Sei sulla pagina 1di 21

Índice

Introdução.......................................................................................................................1

Origem evolução das Bactérias……………..…………………………………………..2

Doenças causadas por bactérias………………………………………………………..2.1

Cólera……………………………………………………………………………….…2.2

Transmissão da Cólera…………………………………………………………...……2.3

Causa da Cólera………………………………………………………………….……..3

Os principais factores de risco para a cólera são………………………………………3.1

Tuberculose……………………………………………………………………………3.2

Causas………………………………………………………………………………...3.3

Transmissão da tuberculose…………………………………………………………..3.4

Tratamento de Tuberculose…………………………………………………………….4

Medicamento para Tuberculose……………………………………………………….4.1

Difteria e Teta……………………………………………………………………...….4.2

Definição da Difteria……………………………………………………….……….…5

Causas da transmissão……………………………………………………..………….5.1

Factores de risco………………………………………………………………………5.2

Sintomas de Difteria……………………………………………………………………6

HIV/SIDA………………………………………………………………………..…...6.1

Sintomas da Aids / HIV……………………………………………………………..6.2

Transmissão……………………………………………………………………….……7

Prevenção……………………………………………………………………………..7.2

Sarampo…………………………………………………………………………………….8
Transmissão……………………………………………………………………………….8.1

Sintomas………………………………………………………………………………......8.2

Tratamento e prevenção…………………..………………………………………………...9

Poliomielite………………………………………………………………………….…..9.1

Transmissão………………………………………………………………………………..9.2

Sintomas………………………………………………………………………………..…9.3

Tratamento e prevenção…………………………………………………………………..10

Transmissão……………………………………………………………………………….11

Sintomas………………………………………………………………………………...11.1

Tratamento e prevenção………………………………………………………………..11.2

Gripe doença causada por Vírus…………………………………………………............12

Causas…………………………………………………………………………………..12.1

Sintomas de Gripe…………………………………………………………………...…12.2

A prevenção………………………………………………………………………..……13

Diagnóstico……………………………………………………………………………13.1

Doenças casadas por protozoário………………………………………………..……13.2

Protozoário……………………………………………………………………………....14

Doença do sono…………………………………………………………………………14.1

Como a insónia se manifesta…………………………………………………………....14.2

Sintomas………………………………………………………………………..………..15

Disenteria bacteriana……………………………………………………………………15.1

Diagnóstico……………………………………………………………………….…….15.2
Tratamento…………………………………………………………………………...…15.3

Prevenção……………..………………………………………………………………....16

Conclusão…………………………………………………………………………….....17

Referência e Bibliografia…………………………………………………………….…18

Introdução
Neste presente trabalho iremos falar sobre o seguinte tema e subtema: Origem evolução das
Bactérias, Doenças causadas por bactérias, Cólera, Transmissão da Cólera, Causa da Cólera,
Os principais factores de risco para a cólera, Tuberculose, Causas, Transmissão da
tuberculose, Tratamento de Tuberculose, Medicamento para, Tuberculose, Difteria e Teta,
Definição da Difteria, Causas da transmissão, Factores de risco, Sintomas de Difteria,
HIV/SIDA, Sintomas da Aids / HIV, Transmissão, Prevenção, Sarampo, Transmissão,
Sintomas, Tratamento e prevenção, Poliomielite, Transmissão, Sintomas, Tratamento e
prevenção, Transmissão, Sintomas, Tratamento e prevenção, Gripe doença causada por Vírus,
Causas, Sintomas de Gripe, A prevenção, Diagnóstico, Doenças casadas por protozoário,
Protozoário, Doença do sono, Como a insónia se manifesta, Sintomas, Disenteria bacteriana,
Diagnóstico, Tratamento, Prevenção.

Origem evolução das Bactérias


Os ancestrais das bactérias modernas foram micro-organismos unicelulares que são as
primeiras formas de aparecer na Terra há cerca de 4 bilhões de anos. Por cerca de 3 bilhões de
anos, todos os organismos foram microscópicos, e bactérias e arqueiras foram as formas
dominantes de vida. Embora fósseis bacterianos existam, como os estromatólito, sua falta de
morfologia distintiva impede que estes sejam usados para examinar a história da evolução
bacteriana, ou datar o tempo de origem de uma determinada espécie de bactéria. No entanto,
sequências de genes podem ser usados para reconstruir a filogenia bacteriana, e estes estudos
indicam que as bactérias divergiram primeiro da linhagem Archaea/Eukaryota.

Doenças causadas por bactérias

Cólera

A cólera é uma doença bacteriana infecciosa intestinal aguda, transmitida por contaminação
fecal-oral directa ou pela ingestão de água ou alimentos contaminados. Frequentemente, a
infecção é assintomática ou causas. Pode também se apresentar de forma grave, com diarreia
aquosa e profusa, com ou sem vómitos, dor abdominal e cãibras. Quando não tratada
prontamente, pode ocorrer desidratação intensa, levando a graves complicações e até mesmo
ao óbito. A doença está ligada directamente ao saneamento básico e à higiene.

O período de incubação da bactéria, tempo que leva para provocar os primeiros sintomas no
organismo, varia de algumas horas a 5 dias da infecção. Na maioria dos casos, esse período é
de 2 a 3 dias.

Ò período de transmissibilidade perdura enquanto a pessoa estiver eliminando a bactéria nas


fezes, o que ocorre, na maioria dos casos, até poucos dias após a cura. Para fins de vigilância,
o período aceito como padrão é de 20 dias.

IMPORTANTE: Quando não tratada prontamente e da forma correta, a cólera pode evoluir
para quadros mais graves e provocar complicações, como desidratação intensa, levando,
inclusive, à morte.

Transmissão da Cólera

À transmissão da cólera ocorre por via fecal-oral, ou seja, pela ingestão de água ou alimentos
contaminados, ou pela contaminação pessoa a pessoa. Os alimentos, de forma geral, podem
ser contaminados durante a cadeia produtiva e durante sua manipulação. Além disso, como o
agente causador da cólera faz parte do ambiente aquático, pode se associar a mariscos
(crustáceos e moluscos), peixes e algas, entre outros, possibilitando a transmissão da cólera se
esses alimentos forem consumidos crus ou mal cozidos.

Causa da Cólera

À cólera é causada pela acção da toxina liberada por dois soro grupos específicos da bactéria

Viário colectar (soro grupos O1 e O139). A toxina se liga às paredes intestinais, alterando o
fluxo normal de sódio e cloreto do organismo. Essa alteração faz com que o corpo secreta
grandes quantidades de água, o que provoca diarreia aquosa, desidratação e perda de fluidos e
sais minerais importantes para o corpo.

Os principais factores de risco para a cólera são:

 Condições precárias de saneamento básico;


 Consumo de água sem tratamento adequado;
 Condições precárias de higiene pessoal;
 Consumo de alimentos sem higienização ou manipulação adequadas;
 Consumo de peixes e mariscos crus ou mal cozidos

Tuberculose

Causas

A tuberculose sempre é causada pela infecção da microbactéria chamada

Microbactéria tuberculosos ou Bacilo de Koch (BK).

Transmissão da tuberculose

À transmissão da tuberculose é directa, de pessoa a pessoa, portanto, a aglomeração de


pessoas é o principal factor de transmissão. A pessoa com tuberculose expele, ao falar,
espirrar ou tossir, pequenas gotas de saliva que contêm o agente infeccioso, que é aspirado por
outra pessoa. À presença de desnutrição, diabetes, tabagismo, uso de drogas e queda da
imunidade são factores de risco para que a microbactéria se multiplique e desenvolva a
infecção.
Tratamento de Tuberculose

O tratamento da tuberculose é baseado no uso de antibióticos. O tempo é variável, por no


mínimo, seis meses, e tomada dos comprimidos diariamente. Não pode haver abandono nem
desistência do tratamento antes do término, pelo risco de resistência bacteriana. O uso de
medicamentos inalatórios e ajuste da alimentação são complementos importantes para
melhora da qualidade de vida nesse período.

Além disso, deve haver pesquisa da infecção nos familiares e pessoas que convivem com
quem desenvolveu a doença. Pode ser necessário um tratamento específico para se evitar o
desenvolvimento e propagação da doença.

À tuberculose, mesmo quando adequadamente tratada, pode retornar caso ocorra queda na
imunidade em algum momento da vida.

Medicamento para Tuberculose

Os medicamentos mais para o tratamento de tuberculose são:

 Barométrico de Fenoterol
 Etambutol
 Isoniazida
 Pirazinamida
 Rifampicina

Somente um médico pode dizer qual o medicamento mais indicado para o seu caso, bem
como a dosagem correta e a duração do tratamento. Siga sempre à risca as orientações do seu
médico e NUNCA se auto medi que. Não interrompa o uso do medicamento sem consultar
um médico antes e, se tomá-lo mais de uma vez ou em quantidades muito maiores do que a
prescrita, siga as instruções na bula.

Difteria e Teta

Definição da Difteria

À difteria é uma infecção causada pela bactéria Corynebacterium diphtheriae, transmitida de


pessoa para pessoa através de contacto físico e respiratório. Ela forma placas amareladas
frequentemente nas amígdalas, laringe e nariz. Em casos mais graves, pode ocorrer um
inchaço grave no pescoço, com aumento dos gânglios linfáticos. Isso pode gerar dificuldade
de respirar ou bloqueio total da respiração.

Após o surgimento da vacina tríplice bacteriana e da vacina pentavalente, o número de casos


de difteria se tornou muito raro no Brazil. Segundo dados do Ministério da Saúde, são
registados menos de cinco casos por ano no país.

Causas da transmissão

Difteria é transmitida pela bactéria Corynebacterium diphtheriae. Seu principal reservatório é


o próprio doente ou o portador (pessoa que carrega a bactéria no corpo, mas não apresenta
sintomas). À via respiratória superior e a pele são locais habitualmente colonizados pela
bactéria.

À transmissão se dá pelo contacto directo de pessoa doente ou portadores através de gotículas


de secreção respiratória, que podem ser eliminadas por tosse, espirro ou ao falar. Em casos
raros, pode ocorrer a contaminação por objectos pessoais capazes de absorver e transportar
micro-organismos.

Em geral, leva cerca de 1-6 dias para a pessoa infectada começar a apresentar sintomas. No
entanto, esse período pode ser mais longo. Uma pessoa infectada e doente pode transmitir a
doença até duas semanas após o início dos sintomas, uma vez que após o tratamento as
bactérias são eliminadas. No entanto, uma pessoa portadora pode eliminar o bacilo por 6
meses ou mais.

Factores de risco

Qualquer pessoa está suscetível a adquirir difteria. No entanto, alguns grupos estão em maior
risco:

Crianças e adultos que não receberam a vacina

Pessoas que vivem em condições de superlotação ou insalubres

Pessoas que viajam para uma região onde a difteria é endémica.

Sintomas de Difteria
Os sintomas de difteria geralmente começam 1-6 dias após a pessoa se infectar. Os sinais
incluem:

 Membrana grossa e acinzentada cobrindo a garganta e amígdalas

 Dor de garganta e rouquidão

 Gânglios inchadas (linfo nodos aumentados) em seu pescoço

 Dificuldade em respirar ou respiração rápida

 Corrimento nasal

 Febre e calafrios

 Mal-estar.

Em algumas pessoas, a infecção por difteria provoca apenas uma doença leve – em alguns
casos, não há qualquer sintoma.

Além da infecção comum na garganta, raramente a difteria pode afectar a pele, causando dor,
vermelhidão e inchaço, que podem ser associados com outras infecções bacterianas da pele.
Úlceras cobertas por uma membrana cinza também pode se desenvolver na difteria cutânea.

HIV/SIDA

Sintomas da Aids / HIV

Quando ocorre a infecção pelo vírus causador da aids, o sistema imunológico começa a ser
atacado. E é na primeira fase, chamada de infecção aguda, que ocorre a incubação do HIV
(tempo da exposição ao vírus até o surgimento dos primeiros sinais da doença). Esse período
varia de três a seis semanas. E o organismo leva de 30 a 60 dias após a infecção para produzir
anticorpos anti-HIV. Os primeiros sintomas são muito parecidos com os de uma gripe, como
febre e mal-estar. Por isso, a maioria dos casos passa despercebida.

A próxima fase é marcada pela forte interacção entre as células de defesa e as constantes e
rápidas mutações do vírus. Mas isso não enfraquece o organismo o suficiente para permitir
novas doenças, pois os vírus amadurecem e morrem de forma equilibrada. Esse período, que
pode durar muitos anos, é chamado de assintomático.
Com o frequente ataque, as células de defesa começam a funcionar com menos eficiência até
serem destruídas. O organismo fica cada vez mais fraco e vulnerável a infecções comuns. A
fase sintomática inicial é caracterizada pela alta redução dos linfocitose T CD4+ (glóbulos
brancos do sistema imunológico) que chegam a ficar abaixo de 200 unidades por mm³ de
sangue. Em adultos saudáveis, esse valor varia entre 800 a 1.200 unidades. Os sintomas mais
comuns nessa fase são: febre, diarreia, suores noturnos e emagrecimento.

A baixa imunidade permite o aparecimento de doenças oportunistas, que recebem esse nome
por se aproveitarem da fraqueza do organismo. Com isso, atinge-se o estágio mais avançado
da doença, a aids. Quem chega a essa fase, por não saber da sua infecção ou não seguir o
tratamento indicado pela equipe de saúde, pode sofrer de hepatites virais, tuberculose ,
pneumonia, toxoplasmose e alguns tipos de

câncer. Por isso, sempre que você trançar sem camisinha ou passar por alguma outra situação
de risco, procure uma unidade de saúde imediatamente, informe-se sobre a Profilaxia Pós-
Exposição (PEP) e faça o teste.

Transmissão

Somente em secreções como sangue, esperma, secreção vaginal e leite materno, o vírus
aparece em quantidade suficiente para causar a moléstia. Para haver a transmissão, o líquido
contaminado de uma pessoa tem que penetrar no organismo de outra. Isto se dá através de
relação sexual (heterossexual ou homossexual), ao se compartilhar seringas, em acidentes
com agulhas e objectos cortantes infectados, na transfusão de sangue contaminado, na
transmissão vertical da mãe infectada para o feto durante a gestação ou o trabalho de parto e
durante a amamentação.

Prevenção

Para evitar a transmissão da aids, recomenda-se o uso de preservativo durante as relações


sexuais, a utilização de seringas e agulhas descartáveis e o uso de luvas para manipular feridas
e líquidos corporais, bem como testar previamente sangue e hemoderivados para transfusão.
Além disso, as mães infecta
das pelo vírus (HIV-positivas) devem usar anti-retrovirais durante a gestação para prevenir a
transmissão vertical e evitar amamentar seus filhos.

Sarampo

Transmissão

A doença é causada pelo vírus do sarampo, do género Morbillivirus (MV), transmitido pela
via respiratória. Os seres humanos são os únicos infectados por esse género do vírus. É
importante conhecer os sintomas e transmissão do sarampo, pois a doença é potencialmente
grave e é necessário acompanhamento dos pacientes, principalmente porque o sarampo pode
ser confundido com outras doenças.

O sarampo é uma doença perigosa, principalmente para os grupos de risco, que são gestantes,
que podem abortar, crianças muito jovens e idosos. O desenvolvimento da doença é
semelhante ao da varicela e da varíola. A doença causa uma inflamação altamente contagiosa.

O vírus infecta as vias respiratórias, incluindo os pulmões e pode atingir a corrente sanguínea
e se espalhar para outros órgãos.

Sintomas

As primeiras manifestações de sintomas são febre, que costuma ser alta, tosse, conjuntivite e
coriza. Esses sintomas são facilmente confundidos com uma gripe comum e em geral, a
transmissão é mais elevada nesse primeiro estágio da doença. Os primeiros sintomas
aparecem entre 8 e 13 dias após entrar em contacto com o vírus, esse é o período de incubação
dele, após surgirem, os primeiros sintomas duram em média 5 dias, depois aparecem as
erupções na pele. As manchas começam na face e descem para pescoço, tronco e membros.
Em geral, essa fase dura aproximadamente 6 dias. Em seguida, as manchas, que eram
avermelhadas, escurecem, ficando num tom mais amarronzado e descamam. Surgem também
lesões da mucosa oral chamadas manchas de Koplik , que são pequenas placas avermelhadas
com pontos brancos centrais próximas aos molares.

Como o vírus pode infectar os vasos sanguíneos (vasculite), podem ocorrer importantes
complicações nos afectados, sendo as principais ocasionadas por infecções oportunistas de
bactérias, podendo gerar infecção nos ouvidos, pneumonia , entre outras complicações.
Os infectados pelo vírus devem ser isolados dos demais para evitar a propagação e
contaminação da doença, que como foi dito anteriormente, ocorre muito facilmente.

Tratamento e prevenção

Não existe uma medicação antiviral e nem tratamento especifico para o sarampo, apenas se
trata os sintomas, sendo a vacina a melhor medida para o combate à doença.

A vacina contra o sarampo é administrada em duas doses, em crianças no primeiro ano de


vida e reforçada aos 6 anos. Em geral, é aplicada a tríplice viral, que fornece imunidade para
os vírus do sarampo, rubéola, caxumba e mais recentemente varicela e em casos de riscos ou
surtos, é administrada a vacina dupla viral, que protege contra o sarampo e a rubéola em
adultos e crianças.

Podemos dizer que até o momento a doença permanece em estado de controle nas Américas,
com áreas alguns casos confirmados. A questão que levanta preocupação é o fato da
imunização de crianças menores de 1 ano não ser tão eficiente e hoje em dia vários casos
ocorrem justamente em crianças nessa idade que ficam vulneráveis por um bom período.
Existe também o constante estado de alerta para possíveis novos surtos.

Poliomielite

Transmissão

A doença é causada pelo vírus do sarampo, do género Morbillivirus (MV), transmitido pela
via respiratória. Os seres humanos são os únicos infectados por esse género do vírus. É
importante conhecer os sintomas e transmissão do sarampo, pois a doença é potencialmente
grave e é necessário acompanhamento dos pacientes, principalmente porque o sarampo pode
ser confundido com outras doenças.

O sarampo é uma doença perigosa, principalmente para os grupos de risco, que são gestantes,
que podem abortar, crianças muito jovens e idosos. O desenvolvimento da doença é
semelhante ao da varicela e da varíola. A doença causa uma inflamação altamente contagiosa.

O vírus infecta as vias respiratórias, incluindo os pulmões e pode atingir a corrente sanguínea
e se espalhar para outros órgãos.

Sintomas
As primeiras manifestações de sintomas são febre, que costuma ser alta, tosse, conjuntivite e
coriza. Esses sintomas são facilmente confundidos com uma gripe comum e em geral, a
transmissão é mais elevada nesse primeiro estágio da doença. Os primeiros sintomas
aparecem entre 8 e 13 dias após entrar em contacto com o vírus, esse é o período de incubação
dele, após surgirem, os primeiros sintomas duram em média 5 dias, depois aparecem as
erupções na pele. As manchas começam na face e descem para pescoço, tronco e membros.
Em geral, essa fase dura aproximadamente 6 dias. Em seguida, as manchas, que eram
avermelhadas, escurecem, ficando num tom mais amarronzado e descamam. Surgem também
lesões da mucosa oral chamadas manchas de Koplik , que são pequenas placas avermelhadas
com pontos brancos centrais próximas aos molares.

Como o vírus pode infectar os vasos sanguíneos (vasculite), podem ocorrer importantes
complicações nos afectados, sendo as principais ocasionadas por infecções oportunistas de
bactérias, podendo gerar infecção nos ouvidos, pneumonia , entre outras complicações.

Os infectados pelo vírus devem ser isolados dos demais para evitar a propagação e
contaminação da doença, que como foi dito anteriormente, ocorre muito facilmente.

Tratamento e prevenção

Não existe uma medicação antiviral e nem tratamento especifico para o sarampo, apenas se
trata os sintomas, sendo a vacina a melhor medida para o combate à doença.

A vacina contra o sarampo é administrada em duas doses, em crianças no primeiro ano de


vida e reforçada aos 6 anos. Em geral, é aplicada a tríplice viral, que fornece imunidade para
os vírus do sarampo, rubéola, caxumba e mais recentemente varicela e em casos de riscos ou
surtos, é administrada a vacina dupla viral, que protege contra o sarampo e a rubéola em
adultos e crianças.

Podemos dizer que até o momento a doença permanece em estado de controle nas Américas,
com áreas alguns casos confirmados. A questão que levanta preocupação é o fato da
imunização de crianças menores de 1 ano não ser tão eficiente e hoje em dia vários casos
ocorrem justamente em crianças nessa idade que ficam vulneráveis por um bom período.
Existe também o constante estado de alerta para possíveis novos surtos.
Transmissão

A doença é causada pelo vírus do sarampo, do género Morbillivirus (MV), transmitido pela
via respiratória. Os seres humanos são os únicos infectados por esse género do vírus. É
importante conhecer os sintomas e transmissão do sarampo, pois a doença é potencialmente
grave e é necessário acompanhamento dos pacientes, principalmente porque o sarampo pode
ser confundido com outras doenças.

O sarampo é uma doença perigosa, principalmente para os grupos de risco, que são gestantes,
que podem abortar, crianças muito jovens e idosos. O desenvolvimento da doença é
semelhante ao da varicela e da varíola. A doença causa uma inflamação altamente contagiosa.

O vírus infecta as vias respiratórias, incluindo os pulmões e pode atingir a corrente sanguínea
e se espalhar para outros órgãos.

Sintomas

As primeiras manifestações de sintomas são febre, que costuma ser alta, tosse, conjuntivite e
coriza. Esses sintomas são facilmente confundidos com uma gripe comum e em geral, a
transmissão é mais elevada nesse primeiro estágio da doença. Os primeiros sintomas
aparecem entre 8 e 13 dias após entrar em contacto com o vírus, esse é o período de incubação
dele, após surgirem, os primeiros sintomas duram em média 5 dias, depois aparecem as
erupções na pele. As manchas começam na face e descem para pescoço, tronco e membros.
Em geral, essa fase dura aproximadamente 6 dias. Em seguida, as manchas, que eram
avermelhadas, escurecem, ficando num tom mais amarronzado e descamam. Surgem também
lesões da mucosa oral chamadas manchas de Koplik , que são pequenas placas avermelhadas
com pontos brancos centrais próximas aos molares.

Como o vírus pode infectar os vasos sanguíneos (vasculite), podem ocorrer importantes
complicações nos afectados, sendo as principais ocasionadas por infecções oportunistas de
bactérias, podendo gerar infecção nos ouvidos, pneumonia , entre outras complicações.

Os infectados pelo vírus devem ser isolados dos demais para evitar a propagação e
contaminação da doença, que como foi dito anteriormente, ocorre muito facilmente.

Tratamento e prevenção
Não existe uma medicação antiviral e nem tratamento especifico para o sarampo, apenas se
trata os sintomas, sendo a vacina a melhor medida para o combate à doença.

A vacina contra o sarampo é administrada em duas doses, em crianças no primeiro ano de


vida e reforçada aos 6 anos. Em geral, é aplicada a tríplice viral, que fornece imunidade para
os vírus do sarampo, rubéola, caxumba e mais recentemente varicela e em casos de riscos ou
surtos, é administrada a vacina dupla viral, que protege contra o sarampo e a rubéola em
adultos e crianças.

Podemos dizer que até o momento a doença permanece em estado de controle nas Américas,
com áreas alguns casos confirmados. A questão que levanta preocupação é o fato da
imunização de crianças menores de 1 ano não ser tão eficiente e hoje em dia vários casos
ocorrem justamente em crianças nessa idade que ficam vulneráveis por um bom período.
Existe também o constante estado de alerta para possíveis novos surtos.

Gripe doença causada por Vírus

Também conhecida como influenza, a gripe é uma infecção do sistema respiratório cuja
principal complicação é a pneumonia, responsável por um grande número de internações
hospitalares no país. A gripe inicia-se com febre alta, em geral acima de 38ºC, seguida de dor
muscular, dor de garganta, dor de cabeça e tosse seca.

Causas

A gripe é causada pelo vírus influenza. Seus sintomas geralmente aparecem de forma
repentina, com febre , vermelhidão no rosto, dores no corpo e cansaço . Entre o segundo e o
quarto dia, os sintomas do corpo tendem a diminuir enquanto os sintomas respiratórios
aumentam, aparecendo com frequência uma tosse seca.

Como no resfriado, a presença de secreções nasais e espirros na gripe é comum.

Já o resfriado é causado, na maioria das vezes, por rinovírus. Seus primeiros sinais costumam
ser coceira no nariz ou irritação na garganta, os quais são seguidos após algumas horas por
espirros e secreções nasais. A congestão nasal também é comum nos resfriados, porém, ao
contrário da gripe, a maioria dos adultos e crianças não apresenta febre ou apenas febre baixa.

Sintomas de Gripe
Inicialmente, a gripe pode parecer um resfriado comum com nariz escorrendo, espirros e dor
de garganta. Mas os resfriados geralmente se desenvolvem lentamente, enquanto a gripe tende
a surgir subitamente. Embora um resfriado possa ser um incómodo, você geralmente se sente
muito pior com a gripe.

Sintomas comuns da gripe incluem:

 Febre acima de 38ºC

 Músculos doloridos, especialmente nas costas, braços e pernas

 Calafrios e suores

 Dor de cabeça

 Tosse seca e persistente

 Fadiga e fraqueza

 Congestão nasal

 Dor de garganta.

A prevenção

Pessoas acima dos 60 anos, crianças, grávidas e portadores de doenças cardíacas devem se
vacinar anualmente. Isso porque o vírus sofre mutações com o tempo — e a vacinação
protege contra o tipo mais provável de se disseminar no ano em questão. O restante da
população também pode se submeter às picadas (isso contribui inclusive para o vírus não se
espalhar com tanta facilidade). Evitar locais fechados e cheios de pessoas, especialmente
durante os meses mais frios, diminui os riscos de contágio

Diagnóstico

Em geral, o diagnóstico é apenas clínico, sem a utilização de exames laboratoriais. São


analisados os principais sintomas como a febre, dores no corpo e os problemas respiratório.

Doenças casadas por protozoário


Protozoário:

Os protozoários são seres vivos unicelulares, eucariontes, pertencentes ao Reino Protista.


Geralmente vivem em água doce, embora também sejam encontrados em água salgada, lodo e
solo úmido.

A palavra "protozoário" vem dos termos gregos protos = inicial, primeiro + zonn = animal.

Alguns protozoários são parasitas , como o Leishmania brasiliensis, causador da


leishmaniose, e o Trypanosoma cruzi , causador da doença de Chagas.

Os protozoários são heterótrofos, ou seja, não produzem o seu próprio alimento. Utilizam o
fagossoma, que transforma-se em um vacúolo digestivo, para realizar a sua digestão
intracelular. Alguns protozoários possuem também vacúolos contráteis que ajudam a expulsar
a água em excesso acumulada no seu interior.

Doença do sono

Como a insónia se manifesta

Três formas são fundamentais: a demora para se iniciar o sono, o acordar durante a noite ou o
despertar muito cedo. A insónia persistente pode levar a problemas de humor e de
comportamento, como a depressão. A pessoa que não dorme bem está mais sujeita a sofrer
acidentes de automóvel, a aumentar o consumo de álcool e sentir sonolência durante o dia.

A insónia, entretanto, pode ocorrer de maneira transitória, durante um período de maior


preocupação ou “stress” ou após viajem muito longa. A insónia que persiste por mais de três
semanas é denominada crónica. Não é uma doença e sim um sintoma de distúrbios orgânicos
e/ou psíquicos.

Disenteria é uma infecção do intestino grosso que causa diarreia severa com muco e sangue,
juntamente com cólicas e dores abdominais. Normalmente é provocada por água ou alimentos
contaminados. A disenteria pode ter origem bacteriana, sendo as bactérias dos géneros
Shigella, Campylobacter e Salmonella as mais comuns. Existe também a disenteria amebiana,
causada pela ameba Entamoeba histolytica . Alguns medicamentos esteróides também podem
provocar disenteria. A disenteria amebiana é muito comum em países em desenvolvimento
por conta das condições sanitárias desses países, mas pode ocorrer também em países
desenvolvidos.

Sintomas

Disenteria amebiana : diarreias com muito muco e sangue. Se o paciente não receber
tratamento nos primeiros dias, ao final de cerca de 3 semanas a doença ficará mais intensa,
com o agravamento do quadro, com a presença de hemorragias intestinais, desnutrição e
desidratação. Outros sintomas incluem vómitos, náuseas e perda de apetite. Dependendo do
parasita podem ocorrer ou não sangue e muco nas fezes e o volume das fezes pode variar.
Recomenda-se evitar alimentos com lactose durante a recuperação, pois pode ocorrer uma
intolerância temporária à lactose que pode durar muito tempo. Os parasitas podem penetrar na
corrente sanguínea e alcançar o fígado , onde provocam o aparecimento de abscessos, que se
não for devidamente tratado pode formar abscessos em outros órgãos como pulmões ,
diafragma e sistema nervoso central .

Disenteria bacteriana:

Os sintomas mais comuns incluem febre elevada, cefaleia, cólica abdominal e uma diarreia
aquosa e abundante. Os sintomas duram por volta de 3 a 7 dias e podem desaparecer sozinhos.
A intensidade dos sintomas e sua duração vão depender do microorganismo responsável e das
condições físicas do paciente. Uma complicação frequente é a desidratação, ocasionada pela
perda de líquidos na diarreia e vómitos. O período de convalescença dura em torno de um
mês.

Diagnóstico

O diagnóstico é realizado com uma amostra de fezes para se identificar o agente patogénico
(bactérias ou amebas). Em alguns casos pode-se ser necessário realizar uma ecografia para
visualização do fígado. Exame de sangue pode ser necessário para identificar anticorpos.

Tratamento

Disenteria amebiana : administração de medicamentos para eliminar os parasitas. Portadores


saudáveis devem ser tratados também para interromper a cadeia de transmissão. Pode ser
necessária a internação de pacientes com hemorragias intestinais ou desidratação. Nos casos
em que houve formação de abscessos no fígado, uma intervenção cirúrgica será necessária.
Disenteria bacteriana: consiste na administração de antibióticos, repouso, boa ingestão de
líquidos. Em casos graves, pode-se proceder a hidratação pela via parentérica.

Prevenção

Lavar as mãos com água e sabão após usar o banheiro e antes das refeições. Ao manusear ou
cozinhar alimentos, deve-se lavar as mãos. As roupas do paciente infectado devem ser lavadas
com água quente para eliminar os agentes infecciosos.
Conclusão

Depôs de termos lido o trabalho tivemos as seguintes conclusões sobre a origem dos vírus Os
ancestrais das bactérias modernas foram micro-organismos unicelulares que são as primeiras
formas de vida a aparecer na Terra há cerca de 4 bilhões de anos. Por cerca de 3 bilhões de
anos, todos os organismos foram microscópicos, e bactérias e arqueiras foram as formas
dominantes de vida. Embora fósseis bacterianos existam, como os estromatólito, sua falta de
morfologia distintiva impede que estes sejam usados para examinar a história da evolução
bacteriana, ou datar o tempo de origem de uma determinada espécie de bactéria. No entanto,
sequências de genes podem ser usados para reconstruir a filogenia bacteriana, e estes estudos
indicam que as bactérias divergiram primeiro da linhagem Archaea/Eukaryota.
Referência e Bibliografia

Este presente trabalho tiramos da Internet:Www.Google.Com,wikipedia, Com fim de nos


ajudar a compreender os mistérios da Biologia.