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PREVENÇÃO E
CONTROLE DE RISCOS

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Elaboração

Bruna Maria Almeida Carlos da Cunha


Erick Michell Bezerra Oliveira
Fabrício Alves da Silva
João Marcelo Machado Brasil
Rayssa Teixeira da Silva
Rhanna Alves
Rita Mariana Barbosa Sousa Cunha
Tainã Carla Costa Gomes
Thanaylson Cardoso da Silva

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A
tualmente o número de doenças infectocontagiosas e infecção cruzada vem a cada
dia aumentando e disseminando entre os profissionais da área odontológica.
Percebe-se que o risco de transmissão viral é uma realidade, por isso é de suma
importância que o dentista e sua equipe tenham conhecimento desses riscos
biológicos que estão expostos e que é necessário adotar condutas eficazes para o
controle da infecção. O objetivo desta cartilha, foi através de diversas pesquisas
relatar e discutir os métodos de controle de microorganismos utilizados pelo
cirurgião dentista em consultórios odontológicos. Para que haja esse controle será
necessário uma boa avaliação, proteção ao paciente, proteção pessoal,
esterilização e desinfecção química, assepsia de equipamentos, lixo adequado.
Tais procedimentos são realizados em relação ao pessoal odontológico, aos
instrumentos e acessórios, ao equipamento e proteção individual (EPI). Espera-se
com este trabalho um maior esclarecimento sobre as medidas de controle de
infecção, buscando oferecer cuidados odontológicos seguros e efetivos a toda a
população, e proporcionar segurança também a toda equipe odontológica.

O que são INFECÇÕES?


São doenças que ocorrem quando as formas prejudiciais de bactérias se multiplicam no
interior do corpo. O prognóstico das infecções varia de leve a grave, dependendo muito do
estado geral do hospedeiro. Habitualmente, podem ser encontradas em uma ferida infectada
ou podem envolver um órgão interno, podendo assim variar de gravidade. A principal
complicação de uma infecção é a sua disseminação pelo organismo.

O que é Infecção Cruzada?


Termo designado quando a transmissão dos microrganismos ocorre entre pacientes, entre pacientes
e a equipe de trabalho e entre a equipe de trabalho dentro de um ambiente clínico, o processo é
denominado infecção cruzada.

Como ocorre as infecções no âmbito da saúde bucal?


A propagação das bactérias ocorre de diferentes formas, uma vez que o consultório
odontológico é um ambiente altamente contaminado, seja por bactérias vindas da boca do
paciente, pelas mãos dos cirurgiões-dentistas e assistentes, por gotículas eliminadas
durante os procedimentos, pelo aerossol contaminante ou pelos instrumentos e
equipamentos contaminados. É uma atividade que expõe os pacientes, a equipe, o próprio
cirurgião-dentista e indiretamente seus familiares as mais diversas doenças infecciosas.
Segundo as estatísticas da Organização Mundial de Saúde, 25% dos pacientes que vão aos
consultórios levam consigo inúmeras doenças que podem ser transmitidas a outros
pacientes ou ao dentista e sua equipe. Isso faz com que os profissionais de odontologia
ocupem o 3º lugar entre profissionais infectados.

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Qual a diferença entre colonização e infecção?
A colonização é um termo utilizado para designar que o paciente está com uma bactéria
em seu organismo, mas sem apresentar infecção ou qualquer outra doença. Para casos de
colonização não há a necessidade de tratamento.
A infecção ocorre quando uma bactéria que colonizava previamente um paciente passa a
causar dano à sua saúde. Nestes casos, o tratamento é feito com antibióticos específicos
para o tipo de bactéria identificada.

O que são bactérias multirresistentes?


São definidas como microorganismos que são resistentes a várias classes de
antimicrobianos. Os principais patógenos caracterizados como multirresistentes são:
- Pseudomonas aeruginosa e Acinetobacter baumanni resistentes aos carbapenêmicos.
- Enterobactérias produtoras de ESBL (beta-lactamase de espectro ampliado);
- Enterococcus spp. resistente à vancomicina (VRE);
A transmissão de microorganismos multirresistentes de paciente para paciente,
usualmente por meio das mãos dos profissionais de saúde ou equipamentos
contaminados, tem sido o maior fator para o aumento na incidência destas bactérias.

O que pode ser feito para reduzir o risco de infecções?


 Todos os profissionais que trabalham em serviços de saúde, que mantém contato
direto ou indireto com o paciente ou que atuam na manipulação de alimentos ou
medicamentos devem sempre higienizar as mãos.

 Medidas de proteção de saúde para profissionais e sua equipe:


- exame médico periódico
- imunização
- degermação (redução ou remoção parcial dos microrganismos da pele, ou outros
tecidos por métodos quimiomecânicos).

 Imunização Esquema vacinal básico para equipe de saúde:


- Todas as da carteira de imunização: pólio, sarampo, rubéola, tríplice viral
(sarampo, rubéola, caxumba), tuberculose (BCG).
- Hepatite B - 3 doses e sorologia posterior.
- Dupla DT [difteria, tétano] - reforço a cada 10 anos.
- Gripe.

 Uso de barreiras protetoras – EPI (Equipamento de proteção individual).

 A limpeza do ambiente também é considerada parte importante no controle da


transmissão das infecções. As superfícies e objetos devem ser sempre limpos e,
em algumas situações, também desinfetados.

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 Limitar a propagação de microorganismos através da criação de barreiras de
superfícies.

 Limpeza, desinfecção, esterilização, antissepsia descarte de lixo contaminado e


não contaminado.

A importância dos EPI’s (Equipamentos de Proteção Individual) no controle de


infecções.
Os profissionais devem evitar contato direto com matéria orgânica.  O uso de barreiras
protetoras é extremamente eficiente na redução do contato com sangue e secreções
orgânicas.  Dessa forma, a utilização do equipamento de proteção individual torna-se
obrigatória em atendimentos.

Quais EPI’s utilizados pelo cirurgião-dentista?


Luvas
Máscaras
Protetores Oculares
Avental ou Jaleco
Gorro

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Como realizar a higienização das mãos de forma correta.