Sei sulla pagina 1di 84

1

Planos de Curso
e de Unidade
Grau: Superior
Curso: Esclarecendo com Jesus.

BRASÍLIA
SOCIEDADE DE DIVULGAÇÃO ESPÍRITA AUTA DE SOUZA
EDITORA AUTA DE SOUZA
2019
2
Copyright @ 2019
SOCIEDADE DE DIVULGAÇÃO ESPÍRITA AUTA DE SOUZA
EDITORA AUTA DE SOUZA
Elaboração: Comissão de Evangelização Infantil
0055-61-3352-3018

Planos de curso e de unidade – Esclarecendo com Jesus / [editor] Sociedade de Divulgação Espírita Auta de Souza.
-Editora Auta de Souza, 2019.
146 p.:il.: 16 cm.
ISBN:

1.Evangelização. 2. Formação de evangelizadores infantis. 3. Espiritismo. 4. Educação infantil. I. Sociedade de Divulgação Espírita Auta de Souza. II
Título.

CDD
CDU

Todo o produto desta obra é destinado à


manutenção dos serviços assistenciais e de divulgação da
Sociedade de Divulgação Espírita Auta de Souza (61) 3352-3018
QSD Área Especial 17, Taguatinga Sul - Distrito Federal - CEP. 72020-000
www.editoraautadesouza.com.br

3
Sumário
Apresentação...................................................................................................................................................................................................8
1. ORGANIZAÇÃO DA ESCOLA DE EVANGELIZAÇÃO ESPÍRITA INFANTIL.............................................................................9
2. METODOLOGIA DE NÍVEL 2............................................................................................................................................................13
CURRÍCULO............................................................................................................................................................................................13
NÚCLEO COMUM..................................................................................................................................................................................13
PARTE DIVERSIFICADA.......................................................................................................................................................................13
PARTE PRÁTICA....................................................................................................................................................................................14
SONDAGEM.............................................................................................................................................................................................14
VISITAS DOMICILIARES......................................................................................................................................................................15
AULAS ESPECIAIS.................................................................................................................................................................................16
FESTIVAL DE ARTES PINGO DE GENTE..........................................................................................................................................16
PLANEJAMENTO DE AULA.................................................................................................................................................................16
3. ORGANIZAÇÃO DA SALA DE AULA DE NÍVEL 2.......................................................................................................................23
4. METODOLOGIA EM SALA DE AULA.............................................................................................................................................23
DISCIPLINA EM SALA DE AULA........................................................................................................................................................23
CASTIGOS E RECOMPENSAS..............................................................................................................................................................24
A REPARAÇÃO.......................................................................................................................................................................................24
5. O EVANGELIZADOR DE NÍVEL II...................................................................................................................................................25
4
UM EXEMPLO DE EVANGELIZADOR...............................................................................................................................................25
O AMOR UNIDO ÀS TÉCNICAS DE ENSINO....................................................................................................................................29
CONHECIMENTO DOUTRINÁRIO X TÉCNICAS DE ENSINO.......................................................................................................30
NÃO DESCUIDAR DO APRIMORAMENTO PEDAGÓGICO............................................................................................................30
6. HORÁRIO DA EVANGELIZAÇÃO INFANTIL NO CENTRO ESPÍRITA.....................................................................................31
7. ONDE ESTÁ INSERIDO ESTE CURSO?...........................................................................................................................................32
PLANILHA DE PREVISÃO DE AULAS TEÓRICAS E AULAS ESPECIAIS.......................................................................................35
PLANO DE CURSO.....................................................................................................................................................................................36
PLANOS DE UNIDADE..............................................................................................................................................................................39
Aula inaugural:.......................................................................................................................................................................................39
1ª aula: Amai-vos e instruí-vos...............................................................................................................................................................40
2ª aula: O lar, primeira escola.................................................................................................................................................................41
3ª aula: As escolas no plano espiritual....................................................................................................................................................42
4ª aula: O Centro Espírita........................................................................................................................................................................44
5ª aula: A escola de estudos espíritas......................................................................................................................................................46
6ª aula: O ciclo introdutório....................................................................................................................................................................48
7ª aula: O ciclo de especialização...........................................................................................................................................................50
8ª aula: Os Institutos...............................................................................................................................................................................52
9ª aula: O livro espírita e a biblioteca espírita........................................................................................................................................53
10ª aula: O Espiritismo X o materialismo..............................................................................................................................................54
11ª aula: Instituto de esclarecimento e família........................................................................................................................................55
12ª aula: Escola para formação de trabalhadores....................................................................................................................................56
13ª aula: Núcleo de Reunião Pública......................................................................................................................................................57
14ª aula: Núcleo de exposição oral.........................................................................................................................................................59
5
15ª aula: Exposição oral ........................................................................................................................................................................60
16ª aula: Exposição oral..........................................................................................................................................................................62
17ª aula: Palavra – um dom divino.........................................................................................................................................................64
18ª aula: A palavra de Jesus....................................................................................................................................................................66
19ª aula: Núcleo de alfabetização cristã..................................................................................................................................................68
20ª aula: Núcleo de evangelização de adultos, Núcleo de evangelização da família e Núcleo de Culto do Evangelho no lar..............70
21ª aula: Núcleo de Esperanto................................................................................................................................................................71
22ª aula: Noções Gerais de Esperanto.....................................................................................................................................................72
23ª aula: Núcleo de documentação e informação...................................................................................................................................73
24ª aula: Núcleo de apoio à reforma íntima. A missão do homem esclarecido......................................................................................74

6
Apresentação
Em momentos tão graves porque passa a civilização terrena, onde a humanidade ainda se mantém presa a velhos hábitos de
violência, corrupção e crime, esta obra vem despertar aqueles que têm esperança, que acreditam no Consolador Prometido.
Bezerra de Menezes, na separata do Reformador, em 1986 diz: “[…] a tarefa de Evangelização Espírita Infanto-Juvenil é
do mais alto significado dentre as atividades desenvolvidas pelas Instituições Espíritas, na sua ampla e valiosa programação de apoio à
obra educativa do homem. Não fosse a evangelização, o Espiritismo, distante de sua feição evangélica, perderia sua missão de Consolador,
[…]”.
O Centro Espírita tem que exercer o seu papel de educandário de almas na Terra, esclarecendo e oferecendo, a todos que o
procuram, o Evangelho redivivo por meio da palavra edificante, da caridade material e do socorro espiritual.
Nesse esforço incontido, os dirigentes de casas espíritas, pais e educadores que acreditam que a Doutrina Espírita contribui
para a formação de homens e mulheres de bem, devem enxergar a importância da Evangelização da criança.
É como Bezerra afirma na mensagem destacada, o papel do Consolador Prometido implica na Evangelização do homem, e
isso significa evangelizar a criança. Além disso, os dirigentes das Casas Espíritas e evangelizadores infantis devem proporcionar aos
pequenos viajores, recém-chegados do mundo espiritual, uma Escola de Evangelização no Centro Espírita ou no Posto de Assistência, onde
eles possam crescer, desenvolvendo as potências da alma nas palavras de Léon Denis: a vontade, a consciência, o livre-arbítrio, o
pensamento, a reforma do caráter, a resignação diante da dor e o amor.
Para melhor Evangelizar precisamos planejar aulas ricas de conhecimento e técnicas que tragam a criança para dentro de si
mesmas e para que reflitam na necessidade premente de evolução.
Este material deve ser utilizado pelos (as) evangelizadores (as) na elaboração das aulas para as crianças de 6 a 11anos.
Pertence ao Grau Superior, Parte Diversificada, curso Esclarecendo com Jesus.
Este programa inspirou-se em relatos com respeito às escolas de evangelização no mundo espiritual, e o material que lhe
passamos às mãos dedicadas de evangelizador destina-se a colaborar em seu trabalho junto à criança, sendo uma coleção composta por
Planos de curso e unidade, cartilhas de sala de aula e do lar.
Por certo o amigo encontrará falhas e imperfeições, mas aprendemos com Jesus que o servidor fiel não pode enterrar o talento,
mesmo que ele seja mínimo, e temos a certeza que em suas mãos de trabalhador, ele multiplicar-se-á em tesouros de paz e alegria junto à
infância.
Paz convosco!

7
Comissão de Evangelização Infantil

8
1. ORGANIZAÇÃO DA ESCOLA DE EVANGELIZAÇÃO ESPÍRITA INFANTIL
“Os nossos amigos espirituais sempre nos ensinaram a considerar os Centros Espíritas como a Escola mais importante de
nossa alma, porque é no Templo Espírita que nós recebemos de outros e podemos doar de nós mesmos os valores que servirão a cada um de
nós para a vida eterna.[...].
Portanto, um Templo Espírita é uma Universidade de formação espiritual para as criaturas humanas.[...].”
(Francisco Cândido Xavier e Emmanuel, Entrevistas, p. 114-115).

O célebre codificador da Doutrina Espírita em suas viagens ao interior da França fez a seguinte observação em relação às
crianças educadas nos princípios espíritas.

"É notável verificar que as crianças educadas nos princípios espíritas adquirem uma capacidade de raciocinar precoce que
as tornam infinitamente mais fáceis de serem conduzidas. Nós as vimos em grande número de todas as idades e dos dois sexos, nas diversas
famílias onde fomos recebidos, e pudemos fazer essa observação pessoalmente. Isso não as priva da natural alegria, nem da jovialidade.
Todavia não existe nelas essa turbulência, essa teimosia, esses caprichos que tornam tantas outras insuportáveis. Pelo contrário, revelam
um fundo de docilidade, de ternura e respeito filiais que as leva a obedecer sem esforço e as torna responsáveis nos estudos. Foi o que
pudemos notar, e essa observação é geralmente confirmada.”
Allan Kardec, Viagem Espírita em 1862, 2. ed., p. 30-31

É imperioso meditar nas afirmativas acima. Quão grandes responsabilidades para aqueles que se dedicam ao intenso labor da
seara espírita! Quão intensas as tarefas de evangelização da criatura humana!
Esta obra integra uma série de cursos da Escola de Evangelização Espírita Infantil, responsável pela formação doutrinária dos
evangelizandos. Faz parte de um currículo subdividido em Nível I e Nível II.

DIVISÃO DAS TURMAS DE NÍVEL 1


O Nível I é um programa de cursos sistematizados que visa o atendimento das crianças de 0 a 5 anos de idade. É realizado em
6 anos e compreende os seguintes cursos anuais: Berçário 1, Berçário 2, Maternal 1, Maternal 2, Jardim 1, Jardim 2.

9
Para cada um desses cursos são oferecidos aos evangelizadores os Planos de Cursos e os Planos de Unidades e, aos
evangelizandos, o material didático é composto de Cartilhas de Sala de Aula e Cartilhas do Lar, reunidas no livro Aprendendo com Jesus.
A seguir temos o fluxograma do Nível I:

:
Escola de evangelização espírita infantil Nível 1
0 a 5 anos

Berçario 1 0 a 11 meses
Berçário
Berçario 2 1 ano a 1 ano e 11
meses

Maternal 1 2 anos
Maternal
Maternal 2 3 anos

Jardim 1 4 anos
Jardim
Jardim 2 5 anos

10
11
DIVISÃO DAS TURMAS DE NÍVEL 2
O Nível II é um programa de cursos sistematizados que visa o atendimento das crianças de 6 a 11anos e 11 meses de idade. O ensino no
Nível II obedece uma gradação de conhecimentos doutrinários e se divide em quatro graus: Intermediário, Básico, Médio e Superior. O currículo é
estruturado em cursos do Núcleo Comum, cursos da Parte Diversificada e Parte Prática. São três sequências curriculares que atendem a funções
específicas, executadas paralelamente, porém, de maneira integrada.
Os cursos do Núcleo Comum do Nível II têm duração anual e visam a formação geral no campo evangélico-doutrinário, baseados na
Codificação Kardequiana e obras complementares.
Os cursos da Parte Diversificada do Nível II têm duração semestral e abordam dificuldades morais e problemas vivenciados pela criança,
bem como o estímulo a prática do bem, a auto-evangelização, a valorização e cultivo das virtudes.
Os cursos da Parte Prática do Nível II têm duração semestral e são vinculados à Parte Diversificada. Consistem em cursos de laborterapia
e trabalhos assistenciais, visando praticar os ensinamentos aprendidos nas aulas teóricas, fixação de aprendizagem, moldagem do caráter, valorização do
trabalho e auxílio ao próximo.
FUXOGRAMA DE NÍVEL II – 6 a 11 anos e 11 meses
INTERMEDIÁRIO 1º BÁSICO 2º BÁSICO 1º MÉDIO 2º MÉDIO SUPERIOR
O

NÚCLEO COMUM 1º e 2º GRUPO


AMAR A DEUS O LIVRO DOS O LIVRO DOS O EVANGELHO SEG. A CRIANÇA E O CONHECE-TE A
ESPÍRITOS 1 e 2 ESPÍRITOS 3 e 4 O ESPIRITISMO MUNDO TI MESMO
PARA CRIANÇAS
PARA CRIANÇAS PARA CRIANÇAS ESPIRITUAL

PARTE DIVERSIFICADA
ENSINOS DE DEFEITOS E DEFEITOS E CONHECER E CONHECER E ESCOLAS DE
JESUS VIRTUDES VIRTUDES SERVIR 1 SERVIR 2 TRABALHO

PARTE PRÁTICA
LABORTERAPIA LABORTERAPIA LABORTERAPIA ATIVIDADES ATIVIDADES PRÁTICAS DO
ASSISTENCIAIS ASSISTENCIAIS INSTITUTO

12
2. METODOLOGIA DE NÍVEL 2
CURRÍCULO
O currículo do Nível II é estruturado em cursos do Núcleo Comum, da Parte Diversificada e Parte Prática. São três sequências
curriculares que atendem a funções específicas, executadas paralelamente, porém, de maneira integrada.

NÚCLEO COMUM
A criança receberá conteúdos que visam à formação geral no campo evangélico-doutrinário, baseados na Codificação
Kardequiana e obras complementares. Os cursos deste núcleo têm duração anual, as turmas são formadas no início do ano, após o
período de Sondagem e após a avaliação do Conselho de Evangelizadores.
A Sondagem realizada no mês de fevereiro atenderá às crianças novatas e àquelas que estão vindo do Intermediário.
Compreende um período de 2 aulas que são aplicadas no mês de fevereiro, antes do período letivo.

PARTE DIVERSIFICADA
Consiste em cursos cujos conteúdos abordam dificuldades morais e problemas vivenciados pela criança, trabalhando-se as
tendências inatas, familiares e as influências do meio em que vive. O estímulo à prática do bem, à auto-evangelização, à valorização e
cultivo das virtudes, são também conteúdos enfocados, a partir da exemplificação nobre de grandes vultos cristãos e espíritas. O
programa dos cursos da Parte Diversificada tem por finalidade atender às necessidades de crescimento moral da criança, sendo,
portanto, flexível no encaminhamento da criança de um curso para outro de acordo com a necessidade ou conquista da criança de
Nível II. Os cursos da parte diversificada têm duração semestral no grau Básico, e anual, no grau Médio e Superior. As turmas são
reorganizadas após avaliação do Conselho de Evangelizadores.

13
PARTE PRÁTICA
A criança terá oportunidade de praticar os ensinamentos, como forma de fixação de aprendizagem, moldagem do caráter,
valorização do trabalho e auxílio ao próximo. Consiste em cursos de laborterapia e trabalhos assistenciais. Serão desenvolvidas
atividades que estimulem o crescimento interior, a educação da mente, dos sentimentos e das emoções. A Parte Prática tem duração
semestral e as turmas são organizadas a partir da opção das crianças e da planilha de vagas por curso. No Intermediário, a Parte
Prática está vinculada ao conteúdo do Núcleo Comum ou da Parte Diversificada desse grau. Portanto, a criança do Intermediário não
fará escolha da Parte Prática junto com as demais crianças do Básico.

EXEMPLO DE PRÁTICAS NA ESCOLA DE EVANGELIZAÇÃO:

. Laborterapia: crochê, tricô, bordado, marcenaria, tapeçaria, etc.


. Trabalhos Assistenciais: Campanha de Fraternidade Auta de Souza, Caravana Jesus no Lar, Caravana Francisco de Assis,
Evangelização Infantil, Campanha de Esclarecimento Chico Xavier.

SONDAGEM
São realizadas em 2 aulas que antecedem ao início do ano letivo (fevereiro) para as crianças que procedem do Intermediário e
as novatas. Têm planejamento definido, onde são utilizadas técnicas e dinâmicas de grupo além do diálogo fraterno para detectar
necessidades, problemas pessoais e familiares das crianças. No ano são aplicadas 2 sondagens: uma antes do ano letivo, geralmente
em fevereiro e outra na 5ª semana para as crianças que ingressam após o início das aulas.
A 1ª Sondagem ocorre no início do ano, com 2 aulas, uma em cada se- mana, antes do início do 1º Básico. Em cada aula, os
evangelizadores observam a conduta e comportamento das crianças, bem como detectam situações nos lares das crianças, de forma a
poderem verificar nelas defeitos e virtudes (tendências inatas), além de dificuldades, problemas familiares (tendências familiares),
bem como buscam informações de sua vida escolar e social que ajudarão a agrupá-las nos cursos do Nível II.
Período de aplicação: no horário regular das aulas de Evangelização do Nível II, no mês de fevereiro, paralelamente ao
programa de aulas especiais sobre o carnaval.
14
Constituição das turmas de sondagem: crianças oriundas do Intermediário e crianças novatas que vão entrar no 1º Básico.
Para as outras crianças que estão no 2º Básico, Médio e Superior a sondagem não deverá ser aplicada, devendo ocorrer as
aulas especiais de Carnaval.

Caso a criança de 6 a 11 anos ingresse na Escola de Evangelização logo após o período de matrícula e da 1ª Sondagem (até 6
semanas após o início das aulas), teremos o seguinte encaminhamento:
- As crianças novatas poderão ingressar até a 4ª semana de início do curso regular, numa turma de adaptação, assistindo
apenas às aulas do conteúdo do Núcleo Comum (O livro dos espíritos 1 no 1º básico) e realizando a prática (laborterapia). Após a 4ª
semana, nas 2 semanas seguintes serão aplicadas 2 aulas de sondagem (2ª sondagem) para essas crianças e depois será feito o devido
encaminhamento delas para as turmas regulares do Núcleo Comum e da Parte Diversificada. Após este período a criança novata que
chegar na escola de evangelização com 6 a 11 anos de idade será encaminhada à turma de Reunião Pública Infantil, descrita no final
deste capítulo.

RESULTADO DA SONDAGEM

As observações feitas pelos evangelizadores durante as aulas de Sondagem são registradas em fichas individuais específicas.
Juntam-se a estas informações as observações e dados coletados durante as visitas domiciliares e escolares. (vide anexo)
A partir destas informações, o Conselho de Evangelizadores busca classificar a criança de acordo com a Escala Espírita de O
livro dos espíritos, nas questões 100 a 113.
Ao concluir a reunião, o Conselho de Evangelizadores emite a listagem das turmas dos cursos do Núcleo Comum e da Parte
Diversificada.
O Conselho de Evangelizadores poderá também, após a classificação, em alguns casos, fazer alguns encaminhamentos, tais
como: assistência social, tratamento espiritual infantil, Culto do Evangelho no Lar, dentre outros.

VISITAS DOMICILIARES
São visitas realizadas nos lares dos evangelizandos, pelos próprios evangelizadores, com o objetivo de melhor compreender o
caráter do evangelizando bem como conhecer a vida escolar e familiar dele, identificando necessidades e problemas. De preferência
os visitadores deverão ser os mesmos evangelizadores que aplicaram a sondagem. Ocorre quinzenalmente no horário de 8h15 às 9h,
alternando com o planejamento das aulas. (vide: o site www.ocentroespirita.com.br)
15
AULAS ESPECIAIS
Conforme Calendário anual da Evangelização, são destinadas 3 aulas para a realização de Festivais de Artes Pingo de Gente.
Deve-se também escolher previamente as datas onde serão ministradas as aulas especiais, de preparação doutrinária e de criação
artística.

FESTIVAL DE ARTES PINGO DE GENTE


“É um programa de aulas que são aplicadas ao longo do ano com datas específicas, algumas antecedendo os Festivais de Artes
Pingo de Gente, outras não.
A aula especial é a base para que o Festival de Artes Pingo de Gente alcance os seus objetivos. Ela antecede a data de
realização do Festival e tem como finalidade oferecer às crianças subsídios doutrinários para as suas criações artísticas. Geralmente, é
um tema especial que envolve toda a Escola de Evangelização, comum ao Nível I e II, que tem 2 momentos de culminância: o dia de
apresentação da aula especial e o dia do Festival de Artes Pingo de Gente.
Conforme o Calendário anual da Evangelização, no período letivo, são previstas 6 aulas especiais e 3 aulas para a realização
de Festivais de Artes Pingo de Gente e uma Festa Junina:
 Dia das Mães (1 aula e 1 Festival)
 João Batista (1 aula e 1 Festa Junina)
 Dia dos Pais (1 aula)
 Dia das Crianças (1 aula e 1 Festival)
 Natal (2 aulas e 1 Festival)
Datas comemorativas do movimento espírita, como aniversário de Allan Kardec, Eurípedes Barsanulfo, aniversário do Centro
Espírita, etc. (1 aula) Outras aulas especiais são ministradas fora do período letivo: carnaval (2 aulas), Boas vindas à escola de
Evangelização Infantil (4 aulas) e Higiene e saúde (4 aulas).” (Comissão de evangelização espírita infantil, 1.ed., cap. 8).

PLANEJAMENTO DE AULA
“Podemos dizer que planejar é estudar. Planejar é, portanto, “assumir uma atitude séria e curiosa diante de um problema”.
Diante de um problema eu procuro refletir para decidir quais as melhores alternativas de ação possíveis para alcançar determinados
objetivos a partir de certa realidade.” (Piletti, Didática geral, 21. ed. , p. 61).

16
“Toda atividade de evangelização requer preparo minucioso e, cada momento, por mais simples que seja, apresenta
complexidade para o espírito indagador da criança. Planejar com carinho cada aula a ser apresentada, é assegurar participação con-
junta da espiritualidade maior a fim de que o objetivo de evangelização seja atingido. Cuidar para que o conteúdo programático
atenda à faixa etária a que ele se destina e, pequeninos que sejam os recursos materiais, lembrar sempre que a boa-vontade e a alegria
de servir suprem todas as deficiências.” (Meimei, a vida futura - a história de Sheilinha e Joaquim, p. 11).
“Planejar as atividades de ensino é importante pelos seguintes motivos:
• Evita a rotina e a improvisação.
• Contribui para a realização dos objetivos visados.
• Promove a eficiência do ensino.
• Garante maior segurança na direção do ensino.
• Garante economia de tempo e energia.” (Piletti, Didática geral, 21. ed., p. 75).

TIPOS DE PLANEJAMENTO DE ENSINO


O planejamento de ensino é desdobrável em três tipos, diferenciados por seu grau crescente de especificidade:
a) Planejamento de curso: “é a previsão de um determinado conjunto de conhecimentos, atitudes e habilidades a ser alcançado
por uma turma, num certo período de tempo.” (Claudino Piletti, 24. ed., cap. 5).
b) Planejamento de unidade: “o planejamento de unidade é uma especificação maior do plano de curso. Uma unidade de
ensino é formada de assuntos inter-relacionados. O planejamento de unidade inclui objetivos, conteúdo, etc.” (Claudino Piletti, 24.
ed., cap. 5).
c) Planejamento de aula: “Consiste em traduzir em termos mais concretos e operacionais o que o professor fará em sala de
aula, para conduzir os alunos a alcançar os objetivos educacionais propostos.” (Claudino Piletti, 24. ed., cap. 5)

COMPONENTES DO PLANO DE AULA


Cabeçalho
“É o local onde identificaremos no Plano de aula com o título da aula, a data, o local e o instrutor que irá aplicar a aula.”
(Comissão de Esclarecimento e Família, Curso de Instrutores, 1.ed., cap. 5)
17
Objetivos Complementares
“Os objetivos nascem da própria situação: da comunidade, da família, da escola, da disciplina, do professor e principalmente
do aluno. Os objetivos, portanto, são sempre do aluno e para o aluno. ”(Pilleti, Didática geral, 21. ed., p. 65).

Objetivos Específicos da subunidade


“Neste campo o instrutor acrescentará outros objetivos levantados em função das necessidades específicas da turma, ou até
mesmo enfatizará algum objetivo já apresentado nos Objetivos Específicos da subunidade.” (Comissão de Esclarecimento e Família,
Curso de Instrutores, 1.ed., cap. 5)

Conteúdo
“Aqui o instrutor anotará o conteúdo a ser trabalhado com os alunos na aula. Os conteúdos das aulas encontram-se também no
Plano de unidade, o qual o instrutor deverá usar como roteiro para o seu planejamento.” (Comissão de Esclarecimento e Família,
Curso de Instrutores, 1.ed., cap. 5)

Tempo e Atividades
“Estes campos do Plano de Aula são e suma importância. No campo atividades o instrutor anotará, passo a passo, todas as suas
ações e também a dos alunos, com a finalidade de introduzir, desenvolver e concluir o conteúdo. Para tanto o instrutor deverá prever
as técnicas de ensino e métodos que irá utilizar, prevendo o tempo a ser gasto em cada uma destas ações.
É importante frisar que o instrutor deverá traçar um roteiro de todas as ações que envolverão instrutor e alunos, do início ao
fim da aula.” (Comissão de Esclarecimento e Família, Curso de Instrutores, 1. ed., cap. 5)
Para facilitar a elaboração das atividades, segue abaixo a sequência de fases para a aula do NÚCLEO COMUM e da PARTE
DIVERSIFICADA:

a) Prece e chamada: fase em que o evangelizador vai realizar a prece com as crianças, seguido da leitura em voz alta da lista
de presença das crianças.
b) Incentivação: fase em que são realizadas dinâmicas ou atividades introdutórias para o tema a ser desenvolvido.
Exemplos: caixa surpresa, etc.

18
c) Desenvolvimento: “É a fase da assimilação e sistematização do objeto de estudo, visando o máximo de compreensão e
elaboração interna por parte do aluno. As atividades podem ser: exposição oral pelo professor, conversação, trabalho
independente dos alunos, estudo dirigido, exercícios de compreensão de texto, trabalho em grupos, exercícios de solução
de problemas.” (Libâneo, Didática, p. 239).
d) Fixação: fase onde são realizadas as atividades da cartilha e jogos pedagógico-doutrinários sobre o tema da aula.
e) Exercícios de reflexão pessoal: é realizada nas aulas da PARTE DIVERSIFICADA e consiste em exercícios de reflexão
acerca do tema moral desenvolvido nas aulas.
f) Recursos: “Uma vez previstas as Atividades e Procedimentos, o instrutor anotará neste campo quais recursos utilizará
(caneta, lápis, retroprojetor, projetor multimídia, etc.). Isto facilitará sobremaneira a organização dos recursos em sala de
aula, uma vez que o instrutor terá sempre à vista quais recursos utilizará em cada momento.” (Comissão de Esclarecimento
e Família, Curso de Instrutores, 1.ed., cap. 5)
g) Providências: “Neste campo, o instrutor anotará as providências necessárias à execução do seu planejamento. Por
exemplo: checar as tomadas, caso necessite utilizar algum recurso didático que utilize energia elétrica; organizar a sala,
etc. Poderá também prever providências a serem cumpridas com antecedência à aula, como por exemplo confeccionar
recursos, fotocopiar algum material necessário à aula, etc.” (Comissão de Esclarecimento e Família, Curso de Instrutores,
1. ed., cap. 5).
h) Avaliação:
Após a conclusão de uma aula, de uma etapa ou de um curso, faz-se mister proceder a uma avaliação a fim de verificar o
rendimento da atividade. Cumpre identificar se todas as ações planejadas chegaram a termo com sucesso. Cumpre ainda
verificar as causas dos possíveis insucessos que tenham surgido, a fim de lhe prevenir a ocorrência em uma próxima etapa.
Cumpre, enfim, verificar se as ações desenvolvidas cumpriram os objetivos propostos.
"Avaliação é um processo contínuo de pesquisas que visa interpretar os conhecimentos, habilidades e atitudes dos alunos,
tendo em vista mudanças esperadas no comportamento, propostas nos objetivos, a fim de que haja condições de decidir
sobre alternativas do planejamento do trabalho do professor e da escola como um todo." (Claudino Pilleti, Didática geral,
19. ed., p. 190).

IMPORTÂNCIA DA SINTONIA COM OS BONS ESPÍRITOS NA HORA DO PLANEJAMENTO DA


AULA
19
No Centro espírita o horário de 8:15 as 9:30 hs é reservado para o planejamento de aula, alternado com as visitas domiciliares.
Neste horário os evangelizadores e bons samaritanos infantis do 4º ano se reúnem para elaborar os planos de aula. O ambiente de
planejamento deve ser harmônico e propício para a elaboração das aulas, sob inspiração de Jesus e dos benfeitores maiores.
O evangelizador responsável e dedicado não pode descuidar do preparo doutrinário, estudando previamente a bibliografia
descrita no plano de curso e de unidade.

Auxílio Espiritual
“Planejar com carinho cada aula a ser apresentada, é assegurar participação conjunta da espiritualidade maior a fim de que o
objetivo de evangelização seja atingido.” ( Meimei, A vida futura, a história de Sheilinha e Joaquim, p. 11).

20
PLANOS DE AULA (NÚCLEO COMUM)

PLANO DE AULA – NÚCLEO COMUM (45 min)


UNIDADE INSTRUTORES:
SUBUNIDADE DATA:
DURAÇÃO:
OBJETIVOS COMPLEMENTARES:

OBJETIVOS CONTEÚDO TEMP ATIVIDADES RECURSOS PROVIDÊNCIAS


O

3 min Prece e chamada

10 min Incentivação

20 min Desenvolvimento

Fixação

- Realizando atividades da cartilha

Prece final
10 min

21
2 min

22
PLANOS DE AULA (PARTE DIVERSIFICADA)

PLANO DE AULA – PARTE DIVERSIFICADA (45 min)


UNIDADE INSTRUTORES:
SUBUNIDADE DATA:
DURAÇÃO:
OBJETIVOS COMPLEMENTARES:

OBJETIVOS CONTEÚDO TEMP ATIVIDADES RECURSOS PROVIDÊNCIAS


O

3 min Prece e chamada

5 min Incentivação

20 min Desenvolvimento

10 min Fixação

- Realizando atividades da cartilha

5 min Exercício de reflexão pessoal

2 min Prece final

23
24
ORGANIZAÇÃO DA SALA DE AULA DE NÍVEL 2
A sala de aula de uma escola de evangelização Infantil, bem como o ambiente onde se desenvolve as técnicas e recursos para o
aprendizado da criança, deve se espelhar nas ações e ensinamentos do incomparável evangelizador, Jesus.

Assim como nos exemplificou Jesus em toda a sua existência terrena, para evangelizar não é imprescindível termos uma sala
de aula. Podemos evangelizar a criança na rua, em lares de crianças, em hospitais, no centro espírita, no Posto de Assistência, etc.

3. METODOLOGIA EM SALA DE AULA


“A organização física da sala de aula deve fornecer a utilização dos métodos mais adequados para o ensino.”
(Claudino Piletti, Didática geral, 24. ed., cap. 12)
“A sala de aula deve ser arejada, bem iluminada, equipada com o essêncial, mobiliada com propriedade, atraente e agradável.
A sala de aula deve ter decoração alegre: cartazes, ilustrações, fotos, painéis, objetos, etc. lousa e painel baixos, piso limpo,
material para ser manuseado, armários e prateleiras numa altura em que as crianças alcancem.” (Claudino Piletti, Didática geral, 24.
ed., cap. 12)

DISCIPLINA EM SALA DE AULA


“ Se o professor não tem qualidades, é inútil pretender desenvolvê-las nos alunos.
A verdadeira disciplina, portanto, não se origina de pressões exteriores. Ela parte de nossos comportamentos , a disciplina é
resultado de aprendizagens interligadas em todas as áreas – afetiva, cognitiva e motora. Começa desde os primeiros dias de vida e
continua a vida toda. [...].
O bom relacionamento na sala de aula é muito mais importante do que as cortinas e paredes coloridas ou do que a variedade
de métodos e recursos instrucionais utilizados. Podemos sentir que o relacionamento entre os elementos de uma classe é bom quando
vemos alunos alegres, bem-humorados e seguros enquanto desenvolvem as atividades de aprendizagem.

25
E o professor, como líder, é o grande responsável pelo bom relacionamento. Sua influência na sala de aula é muito grande, e a
criação de um clima psicológico que favoreça ou desfavoreça a aprendizagem depende principalmente dele.” (Claudino Piletti,
Didática geral, 24. ed., cap. 12)
“Vemos que a natureza não dispensa a disciplina em momento algum. Se quisermos um jardim ou se esperamos rendimento
mais amplo de um pomar, cogitamos de geometria, irrigação, apoio e preparação; em vista disso, acreditamos que a criança não
prescinde da educação através de muito amor, aliado à disciplina, reconhecendo-se que no período da infância estamos vindo ou
retornando do Mundo Espiritual com as nossas próprias necessidades de aperfeiçoamento. Este é um ponto de vista do Espiritismo
Cristão; na condição de criança, procedemos do Mais Além, com certos obstáculos de ordem espiritual. Se não encontrarmos
criaturas que nos concedam amor e segurança, paz e ordem, será muito difícil o proveito da nova reencarnação que estejamos
encetando.” (Emmanuel, Chico Xavier em Goiânia, p. 44).

CASTIGOS E RECOMPENSAS
“Não havia castigos nem recompensas. Pestalozzi não queria a emulação nem o medo. Só admitia a disciplina do dever, ou
melhor, a da afeição, do amor.” Nas admoestações que fazia, sempre indiretas, punha tanta bondade e compreensão em suas palavras,
que não raro os alunos se retiravam com lágrimas nos olhos, de sincero arrependimento. Além de receberem excelente preparo físico,
intelectual e moral, os escolares eram igualmente educados para a vida em sociedade, de modo a poderem enfrentar o mundo em
qualquer situação ou circunstância.” (Zêus Wantuil e Francisco Thiesen, Allan Kardec, 3. ed., v. I, p. 40).

A REPARAÇÃO
“A reparação é a grande resposta que a filosofia disciplinar espírita pode oferecer à indagação: Como obter a disciplina? O
Espiritismo encara com pouco entusiasmo as punições e recompensas formais (nacionalismo pedagógico e outros). As consequências
naturais (naturalismo pedagógico) estão fora do poder eficiente do educador. A consciência do dever (supernaturalismo pedagógico)
nos parece incompleto pela parcial transitividade. O interesse no trabalho escolar (socialismo e pragmatismo pedagógicos) nem
sempre podem ser obtidos, e o trabalho não recobre todo o tempo escolar. A consulta ao educando (existencialismo pedagógico)
fragmentaria a unidade da lei e introduziria o subjetivismo no tratamento disciplinar. Teria o instituto moral da reparação o poder de
instaurar no ambiente e vida escolar ou doméstica, o respeito à autoridade, a boa ordem, a incolumidade dos colegas e mestres, a
26
harmonia, a inviolabilidade dos direitos e da justiça? Não somos nós que vamos responder a sim a Doutrina Espírita: ‘Quando esta
perspectiva de reparação for inculcada na crença das massas será um freio aos seus desmandos e bem mais poderoso que o inferno e
respectivas penas eternas, visto como interessas à vida em sua plena atualidade [...]’.
[...]. Já se registra forte tendência para chegar à penalização pela reparação do dano através da prestação de serviço à
comunidade ou diretamente ao prejudicado. O novo Código Penal Brasileiro já consagra essa pena. Outra tendência da legislação
atual é a humanização das penas no mesmo sentido do prescrito pela Doutrina Espírita há mais de um século quando indica que “a lei
humana tende para a divina.” (Ney Lobo, Filosofia espírita da educação, v. 3, p. 91).

4. O EVANGELIZADOR DE NÍVEL II
UM EXEMPLO DE EVANGELIZADOR
“Se nos tempos em que o Senhor peregrinava pelas cidades da Galileia e da Judeia, expondo às turbas de ouvintes a doutrina
que com ele descera do infinito, alguém em torno se permitisse o trabalho de prestar atenção aos detalhes que se sucediam, não
citados pelos quatro cronistas do Novo Testamento, muitos outros livros existiram, autênticos, em torno do Divino Mestre, tal como
judiciosamente afirma o seu apóstolo João. Esse observador se houvesse existido, teria notado, por exemplo, por toda a parte – pelas
praias, pelas sinagogas, pelas montanhas, pelas ruas e até sentado à soleira da casa de Pedro, em Betânia, mas, absorvido no
anonimato da multidão – um jovem moreno, de olhos cinzentos e sonhadores, modestamente trajado com uma túnica de algodão azul-
escuro, alpercatas gregas e manto de lã marrom muito amplo e ainda novo. Seus cabelos eram negros e abundantes, não passando,
porém, da altura do pescoço, e sua barba era pequena, negra como a cabeleira, e muito tratada e limpa.
O suposto observador nunca veria esse jovem acompanhado de qualquer outro jovem da sua idade ou empenhado em palestras
amistosas ou frívolas. Seu todo era grave, quase soturno, porque profundamente preocupado, meditativo. Jamais sorria. Mas também
não se descobriram em seu semblante, bastante agradável, indícios de mau-humor ou de hostilidades. Era pensativo, sonhador,
observador, discreto, equilibrado, eis tudo! [...].
O que o mesmo observador saberia com certeza era que ele procurava sempre a esgueirar-se por entre a massa de poço para se
aproximar de Jesus, parecia um apaixonado do manso “Rabboni”. Fitava-o em adoração muda, o encantamento, tal o sorriso
murmurante das mães contemplando os seus querubins adormecidos; os olhos nostálgicos irradiantes de ternura. Onde quer o mestre

27
estivesse o moço andaria por perto. Não se atrevia, entretanto, a se intrometer, se acaso percebesse que o Senhor preferia ficar a sós
com seus apóstolos. Afastava-se, então, discretamente, para retornar daí a pouco, se as ondulações do poviléu voltassem a crescer.
O moço do manto marrom trazia consigo, cuidadosamente envoltos em retalhos de linho muito alvo, dois roletes de madeira
muito delicada, espécie de carretéis, medindo de trinta a quarenta centímetros de comprimento, mais ou menos, como os que se
usavam então entre intelectuais e estudantes, para o cultivo da escrita, ao uso grego. Um desses toletes invariavelmente se encontraria
suprido de excelente “papirus”. O outro vazio. Um saco de couro de carneiro, que trazia a tiracolo, sob o manto, guardava as duas
preciosidades e mais os estiletes e tintas coloridas para a escrita, tudo cuidadosamente acondicionado em tubos apropriados. [...].
Quando Jesus iniciava as prédicas, lançando ao povo aquelas formosas parábolas que ressoariam hoje pelo mundo como os
mais belos poemas líricos, se os poetas e literatos da terra dessem preferência às inspirações da verdade para adquirirem renome,
quando Jesus discursava, o moço do manto marrom procurava sentar-se, e o fazia pelo chão mesmo, em algum banco improvisado
com uma pedra ou pela soleira de uma porta qualquer. Retiravam do saco de couro de carneiro os dois roletes de “papirus”, os tubos
de estiletes (que equivaleriam às canetas do século XX), e os sais coloridos punha-se a escrever o que ia ouvindo da palavra do filho
do homem, tal o repórter moderno ouvido personagens importantes em entrevista coletiva. A proporção que escrevia, o papel
enrolado no primeiro carretel passava a se habilmente transportado para o segundo, pelo que se teria verificado que o moço estaria
muito habituado ao delicado mister.
Ninguém saberia dizer se o mestre algum dia notou a presença, tão próxima, desse dedicado admirador, discreto e respeitoso,
que jamais falava que nada pedia que jamais sorrisse, mas cujos olhos perscrutadores não discursos. Notou-o, certamente, pois não
concebermos que aquele que era o verbo encarnado ignorasse alguma coisa que se desenrolasse ao seu redor e até muito longe de sua
presença.
À noite, em chegando à humildade quarto que ocupasse numa hospedaria qualquer, duas mais modestas ou mesmo no celeiro
de alguma casa particular, que consentisse em ale hospedar forasteiros pro preços muitos reduzidos, fosse a cafarnaum, em Betsaida,
em Jerusalém ou outra qualquer parte honrada com a visita do mestre, o moço cismador desenrolava os “papirus” e dava em resultado
reler com facilidade o que Jesus havia exposto e fora por ele escrito. Servindo-se da luz de uma pequena candeia de azeite, daquelas
tão usadas pela época, ou seja, espécie de tigela de barro, de estanho ou de cobre, com três bicos, de onde saía às torcidas encharcadas
no combustível, para o lume, até alas horas da madrugada o jovem estudava aquelas lições escritas, que o Mestre como que ditara para
ele. Meditava sobre tudo e tecia aproveitáveis comentários, que escrevia em retalhos “papirus” mesmo, ou em peles de ovelhas, e
colecionava tudo caprichosamente, como se em sua mente já se delineasse o livro paginado, inexistente e aceito pelo mundo inteiro
com todo o agrado. Algumas vezes, ele fazia até mesmo versos sobre os discursos ouvidos ao mestre galileu, e os fazia em idioma
28
grego idiomas eram correntes em toda a região e para além dela, até Alexandria, Atenas, Roma, etc. e na manhã seguinte, bem cedo,
retornava para as ruas á procura do mestre, recomeçando o mesmo dedicado trabalhado de anotar o que ouvia e presenciava. [...].
Mas viera a cruz do calvário e o mestre alçara ao seio do Pai, de onde descera...
Na sétima noite após a ressurreição, o discípulo anônimo, que desde a tarde 14 de Nissan chorava sem consolação, ignorado e
solitário no recanto do celeiro em que se alojava, acabou por adormecer sobre os seus roletes de “papiros”, onde acabara de ler, ainda
uma vez, os sublimes ensinamentos do amado mestre, que tão cuidadosamente anotara durante três anos. Acabara também de escrever
as últimas páginas relativas à ressurreição, cujo noticiário corria de boca em boca, entre os “santos” de Jerusalém, repercutindo seus
ecos surpreendentes até mesmo pelos gabinetes do sinédrio, nas alcovas de Anás e de Caifás, nas salas de Pôncio Pilatos, pelos festins
de Herodes Ântipas e pelos quartéis dos herodianos atemorizados.
Exausto de escrever, de ler de chorar, o moço do manto marrom adormeceu e sonhou...
Sonhou que Jesus Nazareno o visitava entre as palhas do seu triste albergue, todo radioso em uma túnica alvinitente, e dissera-
lhe, a mão levemente pousada sobre sua cabeça, como no dia inesquecível da cura da filha do fariseu Jairo.
-“Filho querido! Dar-te-ei a incumbência de relatar aos jovens que encontrares em teus caminhos os noticiários que escreveste,
e que aí está... Será bom que te dediques também a educar corações e caracteres para os meus serviços do futuro, que abrangerão o
mundo inteiro, através das idades... Não te limites a curar apenas os corpos, que tendem a desaparecer nas transformações do túmulo.
Trata de elucidar, para curar também as almas, por amor de mim, pois estas são eternas, mais necessitadas do que os corpos, e tenho
pressa de que se iluminem com os fechos da verdade...”
Mas... ia-me esquecendo de acrescentar que o moço possuía também um pífano (espécie de flauta), instrumento muito em
moda no Oriente, pela época, o qual era guardado no saco de couro de carneiro que trazia a tiracolo sob o manto, junto das roletes de
“papirus”, dos estiletes e dos sais coloridos para a escrita. O pífano era enrolado, com os roletes num retalho de linho alvo, muito
cuidadosamente atado. Um pequeno alaúde acompanhava o pífano, guardado, porém, noutro saco, que se pendurava a tiracolo, do
lado oposto do outro.
Na manhã seguinte á noite do sonho com Jesus quem passasse pelas imediações do mercado de Jerusalém dispararia com um
jovem sentado sobre as próprias pernas cruzadas, num recanto da rua, tocando melodias muito doces à sua flauta, isto é, em um
pífaro.
Era o moço do manto marrom.
Em breve achava-se ele rodeado de crianças e de jovens, que, em todos os tempos, se deixam seduzir e arrebatar pela música.
Quando viu que o número de admiradores que acabava de conquistar com a melodia da sua flauta era animador, o moço do manto
29
marrom do pífano disse-lhes – e sua voz ressoou cariciosa e atraente, pela primeira vez, aos ouvidos da gentil assistência, como
ressoara a melodia que acabara de executar a fim de atraí-la:
-Sentai-vos, irmãozinhos, que terei prazer em contar-vos a história de príncipe que desceu dos céus para amar os homens
sofredores...
Os orientais sempre admiraram as histórias maravilhosas, os casos fantásticos e os feitos heroicos:
-Do Príncipe que desceu dos céus?... – interrogaram interessados, sentando-se ao redor do músico.
-Sim, desse Príncipe mesmo...
-Pois conta-nos a história, irmãozinho...
E o moço, que deixara de ser silencioso, porque Jesus, em sonhos, lhe ordenara que falasse, entrou a narrar aos jovem ouvintes
os primeiros feitos do nazareno, a que assistira, na galileia. Mas fazia-o através de palavras suas, enquadradas na realidade dos fatos,
com adaptação rigorosamente inspiradas na verdade, e tanta arte punha na sua eloquência que os meninos e os jovens se deixaram
ficar a seu lado longas horas, sem se cansarem de ouvi-lo. Era uma aula admirável, que lhes concedia: aula de moral, com os
ensinamentos da Boa nova; aula de verdades eternas, com a narrativa das curas e das parábolas; aula de amor e respeito a Deus, de
arte, de literatura, de boa educação social e doméstica, das quais se elevava a figura sedutora do Príncipe dos Céus como mestre
adorável das criaturas, que visitaria a terra para tentar conduzi-las para Deus, através do amor. E revelava-se, com efeito, emérito
professor e educador, respeitável intelectual.
Depois recitava ou cantava os seus versos, acompanhando-se do pequeno alaúde, tal qual homem á harpa, com a sua Ilíada e a
sua Odisseia, reproduzindo com exatidão, mas adaptados ao ritmo especial dos versos brancos, trechos importantes do sermão da
montanha, ao qual assistira bem perto do mestre; e das parábolas mais expressivas, que melhor se presassem ao encantamento da
juvenil idade. Fazia-o, no entanto, depois de havê-los comentando em exposições claras, certo de que seus jovens discípulos tinham
realmente assimilado o seu verdadeiro sentido. [...].
Muitos anos se passaram sem o moço esmorecer no seu singelo labor. Mas não o limitou somente a Jerusalém. Ia e voltava
pelas localidades vizinhas, programando dias certos na semana para casa uma. Dava-se ao seu estranho ministério pela manhã e ao
cair do crepúsculo. Durante a ardência da soalheira, trabalhava para seu sustento: remendava mantos e túnicas para os costureiros:
consertava tendas para os viajantes; limpava e varria o mercado, para os lojistas; carregava agua para as famílias; entregava cestos de
compras; levava camelos e cavalos dos forasteiros a beberem e a serem lavados, no poço mais próximo... e jamais recebia pagas pelas
histórias que contava aos jovens, porque entendia ser vergonhoso e profanador servir-se o homem do nome sacrossanto de deus para
auferir lucros, e Jesus era, no seu conceito, o verdadeiro filho de Deus que descerrar na terra para o bem da humanidade! E a cada um
30
dos discípulos que fazia presenteavam com uma daquelas copias colecionadas, escritas em retalhos de pele de ovelhas, das anotações
que fizeras obre o nazareno e sua boa nova.
Encantadas, as mães de famílias, percebendo que seus filhos apresentavam modificações sensíveis na conduta diária, tornando-
se melhores, maus sérios, mais honestos, mais educados, apressavam-se em também conhecer a estranha personagem que tanto as
auxiliava na educação dos mesmos. Ouviam-se, então. Voltavam pensativas para suas casas. E dali a dias ofereciam-lhe o próprio lar
ou o quintal para o serão dos dois te, onde as mesmas lições eram reexplicadas.
Os jovens, porém, cresceram, fizeram-se homens e mulheres e se tornaram cristãos convictos. Eram outros tantos discípulos do
amável Nazareno, e muitos, mais tarde, apresentaram heroicamente o supremo testemunho que a doutrina do mestre lhes pedia, isto é,
mereciam, como cristãos leais e dedicados, a honra do martírio, quer na Judeia, frene aos asseclas do templo, que em Roma,
enfrentando os leões no circo. Mas ele o moço do manto marrom, jamais fora molestado! Jamais perseguido, jamais suspeito se quer!
Quando reconhecia que seus gentis ouvintes haviam realmente assimilado a nova doutrina, o moço do manto marrom e do pífano
desaparecia, procurava outras terras e, aquém, nunca mais se ouvia falar dele.
Dentro de alguns anos, seus cabelos haviam esbranquiçado, seu manto se tornara desbotado e roto, e já agora, era chamado “ o
velho do manto roto” pela criançada... Mas à noite, tranquilo e confiante, adormecendo na sua enxerga ou no celeiro que lhe cediam
para o repouso, sonhava que Jesus voltava a visitá-lo, alvinitente em suas deslumbrantes vestes de luz:
- “Prossegue ainda, filho querido! Prossegue até a morte, porque me tens prestado um precioso serviço! Educa, educa para
mim, e em meu nome, as almas e os corações que se ignoram, porque me ignoram... a alma é imortal... e eu tenho pressa que todas se
alcandorem ao sol da verdade eterna...”’
(Tolstoy, Ressurreição e Vida, ed., cap. )

O AMOR UNIDO ÀS TÉCNICAS DE ENSINO


"Muitos esclarecimentos têm sido feitos no sentido de demonstrar que o emprego de tecnologia adequada ao entendimento das
diferentes faixas etárias em nada invalida os sentimentos dos quais deve estar possuído o Evangelizador espírita. E tanto isso é
verdade que, em todos os cursos de preparação de Evangelizadores, encontros, seminários e outras atividades de conjunto, é
enfatizada a necessidade de desenvolver o amor como o eterno fundamento da educação, conforme se expressou muito bem o insigne
Pestalozzi.

31
Acreditamos que nenhum Evangelizador até hoje se tenha equivocado quanto à predominância do sentimento de amor sobre o
emprego das técnicas educacionais. O amor é condição sem a qual não é possível promover a evangelização espírita das novas
gerações. Aliás, o fato em si, de alguém dedicar suas horas de descanso a um trabalho não remunerado, feito no anonimato e sem
outra gratificação que não seja o prazer de servir, comprova, sem sombra de dúvida, o que afirmamos." (FEB, Técnicas de ensino, p.
3).

CONHECIMENTO DOUTRINÁRIO X TÉCNICAS DE ENSINO


"A única exigência, em termos de conhecimento, que se deve fazer em relação ao preparo daquele que se propõe evangelizar, é
a do domínio prévio do Espiritismo. Quem não tiver esse domínio não está em condições de atender aos objetivos da tarefa, ainda que
possuidor de grande boa vontade. Não se pode dizer, por isso, que essa exigência é uma forma de elitismo, mas antes uma maneira de
assegurar o atingimento dos objetivos propostos para a evangelização espírita. A falsa concepção de que o candidato a Evangelizador,
tendo boa vontade, dispensa os conhecimentos doutrinários tem causado muitos prejuízos à eficiência do trabalho.” (FEB, Técnicas de
ensino, p. 3-4).

NÃO DESCUIDAR DO APRIMORAMENTO PEDAGÓGICO


"Eis, pois, o Amor convocando servidores do Evangelho para a obra educativa da Humanidade! Abençoados os lidadores da
orientação espírita, entregando-se afanosos e de boa vontade ao plantio da boa semente! Mais para um desempenho mais gratificante,
que procurem estudar, forjando sempre luzes às próprias convicções. Que se armem de coragem e decisão, paciência e otimismo,
esperança e fé, de modo a se auxiliarem reciprocamente, na salutar troca de experiências, engajando-se com entusiasmo crescente nas
leiras de Jesus.
Que jamais se descuidem do aprimoramento pedagógico, ampliando, sempre que possível, suas aptidões didáticas para que
não se estiolem sementes promissoras ante o solo propício, pela inadequação de métodos e técnicas de ensino, pela insipiência de
conteúdos, pela ineficácia de um planejamento inoportuno e inadequado. Todo trabalho rende mais em mãos realmente habilitadas.
Que não estacionem nas experiências alcançadas, mas que aspirem sempre a mais, buscando livros, renovando pesquisas, permutando
ideias, ativando-se em treinamentos, mobilizando cursos, promovendo encontros, realizando seminários, nesta dinâmica admirável
quão permanente dos que se dedicam aos abençoados impositivos de instruir e de educar." Guillon Ribeiro (Separata do Reformador,
3. ed., p. 27-28).

32
5. HORÁRIO DA EVANGELIZAÇÃO INFANTIL NO CENTRO ESPÍRITA
HORÁRIO DA EVANGELIZAÇÃO INFANTIL NO CENTRO ESPÍRITA
8:00 – 8:10 – Abertura das atividades
8:10 – 9:30 – PLANEJAMENTO/VISITAS DOMICILIARES
ESCOLA ESPÍRITA BOM SAMARITANO INFANTIL
9:40 – 9:50 – Recepção/ Alegria cristã
9:50 – 10:00 – Encaminhamento/ Prece/lanche nas salas de aula (*)

NÍVEL 1 NÍVEL 2
10:00 – 11:00 – APRENDENDO COM JESUS 10:00 – 10:45 – NÚCLEO COMUM
11:00 – 11:15 – Intervalo 10:45 – 11:00 – Intervalo
11:15 – 11:55 – TRABALHANDO COM JESUS 11:00 – 11:45 – PARTE DIVERSIFICADA
11:55 – 12:30 – BINCANDO COM JESUS 11:45 – 12:30 – PARTE PRÁTICA
Posto de higiene

12:30 – 12:40 – SOPA E MOMENTO DO CORAÇÃO

(*) cuidado: o lanche das crianças deve ser dado em sala de aula para que não haja prejuízo e atraso na
aplicação das aulas.

33
6. ONDE ESTÁ INSERIDO ESTE CURSO?
Esta obra integra uma coleção de Planos de Curso e de Unidade para a elaboração das aulas dos Cursos de Nível II da Escola
de Evangelização Espírita Infantil. Faz parte de um currículo subdividido em quatro graus: Intermediário, Básico, Médio e Superior.
Cada grau possui duração anual e durante o período da aula é subdividido em três partes: Núcleo Comum, Parte Diversificada
e Parte Prática.
O Núcleo Comum é constituído por cursos básicos da Doutrina Espírita, oferecidos para a criança em linguagem própria para
a sua idade, inclusive o material didático.
A Parte Diversificada é constituída por cursos semestrais cujos conteúdos abordam dificuldades morais e problemas
vivenciados pela criança, trabalhando-se as tendências inatas, familiares e as influências do meio em que vive.
Na Parte Prática a criança terá oportunidade de praticar os ensinamentos recebidos nos cursos do Núcleo comum e da Parte
Diversificada como forma de fixação do aprendizado, moldagem do caráter, valorização do trabalho e auxílio ao próximo. São oferecidas
oficinas de laborterapia (tapeçaria, crochê, tricô, pintura em tecido, etc.) e práticas assistenciais, tais como, visitas a lares de idosos,
Campanha de Fraternidade Auta de Souza, Caravana Jesus no lar entre outras.
Esta obra destina-se a servir de material didático para o curso: Parte Diversificada do Superior que é ministrado depois do
Núcleo Comum e antes da parte prática. Tem duração anual sendo dividido em 2 partes, cada uma composta de 12 aulas.
Este curso “Esclarecendo com Jesus” que faz parte do Núcleo Comum, e visa integrar o evangelizando ao conhecimento da
doutrina espírita utilizando-se dos fundamentos basilares do Instituto do Esclarecimento e Família. O seu conteúdo é adaptado à criança,
sendo facilitado o seu entendimento através dos personagens, enriquecido pelas ilustrações educadoras e esclarecedoras.

34
CALENDÁRIO ANUAL NIVEL II
ESCOLA DE EVANGELIZAÇÃO INFANTIL
CRITÉRIO CRITÉRIO
Mês PROGRAMA Obrigatório Optativo ATIVIDADES Obrigatório Optativo
Janeiro Matrícula Matrícula *
Férias * *
Unificação/ Matricula *(1) Aulas teóricas e práticas/ Matrícula *
Carnaval / Matrícula *(1) Aulas teóricas e práticas/ Matrícula *
Fevereiro Matrícula Matrícula *
Carnaval / Matrícula *(1) Aulas teóricas e práticas/ Matrícula * *
Unificação / Matrícula *(1) Aulas teóricas e práticas/ Matrícula * *
Março Cursos Regulares * Aula Inaugural *
Aulas teóricas e práticas *
Abril Cursos Regulares * Aulas teóricas e práticas *
Maio Confraternização Mães * Aula especial: Maes *
Festival de Artes Pingo de Gente (7) *
Cursos Regulares * Aulas teóricas e práticas *
Junho Cursos Regulares * Aulas teóricas e práticas *
Confraternização: Festa Junina * Aula especial: João Batista *
Festa Junina (6) *
Julho Aulas teóricas e práticas *
Higiene e Saúde (2) * Palestra de profissional de saúde *
Posto de Higiene * *
Atendimento médico *
Agosto Cursos Regulares * Aulas teóricas e práticas *
Confraternização: Pais (3) * Aula especial: Pais *
Confraternização: Gincana *
Setembro Cursos Regulares * Aulas teóricas e práticas *
Outubro Cursos Regulares * Aulas teóricas e práticas *
Aula especial: crianças (4) *
Confraternização: crianças * Aula especial: Tema central Festival de artes *
Pingo de Gente (5)
Festival de Artes Pingo de Gente *
Novembro Cursos Regulares * Aulas teóricas e práticas *
Aula de encerramento *
2 aulas especiais *
Dezembro Natal * Aula teórica e prática *
Festival de Artes Pingo de Gente *

35
Legenda
(1) É indispensável a aplicação dos dois Programas: Carnaval e/ou Unificação, podendo o calendário ser flexível na escolha de parte dos
programas, conforme as opções que a Escola de Evangelização fizer para os meses de Janeiro e Fevereiro. No plano de unidade existem 4
opções de aulas de Carnaval e /ou Unificação. O evangelizador poderá escolher duas aulas por ano.

(2) No Programa de Higiene e Saúde poderão ser reagrupadas as turmas devido a possíveis ausências de evangelizadores em função das
férias sendo, porém, indispensável a realização deste programa.

(3) Essa confraternização deverá ser realizada em horário diferente do funcionamento da Escola de Evangelização, a fim de não consumir um
dia do calendário.

(4) No local onde é realizado o Encontro de Crianças, isto é, um encontro onde há a confraternização de crianças de vários Centros Espíritas
e Postos de Assistência, é ministrada junto com a aula especial do dia da criança, uma aula especial de conduta para as crianças que irão
participar do Encontro. Essa aula contém regras de conduta baseadas no livro Conduta Espírita de André Luiz psicografia de Francisco
Cândido Xavier, dando noções às crianças de como devem se comportar na rua, durante o encontro e em sala de aula.

(5) Essa aula teórica e prática é optativa no calendário, podendo ser aplicada como preparação para a atividade prática assistencial do
Programa de Natal.

(6) Essa confraternização realizar-se-á na semana seguinte da aula especial: João Batista. Neste dia as crianças e evangelizadores preparam
todo o ambiente para a confraternização junina: maquiagem, bandeirolas, barracas de alimentação, brincadeiras, quadrilhas, etc.

(7) O Festival de Artes Pingo de Gente é a culminância das aulas especiais: mães, crianças e Natal. (Vide livro Trabalhando com a criança,
da Editora Auta de Souza, cap. 12).

OBS: O Calendário dos cursos regulares contém 2 aulas livres que poderão ser utilizadas para programações especiais: Aniversário
do Centro Espírita, Programa em Defesa da vida, Encontros e Congressos Espíritas, etc. Lembramos que estas aulas devem ser previstas no
calendário.

36
PLANILHA DE PREVISÃO DE AULAS TEÓRICAS E AULAS ESPECIAIS
Nº DE AULAS Nº DE AULAS
TEÓRICAS TEÓRICAS
PROGRAMA PREVISÃO SUB-TOTAL
1º 2º 1º 2º
Semestre Semestre Semestre Semestre
Cursos Regulares 12 12 24
Inaugural 1 1
Encerramento 1 1
Livres 1 1 2
Carnaval Janeiro/Fevereiro 4 4
Unificação Janeiro/Fevereiro 4 4
Higiene e Saúde Julho 4 4
Natal Dezembro 3 3
Confraternização: Festa Junina Junho 1 1
Mães Maio 1 1
João Batista Junho 1 1
Pais Agosto 1 1
Crianças Outubro 2 2
Festival Pingo de Gente Maio 1 1
Outubro 1 1
Dezembro 1 1
Total Geral 52

37
38
PLANO DE CURSO
NÍVEL II

39
ESCOLA DE EVANGELIZAÇÃO ESPÍRITA UNIDADE AULA SUBUNIDADE Nº PRÁTICAS
INFANTIL
1ª Amai-vos e instruí-vos
Plano de Curso
Curso: Esclarecendo com Jesus. I – Na escola da 2ª O lar, primeira escola - Culto do
Aulas: 24 aulas Alma;
4 Evangelho no
3ª As escolas no plano espiritual
Lar.
Objetivos Gerais: 4ª O Centro Espírita

 Compreender a importância e o dever de 5ª A escola de estudos espíritas

estudar, para o nosso progresso espiritual, colocando em II – A escola de 6ª O ciclo introdutório - Visita a Escola
estudos espíritas;
prática as nobres lições do espiritismo. 7ª O ciclo de especialização
4 de Estudos
Espíritas
 Reconhecer o espiritismo como doutrina
8ª Os Institutos
esclarecedora, dotando o indivíduo de maior capacidade
9ª O livro espírita e a biblioteca espírita
para discernir entre o bem e o mal.
III – Instituto de
 Compreender a organização e o funcionamento Esclarecimento e 10ª O Espiritismo X o materialismo
- Biblioteca
Família; 4
do Instituto do Esclarecimento. 11ª Instituto de esclarecimento e família Espírita

12ª Escola para formação de trabalhadores

13ª Núcleo de Reunião Pública


- Palestra
14ª Núcleo de exposição oral
- Visita à
IV – Núcleos de 15ª Exposição oral alfabetização
Trabalho Cristã
12
16ª Exposição oral - Visita à Escola
de
17ª Palavra – um dom divino. Evangelização
de adultos
18ª A palavra de Jesus
- Aula de

40
19ª Núcleo de alfabetização cristã

20ª Núcleo de evangelização de adultos,


Núcleo de evangelização da família e
Núcleo de Culto do Evangelho no Lar
21ª Núcleo do Esperanto
esperanto
22ª Noções gerais de Esperanto

23ª Núcleo de documentação e informação

24ª Núcleo de apoio à reforma intima


A missão do homem esclarecido

41
PLANOS DE UNIDADE
NÍVEL II

42
PLANO DE UNIDADE
ESCOLA DE EVANGELIZAÇÃO ESPÍRITA INFANTIL OBJETIVOS GERAIS DA UNIDADE:
CURSO: Esclarecendo com Jesus I Confraternizar-se em clima de alegria em torno do estudo e do trabalho a ser realizado
UNIDADE: Aula inaugural durante o semestre.
SUBUNIDADE: Aula inaugural
Nº DE AULAS: 01
OBJETIVOS ESPECÍFICOS CONTEÚDO BIBLIOGRAFIA
 Estabelecer laços de  A Aula Inaugural deverá ser planejada previamente pela equipe de evangelizadores.
simpatia, união e alegria  Poderá haver um momento de artes, com fantoches, dramatização ou uma atividade
entre os alunos e o (os) artística de boas- vindas, que os próprios evangelizadores poderão organizar ou solicitar
evangelizador(es), de grupos mais especializados nesta área. O importante é que as crianças sintam-se
iniciando o ano num clima envolvidas pelo clima de receptividade fraterna.
de harmonia e paz;  Após o momento artístico, poderá ser feita uma gincana ou atividades recreativas, na qual
 Perceber a importância do a criança terá a oportunidade de estar em contato com seus amigos e, assim,
estudo para o trabalho bem confraternizarem num clima de alegria verdadeira.
feito.  Apresentar de forma empolgante o curso a ser ministrado.
 Compreender que a
doutrina espírita é
libertadora, por isso temos
necessidade de sempre a
estudarmos.

43
PLANO DE UNIDADE
ESCOLA DE EVANGELIZAÇÃO ESPÍRITA INFANTIL OBJETIVOS GERAIS DA UNIDADE:
CURSO: Esclarecendo com Jesus I Entender que nossa alma precisa estudar e conhecer tanto quanto nosso corpo necessita
UNIDADE: I - Na escola da Alma de respirar e nutrir-se. Saber que em qualquer setor de trabalho a ausência de estudos
SUBUNIDADE: Amai-vos e instruí-vos. significa estagnação.
Nº DE AULAS: 04 AULA: 1ª
OBJETIVOS ESPECÍFICOS CONTEÚDO BIBLIOGRAFIA
 Reconhecer no amor ao  “Espíritas! Amai-vos, este o primeiro ensinamento: instruí-vos, este o segundo.” 1. Allan Kardec. O
próximo o caminho mais  “O sentimento e a sabedoria são as duas asas com que a alma se elevará para a perfeição Evangelho segundo o
fácil para alcançar nossa infinita.” Espiritismo, 112ª ED.,
evolução.  “(...) o estudo tem regime de urgência (...) Evidente que antes de qualquer realização, Rio de Janeiro: FEB,
 Compreender que através programas e projetos devam constituir bases experimentais.” 1996 p. 130 e 186.
da boa instrução com o  Fugir ao estudo é como recusar o alimento quando se está faminto. 2. Sociedade de
Evangelho de Jesus nos  “Nossa alma precisa estudar e conhecer; tanto quanto nosso corpo necessita de respirar e Divulgação Espírita
tornamos mais aptos ao nutrir-se.” Auta de Souza.
desenvolvimento de nossas Conheça o
tarefas. Espiritismo -Noções
Básicas da Doutrina
Espírita. 2ª Ed.,
Taguatinga/DF:
Editora Auta de
Souza, 2006, p. 9.
3. Sociedade de
Divulgação Espírita
Auta de Souza.
Noções Básicas do
Esclarecimento e
Família. Ed. Auta de
Souza, 2ª parte, cap. 3.

44
45
PLANO DE UNIDADE
ESCOLA DE EVANGELIZAÇÃO ESPÍRITA INFANTIL OBJETIVOS GERAIS DA UNIDADE:
CURSO: Esclarecendo com Jesus I Entender que nossa alma precisa estudar e conhecer tanto quanto nosso corpo
UNIDADE: I - Na escola da Alma necessita de respirar e nutrir-se. Saber que em qualquer setor de trabalho a ausência de
SUBUNIDADE: O lar, primeira escola. estudos significa estagnação.
Nº DE AULAS: 04 AULA: 2ª
OBJETIVOS ESPECÍFICOS CONTEÚDO BIBLIOGRAFIA
 Identificar no lar o  A primeira escola é o lar. 1. Sociedade de
primeiro instituto  Lares terrestres são cadinhos de purificação dos sentimentos. Divulgação espírita
educacional terrestre.  “O lar é a minha escola mais querida”. Auta de Souza.
 Distinguir no lar o primeiro  Há dois tipos de família: espiritual e corporal. Conheça o
degrau com que o Todo  Honrar pai e mãe não é só respeita-los: é também assisti-los. Espiritismo -Noções
Poderoso nos induz a  A importância do Culto do Evangelho no Lar: “Cristo, porém, quando se adentra pelo Básicas da Doutrina
escalar o Céu. Espírita. 2ª Ed.,
portal do lar, modifica a paisagem espiritual do recinto.”
Taguatinga/DF:
Editora Auta de
Souza, 2006, cap.
11, pg., 123 a 131.
2. João de Deus,
psicografia de
Francisco Cândido
Xavier. Jardim de
Infância, p. 14. 5
Ed., Rio de
janeiro/RJ: FEB,
1994, Poema: Meu
Lar.

46
PLANO DE UNIDADE
ESCOLA DE EVANGELIZAÇÃO ESPÍRITA INFANTIL OBJETIVOS GERAIS DA UNIDADE:
CURSO: Esclarecendo com Jesus I Entender que nossa alma precisa estudar e conhecer tanto quanto nosso corpo necessita
UNIDADE: I - Na escola da Alma de respirar e nutrir-se. Saber que em qualquer setor de trabalho a ausência de estudos
SUBUNIDADE: As escolas no plano espiritual. significa estagnação.
Nº DE AULAS: 04 AULA: 3ª
OBJETIVOS ESPECÍFICOS CONTEÚDO BIBLIOGRAFIA
 Saber que existem escolas  “Noto que os instrutores não se descuidam da parte intelectual (...) O que assombra, 1. Neio Lúcio,
no Plano Espiritual. porém, é a vigilância paternal que os abnegados orientadores desenvolvem junto de nós, Psicografia de
 Conhecer as principais no sentido de despertarem nossas ideias mais elevadas.” Francisco Cândido
características destas  “Nos dez últimos meses gastei as horas de recreio em serviços de proteção aos animais...” Xavier. Mensagem
escolas.  “O Centro de Aprendizado da Luz Divina é o local onde os duzentos mil habitantes de do pequeno morto.
 Pensar nas escolas Alvorada Nova mantêm contato com os ensinamentos de Cristo.” 4ª Ed., Rio de
espirituais como modelo.  “Trata-se de uma universidade que ultrapassa em programa e organização qualquer dos Janeiro: FEB,
institutos europeus ou americanos “ 1986, cap., XIV, p.
 “Uma só língua, uma só bandeira, um só pastor.” 61 e XIX, p. 81.
 “Bendita seja a oficina 2. Sociedade de
Divulgação
Que nos cede ao pensamento
Espírita Auta de
O pão do conhecimento
Souza. Noções
E a bênção da luz divina!”
Básicas do
Esclarecimento e
Família. Ed. Auta
de Souza, 2ª parte,
cap. 4.
3. João de Deus,
psicografia de
Francisco Cândido
Xavier. Jardim de
Infância, p. 14. 5
Ed., Rio de
47
janeiro/RJ: FEB,
1994, Poema: A
Escola.

48
PLANO DE UNIDADE
ESCOLA DE EVANGELIZAÇÃO ESPÍRITA INFANTIL OBJETIVOS GERAIS DA UNIDADE:
CURSO: Esclarecendo com Jesus I Entender que nossa alma precisa estudar e conhecer tanto quanto nosso corpo necessita
UNIDADE: I - Na escola da Alma de respirar e nutrir-se. Saber que em qualquer setor de trabalho a ausência de estudos
SUBUNIDADE: O Centro Espírita significa estagnação.
Nº DE AULAS: 04 AULA: 4ª
OBJETIVOS ESPECÍFICOS CONTEÚDO BIBLIOGRAFIA
 Compreender que o Centro  “(...) a Escola mais importante da nossa alma,” 1. Sociedade de
Espírita é um santuário de  “Um templo espírita não é simples construção material.” Divulgação espírita
prece e de trabalho.  “As exortações evangélicas são, pois, lenitivos de muitos padecimentos morais, de muitas Auta de Souza.
 Identificar no Centro dores amaríssimas.” Conheça o
Espírita uma escola, um  “(...) é um lar de solidariedade humana.” Espiritismo
templo, um hospital e um  Atividades do Centro Espírita: cursos regulares, atividades assistenciais, evangelização da -Noções Básicas
lar. criança e do jovem, assistência espiritual, desobsessão, palestras, divulgação da Doutrina, da Doutrina
 Ter noção das atividades Campanha de Fraternidade Auta de Souza e Posto de Assistência. Espírita. 2ª Ed.,
de um Centro Espírita. Taguatinga/DF:
 Conduta na Casa Espírita: pontualidade, colaboração no serviço, valorização dos
 Refletir sobre nossa Editora Auta de
ensinamentos, respeito mútuo, fraternidade.
conduta em nossa Casa Souza, 2006, cap.
Espírita. 14.
2. Sociedade de
Divulgação
Espírita Auta de
Souza. Noções
Básicas do
Esclarecimento e
Família, Ed. Auta
de Souza, 2ª parte,
cap. 3.
3. André Luiz,
psicografia de
Waldo Vieira.
49
Conduta Espírita.
21ª Ed., Rio de
Janeiro/RJ: FEB,
1998, cap. 11.

50
PLANO DE UNIDADE
ESCOLA DE EVANGELIZAÇÃO ESPÍRITA INFANTIL OBJETIVOS GERAIS DA UNIDADE:
CURSO: Esclarecendo com Jesus I Compreender que a escola de estudos espíritas é responsável pela formação dos
UNIDADE: II - A escola de estudos espíritas trabalhadores da Casa Espírita. Reconhecer a importância da formação de
SUBUNIDADE: A escola de estudos espíritas. trabalhadores esclarecidos e a preparação de alunos para a integração na Escola de
Nº DE AULAS: 04 AULA: 5ª Médiuns e no Ciclo de Especialização.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS CONTEÚDO BIBLIOGRAFIA
 Reconhecer a importância  “Um curso regular de Espiritismo seria professado com o fim de desenvolver os 1. Sociedade de
do estudo na Casa Espírita princípios da Ciência e de difundir o gosto pelos estudos sérios.” Divulgação espírita
e a missão educativa do  “O estudo do Espiritismo, portanto, hoje como sempre é de imensurável significação.” Auta de Souza.
Espiritismo.  “A Escola de Estudos Espíritas é responsável pela formação doutrinária dos trabalhadores Conheça o
 Compreender a estrutura da da Casa Espírita.” Espiritismo
Escola de Estudos  “O Ciclo Introdutório representa uma proposta de estudo sistematizado da Doutrina -Noções Básicas
Espíritas. Espírita que consiste no ciclo de estudos básicos da Casa Espírita.” da Doutrina
 Entender a diferença entre  “O Ciclo de Especialização é o ciclo que sucede o Ciclo Introdutório; busca formar e Espírita. 2ª Ed.,
o Ciclo Introdutório e o especializar trabalhadores para atuarem nos diversos Institutos da Casa Espírita.” Taguatinga/DF:
Ciclo de Especialização. Editora Auta de
Souza, 2006, Cap.,
14, p. 166.
2. Sociedade de
Divulgação
Espírita Auta de
Souza. Noções
Básicas do
Esclarecimento e
Família. Ed, Auta
de Souza, 2ª parte,
cap. 6
3. João de Deus,
psicografia de
Francisco Cândido
51
Xavier. Jardim de
Infância, 5ª Ed.,
Rio de janeiro/RJ:
FEB, 1994, cap.
VII e VIII, p. 18-
21.

PLANO DE UNIDADE
ESCOLA DE EVANGELIZAÇÃO ESPÍRITA INFANTIL OBJETIVOS GERAIS DA UNIDADE:
52
CURSO: Esclarecendo com Jesus I Compreender que a escola de estudos espíritas é responsável pela formação dos
UNIDADE: II - A escola de estudos espíritas trabalhadores da Casa Espírita. Reconhecer a importância da formação de
SUBUNIDADE: O ciclo introdutório. trabalhadores esclarecidos e a preparação de alunos para a integração na Escola de
Nº DE AULAS: 04 AULA: 6ª Médiuns e no Ciclo de Especialização.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS CONTEÚDO BIBLIOGRAFIA
 Localizar o Ciclo  “Em todas as circunstâncias, lembrar-se de que o Espiritismo expressa, antes de tudo, obra 1. André Luiz,
Introdutório na estrutura da de educação, integrando a alma humana nos padrões do Divino Mestre.” psicografia de
Escola de Estudos  “O que caracteriza um estudo sério é a continuidade que se lhe dá.” Waldo Vieira.
Espíritas.  “O Ciclo Introdutório representa uma proposta de estudo sistematizado da Doutrina Conduta Espírita.
 Reconhecer o Espiritismo Espírita que consiste no ciclo de estudos básicos da Casa Espírita.” 21ª Ed., Rio de
como um processo  Cursos do Ciclo Introdutório: Noções Básicas da Doutrina Espírita, Nosso Lar, Passe e Janeiro/RJ: FEB,
libertador de consciências. Corrente Magnética. 1998, cap. 42.
 Compreender a  Aulas: 1 aula inaugural, 14 aulas teóricas, 3 aulas especiais, 2 a 3 aulas práticas e 1 aula 2. Sociedade de
importância da de avaliação e encerramento. Divulgação espírita
continuidade dos estudos.  Objetivos: reviver o Cristianismo primitivo; considerar o Centro Espírita como a escola Auta de Souza.
 Ter contato com a estrutura mais importante de nossa alma; reconhecer o Espiritismo como o processo libertador de Conheça o
e o funcionamento dos consciências; esclarecer o erro religioso onde quer que se encontre; compreender que o Espiritismo
cursos do Ciclo estudo reclama esforço de equipe; sustentar estudos sistemáticos; fundar a unidade de -Noções Básicas
Introdutório. princípios; fazer adeptos esclarecidos e desenvolver grande número de médiuns. da Doutrina
Espírita. 2ª Ed.,
Taguatinga/DF:
Editora Auta de
Souza, 2006, Cap.,
14, p. 166, 167.
3. Sociedade de
Divulgação
Espírita Auta de
Souza. Noções
Básicas do
Esclarecimento e
Família. Ed. Auta
53
de Souza, 2ª parte,
cap. 6.

54
PLANO DE UNIDADE
ESCOLA DE EVANGELIZAÇÃO ESPÍRITA INFANTIL OBJETIVOS GERAIS DA UNIDADE:
CURSO: Esclarecendo com Jesus I Compreender que a escola de estudos espíritas é responsável pela formação dos
UNIDADE: II - A escola de estudos espíritas trabalhadores da Casa Espírita. Reconhecer a importância da formação de
SUBUNIDADE: O ciclo de especialização. trabalhadores esclarecidos e a preparação de alunos para a integração na Escola de
Nº DE AULAS: 04 AULA: 7ª Médiuns e no Ciclo de Especialização.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS CONTEÚDO BIBLIOGRAFIA
 Reconhecer a necessidade  “O homem do mundo, no círculo de obrigações que lhe competem na vida, deverá sair da 1. Sociedade de
de especialização, tanto no generalidade para produzir o útil e o agradável, na esfera de suas possibilidades Divulgação
estudo como no trabalho. individuais.” Espírita Auta de
 Ver o Ciclo de  “Em todas as circunstâncias, lembrar-se de que o Espiritismo expressa, antes de tudo, obra Souza. Noções
Especialização como o de educação, integrando a alma humana nos padrões do Divino Mestre.” Básicas do
responsável pela formação  “Na academia do Evangelho, somos todos alunos.” Esclarecimento e
e especialização de  “É o ciclo de estudos que sucede o Ciclo Introdutório. Busca formar e especializar Família. Ed. Auta
trabalhadores para a Casa trabalhadores para atuarem nos diversos Institutos da Casa Espírita.” de Souza, 2ª parte,
Espírita. cap. 6.
 Conhecer os cursos do 2. André Luiz,
Ciclo de Especialização. psicografia de
Waldo Vieira.
Conduta Espírita.
21ª Ed., Rio de
Janeiro/RJ: FEB,
1998, cap. 42.
3. Sociedade de
Divulgação espírita
Auta de Souza.
Conheça o
Espiritismo
-Noções Básicas
da Doutrina
Espírita. 2ª Ed.,
55
Taguatinga/DF:
Editora Auta de
Souza, 2006, Cap.,
14, p. 167.

56
PLANO DE UNIDADE
ESCOLA DE EVANGELIZAÇÃO ESPÍRITA INFANTIL OBJETIVOS GERAIS DA UNIDADE:
CURSO: Esclarecendo com Jesus I Compreender que a escola de estudos espíritas é responsável pela formação dos
UNIDADE: II - A escola de estudos espíritas trabalhadores da Casa Espírita. Reconhecer a importância da formação de
SUBUNIDADE: Os Institutos trabalhadores esclarecidos e a preparação de alunos para a integração na Escola de
Nº DE AULAS: 04 AULA: 8ª Médiuns e no Ciclo de Especialização.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS CONTEÚDO BIBLIOGRAFIA
 Conhecer as áreas de  “É um departamento da Casa Espírita com características escolares, formando uma 1. Sociedade de
trabalho onde serão unidade de ensino e pesquisa, de caráter especializado(...)” Divulgação
aplicados os estudos vistos  Instituto da Criança. Espírita Auta de
nas aulas anteriores.  Instituto do Jovem. Souza. Noções
 Reconhecer a continuidade  Instituto do Esclarecimento e Família. Básicas do
do processo de  Instituto da Caridade. Esclarecimento e
especialização do  Instituto da Divulgação. Família, Ed. Auta
trabalhador dentro da  Instituto da Mediunidade. de Souza, 2ª parte,
Escola para Formação de cap. 5.
Trabalhadores.
 Conhecer as diversas
Escolas para Formação de
Trabalhadores.
 Entender a necessidade de
se praticar o que se
aprende.

PLANO DE UNIDADE
57
ESCOLA DE EVANGELIZAÇÃO ESPÍRITA INFANTIL OBJETIVOS GERAIS DA UNIDADE:
CURSO: Esclarecendo com Jesus I Perceber que, ao Espiritismo, com sua visão cristã e estrutura filosófica superior, cabe a
UNIDADE: III - Instituto de Esclarecimento e Família tarefa imediata de voltar os seus valiosos recursos para a família, trabalhando o homem
SUBUNIDADE: O livro espírita e a biblioteca espírita. e conscientizando-o das suas responsabilidades inalienáveis perante a vida.
Nº DE AULAS: 04 AULA: 9ª
OBJETIVOS ESPECÍFICOS CONTEÚDO BIBLIOGRAFIA
 Reconhecer no livro  “O pão elimina a fome. 1. Sociedade de
espírita o melhor alimento O livro espírita suprime a penúria moral.” Divulgação
para nossas almas.  “(...) a palavra luminosa, nascida no coração do Mestre e transmitida pelo Livro Espírita, Espírita Auta de
 Reconhecer na biblioteca é pão duradouro e eterna semente de amor.” Souza. Noções
espírita um local onde  “A biblioteca espírita é viveiro de luz.” Básicas do
poderemos renovar ideias e  “Disciplinar-se na leitura,(...)” Esclarecimento e
iluminar caminhos.  “Oferecer obras doutrinárias aos amigos(...).” Família, Ed. Auta
 Refletir sobre a  “Divulgar, por todos os meios lícitos, os livros que esclareçam os postulados espíritas.” de Souza, 2ª parte,
necessidade de se cap. 12.
incentivar o hábito da 2. André Luiz,
leitura espírita, começando psicografia de
por nós mesmos. Waldo Vieira.
 Conscientizar-se da Conduta Espírita.
importância da divulgação 21ª Ed., Rio de
do livro espírita. Janeiro/RJ: FEB,
1998, cap. 41.

58
PLANO DE UNIDADE
ESCOLA DE EVANGELIZAÇÃO ESPÍRITA INFANTIL OBJETIVOS GERAIS DA UNIDADE:
CURSO: Esclarecendo com Jesus I Perceber que, ao Espiritismo, com sua visão cristã e estrutura filosófica superior, cabe a
UNIDADE: III - Instituto de Esclarecimento e Família tarefa imediata de voltar os seus valiosos recursos para a família, trabalhando o homem
SUBUNIDADE: O Espiritismo X o materialismo. e conscientizando-o das suas responsabilidades inalienáveis perante a vida.
Nº DE AULAS: 04 AULA: 10ª
OBJETIVOS ESPECÍFICOS CONTEÚDO BIBLIOGRAFIA
 Entender que o  “A razão humana é ainda muito frágil e não poderá dispensar a cooperação da fé que a 1. Sociedade de
materialismo restringe ilumina, para a solução dos grandes e sagrados problemas da vida.” Divulgação
todas as operações da alma  “Convençamo-nos, porém, de que todo desequilíbrio do espírito pede, por remédio justo, Espírita Auta de
aos movimento do cérebro. a educação do espírito.” Souza. Noções
 Perceber que o Espiritismo  “Aperfeiçoemos nossos próprios conhecimentos, através da leitura construtiva e Básicas do
com Jesus é ciência divina meditada.” Esclarecimento e
de aperfeiçoamento da  “E, sobretudo, considerando o materialismo como chaga oculta, não nos afastemos da Família. Ed. Auta
humanidade a refletir-se na terapia do exemplo, porque, em todos os climas da Humanidade, se a palavra esclarece, o de Souza, 2ª parte,
melhora do todo. exemplo arrasta sempre.” cap. 11.
 Compreender como é 2. André Luiz,
grande a força do exemplo. psicografia de
Waldo Vieira.
Conduta Espírita.
21ª Ed., Rio de
Janeiro/RJ: FEB,
1998, cap. 23.

59
PLANO DE UNIDADE
ESCOLA DE EVANGELIZAÇÃO ESPÍRITA INFANTIL OBJETIVOS GERAIS DA UNIDADE:
CURSO: Esclarecendo com Jesus I Perceber que, ao Espiritismo, com sua visão cristã e estrutura filosófica superior, cabe a
UNIDADE: III - Instituto de Esclarecimento e Família tarefa imediata de voltar os seus valiosos recursos para a família, trabalhando o homem
SUBUNIDADE: Instituto de esclarecimento e família e conscientizando-o das suas responsabilidades inalienáveis perante a vida.
Nº DE AULAS: 04 AULA: 11ª
OBJETIVOS ESPECÍFICOS CONTEÚDO BIBLIOGRAFIA
 Compreender que o  “Cumpre aos cristãos novos, neste momento, darem-se as mãos na grande obra de 1. Sociedade de
Instituto de esclarecimento evangelização dos homens, ressuscitando o compromisso da vivência dos ensinos que os Divulgação
e família destina-se à empolgam.” Espírita Auta de
formação de trabalhadores  “Nesse sentido, o estudo do Evangelho no lar, reunindo a família para o entendimento das Souza. Noções
para caravanas de Culto do finalidades da vida, faz-se preponderante, inadiável.” Básicas do
Evangelho e de  “Com o homem renovado e responsável, surge o lar equilibrado e sadio, onde se formará Esclarecimento e
evangelização de famílias, a criança enobrecida, rumando para uma sociedade melhor.” Família, Ed. Auta
além de instrutores para os  “A Humanidade é a nossa grande família.” de Souza, 2ª parte,
cursos sistematizados e  “Localizam-se, ali, os enormes pavilhões das escolas maternais. (...) temos os Centros de cap. 7.
alfabetização de adultos. Preparação à Paternidade. (...) temos a Especialização Médica. (...) temos o Instituto dos 2. André Luiz,
 Perceber a relação do IEF Administradores, (...)” psicografia de
aqui na Terra com os do  Princípios do Instituto de esclarecimento e família: Família, Culto do Evangelho no lar, Waldo Vieira.
Plano Espiritual, dos quais Palavra, Esperanto, Cursos. Conduta Espírita.
é apenas uma cópia 21ª Ed., Rio de
imperfeita. Janeiro/RJ: FEB,
1998, cap. 19.

60
PLANO DE UNIDADE
ESCOLA DE EVANGELIZAÇÃO ESPÍRITA INFANTIL OBJETIVOS GERAIS DA UNIDADE:
CURSO: Esclarecendo com Jesus I Perceber que, ao Espiritismo, com sua visão cristã e estrutura filosófica superior, cabe a
UNIDADE: III - Instituto de Esclarecimento e Família tarefa imediata de voltar os seus valiosos recursos para a família, trabalhando o homem
SUBUNIDADE: Escola para formação de trabalhadores. e conscientizando-o das suas responsabilidades inalienáveis perante a vida.
Nº DE AULAS: 04 AULA: 12ª
OBJETIVOS ESPECÍFICOS CONTEÚDO BIBLIOGRAFIA
 Compreender como a  “À Escola para formação de trabalhadores do Instituto do Esclarecimento e Família 1. Sociedade de
Escola, para formação de compete a formação e especialização de trabalhadores para as inúmeras atividades do Divulgação
trabalhadores, forma e Instituto.” Espírita Auta de
especializa para as  “(...) necessitamos de colabores fiéis, que não cogitem de condições, compensações e Souza. Noções
atividades do Instituto. discussões, mas que se interessem pela sublimidade do sacrifício e de renunciação com o Básicas do
 Visualizar o conjunto Senhor.” Esclarecimento e
formado por ela e as  “E ninguém espere subir, espiritualmente, sem esforço, sem suor e sem lágrimas!(...)” Família, Ed. Auta
demais escolas de  Grau básico: cursos do núcleo comum e da parte diversificada de Souza, 2ª parte,
formação, integrando o  Cursos teóricos e práticos, de duração semestral. cap. 8.
Ciclo de Especialização.  Aulas semanais de duração de 120 minutos.
 Entender o organograma  19 aulas curriculares, sendo 1 aula inaugural, 14 aulas teóricas, 3 aulas especiais e 1 aula
dos cursos do grau básico. de avaliação e encerramento.
 Conhecer a metodologia e
o funcionamento da
Escola.

61
PLANO DE UNIDADE
ESCOLA DE EVANGELIZAÇÃO ESPÍRITA INFANTIL OBJETIVOS GERAIS DA UNIDADE:
CURSO: Esclarecendo com Jesus I Compreender a estrutura e o funcionamento dos diversos núcleos de trabalho afetos ao
UNIDADE: IV - Núcleos de Trabalho Instituto do Esclarecimento e Família. Reconhecer a importância e a responsabilidade
SUBUNIDADE: Núcleo da Reunião Pública da tarefa desempenhada por cada um desses núcleos.
Nº DE AULAS: 12 AULA: 13ª
OBJETIVOS ESPECÍFICOS CONTEÚDO BIBLIOGRAFIA
 Identificar os objetivos da  “São de relevante importância quaisquer reuniões de cunho cristão, para as diversas 1. Sociedade de
Reunião Pública. finalidades a que se propõem. São devidamente registradas no plano espiritual, assistidas Divulgação
 Reconhecer a importância e inspiradas pelo Mundo Maior, em benefício geral.” Espírita Auta de
da Reunião Pública como  “A sessão espírita deveria ser, em toda parte, uma cópia fiel do cenáculo fraterno, simples Souza. Noções
campo de esclarecimento e e humilde do Tiberíades, onde o Evangelho do Senhor fosse refletido em espírito e Básicas do
consolo. verdade, (...)” Esclarecimento e
 Conscientizar-se da  Objetivos da Reunião Pública: a) esclarecer e consolar os que buscam a Casa Espírita; b) Família, Ed. Auta
presença de Jesus e dos apresentar o Evangelho de Jesus, à luz da Doutrina Espírita; c) divulgar o Espiritismo no de Souza, 2ª parte,
Espíritos do Bem no seu tríplice aspecto; d) levar os frequentadores a empreenderem a reforma íntima; e) cap. 9.
ambiente da Reunião auxiliar no tratamento desobsessivo. 2. Sociedade de
Pública  “O templo é local previamente escolhido para encontro com as Forças Superiores” Divulgação
 “Porque onde estiverem dois ou três reunidos em meu nome, aí estou eu no meio deles.” Espírita Auta de
Souza. Centro
Espírita – Escola
da alma. Uma
Proposta Para
Formação de
Trabalhadores.
Taguatinga/DF:
Editora Auta de
Souza, 2000, cap.,
9, p. 196.
3. André Luiz,
psicografia de

62
Waldo Vieira.
Conduta Espírita.
21ª Ed., Rio de
Janeiro/RJ: FEB,
1998, cap. 11.
4. Mateus, Bíblia de
Jerusalém. 4ª
Impressão, São
Paulo/SP:
PAULUS, 2006,
Novo Testamento,
Mateus, 18-20.

63
PLANO DE UNIDADE
ESCOLA DE EVANGELIZAÇÃO ESPÍRITA INFANTIL OBJETIVOS GERAIS DA UNIDADE:
CURSO: Esclarecendo com Jesus I Compreender a estrutura e o funcionamento dos diversos núcleos de trabalho afetos ao
UNIDADE: IV - Núcleos de Trabalho Instituto do Esclarecimento e Família. Reconhecer a importância e a responsabilidade
SUBUNIDADE: Núcleo de exposição oral da tarefa desempenhada por cada um desses núcleos.
Nº DE AULAS: 12 AULA: 14ª
OBJETIVOS ESPECÍFICOS CONTEÚDO BIBLIOGRAFIA
 Compreender a  “Novamente lembraremos aqui os papéis fundamentais da exposição espírita: esclarecer e 1. Sociedade de
importância da consolar, (...)” Divulgação
evangelização através da  “Ide, pois, e levai a palavra divina (...)” Espírita Auta de
palavra falada.  “Amigo, de mil maneiras se faz a caridade. (...) Por palavras, dando aos vossos Souza. Noções
 Perceber o grande alcance companheiros de todos os dias alguns bons conselhos, dizendo aos que o desespero, as Básicas do
das palavras, no esclarecer privações azedaram o ânimo e levaram a blasfemar do nome do Altíssimo: “Eu era como Esclarecimento e
e consolar, como bases da sois; sofria, sentia-me desgraçado, mas acreditei no Espiritismo e, vede, agora, sou feliz.” Família, Ed. Auta
exposição oral. “ de Souza, 2ª parte,
 Entender a  Objetivos do Núcleo de Exposição oral: ministrar cursos de formação de expositores para cap. 9.
responsabilidade que temos atuação na Casa Espírita e em outras localidades; colaborar na divulgação da Doutrina 2. Allan Kardec. O
com o que falamos. Espírita através de palestras doutrinárias. Evangelho
segundo o
Espiritismo, 1ª
ED., Taguatinga:
Ed. Auta de Souza,
2014, cap. XIII e
XX.

64
PLANO DE UNIDADE
ESCOLA DE EVANGELIZAÇÃO ESPÍRITA INFANTIL OBJETIVOS GERAIS DA UNIDADE:
CURSO: Esclarecendo com Jesus I Compreender a estrutura e o funcionamento dos diversos núcleos de trabalho afetos ao
UNIDADE: IV - Núcleos de Trabalho Instituto do Esclarecimento e Família. Reconhecer a importância e a responsabilidade
SUBUNIDADE: Exposição oral da tarefa desempenhada por cada um desses núcleos.
Nº DE AULAS: 12 AULAS: 15ª
OBJETIVOS ESPECÍFICOS CONTEÚDO BIBLIOGRAFIA
 Demonstrar a  “Não saia da vossa boca nenhuma palavra torpe, mas só a que for boa para promover a 1. Sociedade de
responsabilidade do edificação, para que dê graça aos que a ouvem.” Divulgação
orador no uso da palavra.  “Tu, porém, fala o que convém à sã doutrina.” Espírita Auta de
 Ressaltar a necessidade  “O orador é responsável pelas imagens mentais que plasme nas mentes que o ouvem.” Souza. Noções
de incentivar a reforma  “(...) reforma íntima dos que ouvem e falam.” Básicas do
íntima dos que ouvem e  “(...) o verbo, potência divina, seja em nossas ações o colaborador do Pai.” Esclarecimento e
falam. Família, Ed. Auta
 Detalhar o planejamento de Souza, 2ª parte,
de uma palestra. cap. 9.
 Orientar a seleção do 2. Efésios e Tito,
conteúdo de uma Bíblia de
palestra. Jerusalém. 4ª
Impressão, São
Paulo/SP:
PAULUS, 2006,
Novo Testamento,
Efésios, 4-29 e
Tito, 2-1.
3. André Luiz,
psicografia de
Waldo Vieira.
Conduta Espírita.
21ª Ed., Rio de
Janeiro/RJ: FEB,

65
1998, cap. 14.
4. André Luiz,
Psicografia de
Francisco Cândido
Xavier Obreiros
da vida eterna.
17ª, Ed., Rio de
Janeiro/RJ: FEB,
1989 Cap. 2, p. 27.

66
PLANO DE UNIDADE
ESCOLA DE EVANGELIZAÇÃO ESPÍRITA OBJETIVOS GERAIS DA UNIDADE:
INFANTIL Compreender a estrutura e o funcionamento dos diversos núcleos de trabalho afetos ao
CURSO: Esclarecendo com Jesus I Instituto do Esclarecimento e Família. Reconhecer a importância e a responsabilidade da
UNIDADE: IV - Núcleos de Trabalho tarefa desempenhada por cada um desses núcleos.
SUBUNIDADE: Exposição oral
Nº DE AULAS: 12 AULAS: 16ª
OBJETIVOS CONTEÚDO BIBLIOGRAFIA
ESPECÍFICOS
 Demonstrar a  Planejamento de uma palestra: 1. Sociedade de
responsabilidade do - Definição e objetivos; Divulgação Espírita
orador no uso da palavra. - Seleção de conteúdos; Auta de Souza.
 Ressaltar a necessidade de - Partes de uma palestra: introdução, desenvolvimento e conclusão; Noções Básicas do
incentivar a reforma - Técnicas e recursos. Esclarecimento e
íntima dos que ouvem e Família, Ed. Auta de
falam. Souza, 2ª parte, cap.
 Detalhar o planejamento 9.
de uma palestra. 2. Efésios e Tito,
 Orientar a seleção do Bíblia de Jerusalém.
conteúdo de uma palestra. 4ª Impressão, São
Paulo/SP: PAULUS,
2006, Novo
Testamento, Efésios,
4-29 e Tito, 2-1.
3. André Luiz,
psicografia de
Waldo Vieira.
Conduta Espírita.
21ª Ed., Rio de
Janeiro/RJ: FEB,
1998, cap. 14.

67
4. André Luiz,
Psicografia de
Francisco Cândido
Xavier Obreiros da
vida eterna. 17ª,
Ed., Rio de
Janeiro/RJ: FEB,
1989 Cap. 2, p. 27.

68
PLANO DE UNIDADE
ESCOLA DE EVANGELIZAÇÃO ESPÍRITA INFANTIL OBJETIVOS GERAIS DA UNIDADE:
CURSO: Esclarecendo com Jesus I Compreender a estrutura e o funcionamento dos diversos núcleos de trabalho afetos ao
UNIDADE: IV - Núcleos de Trabalho Instituto do Esclarecimento e Família. Reconhecer a importância e a responsabilidade
SUBUNIDADE: Palavra – um dom divino da tarefa desempenhada por cada um desses núcleos.
Nº DE AULAS: 12 AULA: 17ª
OBJETIVOS ESPECÍFICOS CONTEÚDO BIBLIOGRAFIA
 Entender a palavra como  “A palavra é um dom divino (...).” 1. Sociedade de
um dom divino que deve  “Toda conversação prepara acontecimentos de conformidade com a sua natureza.” Divulgação Espírita
ser utilizado para o bem.  “Na palavra está a força do pensamento exteriorizado.” Auta de Souza.
 Identificar os mecanismos  “Amigo, de mil maneiras se faz a caridade. (...) Por palavras, dando aos vossos Noções Básicas do
de como surgiu a palavra. companheiros de todos os dias alguns bons conselhos.” Esclarecimento e
 Compreender a missão do  “Não vos ensoberbais do que sabeis, (...) Se Deus, em seus desígnios, vos fez nascer Família, Ed. Auta de
homem inteligente na num meio onde pudestes desenvolver a vossa inteligência, é que quer a utilizeis para o Souza, 2ª parte, cap.
Terra. bem de todos (...).” 12.
2. Efésios, Bíblia de
 “A inteligência é rica de méritos para o futuro, mas sob a condição de ser bem
Jerusalém. 4ª
empregada.”
Impressão, São
 “O culto da caridade inclui a palavra em todas as suas aplicações.”
Paulo/SP: PAULUS,
2006, Novo
Testamento, Efésios,
4-29.
3. Allan Kardec. O
Evangelho segundo o
Espiritismo, 1ª ED.,
Taguatinga: Ed. Auta
de Souza, 2014, cap.
XIII, item 10 e cap.
VII, item 13.
4. André Luiz,
psicografia de Waldo

69
Vieira. Conduta
Espírita. 21ª Ed., Rio
de Janeiro/RJ: FEB,
1998, cap. 14.
5. André Luiz,
Psicografia de
Francisco Cândido
Xavier Obreiros da
vida eterna. 17ª, Ed.,
Rio de Janeiro/RJ:
FEB, 1989 Cap. 2, p.
27.

70
PLANO DE UNIDADE
ESCOLA DE EVANGELIZAÇÃO ESPÍRITA INFANTIL OBJETIVOS GERAIS DA UNIDADE:
CURSO: Esclarecendo com Jesus I Compreender a estrutura e o funcionamento dos diversos núcleos de trabalho afetos ao
UNIDADE: IV - Núcleos de Trabalho Instituto do Esclarecimento e Família. Reconhecer a importância e a responsabilidade
SUBUNIDADE: A palavra de Jesus da tarefa desempenhada por cada um desses núcleos.
Nº DE AULAS: 12 AULA: 18ª
OBJETIVOS ESPECÍFICOS CONTEÚDO BIBLIOGRAFIA
 Reconhecer em Jesus o  “Qual o tipo mais perfeito que Deus tem oferecido ao homem para lhe servir de guia e 1. Sociedade de
modelo de perfeição que se modelo? - Jesus.” Divulgação Espírita
pode aspirar na Terra;  “Falou sempre na linguagem mais simples que alguém jamais usou e, sem nada ter Auta de Souza.
 Compreender porque Jesus escrito com as suas próprias mãos, tudo deixou registrado no coração e na memória dos Noções Básicas do
falava por parábolas; que lhe ouviram a palavra e testemunharam o exemplo.” Esclarecimento e
 Entender que Jesus sempre  “Cristo vinha trazer ao mundo os fundamentos eternos da verdade e do amor.” Família, Ed. Auta de
exemplificava o que  “As parábolas do Evangelho são como as sementes divinas que desabrochariam, mais Souza, 2ª parte, cap.
ensinava; tarde, em árvores de misericórdia e de sabedoria para a Humanidade.” 14.
 Refletir sobre a  “Falava à multidão apenas por parábolas, a fim de preparar as inteligências, sem as 2. Mateus, Marcos,
transformação social e sobrecarregar com um fardo excessivo para a fraqueza delas. Se pregasse a sua moral Lucas e João. Bíblia
moral que a palavra de sublime em termos claros e precisos, houvera assustado a maioria dos ouvintes, que, de Jerusalém. 4ª
Jesus imprimiu em nosso percebendo o abismo entre as crenças que lhes eram trazidas, não ousariam sequer uma Impressão, São
mundo. tentativa para o transporem.” Paulo/SP: PAULUS,
 “O Evangelho é o edifício da redenção das almas.” 2006, Novo
Testamento,
Evangelhos de
Mateus, Marcos,
Lucas e João
3. Sociedade de
Divulgação Espírita
Auta de Souza.
Jesus, Ed. Auta de
Souza, cap. 10. item
10.1 e cap. 11, item

71
3.
4. Áureo, psicografia
de Hernani
Sant’Anna,
Universo e vida. 8ª
ed., FEB, cap. 8.

72
PLANO DE UNIDADE
ESCOLA DE EVANGELIZAÇÃO ESPÍRITA INFANTIL OBJETIVOS GERAIS DA UNIDADE:
CURSO: Esclarecendo com Jesus I Compreender a estrutura e o funcionamento dos diversos núcleos de trabalho afetos ao
UNIDADE: IV - Núcleos de Trabalho Instituto do Esclarecimento e Família. Reconhecer a importância e a responsabilidade
SUBUNIDADE: Núcleo de alfabetização cristã da tarefa desempenhada por cada um desses núcleos.
Nº DE AULAS: 12 AULA: 19ª
OBJETIVOS ESPECÍFICOS CONTEÚDO BIBLIOGRAFIA
 Reconhecer a bênção do  “Solidarizar-se com os empreendimentos que visem a alfabetização de crianças, jovens e 1. Sociedade de
alfabeto e a importância da adultos. Divulgação Espírita
instrução direcionada no  O alfabeto é o primeiro degrau de ascensão à cultura.” Auta de Souza.
bem;  “Reconhecemos a bênção do alfabeto que nos descortina as belezas do conhecimento Noções Básicas do
 Compreender como a Casa universal e bendizemos quem no-lo imprimiu nos recessos da mente.” Esclarecimento e
Espírita pode colaborar,  Funções do Núcleo de Alfabetização Cristã: Família, Ed. Auta de
oferecendo instrução - Solidarizar-se com os empreendimentos que visem a alfabetização de crianças, jovens Souza, 2ª parte, cap.
básica aos que a procuram; e adultos. 9.
 Conhecer as ações do - Ministrar cursos de alfabetização cristã nos lares previamente triados pelo Instituto, 2. André Luiz,
Instituto do Esclarecimento mediante visitas periódicas. psicografia de
e Família neste setor; - Ministrar cursos de alfabetização cristã nas dependências do Centro Espírita para Waldo Vieira.
 Valorizar nossas alunos previamente triados pelo Instituto. Conduta Espírita.
oportunidades de instrução, 21ª Ed., Rio de
agradecendo ao Alto pela Janeiro/RJ: FEB,
escola que temos 1998, cap. 42.
3. Wallace Leal V.
Rodrigues, E, para o
resto da vida..., 5ª
ed., Casa Editora O
CLARIM, “A
Medalha”.
4. Neio Lúcio,
psicografia de
Francisco Cândido

73
Xavier. Alvorada
Cristã. 15ª Ed., Rio
de Janeiro/RJ: FEB,
2013, cap. 41, Pg.,
175.
5. João de Deus,
psicografia de
Francisco Cândido
Xavier. Jardim de
Infância, p. 14. 5
Ed., Rio de
janeiro/RJ: FEB,
1994, cap. VI a VIII.

74
75
PLANO DE UNIDADE
ESCOLA DE EVANGELIZAÇÃO ESPÍRITA INFANTIL OBJETIVOS GERAIS DA UNIDADE:
CURSO: Esclarecendo com Jesus I Compreender a estrutura e o funcionamento dos diversos núcleos de trabalho afetos ao
UNIDADE: IV - Núcleos de Trabalho Instituto do Esclarecimento e Família. Reconhecer a importância e a responsabilidade
SUBUNIDADE: Núcleo de evangelização de adultos; Núcleo da tarefa desempenhada por cada um desses núcleos.
de evangelização da família e Núcleo de Culto do Evangelho
no Lar
Nº DE AULAS: 12 AULA: 20ª
OBJETIVOS ESPECÍFICOS CONTEÚDO BIBLIOGRAFIA
 Compreender a  “Instituamos cursos de estudo do Evangelho de Jesus e da obra de Allan Kardec, em 1. Sociedade de
importância dos cursos nossas organizações, preparando o futuro.” Divulgação Espírita
sistematizados para adultos  Cursos da Escola de Evangelização de Adultos: Noções elementares da Doutrina Auta de Souza.
nos Postos de Assistência e Espírita, Família, Vícios e problemas e Nascimento, vida e morte. Noções Básicas do
na Casa Espírita.  “Ao Espiritismo, com a sua visão cristã e estrutura filosófica superior, cabe a tarefa Esclarecimento e
 Conhecer o organograma imediata de voltar os seus valiosos recursos para a família, trabalhando o homem e Família, Ed. Auta de
da Escola de conscientizando-o das suas responsabilidades inalienáveis perante a vida, quanto Souza, 2ª parte, cap.
Evangelização de Adultos. informando-o sobre a finalidade superior da sua existência corporal. 9.
 Compreende a importância  “Trabalhemos pela implantação do Evangelho no lar, quanto estiver ao alcance de 2. Sociedade de
de se evangelizar a família, nossas possibilidades (...) Divulgação Espírita
“formando a família cristã  É importante nos unamos todos no lançamento dos princípios cristãos no santuário Auta de Souza.
e os lares fraternos.” doméstico.” Trabalhando com a
 Conhecer as funções do  “Famílias-problemas!... Família. Volume 2,
Núcleo de Evangelização  Irmãos que se antagonizam... (...) Taguatinga/DF:
da Família. Editora Auta de
 Acende a claridade do Evangelho no lar e ama a tua família-problema, exercitando
 Compreender o papel Souza, 1999, 2ª
humildade e resignação.”
fundamental do Culto do parte, cap. 13 e 14.
Evangelho no Lar.
 Conhecer as funções do
Núcleo do Culto de
Evangelho no Lar.

76
PLANO DE UNIDADE
ESCOLA DE EVANGELIZAÇÃO ESPÍRITA INFANTIL
CURSO: Esclarecendo com Jesus I
UNIDADE: IV - Núcleos de Trabalho
SUBUNIDADE: Núcleo do Esperanto
Nº DE AULAS: 12 AULA: 21ª
OBJETIVOS GERAIS DA UNIDADE:
Compreender a estrutura e o funcionamento dos diversos núcleos de trabalho afetos ao Instituto do Esclarecimento e Família. Reconhecer a importância e
a responsabilidade da tarefa desempenhada por cada um desses núcleos.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS
CONTEÚDO
BIBLIOGRAFIA
 Saber quem foi o Dr. Zamenhof;
 Conhecer o ideal que o levou a criar a Língua Universal;
 Compreender a importância do Esperanto como elo de fraternidade entre os povos;
 Conhecer as funções do Núcleo do Esperanto
 Síntese da vida de Lázaro Luiz Zamenhof.
 No amor do Mestre, os homens falarão a língua universal, combinarão os mesmos temas, simplificarão os entendimentos e facilitarão o
desenvolvimento comercial na fraternidade legítima.”
 “Esperanto, bênção do Cristo para unificar todos os corações, todos os homens.”
 “Espiritismo, Evangelho e Esperanto formam a base única e indivisível do magnífico mundo de amanhã!”
 As funções do Núcleo são as seguintes:
- Coordenar as atividades de ensino e divulgação do Esperanto, associando-o ao Evangelho e ao Espiritismo.
- Ministrar cursos teórico-práticos da língua internacional, visando o seu aprendizado, a formação de instrutores e trabalhadores para atuação nas
atividades do Núcleo e da Casa.
- Colaborar com a divulgação da língua internacional através de palestras, Caravana Jesus no Lar e outros meio.
- Coordenar as atividades de produção doutrinária, tradução de mensagens e elaboração de artigos para periódicos espíritas e outros.
1. Sociedade de Divulgação Espírita Auta de Souza. Noções Básicas do Esclarecimento e Família, Ed. Auta de Souza, 2ª parte, cap. 9.
2. Bezerra de Menezes e Outros, psicografia de Maria Cecília Paiva, Garimpeiros do além. Ed. Instituto Maria, p. 180.
3. Walter Francini, Doutor Esperanto. 4ª ed., FEB.

77
78
PLANO DE UNIDADE

ESCOLA DE EVANGELIZAÇÃO ESPÍRITA INFANTIL


CURSO: Esclarecendo com Jesus I
UNIDADE: IV - Núcleos de Trabalho
SUBUNIDADE: Noções gerais de Esperanto
Nº DE AULAS: 12 AULA: 22ª
OBJETIVOS GERAIS DA UNIDADE:
Compreender a estrutura e o funcionamento dos diversos núcleos de trabalho afetos ao Instituto do Esclarecimento e Família. Reconhecer a importância e
a responsabilidade da tarefa desempenhada por cada um desses núcleos.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS
CONTEÚDO
BIBLIOGRAFIA

 Compreender a simplicidade da estrutura gramatical do Esperanto;


 Conhecer algumas regras básicas da língua;
 Conhecer algumas palavras em Esperanto.
 A língua é estruturada em 16 regras básicas.
 Cada letra ou fonema só tem um som e cada som só tem uma forma de ser representado.
 Quando você ouve uma palavra nova em Esperanto, mesmo sem conhecê-la, sabe exatamente como se escreve e como se pronuncia.
 Todo substantivo tem a terminação “o” e o plural é feito acrescentando-se a desinência “j”.
 O feminino de um substantivo se faz substituindo “o” por “ino”.
 Os adjetivos sempre terminam por “a” no singular e “aj” no plural e não variam de gênero.
 Os verbos não flexionam para indicar pessoa ou número, apenas o tempo.
 As palavras são sempre paroxítonas, isto é, a sílaba tônica é sempre a penúltima.
 Todos os advérbios terminam em “e”.
 Os antônimos são feitos acrescentando-se o prefixo “mal”
79
1. Walter Francini, Doutor Esperanto. 4ª ed., FEB.
2. Francisco Valdomiro Lorenz, Esperanto sem mestre. FEB.

PLANO DE UNIDADE

ESCOLA DE EVANGELIZAÇÃO ESPÍRITA INFANTIL


CURSO: Esclarecendo com Jesus I
UNIDADE: IV - Núcleos de Trabalho
SUBUNIDADE: Núcleo de documentação e informação
Nº DE AULAS: 12 AULA: 23ª
OBJETIVOS GERAIS DA UNIDADE:

80
Compreender a estrutura e o funcionamento dos diversos núcleos de trabalho afetos ao Instituto do Esclarecimento e Família. Reconhecer a importância e
a responsabilidade da tarefa desempenhada por cada um desses núcleos.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS
CONTEÚDO
BIBLIOGRAFIA

 Conhecer as funções do Núcleo de Documentação e Informação;


 Compreender a importância da documentação histórica da Casa Espírita;
 Reconhecer a importância dos recursos audiovisuais e a necessidade de conservá-los.
 Saber que no Plano Espiritual os registros são de grande importância histórica e didática.
 Funções do núcleo de documentação e informação:
- Administrar o funcionamento da biblioteca fixa, incentivando a leitura, pesquisa e o estudo.
- Arquivar, zelar e manter o acervo doutrinário e de documentos históricos da Casa Espírita.
- Arquivar, zelar e controlar os recursos áudio visuais como: fitas cassetes, fitas de vídeo, transparências, etc.
- “Divulgar, por todos os meios lícitos, os livros que esclareçam os postulados espíritas, prestigiando as obras santificantes que objetivam o ingresso
da Humanidade no roteiro da redenção com Jesus.
 A biblioteca espírita é viveiro de luz”;
 “Recebidos com carinho, tivemos acesso em primeiro lugar à Seção de Arquivo, onde todos nós temos anotações particulares. Aconselharam-nos os
técnicos daquele Ministério a ler nossas próprias memórias, durante dois anos, (...)” (André Luiz, Nosso Lar, cap. 21)
 “Dedicar atenção constante à melhoria dos processos pedagógicos, no sentido de oferecer aos pequeninos viajores recém-chegados da Espiritualidade
a rememoração necessária daquilo que aprenderam e dos compromissos que assumiram antes do processo reencarnatório.
 Quem aprende pode ensinar e quem ensina aperfeiçoa o aprendizado.”
1. Sociedade de Divulgação Espírita Auta de Souza. Noções Básicas do Esclarecimento e Família, Ed. Auta de Souza, 2ª parte, cap. 9.
2. André Luiz, psicografia de Waldo Vieira. Conduta Espírita. 21ª Ed., Rio de Janeiro/RJ: FEB, 1998, cap. 41.
3. André Luiz, psicografia de Francisco Cândido Xavier, Nosso Lar. 61ª Ed., Rio de Janeiro/RJ: FEB, 2010, cap. 21, p. 140.

81
PLANO DE UNIDADE

ESCOLA DE EVANGELIZAÇÃO ESPÍRITA INFANTIL


CURSO: Esclarecendo com Jesus I
UNIDADE: IV - Núcleos de Trabalho
SUBUNIDADE: Núcleo de apoio à reforma íntima; A missão do homem esclarecido
Nº DE AULAS: 12 AULA: 24ª
OBJETIVOS GERAIS DA UNIDADE:
Compreender a estrutura e o funcionamento dos diversos núcleos de trabalho afetos ao Instituto do Esclarecimento e Família. Reconhecer a importância e
a responsabilidade da tarefa desempenhada por cada um desses núcleos.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS
CONTEÚDO
BIBLIOGRAFIA

 Conhecer as funções do Núcleo da Reforma íntima;


 Entender a reforma íntima como a maior necessidade do ser humano;
 Refletir sobre a missão do homem esclarecido.
 Função do Núcleo: auxiliar os alunos e trabalhadores da Casa Espírita na evangelização de si mesmos, através de programas metódicos, sequenciados
e permanentes.
 “- Como nos tempos mais recuados das civilizações mortas, temos de reafirmar que a maior necessidade da criatura humana ainda é a do
conhecimento de si mesma.”
 “Reconhece-se o verdadeiro espírita pela sua transformação moral e pelos esforços que emprega para domar suas inclinações más.”
 “Sede, pois, vós outros, perfeitos, como perfeito é o vosso Pai celestial.”
 “Há um inestimável benefício que te enriquece a existência na Terra: o conhecimento espírita (...)
Esse é o guia dos teus passos, luz nas tuas sombras e pão na mesa das tuas necessidades.”
 “O Espiritismo é, acima de tudo, o processo libertador das consciências, a fim de que a visão do homem alcance horizontes mais altos.”

82
 “Homens doutos, instruí os vossos semelhantes; homens de talento, educai os vossos irmãos”.
1. Sociedade de Divulgação Espírita Auta de Souza. Noções Básicas do Esclarecimento e Família, Ed. Auta de Souza, 2ª parte, cap. 9.
2. Emmanuel, psicografia de Francisco Cândido Xavier, O consolador. FEB.
3. Allan Kardec. O Evangelho segundo o Espiritismo, 1ª Ed., Taguatinga: Ed. Auta de Souza, 2014, cap., XVII.
4. Mateus, Bíblia de Jerusalém. 4ª Impressão, São Paulo/SP: PAULUS, 2006, Novo Testamento Mateus, 5-48.
5. Joanna de Angelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco. Espírito e vida. 2ª Ed., Salvado/BA: 1978, cap., 13.
6. Emmanuel, psicografia de Francisco Cândido Xavier. Roteiro. 9ª Ed., Rio Janeiro/RJ: FEB, 1994, Cap., 38.
7. Allan Kardec, O livro dos Espíritos. 2ª Ed., Sobradinho/DF: EDICEL, 1997, LIVRO II, Cap. IX, perg. 495, p. 214.

PLANO DE UNIDADE
ESCOLA DE EVANGELIZAÇÃO ESPÍRITA INFANTIL OBJETIVOS GERAIS DA UNIDADE:
CURSO: Esclarecendo com Jesus Refletir sobre os conteúdos apresentados durante o ano, se foram assimilados pelos
UNIDADE: Aula de Encerramento alunos.
SUBUNIDADE: Aula de Encerramento
Nº DE AULAS: 01 AULA: Aula de
Encerramento
OBJETIVOS ESPECÍFICOS CONTEÚDO BIBLIOGRAFIA

83
 Revisão os principais temas  Revisar as principais aulas e extrair dos alunos os conteúdos que eles mais sentiram
abordados durante o ano. afinidade.
 Esclarecer as dúvidas  Buscar por meio de brincadeiras ou caça-palavras, avaliar o aprendizado dos
evangelizandos.
existentes.
 Conversar com os evangelizandos tentando demonstrar e esclarecer por meio de
 Avaliar o aprendizado dos histórias espíritas, a importância do estudo da Doutrina Espírita.
evangelizando por meio de
brincadeiras, caça-palavras,
e etc.
 Demonstrar a importância do
estudo e da evangelização
infantil, para evolução de
nossos espíritos.

84