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Dimensionamento de Elementos Estruturais

de Aço - 2019

Tópicos principais:

• Dimensionamento de barras à compressão (Perfis Laminados e Soldados);


• Dimensionamento de barras à compressão (Perfis Formados a Frio).

Normatização:
Seções 5.3, Anexos E e F da NBR8800:2008
Seções 9.7, 9.2.2 e 9.2.3 da NBR14792:2010
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Elementos à Compressão
Instabilidade Global

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Elementos à Compressão
Instabilidade Local

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Elementos à Compressão
Estados Limites Últimos

➢ Escoamento da seção bruta


Peças de baixa esbeltez global e local

➢ Instabilidade
Global: ocorre na barra que compõe o sistema estrutural;

Local: ocorre no plano dos elementos da seção transversal.

A instabilidade global pode ocorrer por (i) flexão em


torno do eixo de menor inércia, por (ii) torção, ou por
(iii) flexo-torção.

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Elementos à Compressão
Estados Limites Últimos

➢ Segundo o item 5.3 da NBR8800:2008

𝑁𝑐,𝑅𝑑 ≥ 𝑁𝑐,𝑆𝑑
Nc,Rd = esforço de compressão resistente de cálculo;

Nc,Sd = esforço de compressão solicitante de cálculo.

Fator de redução Fator de redução associado à


associado à instabilidade instabilidade local
global Escoamento da seção bruta

𝜒 ∙ 𝑄 ∙ 𝐴𝑔 ∙ 𝑓𝑦
𝑁𝑐,𝑅𝑑 =
𝛾𝑎1
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Elementos à Compressão
Estabilidade das Estruturas de Aço
➢ Coluna de Euler (1759): material elástico linear 𝜋 2 𝐸𝐼
𝑁𝑒 = 2
➢ Bifurcação do Equilíbrio 𝐿
A isto se chama “flambagem” (lembrando que é um fenômeno que não
existe na prática, visto que não existe estrutura “perfeita”).

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Elementos à Compressão
Estabilidade das Estruturas de Aço

Conceito de comprimento efetivo (introduzido por Jasinsky em 1893)

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Elementos à Compressão
Estabilidade das Estruturas de Aço

σ Pcr Flambagem inelástica

fy
fp
Flambagem elástica
de Euler

ε λlim λ

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Elementos à Compressão
Fórmulas de Dimensionamento
As tensões residuais afetam significativamente o comportamento das barras
comprimidas.
• Engesser (1891) e Considère (1891):
Teoria do Módulo Tangente

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Elementos à Compressão
Fórmulas de Dimensionamento
• Engesser (1895):
Teoria do Módulo Reduzido (ou Duplo Módulo)

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Elementos à Compressão
Fórmulas de Dimensionamento

• Shanley (1946): Coluna de Shanley

Modelo “inelástico”;
Configuração de equilíbrio na
vizinhança da trajetória fundamental,
admitindo bifurcação em equilíbrio
não neutro.

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Efeitos das tensões
residuais

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Elementos à Compressão
Efeitos das Tensões Residuais

Ex.: Perfil I Laminado

Áreas sombreadas
atingiram a tensão fy
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Elementos à Compressão
Efeitos das Tensões Residuais

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Elementos à Compressão
Efeitos das Tensões Residuais

1969 AISC
Specification

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Elementos à Compressão
Curvas de Dimensionamento
• Curvas de Dimensionamento (σ vs λ, ou N/Ny vs λ0)
└ Empíricas
Empregadas em meados do século XIX;
Aplicáveis somente aos casos de material e geometria analisados
(limitação significativa).

└ Baseadas no início do escoamento


Propostas inicialmente em 1886;
“Fórmula de Ayrton-Perry”;
Análise elástica limite admitindo imperfeição geométrica inicial, mas
sem considerar os efeitos das tensões residuais.
└ Baseadas na Teoria do Módulo Tangente
Associadas a um sistema ideal (força crítica);
Ex.: Curva clássica do CRC (1960) – calibrada com a ajuda de
testes em perfis I laminados de pequenas e médias dimensões,
em aço carbono.

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Elementos à Compressão
Curvas de Dimensionamento
• Curvas de Dimensionamento (σ vs λ, ou N/Ny vs λ0)

└ Baseadas na máxima resistência


Ajustadas com base em estudos experimentais amplos, considerando
os efeitos das imperfeições geométricas iniciais, e tensões residuais;
É a base das atuais curvas do SSRC e do ECCS

NBR NBR
8800:2008 8800:1986

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Elementos à Compressão
Curvas de Dimensionamento (Curvas Americanas)

Euler

Bjorhovde (1972)
• Espectro de 112 curvas de resistência
• Imperfeições geométricas iniciais de L/1000 (máximo
permitido ASTM A6)
• Separadas em 3 grupos segundo algumas características
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Elementos à Compressão
Curvas de Dimensionamento (Curvas Americanas)
Curvas 1P, 2P e 3P
baseadas em
imperfeições de L/1470
(média obtida de
medições realizadas)

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Elementos à Compressão
Curvas de Dimensionamento (Curvas Americanas)

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Elementos à Compressão
Curvas de Dimensionamento (Curvas Européias)
Maquoi e Rondal (1978)
Formulação analítica baseada na
fórmula de Ayrton-Perry (análise
elástica limite), com o parâmetro η
(imperfeições geométricas) ajustado
com base
Programa experimental:
Perfis IPE: 516
Perfis HE: 54
Tubos redondos: 139
Tubos quadrados: 188
Perfis T: 94
Perfis Caixão: 76
Total: 1.067
+ 500 (incluindo perfis, “jumbo” – HEM 340
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Elementos à Compressão
Curvas de Dimensionamento (Curvas Européias)

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Elementos à Compressão
Curvas de Dimensionamento (Comparação)
Comparação entre as atuais curvas de dimensionamento
adotadas em diferentes países

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Elementos à Compressão
NBR8800:2008 – Curva de Dimensionamento

Fator de redução
associado à
instabilidade global:
Força crítica de
estabilidade
elástica

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Elementos à Compressão
NBR8800:2008 – Anexo E
Forças críticas de estabilidade elástica
Ne é a menor força crítica de estabilidade elástica,
que pode ser dada por:
Flexão, torção, ou flexo-torção
Depende da seção transversal
Dupla simetria ou Flambagem por torção
simétricas em relação a
um ponto Flambagem por flexão
Monossimétricas
(exceto cantoneiras) Flambagem por flexo-torção

Assimétricos Caso geral

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Elementos à Compressão
NBR8800:2008 – Anexo E
Forças críticas de estabilidade elástica

Ne é o menor valor entre


Nex, Ney, e Nez

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Elementos à Compressão
NBR8800:2008 – Anexo E
Forças críticas de estabilidade elástica

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Elementos à Compressão
NBR8800:2008 – Anexo E
Forças críticas de estabilidade elástica
Constante de Empenamento Cw

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Elementos à Compressão
NBR8800:2008 – Anexo E
Forças críticas de estabilidade elástica

(eixo de simetria x)

Quando o eixo de simetria for y trocar x por y e xo por yo

Ne é o menor valor entre


Nex, e Neyz
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Elementos à Compressão
NBR8800:2008 – Anexo E
Forças críticas de estabilidade elástica

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Elementos à Compressão
NBR8800:2008 – Anexo E.2
Coeficientes de Flambagem (Barras isoladas)

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Elementos à Compressão
NBR8800:2008 – Anexo E.2
Coeficientes de Flambagem (Barras isoladas)

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Elementos à Compressão
NBR8800:2008 – Anexo E.2
Coeficientes de Flambagem (Barras isoladas)

➢ E no caso de elementos não isolados, para flexão, kx e ky?


(Item E.2.1 da NBR8800:2008)

k = 1,0

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Elementos à Compressão
NBR8800:2008 – Anexo E.2
Coeficientes de Flambagem (Barras isoladas)

➢ E no caso de barras sujeitas à flexo-torção, qual é o kz?


(Item E.2.2 da NBR8800:2008)

• kz = 1,0 - Rotação impedida e empenamento livre


(Situação usual em projetos)

• kz = 2,0 - Rotação e empenamento livres em uma


extremidade, e ambos impedidos na outra

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Elementos à Compressão
Instabilidade Local

- Instabilidade Local

A flambagem
local está
associada aos
elementos que
formam a
barra (chapas)

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Elementos à Compressão
Instabilidade Local
- Instabilidade Local

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Elementos à Compressão
Instabilidade Local
- Para auxiliar a “visualizar” a instabilidade de placas,
pensemos analogamente à uma barra (Euler)

𝜋 2𝐸 𝜋 2𝐸
𝑓𝑐𝑟 = 𝑘 2 𝑓𝑐𝑟 = 2
𝑏 𝑘𝐿
12 1 − 𝜈 2
𝑡 𝑟

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Elementos à Compressão
Instabilidade Local

Obs.: Bordas simplesmente apoiadas


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Elementos à Compressão
Instabilidade Local
𝜋 2𝐸
𝑓𝑐𝑟 = 𝑘 Onde: k = Coeficiente de flambagem local:
2
𝑏 função das dimensões (a/b), vinculação e solicitação;
12 1 − 𝜈 2
𝑡 b/t = Esbeltez da chapa.

“m” é o número de meias


ondas na direção
longitudinal

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Elementos à Compressão
Instabilidade Local
Coeficiente k para chapas longas

continua...
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Elementos à Compressão
Instabilidade Local
Coeficiente k para chapas longas - continuação

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Elementos à Compressão
Instabilidade Local
➢ Pilares ➢ Placas

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Elementos à Compressão
Instabilidade Local

Distribuição de tensões

von Karman (1932)


Conceito de Largura
Efetiva
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Elementos à Compressão
Instabilidade Local
Conceito de Larguras Efetivas

von Karman (1932)

para k=4
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Elementos à Compressão
Instabilidade Local
Conceito de Larguras Efetivas – Ajustes propostos
Winter (1946)

von Karman

Winter

Determinação das larguras


efetivas com uma correção
baseada em estudos experimentais

𝐸 𝑡 𝐸
𝑏𝑒𝑓 = 1,9𝑡 1 − 0,475
𝜎𝑚á𝑥 𝑏 𝜎𝑚á𝑥
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Elementos à Compressão
Instabilidade Local
Conceito de Larguras Efetivas – Ajustes propostos

𝐸 𝑡 𝐸
Winter (1970) 𝑏𝑒𝑓 = 1,9𝑡 1 − 0,415
𝜎𝑚á𝑥 𝑏 𝜎𝑚á𝑥

Reescrevendo em termos de σcr/ σmáx

𝑏𝑒𝑓 𝜎𝑐𝑟 𝜎𝑐𝑟 1 − 0,22/λ𝑝


= 1 − 0,22 =
𝑏 𝜎𝑚á𝑥 𝜎𝑚á𝑥 λ𝑝
AISI NAS
Onde, λp é o índice de esbeltez reduzido de chapa S100:2012
𝜎𝑚á𝑥 (𝑏Τ𝑡) ABNT NBR
λ𝑝 = = 0,5
𝜎𝑐𝑟 𝑘𝐸 14762:2010
0,95
𝜎𝑚á𝑥
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Elementos à Compressão
Instabilidade Local
Conceito de Larguras Efetivas – Ajustes propostos

1 − 0,22/λ𝑝
𝑏𝑒𝑓 ≤1
λ𝑝
𝑏

λ𝑝
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Elementos à Compressão
Instabilidade Local
Limites de esbeltez para instabilidade local

Reescrevendo em função de (b/t), e com σcr = fy:


2
𝑏 𝑘𝜋 2 𝐸 𝑏 𝑘𝐸
= ⇒ = 0,951
𝑡 12 1 − 0.32 𝑓𝑦 𝑡 𝑙𝑖𝑚
𝑓𝑦

Para k = 4: 𝑏 𝐸
= 1,9
𝑡 𝑙𝑖𝑚
𝑓𝑦

𝑏 𝐸
Para k = 0,425: = 0,65
𝑡 𝑙𝑖𝑚
𝑓𝑦

As normas recomendam valores menores, corrigidos


pelos efeitos de imperfeições, tensões residuais, etc. Prof. Enio Mesacasa Jr.
Elementos à Compressão
Instabilidade Local
Limites de esbeltez para instabilidade local (comportamento geral)

Valor racional para limite de b/t


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Elementos à Compressão
Instabilidade Local – Critérios de Verificação NBR8800:2008

Relembrando

Condições de apoio dos elementos que formam a seção transversal

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Elementos à Compressão
Instabilidade Local – Critérios de Verificação NBR8800:2008

Para elementos não enrijecidos (AL)


Conceito de “tensão crítica”
𝜎𝑐𝑟
Qs =
𝑓𝑦
Para elementos enrijecidos (AA)
Conceito de “área efetiva”
𝐴𝑒𝑓
Qa =
𝐴𝑔
Em ambos os casos, se b/t < (b/t)lim , Qs e/ou Qa = 1,0, ou, em
outras palavras, não há instabilidade local no referido elemento.
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Elementos à Compressão
Instabilidade Local – Critérios de Verificação NBR8800:2008

Elementos AA – Tabela F.1 – Valores de b/tlim

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Elementos à Compressão
Instabilidade Local – Critérios de Verificação NBR8800:2008
Elementos AL – Tabela F.1 – Valores de b/tlim

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Elementos à Compressão
Instabilidade Local – Critérios de Verificação NBR8800:2008

𝜎𝑐𝑟
Qs =
𝑓𝑦

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Elementos à Compressão
Instabilidade Local – Critérios de Verificação NBR8800:2008
𝐴𝑒𝑓
Qa =
𝐴𝑔

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Elementos à Compressão
Instabilidade Local – Critérios de Verificação NBR8800:2008

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Elementos à Compressão
Instabilidade Local – Critérios de Verificação NBR8800:2008

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Elementos à Compressão
Instabilidade Local – Critérios de Verificação NBR8800:2008

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Elementos à Compressão
Instabilidade Local – Critérios de Verificação NBR8800:2008

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Elementos à Compressão
Instabilidade Local – Critérios de Verificação NBR8800:2008

Simplificadamente (e a favor da segurança), pode-se considerar σ = fy


⸫ a área efetiva é dada por
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Elementos à Compressão
Estado limite de Utilização
➢ Barras com seção transversal simples
𝜆𝑏𝑎𝑟𝑟𝑎 ≤ 200

➢ Seções compostas

200

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Elementos à Compressão
Roteiro Geral

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Elementos à Compressão
Exercício 1 – Verificar a barra 1

Esforço atuante de
compressão:
Nc,Sd = -80,4 kN
Lbarra = 282,8 cm

Pré-dimensionamento
kL/rmín = 200 (faixa usual = 140)
rmín.est = 282,8 cm / 140 = 2,0 cm
90 𝑘𝑁 ∙ 1,1
𝑁𝑒𝑠𝑡 = 90 𝑘𝑁 ⇒ 𝐴𝑔.𝑒𝑠𝑡 = = 6,6 𝑐𝑚²
1 ∙ 0,6 ∙ 250
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Elementos à Compressão
Exercício 1 – Verificar a barra 1
Pré-dimensionamento
kL/rmín = 200 (faixa usual = 140)
rmín.est = 282,8 cm / 140 = 2,0 cm
90 𝑘𝑁 ∙ 1,1
𝑁𝑒𝑠𝑡 = 90 𝑘𝑁 ⇒ 𝐴𝑔.𝑒𝑠𝑡 = = 6,6 𝑐𝑚²
1 ∙ 0,6 ∙ 250

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Elementos à Compressão
Exercício 1 – Verificar a barra 1
Pré-dimensionamento

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Elementos à Compressão
Exercício 1 – Verificar a barra 1
Flambagem Local
Elemento AL (Grupo 3)

Elementos AL – Tabela F.1 – Valores de b/tlim

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Elementos à Compressão
Exercício 1 – Verificar a barra 1
Flambagem Local
Elemento AL (Grupo 3)

λ > λlim ⇒ Qs < 1,0 ⇒ Verificar flambagem local

Caso
intermediário

25,7
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Elementos à Compressão
Exercício 1 – Verificar a barra 1
Flambagem Local
Elemento AL (Grupo 3)

13,3
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Elementos à Compressão
Exercício 1 – Verificar a barra 1
Flambagem Local
Elemento AL (Grupo 3)

0,98

Q = Qa ∙ Qs = 1,0 ∙ 0,98 = 0,98

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Elementos à Compressão
Exercício 1 – Verificar a barra 1
Flambagem Global

Seção transversal Monossimétrica

Ne é o menor valor entre:

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Elementos à Compressão
Exercício 1 – Verificar a barra 1
Flambagem Global

Cálculo da força crítica de flambagem elástica Ne

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Elementos à Compressão
Exercício 1 – Verificar a barra 1

Flambagem Global

Cálculo da força crítica de flambagem elástica Ne

Ne = 113,5 kN

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Elementos à Compressão
Exercício 1 – Verificar a barra 1

Flambagem Global

Cálculo da força resistente de compressão (curva de dimensionamento)


Instabilidade Global ( χ )

χ = 0,351

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Elementos à Compressão
Exercício 1 – Verificar a barra 1
Flambagem Global
Cálculo da força resistente de compressão (curva de dimensionamento)

χ = 0,351

λ0 = 1,58
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Elementos à Compressão
Exercício 1 – Verificar a barra 1
Flambagem Global
Cálculo da força máxima resistente de compressão

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Elementos à Compressão
Exercício 1 – Verificar a barra 1
Esbeltez limite e número de presilhas

Adotando espessura das chapas separadoras igual a ¼’’, lembrando que deve ser a
mesma espessura da chapa gusset das respectivas ligações.

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Elementos à Compressão
Exercício 1 – Verificar a barra 1
Esbeltez limite e número de presilhas

Adotando espessura das chapas separadoras igual a ¼’’, lembrando que deve ser a
mesma espessura da chapa gusset das respectivas ligações.

rmín de uma cantoneira isolada


𝐿𝑏𝑎𝑟𝑟𝑎 282,8
𝑛𝑝𝑟𝑒𝑠𝑖𝑙ℎ𝑎𝑠 = −1 = − 1 = 2,2 ⸫ 3 presilhas
𝑙𝑧,𝑚á𝑥 88,7
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Elementos à Compressão
Exercício 2 – Determinar a capacidade resistente do pilar
abaixo à compressão centrada

Aço ASTM A572 Gr50


fy = 345 MPa; fy = 450 MPa
Perfil HP 310x79
Ag = 100 cm²
rx = 12,77 cm ry = 7,25 cm
h = 29,9 cm hw = 24,5 cm
tw = 1,1 cm
bf = 30,6 cm tf = 1,1 cm
J = 46,7 cm4
Cw = 1.089.258 cm6
Ix = 16.316 cm4
Iy = 5.258 cm4
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Elementos à Compressão
Exercício 2 – Verificação flambagem Local
Esbeltez Limite – Alma
Elemento AA – Grupo 2 da Tabela F.1 (NBR8800:2008)
ℎ𝑤 24,5 𝐸 ⸫ Qa = 1
= = 22,3 1,49 = 35,6
𝑡𝑤 1,1 𝑓𝑦
Esbeltez Limite – Mesas
Elemento AL – Grupo 4 da Tabela F.1 (NBR8800:2008)
𝑏𝑓 30,6 𝐸 ⸫ Qs < 1
= = 13,9 0,56 = 13,4
2 𝑡𝑓 2 ∙ 1,1 𝑓𝑦
𝐸 ⸫ 𝑏 𝑓𝑦
1,03 = 24,6 𝑄𝑠 = 1,415 − 0,74 = 𝟎, 𝟗𝟖
𝑓𝑦 𝑡 𝐸

𝑄 = 𝑄𝑠 ∙ 𝑄𝑎 = 0,98 ∙ 1,00 = 𝟎, 𝟗𝟖
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Elementos à Compressão
Exercício 2 – Verificação flambagem Global

Seção transversal Duplamente simétrica

Ne será o mínimo entre:

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Elementos à Compressão
Exercício 2 – Verificação flambagem Global

𝜋 2 ∙ 20000 ∙ 16316
= = 8.946 𝑘𝑁
1 ∙ 600 2

𝜋 2 ∙ 20000 ∙ 5258
= = 11.532 𝑘𝑁
1 ∙ 300 2

1 𝜋 2 ∙ 20000 ∙ 1089258
= + 7700 ∙ 46,7 = 12.754 𝑘𝑁
14,682 1 ∙ 300 2

= (12,772 + 7,252 + 0 + 0 = 14,68 𝑐𝑚

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Elementos à Compressão
Exercício 2 – Curva de dimensionamento à compressão

0,98 ∙ 100 ∙ 34,5 = 0,62


=
8946

χ = 0,851

Cálculo da força máxima resistente de compressão

0,98 ∙ 0,851 ∙ 100 ∙ 34,5


= = 𝟐. 𝟔𝟏𝟕 𝒌𝑵
1,1

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Elementos à Compressão
Exercício 2 – Verificação da Esbeltez

𝐾𝑥 𝐿𝑥 1 ∙ 600
𝜆𝑥 = = = 46,9
𝑟𝑥 12,77
200
𝐾𝑦 𝐿𝑦 1 ∙ 300
𝜆𝑦 = = = 41,4
𝑟𝑦 7,25

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Elementos à Compressão
Bônus

- Monovia no ponto B: Nm = 15 kN
- Peso próprio Estrut. Metálicas: Ng = 5 kN/m
- Sobrecarga acidental: Nq = 10 kN/m
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