c a s osteológicas parcialmente a n á l o g a s a
recho que a r t i c u l a bien con los fragmentos recogidos en 1935. las del tipo N e a n d e r t a l en tanto que otras le asemejan m á s bien
E n 1947 a l e x c a v a r l a c u e v a de Fontéchevade (Charcnte, Fran- a l hombre moderno.
c i a ) , se e n c o n t r ó sucesivamente u n a c a p a a r q u e o l ó g i c a con indus- Correspondiente a l interglaciar R i s s - W ü r m y en las c e r c a n í a s de
t r i a musteriense que estaba situada sobre u n estrato e s t a l a g m í t i c o l a c i u d a d de W e i m a r , v i l l a de Ehringsdorf, se descubrieron entre
debajo del c u a l h a b í a u n n i v e l conteniendo f a u n a de c l i m a c á l i d o 1914 y 1925 distintos restos óseos pertenecientes por lo menos a
(Rhinoceros mercki), restos de u n a i n d u s t r i a lítica tipo tayaciense dos individuos; sus c a r a c t e r í s t i c a s de p r i m i t i v i d a d le a c e r c a n a l
y restos humanos craneales de dos individuos. S u c r o n o l o g í a h a sido tipo Neandertal, pero otras son a n á l o g a s a las d e l Homo sapiens.
tentativamente fijada en los comienzos del interglaciar Riss-Würm, E n u n a cantera, o r i l l a izquierda del río A n i e n e , a 3.5 k m . de
o sea posterior a los restos de Swanscombe pero m u y anterior a l R o m a , se extrajeron los dos c r á n e o s de Saccopastore (1929 y 1935)
periodo musteriense y a l hombre de N e a n d e r t a l . L a s c a r a c t e r í s t i c a s en terrenos y con f a u n a correspondientes a l interglaciar R i s s - W ü r m .
de tales restos "no son neandertaloides" y en cambio su f o r m a y Presentan t a m b i é n c a r a c t e r í s t i c a s mixtas, a igual que los anteriores.
dimensiones les asemejan m u c h o a las del Homo sapiens. E n las proximidades de K r a p i n a ( C r o a c i a ) , se recogieron en
T e n d r í a m o s por lo tanto, l a evidencia de que, con anterioridad 1899 restos óseos pertenecientes a 14 individuos. U n o s investiga-
al hombre de N e a n d e r t a l , y en pleno P a l e o l í d c o inferior, vivieron dores, cortio L e Oros C l a r k , V a l l o i s y C o o n , atribuyen tales restos
en E u r o p a occidental individuos pertenecientes a lo que p u d i e r a a l interglaciar R i s s - W ü r m ; en cambio J u l l i e n los considera perte-
considerarse como f o r m a a r c a i c a del Homo sapiens. D e a h í l a de- necientes a l interestadio W ü r m I - W ü r m I L L a s c a r a c t e r í s t i c a s de
n o m i n a c i ó n de Pre-sapiens propuesta por Vallois.^** tales restos son igualmente h e t e r o g é n e a s en r e l a c i ó n a los tipos h u -
Estos hechos y conclusiones, deducidos de restos escasos y frag- manos de N e a n d e r t a l y moderno.
mentarios, h a n t r a í d o como consecuencia que no todos los paleo- L o s 4 hallazgos a q u í mencionados (aceptando que K r a p i n a co-
a n t r o p ó l o g o s y prehistoriadores coinciden en t a l i n t e r p r e t a c i ó n y rresponde a l R i s s - W ü r m ) integran u n grupo que se h a denomi-
algunos rechazan el pretendido grupo Pre-sapiens, estimando que nado de Neandertales tempranos (por ser anteriores a l W ü r m ) , o
Swanscombe y F o n t é c h e v a d e corresponden m á s bien a u n a etapa Neandertales generalizados, es decir menos especializados que
inicial (evolutiva y c r o n o l ó g i c a m e n t e h a b l a n d o ) del tipo N e a n - los Neandertales clásicos que v i v i e r o n durante el W ü r m . L o s datos
dertal. E n realidad se trata m á s bien de divergencias de f o r m a e informes que se poseen acerca de los hombres y las culturas del
[en cuanto a d e n o m i n a c i ó n g e n é r i c a ) que de fondo, pues l a rea- p a l e o l í t i c o inferior permiten algunas —aunque escasas— deduc-
l i d a d muestra sin d u d a que en el p a l e o l í t i c o inferior europeo co- ciones en cuanto a su modo de v i d a .
existieron seres representados por M a u e r y M o n t m a u r i n m u y dis- D u r a n t e los periodos interglaciares el hombre vivió en c l i m a s
tintos en su c o n f o r m a c i ó n ósea de los simbolizados por Swanscombe m á s bien c á l i d o s y h ú m e d o s con v e g e t a c i ó n y f a u n a abundantes,
y F o n t é c h e v a d e ; los primeros con m á s a n a l o g í a s con Neandertal y instalado en campamentos a l aire libre, en mesetas elevadas o en
los segundos a s e m e j á n d o s e a l Homo sapiens. las m á r g e n e s de los ríos, lagos y mares. E n los periodos fríos b u s c ó
Solamente nuevos descubrimientos que aumenten el m a t e r i a l refugio en abrigos y cavernas. L o m á s probable es que se t r a t a r a
osteológico disponible de h o m í n i d o s del p a l e o l í t i c o inferior p e r m i - de p e q u e ñ o s grupos u hordas, n ó m a d a s , que se desplazaban en
t i r á n llegar a deducciones y conclusiones m á s generales a c e r c a de busca de caza y pesca que serían su p r i m o r d i a l medio de subsis-
tan importante c u e s t i ó n p r e h i s t ó r i c a . tencia, complementada cuando el c l i m a lo p e r m i t í a por l a reco-
l e c c i ó n de frutos, bayas y t u b é r c u l o s silvestres.
10 BouIe-Vallois 1952, pp. 194-201. Desde 1912 a 1953 el cráneo de Conocieron desde m u y pronto el fuego, pero ¿ c ó m o l o obtuvo?,
Filtdown (hoanthropus dawsom) fue considerado resto humano fósil ads-
cnto al paleohtico inferior. Luego se descubrió que era un fraude (véase ¿ d e q u é m a n e r a l o g r ó producirlo, conservarlo m á s tarde y sobre
nota 2 del capítulo i de este volumen). todo utilizarlo en l a p r e p a r a c i ó n de alimentos? P u d o conseguirlo
108 J U A N COMAS

de los volcanes, üe la llama producida por el rayo al caer sobre


materia inflamable, u otros accidentes producitores de combustión
espontánea por fermentación; pero nunca será posible conocer la
realidad acerca de este punto.
Las distintas técnicas para fabricar artefactos líticos que hemos CAPITULO I X
señalado, y muchas otras variedades existentes, ¿implican diferen-
cias raciales en los hombres que las fabricaron?, ¿o acaso dife- Industrias y otros rasgos culturales del Paleolítico medio
rencias de cultura?, ¿o más bien cambios en las necesidades de en Europa occidental y central. Levaloisiense y Muste-
la vida cotidiana? No es fácil contestar concretamente a tales cues- riense: características, cronología y distribución
tiones, pero desde luego parece infundada la creencia de ciertos
autores de que las industrias líticas a base de nodulos correspon-
No es fácil fijar los límites exactos de este periodo si se piensa
dían a climas cálidos interglaciares mientras que la técnica de fa-
que las industrias líticas coexisten en ciertos momentos aunque subs-
bricación a base de lascas era inherente a climas fríos (glaciares);
tituyéndose lentamente unas a otras. Parece iniciarse al terminar el
ya vimos que no ha existido esta rigurosa alternancia sino que, p>or
Riss, evoluciona durante el intei^laciar Riss-Würm y llega a su
el contrario, en muchas ocasiones se encuentran simultánea y aun
apogeo en la primera mitad del último glaciar (Würm). Su dura-
conjuntamente unas y otras. Por idéntico razonamiento no es po-
ción es relativamente corta, comparándola con la del paleolítico
sible pensar que cada uno de estos dos tipos de industria lítica
inferior; según K . Oakley (1968, p. 168) la cronología absoluta
fuera patrimonio exclusivo de un determinado grupo humano.
para Europa occidental, basada en determinaciones de C u sería:
Gracias a la posibilidad de inventos convergentes, o por difusión,
es indudable que una tribu u horda pudo aprender y utilizar
técnicas líticas que previamente desconocía, y aun simultanear va- Cuadro 8
rias; todo ello de acuerdo con las posibilidades y exigencias eco-
Post-glaciar a partir de 8.000 a.C.
lógicas.
Glaciar tardío de 15.500 a 8.000 a.C.
Los lugares habitados durante ciertos periodos fueron más tarde Fase benigna de 17.000 a 15.500 a.C.
abandonados, al azar de los desplazamientos exigidos por cambios Ultimo Würm I I I de 24.000 a 17.000 a.C.
climáticos, necesidad de perseguir la caza y aun por presión de Glaciar Interestadio de 27.000 a 24.000 a.C.
otras hordas más fuertes; y dejaron sobre el terreno los restos y Würm n de 32.000 a 27.000 a.C.
vestigios de su permanencia. E n posteriores épocas nuevos grupos Interestadio de 45.000 a 32.000 k.C.
habitaron sucesivamente el mismo lugar y dejaron también huesos Wünn I de 50.000 a 45.000 a.C.
de animales, los restos de su industria, desechos de la vida coti- Interglaciar Riss-Würm de 100.000 a 60.000 a.C.
diana, etcétera. De este modo se formaron a través de muchos
milenios, sedimentos arqueológicos, incluyendo a veces estratos es- Estas fechas son más reducidas y no corresponden con las indi-
tériles intercalados. cadas en el cuadro 2 del capítulo ni; ello muestra que las distintas
Así ha podido conocerse, siquiera en parte, la sucesiva y relativa técnicas utilizadas no coinciden en sus resultados por no haber al-
antigüedad de tales capas y, en consecuencia, las características canzado todavía el necesario perfeccionamiento. Sin olvidar ade-
de los hombres que allí vivieron. más las variaciones inherentes al lugar geográfico de donde se reco-
Y a dijimos oportunamente que del paleolítico inferior se des- gieron las muestras.
conocen por el momento industrias de hueso y cuerno, así como Veamos ahora algunos caracteres de las culturas del paleolítico
manifestaciones artísticas de ningún tipo. medio:
1. Levaloisiense. Se trata de un periodo o más bien de una téc-
nica lítica, cuyo artefacto típico es la lasca levalois, localizada desde
1879 en la estación epónima de Levallois-Perret, a orillas del Sena