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UNICAMP - IG Água Subterrânea e Desenvolvimento Sueli Yoshinaga Pereira E-mail: sueliyos@ige.unicamp.br

UNICAMP - IG

UNICAMP - IG Água Subterrânea e Desenvolvimento Sueli Yoshinaga Pereira E-mail: sueliyos@ige.unicamp.br
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Água Subterrânea e Desenvolvimento

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Sueli Yoshinaga Pereira E-mail: sueliyos@ige.unicamp.br

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 O QUE É ÁGUA SUBTERRÂNEA?  COMO SE ENCONTRA?  POR QUE É IMPORTANTE?
 O QUE É ÁGUA SUBTERRÂNEA?  COMO SE ENCONTRA?  POR QUE É IMPORTANTE?
 O QUE É ÁGUA SUBTERRÂNEA?  COMO SE ENCONTRA?  POR QUE É IMPORTANTE?
 O QUE É ÁGUA SUBTERRÂNEA?  COMO SE ENCONTRA?  POR QUE É IMPORTANTE?
 O QUE É ÁGUA SUBTERRÂNEA?  COMO SE ENCONTRA?  POR QUE É IMPORTANTE?

O QUE É ÁGUA SUBTERRÂNEA?

COMO SE ENCONTRA?

POR QUE É IMPORTANTE?

Água Subterrânea perfil de infiltração e percolação
Água Subterrânea perfil de infiltração e percolação
Água Subterrânea perfil de infiltração e percolação
Água Subterrânea perfil de infiltração e percolação
Água Subterrânea perfil de infiltração e percolação

Água Subterrânea perfil de infiltração e percolação

Água Subterrânea perfil de infiltração e percolação
Tipos de Aqüíferos AQUIFERO LIVRE AQUIFERO SEMI-CONFINADO ((11::4400)) AAqquuiittaarrddee AAqqüüiiffuuggoo A A q q
Tipos de Aqüíferos AQUIFERO LIVRE AQUIFERO SEMI-CONFINADO ((11::4400)) AAqquuiittaarrddee AAqqüüiiffuuggoo A A q q
Tipos de Aqüíferos AQUIFERO LIVRE AQUIFERO SEMI-CONFINADO ((11::4400)) AAqquuiittaarrddee AAqqüüiiffuuggoo A A q q
Tipos de Aqüíferos AQUIFERO LIVRE AQUIFERO SEMI-CONFINADO ((11::4400)) AAqquuiittaarrddee AAqqüüiiffuuggoo A A q q

Tipos de Aqüíferos

Tipos de Aqüíferos AQUIFERO LIVRE AQUIFERO SEMI-CONFINADO ((11::4400)) AAqquuiittaarrddee AAqqüüiiffuuggoo A A q q
Tipos de Aqüíferos AQUIFERO LIVRE AQUIFERO SEMI-CONFINADO ((11::4400)) AAqquuiittaarrddee AAqqüüiiffuuggoo A A q q
AQUIFERO LIVRE AQUIFERO SEMI-CONFINADO ((11::4400)) AAqquuiittaarrddee AAqqüüiiffuuggoo
AQUIFERO LIVRE
AQUIFERO SEMI-CONFINADO
((11::4400))
AAqquuiittaarrddee
AAqqüüiiffuuggoo
((11::4400)) AAqquuiittaarrddee AAqqüüiiffuuggoo A A q q ü ü í í f f e e r

AAqqüüííffeerroo

AQUIFERO CONFINADO

Ghiben Ghiben Heizberg Heizberg

Bear

Recurso Água na Terra  97,2% Oceanos  2,14% Geleiras 0,61% Águas Subterrâneas  
Recurso Água na Terra  97,2% Oceanos  2,14% Geleiras 0,61% Águas Subterrâneas  
Recurso Água na Terra  97,2% Oceanos  2,14% Geleiras 0,61% Águas Subterrâneas  
Recurso Água na Terra  97,2% Oceanos  2,14% Geleiras 0,61% Águas Subterrâneas  

Recurso Água na Terra

Recurso Água na Terra  97,2% Oceanos  2,14% Geleiras 0,61% Águas Subterrâneas   0,009%
Recurso Água na Terra  97,2% Oceanos  2,14% Geleiras 0,61% Águas Subterrâneas   0,009%

97,2% Oceanos
2,14% Geleiras 0,61% Águas Subterrâneas


Oceanos  2,14% Geleiras 0,61% Águas Subterrâneas   0,009% Águas Superficiais  0,005% Umidade do
Oceanos  2,14% Geleiras 0,61% Águas Subterrâneas   0,009% Águas Superficiais  0,005% Umidade do

0,009% Águas Superficiais

0,005% Umidade do Solo

0,001% Atmosfera

98%98% ááguguaa ppototáveávell -- águáguaa ssuubbtteerrrrânâneeaa
98%98% ááguguaa ppototáveávell -- águáguaa ssuubbtteerrrrânâneeaa

Distribuição esquemática das águas nos sistemas hidrológicos mundiais

esquemática das águas nos sistemas hidrológicos mundiais SSiisstteemmaa AAttmmoossfféérriiccoo Estoque de vapor de
esquemática das águas nos sistemas hidrológicos mundiais SSiisstteemmaa AAttmmoossfféérriiccoo Estoque de vapor de
esquemática das águas nos sistemas hidrológicos mundiais SSiisstteemmaa AAttmmoossfféérriiccoo Estoque de vapor de
esquemática das águas nos sistemas hidrológicos mundiais SSiisstteemmaa AAttmmoossfféérriiccoo Estoque de vapor de
esquemática das águas nos sistemas hidrológicos mundiais SSiisstteemmaa AAttmmoossfféérriiccoo Estoque de vapor de
SSiisstteemmaa AAttmmoossfféérriiccoo Estoque de vapor de água de 13.000 km 3 Velocidades de circulação km/hora
SSiisstteemmaa AAttmmoossfféérriiccoo
Estoque de vapor de água de 13.000 km 3
Velocidades de circulação km/hora
Volumes precipitados nos continentes de 120.000 km 3 /ano
SSiisstteemmaa HHiiddrrooggrrááffiiccoo
Estoque de água doce nos rios e lagos de 93.000 km 3
Velocidades de fluxo nos rios km/dia
Descarga total dos rios 41.000 km 3 /ano
Sistema Hidrogeológico
Estoque de água doce de 10.000.000 km 3
Velocidades de fluxo nos aqüíferos cm/dia
Descarga reguladora nos rios 13.000 km 3 /ano

Gabriela de Paula

A A N N ã ã o o R R e e g g u
A A N N ã ã o o R R e e g g u
A A N N ã ã o o R R e e g g u
A A N N ã ã o o R R e e g g u

AA NNããoo RReegguullaarriiddaaddee ddoo RReeccuurrssoo ÁÁgguuaa

e e d d o o R R e e c c u u r r
e e d d o o R R e e c c u u r r
ClCliimmaa ddiissttrriibbuuiiççãoão ddasas pprreecciippiittaçaçõeõess iinnssololaaççãoão rreelleevovo
ClCliimmaa
ddiissttrriibbuuiiççãoão ddasas
pprreecciippiittaçaçõeõess
iinnssololaaççãoão
rreelleevovo

CICLO HIDROLÓGICO

CICLO HIDROLÓGICO AS INTERRELAÇÕES
CICLO HIDROLÓGICO AS INTERRELAÇÕES
CICLO HIDROLÓGICO AS INTERRELAÇÕES
CICLO HIDROLÓGICO AS INTERRELAÇÕES

AS INTERRELAÇÕES

CICLO HIDROLÓGICO AS INTERRELAÇÕES
CICLO HIDROLÓGICO AS INTERRELAÇÕES
CICLO HIDROLÓGICO AS INTERRELAÇÕES
Recarga/ Descarga Rio/ chuvas/ água subterrânea Teixeira et al. 2002. Decifrando a Terra
Recarga/ Descarga Rio/ chuvas/ água subterrânea Teixeira et al. 2002. Decifrando a Terra
Recarga/ Descarga Rio/ chuvas/ água subterrânea Teixeira et al. 2002. Decifrando a Terra
Recarga/ Descarga Rio/ chuvas/ água subterrânea Teixeira et al. 2002. Decifrando a Terra

Recarga/ Descarga Rio/ chuvas/ água subterrânea

Recarga/ Descarga Rio/ chuvas/ água subterrânea Teixeira et al. 2002. Decifrando a Terra
Recarga/ Descarga Rio/ chuvas/ água subterrânea Teixeira et al. 2002. Decifrando a Terra
Recarga/ Descarga Rio/ chuvas/ água subterrânea Teixeira et al. 2002. Decifrando a Terra
Recarga/ Descarga Rio/ chuvas/ água subterrânea Teixeira et al. 2002. Decifrando a Terra

Teixeira et al. 2002. Decifrando a Terra

Sistemas de fluxo de água subterrânea LOCAL – influência da fisiografia REGIONAIS – grandes bacias
Sistemas de fluxo de água subterrânea LOCAL – influência da fisiografia REGIONAIS – grandes bacias
Sistemas de fluxo de água subterrânea LOCAL – influência da fisiografia REGIONAIS – grandes bacias

Sistemas de fluxo de água subterrânea

Sistemas de fluxo de água subterrânea LOCAL – influência da fisiografia REGIONAIS – grandes bacias
Sistemas de fluxo de água subterrânea LOCAL – influência da fisiografia REGIONAIS – grandes bacias
Sistemas de fluxo de água subterrânea LOCAL – influência da fisiografia REGIONAIS – grandes bacias
LOCAL – influência da fisiografia REGIONAIS – grandes bacias hidrogeológicas
LOCAL – influência da fisiografia
REGIONAIS – grandes bacias hidrogeológicas

Fetter, 1997.

INTERMEDIÁRIO – “bacias hidrográficas de rios principais”

Do Oiapoque Fotos internet
Do Oiapoque Fotos internet

Do Oiapoque

Do Oiapoque Fotos internet
Do Oiapoque Fotos internet
Do Oiapoque Fotos internet

Fotos internet

Atravessando o país

Atravessando o país
Atravessando o país
Atravessando o país
Atravessando o país
Atravessando o país
Atravessando o país
Atravessando o país
Atravessando o país
Atravessando o país
Ao Chuí  Muitas paisagens  Muitos mundos  Diferenças  Meio Físico  Meio

Ao Chuí

Ao Chuí  Muitas paisagens  Muitos mundos  Diferenças  Meio Físico  Meio Biótico

Muitas paisagens

Muitos mundos

Diferenças

Meio Físico

Meio Biótico

Sociedades

Portanto

Dinâmicas das Águas diferentes

Disponibilidades diferentes

Necessidades diversas

Saberes diversos sobre a água

das Águas diferentes  Disponibilidades diferentes  Necessidades diversas  Saberes diversos sobre a água
I I n n t t e e r r f f e e r
I I n n t t e e r r f f e e r
I I n n t t e e r r f f e e r

IInntteerrffeerrêênncciiaa ddoo HHoommeemm

I I n n t t e e r r f f e e r r
I I n n t t e e r r f f e e r r
I I n n t t e e r r f f e e r r
No geral
No geral
AAttiivviiddaaddeess UUrrbbaannaass  Impermeabilização do solo provocando redução da infiltração e enchentes
AAttiivviiddaaddeess UUrrbbaannaass
 Impermeabilização do solo provocando redução da
infiltração e enchentes nas partes mais baixas
 Recarga artificial de perdas da rede (esgoto e água
tratada)
Atividade Industrial  Vapores de água e gases para atmosfera  Captação de volumes de
Atividade Industrial
 Vapores de água e gases para
atmosfera
 Captação de volumes de água
dos rios
 Lançamento de efluentes em
corpos de água (superficial e
subterrânea)
 Contaminação do solo e da
água subterrânea
Atividades Agropecuárias  Irrigação – retirada de água dos rios  Infiltração e recarga do
Atividades Agropecuárias  Irrigação – retirada de água dos rios  Infiltração e recarga do
Atividades Agropecuárias  Irrigação – retirada de água dos rios  Infiltração e recarga do
Atividades Agropecuárias  Irrigação – retirada de água dos rios  Infiltração e recarga do

Atividades Agropecuárias

Atividades Agropecuárias  Irrigação – retirada de água dos rios  Infiltração e recarga do freático
Atividades Agropecuárias  Irrigação – retirada de água dos rios  Infiltração e recarga do freático
Atividades Agropecuárias  Irrigação – retirada de água dos rios  Infiltração e recarga do freático
Atividades Agropecuárias  Irrigação – retirada de água dos rios  Infiltração e recarga do freático

Irrigação – retirada de água dos rios

Infiltração e recarga do freático

Aumento da evaporação local

Agroquímicos em freáticos

COMO SÃO CAPTADAS AS ÁGUAS SUBTERRÂNEAS
COMO SÃO CAPTADAS AS ÁGUAS SUBTERRÂNEAS

COMO SÃO CAPTADAS AS ÁGUAS SUBTERRÂNEAS

COMO SÃO CAPTADAS AS ÁGUAS SUBTERRÂNEAS
COMO SÃO CAPTADAS AS ÁGUAS SUBTERRÂNEAS
COMO SÃO CAPTADAS AS ÁGUAS SUBTERRÂNEAS
COMO SÃO CAPTADAS AS ÁGUAS SUBTERRÂNEAS
COMO SÃO CAPTADAS AS ÁGUAS SUBTERRÂNEAS
POÇO DOMÉSTICO
POÇO DOMÉSTICO

POÇO DOMÉSTICO

POÇO DOMÉSTICO
POÇO DOMÉSTICO
POÇO DOMÉSTICO
POÇO DOMÉSTICO
POÇO DOMÉSTICO
Poço Tubular Profundo
Poço Tubular Profundo
Poço Tubular Profundo

Poço Tubular Profundo

Poço Tubular Profundo
Poço Tubular Profundo
Poço Tubular Profundo
Poço Tubular Profundo
FONTES Crystal Nordeste Indústrias de Água Mineral

FONTES

FONTES Crystal Nordeste Indústrias de Água Mineral
FONTES Crystal Nordeste Indústrias de Água Mineral
FONTES Crystal Nordeste Indústrias de Água Mineral
FONTES Crystal Nordeste Indústrias de Água Mineral
FONTES Crystal Nordeste Indústrias de Água Mineral
Crystal Nordeste
Crystal Nordeste

Indústrias de Água Mineral

Usos da Água Subterrânea
Usos da Água Subterrânea
Usos da Água Subterrânea

Usos da Água Subterrânea

Usos da Água Subterrânea oouuttoorrggaa
oouuttoorrggaa
oouuttoorrggaa
Usos da Água Subterrânea oouuttoorrggaa
USOS exemplos  Água Potável  Abastecimento – municípios (SAEEs)  Industrial (>90% usam poços)
USOS exemplos  Água Potável  Abastecimento – municípios (SAEEs)  Industrial (>90% usam poços)

USOS

exemplos

USOS exemplos  Água Potável  Abastecimento – municípios (SAEEs)  Industrial (>90% usam poços) 
USOS exemplos  Água Potável  Abastecimento – municípios (SAEEs)  Industrial (>90% usam poços) 
USOS exemplos  Água Potável  Abastecimento – municípios (SAEEs)  Industrial (>90% usam poços) 

Água Potável

Abastecimento – municípios (SAEEs)

Industrial (>90% usam poços)

Comercial (prédios)

Particulares (condomínios, loteamentos, chácaras, sítios, etc

Instituições públicas

Hospitais, escolas, hotéis, motéis, etc

Pipeiros

Engarrafamento de Água Mineral

)

Águas Salobras/ Termais/ Gasosas

Balneários

Spas/ Termas

Medicinal

POR QUÊ DO USO  Água de graça – economia de taxas  Água sem
POR QUÊ DO USO  Água de graça – economia de taxas  Água sem

POR QUÊ DO USO

POR QUÊ DO USO  Água de graça – economia de taxas  Água sem necessidade
POR QUÊ DO USO  Água de graça – economia de taxas  Água sem necessidade
POR QUÊ DO USO  Água de graça – economia de taxas  Água sem necessidade
POR QUÊ DO USO  Água de graça – economia de taxas  Água sem necessidade

Água de graça – economia de taxas Água sem necessidade de tratamento

USO NOBRE

Poços relativamente baratos – em 1 mês um edifício pode tirar o preço do poço não pagando a taxa de água e esgoto

Indústrias de engarrafamento = commodity

U U s s o o d d a a Á Á g g u
U U s s o o d d a a Á Á g g u
U U s s o o d d a a Á Á g g u
U U s s o o d d a a Á Á g g u

UUssoo ddaa ÁÁgguuaa SSuubbtteerrrrâânneeaa ppaarraa AAbbaasstteeccimimeennttoo PPúúbbliliccoo EEssttaaddoo ddee SSããoo PPaauulolo

e e n n t t o o P P ú ú b b li li
e e n n t t o o P P ú ú b b li li
e e n n t t o o P P ú ú b b li li
e e n n t t o o P P ú ú b b li li
I I M M P P A A C C T T O O S
I I M M P P A A C C T T O O S
I I M M P P A A C C T T O O S
I I M M P P A A C C T T O O S

IIMMPPAACCTTOOSS DDAASS AATTIIVVIIDDAADDEESS HHUUMMAANNAASS NNOOSS RREECCUURRSSOOSS HHÍÍDDRRIICCOOSS

E C C U U R R S S O O S S H H Í
E C C U U R R S S O O S S H H Í
E C C U U R R S S O O S S H H Í
E C C U U R R S S O O S S H H Í

Problemas:

Extração descontrolada dos aqüíferos

Contaminação

Aqüíferos: fossas, lagoas (oxidação e efluentes), lixões e aterros (urbanos e industriais), vazamentos de tanques/ tubos, derramamento acidental, r

ími

O que é super explotação?
O que é super explotação?
O que é super explotação?
O que é super explotação?

O que é super explotação?

Instituto Geológico. 2005

Instituto Geológico. 2005

QUANTOS POÇOS EXISTEM?  POÇOS TUBULARES PROFUNDOS?  ????????  Construídos dentro das normas técnicas
QUANTOS POÇOS EXISTEM?  POÇOS TUBULARES PROFUNDOS?  ????????  Construídos dentro das normas técnicas
QUANTOS POÇOS EXISTEM?  POÇOS TUBULARES PROFUNDOS?  ????????  Construídos dentro das normas técnicas
QUANTOS POÇOS EXISTEM?  POÇOS TUBULARES PROFUNDOS?  ????????  Construídos dentro das normas técnicas

QUANTOS POÇOS EXISTEM?

QUANTOS POÇOS EXISTEM?  POÇOS TUBULARES PROFUNDOS?  ????????  Construídos dentro das normas técnicas =
QUANTOS POÇOS EXISTEM?  POÇOS TUBULARES PROFUNDOS?  ????????  Construídos dentro das normas técnicas =
QUANTOS POÇOS EXISTEM?  POÇOS TUBULARES PROFUNDOS?  ????????  Construídos dentro das normas técnicas =

POÇOS TUBULARES PROFUNDOS?

????????

Construídos dentro das normas técnicas = ?????

Construídos sem normas técnicas = ????????????

POÇOS DOMÉSTICOS?

incontáveis

CONTAMINAÇÃO DAS ÁGUAS SUBTERRÂNEAS CCoommppoossttooss OOrgrgâânniiccooss SSiinnttééttiiccooss DDNNAAPPLL
CONTAMINAÇÃO DAS ÁGUAS SUBTERRÂNEAS CCoommppoossttooss OOrgrgâânniiccooss SSiinnttééttiiccooss DDNNAAPPLL

CONTAMINAÇÃO DAS ÁGUAS SUBTERRÂNEAS

CONTAMINAÇÃO DAS ÁGUAS SUBTERRÂNEAS CCoommppoossttooss OOrgrgâânniiccooss SSiinnttééttiiccooss DDNNAAPPLL
CONTAMINAÇÃO DAS ÁGUAS SUBTERRÂNEAS CCoommppoossttooss OOrgrgâânniiccooss SSiinnttééttiiccooss DDNNAAPPLL
CONTAMINAÇÃO DAS ÁGUAS SUBTERRÂNEAS CCoommppoossttooss OOrgrgâânniiccooss SSiinnttééttiiccooss DDNNAAPPLL
CCoommppoossttooss OOrgrgâânniiccooss SSiinnttééttiiccooss DDNNAAPPLL HHiiddrrooccaarbrboonnetetooss
CCoommppoossttooss OOrgrgâânniiccooss SSiinnttééttiiccooss
DDNNAAPPLL
HHiiddrrooccaarbrboonnetetooss
GGAASSOOLLIINNAA
ÂÂnniioonnss IInnoorgrgâânniiccooss
IInnttrruussãoão SSalaliinnaa
PPaattóóggenenooss
Bactérias e Virus
RRaaddiioonnuuclclííddeeooss
Rádio, Urânio, etc
CONTAMINAÇÃO Teixeira et al 2002
CONTAMINAÇÃO Teixeira et al 2002
CONTAMINAÇÃO Teixeira et al 2002

CONTAMINAÇÃO

CONTAMINAÇÃO Teixeira et al 2002
CONTAMINAÇÃO Teixeira et al 2002

Teixeira et al 2002

Água do Mar entrando no continente
Água do Mar entrando no continente
Água do Mar entrando no continente  Fig. 1 - Distribuição horizontal da salinidade média no

Fig. 1 - Distribuição horizontal da salinidade média no Atlântico ao nível dos 1200 m (Atlas Hydrologique de l’Atlantique Nord-Est. IFREMER, C. Maillard, 1986, Centre de Brest), ilustrando a zona de influência da Água Mediterrânica nas camadas intermédias do Oceano Atlântico.

Contaminantes  Constituintes dissolvidos na água  Constituintes com fase não aquosa (NAPLs – nonaqueous
Contaminantes  Constituintes dissolvidos na água  Constituintes com fase não aquosa (NAPLs – nonaqueous

Contaminantes

Contaminantes  Constituintes dissolvidos na água  Constituintes com fase não aquosa (NAPLs – nonaqueous phase
Contaminantes  Constituintes dissolvidos na água  Constituintes com fase não aquosa (NAPLs – nonaqueous phase
Contaminantes  Constituintes dissolvidos na água  Constituintes com fase não aquosa (NAPLs – nonaqueous phase
Contaminantes  Constituintes dissolvidos na água  Constituintes com fase não aquosa (NAPLs – nonaqueous phase

Constituintes dissolvidos na água Constituintes com fase não aquosa (NAPLs – nonaqueous phase liquids) – gasolina, óleo, solventes industriais

Complexidade no estudo (fase imiscível, fase líquida e fase vapor)

DNAPLs – dense nonaqueous phase liquids

LNAPLs – light nonaqueous phase liquids

Plumas de contaminação
Plumas de contaminação
Plumas de contaminação

Plumas de contaminação

Plumas de contaminação
Plumas de contaminação Fetter 1997
Fetter 1997
Fetter 1997
Plumas de contaminação Fetter 1997

Atividades antrópicas potencialmente poluidoras do aquífero, mais

antrópicas potencialmente poluidoras do aquífero, mais comuns na América Latina (Hirata 2000) Característica da
antrópicas potencialmente poluidoras do aquífero, mais comuns na América Latina (Hirata 2000) Característica da
antrópicas potencialmente poluidoras do aquífero, mais comuns na América Latina (Hirata 2000) Característica da
antrópicas potencialmente poluidoras do aquífero, mais comuns na América Latina (Hirata 2000) Característica da

comuns na América Latina

poluidoras do aquífero, mais comuns na América Latina (Hirata 2000) Característica da carga contaminante
poluidoras do aquífero, mais comuns na América Latina (Hirata 2000) Característica da carga contaminante

(Hirata 2000)

do aquífero, mais comuns na América Latina (Hirata 2000) Característica da carga contaminante Atividades URBANA (a)
do aquífero, mais comuns na América Latina (Hirata 2000) Característica da carga contaminante Atividades URBANA (a)

Característica da carga contaminante

Latina (Hirata 2000) Característica da carga contaminante Atividades URBANA (a) Saneamento in situ Lagoas de

Atividades URBANA (a) Saneamento in situ Lagoas de oxidação Lixiviados de lixões/aterros sanitários Tanques de combustível INDÚSTRIA Vazamento de tanques/tubos (b) Derramamento acidental Lagoas de efluentes Lixiviado de resíduos sólidos (chorume) AGRÍCOLA (c)

Distribuição

Principal contaminante

u/r P-D

n f o

u/r P

o f n m

u/r P

o s h m

u/r P-D

o

u/r P-D

o h

u/r P-D

o h

u P

o h s m

u/r P

o h s m

i – Áreas de cultivo

- com agroquímicos

r D

n o

- com irrigação

r D

n o s

- com lodos/resíduos

r D

n o s

ii – Beneficiamento de gado e animais

 

-

lagoas de efluentes sem revestimento

r P

f o n

(a)

pode incluir componentes industriais

f

Patógenos fecais

(b)

pode também

ocorrer em áreas não industriais

o

Compostos orgânicos sintéticos e/ou carga orgânica

(c)

intensificação apresenta aumento no risco de contaminação

s

Salinidade

u/r

Urbano/Rural - P/L/D

Pontual/Linear/Difuso

m

Metais pesados

n

Nutrientes

h

Hidrocarbonetos

Áreas Contaminadas Cadastradas na CETESB - SP

Áreas Contaminadas Cadastradas na CETESB - SP
Áreas Contaminadas Cadastradas na CETESB - SP
Áreas Contaminadas Cadastradas na CETESB - SP
Áreas Contaminadas Cadastradas na CETESB - SP
Áreas Contaminadas Cadastradas na CETESB - SP
Áreas Contaminadas Cadastradas na CETESB - SP
SHELL PAULÍNIA Fonte: Site oficial da empresa Shell.
SHELL PAULÍNIA Fonte: Site oficial da empresa Shell.

SHELL PAULÍNIA

SHELL PAULÍNIA Fonte: Site oficial da empresa Shell.
SHELL PAULÍNIA Fonte: Site oficial da empresa Shell.
SHELL PAULÍNIA Fonte: Site oficial da empresa Shell.
SHELL PAULÍNIA Fonte: Site oficial da empresa Shell.

Fonte: Site oficial da empresa Shell.

Presença de Drins na Água das Cacimbas – Fevereiro 2001 Fonte: Site oficial da empresa
Presença de Drins na Água das Cacimbas – Fevereiro 2001 Fonte: Site oficial da empresa
Presença de Drins na Água das Cacimbas – Fevereiro 2001 Fonte: Site oficial da empresa

Presença de Drins na Água das Cacimbas – Fevereiro 2001

Presença de Drins na Água das Cacimbas – Fevereiro 2001 Fonte: Site oficial da empresa Shell.
Presença de Drins na Água das Cacimbas – Fevereiro 2001 Fonte: Site oficial da empresa Shell.
Presença de Drins na Água das Cacimbas – Fevereiro 2001 Fonte: Site oficial da empresa Shell.
Presença de Drins na Água das Cacimbas – Fevereiro 2001 Fonte: Site oficial da empresa Shell.

Fonte: Site oficial da empresa Shell.

Interferência das Atividades Humanas
Interferência das Atividades Humanas

Interferência das Atividades Humanas

Interferência das Atividades Humanas
Interferência das Atividades Humanas
Interferência das Atividades Humanas
Interferência das Atividades Humanas
Interferência das Atividades Humanas
SUSTENTABILIDADE  Definição  Processo de se obter de modo contínuo condições de vida iguais
SUSTENTABILIDADE  Definição  Processo de se obter de modo contínuo condições de vida iguais
SUSTENTABILIDADE  Definição  Processo de se obter de modo contínuo condições de vida iguais

SUSTENTABILIDADE

SUSTENTABILIDADE  Definição  Processo de se obter de modo contínuo condições de vida iguais ou

Definição

SUSTENTABILIDADE  Definição  Processo de se obter de modo contínuo condições de vida iguais ou
SUSTENTABILIDADE  Definição  Processo de se obter de modo contínuo condições de vida iguais ou

Processo de se obter de modo contínuo condições de vida iguais ou superiores para um grupo de pessoas e seus sucessores em um dado ecossistema. Condição: não prejudicar gerações futuras (de Paula 2002)

Sustentabilidade ? UUSOSO MMÚÚLLTTIIPLPLOO POPOLLUUIIÇÇÃÃOO QQUUAALLIIDDAADDEE EE QQUUAANNTTIIDDAADDEE PPAARRAA
Sustentabilidade ? UUSOSO MMÚÚLLTTIIPLPLOO POPOLLUUIIÇÇÃÃOO QQUUAALLIIDDAADDEE EE QQUUAANNTTIIDDAADDEE PPAARRAA

Sustentabilidade ?

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Sustentabilidade ? UUSOSO MMÚÚLLTTIIPLPLOO POPOLLUUIIÇÇÃÃOO QQUUAALLIIDDAADDEE EE QQUUAANNTTIIDDAADDEE PPAARRAA
Sustentabilidade ? UUSOSO MMÚÚLLTTIIPLPLOO POPOLLUUIIÇÇÃÃOO QQUUAALLIIDDAADDEE EE QQUUAANNTTIIDDAADDEE PPAARRAA
UUSOSO MMÚÚLLTTIIPLPLOO POPOLLUUIIÇÇÃÃOO QQUUAALLIIDDAADDEE EE QQUUAANNTTIIDDAADDEE PPAARRAA
UUSOSO MMÚÚLLTTIIPLPLOO
POPOLLUUIIÇÇÃÃOO
QQUUAALLIIDDAADDEE EE
QQUUAANNTTIIDDAADDEE PPAARRAA
GGEERRAAÇÇÕÕEESS FFUUTTUURRAASS
RRAACCIIOONNAALLIIZZAAÇÇÃÃOO
Funções da Água (Erhard-Cassegrain & Margat 1983 in Leal 1997)  Biológica – água para
Funções da Água (Erhard-Cassegrain & Margat 1983 in Leal 1997)  Biológica – água para
Funções da Água (Erhard-Cassegrain & Margat 1983 in Leal 1997)  Biológica – água para
Funções da Água (Erhard-Cassegrain & Margat 1983 in Leal 1997)  Biológica – água para

Funções da Água (Erhard-Cassegrain & Margat 1983 in Leal 1997)

da Água (Erhard-Cassegrain & Margat 1983 in Leal 1997)  Biológica – água para as necessidades
da Água (Erhard-Cassegrain & Margat 1983 in Leal 1997)  Biológica – água para as necessidades
da Água (Erhard-Cassegrain & Margat 1983 in Leal 1997)  Biológica – água para as necessidades

Biológica – água para as necessidades básicas humanas e animais – função essencial a princípio não negociável

Ecossistema – Meio Ambiente para seres aquáticos – função essencial

Técnica – Usos onde a água desempenha papel de matéria prima nas indústrias ou nas residências não básicas – decorrente de práticas econômicas – flexível e possível de negociação

Simbólico – usos associados a valores sociais e culturais

Gestão implica na prevenção e na resolução de conflitos pelo uso da água DISPONIBILIDADE •
Gestão implica na prevenção e na resolução de conflitos pelo uso da água DISPONIBILIDADE •
Gestão implica na prevenção e na resolução de conflitos pelo uso da água DISPONIBILIDADE •
Gestão implica na prevenção e na resolução de conflitos pelo uso da água DISPONIBILIDADE •

Gestão implica na prevenção e na resolução de conflitos pelo uso da água

prevenção e na resolução de conflitos pelo uso da água DISPONIBILIDADE • • • • •
prevenção e na resolução de conflitos pelo uso da água DISPONIBILIDADE • • • • •
prevenção e na resolução de conflitos pelo uso da água DISPONIBILIDADE • • • • •
prevenção e na resolução de conflitos pelo uso da água DISPONIBILIDADE • • • • •
prevenção e na resolução de conflitos pelo uso da água DISPONIBILIDADE • • • • •

DISPONIBILIDADE

Quantidade

Qualidade

Tempo

Espaço

Incertezas

DEMANDA

Quantidade

Qualidade

Tempo

Espaço

Incertezas

Em um contexto de:

• Muitos usos

• Muitos usuários

• Demanda crescente

• Qualidade degradada

Conflitos de uso
Conflitos
de uso
GESTÃO DE ÁGUA SUBTERRÂNEA  Problemas atuais  Integração com as águas superficiais  Conflito
GESTÃO DE ÁGUA SUBTERRÂNEA  Problemas atuais  Integração com as águas superficiais  Conflito
GESTÃO DE ÁGUA SUBTERRÂNEA  Problemas atuais  Integração com as águas superficiais  Conflito
GESTÃO DE ÁGUA SUBTERRÂNEA  Problemas atuais  Integração com as águas superficiais  Conflito
GESTÃO DE ÁGUA SUBTERRÂNEA  Problemas atuais  Integração com as águas superficiais  Conflito

GESTÃO DE ÁGUA SUBTERRÂNEA

GESTÃO DE ÁGUA SUBTERRÂNEA  Problemas atuais  Integração com as águas superficiais  Conflito união
GESTÃO DE ÁGUA SUBTERRÂNEA  Problemas atuais  Integração com as águas superficiais  Conflito união
GESTÃO DE ÁGUA SUBTERRÂNEA  Problemas atuais  Integração com as águas superficiais  Conflito união

Problemas atuais

Integração com as águas superficiais

Conflito união versus estado

Água mineral e água subterrânea

Não existe gestão do recurso ainda

Em discussão em alguns comitês que possuem Câmara Técnica de Água Subterrânea

Água – domínio público ou commodity?

Serviços de água municipais x instituições do estado

E os municípios???

Cadastramento de poços  Vaga idéia  Métodos de estimativas diferentes = números diferentes de
Cadastramento de poços  Vaga idéia  Métodos de estimativas diferentes = números diferentes de

Cadastramento de poços

Cadastramento de poços  Vaga idéia  Métodos de estimativas diferentes = números diferentes de poços
Cadastramento de poços  Vaga idéia  Métodos de estimativas diferentes = números diferentes de poços

Vaga idéia

Cadastramento de poços  Vaga idéia  Métodos de estimativas diferentes = números diferentes de poços
Cadastramento de poços  Vaga idéia  Métodos de estimativas diferentes = números diferentes de poços

Métodos de estimativas diferentes = números diferentes de poços perfurados

Não há controle efetivo - fiscalização por instituições sucateadas

Campinas – Sanasa, municipal, envolvida nas descobertas de poços clandestinos.

Contaminação – ÁREAS CONTAMINADAS

Industrial e urbana – ponta do iceberg

Agrícola – alguns estudos

Mineração – minas abandonadas

????

DRENAGEM ÁCIDA

Sobreexplotação – alguns estudos locais

Onde???? Função (Rebaixamento de nível de água e densidade de poços tubulares profundos e consumo)

Gerenciamento do abastecimento de água subterrânea Objetivos Problemas existentes Meta Medidas de mitigação
Gerenciamento do abastecimento de água subterrânea
Objetivos
Problemas existentes
Meta
Medidas de mitigação
Manutenção do
abastecimento
de água
subterrânea
 Declínio das vazões
dos poços devido ao
rebaixamento do nível
de água
 Redução dos
níveis de água
subterrânea
 Redistribuição/ redução da explotação
Proteção da
qualidade da
 Qualidade da água
inaceitável ao uso
potável
Carga
contaminante
 Restrição da carga contaminante pela identificação de
fontes, especialmente em aqüíferos vulneráveis
água
moderada em
subterrânea
subsuperfície
 Excessivos custos de
tratamento
 Restrição da densidade de desenvolvimento
residencial em áreas vulneráveis
 Controle seletivo de atividades e efluentes industriais
 Efeitos secundários
negativos na qualidade
 Zoneamento de terrenos para diferentes usos
 Controle da localização do aterro sanitário e projeto
 Separação espacial da disposição de resíduo e da
água subterrânea para abastecimento
 Aumento
da
salinidade de intrusão
salina
Redução dos
níveis de água
subterrânea
 Redistribuição e/ ou redução da explotação
 Uso de equipamentos de limpeza de poços
 Contaminação
induzida
 Modificação de profundidades de poços para
abastecimento
 Contaminantes
mobilizados de áreas
contaminadas pela
elevação do nível
freático
Redução dos
níveis de água
subterrânea
 Aumento da explotação de aqüíferos rasos poluídos
para usos não sensíveis
 Redução da recarga urbana
PROTEÇÃO DA ÁGUA SUBTERRÂNEA Enfoque regional • Mapeamento de Vulnerabilidade de Aquíferos • Cartografia
PROTEÇÃO DA ÁGUA SUBTERRÂNEA Enfoque regional • Mapeamento de Vulnerabilidade de Aquíferos • Cartografia
PROTEÇÃO DA ÁGUA SUBTERRÂNEA Enfoque regional • Mapeamento de Vulnerabilidade de Aquíferos • Cartografia
PROTEÇÃO DA ÁGUA SUBTERRÂNEA Enfoque regional • Mapeamento de Vulnerabilidade de Aquíferos • Cartografia
PROTEÇÃO DA ÁGUA SUBTERRÂNEA Enfoque regional • Mapeamento de Vulnerabilidade de Aquíferos • Cartografia

PROTEÇÃO DA ÁGUA SUBTERRÂNEA

PROTEÇÃO DA ÁGUA SUBTERRÂNEA Enfoque regional • Mapeamento de Vulnerabilidade de Aquíferos • Cartografia
PROTEÇÃO DA ÁGUA SUBTERRÂNEA Enfoque regional • Mapeamento de Vulnerabilidade de Aquíferos • Cartografia

Enfoque regional

Mapeamento de Vulnerabilidade de Aquíferos Cartografia Hidrogeológica Mapeamento da Aptidão de Uso do Solo Planejamento Territorial

Enfoque local

Áreas ou Perímetros de Proteção de Poços e Fontes Controle das Atividades Potencialmente Contaminantes Controle do Uso e Exploração do Aqüífero

Iritani 2003

PROTEÇÃO DOS AQUIFEROS Enfoque Regional Enfoque regional  Zoneamento ambiental  Mapeamento de Vulnerabilidade de
PROTEÇÃO DOS AQUIFEROS Enfoque Regional Enfoque regional  Zoneamento ambiental  Mapeamento de Vulnerabilidade de

PROTEÇÃO DOS AQUIFEROS Enfoque Regional

PROTEÇÃO DOS AQUIFEROS Enfoque Regional Enfoque regional  Zoneamento ambiental  Mapeamento de Vulnerabilidade de
PROTEÇÃO DOS AQUIFEROS Enfoque Regional Enfoque regional  Zoneamento ambiental  Mapeamento de Vulnerabilidade de
PROTEÇÃO DOS AQUIFEROS Enfoque Regional Enfoque regional  Zoneamento ambiental  Mapeamento de Vulnerabilidade de
PROTEÇÃO DOS AQUIFEROS Enfoque Regional Enfoque regional  Zoneamento ambiental  Mapeamento de Vulnerabilidade de

Enfoque regional

Zoneamento ambiental

Mapeamento de Vulnerabilidade de Aqüíferos

Cartografia Hidrogeológica

Mapeamento da Aptidão de Uso do Solo

Subsidia:

Políticas públicas

Planos diretores

Programas gerais de pesquisa e desenvolvimento

Iritani 2003

Mapeamento da Vulnerabilidade dos Aqüíferos do Estado de São Paulo (IG, DAEE, CET ESB 1997)
Mapeamento da Vulnerabilidade dos Aqüíferos do Estado de São Paulo (IG, DAEE, CET ESB 1997)
Mapeamento da Vulnerabilidade dos Aqüíferos do Estado de São Paulo (IG, DAEE, CET ESB 1997)
Mapeamento da Vulnerabilidade dos Aqüíferos do Estado de São Paulo (IG, DAEE, CET ESB 1997)
Mapeamento da Vulnerabilidade dos Aqüíferos do Estado de São Paulo (IG, DAEE, CET ESB 1997)

Mapeamento da Vulnerabilidade dos Aqüíferos do Estado de São Paulo

Mapeamento da Vulnerabilidade dos Aqüíferos do Estado de São Paulo (IG, DAEE, CET ESB 1997) Iritani
Mapeamento da Vulnerabilidade dos Aqüíferos do Estado de São Paulo (IG, DAEE, CET ESB 1997) Iritani
(IG, DAEE, CET ESB 1997) Iritani 2003
(IG, DAEE, CET ESB 1997)
Iritani 2003

Enfoque local:

Enfoque local: PERÍMETRO DE PROTEÇÃO DE POÇOS E OUTRAS CAPTAÇÕES DE ÁGUA SUBTERRÂNEA Iritani 2003
Enfoque local: PERÍMETRO DE PROTEÇÃO DE POÇOS E OUTRAS CAPTAÇÕES DE ÁGUA SUBTERRÂNEA Iritani 2003
Enfoque local: PERÍMETRO DE PROTEÇÃO DE POÇOS E OUTRAS CAPTAÇÕES DE ÁGUA SUBTERRÂNEA Iritani 2003
Enfoque local: PERÍMETRO DE PROTEÇÃO DE POÇOS E OUTRAS CAPTAÇÕES DE ÁGUA SUBTERRÂNEA Iritani 2003
Enfoque local: PERÍMETRO DE PROTEÇÃO DE POÇOS E OUTRAS CAPTAÇÕES DE ÁGUA SUBTERRÂNEA Iritani 2003
Enfoque local: PERÍMETRO DE PROTEÇÃO DE POÇOS E OUTRAS CAPTAÇÕES DE ÁGUA SUBTERRÂNEA Iritani 2003

PERÍMETRO DE PROTEÇÃO DE POÇOS E OUTRAS CAPTAÇÕES DE ÁGUA SUBTERRÂNEA

Enfoque local: PERÍMETRO DE PROTEÇÃO DE POÇOS E OUTRAS CAPTAÇÕES DE ÁGUA SUBTERRÂNEA Iritani 2003
Enfoque local: PERÍMETRO DE PROTEÇÃO DE POÇOS E OUTRAS CAPTAÇÕES DE ÁGUA SUBTERRÂNEA Iritani 2003
Enfoque local: PERÍMETRO DE PROTEÇÃO DE POÇOS E OUTRAS CAPTAÇÕES DE ÁGUA SUBTERRÂNEA Iritani 2003
Enfoque local: PERÍMETRO DE PROTEÇÃO DE POÇOS E OUTRAS CAPTAÇÕES DE ÁGUA SUBTERRÂNEA Iritani 2003

Iritani 2003

PERÍMETROS DE PROTEÇÃO DE POÇOS NA ALEMANHA Iritani 2003
PERÍMETROS DE PROTEÇÃO DE POÇOS NA ALEMANHA Iritani 2003
PERÍMETROS DE PROTEÇÃO DE POÇOS NA ALEMANHA Iritani 2003
PERÍMETROS DE PROTEÇÃO DE POÇOS NA ALEMANHA Iritani 2003

PERÍMETROS DE PROTEÇÃO DE POÇOS NA ALEMANHA

PERÍMETROS DE PROTEÇÃO DE POÇOS NA ALEMANHA Iritani 2003
PERÍMETROS DE PROTEÇÃO DE POÇOS NA ALEMANHA Iritani 2003
PERÍMETROS DE PROTEÇÃO DE POÇOS NA ALEMANHA Iritani 2003
PERÍMETROS DE PROTEÇÃO DE POÇOS NA ALEMANHA Iritani 2003

Iritani 2003

Considerações Finais  Início da discussão da gestão de água subterrânea no Brasil  A
Considerações Finais  Início da discussão da gestão de água subterrânea no Brasil  A

Considerações Finais

Considerações Finais  Início da discussão da gestão de água subterrânea no Brasil  A população
Considerações Finais  Início da discussão da gestão de água subterrânea no Brasil  A população
Considerações Finais  Início da discussão da gestão de água subterrânea no Brasil  A população
Considerações Finais  Início da discussão da gestão de água subterrânea no Brasil  A população

Início da discussão da gestão de água subterrânea no Brasil

A população sabe há muito tempo a importância da água subterrânea – os tomadores de decisão ainda não.

Ineficácia das instituições públicas – sucateamento de décadas, falta de capacitação técnica, de pessoas e de estrutura – como fiscalizar, gerenciar e controlar???

Ausência de decisões técnicas e de participação de técnicos nas políticas de decisões;

Gestão é Política, e está inserido em uma política maior, de proporcionar qualidade de vida a população.

Gestão hoje é multiparticipativa = portanto é necessário a participação de todos!!!

Grata por tudo!!!
Grata por tudo!!!