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AUDIÊNCIAPÚ B L I CA

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Superint endência de Regulação Econôm ica – SRE
SGAN 603 / Módulo “ I ” – 1º andar
CEP: 70830- 030 – Brasília – DF
Tel: + 55 61 2192- 8814
Fax: + 55 61 2192- 8679
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I. DO OBJETIVO....................................................................................................................................................... 1
II. DOS FATOS ......................................................................................................................................................... 1
III. DA ANÁLISE........................................................................................................................................................ 3
III.1. METODOLOGIA........................................................................................................................................... 4
III.1.1. Pesquisa Internacional .......................................................................................................................... 5
III.1.2. Pesquisa de Fabricantes e Normas Técnicas...................................................................................... 8
III.1.3. Pesquisa junto aos Agentes.................................................................................................................. 9
III.2. CONSOLIDAÇÃO DOS RESULTADOS.................................................................................................... 13
III.2.1. Procedimentos para Consolidação..................................................................................................... 13
III.2.2. Tabela de Vidas Úteis.......................................................................................................................... 14
III.2.3. Análises Comparativas........................................................................................................................ 22
IV. CONCLUSÕES ................................................................................................................................................. 22
V. RECOMENDAÇÕES.......................................................................................................................................... 23
VI. ANEXOS............................................................................................................................................................ 24

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* A Nota Técnica é um documento emitido pelas Unidades Organizacionais e destina-se a subsidiar as decisões da Agência.
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Em 07 de dezembro de 2010.

Processo n.º 48500.004908/2010-68

Assunto: Atualização das vidas úteis dos bens e


instalações em serviço no setor elétrico.

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A presente Nota Técnica tem por objetivo apresentar a revisão das vidas úteis dos bens e
instalações do ativo imobilizado dos agentes outorgados do setor elétrico brasileiro, passíveis de reversão à
União, em função da prestação de serviços de energia elétrica, com vistas à adequação das taxas de
depreciação aplicáveis ao Setor de Energia Elétrica, com observância das práticas contábeis aplicáveis.

2. Para tanto, é detalhada a metodologia aplicada, bem como os resultados obtidos assim como
os dados utilizados. O trabalho contempla a proposta de atualização das vidas úteis dos Tipos de Unidades
de Cadastro - TUC hoje existentes, já revisados pela nova Resolução Normativa n°367/2009, considerando
os tipos de bens que as compõem, bem como a proposta de redefinição das respectivas taxas de
depreciação para esses TUC e seus tipos de bens correspondentes, estabelecidas no Manual de Controle
Patrimonial do Setor Elétrico – MCPSE, especificamente na Tabela XVI anexa.

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3. Em conformidade com o disposto no parágrafo 1° do artigo 1º do artigo 168 do Decreto nº


41.019, de 26 de fevereiro de 1957, bem como no inciso XLII do artigo 4º do Decreto 2.335, de 06 de outubro
de 1997, compete à ANEEL fixar as cotas de depreciação dos bens e instalações em serviço.

4. A primeira regulamentação produzida pela ANEEL acerca do assunto foi a Resolução ANEEL
n° 002, de 24 de dezembro de 1997, que aprovou as taxas anuais de depreciação e determinou que os
concessionários do serviço público de energia elétrica procedessem ao cálculo e contabilização das quotas
periódicas de depreciação, tomando por base os saldos contábeis registrados em Unidades de Cadastro –
UC de bens e instalações. O trabalho foi produzido pelo grupo de trabalho instituído pela Portaria n°
333/1995, do extinto DNAEE.

5. A citada Resolução foi revisada em 1999, com a publicação da Resolução ANEEL n°


044/1999, de 17 de março daquele ano. A revisão levou em consideração, em linhas gerais, a adequação de
(Fl. 2 da Nota Técnica no 368/2010-SRE/ANEEL, de 07/12/2010).

vidas úteis e, conseqüentemente, das taxas de depreciação de ativos em serviço no segmento da


transmissão de energia elétrica.

6. Entretanto, em 2006, a ANEEL identificou que alguns ativos de distribuição e de transmissão,


cujos usos tinham a mesma destinação, ou seja, quando estavam sendo utilizados com a mesma finalidade,
em um mesmo nível de tensão e possuíam características técnicas semelhantes, precisavam ter suas vidas
úteis e respectivas taxas de depreciação compatibilizadas. Assim, foi publicada a Resolução Normativa n°
240/2006, em 05/12/2006, que estabeleceu a equalização das taxas anuais de depreciação para os ativos de
uso e características semelhantes no âmbito da Distribuição e da Transmissão de energia elétrica, de modo
que foi revogada a Resolução ANEEL nº 44, de 17 de março de 1999.

7. Atualmente, as taxas de depreciação utilizadas pelas concessionárias de energia elétrica são


definidas na Resolução Normativa ANEEL nº 367, de 02 de junho de 2009, tabela XVI do anexo ao Manual de
Controle Patrimonial do Setor Elétrico – MCPSE, que substituiu a Resolução Normativa n°240/2006, sem que
fossem atualizados, no entanto, os percentuais associados às taxas de depreciação dos ativos associados ao
serviço de energia elétrica.

8. Desta forma, quando da aprovação da Resolução Normativa nº 240/2006, a Diretoria da


ANEEL concluiu pela necessidade de complementação do estudo aprovado, conforme depreende-se do texto
transcrito abaixo1:

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9. No sentido de dar prosseguimento ao comando da Diretoria naquela ocasião, foi proposta a


contratação de uma empresa de consultoria especializada para dar suporte aos trabalhos da Agência. Para
tanto, foi realizada a Concorrência n° 04/2009, que culminou no Contrato n° 34/2010-ANEEL, assinado em
07/05/2010.

10. O contrato da consultoria com a ANEEL prevê a entrega de 05 (cinco) produtos, ao longo de
7 (sete) meses:

! Produto 1: Pesquisa de organismos e órgãos reguladores internacionais;

1 Itens 9 e 10 do Voto da Diretora-Relatora do processo de aprovação da Resolução nº 240/2006.

* A Nota Técnica é um documento emitido pelas Unidades Organizacionais e destina-se a subsidiar as decisões da Agência.
(Fl. 3 da Nota Técnica no 368/2010-SRE/ANEEL, de 07/12/2010).

! Produto 2: Pesquisa de fabricantes, normas técnicas, laboratórios de pesquisa e artigos


técnicos;
! Produto 3: Pesquisa junto aos agentes outorgados de serviço de energia elétrica;
! Produto 4 – Relatório Preliminar; e
! Produto 5 – Relatório Final.

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11. A determinação da vida útil permite avaliar, de forma predita, se é economicamente viável
manter ou substituir um bem.

12. No entanto, isolar uma causa como determinante da retirada de operação de um bem é tarefa
difícil, haja vista a pouca informação existente nas próprias empresas sobre as causas das baixas2 de ativos.
Por outro lado, a compreensão da classificação geral das causas de retiradas de bens auxilia, em muitos
casos, na previsão da vida útil.

13. As situações que levam equipamentos a sair de operação (baixa física no controle
patrimonial) podem ser classificadas por:

! Condição física dos bens: É a baixa que decorre do envelhecimento ou deterioração natural
dos bens, provocada por agentes ambientais ou condições de operação, tais como atrito,
temperatura ambiente, sobrecarga, intempéries, degradação de materiais, acidentes.
Culminam na falha reparável ou não reparável do bem;

! Condição de utilidade dos bens: É a baixa que ocorre quando o equipamento torna-se
obsoleto ou inadequado ao uso. É o caso das substituições de relés e/ou medidores
eletromecânicos, equipamentos com perdas técnicas elevadas ou operação e manutenção
onerosa; e

! Irrecuperabilidade: É a baixa de bens que foram construídos para operar em períodos


específicos, mas seu benefício ao serviço não mais supera em grau significante os altos
custos afundados (sunk costs) passados, o que acaba por determinar o fim da vida útil desse
ativo. Isso ocorre quando manter o bem em serviço produz mais malefícios do que benefícios,
não justificando mais mantê-lo na propriedade, já que mantê-lo representaria um acréscimo
de custos aos custos afundados já incorridos no passado.

14. Das causas citadas, as relacionadas à condição física dos bens são preponderantes. Por sua
vez o fenômeno da falha não reparável do bem é essencialmente aleatório, não podendo ser descrito por uma
análise determinística. Dessa forma, a predição da vida útil de um bem deve incluir uma medida de
variabilidade.

2 Trata-se aqui da baixa física dos bens no controle patrimonial. A baixa contábil somente poderá ser efetuada quando o bem for

baixado fisicamente, isto é, sair em definitivo do patrimônio da empresa. Enquanto isso não ocorrer, devem permanecer registrados
na escrituração o custo de aquisição e a respectiva depreciação acumulada do bem.

* A Nota Técnica é um documento emitido pelas Unidades Organizacionais e destina-se a subsidiar as decisões da Agência.
(Fl. 4 da Nota Técnica no 368/2010-SRE/ANEEL, de 07/12/2010).

15. A determinação da vida útil em laboratório considera apenas alguns fatores físicos, sendo os
principais os esforços térmicos e mecânicos e, neste caso, a vida útil assim determinada tem aplicações
restritas. A estimativa da vida útil obtida por meio de levantamento estatístico tem a vantagem de considerar
todos os fatores que levam um equipamento a sair de operação.

16. Existem vários modelos que podem ser utilizados para a modelagem estatística da vida útil de
uma categoria de bens. Todavia, em casos em que a população é conhecida, é desejável que se utilize a
distribuição real.

17. Não obstante, há casos em que pouco se sabe a respeito do comportamento da variável
aleatória tratada, a exceção de seus pontos extremos. Nesses casos uma alternativa é considerar uma
distribuição uniforme de parâmetros. Além dos pontos extremos da variável aleatória tratada, um valor de
tendência central pode estar disponível e, nesse caso, a adoção de uma distribuição triangular seria mais
adequada para a análise do que uma distribuição uniforme.

18. Para fins regulatórios, interessa obter uma faixa de valores dentro da qual deve ser escolhido
um ponto que será adotado como vida útil média regulatória para cada tipo de bem.

19. Neste contexto, os itens a seguir descrevem a metodologia adotada neste trabalho para o
levantamento das vidas úteis dos bens e instalações em serviço no setor elétrico, considerando para tal os
Tipos de Unidades de Cadastro – TUC, constantes do Manual de Controle Patrimonial do Setor Elétrico -
MCPSE. Os dados utilizados são apresentados nos Anexos I a IV.
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20. Inicialmente, apresenta-se a descrição detalhada de cada Tipo de Unidade de Cadastro –


TUC constante no Manual de Controle Patrimonial do Setor Elétrico – MCPSE, complementada, quando
necessário, com descritivos técnicos que melhor caracterizem a unidade de cadastro. O estudo para definição
da metodologia de análise dividiu-se em quatro seções:

21. Primeira seção: Pesquisa Internacional - são apresentados os resultados obtidos a partir das
pesquisas realizadas junto aos organismos e órgãos reguladores internacionais. Para tanto, tornou-se
necessário enquadrar cada unidade de cadastro à pesquisa internacional realizada, utilizando-se como base
as Tabelas 72 e 73 do Produto 1, reproduzidos no Anexo I. Isso, pois, em muitos casos, a pesquisa
internacional resultou em agrupamento de diversos equipamentos utilizados no setor de energia elétrica,
como, por exemplo, subestações de distribuição, linhas de transmissão, entre outros.

22. Segunda seção: Pesquisa junto a Fabricantes e Normas - são apresentados os resultados
obtidos a partir das pesquisas realizadas junto aos fabricantes, normas técnicas, laboratórios de pesquisa e
artigos técnicos.

23. Terceira seção: Pesquisa junto a agentes outorgados do Setor Elétrico – são apresentados os
resultados obtidos a partir de pesquisas realizadas junto a agentes outorgados de geração, transmissão e
distribuição de energia elétrica com finalidade de verificação do processo de gerenciamento dos ativos, na

* A Nota Técnica é um documento emitido pelas Unidades Organizacionais e destina-se a subsidiar as decisões da Agência.
(Fl. 5 da Nota Técnica no 368/2010-SRE/ANEEL, de 07/12/2010).

área contábil e de engenharia, considerando as baixas físicas e contábeis, os estudos técnicos existentes
sobre manutenção, etc.

24. Finalmente, a última seção apresenta a consolidação dos dados obtidos nas seções
anteriores, de modo a se estabelecer a vida útil provável de cada tipo de unidade de cadastro sob análise.

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25. A metodologia utilizada para a realização da pesquisa internacional partiu da avaliação da


legislação específica para o cálculo da vida útil e métodos de depreciação dos ativos nos órgãos reguladores
internacionais, observando a estrutura do setor elétrico e funcionamento do mercado em cada país sob
análise. A pesquisa foi realizada em 34 países, contemplando todos os continentes:

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Africano África do Sul Alemanha
Canadá Áustria
Americano
Estados Unidos Bélgica
(Norte)
México Croácia
Argentina Dinamarca
Americano Chile Espanha
(Central e Colômbia França
Sul) Peru Holanda
Trinidad e Tobago Europeu Irlanda
China Itália
Coréia do Sul Noruega
Filipinas Portugal
Asiático
Índia Reino Unido
Israel República Tcheca
Japão Romênia
Austrália Suécia
Oceania
Nova Zelândia Turquia

26. Inicialmente, considerando as informações disponibilizadas pelos órgãos reguladores


internacionais, foram estabelecidos grupos de similaridade, nos quais os equipamentos poderiam ser
classificados: (i) geração, (ii) transmissão, (iii) distribuição e, (iv) equipamentos em geral, este último relativo
aos bens não têm uso específico no setor de energia elétrica. Para cada um dos grupos foram estabelecidos
subgrupos, de forma a melhor detalhar as instalações do setor elétrico, o que possibilitou o enquadramento
de cada um dos tipos de unidades de cadastro (TUCs). Os grupos de similaridade são apresentados na
Tabela a seguir:
%

* A Nota Técnica é um documento emitido pelas Unidades Organizacionais e destina-se a subsidiar as decisões da Agência.
(Fl. 6 da Nota Técnica no 368/2010-SRE/ANEEL, de 07/12/2010).

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Hidrelétrica
Térmica à diesel
Geração Térmica à gás
Térmica nuclear
Térmica à vapor
Linha de Transmissão
Cabos / Condutores
Transmissão
Transformadores
Subestações
Linha de Distribuição
Rede de Distribuição MT
Rede de Distribuição BT
Linhas subterrâneas
Cabos / Condutores
Distribuição
Transformadores
Subestações
Medidores Eletromecânicos
Medidores Eletrônicos
Gerenciamento de Rede
Construção Civil
Software
Geral
Equipamentos Eletrônicos
Veículo Transporte

27. Para cada um dos subgrupos apresentados na Tabela anterior, foram determinados valores
mínimos e máximos por país, constituindo intervalos capazes de representar e/ou predizer a vida útil provável
dos equipamentos.

28. De posse dos intervalos disponíveis por país, foi calculada a função densidade de
probabilidade. Conforme comentário anterior, neste caso não há conhecimento a respeito do comportamento
da variável aleatória tratada, a menos de seus pontos extremos. A alternativa foi considerar uma distribuição
uniforme de parâmetros, de forma a construir uma função densidade de probabilidade. A Figura a seguir
apresenta exemplo da análise para transformadores de distribuição:
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* A Nota Técnica é um documento emitido pelas Unidades Organizacionais e destina-se a subsidiar as decisões da Agência.
(Fl. 7 da Nota Técnica no 368/2010-SRE/ANEEL, de 07/12/2010).

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29. Adicionalmente, foi construída a função distribuição acumulada de probabilidade, apresentada


na Figura a seguir, de onde se extrai os valores do interquartil (25% e 75%) que poderão ser utilizados como
o intervalo de referência:

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30. Da Figura acima, obtém-se uma faixa entre 22 e 38 anos. Em resumo, a análise realizada
pela ANEEL estabeleceu um único intervalo de referência atribuído à pesquisa internacional, de modo que
foram incorporados os limites mais freqüentemente observados entre as diversas informações disponíveis. A
Figura a seguir apresenta o resultado obtido para transformadores de distribuição:

* A Nota Técnica é um documento emitido pelas Unidades Organizacionais e destina-se a subsidiar as decisões da Agência.
(Fl. 8 da Nota Técnica no 368/2010-SRE/ANEEL, de 07/12/2010).

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31. Deve-se ressaltar que esse procedimento foi aplicado sempre que se dispôs de informação
suficiente para tal análise. As faixas para cada TUC, bem como os valores obtidos de vida útil, estão
apresentados no 6)DV"%8.

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32. A metodologia de pesquisa consistiu na avaliação das informações disponíveis de


fabricantes, laboratórios, artigos técnicos e normas técnicas. A pesquisa também foi realizada para cada tipo
de unidade de cadastro (TUC), com fins de obtenção de dados relativos à vida útil dos equipamentos e
instalações do setor elétrico.

33. Além da pesquisa realizada em aproximadamente 500 fabricantes e 1.100 normas técnicas,
abrangendo todos os Tipos das Unidades de Cadastro (TUC), foram consultados 29 laboratórios e
instituições. A relação dos fabricantes, normas técnicas e laboratórios consultados para cada TUC, bem como
os valores obtidos de vida útil, estão apresentados no 6)DV"%88.

34. Ressalte-se que foram encontradas dificuldades na compilação dos dados, em especial, pela
reduzida quantidade de informações de fabricantes disponíveis por TUC. Em geral, a vida útil de um ativo
pode variar em função de inúmeros fatores operacionais, o que impede ao fabricante informar, com precisão,
a durabilidade de um equipamento. Por outro lado, para determinados TUC essas informações foram obtidas
para os casos de sua operação em condições nominais.

35. Quanto às normas técnicas que, em geral, atêm-se aos ensaios necessários para garantir a
vida útil, foram levantadas informações disponíveis acerca da durabilidade dos equipamentos. Finalmente, foi

* A Nota Técnica é um documento emitido pelas Unidades Organizacionais e destina-se a subsidiar as decisões da Agência.
(Fl. 9 da Nota Técnica no 368/2010-SRE/ANEEL, de 07/12/2010).

realizada ampla pesquisa em laboratórios nacionais e internacionais, nos quais foi possível encontrar
resultados dos ensaios e artigos publicados acerca do tema.

36. Seguindo o critério da primeira etapa, a análise realizada pela ANEEL pautou-se pela
definição de um intervalo de referência atribuído às pesquisas de fabricantes e normas técnicas (valores
mínimos e máximos), no qual procurou-se, quando possível, estabelecer os valores mais freqüentemente
observados dentre as informações disponíveis.

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37. A metodologia da pesquisa junto aos agentes outorgados de serviços de energia elétrica,
descritas a seguir, consistiu inicialmente na busca das seguintes informações:

1. Visita junto à CPFL Paulista, com finalidade de verificação do processo de gerenciamento dos
ativos, na área contábil e de engenharia;
2. Solicitação à CPFL de lista de unidades de cadastro da distribuição baixadas no ano de 2009,
lista de unidades de cadastro da distribuição em operação em 31 de dezembro de 2009 e
lista de unidades de cadastro da geração em operação em 31 de dezembro de 2009.
3. Com essas listas, foram classificadas por TUC e feito um tratamento estatístico de modo a
extrair o tempo total de permanência em serviço, aqui interpretada como a vida útil média
desses equipamentos e instalações;
4. Através do Ofício Circular nº 04/2010-SRE-SFF/ANEEL, de 12 de julho de 2010, foi solicitada
aos agentes de serviços públicos de energia elétrica a disponibilização das seguintes
informações e/ou listas técnicas:
a. Listagem de todos os equipamentos (UC) baixados, considerando:
i. Para equipamentos de redes, linhas e subestações de distribuição: período de 5 anos
(2005 a 2009);
ii. Para equipamentos de linhas e subestações de Transmissão de energia: período de
5 anos (2005 a 2009);
iii. Para equipamentos de Geração de energia: período de 5 anos (2005 a 2009).
b. Estudos da engenharia de operação e manutenção com relação a vida útil de
equipamentos e instalações da concessionária (Geração, Transmissão e Distribuição).
Exemplos: Estudos comparativos de durabilidade de medidores eletrônicos e
eletromagnéticos, estudos de envelhecimento de cabos aéreos e/ou subterrâneos,
estudo de durabilidade x carregamento de transformadores, estudo de durabilidade de
barragens e reservatórios, estudos sobre vida útil publicados pelo Agente em
organismos nacionais e internacionais (Congressos, Seminários, CIGRE, IEEE, etc),
entre outros.

5. A ANEEL solicitou estas informações para as seguintes empresas:


a. COELCE – Companhia Energética do Ceará
b. Eletropaulo Metropolitana Eletricidade de São Paulo S/A
c. AES Tietê Empreendimentos S/A
d. CEB Distribuição S/A
e. Elektro Eletricidade e Serviços S/A

* A Nota Técnica é um documento emitido pelas Unidades Organizacionais e destina-se a subsidiar as decisões da Agência.
(Fl. 10 da Nota Técnica no 368/2010-SRE/ANEEL, de 07/12/2010).

f. Furnas Centrais Elétricas S/A


g. Empresa Elétrica Bragantina S/A
h. Centrais Elétricas do Pará S/A
i. Centrais Elétricas Matogrossenses S/A
j. Companhia de Transmissão de Energia Elétrica Paulista
k. Companhia Hidro Elétrica do São Francisco – CHESF
l. CEMIG Distribuição S/A
m. CEMIG Geração e Transmissão S/A
n. Celesc Distribuição S/A
o. Eletrosul Centrais Elétricas S/A
p. Amazonas Distribuidora de Energia S/A
q. Energisa Nova Friburgo – Distribuidora de Energia S/A
r. DME-PC Departamento Municipal de Eletricidade de Poços de Caldas
s. Companhia Energética de Pernambuco
t. Light Serviços de Eletricidade S/A
u. Companhia Energética do Rio Grande do Norte
v. Eletronuclear Eletrobrás Termonuclear S/A
w. Tractebel Energia S/A
x. Companhia de Eletricidade do Estado da Bahia
y. Companhia Estadual de Distribuição de Energia Elétrica
z. Companhia Paulista de Força e Luz – CPFL
aa. Companhia Paulista de Energia Elétrica – CPEE
bb. Copel Distribuidora S/A
cc. Eletronorte – Centrais Elétricas do Norte do Brasil S/A

6. Também foram utilizados dados dos ativos imobilizados em serviço, a partir dos laudos de
avaliação da base de remuneração regulatória, das seguintes concessionárias de distribuição
de energia elétrica:
a. Amazonas Energia
b. CEB Distribuição S/A
c. Centrais Elétricas do Pará S/A
d. CEMIG Distribuição S/A
e. Companhia Paulista de Força e Luz – CPFL
f. Companhia de Eletricidade do Estado da Bahia
g. Copel Distribuidora S/A
h. Companhia Energética do Rio Grande do Norte
i. Eletropaulo Metropolitana Eletricidade de São Paulo S/A
j. Elektro Eletricidade e Serviços S/A
k. Empresa Elétrica Bragantina S/A

7. Com as informações dos agentes acima indicados foram realizados cálculos estatísticos para
determinar a vida útil dos equipamentos por concessionária e por unidade de cadastro.

38. Dessa forma, foram realizadas pesquisas utilizando dados de 29 concessionárias,


abrangendo todos os ativos baixados nos últimos 5 anos (2005 a 2009).

* A Nota Técnica é um documento emitido pelas Unidades Organizacionais e destina-se a subsidiar as decisões da Agência.
(Fl. 11 da Nota Técnica no 368/2010-SRE/ANEEL, de 07/12/2010).

39. O objetivo deste estudo é obter o tempo de duração em uso dos equipamentos instalados nos
sistemas de distribuição de energia elétrica a partir de dados operacionais das concessionárias. No entanto, é
preciso ter presente a restrição existente nos dados em função de não ser possível relacionar para todas as
empresas os motivos de baixas, o que evidentemente distorce o cálculo, pois são considerados todos os tipos
de baixas e não somente aquelas por fim de vida útil, que é o objeto de estudo.

40. Este tempo de duração em uso foi obtido primordialmente com os dados de ativos das
concessionárias que informam a data de baixa e a data de incorporação ao sistema. Estes dados foram
obtidos para um período de 5 anos, ou seja, para cada equipamento retirado do sistema (ou seja, baixado)
neste período, foi computado o período total de operação definido como a diferença entre a data de
incorporação e data de baixa.

41. Para cada empresa, foram agrupados os tempos de duração dos equipamentos similares
para que pudesse ser feito um tratamento estatístico. Estes agrupamentos seguiram a metodologia
apresentada no Manual de Contabilidade do Setor Elétrico – MCSE para que fosse possível comparar e
agregar os equipamentos de outras empresas. Para cada tipo de equipamento de uma determinada empresa
foi calculada a média, o desvio padrão e a mediana.

42. Para melhorar a informação do tempo de duração dos equipamentos, foram solicitados para
algumas empresas os dados referentes às datas de incorporação de todos os equipamentos atualmente em
operação. Através da diferença entre a data atual e a data de incorporação é possível obter a idade média
atual de cada tipo de equipamento. Esta idade pode ser utilizada para verificar se a vida útil obtida com a
amostra dos baixados é maior que a idade média dos equipamentos. Se a vida útil obtida é menor que a
idade média significa que o cálculo feito através dos baixados não está correto ou o tamanho da amostra é
pequeno.

43. Adicionalmente foi feita uma análise da quantidade de equipamentos hoje em operação que
ultrapassaram a vida útil regulatória obtida através da taxa de depreciação regulada pela ANEEL.

44. O objetivo final deste estudo é obter um intervalo de vida útil que será depois combinado com
os demais estudos para obtenção do valor final a ser adotado de vida útil por cada tipo de unidade de
cadastro.

45. Assim, primeiramente, partiu-se da análise dos bens baixados, agrupando-se todas as
empresas e avaliando a função densidade de probabilidade, analisando o seu comportamento. A figura
abaixo mostra um exemplo dessa análise para o caso do TUC 255.01 - poste de concreto de tensão inferior a
69 kV. Observa-se que ocorrem alguns picos em determinados anos, o que decorre de dados pontuais de
algumas empresas. Idealmente, deveria ser observada uma janela maior de tempo para atenuar esses
problemas, porém com a limitação dos dados é necessário observar outras informações também como, por
exemplo, a idade média dos ativos baixados acima da vida útil regulatória, bem como os ativos em operação
que estão acima da vida útil regulatória.

* A Nota Técnica é um documento emitido pelas Unidades Organizacionais e destina-se a subsidiar as decisões da Agência.
(Fl. 12 da Nota Técnica no 368/2010-SRE/ANEEL, de 07/12/2010).

% " "$ " " " &" !#$"

?*SGH$%]T%?G)LM"%ND)E*N$ND%ND%QH"J$J*I*N$ND%2%C"E#D%ND%P")(HD#"%^%,_%`>%

46. Também é possível traçar a função distribuição acumulada de probabilidade para este caso,
apresentada na figura a seguir, de onde se extrai os valores do interquartil (25% e 75%) que poderão ser
utilizados como o intervalo de referência, além da própria mediana.

% " "$ " " " &" !#$"

?*SGH$%aT%?G)LM"%N*E#H*JG*LM"%$(GRGI$N$%ND%QH"J$J*I*N$ND%2%C"E#D%ND%P")(HD#"%^%,_%`>%

47. No exemplo acima, obtém-se a faixa entre 24 e 31 anos, sendo a mediana de 28 anos. Dessa
forma, neste caso, adota-se essa faixa como referência.

48. Contudo, deve-se ressaltar que esse procedimento foi aplicado sempre que se dispôs de
informação suficiente para tal análise.

* A Nota Técnica é um documento emitido pelas Unidades Organizacionais e destina-se a subsidiar as decisões da Agência.
(Fl. 13 da Nota Técnica no 368/2010-SRE/ANEEL, de 07/12/2010).

49. As tabelas resumo dos dados são apresentadas no 6)DV"%888 onde se tem um resumo destes
parâmetros agrupando os equipamentos de todas as empresas. Para cada TUC foi calculada uma média
gerada a partir das médias amostrais de cada empresa ponderada pelo respectivo tamanho da amostra.

8889/9%P;!3;78:6bc;%:;3%453d7&6:;3%

8889/919%CH"(DN*RD)#"E%Q$H$%P")E"I*N$LM"%

50. Para a definição das vidas úteis finais utilizou-se das três fontes de informação disponíveis, a
saber: pesquisa internacional, pesquisa de fabricantes e normas técnicas e pesquisa junto aos agentes.

51. O procedimento adotado para compilação dos dados referentes às fontes disponíveis foi de
encontrar uma faixa referencial para os valores de vidas úteis a partir da consideração dos intervalos
anteriormente construídos para cada pesquisa.

52. A hipótese básica assumida é que para os intervalos anteriormente construídos, os valores
dentro de tais intervalos são equiprováveis, ou seja, tem a mesma probabilidade de ocorrerem. Resta,
portanto, definir o intervalo final que melhor expresse a interseção dos intervalos anteriores.

53. Para isso, foram adotados alguns critérios para auxiliar na construção do intervalo, conforme
descrito a seguir.

54. O primeiro critério para construção do intervalo final é o !"#$%$& %$& '()#*$& %(& !+,,+& $-&
'()#*./%(, onde% o valor numérico obtido representa o centro de gravidade da soma das distribuições de
probabilidade. Na prática, a saída precisa (resposta) é obtida calculando-se a média entre os elementos
extremos de cada função ou, neste caso, dos limites inferiores e superiores dos intervalos decorrentes das 3
fontes de informação.

55. O segundo critério para construção do intervalo final é o !"#$%$&%+ !"%/+&%$,&!01/!$,,


por meio do qual a saída precisa (resposta) é obtida calculando-se o valor médio dos valores máximos da
função densidade de probabilidade.

56. Também neste caso o objetivo é construir uma função densidade de probabilidade, a partir
dos intervalos disponíveis para cada fonte de informação, de forma a extrair um intervalo final. Assim como no
caso da pesquisa internacional e da pesquisa com os fabricantes, não há conhecimento a respeito do
comportamento da variável aleatória, de modo que se considerou uma distribuição uniforme de parâmetros,
para construir a função densidade de probabilidade.

57. Na figura abaixo, exemplifica-se os dois critérios, onde se tem três distribuições com os
seguintes intervalos respectivamente: (20, 45), (17, 35) e (25, 40). O intervalo resultante é (25, 35). Pelo
primeiro critério calcula-se a média dos três intervalos resultando em 30,3. Já pelo segundo critério, obtém-se
o ponto central do intervalo resultante que é 30,0.

* A Nota Técnica é um documento emitido pelas Unidades Organizacionais e destina-se a subsidiar as decisões da Agência.
(Fl. 14 da Nota Técnica no 368/2010-SRE/ANEEL, de 07/12/2010).

$ " "'

?*SGH$%,T%5VDRQI"%ND%P")E#HGLM"%N"E%8)#DHZ$I"E%

58. Uma vez calculado os valores pelos dois critérios, para a escolha entre os dois valores
obtidos, adota-se como referencial o valor mais conservativo, ou seja, mais próximo do valor vigente pela
REH 367/2009.

59. Adicionalmente, caso o valor obtido apresente uma variação inferior a 5% do valor vigente
(para mais ou para menos), mantém-se o valor vigente.

60. Os intervalos referenciais, obtidos a partir desta metodologia, bem como os valores propostos
para as vidas úteis dos bens e instalações do setor elétrico são apresentados no 6)DV"%8>.

8889/9/9%&$JDI$%ND%>*N$E%e#D*E%

61. A tabela a seguir apresenta a relação de todos os Tipos de Unidades de Cadastro (TUCs)
com as respectivas vidas úteis propostas e taxas de depreciação a serem utilizadas pelas concessionárias de
energia elétrica. Esta tabela substituirá a Tabela XVI do anexo do Manual de Controle Patrimonial do Setor
Elétrico – MCPSE, aprovado pela Resolução Normativa ANEEL nº 367, de 02 de junho de 2009.

* A Nota Técnica é um documento emitido pelas Unidades Organizacionais e destina-se a subsidiar as decisões da Agência.
(Fl. 15 da Nota Técnica no 368/2010-SRE/ANEEL, de 07/12/2010).

&$JDI$%+%2%>*N$%e#*I%D%&$V$%ND%:DQHD(*$LM"%CH"Q"E#$%
&8C;%:5%d!8:6:5%:5%P6:63&;% &8C;%:5%<5A% &$V$%
>*N$%e#*I%
:DQ9%
Pg:9% :53P48bc;% Pg:9% :53P48bc;% W$)"EY%
WfY%
ARMAZENAGEM, MANIPULAÇÃO E ARMAZENAGEM, MANIPULAÇÃO E
100 TRANSPORTE DE COMBUSTÍVEL 100.01 TRANSPORTE DE COMBUSTÍVEL LÍQUIDO 25 4,00%
LÍQUIDO OU GASOSO OU GASOSO
ARMAZENAGEM, MANIPULAÇÃO E
ARMAZENAGEM, MANIPULAÇÃO E
105 TRANSPORTE DE COMBUSTÍVEL 105.01 30 3,33%
TRANSPORTE DE COMBUSTÍVEL NUCLEAR
NUCLEAR
ARMAZENAGEM, MANIPULAÇÃO E
ARMAZENAGEM, MANIPULAÇÃO E
110 TRANSPORTE DE COMBUSTÍVEL 110.01 20 5,00%
TRANSPORTE DE COMBUSTÍVEL SÓLIDO
SÓLIDO
ARMAZENAGEM, MANIPULAÇÃO E ARMAZENAGEM, MANIPULAÇÃO E
112 112.01 15 6,67%
TRANSPORTE DE RESÍDUO TRANSPORTE DE RESÍDUO
ARMAZENAGEM, MANIPULAÇÃO E
ARMAZENAGEM, MANIPULAÇÃO E
115 TRANSPORTE DE RESÍDUO 115.01 30 3,33%
TRANSPORTE DE RESÍDUO NUCLEAR
NUCLEAR
BALANÇA PARA VEÍCULOS DE
120 120.01 BALANÇA PARA VEÍCULOS DE CARGA 22 4,55%
CARGA
CLASSE DE TENSÃO IGUAL OU SUPERIOR A
BANCO DE CAPACITORES 125.01 20 5,00%
125 69 kV
PARALELOS
125.02 CLASSE DE TENSÃO INFERIOR A 69 kV 17 5,88%
CLASSE DE TENSÃO IGUAL OU SUPERIOR A
130.01 20 5,00%
130 BANCO DE CAPACITORES SERIAIS 69 kV
130.02 CLASSE DE TENSÃO INFERIOR A 69 kV 17 5,88%
135.01 RÍGIDO 35 2,86%
135 BARRAMENTO
135.02 FLEXÍVEL 35 2,86%
140 CALDEIRA 140.01 CALDEIRA 28 3,57%
145.01 CÂMARA 33 3,03%
145 CÂMARA E GALERIA 145.02 GALERIA 33 3,03%
145.03 TÚNEL 33 3,03%
150 CANAL DE DESCARGA 150.01 CANAL DE DESCARGA 25 4,00%
155 CHAMINÉ 155.01 CHAMINÉ 25 4,00%
SECCIONADORA !"#$"%& 33 3,03%
160.01
SECCIONADORA < 69 kV 19 5,26%
SECCIONADORA COM LÂMINA DE TERRA !"
33 3,03%
69 kV
160.02
SECCIONADORA COM LÂMINA DE TERRA <
19 5,26%
69 kV
160 CHAVE
FUSÍVEL !"#$"%& 33 3,03%
160.03
FUSÍVEL < 69 kV 19 5,26%
FUSÍVEL RELIGADORA !"#$"%& 33 3,03%
160.04
FUSÍVEL RELIGADORA < 69 kV 19 5,26%
160.06 DE ATERRAMENTO !"#$"%& 33 3,03%

* A Nota Técnica é um documento emitido pelas Unidades Organizacionais e destina-se a subsidiar as decisões da Agência.
(Fl. 16 da Nota Técnica no 368/2010-SRE/ANEEL, de 07/12/2010).

DE ATERRAMENTO < 69 kV 19 5,26%


SECCIONALIZADOR !"#$"%& 33 3,03%
160.10
SECCIONALIZADOR < 69 kV 19 5,26%
165.01 COMPENSADOR DE REATIVOS ESTÁTICO 35 2,86%
165 COMPENSADOR DE REATIVOS
165.02 COMPENSADOR DE REATIVOS ROTATIVO 35 2,86%
170 COMPORTA 170.01 COMPORTA 38 2,63%
175 CONDENSADOR DE VAPOR 175.01 CONDENSADOR DE VAPOR 23 4,35%
180.01 CONDUTO 35 2,86%
180 CONDUTO E CANALETA
180.02 CANALETA 35 2,86%
185 CONDUTO FORÇADO 185.01 CONDUTO FORÇADO 40 2,50%
NU INSTALADO !"#$"%& 37 2,70%
190.01
ISOLADO !"69 kV 37 2,70%
190 CONDUTOR NU INSTALADO < 69 kV 29 3,45%
190.02 ISOLADO < 0,6/1 kV 29 3,45%
ISOLADO < 69 kV 29 3,45%
195 CONVERSOR DE CORRENTE 195.01 CONVERSOR DE CORRENTE 25 4,00%
200 CONVERSOR DE FREQUÊNCIA 200.01 CONVERSOR DE FREQUÊNCIA 10 10,00%
205.01 DIREITO
205.02 MARCA
205 DIREITO, MARCA E PATENTE 205.03 PATENTE
205.05 SERVIDÕES
205.09 OUTROS
DISJUNTOR DE CLASSE DE TENSÃO IGUAL
210.01 33 3,03%
OU SUPERIOR A 69 kV
210 DISJUNTOR
DISJUNTOR DE CLASSE DE TENSÃO
210.02 33 3,03%
INFERIOR A 69 kV
215.01 EDIFICAÇÃO - CASA DE FORÇA 50 2,00%
215 EDIFICAÇÃO
215.09 EDIFICAÇÃO - OUTRAS 33 3,03%
220.01 ELEVADOR 25 4,00%
220 ELEVADOR E TELEFÉRICO
220.02 TELEFÉRICO 25 4,00%
ENVOLTÓRIO OU ESFERA DE
ENVOLTÓRIO OU ESFERA DE CONTENÇÃO
225 CONTENÇÃO DO EDIFÍCIO DO 225.01 30 3,33%
DO EDIFÍCIO DO REATOR NUCLEAR
REATOR NUCLEAR
230.01 MÓVEIS E UTENSÍLIOS 10 10,00%
EQUIPAMENTOS MÓVEIS E PORTÁTEIS DE
230.05 10 10,00%
COMUNICAÇÃO
230.10 EQUIPAMENTOS DE SERVIÇO 10 10,00%
230.15 EQUIPAMENTOS DE OFICINAS 10 10,00%
230 EQUIPAMENTO GERAL
230.18 EQUIPAMENTOS DE LABORATÓRIOS 10 10,00%
230.20 EQUIPAMENTOS DE ALMOXARIFADO 10 10,00%
230.25 EQUIPAMENTOS DE ESCRITÓRIO 10 10,00%
230.30 EQUIPAMENTOS DE CONSERVAÇÃO E 10 10,00%

* A Nota Técnica é um documento emitido pelas Unidades Organizacionais e destina-se a subsidiar as decisões da Agência.
(Fl. 17 da Nota Técnica no 368/2010-SRE/ANEEL, de 07/12/2010).

LIMPEZA
230.90 OUTROS EQUIPAMENTOS 11 9,09%
EQUIPAMENTO GERAL DE
235 235.01 EQUIPAMENTO GERAL DE INFORMÁTICA 10 10,00%
INFORMÁTICA
EQUIPAMENTOS DA TOMADA
240 240.01 EQUIPAMENTOS DA TOMADA D'ÁGUA 27 3,70%
D'ÁGUA
245 EQUIPAMENTOS DO CICLO TÉRMICO 245.01 EQUIPAMENTOS DO CICLO TÉRMICO 22 4,55%
250 ESTRADA DE ACESSO 250.01 ESTRADA DE ACESSO 36 2,78%
POSTE MADEIRA < 69 kV 26 3,85%
255.01 POSTE CONCRETO < 69 kV 28 3,57%
POSTE DE AÇO < 69 kV 28 3,57%
255 ESTRUTURA (POSTE, TORRE)
TORRE MADEIRA !"#$"kV 35 2,86%
255.02 TORRE CONCRETO !"#$"kV 40 2,50%
TORRE METÁLICA !"#$"kV 40 2,50%
260 ESTRUTURA DA TOMADA D'ÁGUA 260.01 ESTRUTURA DA TOMADA D'ÁGUA 25 4,00%
ESTRUTURA DE SUPORTE PARA
265.01 40 2,50%
ESTRUTURA SUPORTE DE EQUIPAMENTO
265
EQUIPAMENTO E DE BARRAMENTO ESTRUTURA DE SUPORTE PARA
265.02 22 4,55%
BARRAMENTO
270 FIBRA ÓTICA 270.01 FIBRA ÓTICA 22 4,55%
275 GERADOR 275.01 GERADOR 33 3,03%
280 GERADOR DE VAPOR 280.01 GERADOR DE VAPOR 30 3,33%
INSTALAÇÕES DE RECREAÇÃO E
285 285.01 INSTALAÇÕES DE RECREAÇÃO E LAZER 34 2,94%
LAZER
290 LUMINÁRIA 290.01 LUMINÁRIA 19 5,26%
295.01 MEDIDOR ELETROMECÂNICO 25 4,00%
295.11 MEDIDOR ELETRÔNICO 13 7,69%
295 MEDIDOR
295.16 CONCENTRADOR 13 7,69%
295.18 COMPARADOR/FISCAL 25 4,00%
300 MOTOR DE COMBUSTÃO INTERNA 300.01 MOTOR DE COMBUSTÃO INTERNA 15 6,67%
305.01 PAINEL 28 3,57%
PAINEL, MESA DE COMANDO E
305 305.02 MESA DE COMANDO 28 3,57%
CUBÍCULO
305.03 CUBÍCULO 28 3,57%
PÁRA-RAIOS !"#$"kV 30 3,33%
310 PÁRA-RAIOS 310.01
PÁRA-RAIOS < 69 kV 25 4,00%
315.01 PONTE ROLANTE 35 2,86%
315.02 GUINDASTE 35 2,86%

PONTE ROLANTE, GUINDASTE OU 315.03 PÓRTICO 35 2,86%


315
PÓRTICO 315.05 DERRICK 35 2,86%
315.10 GUINCHO 35 2,86%
315.20 MONOTRILHO / MONOVIA 35 2,86%

* A Nota Técnica é um documento emitido pelas Unidades Organizacionais e destina-se a subsidiar as decisões da Agência.
(Fl. 18 da Nota Técnica no 368/2010-SRE/ANEEL, de 07/12/2010).

315.30 TORRE DE IÇAMENTO 35 2,86%


320 PRECIPITADOR DE RESÍDUOS 320.01 PRECIPITADOR DE RESÍDUOS 20 5,00%
325 PROTETOR DE REDE 325.01 PROTETOR DE REDE 25 4,00%
330.01 REATOR 36 2,78%
330 REATOR (OU RESISTOR)
330.02 RESISTOR 36 2,78%
335 REATOR NUCLEAR 335.01 REATOR NUCLEAR 33 3,03%
REGULADOR DE TENSÃO !"#$"%& 33 3,03%
340 REGULADOR DE TENSÃO 340.01
REGULADOR DE TENSÃO < 69 kV 27 3,70%
345 RELIGADOR 345.01 RELIGADOR 28 3,57%
350.01 RESERVATÓRIO 45 2,22%
350.02 BARRAGEM 45 2,22%
350.05 DIQUE 45 2,22%
350.10 QUEBRA-MAR 45 2,22%
350.15 ADUTORA 45 2,22%
RESERVATÓRIO, BARRAGEM E
350 350.20 VERTEDOURO 45 2,22%
ADUTORA
350.25 TOMADA D'ÁGUA 45 2,22%
350.30 CANAL DE FUGA 45 2,22%
350.35 ECLUSA 45 2,22%
350.40 CANAL DE ADUÇÃO 45 2,22%
350.50 TÚNEL DE ADUÇÃO 45 2,22%
355 SISTEMA ANTI-RUÍDO 355.01 SISTEMA ANTI-RUÍDO 30 3,33%
SISTEMA DE ABASTECIMENTO DE
360 360.01 SISTEMA DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA 25 4,00%
ÁGUA
SISTEMA DE ÁGUA DE
365 365.01 SISTEMA DE ÁGUA DE ALIMENTAÇÃO 30 3,33%
ALIMENTAÇÃO
370 SISTEMA DE ÁGUA DE CIRCULAÇÃO 370.01 SISTEMA DE ÁGUA DE CIRCULAÇÃO 25 4,00%
SISTEMA DE ALIMENTAÇÃO DE
375 375.01 SISTEMA DE ALIMENTAÇÃO DE ENERGIA 17 5,88%
ENERGIA
SISTEMA DE AMOSTRAGEM
380 380.01 SISTEMA DE AMOSTRAGEM PRIMÁRIO 30 3,33%
PRIMÁRIO
385 SISTEMA DE AR COMPRIMIDO 385.01 SISTEMA DE AR COMPRIMIDO 21 4,76%
SISTEMA DE AR E GASES DE
390 390.01 SISTEMA DE AR E GASES DE COMBUSTÃO 22 4,55%
COMBUSTÃO
395.01 SISTEMA DE ATERRAMENTO DE USINA 33 3,03%
SISTEMA DE ATERRAMENTO DE
395.05 33 3,03%
SUBESTAÇÃO
SISTEMA DE ATERRAMENTO EM
395 SISTEMA DE ATERRAMENTO 395.10 33 3,03%
INSTALAÇÃO DE COMUNICAÇÃO
SISTEMA DE ATERRAMENTO EM LINHA DE
395.15 33 3,03%
TRANSMISSÃO
SISTEMA DE ATERRAMENTO EM LINHAS E
395.20 33 3,03%
REDES DE DISTRIBUIÇÃO
SISTEMA DE COLETA DE ÓLEO
400 400.01 SISTEMA DE COLETA DE ÓLEO ISOLANTE 25 4,00%
ISOLANTE

* A Nota Técnica é um documento emitido pelas Unidades Organizacionais e destina-se a subsidiar as decisões da Agência.
(Fl. 19 da Nota Técnica no 368/2010-SRE/ANEEL, de 07/12/2010).

SISTEMA DE COLETA E SISTEMA DE COLETA E TRATAMENTO DE


405 405.01 25 4,00%
TRATAMENTO DE LIXO LIXO
SISTEMA DE COMUNICAÇÃO E SISTEMA DE COMUNICAÇÃO E PROTEÇÃO
410 410.01 23 4,35%
PROTEÇÃO CARRIER CARRIER
415 SISTEMA DE COMUNICAÇÃO LOCAL 415.01 SISTEMA DE COMUNICAÇÃO LOCAL 20 5,00%
SISTEMA DE CONDENSADO PARA SISTEMA DE CONDENSADO PARA
420 420.01 30 3,33%
PRODUÇÃO NUCLEAR PRODUÇÃO NUCLEAR
SISTEMA DE CONTROLE QUÍMICO E
425.05 30 3,33%
VOLUMÉTRICO
SISTEMA DE CONTROLE QUÍMICO E SISTEMA DE REGENERAÇÃO E
425 425.10 30 3,33%
VOLUMÉTRICO RECICLAGEM
425.15 SISTEMA DE ÁGUA DE REPOSIÇÃO 30 3,33%

SISTEMA DE DADOS 430.01 ESTAÇÃO DE DADOS METEOROLÓGICOS 12 8,33%


430 METEOROLÓGICOS, HIDROLÓGICOS 430.02 ESTAÇÃO DE DADOS HIDROLÓGICOS 12 8,33%
E SISMOLÓGICOS
430.03 ESTAÇÃO DE DADOS SISMOLÓGICOS 12 8,33%
SISTEMA DE DESCONTAMINAÇÃO SISTEMA DE DESCONTAMINAÇÃO PARA
435 435.01 30 3,33%
PARA PRODUÇÃO NUCLEAR PRODUÇÃO NUCLEAR
SISTEMA DE DOSAGEM QUIMÍCA SISTEMA DE DOSAGEM QUIMÍCA PARA
440 440.01 30 3,33%
PARA PRODUÇÃO NUCLEAR PRODUÇÃO NUCLEAR
445 SISTEMA DE DRENAGEM 445.01 SISTEMA DE DRENAGEM 30 3,33%
450 SISTEMA DE ESGOTO SANITÁRIO 450.01 SISTEMA DE ESGOTO SANITÁRIO 31 3,23%
455.01 SISTEMA DE EXAUSTÃO 28 3,57%
SISTEMA DE EXAUSTÃO,
455 455.02 SISTEMA DE VENTILAÇÃO 28 3,57%
VENTILAÇÃO E AR CONDICIONADO
455.03 SISTEMA DE AR CONDICIONADO 28 3,57%
460 SISTEMA DE ILUMINAÇÃO E FORÇA 460.01 SISTEMA DE ILUMINAÇÃO E FORÇA 20 5,00%
465.01 SISTEMA DE LUBRIFICAÇÃO 33 3,03%

SISTEMA DE LUBRIFICAÇÃO, DE 465.02 SISTEMA DE ÓLEO DE REGULAÇÃO 33 3,03%


465 ÓLEO DE REGULAÇÃO E DE ÓLEO 465.03 SISTEMA DE ÓLEO ISOLANTE 33 3,03%
ISOLANTE OU PARA ISOLAMENTO 465.04 SISTEMA DE GRAXA 33 3,03%
465.05 SISTEMA DE SELAMENTO/SELAGEM 33 3,03%
470.01 SISTEMA DE MONITORAÇÃO DE ATIVIDADE 30 3,33%
SISTEMA DE MONITORAÇÃO DA 470.02 SISTEMA DE MONITORAÇÃO AMBIENTAL 30 3,33%
470
USINA
SISTEMA DE MONITORAÇÃO DE
470.03 30 3,33%
VAZAMENTO
SISTEMA DE MONITORAÇÃO DO
SISTEMA DE MONITORAÇÃO DO CIRCUITO
475 CIRCUITO PRIMÁRIO PARA 475.01 30 3,33%
PRIMÁRIO PARA PRODUÇÃO NUCLEAR
PRODUÇÃO NUCLEAR
SISTEMA DE PROTEÇÃO CONTRA
480 480.01 SISTEMA DE PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIO 32 3,13%
INCÊNDIO
485.01 SISTEMA DE PROTEÇÃO 33 3,03%
485.02 SISTEMA DE TELEPROTEÇÃO 33 3,03%
SISTEMA DE PROTEÇÃO, MEDIÇÃO E
485 485.03 SISTEMA DE TELECONTROLE 33 3,03%
AUTOMAÇÃO
485.04 SISTEMA DE TELEMEDIÇÃO 33 3,03%
485.05 SISTEMA DE AQUISIÇÃO DE DADOS 33 3,03%

* A Nota Técnica é um documento emitido pelas Unidades Organizacionais e destina-se a subsidiar as decisões da Agência.
(Fl. 20 da Nota Técnica no 368/2010-SRE/ANEEL, de 07/12/2010).

485.06 SISTEMA DE MONITORAMENTO 33 3,03%


SISTEMA DE PULVERIZAÇÃO DO SISTEMA DE PULVERIZAÇÃO DO
490 490.01 30 3,33%
ENVOLTÓRIO DE CONTENÇÃO ENVOLTÓRIO DE CONTENÇÃO
495.01 ESTAÇÃO HF 19 5,26%
495.02 ESTAÇÃO VHF 19 5,26%
495 SISTEMA DE RADIOCOMUNICAÇÃO 495.03 ESTAÇÃO UHF 19 5,26%
495.04 ESTAÇÃO MICROONDAS 19 5,26%
495.05 ESTAÇÃO FIBRA ÓTICA 19 5,26%
SISTEMA DE REFRIGERAÇÃO DE
SISTEMA DE REFRIGERAÇÃO DE
500 EMERGÊNCIA DO NÚCLEO DO 500.01 30 3,33%
EMERGÊNCIA DO NÚCLEO DO REATOR
REATOR
SISTEMA DE REFRIGERAÇÃO DO
505 505.01 SISTEMA DE REFRIGERAÇÃO DO REATOR 30 3,33%
REATOR
SISTEMA DE REFRIGERAÇÃO E SISTEMA DE REFRIGERAÇÃO E
510 PURIFICAÇÃO DO POÇO DE 510.01 PURIFICAÇÃO DO POÇO DE COMBUSTÍVEL 30 3,33%
COMBUSTÍVEL USADO USADO
SISTEMA DE RESFRIAMENTO DE SISTEMA DE RESFRIAMENTO DE
515 515.01 28 3,57%
EQUIPAMENTOS EQUIPAMENTOS
SISTEMA DE VIGILÂNCIA
520 520.01 SISTEMA DE VIGILÂNCIA ELETRÔNICA 20 5,00%
ELETRÔNICA
SISTEMA PARA GASEIFICAÇÃO DE
525 525.01 SISTEMA PARA GASEIFICAÇÃO DE CARVÃO 15 6,67%
CARVÃO
SISTEMA DE VAPOR PARA SISTEMA DE VAPOR PARA PRODUÇÃO
530 530.01 30 3,33%
PRODUÇÃO NUCLEAR NUCLEAR
535.01 SOFTWARE 5 20,00%
535 SOFTWARE
535.02 LICENÇA DE USO 5 20,00%
540 SUBESTAÇÃO SF 6 540.01 SUBESTAÇÃO SF 6 40 2,50%
545 SUBESTAÇÃO UNITÁRIA 545.01 SUBESTAÇÃO UNITÁRIA 28 3,57%
550.01 SISTEMA DE SUPRIMENTO DE ÁGUA 25 4,00%
550.02 SISTEMA DE PRÉ-TRATAMENTO 25 4,00%
SUPRIMENTO E TRATAMENTO
550 550.03 SISTEMA DE DESMINERALIZAÇÃO 25 4,00%
D'ÁGUA
SISTEMA DE INJEÇÃO DE PRODUTOS
550.04 25 4,00%
QUÍMICOS
555.01 DE UTILIZAÇÃO GERAL
555 TERRENO
555.09 DE UTILIZAÇÃO COMO PASSAGEM DE LINHA
TRANSFORMADOR DE
560 560.01 TRANSFORMADOR DE ATERRAMENTO 38 2,63%
ATERRAMENTO
565.01 AÉREO 25 4,00%
565.02 PEDESTAL, PLATAFORMA OU ESTALEIRO 25 4,00%
TRANSFORMADOR DE
565 565.03 SUBTERRÂNEO 29 3,45%
DISTRIBUIÇÃO
565.04 SUBMERSÍVEL 25 4,00%
SECO 25 4,00%
570.01 TRANSFORMADOR DE FORÇA 35 2,86%
570 TRANSFORMADOR DE FORÇA
570.02 AUTO-TRANSFORMADOR DE FORÇA 35 2,86%

* A Nota Técnica é um documento emitido pelas Unidades Organizacionais e destina-se a subsidiar as decisões da Agência.
(Fl. 21 da Nota Técnica no 368/2010-SRE/ANEEL, de 07/12/2010).

TRANSFORMADOR DE CORRENTE !"#$"%&"


33 3,03%
(USO EXTERNO)
TRANSFORMADOR DE CORRENTE < 69 kV
575.01 29 3,45%
(USO EXTERNO)
TRANSFORMADOR DE CORRENTE < 34,5 kV
29 3,45%
(USO INTERNO)
TRANSFORMADOR DE POTENCIAL !"#$"%&" 33 3,03%
TRANSFORMADOR DE POTENCIAL < 69 kV
575.02 (USO EXTERNO) 29 3,45%
575 TRANSFORMADOR DE MEDIDA
TRANSFORMADOR DE POTENCIAL < 34,5 kV
29 3,45%
(USO INTERNO)
TRANSFORMADOR DE POTENCIAL
575.11 33 3,03%
CAPACITIVO !"#$"%&"
TRANSFORMADOR DE POTENCIAL
575.12 29 3,45%
INTERMEDIÁRIO
575.13 TRANSFORMADOR DE DEFASAMENTO 29 3,45%
575.20 CONJUNTO DE MEDIÇÃO (TP e TC) 29 3,45%
TRANSFORMADOR DE SERVIÇOS TRANSFORMADOR DE SERVIÇOS
580 580.01 30 3,33%
AUXILIARES AUXILIARES
585.01 AÉREO-DERIVADO 26 3,85%
585 TURBINA A GÁS
585.02 INDUSTRIAL 26 3,85%
590 TURBINA EÓLICA (AEROGERADOR) 590.01 TURBINA EÓLICA (AEROGERADOR) 20 5,00%
595.01 PELTON 40 2,50%
595.02 FRANCIS 40 2,50%
595.03 KAPLAN 40 2,50%
595 TURBINA HIDRÁULICA
595.04 MICHELL-BANKI 40 2,50%
595.05 HÉLICE 40 2,50%
595.06 BULBO 40 2,50%
TURBINA A VAPOR (TURBO
600 600.01 TURBINA A VAPOR (TURBO GERADOR) 25 4,00%
GERADOR)
UNIDADE DE GERAÇÃO SOLAR UNIDADE DE GERAÇÃO SOLAR
605 605.01 25 4,00%
FOTOVOLTAICA FOTOVOLTAICA
610.05 PÁTIOS 33 3,03%
610.10 ESTRADAS 33 3,03%
610.15 RUAS 33 3,03%
610.20 PONTES 33 3,03%
610.25 VIADUTOS 33 3,03%
610.30 PASSEIOS 33 3,03%
610 URBANIZAÇÃO E BENFEITORIAS
610.35 CALÇADAS 33 3,03%
610.40 MUROS E CERCAS 33 3,03%
610.45 ÁRVORES, GRAMADOS E JARDINS 33 3,03%
610.50 AEROPORTO 33 3,03%
610.55 CAMPO DE POUSO 33 3,03%
610.60 HELIPORTO 33 3,03%

* A Nota Técnica é um documento emitido pelas Unidades Organizacionais e destina-se a subsidiar as decisões da Agência.
(Fl. 22 da Nota Técnica no 368/2010-SRE/ANEEL, de 07/12/2010).

610.65 ÁREA DE ESTACIONAMENTO 33 3,03%


615.01 DE USO ADMINISTRATIVO 5 20,00%
615 VEÍCULOS
615.02 DE USO OPERACIONAL 5 20,00%

8889/9+9%6)XI*EDE%P"RQ$H$#*Z$E%

62. Atualmente, a vida útil média do conjunto de ativos das concessionárias de distribuição é em
torno de 22 anos, variando entre 21 e 24 anos. Já para as concessionárias de transmissão a vida útil média
regulatória é de 34 anos, variando entre 31 e 36 anos.

63. Com a atual proposta, a vida útil das distribuidoras passa a situar em torno de 26 anos,
ocorrendo, portanto, um acréscimo de 4 anos na vida útil média regulatória. A figura abaixo apresenta a
variação média para as distribuidoras e transmissoras, considerando as taxas atuais e as propostas.

& "( ")

?*SGH$%hT%P"RQ$H$LM"%D)#HD%$%Z*N$%[#*I%$#G$I%D%$%QH"Q"E#$%

8>9%P;!P7d3i53%

64. A ANEEL iniciou, no ano de 2008, a revisão da Portaria DANEE n° 815, de 30 de novembro
de 1994, colhendo subsídios das diversas Superintendências da ANEEL, e realizando reuniões com agentes
do Setor Elétrico dos segmentos de geração, transmissão e distribuição de energia, bem como com
representantes de Associações representativas desses agentes, cuja participação no processo contribuiu de
maneira significativa para a atualização e melhoria dos controles patrimoniais do Setor Elétrico brasileiro.

* A Nota Técnica é um documento emitido pelas Unidades Organizacionais e destina-se a subsidiar as decisões da Agência.
(Fl. 23 da Nota Técnica no 368/2010-SRE/ANEEL, de 07/12/2010).

65. A instituição do Manual de Controle Patrimonial do Setor Elétrico - MCPSE atendeu, naquele
momento, a necessidade de controle do cadastro e das movimentações dos bens e instalações do Setor
Elétrico brasileiro pelas concessionárias, permissionárias, autorizadas. Entretanto, pela ótica do Órgão
Regulador, o acompanhamento patrimonial e a avaliação dos ativos em serviços outorgados de energia
elétrica, tanto para fins tarifários como para fins de reversão, ainda carecia da análise revisional das taxas de
depreciação atribuídas há décadas aos ativos em serviço no Setor Elétrico.

66. A evolução tecnológica, o surgimento de novos tipos de bens e instalações nos serviços de
eletricidade e a eminente necessidade do órgão regulador manter atualizados os seus critérios
regulamentares, especialmente aqueles atinentes à valoração de ativos em serviços outorgados, constituem
primordialmente as razões principais para a proposição de revisão regulamentar ora exposta nesta Nota
Técnica.

67. Conclui-se, portanto, pela necessidade de revisão imediata da Tabela XVI anexa ao Manual
de Controle Patrimonial do Setor Elétrico – MCPSE, considerando a metodologia exposta nos itens anteriores
e a tabela proposta no item III.2.2.

>9%45P;A5!:6bi53%

68. Recomenda-se a submissão da proposta de atualização das vidas úteis dos bens e
instalações em serviço no setor elétrico ao processo de Audiência Pública, com um prazo de 60 (sessenta)
dias para o envio de contribuições. Ressalta-se que todas as contribuições deverão pautar-se em estudos
técnicos e dados concretos que possibilitem a adequada análise e validação das informações apresentadas à
ANEEL.

* A Nota Técnica é um documento emitido pelas Unidades Organizacionais e destina-se a subsidiar as decisões da Agência.
(Fl. 24 da Nota Técnica no 368/2010-SRE/ANEEL, de 07/12/2010).

>89%6!5j;3%

69. Acompanham a presente Nota Técnica os seguintes Anexos:

! 6)DV"%8 – Relatório Técnico sobre a Pesquisa Internacional.


! 6)DV"%8 – Relatório Técnico sobre a Pesquisa de Fabricantes e Normas Técnicas.
! 6)DV"%888 – Relatório Técnico sobre a Pesquisa junto aos Agentes.
! 6)DV"%8> – Resultados Consolidados.

P76d:8;%57863%P64>67k;% 7dP86!;%6dBd3&;%:d64&5%Pk5<5475%
Especialista em Regulação Especialista em Regulação
de Serviços Públicos de Energia de Serviços Públicos de Energia
Matrícula: 1496691 Matrícula: 2353697

&k86B;%P;3&6%A;!&584;%P67:5846% A@4P8;%6!:45l%4;35778%
Especialista em Regulação Especialista em Regulação
de Serviços Públicos de Energia de Serviços Públicos de Energia
Matrícula: 1560164 Matrícula: 15001016
%
%
%
A6486%7d8m6%?5445846%P67:n577%
Especialista em Regulação
de Serviços Públicos de Energia
Matrícula: 1496744
%
%
%
:D%6("HN"T%

:6>8%6!&d!53%78A6%
Superintendente de Regulação Econômica

* A Nota Técnica é um documento emitido pelas Unidades Organizacionais e destina-se a subsidiar as decisões da Agência.