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BALANÇO ENERGÉTICO DO ESTADO DE SÃO PAULO – 2006 Ano Base : 2005
BALANÇO ENERGÉTICO DO ESTADO DE SÃO PAULO – 2006 Ano Base : 2005
BALANÇO ENERGÉTICO DO ESTADO DE SÃO PAULO – 2006 Ano Base : 2005

BALANÇO ENERGÉTICO DO ESTADO DE SÃO PAULO – 2006 Ano Base : 2005

Governo do Estado de São Paulo Secretaria de Energia, Recursos Hídricos e Saneamento Grupo Setorial de Tecnologia da Informação e Comunicação Companhia de Transmissão de Energia Elétrica Paulista

Série Informações Energéticas, 002

BALANÇO ENERGÉTICO DO ESTADO DE SÃO PAULO 2006

Ano Base 2005

São Paulo

2006

GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO SECRETARIA DE ENERGIA, RECURSOS HÍDRICOS E SANEAMENTO GRUPO SETORIAL DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO COMPANHIA DE TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA PAULISTA

Rua Bela Cintra, 847 - 11º andar 01415-903 - São Paulo - SP - Brasil Tel.: 55.11.3258.1090 Fax: 55.11.3259.9447

Home Page: http://www.energia.sp.gov.br E-mail: energia@serhs.sp.gov.br

Depósito Legal – Centro de Informação e Referência – Transmissão Paulista

TRANSMISSÃO PAULISTA-CATALOGAÇÃO NA FONTE

SÃO PAULO (ESTADO). SECRETARIA DE ENERGIA, RECURSOS HÍDRICOS E SANEAMENTO Balanço Energético do Estado de São Paulo 2006: Ano Base 2005 / SECRETARIA DE ENERGIA, RECURSOS HÍDRICOS E SANEAMENTO.--São Paulo, 2 006. 212 p.--(Série Informações Energéticas, 002)

1. Balanço energético. I. Título.II. Série.

Apresentação

A Secretaria de Energia, Recursos Hídricos e Saneamento do Estado de São Paulo

apresenta o Balanço Energético Estadual de 2006, compreendendo a série histórica de 1992 a 2005, com os fluxos energéticos das fontes primárias e secundárias de energia, desde a produção até o consumo final dos principais setores da economia paulista.

Este trabalho, além de conter os clássicos balanços energéticos anuais consolidados

e um conjunto de tabelas e gráficos destinados a mostrar, sob diversos ângulos, a

evolução e o estágio da oferta e da demanda de cada um dos energéticos utilizados pelos diversos setores da sociedade paulista, também apresenta dados e

informações energéticas regionalizadas e ambientais.

Esta edição tem como base as informações do ano de 2005, que apresentou uma taxa de crescimento preliminar de 2,9% no Produto Interno Bruto do Estado de São Paulo, quando a performance de sua atividade econômica correlacionada ao comportamento energético, registrou um acréscimo anual de 2,8% no Consumo Final da matriz energética paulista.

Este Balanço Energético tem entre suas principais funções, o papel de instrumento para a realização e a consolidação das políticas comuns ao setor de infra-estrutura, constituindo-se em um elo fundamental para vários tipos de estudos, tais como:

planejamento energético; viabilização de novas tecnologias; busca de eficiência energética; preservação ambiental; desenvolvimento de novos negócios e políticas sociais voltadas aos segmentos de baixa renda.

Em harmonia com a determinação do Governo do Estado, que é a de facilitar o acesso público aos sistemas de informações, esta edição encontra-se disponível na Internet, onde podem ser feitos esclarecimentos através do e-mail:

energia@serhs.sp.gov.br .

Com a publicação deste trabalho, esta Secretaria mantém o acesso da sociedade a uma das principais fontes de informações sobre energia e, principalmente, continua contribuindo para responder aos desafios e as necessidades da população e do desenvolvimento do Estado de São Paulo.

contribuindo para responder aos desafios e as necessidades da população e do desenvolvimento do Estado de

SUMÁRIO

1. INTRODUÇÃO

3

1.1. PREÂMBULO

5

1.2. O ESTADO DE SÃO PAULO

6

1.3. VISÃO GERAL DA MATRIZ ENERGÉTICA DO ESTADO DE SÃO PAULO

8

1.4. ALTERAÇÕES INCORPORADAS AO BEESP 2006

15

1.5. PRINCIPAIS DIFERENÇAS ENTRE O BEESP E O BEN

16

1.6. CONTEÚDO DO BALANÇO ENERGÉTICO DO ESTADO DE SÃO PAULO

17

2. RESUMO DO PERÍODO EM ANÁLISE

21

3. OFERTA E DEMANDA DE ENERGIA POR FONTE

33

4. CONSUMO DE ENERGIA POR SETOR

53

5. COMÉRCIO EXTERNO DE ENERGIA

71

6. BALANÇOS DOS CENTROS DE TRANSFORMAÇÃO

79

7. ENERGIA E SÓCIO-ECONOMIA

83

8. RECURSOS E RESERVAS ENERGÉTICAS

95

9. ANEXOS

101

9.1. ASPECTOS REGIONAIS

103

9.2. ASPECTOS HISTÓRICOS

111

9.3. CAPACIDADE INSTALADA

119

9.4. EMISSÕES DE CO 2

123

9.5. ESTRUTURA GERAL DO BALANÇO

131

9.6. TRATAMENTO DAS INFORMAÇÕES

139

9.7. FATORES DE CONVERSÃO

153

9.8. BALANÇOS ENERGÉTICOS CONSOLIDADOS

157

1. INTRODUÇÃO

Capítulo 1

Introdução

Balanço Energético do Estado de São Paulo – Ano Base 2005

1.1. PREÂMBULO

O Balanço Ene rgético do E stado de São Paulo - BEESP é um anuá rio estatístico de ene rgia, desenvolvido e publicado pela Secreta ria de Ene rgia, Recu rsos Híd ricos e Saneamento em conjunto com a Direto ria Técnica da Companhia de Transmissão de Ene rgia Elétrica Paulista - CTEEP, com o objetivo de divulga r dados e info rmações sob re produção, transformação e consumo de energia no Estado, de modo a proporcionar uma melho r avaliação da estrutu ra e da evolução de sua Matriz Ene rgética e, p rincipalmente, subsidia r os estudos de planejamento e de política ene rgética.

A s info rmações e os dados contidos neste anuá rio devem se r vistos como um instrumento de auxílio para todos que pretendem estudar, analisar e discutir os aspectos técnicos na á rea ene rgética paulista, especialmente àqueles voltados a ofe rta e a demanda de energia.

Assim, o Balanço Energético do Estado de São Paulo – 2006, com base em dados referentes ao ano de 2005, apresenta as séries históricas do período de 1992 a 2005, discriminadas por insumos energéticos e por setores da economia. A consolidação desses dados é explicitada ano a ano em anexos no final deste anuá rio, através dos quais podem -se obse rva r os fluxos de ene rgia das dife rentes fontes p rimá rias e secundá rias.

Alguns dados e info rmações contidas em anos ante rio res fo ram revisados, justificando -se

desta maneira,

as eventuais dife renças com dados de balanços ante rio res.

Igualmente ao ano ante rio r, as estimativas das emissões de CO2 fo ram calculadas segundo a metodologia mais utilizada inte rnacionalmente, consolidada no âmbito do

G reenhouse Gas Inventory - Reference Manual, com a participação do Intergovernmental

Panel on Climate Change,

ope ration and Development e United Nations Environment P rog ramme.

fo r E conomic Co -

Inte rnational Ene rgy Agency, O rganization

Apesa r de distinto do Balanço Ene rgético Nacional - BEN, quanto à metodologia de contabilização energética utilizada, procurou-se, em benefício dos usuários, manter a ap resentação das p rincipais tabelas e info rmações em fo rmatos semelhantes aos adotados naquela publicação.

Capítulo 1

Introdução

Balanço Energético do Estado de São Paulo – Ano Base 2005

1.2 O ESTADO DE SÃO PAULO

DADOS GERAIS

UNIDADE

2005

Área do Estado

km 2

248.600

População Total

10 3 hab.

40.233

Densidade Demográfica

hab./km 2

161,8

Domicílios Totais

10 3 moradias

11.855

Produto Interno Bruto - PIB

10 6 Reais de 2003

547.350

Capacidade Nominal Instalada

MW

14.515

Capacidade Hidráulica Instalada

MW

13.607

Energia Gerada

GWh

64.502

Energia Recebida

GWh

58.467

Energia Requerida

GWh

122.969

Consumo Final Energético

10 9 kcal

494.199

Intensidade Energética Total

10 3 kcal/R$ de 2003

0,903

Consumo Energético per Capita

10 3 kcal/hab.

12.283

 

636.781

Demanda de Energia Suficiência Energética

10 9 kcal 10 9 kcal

313.668 (49,3%)

COMPARATIVO ENERGÉTICO ENTRE 2004 E 2005

Fonte: Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados - SEADE

No ano de 2005, a atividade econômica nacional apresentou uma discreta expansão em relação ao ano ante rio r, quando o PIB – P roduto Inte rno B ruto, divulgado pelo IBGE, resultou em uma taxa de 2,3% para o B rasil.

O PIB do Estado de São Paulo apresentou uma expansão um pouco superior à média

nacional, com um crescimento de 2,9% em relação a 2004, confo rme estudo p relimina r divulgado pela Fundação SEADE. O setor industrial paulista, com um acréscimo de 4,0%

em relação ao ano anterior (em 2004 este setor registrou uma taxa de 12,9% ), teve seu compo rtamento influenciado, p rincipalmente, pela queda das expo rtações, em razão da

valo rização do real em compa ração ao dóla r.

serviços, registraram expanções de 3,3% e 1,9%, respectivamente.

O PIB estadual, dos seto res ag ropecuá rio e

A Oferta Total de energia no Estado de São Paulo, em 2005, foi de 813.198x10 9 kcal,

significando um ligeiro acréscimo de 0,5% em relação ao ano ante rio r (809.542x10 9 kcal). Em termos de energia primária, quase todos os insumos energéticos apresentaram crescimentos na oferta, destacando-se o gás natural com um acréscimo de 16,1%

(38.649x10 9 kcal) em relação aos 33.280x10 9 kcal do ano anterior. Em termos de energia secundá ria, os destaques positivos fo ram o crescimento de 16,7% do óleo diesel, 6.766x10 9 kcal contra 5.796x10 9 kcal do ano anterior e de 13,0% do querosene, 278 x10 9 kcal contra 246x10 9 kcal em 2004.

No ano de 2005, o Consumo Final (Energético + Não Energético) registrou um crescimento de 2,8% em relação ao ano anterior (598.566x10 9 kcal / 582.442x10 9 kcal), como resultado da evolução de 3,5% nos usos Energéticos (494.199x10 9 kcal / 477.382x10 9 kcal) e de uma redução de 0,7% nos usos Não Energéticos (104.367x10 9 kcal / 105.060x10 9 kcal). O Consumo Final de Energia P rimária e o de Energia Secundária apresentaram no mesmo período, acréscimos de 11,3% (59.106x10 9 kcal / 53.101x10 9 kcal) e 1,9% (539.460x10 9 kcal / 529.341x10 9 kcal), respectivamente.

Capítulo 1

Introdução

Balanço Energético do Estado de São Paulo – Ano Base 2005

Em relação à evolução do Consum o Final dos p rincipais ene rgéticos destacou -se o

aumento do consumo do Gás Natural (16,2% ), Gás de Coqueria (14,0% ), Álcool Etílico (8,1% ) e Eletricidade (6,7% ), com redução nos consumos de Nafta (-17,3% ), Óleo

Combustível (-12,3% ),

Coque de Carvão Mineral (-6,3% ) e GLP (-2,6% ).

Merece destaque o contínuo crescimento da participação do gás natural na matriz ene rgética paulista que, g radualm ente, vem substituindo outros ene rgéticos, com um consumo, em 2005, representando 6,4% da energia total do Estado de São Paulo.

PARTICIPAÇÃO DA ENERGIA ELÉTRICA DO ESTADO DE SÃO PAULO NO CONTEXTO NACIO NAL

No ano de 2005 o consumo de energia elétrica, incluindo autoprodutores, foi de 118.439 GW h, registrando um crescimento de 6,7% em relação ao ano anterior (111.011 GW h ). A distribuição do consum o de ene rgia elétrica po r seto res foi de 59.732 GW h para o industrial (50,4% ), que teve um crescimento de 8,6% com relação ao ano ante rio r, 26.099 GW h pa ra o residencial (22,0% ); 17.867 GW h pa ra o com e rcial (15,1% ) e de 14.741 GW h para os demais setores (12,5% ). Com a expansão de 12,4%, no período, a autoprodução de eletricidade atingiu o patamar de 11.776 GW h, ou seja, 14,1% da produção total do Estado.

A Capacidade Nom inal Instalada pa ra a ge ração de ene rgia elétrica do E stado de São Paulo, com 14.515 MW no ano de 2005, rep resentou ce rca de 15,6% do B rasil.

Pa r ticipa ç ão da s Em pre s a s no Total da C apa cidade Ins talada no Es tado de São Paulo no A no de 2 0 0 5 - 1 4.5 1 5 M W

Duke Ene rgy

15,9%

EMA E

12,4%

A ES - TIETÊ 18,3% Demais 2,0% CESP
A ES - TIETÊ
18,3%
Demais
2,0%
CESP

51,4%

Dentre as empresas geradoras do Estado, a CESP – Companhia Energética de São Paulo, com 7.455 MW é a que possui a maio r capacidade nom inal instalada, seguida pela AES - Tietê S/A com 2.651 MW , pela Duke Ene rgy Inte rnational, G e ração Pa ranapanema S/A com 2.306 MW , pela EMAE – Emp resa Metropolitana de Águas e Ene rgia S/A com 1.797 MW e as demais concessioná rias com 306 MW .

Capítulo 1

Introdução

Balanço Energético do Estado de São Paulo – Ano Base 2005

CapacidadeInstalada noEstado deSãoPaulo - MW

 

ANOS

Discriminação

1996

1997

1998

1999

2000

2001

2002

2003

2004

2005

96 a 05

Capacidade

11.800,5 11.970,9 12.153,8 12.788,0 13.292,0 13.695,6 14.201,6 14.514,8 14.514,8 14.514,8

 

Acréscimo

796,0

170,4

182,9

634,2

504,0

403,6

506,0

313,2

0,0

0,0 3.510,3

Variação%

7,2

1,4

1,5

5,2

3,9

3,0

3,7

2,2

0,0

0,0

31,9

Nos últim os 10 anos, houve um a am pliação na capacidade instalada das concessioná rias paulistas de energia elétrica, através da construção de novas unidades geradoras e da repotenciação de usinas remanescentes, cujo resultado foi o increm ento de 3.510,3 MW na capacidade de ge ração, co rrespondendo a 31,9% de acréscim o na capacidade instalada do E stado de São Paulo

AcréscimosdaCapacidadenoEstadodeSãoPaulo - MW

 

ANOS

 

Discriminação

1996

1997

1998

1999

2000

2001

2002

2003

2004

2005

96a05

NovasUnidades

443,1

7,2

176,5

618,4

504,0

311,6

500,0

310,0

0,0

0,0

2.870,8

Repotenciação

354,0

163,2

6,4

17,5

0,0

92,0

7,5

3,2

0,0

0,0

643,8

RetiradadeOperação

(1,1)

0,0

0,0

(1,7)

0,0

0,0

(1,5)

0,0

0,0

0,0

(4,3)

Total

796,0

170,4

182,9

634,2

504,0

403,6

506,0

313,2

0,0

0,0

3.510,3

No ano de 2005, o consum o de ene rgia elétrica no E stado de São Paulo, excluindo autoprodutores, foi de 103.737 GW h, registrando um crescimento de 3,8% em relação ao ano ante rio r (99.931 GW h). A distribuição do consum o de ene rgia elétrica po r seto res foi de 47.964 GW h para o industrial (46,2% ), 26.099 GW h para o residencial (25,2% ), 17.867 GW h para o comercial (17,2% ) e de 11.807 GW h para os demais setores (11,4% ), vide p.114.

Segundo a EPE – Empresa de Pesquisa Energética, empresa pública vinculada ao MME – Ministé rio de Minas e Ene rgia, no ano de 2005, o consumo de ene rgia elétrica no país teve um incremento de 4,6% (335.411 GW h) em relação a 2004 (320.772 GW h). Foram registrados acréscimos de 5,4% no setor residencial (82.693 GW h), de 2,4% no setor industrial (149.542 GW h), de 7,2% no setor comercial (53.239 GW h), de 7,3% no setor rural (15.576 GW h) e de 7,3% nos demais setores (34.360 GW h). A Capacidade Nominal Instalada no B rasil no ano de 2005 foi de 92.866 MW , apontando um crescimento de 2,3%, em relação ao ano anterior.

1.3. VISÃO GERAL DA MATRIZ ENERGÉTICA DO ESTADO DE SÃO PAULO

A Figura 1.1 representa, de form a sintética, o Fluxo Global de Energia no Estado no ano de 2005, na unidade 10 kcal. Observa-se que a Oferta Total atingiu 813.198 x 10 9 kcal, com posta em sua m aior parte pelo Petróleo (47,6% ) e Cana-de-Açúcar (27,4% ). A Energia Hidráulica participa com 7,7%, o Gás Natural com 4,8%, o Carvão Mineral com 2,0% e as dem ais fontes prim árias com 10,5%. Com relação a utilização da Oferta Total de energia, quase a m etade foi para os setores Industrial e de Transportes que consum iram 29,3% e 18,8%, respectivam ente. O restante foi utilizado assim: 23,3% para Exportação, Exportação Estadual, Transform ação e Ajustes de Energia, 12,8% para Usos Não Energéticos, 5,2% para o Setor Residencial, 7,5% para os Demais Setores e 3,1% para Perdas Diversas.

9

Capítulo 1

Introdução

Balanço Energético do Estado de São Paulo – Ano Base 2005

Transformação/

Exportação/

(189.511)

Ajustes

23,3%

Residencial

Energéticos

Usos Não

(42.289)

(104.367)

5,2%

12,8%

Energético

Comercial/

(21.929)

(27.918)

Público

Setor

2,7%

3,4%

Transportes

(153.282)

Figura 1.1 - MATRIZ ENERGÉTICA PAULISTA - 2005

Agropecuário

18,9%

(10.160)

1,3%

Industrial

(238.621)

29,3%

Perdas na Distrib. e Armazenagem

(25.121)

3,1%

kcal)

9

(Valores em 10

Var.Estoques

Importação/

(58.753)

7,2%

(222.674)

Cana de

Açúcar

27,4%

(12.067)

Lenha

1,5%

e Derivados

(386.951)

Petróleo

47,6%

(15.293)

Outras

1,8%

Carvão Mineral

(15.952)

2,0%

47,6% (15.293) Outras 1,8% Carvão Mineral (15.952) 2,0% (813.198) OFERTA TOTAL Gás Natural (38.649) 4,8%
47,6% (15.293) Outras 1,8% Carvão Mineral (15.952) 2,0% (813.198) OFERTA TOTAL Gás Natural (38.649) 4,8%

(813.198)

OFERTA

TOTAL

Carvão Mineral (15.952) 2,0% (813.198) OFERTA TOTAL Gás Natural (38.649) 4,8% Energia Hidráulica (62.859)
Carvão Mineral (15.952) 2,0% (813.198) OFERTA TOTAL Gás Natural (38.649) 4,8% Energia Hidráulica (62.859)
Carvão Mineral (15.952) 2,0% (813.198) OFERTA TOTAL Gás Natural (38.649) 4,8% Energia Hidráulica (62.859)
Carvão Mineral (15.952) 2,0% (813.198) OFERTA TOTAL Gás Natural (38.649) 4,8% Energia Hidráulica (62.859)
Carvão Mineral (15.952) 2,0% (813.198) OFERTA TOTAL Gás Natural (38.649) 4,8% Energia Hidráulica (62.859)
Carvão Mineral (15.952) 2,0% (813.198) OFERTA TOTAL Gás Natural (38.649) 4,8% Energia Hidráulica (62.859)
Carvão Mineral (15.952) 2,0% (813.198) OFERTA TOTAL Gás Natural (38.649) 4,8% Energia Hidráulica (62.859)
Carvão Mineral (15.952) 2,0% (813.198) OFERTA TOTAL Gás Natural (38.649) 4,8% Energia Hidráulica (62.859)
Carvão Mineral (15.952) 2,0% (813.198) OFERTA TOTAL Gás Natural (38.649) 4,8% Energia Hidráulica (62.859)
Carvão Mineral (15.952) 2,0% (813.198) OFERTA TOTAL Gás Natural (38.649) 4,8% Energia Hidráulica (62.859)
Carvão Mineral (15.952) 2,0% (813.198) OFERTA TOTAL Gás Natural (38.649) 4,8% Energia Hidráulica (62.859)
Carvão Mineral (15.952) 2,0% (813.198) OFERTA TOTAL Gás Natural (38.649) 4,8% Energia Hidráulica (62.859)
Carvão Mineral (15.952) 2,0% (813.198) OFERTA TOTAL Gás Natural (38.649) 4,8% Energia Hidráulica (62.859)
Carvão Mineral (15.952) 2,0% (813.198) OFERTA TOTAL Gás Natural (38.649) 4,8% Energia Hidráulica (62.859)
Carvão Mineral (15.952) 2,0% (813.198) OFERTA TOTAL Gás Natural (38.649) 4,8% Energia Hidráulica (62.859)
Carvão Mineral (15.952) 2,0% (813.198) OFERTA TOTAL Gás Natural (38.649) 4,8% Energia Hidráulica (62.859)
Carvão Mineral (15.952) 2,0% (813.198) OFERTA TOTAL Gás Natural (38.649) 4,8% Energia Hidráulica (62.859)
Gás Natural (38.649) 4,8%
Gás
Natural
(38.649)
4,8%
Energia Hidráulica (62.859) 7,7%
Energia
Hidráulica
(62.859)
7,7%
Natural (38.649) 4,8% Energia Hidráulica (62.859) 7,7% Secretaria de Energia, Recursos Hídricos e Saneamento 9

Capítulo 1

Introdução

Balanço Energético do Estado de São Paulo – Ano Base 2005

Estrutura do Consumo Final Energético

(1980/1985/1990/1995/2000/2005)

Gráfico 1.3 - 1980 264.772 x 10 9 kcal

Eletricidade Á lco o l Etílico Outras B io m assa 15% 2% 6% 16%
Eletricidade
Á lco o l
Etílico
Outras
B io m assa
15%
2%
6%
16%
D eriv.de
P etró leo

Gráfico 1.5 - 1990 323.571 x 10 9 kcal

61%

Gás Eletricidade Natural Á lco o l Etílico 20% 1% 7% Outras 6% Deriv.de B
Gás
Eletricidade
Natural
Á lco o l
Etílico
20%
1%
7%
Outras
6%
Deriv.de
B iomassa
P etró leo
21%
45%

Gráfico 1.7 - 2000 434.334 x 10 9 kcal

Gás Eletricidade Natural Á lco o l Etílico 21% Outras 3% 4% 5% B iomassa
Gás
Eletricidade
Natural
Á lco o l
Etílico
21%
Outras
3%
4%
5%
B iomassa
18%
Deriv.de
P etró leo

49%

Gráfico 1.4 - 1985 280.178 x 10 9 kcal

Eletricidade Á lco o l Etílico 20% 5% B iomassa Outras 24% 7% Deriv.de
Eletricidade
Á lco o l
Etílico
20%
5%
B iomassa
Outras
24%
7%
Deriv.de

Gráfico 1.6 - 1995 386.843 x 10 9 kcal

P etró leo

44%

Gás Natural Eletricidade Á lco o l Etílico 2% 20% 7% Outras 6% B io
Gás
Natural
Eletricidade
Á lco o l
Etílico
2%
20%
7%
Outras
6%
B io m assa
D
eriv.de
19%
P etró leo

Gráfico 1.8 - 2005

494.199

x 10 9 kcal

46%

Gás Eletricidade Natural Á lco o l Etílico 21% 8% 4% Outras 5% Deriv.de P
Gás
Eletricidade
Natural
Á lco o l
Etílico
21%
8%
4% Outras
5%
Deriv.de
P etró leo
B iomassa
39%
23%

Os gráficos 1.3 a 1.8, representam a estrutura de Consumo Final Energético para os anos de 1980, 1985, 1990, 1995, 2000 e 2005. Nestes gráficos, destaca-se a adaptação relativamente rápida da oferta às condições adversas impostas pelos sucessivos choques de preços do petróleo. Observa-se que em 1980, os Derivados de Petróleo, apesar de terem recuado em seu desempenho nos anos anteriores, ainda detinham uma participação de 61% do consumo final, a Biomassa 16%, a Eletricidade 15% e o restante dos energéticos 8%. Em 1985, a parcela relativa aos Derivados de Petróleo diminuiu para 44%, mantendo-se próximo desse patamar em 1990 e 1995, subindo para 49% em 2000, voltando a decrescer para 39% em 2005.

Capítulo 1

Introdução

Balanço Energético do Estado de São Paulo – Ano Base 2005

A Biom assa que havia conquistado uma pa rticipação de 24% em 1985 decresceu ao longo dos anos até atingir 18% em 2000, retomou o crescimento e em 2005 participou com 23%. A Eletricidade m anteve um a pa rticipação m édia de 20% no pe ríodo de 1985 a 2005. O Álcool Etílico que em 1980 pa rticipou com 2% , cresceu até atingir 7% em 1990, mantendo-se no mesmo patamar em 1995, decresceu posteriormente, registrando 4% em 2000 e 2005. O G ás Natural despontou em 1990 com 1%, foi crescendo gradativamente, até fechar no ano de 2005 com 8% de participação na matriz energética paulista.

A estrutura do consumo dos principais setores, em 2005, é apresentada nos gráficos 1.9 a

1.12.

Gráfico 1.9 - Setor Industrial

238.621 x 10 9 kcal

Deriv.de Gás Natural Coque Carv. Petróleo 13,7% Mineral 10,2% 4,7% Outros 6,0% Eletricidade Biomassa 21,5%
Deriv.de
Gás Natural
Coque Carv.
Petróleo
13,7%
Mineral
10,2%
4,7%
Outros
6,0%
Eletricidade
Biomassa
21,5%
43,9%

Gráfico 1.11 - Setor Residencial 42.289 x 10 9 kcal

Gráfico1.10 - Setor Transporte 153.282x10 9 kcal

Álcool Etílico

Querosene 12,9% Gasolina 11,1% Óleo 26,9% Combustível 3,1% Outros 2,6% ÓleoDiesel
Querosene
12,9%
Gasolina
11,1%
Óleo
26,9%
Combustível
3,1%
Outros
2,6%
ÓleoDiesel

43,4%

Gráfico 1.12 - Setor Comercial/Público 27.918 x 10 9 kcal

Gás Óleo Lenha GLP Natural Outros 8,6% GLP Diesel 36,0% 3,5% 5,7% 5,0% 2,1% Outros
Gás
Óleo
Lenha
GLP
Natural
Outros
8,6%
GLP
Diesel
36,0%
3,5%
5,7%
5,0%
2,1%
Outros
2,3%
Eletricidade
Eletricidade
53,1%

83,7%

O setor Industrial em 2005, gráfico 1.9, apresentou um a participação preponderante da

Biomassa com 43,9% do total de consumo, sendo que o bagaço de cana representa

36,5% , consum ido essencialm ente pelo segm ento sucro -alcooleiro e, em m eno r escala, a lenha com 3,1%, utilizada principalmente no setor de papel e celulose. A Eletricidade

pa rticipou com 21,5% , o Gás Natu ral com 13,7% , os De rivados de Petróleo com 10,2% e

os dem ais energéticos com 10,7%.

aum entando sua pa rticipação neste seto r, p rincipalm ente em função da substituição de

Observa-se que gradualm ente, o Gás Natural vem

caldeiras e fo rnos industriais m ovidos, o riginalm ente, po r Ó leo Com bustível.

Capítulo 1

Introdução

Balanço Energético do Estado de São Paulo – Ano Base 2005

No seto r de T ranspo rtes, de tradicional domínio dos De rivados de Petróleo, destaca ram -

se os consumos do Óleo Diesel (43,4% ), da Gasolina (26,9% ), do Álcool Etílico (12,9% ) e

do Querosene (11,1% ), conforme pode ser observado no gráfico 1.10. O item Outros foi com posto pelo Gás Natu ral (2,5% ) e Eletricidade (0,1% ). O T ranspo rte Rodoviá rio foi

responsável por cerca de 83,9% do total do consumo deste setor.

O seto r Residencial – g ráfico 1.11, continua ap resentando um consum o clássico de

Eletricidade pa ra ilum inação, refrige ração e aquecim ento de água da o rdem de 53,1% do total. A cocção de alim entos através de fogões a base de GLP significou 36,0%, de Lenha 8,6% e 2,3% co rrespondem a outros ene rgéticos, entre os quais o Gás Natu ral, cuja

pa rticipação neste seto r ainda é bastante inexp ressiva, co rrespondendo a 2,1% do total.

Tanto o setor Comercial quanto o Público – gráfico 1.12, apresentaram juntos um

consum o de Eletricidade, de 83,7% do total. Dos demais com bustíveis, o G LP com 5,7%

e o Ó leo Diesel com 5,0% são os mais exp ressivos. O G LP e o Gás Natu ral contribuem com uma maior participação no setor Comercial, com 5,7% e 3,4%, respectivamente. As

m aio res utilizações desses com bustíveis estão ligadas a ilum inação pública e p rivada,

acionam entos elétricos e hid ráulicos de elevado res, escadas rolantes e esteiras, condicionam ento de a r em ambientes com e rciais, além de pa rcelas co rrespondentes cocção de alimentos, aquecimento de água, armazenamento de materiais perecíveis e sistemas de proteção e segurança.

O g ráfico 1.13, mostra a evolução da suficiência ene rgética estadual, definida com o sendo

à

a relação entre a pa rcela de ene rgéticos p roduzidos no E stado e a dem anda total,

incluindo as perdas. Observa-se que esse percentual em 1992 alcançou 46,4%, em 1996

44,3% e em 2000 ap resentou um a meno r pa rticipação (40,4% ), recupe
44,3% e em 2000 ap resentou um a meno r pa rticipação (40,4% ), recupe rando -se
atingindo 49,3, em 2005.
a seguir,
Gráfico 1.13 - Evolução da Suficiência Energética (%)
50
49
48
47
46
45
44
43
42
41
40
39
38
1992 1993 1994 1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005

Capítulo 1

Introdução

Balanço Energético do Estado de São Paulo – Ano Base 2005

Enfocando especificamente a dependência de petróleo, definida como a fração de petróleo impo rtado do exte rio r em relação ao consumo final, descontadas as expo rtações, ilustrada no g ráfico 1.14, obse rva -se que houve uma eno rme oscilação na pa rticipação dessa dependência dentro do E stado de São Paulo.

Em 1992, 29% do petróleo processado era importado do exterior. Posteriormente, essa po rcentagem subiu até 42% no biênio 93/94, pa ra cair novamente em 1995, atingindo a ma rca de 26%. Voltou a cresce r até 1998 pa ra 40% e novamente decresceu, drasticamente, para 13% em 2000. Atualmente esta dependência encontra-se na faixa dos 12,3%.

Gráfico 1.14 - Pe tróleo Importado do Exte rior Proce ssado em São Paulo (%)
Gráfico 1.14 - Pe tróleo Importado do Exte rior
Proce ssado em São Paulo (%)
44
40
36
32
28
24
20
16
12
8
4
0
1992 1993
1994
1995
1996 1997
1998
1999 2000
2001
2002 2003
2004 2005
O s dados e informações apresentados anteriormente mostram que a transformação

estrutural da Matriz Energética do Estado de São Paulo, iniciada após os “choques do petróleo”, está em processo de mudança a curto e médio prazo, apontando para uma

m aio r pa rticipação da Biom assa e do G ás Natu ral.

Pa ra com pleta r esta visão global da Matriz Ene rgética, analisam -se a seguir os p rincipais indicado res ene rgéticos relacionados com os da sócio -econom ia: Intensidade Ene rgética

e Consumo “pe r capita ” de Ene rgia.

Essas relações são apresentadas, respectivamente, nos gráficos 1.15 e 1.16. A análise desses g ráficos m ostra um compo rtam ento dife renciado ao longo de dois pe ríodos

distintos, tanto da Intensidade Ene rgética com o do Consum o “Pe r Capita ” de Ene rgia.

O bse rva -se inicialm ente um crescim ento mais acentuado desses indicado res, a

1996 até 1999, decaindo em seguida, devido p rincipalm ente a desvalo rização cambial,

para então, novamente retomar um crescimento gradual a partir de 2002.

pa rtir de

Com refe rência a Intensidade Ene rgética Total, ap resentada aqui pela relação “kcal/PIB ”, constata -se uma ligeira flutuação no pe ríodo com p reendido entre 1992 e 1995, quando então a atividade econômica estadual passa a crescer lentamente, mantendo-se estável até 1999. A pa rtir de então, face a nova realidade cam bial, inicia -se um a nova fase de recupe ração g radual da intensidade ene rgética, ca racte rizada po r um a busca de m aio r eficiência nos usos da ene rgia, dem onstrada pelo valo r da intensidade em 2005, que foi de 0,903x10 ³ kcal/R$.

Capítulo 1

Introdução

Balanço Energético do Estado de São Paulo – Ano Base 2005

G rá fico 1.15 - Evoluçã o da In te nsida de Ene rgé tica
G rá fico 1.15 - Evoluçã o da In te nsida de Ene rgé tica To ta l
(10 3 kcal/R$ de 2003)
1,000
0,950
0,900
0,850
0,800
0,750
0,700
0,650
0,600
0,550
0,500
1992 1993 1994 1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005

O comportamento do Consumo “per capita” no Estado apresenta, também fases distintas. De 1992 a 1997 este indicado r cresce com maio r intensidade, p rincipalm ente após a im plantação do Plano Real, atingindo o patam a r de 12.658 x 10 3 kcal/hab em 1997, caindo continuamente até o ano 2002, quando a partir desse ano voltou a crescer, apontando um consumo per capita de 12.283 x 10 3 kcal/hab em 2005.

Grá fico 1.16 - Evoluçã o do Consum o pe r Ca pita (10 3 kcal/hab.)

13.000

12.500

12.000

11.500

11.000

10.500

10.000

9.500

9.000

1992 1993 1994 1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005

Capítulo 1

Introdução

Balanço Energético do Estado de São Paulo – Ano Base 2005

1.4. ALTERAÇÕES INCORPORADAS AO BEESP 2006

Na Tabela 3-03 Gás Natural , foram computados no item O utros da Indústria, os consumos da indústria de vid ros, centrais elétricas e demais segm entos da indústria.

Dentre os insumos que compõem a Tabela 3-09 Outras Fontes P rimárias , foram conside rados os dados de lixívia do seto r de papel e celulose e os ap roveitam entos de pó de se rra, b riquetes de m adeira e cavacos não utilizados no seto r de papel e celulose, além de resíduos agrícolas e industriais como a palha de arroz e a borra de café.

No item Público , constante da Tabela 3 -10 Ó leo Diesel , foi conside rada a adição dos valores informados pela ANP referentes aos consumos utilizados nos setores “entidades públicas” e “forças armadas”.

Na Tabela 3 -13 Gasolina , o valo r refe rente a T ranspo rte Rodoviá rio corresponde a 76% do total indicado pela ANP, sendo os dem ais 24% relativos ao álcool anid ro adicionado à gasolina, indicados na Tabela 3 -24 Á lcool Anid ro , linha Transporte Rodoviário.

Na Tabela 3 -14 G LP , o valo r indicado de P rodução corresponde ao GLP produzido nas Refina rias de Petróleo som ado ao volume p roduzido na Central Petroquím ica instalada no Estado de São Paulo (Petroquímica União).

Na Tabela 3 -15 Nafta , o valo r indicado de Consum o Final Não Ene rgético corresponde ao

volum e p roduzido na (P etroquím ica União ).

P aulo

Central Petroquím ica instalada

no E stado

de

S ão

Como em anos anteriores, na Tabela 3-16 Querosene , os dados de Querosene de Aviação da ANP foram totalmente alocados em Transporte Aéreo . Já os dados de Q uerosene Iluminante da ANP, relativos a postos de revenda, comercial e distribuidores independentes, foram incorporados ao Consumo do Setor Residencial.

Na Tabela 3-20 Coque de Carvão Mineral , o valor co rrespondente a Fe rro G usa e Aço foi obtido exclusivam ente da COSIPA, enquanto que o valo r co rrespondente a Cim ento foi obtido do SNIC – S indicato Nacional da Industria do Cim ento.

Na Tabela 3-27 Outras Secundárias , sistematicamente alocam -se, nesta tabela, os dados de Coque de Petróleo com o o p rincipal insum o ene rgético.

A

série histórica dos valores do P roduto Interno Bruto – PIB foi atualizada, substituindo -se

o

ano de referência dos preços de mercado do PIB (reais de 2002 para reais de 2003),

com base nas informações da Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados –

SEADE.

As Tabelas 7-01; 7-02; 7-03; 7-04; 7-06; 9.2.6 e 9.2.7 fo ram alte radas devido a atualização da série histórica do PIB – P roduto Interno B ruto, conforme citação anterior.

Na Tabela 8.2.6.1 - Rese rvas P rovadas , os valores de Ó leo e G ás Natural para o ano 2005 fo ram redim ensionados pela ANP, resultando em rese rvas significativam ente menores que as indicadas em 2004.

Capítulo 1

Introdução

Balanço Energético do Estado de São Paulo – Ano Base 2005

1.5. PRINCIPAIS DIFERENÇAS ENTRE O BEESP E O BEN

1.5.1. Unidades

A adoção de uma unidade de transfo rm ação de dife rentes insum os ene rgéticos na

mesma base, não é mero capricho metodológico, mas sim, decorrente de conceitos

físicos

confo rm e metodologia inte rnacional sob re o assunto.

Nesse sentido, são apresentadas as seguintes considerações:

que pe rm item unifo rm izá -los,

A s ope rações a ritm éticas envolvidas em qualquer tipo de balanço p ressupõem que seus elementos possuam “qualidades” equivalentes, isto é, sejam quantidades que possam ser somadas ou subtraídas entre si.

Infelizm ente, não é o que oco rre quando se realiza um balanço de ene rgia envolvendo dife rentes fo rm as ene rgéticas e respectivas "qualidades" associadas. A dificuldade se origina do 2º. princípio da Termodinâmica, que discrimina as formas de energia em função

de sua capacidade de realiza r trabalho m ecânico. Po r exem plo, pode -se transfo rm a r toda ene rgia elétrica ou m ecânica em calo r ou ene rgia té rm ica. Entretanto, o inve rso é teo ricamente impossível, ou seja, ao se transfo rma r ene rgia té rm ica em ene rgia m ecânica ou elétrica, ob rigato riam ente uma pa rte da ene rgia se transfo rm a em calo r a um a tem pe ratu ra mais baixa, de "qualidade " infe rio r. Isto significa que se podem te r

quantidades de ene rgia

capacidades de realizar trabalho.

té rm ica iguais, m as, dependendo da tem pe ratu ra, com dife rentes

Por razões históricas, cada unidade de energia do Sistema Internacional está associada,

pa ra a m aio ria das pessoas, a alguma fo rm a de ene rgia. A ssim, a calo ria - cal se associa

o calo r (p roveniente de petróleo, ca rvão, lenha, etc.), ao Joule - J se associa a energia mecânica (de origem hidráulica, eólica, etc.) ao W att-hora – W h se associa a eletricidade, de fo rm a que qualque r que seja a unidade escolhida pa ra se contabiliza r um balanço de energia, surge imediatamente o problema da conversibilidade entre suas diversas formas.

Em alguns países, onde o petróleo representa o principal insumo, tanto na geração té rm ica, quanto na elétrica, optou -se pela adoção de uma unidade de ene rgia espú ria, não pe rtencente ao Sistem a Inte rnacional de Unidade, a tonelada equivalente de petróleo - tep , que, como o p róp rio nome indica, rep resenta a quantidade de petróleo necessá ria para a realização de todas as tarefas energéticas demandadas pelo país, sejam elas mecânicas, elétricas ou térmicas.

E sse p rocedim ento, pa ra um país onde a ge ração elétrica é essencialm ente hid ráulica, com o no B rasil, pode induzir a um a ap reciação equivocada do papel da eletricidade, quando cotejada com outros ene rgéticos. Neste caso, 1 kW h de eletricidade

ao

co rresponde ria à quantidade de calo r necessá ria pa ra p roduzi-la (3.132 kcal), e não

seu equivalente caló rico (860 kcal). A lém disso, o fato r de equivalência pa ra tep foi

dete rm inado com um a eficiência de apenas 27,5% na transfo rm ação petróleo/ene rgia elétrica, quando a média mundial encontra-se em torno de 35% a 40%.

A ssim, a escolha da unidade kcal (quilocalo ria ) utilizada neste balanço se deve, além do exposto, basicamente a dois motivos:

está associada, a ene rgia té rm ica ou calo r, que é a fo rm a de ene rgia na qual qualque r energético pode ser convertido integralmente através do 1º. princípio da Termodinâmica, o que demonstra a existência de um denominador comum na rep resentação contábil de um balanço envolvendo fo rm as de ene rgia com dife rentes “qualidades”.

é uma unidade do SI (S istema Inte rnacional de Unidades)

Capítulo 1

Introdução

Balanço Energético do Estado de São Paulo – Ano Base 2005

1.5.2. Poderes Caloríficos

A tendência m undial é a elabo ração de balanços que p rivilegiem a ótica da dem anda, ou

seja, a contabilização do consumo final de energia, considerando os poderes caloríficos inferiores e não os superiores. Até recentemente, o Balanço Energético Nacional - BEN

adotava pa ra a ene rgia hid ráulica e eletricidade o tep em PCS, utilizando como refe rência

a geração em base térmica e não hidráulica, como é a realidade brasileira.

P a ra se avalia r a im po rtância desta dife rença m etodológica, vale info rm a r que o resultado aca rretava num supe rdim ensionamento equivalente a 3,62 vezes maio r que aquela energia realmente disponibilizada para a sociedade.

Na edição de 2002, os critérios utilizados para o cálculo dos montantes em tep para “ene rgia hid ráulica ” e “eletricidade “ fo ram alte rados pa ra o fato r 0,08 tep/MW h, resultado da razão entre o coeficiente de conve rsão da eletricidade em calo r e o pode r calo rífico superior do petróleo (860/10.800).

de conve rsão pa ra tep

continua ram calculados com base no pode r calo rífico supe rio r de cada ene rgético em relação ao petróleo, no valor de 10.800 kcal/kg.

E ntretanto, pa ra as demais fontes de ene rgia, os fato res

Nesta edição, o crité rio de conve rsão pa ra tep, de todos os ene rgéticos, conside ra como

Balanço

E ne rgético do E stado de São Paulo alinha -se às refe rências adotadas pelo BEN em suas publicações a partir da edição 2004 – ano base 2003.

refe rência o pode r calo rífico infe rio r do petróleo (10.200 kcal/kg ). A ssim, o

Tais questões, entretanto, não influenciam os resultados quando adotada a quilocaloria (kcal). A ssim, os valo res envolvidos pelas mudanças nos fato res de conve rsão, atingem apenas os indicados nas planilhas consolidadas em tep.

1.5.3. T ratamento e Apropriação da Cana-de-açúcar

No BEN são consideradas como energia primária o caldo de cana, melaço e bagaço, e com o ene rgia secundá ria o álcool anid ro e o hidratado. Esta opção tende a elim ina r do balanço energético o açúcar, que não é um energético.

No balanço estadual, optou -se po r conside ra r a cana -de -açúca r com o ene rgia p rim á ria e todos os seus de rivados como ene rgias secundárias , sendo o açúca r conside rado como produto não energético.

1.6. CONTEÚDO DO BALANÇO ENERGÉTICO DO ESTADO DE SÃO PAULO

1. INTRODUÇÃO

2. RESUMO DO PERÍODO EM ANÁLISE

Contém dados consolidados de produção, oferta interna de energia, consum o final energético por fonte, bem com o a com posição setorial do consum o das diferentes fontes de energia.

Capítulo 1

Introdução

Balanço Energético do Estado de São Paulo – Ano Base 2005

3. OFERTA E DEMANDA DE ENERGIA POR FONTE

Para cada fonte de energia primária e secundária apresenta-se a contabilização da produção, importação, exportação, variação de estoques, perdas, ajustes e consumo final, este último desagregado por setores da economia.

Especificamente para este capítulo é apresentado o conceito de “Oferta Bruta”, que corresponde a contabilização dos elementos que compõem a oferta de um insumo energético (produção, importação, exportação, variação de estoques – perdas), com aqueles necessários ao atendimento da demanda do energético envolvido.

4. CONSUMO DE ENERGIA POR SETOR

Para cada setor da economia é apresentado o consumo final energético, discriminado por fonte de energia.

5. COMÉRCIO EXTERNO DE ENERGIA

Este capítulo contém as importações nacionais e internacionais, exportações e dependência externa de energia.

6. BALANÇOS DOS CENTROS DE TRANSFORMAÇÃO

Contém os balanços dos centros de transformação de energia, caracterizando os fluxos energéticos de cada centro, com as respectivas perdas de transformação.

7. ENERGIA E

SÓCIO -ECONOMIA

Neste capítulo são apresentados alguns indicadores que relacionam energia, economia e demografia.

8. RECURSOS E RESERVAS ENERGÉTICAS

Este capítulo contém os recursos e reservas das fontes primárias de energia e as respectivas metodologias de apuração.

9. ANEXOS

9.1. Aspectos Regionais

Contém dados e informações sobre produção de cana-de-açúcar moída, álcool e açúcar, por região administrativa e tipo de usina.

Capítulo 1

Introdução

Balanço Energético do Estado de São Paulo – Ano Base 2005

9.2. Aspectos Históricos

Mostra as séries históricas de consumo de energia elétrica, de derivados de petróleo, de produção de cana-de-açúcar e seus derivados, assim como dados e informações adicionais sobre sócio-economia.

9.3. Capacidade Instalada

Contém a série histórica da capacidade instalada de geração elétrica e de refino de petróleo.

9.4. Emissões de CO 2

Apresenta uma estimativa das emissões de CO 2 por fonte de energia e setor da economia no Estado de São Paulo.

9.5. Estrutura Geral do Balanço

Mostra a metodologia e os conceitos empregados na elaboração do Balanço Energético do Estado de São Paulo, com destaque para a definição das linhas dos balanços consolidados, bem como das operações efetuadas.

9.6. Tratamento das Informações

Apresenta as fontes de dados e informações do BEESP, os aspectos peculiares do tratamento destes dados e informações, bem como os esclarecimentos julgados necessários para dirimir dúvidas, quanto as alterações em relação aos balanços anteriores.

9.7. Fatores de Conversão

Exibe as densidades e os fatores de conversão para kcal e tep das fontes primárias e secundárias de energia, assim como os poderes caloríficos superiores e inferiores utilizados.

9.8. Balanços Energéticos Consolidados

Apresenta as matrizes anuais onde são consolidados todos os fluxos energéticos das diferentes fontes primárias e secundárias de energia.

2. RESUMO DO PERÍODO EM ANÁLISE

Balanço Energético do Estado de São Paulo – Ano Base 2005

Capítulo 2 Resumo do Período em Análise

Tabela 2-01 Evolução da Produção da Energia Primária

Unidade: 10 9 kcal

ENERGÉTICOS 1992 1993 1994 1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005
ENERGÉTICOS
1992
1993
1994
1995
1996
1997
1998
1999
2000
2001
2002
2003
2004
2005
En. Prim. Não Renov.
Gás Natural
Energia Prim. Renovável
Energia Hidráulica
Lenha
Cana de Açúcar
Outras Prim. Renov.
0
0
4680
4550
5223
5597
5280
4534
2628
2790
3196
3147
3107
3082
0
0
4680
4550
5223
5597
5280
4534
2628
2790
3196
3147
3107
3082
194643
202733
205132 212283 228916 242998 259888 261070 217586 234952 254796 274079 294596 310586
53139
53997
51202
54828
53897
57655
58435
62110
59269
51185
57242
60367
59172
62859
9997
9346
8664
8390
7995
7797
7600
9080
9371
9439
9722
9436
9567
9760
125255
132043
136737
139473
156279
166446
182961
178113
135951 161918 174806 190344 211194 222674
6252
7347
8529
9592
10745
11100
10892
11767
12995
12410
13026
13932
14663
15293
Total
194643
202733
209812 216833 234139 248595 265168 265604 220214 237742 257992 277226 297703 313668
Produção de Energia Primária
(10 9 kcal)
320000
280000
240000
200000
160000
120000
80000
40000
0
1992
1993
1994
1995
1996
1997
1998
1999
2000
2001
2002
2003
2004
2005
Cana de Açúcar
Energia Hidráulica
Lenha
Gás Natural
Outras Prim. Renov.

Tabela 2-02 Participação da Produção da Energia Primária

Unidade: %

ENERGÉTICOS

1992

1993

1994

1995

1996

1997

1998

1999

2000

2001

2002

2003

2004

2005

En. Prim. Não Renov. Gás Natural Energia Prim. Renovável Energia Hidráulica Lenha Cana de Açúcar Outras Prim. Renov.

0,0

0,0

2,2

2,1

2,2

2,3

2,0

1,7

1,2

1,2

1,2

1,1

1,0

1,0

0,0

0,0

2,2

2,1

2,2

2,3

2,0

1,7

1,2

1,2

1,2

1,1

1,0

1,0

100,0

100,0

97,8

97,9

97,8

97,7

98,0

98,3

98,8

98,8

98,8

98,9

99,0

99,0

27,3

26,6

24,4

25,3

23,0

23,2

22,0

23,4

26,9

21,5

22,2

21,8

19,9

20,0

5,1

4,6

4,1

3,9

3,4

3,1

2,9

3,4

4,3

4,0

3,8

3,4

3,2

3,1

64,4

65,2

65,2

64,3

66,8

66,9

69,0

67,1

61,7

68,1

67,8

68,7

71,0

71,0

3,2

3,6

4,1

4,4

4,6

4,5

4,1

4,4

5,9

5,2

5,0

5,0

4,9

4,9

Total

100,0

100,0

100,0

100,0

100,0

100,0

100,0

100,0

100,0

100,0

100,0

100,0

100,0

100,0

Balanço Energético do Estado de São Paulo – Ano Base 2005

Capítulo 2 Resumo do Período em Análise

Tabela 2-03 Evolução da Oferta Interna Bruta de Energia

Unidade: 10 9 kcal

ENERGÉTICOS

1992

1993

1994

1995

1996

1997

1998

1999

2000

2001

2002

2003

2004

2005

Energia Não Renovável

217024 224299 243762 254733 281366

279741 285562 274696 302742 298759 289510 289344 314592 311381

Petróleo e Derivados

195207 201407 217160

227391

253645 251421 257736 248531 273841 263208

248706 241718 260937 255531

Gás Natural

3204

4080

5767

7681

8995

10099

9855

11153

13667

18493

24577

28518

33280

38649

Carvão Mineral e Deriv.

18613

18812

20835

19661

18726

18221

17971

15012

15234

17058

16227

19108

20375

17201

Energia Renovável

202805 213140 220261 231436 247332 257780

272256

277535

241831 248555 265382 280151 308921 325400

Hidráulica e Eletricidade

71456

75214

78188

82005

84578

89659

90869

92465

96836

85403

89647

94006

98917 106426

Lenha e Carvão Vegetal

13451

12957

12085

11651

11040

10621

10311

12383

12683

12701

13016

12697

12850

13103

Cana de Açúcar

111681 117605

121963

128188

141499 146983 160130 161804 121413 141729

153257 161603 184719 193832

Out. Fon. Prim. Renov.

6217

7364

8025

9592

10215

10517

10946

10883

10899

8722

9462

11845

12435

12039

Total

419829

437439 464023 486169

528698

537521 557818 552231 544573

547314 554892 569495 623513 636781

Oferta Interna Bruta de Energia (10 9 kcal)

700000

600000

500000

400000

300000

200000

100000

0

1992 1993 1994 1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 Petr.
1992
1993
1994
1995
1996
1997
1998
1999 2000
2001
2002
2003
2004 2005
Petr. e Derivados
Cana de Açúcar
Hidr. e Eletricidade
Gás Natural
Carv. Min.e Derivados
Lenha e Carv. Vegetal
Out.Fon.Prim.Renov.

Tabela 2-04 Participação da Oferta Interna Bruta de Energia

Unidade: %

ENERGÉTICOS

1992

1993

1994

1995

1996

1997

1998

1999

2000

2001

2002

2003

2004

2005

Energia Não Renovável

51,7

51,2

52,5

52,3

53,2

52,0

51,2

49,8

55,6

54,6

52,2

50,8

50,4

48,9

Petróleo e Derivados

46,5

46,0

46,8

46,7

48,0

46,7

46,2

45,1

50,3

48,1

44,9

42,4

41,8

40,1

Gás Natural

0,8

0,9

1,2

1,6

1,7

1,9

1,8

2,0

2,5

3,4

4,4

5,0

5,3

6,1

Carvão Mineral e Deriv.

4,4

4,3

4,5

4,0

3,5

3,4

3,2

2,7

2,8

3,1

2,9

3,4

3,3

2,7

Energia Renovável

48,3

48,8

47,5

47,7

46,8

48,0

48,8

50,2

44,4

45,4

47,8

49,2

49,6

51,1

Hidráulica e Eletricidade

17,0

17,2

16,9

16,9

16,0

16,7

16,3

16,7

17,8

15,6

16,2

16,5

15,9

16,7

Lenha e Carvão Vegetal

3,2

3,0

2,6

2,4

2,1

2,0

1,8

2,2

2,3

2,3

2,3

2,2

2,1

2,1

Cana de Açúcar

26,6

26,9

26,3

26,4

26,8

27,3

28,7

29,3

22,3

25,9

27,6

28,4

29,6

30,4

Out. Fon. Prim. Renov.

1,5

1,7

1,7

2,0

1,9

2,0

2,0

2,0

2,0

1,6

1,7

2,1

2,0

1,9

Total

100,0

100,0

100,0

100,0

100,0

100,0

100,0

100,0

100,0

100,0

100,0

100,0

100,0

100,0

Balanço Energético do Estado de São Paulo – Ano Base 2005

Capítulo 2 Resumo do Período em Análise

Tabela 2-05 Evolução do Consumo Total de Fontes Primárias (*)

Unidade: 10 9 kcal

ENERGÉTICOS

1992

1993

1994

1995

1996

1997

1998

1999

2000

2001

2002

2003

2004

2005

En. Prim. Não Renov. Petróleo Carvão Vapor Carvão Metalúrgico Gás Natural Energia Prim. Renov. Energia Hidráulica Lenha Cana de Açúcar Outras Prim. Renov.

282786 280929

321598 333978 335045 357252 381905 369017 406408 414056 404715 408777 454872 441329

263869

259987

299084

309095 308652 330195 356389 343999 379400 380655 366462 366780 404683 386952

1316

984

800

1032

1080

500

420

396

364

336

344

296

324

332

14568

16090

16142

16372

16417

16573

15347

14011

13358

14872

13810

13313

16780

15600

3033

3868

5572

7479

8896

9984

9749

10611

13286

18193

24099

28388

33085

38445

196662

204956

207216 214253 230718 244624 261440 263255 219817 237144 257064 276344 296850 312890

53140

53996

51202

54828

53897

57655

58435

62110

59268

51185

57242

60367

59173

62859

12015

11570

10747

10360

9797

9422

9151

11266

11603

11631

11989

11701

11820

12065

125255 132043

136737

139473

156279

166446 182961

178113

135951 161918 174806 190344 211194 222674

6252

7347

8530

9592

10745

11101

10893

11766

12995

12410

13027

13932

14663

15292

Total

479448 485885

528814

548231

565763

601876 643345 632272 626225 651200 661779 685121 751722 754219

(*) Consumo Total = Oferta Interna Bruta + Perdas - Ajustes

Tabela 2-06 Participação do Consumo Total de Fontes Primárias (*)

Unidade: %

ENERGÉTICOS

1992

1993

1994

1995

1996

1997

1998

1999

2000

2001

2002

2003

2004

2005

En. Prim. Não Renov. Petróleo Carvão Vapor Carvão Metalúrgico Gás Natural Energia Prim. Renov. Energia Hidráulica Lenha Cana de Açúcar Outras Prim. Renov.

59,0

57,8

60,8

61,0

59,3

59,3

59,4

58,3

64,8

63,5

61,2

59,7

60,4

58,6

55,1

53,5

56,4

56,4

54,6

54,7

55,4

54,3

60,5

58,3

55,4

53,7

53,8

51,4

0,3

0,2

0,2

0,2

0,2

0,1

0,1

0,1

0,1

0,1

0,1

0,0

0,0

0,0

3,0

3,3

3,1

3,0

2,9

2,8

2,4

2,2

2,1

2,3

2,1

1,9

2,2

2,1

0,6

0,8

1,1

1,4

1,6

1,7

1,5

1,7

2,1

2,8

3,6

4,1

4,4

5,1

41,0

42,2

39,2

39,0

40,7

40,7

40,6

41,7

35,2

36,5

38,8

40,3

39,6

41,4

11,1

11,1

9,7

10,0

9,5

9,6

9,1

9,8

9,5

7,9

8,6

8,8

7,9

8,3

2,5

2,4

2,0

1,9

1,7

1,6

1,4

1,8

1,9

1,8

1,8

1,7

1,6

1,6

26,1

27,2

25,9

25,4

27,6

27,7

28,4

28,2

21,7

24,9

26,4

27,8

28,1

29,5

1,3

1,5

1,6

1,7

1,9

1,8

1,7

1,9

2,1

1,9

2,0

2,0

2,0

2,0

Total

100,0

100,0

100,0

100,0

100,0

100,0

100,0

100,0

100,0

100,0

100,0

100,0

100,0

100,0

(*) Consumo Total = Oferta Interna Bruta + Perdas - Ajustes

Estrutura do Consumo Total de Fontes Primárias (%) 100 90 80 70 60 50 40
Estrutura do Consumo Total de Fontes Primárias
(%)
100
90
80
70
60
50
40
30
20
10
0
1992
1993
1994
1995
1996
1997
1998
1999
2000
2001
2002
2003
2004 2005
Petróleo
Cana de Açúcar
Energia Hidráulica
Lenha
Outros

Balanço Energético do Estado de São Paulo – Ano Base 2005

Capítulo 2 Resumo do Período em Análise

Tabela 2-07 Evolução do Consumo Final por Energético

Unidade: 10 9 kcal

ENERGÉTICOS

1992

1993

1994

1995

1996

1997

1998

1999

2000

2001

2002

2003

2004

2005

Gás Natural Carvão Vapor Lenha Outras Fontes Primárias Gás de Coqueria Coque de Carvão Mineral Eletricidade Carvão Vegetal Álcool Etílico Bagaço de Cana Não Energ. de Cana Derivados de Petróleo Óleo Diesel Óleo Combustível Gasolina Gás Liquefeito de Petr. Nafta Querosene Gás Canalizado (Nafta) Gás de Refinaria Produtos N. E. de Petr. Outras Secundárias

3033

3868

5572

7479

8896

9984

9749

10611

13286

18193

24099

28388

33085

38445

1316

984

800

1032

1080

500

420

396

364

336

344

296

324

332

11188

10767

9916

9511

8958

8613

8411

10526

10863

10891

11193

10929

11028

11249

4075

4801

5245

5721

6111

6421

5998

6570

7364

7267

7632

8226

8664

9080

2882

2992

2904

3032

3207

3199

2961

2402

2433

2411

2258

2051

2274

2592

12792

12441

14110

13027

12917

13083

13241

11516

10633

9977

10032

12952

11841

11096

66464

70729

73204

76854

78838

84043

85421

87357

91773

83381

84817

90523

95468 101858

1700

1643

1584

1529

1473

1422

1373

1322

1276

1267

1233

1197

1238

1250

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