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“Ide por todo o mundo e pregai o evangelho a toda criatura.”


(Mc. 16.15)

CURSO DE PROFISSÃO DE FÉ

E BATISMO

“CONHECEREIS A VERDADE E A VERDADE VOS LIBERTARÁ” (Jo 8.32).


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Aluno:_______________________________________________________________
_____________________________________________________________________
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ESTUDO 01: A BÍBLIA SAGRADA (I)

1) DO ANTIGO TESTAMENTO

A) Pentateuco:
Pentateuco: Gênesis (Gn), Êxodo (Êx), Levítico (Lv), Números (Nm), Deuteronômio (Dt).
B) Históricos:
Históricos: Josué (Js), Juízes (Jz), Rute (Rt), 1 e 2 Samuel (Sm), 1 e 2 Reis (Rs), 1 e 2 Crônicas
(Cr), Esdras (Ed), Neemias (Ne), Ester (Et).
C) Poéticos:
Poéticos: Jó (Jó), Salmos (Sl), Provérbios (Pv), Eclesiastes (Ec), O Cântico dos cânticos (Ct).
D) Proféticos:
Proféticos:
D1) Profetas maiores:
maiores: Isaías (Is), Jeremias (Jr), Lamentações (Lm), Ezequiel (Ez), Daniel (Dn).
D2) Profetas menores:
menores: Oséias (Os), Joel (Jl), Amós (Am), Obadias (Ob), Jonas (Jn), Miquéias
(Mq), Naum (Na), Habacuque (Hc), Sofonias (Sf), Ageu (Ag), Zacarias (Zc), Malaquias (Ml)a,

2) DO NOVO TESTAMENTO

A) Evangelhos:
Evangelhos: Mateus (Mt), Marcos (Mc), Lucas (Lc), João (Jo).
B) Histórico:
Histórico: Atos (At).
C) Cartas Paulinas:
Paulinas: Romanos (Rm), 1 e 2 Coríntios (Co), Gálatas (Gl), Efésios (Ef), Filipenses
(Fp), Colossenses (Cl), 1 e 2 Tessalonicenses (Ts), 1 e 2 Timóteo (Tm), Tito (Tt), Filemon (Fm).
D) Cartas Gerais:
Gerais: Hebreus (Hb), Tiago (Tg), 1 e 2 Pedro (Pe), 1,2 e 3 João (Jo), Judas (Jd).
E) Profético:
Profético: Apocalipse (Ap).

3) REFERÊNCIAS BÍBLICAS

Chamamos de referências a abreviatura de um texto bíblico. Por exemplo: Jo. 3.16 é a


abreviatura de João, capítulo 3, versículo 16.
Outros exemplos: Êx 3.2 (Êxodo, capítulo 3, versículo 2); Jo 4.6-10 (Evangelho de João,
capítulo 4, do versículo 6 até o 10); Jo 4.6,10 (Evangelho de João, capítulo 6, versículos 6 e 10).
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ESTUDO 02: A BÍBLIA SAGRADA (II)

Textos: 2 Tm. 3.16-17; Rm. 10.9

A Bíblia Sagrada é uma coleção de 66 livros. 39 desses livros estão no Antigo Testamento e
27 estão no Novo Testamento. A palavra testamento vem do latim e significa acordo, aliança, pacto.
Trata-se do pacto (aliança) de Deus com o homem. A antiga aliança foi feita com Abraão e a nova
aliança foi feita por meio de Jesus.
A Bíblia é a nossa única regra de fé e prática, por isso devemos entendê-la através das
seguintes doutrinas: revelação, inspiração e iluminação.

1) REVELAÇÃO: É a ação de Deus se dando a conhecer. Existem duas formas de


revelação: geral e especial.
Revelação geral (Sl. 19.1): Deus se revela através das obras da criação e da providência na
preservação e no governo do universo.
Revelação especial (Hb. 1.1-2): Deus se revela através da sua Palavra (a Bíblia Sagrada).
Jesus é a Palavra pois “o verbo se fez carne e habitou entre nós” (Jo. 1.14)

2) INSPIRAÇÃO: É a ação de Deus levando homens a registrar, sem erro, a sua revelação especial (a
Bíblia). Vejamos o que diz 2 Pd. 1.21 e 2 Tm. 3.16. Apenas os profetas e os apóstolos foram
inspirados.
Os livros da Bíblia foram escritos por, no mínimo, 36 autores, num período que pode chegar a
1600 anos, desde Moisés (quando escreveu os cinco primeiros livros da Bíblia no deserto) até João
(quando escreveu Apocalípse na ilha de Patmus).
A Bíblia católica tem sete livros a mais do que a Bíblia editada pelos evangélicos. Até o
século XVI não havia uma posição oficial da Igreja em relação a esses livros. Alguns os aceitavam
como inspirados outros não. Mas, em 15 de Abril de 1546 (30 anos depois dos evangélicos terem
saído da ICAR). O Concilio de Trento anexou-os, por decreto, à Bíblia. Os evangélicos chamam
estes livros de apócrifos e não os aceitam como inspirados por Deus.
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3) ILUMINAÇÃO: É a atuação de Deus na mente e no coração do homem, através do Espírito Santo,


capacitando-o para entender a Bíblia (At. 16.14).

Conclusão:
A Bíblia é a nossa única regra de fé e prática, ou seja: “Eu só creio na Bíblia. Eu só pratico a
Bíblia.” Assim sendo, não devemos enfatizar “revelações” ou “inspirações” atuais. Mas, devemos
sim, acreditar que Deus nos ilumina, com seu Espírito Santo, para compreendermos o que Ele quer
de nós através da Sua Palavra.

AVALIAÇÃO

1) Qual é a nossa única regra de fé e prática?

2) Quantos livros a Bíblia tem no Antigo Testamento e quantos livros ela tem no Novo Testamento?

3) O que é revelação?

4) Podemos afirmar biblicamente que há revelação hoje?

5) O que é iluminação?

6) Podemos afirmar biblicamente que há iluminação hoje?

7) Escreva e decore o pentateuco:


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ESTUDO 03: PROFISSÃO DE FÉ

Textos: Rm. 10.9

Definição: “Profissão de fé é a declaração pública, feita por aquele que crê, que
Jesus Cristo é o Filho de Deus”.
Todo aquele que crê deve confessar publicamente a sua fé.

1) OS TRÊS ELEMENTOS DA PROFISSÃO DE FÉ:

A) Intelecto: Cristo é a pessoa a quem eu devo verdadeiramente seguir?


Jesus é pessoa certa?
A fé cristã é uma convicção baseada em fatos reais, não é um salto no escuro. A
pessoa precisa saber o que está fazendo (Mt 22.29; Jo 5.39).

B) Emoção: A pessoa de Cristo está sendo o alvo do meu amor? Estou amando a
Jesus?
Não basta saber (intelectualmente) que Jesus é o Filho de Deus, é necessário
amá-lo como tal (Jo 14.21).
O que vai demonstrar o seu amor por Jesus são os seus atos (Mt 7.15-23).

C) Vontade: Estou querendo assumir um compromisso com a pessoa de Cristo? Eu


quero confessar a Jesus?
Não basta crer, não basta sentir. É preciso, também, querer.
Jesus sempre exigiu uma tomada de decisão por parte daqueles que quiseram
segui-lo (Mc 8.34).
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Obs.: Nem todas as experiências de conversões são iguais. A Bíblia diz que
algumas pessoas se converteram em meio a emoções fortes (como foi o caso do
carcereiro em Atos 16.27-34), outros se converteram raciocinando (como foi o caso do
eunuco em Atos 8.26-38).
Notemos que a experiência de conversão do eunuco foi totalmente diferente da
experiência do carcereiro, mas ambos se converteram. Como foi a sua experiência de
conversão? Se você quiser compartilha-la, então escreva, em casa, com poucas
palavras, no espaço reservado na página seguinte.

Conclusão:
Você precisa entender, sentir e querer confessar o Senhor Jesus como Salvador.
Para ser salvo você precisa crer no Senhor Jesus como seu salvador.

AVALIAÇÃO

1) Como foi a sua conversão? Resuma em poucas palavras.

2) O que é profissão de fé?

3) Quais os três elementos da profissão de fé?

4) O que preciso para ser salvo?

5) Escreva e decore os livros históricos:


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ESTUDO 04: DEUS E O HOMEM

Textos: Sl 139 1-6; Gn 1.26-30

No primeiro estudo vimos que só podemos conhecer alguma coisa sobre Deus porque ele se
revelou através da sua Palavra. Mas, o que a Bíblia diz sobre Deus?

1) OS NOMES DE DEUS
Os nomes ou títulos de Deus aparecem na Bíblia Sagrada de várias maneiras. Cada nome de
Deus deve ser estudado de acordo com os costumes da época. Eis alguns dos nomes de Deus:

a) Deus (Gn 1.1): O Deus forte e poderoso que deve ser temido e cultuado;
b) SENHOR (Gn 2.4): O Deus que não muda, que sempre existiu e sempre existirá;
c) Deus Altíssimo (Gn 14.18): O Deus Supremo que está acima das divindades locais;
d) Deus Todo-Poderoso (Gn 17.1): O Deus que possui todo o poder no céu e na terra;
e) Senhor (Js 3.13): O Deus que é Dono e Governador de todos os homens.

2) A TRINDADE
A Bíblia nos ensina que existe um só Deus que subsiste em três pessoas: o Pai, o Filho e o
Espírito Santo.

a) O Pai é Deus (Dt 6.4);


b) O Filho (Jesus) é Deus (Jo 1.1);
c) O Espírito Santo é Deus (At 5.3,4).

Não temos como explicar a doutrina da Trindade. Nós cremos porque a Bíblia fala que os
Três são um.

3) OS ATRIBUTOS DE DEUS
Atributos são as propriedades ou as qualidades de Deus. Os atributos de Deus dividem-se em
dois: atributos comunicáveis e atributos incomunicáveis.
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a) Os atributos incomunicáveis: São aqueles que temos mais dificuldade em expressar:


A Auto existência: Ninguém O criou. Não há como explicar isso (Jo 5.26; At 17.25);
A Eternidade: Sempre existiu e existirá (Sl 90.2; 2 Pe 3.8);
A Onipresença: Está presente em todos os lugares ao mesmo tempo (1 Rs 8.27);
A Imutabilidade: Deus não muda em seu ser (Ml 3.6).

b) Os atributos comunicáveis: São aqueles que temos mais facilidade em expressar.

A Bondade: (Sl 145.9,15,16; Jo 4.7-10);


A Santidade: (Êx 15.11; Ap 4.8);
A Justiça: (Sl 71.19; Rm 1.32);
A Soberania: (Sl 115.3; Mt 10.29).

As diferenças entre as qualidades de Deus e as nossas é que as Dele são perfeitas. Deus se
revela através da Sua Palavra de maneira que qualquer pessoa, culta ou não, no uso de suas
faculdades mentais pode conhecê-Lo. Da mesma maneira, através da Sua Palavra Ele nos mostra o
que e quem é o homem.

4) A CRIAÇÃO DO UNIVERSO
Existem duas principais teorias sobre a origem do universo: a Evolução e Criação. A teoria da
Evolução ensina o mundo surgiu de uma explosão e que o homem evoluiu do macaco. A teoria da
Criação (de acordo com a Bíblia Sagrada) nos ensina que Deus criou tudo.
Imagine se um objeto, como o relógio, por exemplo, que funciona com várias peças formando
um mecanismo que informa a hora correta. Se alguém lhe dissesse que o relógio surgiu do acaso,
você acreditaria? O universo foi criado por Deus (Gn 1.1).

5) A CRIAÇÃO DO HOMEM E A SUA QUEDA


O registro da criação do homem na Bíblia encontra-se em Gn 1.26-27. Todos os outros seres
foram criados segundo a sua espécie, mas, o homem foi criado segundo a imagem de Deus.
Ao pecar o homem desobedeceu a Deus e se afastou Dele. Morreu espiritualmente. Nós
carregamos o pecado de Adão e a sua consequência (a morte), mas herdamos de Jesus a vida eterna
(Rm 5.18).
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AVALIAÇÃO

1) Quantas pessoas existem na Trindade e quais são elas?

2) O que são os atributos de Deus?

3) Os atributos de Deus se dividem em duas categorias. Quais são?

4) Qual a diferença entre as qualidades de Deus e as nossas qualidades?

5) A Teoria da Evolução tem base Bíblica?

6) Qual é a consequência do pecado?

7) O que herdamos de Jesus Cristo?

8) Escreva e decore os livros poéticos:


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ESTUDO 05: O PLANO DE SALVAÇÃO

Textos: Lc. 15-11-32

Felizmente o plano de Deus para o homem não se esgotava no Éden. Antes do homem pecar
Deus preparou o pacto da redenção. Este pacto é a aliança de Deus com Seu Filho para a salvação do
homem.

1) O PECADO E SUA CONSEQUÊNCIA


Pecado é definido como: “Qualquer falta de conformidade com a lei de Deus, ou qualquer
transgressão dessa lei”. Pecar é ver, pensar, querer ou fazer o que desagrada a Deus. A consequência
do pecado é a morte, pois, “Aquilo que o homem semear, isto também ceifará”.

2) A OBRA REDENTORA DE CRISTO


Leia Rm. 5.8 . A prova de que Deus nos ama é o fato d’Ele ter dado o Seu Filho para morrer a
nossa morte. O sacrifício de Jesus Cristo em nosso lugar foi um sacrifício completo (Is. 53.5).

3) ARREPENDIMENTO E FÉ
O que o pecador precisa para ser salvo? 1) Crer que a salvação só é possível em Jesus (At.
4.12); 2) Arrepender-se dos seus pecados. “O verdadeiro arrependimento causa um sentimento de
tristeza e pesar pelo erro cometido e leva a pessoa a mudar de vida... o pecador se desvincula da
velha vida, dos tempos da ignorância”.

4) A PREDESTINAÇÃO (ELEIÇÃO)
Predestinação é a doutrina que ensina que as pessoas são escolhidas por Deus para serem
salvas antes mesmo delas nascerem (Ef. 1.4). Porque muitos rejeitam essa doutrina?
1) Por causa de uma interpretação errada de I Tm. 2.4. Se observarmos os versos 1 e 2
veremos que Paulo está falando de “todos os homens” como “todas as classes de pessoas”.
2) Porque acham que Deus não seria injusto de escolher uns e deixar outros para trás. Mas,
tais pessoas se esquecem de ler Rm. 9.14-15.
3) Porque a predestinação dá lugar ao pecado: “Se sou predestinado, então eu posso pecar e
não perderei a minha salvação”, pensam eles. É errado pensar assim, pois não fomos predestinados,
para pecar, mas sim, “para sermos santos e irrepreensíveis”. (Ef. 1.4).
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4) Porque a predestinação anula a pregação do Evangelho. “Se os predestinados vão ser


salvos para que pregar?” É bom lembrar que os predestinados precisam ouvir o evangelho (Em.
10.17). Por isso Jesus mandou que todos nós pregássemos (Mc. 16.15).
A predestinação não é para ser entendida, mas para ser aceita porque é bíblica. Da mesma
maneira acontece com a doutrina da Trindade. Nossas mentes são limitadas para entender certas
doutrinas. Nós só aceitamos porque é o que Deus nos diz em sua Palavra e não o que diz o nosso
raciocínio.

5) A REGENERAÇÃO E A CONVERSÃO
A regeneração é a disposição que a pessoa tem, em Cristo, para viver uma nova vida. A partir
da regeneração a pessoa passa a desejar o que é bom e justo, como aconteceu com Zaqueu (Lc. 19.8).
O toque regenerador do Espírito Santo leva a pessoa à conversão: “Conversão é o resultado
da ação do Espírito Santo que leva o pecador a arrepender-se de seus pecados e a crer em Cristo
como Salvador e Senhor”.

6) A JUSTIFICAÇÃO E A SEGURANÇA DO SALVO


Justificação é a anulação da sentença de condenação. Êx.: Estávamos condenados à morte,
mas Deus nos livrou quando enviou Jesus para morrer em nosso lugar. Na casa de Zaqueu, Jesus
disse: “Hoje houve salvação nesta casa”. (Lc. 19.9). Zaqueu estava justificado.
Diante de todas essas promessas podemos descansar no Senhor e ficarmos seguros com
relação a nossa salvação: “As minhas ovelhas ouvem a minha voz; eu as conheço, e elas me seguem.
Eu lhes dou a vida eterna; jamais perecerão, eternamente, e ninguém as arrebatará da minha mão.
Aquilo que meu Pai me deu é maior do que tudo; e da mão do Pai ninguém pode arrebatar”. (Jo.
10.27-29).

Conclusão:
A sua salvação está garantida porque você foi escolhido(a) por Deus; você crê; você se
arrependeu; você foi regenerado, convertido e justificado.
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AVALIAÇÃO

1) Qual é a consequência do pecado?

2) O sacrifício de Jesus em nosso lugar foi completo ou incompleto?

3) De que o pecador precisa para ser salvo?

4) O que é predestinação?

5) A predestinação é uma doutrina que tem base bíblica?

6) O que é regeneração?

7) O que é conversão?

8) O que é justificação?

9) Você pode ter certeza e segurança da salvação? Porque ? (Resposta pessoal)

10) Escreva e decore os livros proféticos (Profetas Maiores):


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ESTUDO 06: O PRESBITERIANISMO

Textos: I CO. 12.12-27


O plano de Deus para a nossa salvação inclui uma organização para nos arrebanhar. No
Antigo Testamento esta organização era constituída pelos israelitas. No Novo Testamento esta
organização foi substituída pela Igreja. Essa Igreja, organizada pelos apóstolos, teve várias
ramificações entre elas o protestantismo reformado ou presbiterianismo.

1) AS FALSAS DOUTRINAS NA IGREJA


Os cristãos foram perseguidos até o século IV, quando um imperador romano, chamado
Constantino, adotou o cristianismo como religião oficial do Império. Isto aconteceu no ano de 323.
Com essa oficialização muitas pessoas, sem a verdadeira conversão, entraram para a Igreja. O
resultado disso foi desastroso, por um lado: em 375 foi instituído o culto aos santos; em 431,
instituiu-se o culto a Maria, à partir do Concílio de Éfeso, cidade em que a divindade feminina pagã,
Diana dos Efésios, era adorada; Em 503 surgiu a doutrina do purgatório; em 783 foi adotada a
adoração a imagens e relíquias; em 1090, inventou-se o rosário; em 1229, foi proibida a leitura da
Bíblia.

2) A REFORMA PROTESTANTE
Alguns homens tentaram trazer a Igreja de volta para as doutrinas bíblicas: João Wyclif, um
professor da Universidade de Oxford, na Inglaterra, que faleceu em 1384; João Huss, professor na
Universidade de Praga que foi queimado por causa da sua fé em 1415; e Girolamo Savonarola,
monge que foi enforcado e queimado por ordem do papa Alexandre VI, em 1498, na Itália.
Tudo isso foi acontecendo até que no dia 31 de Outubro de 1517, Martinho Lutero, afixou na
porta da Capela de Wittenberg na Alemanha, as suas 95 teses. Era o início da Reforma.

Martinho Lutero A Igreja do Castelo de Wittenberg, berço da Reforma Protestante.


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Lutero não queria que a Igreja dividisse, ele só queria reformá-la, mas foi perseguido e
excomungado em 1521.
Na Suíça quem começou o movimento da Reforma foi um homem chamado Úlrico Zwínglio,
conhecido até hoje como o “pai do protestantismo reformado” (presbiterianismo). Mas o responsável
por organizar (sistematizar) a doutrina foi outro homem chamado João Calvino.

Zuínglio João Calvino

Calvino era um erudito. Aos 14 anos entrou para a Universidade de Paris. Com 20 anos
formou-se em direito na Universidade de Orleans. A partir de 1536 passou por Genebra da qual fez
uma cidade modelo.

3) A IGREJA PRESBITERIANA DO BRASIL

Ashbel Green Simonton (1833-1867)

Da Suíça os presbiterianos se espalharam por toda a Europa chegando à Escócia (hoje


considerado um país presbiteriano). Da Escócia foi para a Inglaterra e, de lá, para os Estados Unidos.
Houve três tentativas de implantação do presbiterianismo no Brasil. A primeira foi em 1557
quando os franceses invadiram o Rio de Janeiro (o grupo francês era formado por católicos e
huguenotes, também conhecidos como presbiterianos), mas foram expulsos em 1567. A Segunda
tentativa foi em 1624 quando um grupo de holandeses chegou a Salvador, na Bahia, depois
invadiram Pernambuco, de onde foram expulsos em 1630. Por plano divino, a implantação do
presbiterianismo no nosso país se deu através do trabalho missionário. Em 12 de Agosto de 1859
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chegou, dos Estados Unidos, o missionário Ashbel Green Simonton. Ele tinha 26 anos. Era formado
pelo seminário de Princeton e ordenado pastor pelo presbitério de Carlisle.
No dia 12 de Janeiro de 1862, no Rio de Janeiro, foi organizada a primeira Igreja
Presbiteriana do Brasil.
O primeiro pastor brasileiro a ser ordenado foi um ex-padre chamado José Manoel da
Conceição, em 1865.

José Manoel da Conceição (1822-1873)

Natural de São Paulo, ex-sacerdote Católico Romano,


ordenado em 17/12/1865; primeiro pastor evangélico
brasileiro, evangelista itinerante em São Paulo, Minas
Gerais e Rio de Janeiro.

4) A PRIMEIRA IGREJA PRESBITERIANA DE NILÓPOLIS


Em 9 de Setembro de 1922 - ano de comemoração do Centenário de Independência do Brasil -
foi organizada a Primeira Igreja Presbiteriana de Nilópolis, RJ.
Longe estava, da cidade de hoje, a Nilópolis de 90 anos atrás. Naquela época, Nilópolis era
constituída por várias chácaras de laranjeiras, cuja produção era vendida para os barracões de
embalagem e exportação de Iguassu, atual município de Nova Iguaçu.
O Trabalho Presbiteriano foi iniciado, em Nilópolis, no dia 24 de março de 1915, na casa do
irmão Augusto de Azevedo, com o primeiro culto ali realizado, contando com a presença de 12
pessoas. No ano seguinte, foram organizadas a Escola Bíblica Dominical e a Sociedade de Senhoras,
e a Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro assumiu a responsabilidade dos trabalhos, sobre a
liderança do Rev. Álvaro Reis.
As atividades foram se intensificando e o grupo aumentando. A sala da residência do senhor
Augusto tornou-se pequena. Os irmãos, então, alugaram, por quinze mil réis, uma sala comercial
mais espaçosa, melhor localizada, com possibilidade de maior desenvolvimento e visibilidade, em
frente à pequena e precária estação de trem, na Rua Lázaro de Almeida, hoje Avenida Getulio Moura.
A sala, em frente à estação ferroviária, também se tornou pequena, e, no Natal de 1918, foi
lançada uma campanha para a construção do primeiro templo. Os irmãos arregaçaram as mangas e,
com muita disposição, lançaram-se na construção do templo nos primeiros dias de janeiro do novo
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ano. A obra foi concluída nove meses depois de seu início, e o Templo da Congregação Cristã
Presbiteriana em Nilópolis foi inaugurado no dia 07 de setembro de 1919.
A pequena comunidade presbiteriana em Nilópolis resolveu pôr em prática o princípio de que
evangelizar é também educar e decidiu acolher, em seu templo, as crianças da região, para fornecer-
lhes o ensino regular, pois não havia escola na localidade, o que implicava o deslocamento delas para
o município de Iguassu ou para o Distrito Federal. Nascia, então, em janeiro de 1920, a primeira
escola primária em Nilópolis: Escola Paroquial Rev. Américo Cardoso de Menezes. Os primeiros
educadores foram os professores Edmundo Galvão e Zulmira Torres.
Em 9 de setembro de 1922, a Congregação passou à igreja, sendo organizada,
eclesiasticamente, a Igreja Presbiteriana de Nilópolis, com o total de 44 membros.
As décadas seguintes registraram o crescimento e expansão da igreja e, em 15 de novembro
de 1950, foi inaugurado o templo atual no pastorado do Rev. Agenor Mafra.
A igreja cresceu e se desenvolveu junto com o município de Nilópolis e conta hoje com 772
membros, tendo à sua frente o pastor Rev. José do Nascimento Lira Junior.
Suas Sociedades Internas e Departamentos (UCP, UPA, UMP, SAF, UPH, Grupo de Casais
para Cristo e Grupo da Melhor Idade para Cristo) são ativos.
Ao longo desses 90 anos de proclamação do Evangelho, de divulgação das verdades eternas da
Bíblia Sagrada, a igreja tem prestado relevantes serviços ao povo nilopolitano, exercendo ações de
Assistência Social. Isso inclui visitação a enfermos, distribuição de cestas básicas (cerca de nove mil
quilos de alimentos por ano), de agasalhos, roupas, calçados, enxovais de bebês, aos carentes de
nossa cidade, além de outras atividades afins.
No setor educacional, tem, em suas dependências, no Edifício de Educação Religiosa
Presbítero Euclides Moura, o Instituto Presbiteriano de Ensino - IPE, escola de ensino regular, do
“Baby Class” ao 9º ano, aberta a toda comunidade nilopolitana. Atualmente conta com 282 alunos
matriculados em dois turnos (manhã e tarde).
A Primeira Igreja Presbiteriana de Nilópolis não limitou sua obra de divulgação da mensagem
de salvação em Jesus Cristo a esse município. Por seu intermédio, Nilópolis irradiou a Luz do
Evangelho a várias outras localidades da Baixada Fluminense (gerando doze filhas ao longo desses
90 anos: IP de Angra dos Reis, IP do Cabral, IP do Cabuís, IP da Chatuba, IP de Éden, IP de
Governador Portela, IP de Mesquita, IP de Miguel Couto, IP de Olinda, IP de São Mateus, 2ª IP de
Nilópolis e 3ª IP de Nilópolis), e pelo nosso país, através do suporte a campos missionários, como o
do Nordeste.
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Há 55 anos, a igreja abre suas portas, todos os dias, às 7 horas da manhã, para buscar ao Senhor
em reuniões de oração. Que a Deus seja dada toda glória1.

5) SISTEMA DOUTRINÁRIO
A Bíblia é a nossa única regra de fé e prática. Para entender melhor as doutrinas bíblicas a
Igreja Presbiteriana do Brasil adotou os seguintes símbolos de fé (aquilo que representa a nossa fé): a
confissão de fé de Westminster, o Catecismo Maior e o Breve Catecismo.
Esses símbolos foram preparados por teólogos batistas e presbiterianos numa assembleia
convocada pelo parlamento Inglês em 1643, na Abadia de Westminster. A assembleia terminou o seu
trabalho em 1648.
6) SISTEMA DE GOVERNO
Os sistemas de governos mais conhecidos na Igreja evangélica são:
5.1 Episcopal: O governo é exercido pelo bispo, Ele é quem toma as decisões.
5.2 Congregacional: Todos os membros tomam as decisões em assembleia ou sessões.
5.3 Presbiteriano: É o meio termo entre os dois sistemas anteriores. Os membros reunidos
em assembléia elegem os seus representantes (os presbíteros). E estes cuidam do governo da Igreja.
A Igreja local é regida pelos presbíteros (eleitos de cinco em cinco anos) e pelo pastor como
presidente do conselho.
O presbitério é formado por igrejas de uma determinada região. O presbitério é quem
supervisiona as igrejas. A nossa igreja, 1a Igreja Presbiteriana de Nilópolis, pertence ao PNIL –
Presbitério de Nilópolis. O PNIL é composto hoje por igrejas e congregações em Nilópolis e
Mesquita (RJ).
O sínodo é formado por presbíteros de uma região mais extensa. O sínodo é quem
supervisiona os presbitérios. Pertencemos ao Sínodo Oeste Fluminense que abrange a Baixada
Fluminense.
O Supremo Concílio é formado pelos sínodos e presbitérios. O Supremo Concílio é quem
rege a Igreja no Brasil. O atual presidente do Supremo Concílio é o Rev. Roberto Brasileiro, pastor
na cidade de Patrocínio – MG.

Conclusão:
É muito importante conhecer a nossa história. Esperamos que você, ao se tornar membro da
nossa Igreja, sinta-se a vontade para fazer parte dela (da história) conosco.

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Texto organizado pela irmã Etiene de Ávila Moura Lemos Dias, em 2012.
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AVALIAÇÃO

1) Em que ano o cristianismo se tornou religião oficial do Império romano e quem foi o imperador da
época?

2) Qual o nome do monge católico conhecido por iniciar a Reforma Protestante em 1517?

3) Quem iniciou a Reforma na Suíça?

4) Quem foi responsável por sistematizar a doutrina protestante reformada?

5) Qual foi o país que implantou o presbiterianismo no Brasil ?

6) Quem foi o primeiro o missionário presbiteriano enviado pelos EUA para implantar o
presbiterianismo no Brasil?

7) Quem foi o primeiro pastor presbiteriano a ser ordenado no Brasil?

8) Como funciona o sistema de governo presbiteriano?

9) Quem rege a Igreja Presbiteriana local?

10) Escreva e decore os livros proféticos (Profetas Menores):


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ESTUDO 07: O BATISMO CRISTÃO

Textos: Jo. 1.19-28

A Igreja é a organização instituída por Deus para arrebanhar o seu povo. E o batismo é a porta
de entrada na Igreja. O batismo também é um sacramento: ordenança sagrada, instituída por Jesus
Cristo, para simbolizar, selar e aplicar ao crente os benefícios da salvação. Resumindo, sacramento é
um ritual simbólico instituído por Jesus e praticado pela Igreja. Jesus instituiu dois sacramentos: o
Batismo e a Santa Ceia.

1) O SIGNIFICADO DO BATISMO

O que simbolizava a entrada para a Igreja do Antigo Testamento era a circuncisão (Gn. 17.9-
14). O que simboliza a entrada para a Igreja depois de Cristo ( no Novo Testamento) é o batismo,
pois o batismo corresponde à circuncisão praticada na antiga aliança (Gl. 3.27; 5.2).
a) O batismo significa e sela a nossa união com Cristo (Rm. 6.4-5);
b) O batismo significa e sela a nossa participação nas bênçãos do pacto da graça (Gl. 4.7);
c) O batismo significa e sela a promessa de pertencermos ao Senhor (I Pe. 2. 9);

2) AS FORMAS DO BATISMO

A forma do batismo não está claramente definida na Bíblia. Por causa disso alguns cristãos
pregam e praticam algumas formas de batismo, entre elas: a aspersão, e a imersão.

a) O batismo por imersão: é a forma de batismo na qual o fiel é mergulhado na água, por inteiro. Os
argumentos dos imersionistas são:
a.1) Eles dizem que o verbo batizar na Bíblia significa imergir. Mas em 1 Co. 10.1-2 não é assim.
Leia o texto substituindo a palavra batizar por imergir e aspergir e você verá a diferença. Batismo
também significa aspergir.
a.2) Dizem que o fato de João Batista batizar no Rio Jordão significa que ele batizava por
imersão. Mas quando a Bíblia fala que ele (João) batizava no Rio Jordão está apenas identificando a
região em que João batizava, sem ter nada a ver com o modo. Isso é claro em João 10.40.
20

a.3) Dizem que João batizava em Enon “porque ali havia muitas águas”, e isto prova que ele
batizava por imersão (Jo. 3.23). Acontece que pesquisas demonstram que Enon significa fonte, ou
seja, João ia batizar lá porque havia muitas fontes de água que o povo precisava também para a
higiene. Isso não prova batismo por imersão.
a.4) Dizem que Jesus foi batizado por imersão porque a Bíblia diz que ao ser batizado ele saiu da
água. Isso também não prova nada porque nem sempre entramos no rio e mergulhamos, às vezes
entramos e só molhamos os pés.
a.5) Eles dizem, ainda, que o fato do eunuco e Filipe terem descido à água, significa que o
eunuco foi batizado por imersão (At 8.38). Mas não é assim. Quando caminhamos na beira da praia e
queremos ir para o mar nós descemos até a água. Foi o que, tudo indica, aconteceu ali. Se o eunuco
foi imerso, então Felipe também foi, porque o texto diz que “ambos desceram à água”.
Além de tudo isso existe uma pergunta: Como é que uma pessoa muito idosa, ou enferma no leito
de morte, ou num lugar onde não tem água, pode se batizar? Será que Jesus adotaria uma forma de
batismo tão complexa nesse sentido?

b) O batismo por aspersão: É a forma de batismo na qual o fiel recebe apenas um pouco de água na
cabeça. A chuva, por exemplo, é uma aspersão: a água vem de cima e molha a pessoa.
b.1) Malaquias escreveu: “Eis que envio o meu mensageiro diante de mim”(Ml.3.1).
Jesus disse que essa profecia se refere a João Batista (Mt. 11.10). A mesma profecia diz que o
mensageiro: “purificará os filhos de Levi” (Ml 3.3). Esta purificação era feita aspergindo água sobre
eles (Nm. 8.5-7). Isso indica que João batizava por aspersão.
b.2) Jesus falou que os discípulos seriam batizados com o Espírito Santo (At. 1.5). No dia de
Pentecostes essa promessa se cumpriu (At. 2.1-4). O Espírito Santo desce para batizar, logo, o
batismo com água também é assim: por aspersão.
b.3) Ainda que ficasse provado que João batizava por imersão poderíamos continuar batizando
por aspersão, pois no batismo, como na ceia, o que importa é o símbolo e não a quantidade. Uma
prova disso é que Jesus realizava a ceia como uma refeição. Nós celebramos a ceia com um pequeno
pedaço de pão e um pouco de suco de uva e nem por isso estamos fazendo errado.
O que deve ser levado em consideração no batismo: a água, e que seja em nome do Pai, do
Filho e do Espírito Santo.

c) O batismo de Crianças: O batismo de hoje é a circuncisão do Antigo Testamento. Isso fica claro
em Cl 2.11-12. Se no AT as crianças entravam para a Igreja pela circuncisão, conclui-se que no NT
21

elas entram pelo batismo. Se não fosse assim a Bíblia nos ensinaria que as crianças não poderiam ser
batizadas. Não vemos em nenhum texto do NT a proibição do batismo de crianças.
Muitos dizem que o texto de Marcos 16.16 proíbe o batismo de criança porque é preciso crer
para ser batizado e criança não tem condições de crer. Só que essas pessoas se esquecem que o texto
diz também que “quem não crer será condenado”. Então, as crianças vão ser condenadas porque não
crêem? O texto não se refere ao batismo de criança nem diz que o batismo é quem salva, mas a fé. A
criança que é batizada na infância precisa confessar publicamente a sua fé quando tiver condições
para isso.
O batismo é o selo de entrada para a Igreja visível. Nossos filhos podem e devem fazer parte
dessa Igreja, portanto precisam ser batizados.

Conclusão:

A Igreja Presbiteriana aceita as outras formas de batismo porque a água é um símbolo, não
importando a quantidade. É por isso que recebemos, por transferência, qualquer membro que foi
batizado em outra Igreja genuinamente evangélica.

AVALIAÇÃO

1) Quais são os sacramentos instituídos por Jesus?

2) O batismo instituído por Cristo no Novo Testamento é equivalente à circuncisão instituída no


Antigo Testamento. Certo ou errado?

3) O que é batismo por imersão?

4) O que é batismo por aspersão?


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5) O batismo é o selo de entrada para a Igreja visível. Certo ou errado?

6) O batismo salva?

7) A Igreja presbiteriana só reconhece o batismo por aspersão. Certo ou errado?

8) Escreva e decore os evangelhos:


23

ESTUDO 08: A SANTA CEIA E O DÍZIMO

Textos: I CO. 11.23-29


Já vimos que os dois sacramentos instituídos por Cristo foram: o batismo e a santa ceia. O
batismo é a porta de entrada para a Igreja e a ceia é a comunhão do crente com Deus e com os
irmãos. Assim como o batismo substituiu a circuncisão. E a santa ceia substituiu a páscoa.

1) A PÁSCOA E A INSTITUIÇÃO DA CEIA


A última praga do Egito foi a morte dos primogênitos egípcios (Êx. 11.4-7). Deus livrou os
israelitas mandando que eles matassem um cordeiro e marcassem as portas com o seu sangue (Êx.
12.5-13). Assim como o sangue do cordeiro livrou os primogênitos dos israelitas da morte, o sangue
de Jesus, “nosso cordeiro pascal”, nos livra da morte eterna, da condenação ao inferno.
Uma vez Jesus participou da páscoa com seus pais (Lc. 2.41-50). Provavelmente Jesus
participou da páscoa durante toda a sua vida. Em Mateus 26.26-28 vemos Jesus comemorando a
páscoa pela última vez e instituindo a Santa Ceia.
A páscoa apontava, ao mesmo tempo, para o passado (comemorando a saída do povo de Deus
do Egito), e para o futuro (figurando, com antecedência, o sacrifício do Messias). Foi por isso que
Jesus instituiu a Santa Ceia.

2) QUEM DEVE PARTICIPAR DA SANTA CEIA


Ter nascido de novo, viver uma vida nova e comprometida com Jesus Cristo (João 3. 5: I Cor
10. 21).
Ser Membro Comungante de uma Igreja genuinamente evangélica e estar em plena comunhão
com a Igreja e com Deus. ( Mt. 18. 15 -20: Hb. 10. 25).
Ter o discernimento necessário ( I Cor. 11. 29)
Examinar-se a si mesmo, arrependendo dos seus pecados, confessando-os e abandonando-os.
( I Cor 11. 28; I Cor 1.9)

3)A PRESENÇA DE JESUS NOS ELEMENTOS DA CEIA


As palavras de Jesus “isto é o meu corpo” e “isto é o meu sangue” tem sido interpretadas de
quatro maneiras:
a) Transubstanciação: É a visão de que o pão e o vinho se transformam no corpo e no sangue
de Cristo depois que o sacerdote os consagra. Esta é a visão da ICAR.
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b) Consubstanciação: O pão continua sendo pão e o vinho continua sendo vinho. Mas, no ato
da celebração, estão o corpo e o sangue de Cristo. Esta é a visão dos luteranos.
c) Memorial: Relembra o que Cristo fez pelos pecadores. A maioria dos batistas e pentecostais,
pensam assim.
d) Presença espiritual: Jesus está presente espiritualmente no pão e no vinho. Esta presença
espiritual é tão real como o pão e o vinho. Por isso, ao participar do pão e do vinho, o crente participa
espiritualmente do corpo e do sangue de Cristo. Esta é a visão da Igreja Presbiteriana.

3) DÍZIMOS E OFERTAS
Qualquer organização necessita de recursos financeiros para funcionar. E a instituição que
congrega o povo de Deus não é uma exceção.
A) O dízimo e as ofertas no AT
Abraão foi o primeiro crente a dar o dízimo (Gn. 14.20). Jacó também fez um voto a Deus
prometendo ser fiel no dízimo (Gn. 28.18-22). O dízimo era usado para o sustento da obra de Deus
(Nm. 18.21). No último livro do AT encontramos uma ordem de Deus (Ml. 3.10). Quem não é fiel
nos dízimos e nas ofertas está roubando a Deus (Ml. 3.8).
As ofertas voluntárias também devem ser praticadas (Ex. 23.15)
B) O dízimo e as ofertas no NT
Jesus deu grande importância as ofertas (Mc. 12.41-44). Quanto ao dízimo Jesus
simplesmente reafirmou e disse que era para ser praticada a sua entrega a Deus (Mt. 23.23).
C) A bênção de ser dizimista
O dever de todo membro da Igreja é ser ofertante e dizimista. Quando somos fiéis Deus nos
abençoa (Ml. 3.10).
Jesus disse que onde estivesse o nosso dinheiro aí também estaria o nosso coração (Mt. 6.19-
21). Os crentes que contribuem mais para a Igreja geralmente demonstram também mais interesse
para com a Igreja. Deus ama a sua Igreja. Se você quer agradar a Deus deve também cuidar da Sua
Igreja.

Conclusão
Como membro da Igreja você terá direitos e deveres. Você terá o direito de participar das
decisões da Igreja, terá o direito de participar da ceia. Mas, terá também o dever de cuidar e sustentar
a obra do Senhor, inclusive com os seus dízimos e ofertas.
25

AVALIAÇÃO

1) O que é Santa Ceia?

2) A santa ceia substitui qual ritual do AT?

3) Quais são as quatro maneiras de se interpretar a santa ceia?

4) Qual é a interpretação da Igreja Presbiteriana do Brasil com relação a santa ceia?

5) O dízimo e as ofertas são uma “opção de cada crente” ou um “dever de cada crente”?

6) Você tem alguma dúvida com relação aos dízimos e as ofertas? Escreva a sua dúvida para que o
professor possa ajuda-lo (a).

7) Escreva e decore o único livro histórico do NT e as Cartas Paulinas:


26

ESTUDO 09: A DOUTRINA DO DIA DO SENHOR

Textos: Ex. 20. 8-11


Deus estabeleceu que um dia da semana fosse reservado para descanso e santificação. O que
isso significa?
A) Santificação
Devemos estar todos os dias da semana em comunhão com Deus. Mas, um dia especial em
cada sete deve ser dedicado com mais intensidade e fervor e adoração ao nosso Deus, a leitura de sua
palavra, oração e culto. Dessa forma, demonstramos nossa gratidão a Deus e recarregamos nossas
energias espirituais. (Ap. 1. 10: MT. 6.33: Ex.20. 8-11)
B) Descanso
Também é importante que tenhamos um dia de descanso por causa de nossa estrutura, nossas
limitações: emocionais, psicológicas e físicas. Por isso Deus ordena que descansemos. Muitos dos
problemas que o ser humano tem enfrentado, tais como: strés, estafa, depressão e mal
relacionamento familiar, são causados por causa da desobediência a esse mandamento. ( Ec.3. 17-
26; Sl. 37.7; 127. 2 )

C) Do Sábado para o Domingo


Não somos mais obrigados a guardar o Sabado como faziam os Judeus. O Domingo é o
“Sabado cristão”. Os cristãos primitivos entenderam isso e passaram a guardar o Domingo. ( Cl. 2.
16-17; At. 20.7; I Co. 16.2)
Ninguém é justificado pela lei. ( Rm. 3. 20; 4. 6; Gl. 2. 16; 3. 2-3; 5. 1-9; Hb. 7. 19; 8. 6-13)
Cristo é o fim da lei e dos mandamentos. Rm. 10. 4; Ef. 2. 15; II Co. 3. 13,14. A guarda do
sábado é questão de consciência de fé e não por lei. (Rm. 14.5)
Os grandes acontecimentos do cristianismo não aconteceram no sábado, mas no domingo.
( João 20. 1, 11, 19- 26; Mt. 28. 1-10; Lc. 23. 16; At. 2.1-13; 2. 41; Ap.1.10)
No novo testamento constam 9 dos 10 mandamentos menos o que se refere a guarda do
sábado. ( Ex 20.2-3; I Co. 6. 9-10; 8.4-6 ; Tg. 4.11; 5.12; Rm. 13.9; Ef. 4.28; Cl. 3.9)

Conclusão:
O conceito perpétuo, defendido pelos adventistas, inclui outras coisas, alem do sábado, que
eles não observam: A festa da Páscoa (Ex. 12. 14); as purificações (Ex. 30.21); os festivais sagrados
(Lv. 23. 21); a festa dos tabernáculos (Lv. 23. 41); a circuncisão (Gn. 17. 12-13).
27

ESTUDO 10: A VIDA APÓS A MORTE

Textos: I Ts. 4.13-18


A nossa salvação é um processo que teve início antes da fundação do mundo (Ef 1.4,5) e se
consumará quando estivermos vivendo nos “novos céus e nova terra, nos quais habita justiça” (II Pe
3.13).

1) A MORTE E A RESSURREIÇÃO
Deus criou o homem para viver para sempre. Ao pecar o homem herdou a morte (Rm. 5.12).
Morte “é a separação (seja natural ou violenta) da alma do corpo, separação essa pela qual termina a
vida neste mundo”.
Ao separar-se do corpo, a alma ou espírito , continua vivo e consciente (Lc 23.42-43; Fp
1.23). Os mortos estão vivos. Os crentes já sentem o gozo do céu e os ímpios já sentem a punição do
inferno (Lc 16.20-3).
Quando Jesus voltar, os que estiverem vivos não morrerão, mas serão transformados num
instante ( I Co. 15.51-53).

2) A SEGUNDA VINDA DE CRISTO


Jesus prometeu voltar ao mundo para buscar a sua Igreja (Jo 14.1-3). Como será essa volta de
Cristo? Muitos andam dizendo que Jesus voltará de uma maneira, outros dizem que Ele voltará de
outra maneira. A pergunta é: O que a Bíblia fala sobre a volta de Cristo?
Alguns dizem que Jesus voltará em duas ou três etapas: vem arrebatar a Igreja; depois vem
implantar um reino na terra; depois vem guerrear contra Satanás e julgar a terra. Mas, não é assim
que a Bíblia ensina. Veja como será a volta de Jesus de acordo com a Bíblia Sagrada:
 1o) Haverá um esfriamento na fé e aparecerá o anticristo e a besta (Mt. 24.9-13);
 2o) Haverá uma grande tribulação, pela qual a Igreja passará também (Mt.24.21);
 3o) Haverá sinais nos céus (Lc. 21.25-26);
 4o) Logo depois da tribulação Jesus aparecerá nas nuvens (Mt. 24.29-30, At. 1.10-11);
 5o) Ele ressuscitará os mortos e transformará os que estiverem vivos (I Co. 15.51-52);
 6o) Haverá o julgamento (Mt. 25.31-32);
 7o) Jesus lançará o diabo e os seus seguidores no inferno (Mt. 25.33 e Ap. 20.10, 13-15);
 8o) Jesus arrebatará a sua Igreja (Mt. 24.31).
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O cristão não pode se basear em “revelações”, livros ou filmes. A regra de fé e prática do


crente é a Bíblia. E, é dessa maneira que a Bíblia nos ensina que Jesus voltará.

3) O JUIZO FINAL E O DESTINO ETERNO


Há dois mil anos Jesus como o Messias, para salvar a humanidade. Agora Ele virá como juiz,
para julgar (Mt. 16.27).
Algumas pessoas perguntam: “Se os salvos já estão no céu e os ímpios no inferno, por que,
então, haverá um juízo final? Todos já não estão em seus destinos eternos? A resposta é que o juízo
final não tem como objetivo definir o destino eterno dos homens. A Bíblia diz que o destino do
homem é determinado antes do nascimento e confirmado até a hora da morte: se morre com Jesus é
salvo, se não, vai para o inferno. O propósito real do juízo final é expor para todo o mundo a glória e
a justiça de Deus.

AVALIAÇÃO

1) O que o homem herdou ao pecar?

2) O que é a morte?

3) Na volta de Cristo o que acontecerá com os que estiverem vivos?

4) Jesus virá em várias etapas ou uma única vez?

5) Qual é o propósito do juízo final?

6) Escreva e decore as cartas gerais e o único profético do NT:


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ESTUDO 11: DIREITOS E DEVERES DO MEMBRO

1) CAPÍTULO III - DA CONSTITUIÇÃO PRESBITERIANA: MEMBROS DA IGREJA

A Igreja Presbiteriana do Brasil também é conhecida pela organização de sua administração.


Vejamos o que a nossa constituição diz a respeito dos membros.

A) Seção 1ª - Classificação, direitos e deveres dos Membros da Igreja


Art. 11 – São membros da Igreja Presbiteriana do Brasil as pessoas batizadas e inscritas no
seu rol, bem como as que se lhe tenham unido por adesão ou transferência de outra Igreja Evangélica
e tenham recebido o batismo bíblico.
Art. 12 – Os membros da Igreja são: comungantes e não comungantes. Comungantes são os
que tenham feito a sua pública profissão de fé: não comungantes são os menores de 18 anos de idade
que, batizados na infância, não tenham feito a sua pública profissão de fé.
Art. 13 – Somente os membros comungantes gozam de todos os privilégios e direitos da
Igreja.
§ 1º- Só poderão ser votados os maiores de 18 anos e os civilmente capazes.
§ 2º- Para alguém exercer cargo eletivo na Igreja é indispensável o decurso de seis meses
após a sua recepção; para o presbiterato ou diaconato, o prazo é de um ano, salvo casos excepcionais,
a juízo do Conselho, quando se tratar de oficiais vindos de outra Igreja Presbiteriana.
§ 3º- Somente membros de Igreja Evangélica, em plena comunhão, poderão tomar parte na
Santa Ceia do Senhor e apresentar ao batismo seus filhos, bem como os menores sob sua guarda.

Art. 14 – São deveres dos membros da Igreja, conforme o ensino e o espírito de Nosso
Senhor Jesus Cristo:
a) Viver de acordo com a doutrina e prática da Escritura Sagrada;
b) Honrar e propagar o Evangelho pela vida e pela palavra;
c) Sustentar a Igreja e as suas instituições, moral e financeiramente;
d) Obedecer as autoridades da Igreja, enquanto estas permanecerem fiéis às Sagradas
Escrituras;
e) Participar dos trabalhos e reuniões da sua Igreja, inclusive assembleias.
Art. 15 – Perderão os privilégios e direitos de membros os que forem excluídos por disciplina
e, bem assim, os que, embora moralmente inculpáveis, manifestarem o desejo de não permanecer na
Igreja.
30

B) Seção 2ª - Admissão de membros


Art. 16 – A admissão aos privilégios e direitos de membro comungante da Igreja dar-se-á por:
a) Profissão de fé dos que tiverem sido batizados na infância;
b) Profissão de fé e batismo;
c) Carta de transferência de Igreja evangélica;
d) Jurisdição a pedido sobre os que vierem de outra comunidade evangélica;
e) Jurisdição ex-offício sobre membros de comunidade presbiteriana, após um ano de
residência nos limites da Igreja;
f) Restauração dos que tiverem sido afastados ou excluídos dos privilégios da Igreja;
g) Designação do Presbitério nos casos do § 1º, do Art. 48.

Art. 17 – Os membros não comungantes são admitidos por:


a) Batismo na infância, de menores apresentados pelos pais ou responsáveis;
b) Transferência dos pais ou responsáveis;
c) Jurisdição assumida sobre os pais ou responsáveis

D) Seção 4ª - Demissão de Membros


Art. 23 – A demissão de membros comungantes dar-se-á por:
a) Exclusão por disciplina;
b) Exclusão a pedido;
c) Exclusão por ausência;
d) Carta de transferência;
e) Jurisdição assumida por outra Igreja;
f) Falecimento.
§ 1º - Aos que estiverem sob processo não se concederá carta de transferência nem deles se
aceitará pedido de exclusão.
§ 2º- Os membros da Igreja, de paradeiro ignorado durante um ano, serão inscritos em rol
separado; se dois anos após esse prazo não forem encontrados, serão excluídos.
§ 3 º - Quando um membro da Igreja for ordenado ministro, será o seu nome transferido, para
efeito de jurisdição eclesiástico, para o rol do respectivo Presbitério.
Art.24 – A demissão de membros não comungantes dar-se-á por:
a) Carta de transferência dos pais ou responsáveis, a juízo do Conselho;
b) Carta de transferência nos termos do § único, in fine, do Art. 19;
c) Haverem atingido a idade de 18 anos;
31

d) Profissão de fé
e) Solicitação dos pais ou responsáveis que tiverem aderido outra comunidade religiosa, a
juízo do Conselho;
f) Falecimento.

AVALIAÇÃO

1) Existem duas categorias de membros da IPB. Quais são?

2) Apenas os membros não comungantes podem gozar de todos os privilégios. Certo ou errado?

3) Quais são os deveres do membro da igreja?

4) A partir de que idade um membro pode assumir o presbiterato ou diaconato?

5) Quais são as formas de demissão do rol de membros?


32

ESTUDO 12: A DISCIPLINA NA IGREJA

1) CÓDIGO DE DISCIPLINA DA CONSTITUIÇÃO PRESBITERIANA

A) Capítulo I: Natureza e finalidade


Art. 1 – A Igreja reconhece o foro íntimo da consciência, que escapa à sua jurisdição, e da
qual só Deus é Juiz; mas reconhece também o foro externo que está sujeito à sua vigilância e
observação.
Art. 2 – Disciplina eclesiástica é o exercício da jurisdição espiritual da Igreja sobre seus
membros, aplicada de acordo com a Palavra de Deus.
Parágrafo único – Toda disciplina visa edificar o povo de Deus, corrigir escândalos, erros ou
faltas, promover a honra de Deus, a glória de Nosso Senhor Jesus Cristo e o próprio bem dos
culpados.
Art.3 – Os membros não-comungantes e outros menores, sob a guarda de pessoas crentes,
recebem os cuidados espirituais da Igreja, mas ficam sob a responsabilidade direta e imediata das
referidas pessoas, que devem zelar por sua vida física, intelectual, moral e espiritual.

B) Capítulo II: Faltas


Art. 4 – Falta é tudo que, na doutrina e prática dos membros e concílios da Igreja, não esteja
de conformidade com os ensinos da Sagrada Escritura, ou transgrida e prejudique a paz, a unidade, a
pureza, a ordem e a boa administração da comunidade cristã.
Parágrafo único- Nenhum tribunal eclesiástico poderá considerar como falta, ou admitir como
matéria de acusação aquilo que não possa ser provado como tal pela Escritura, segundo a
interpretação dos Símbolos da Igreja (Cons., Art.1º).
Art. 5 – A omissão dos deveres constantes do Art.3º constitui falta passível de pena.
Art. 6 – As faltas são de ação ou de omissão, isto é, a prática de atos pecaminosos ou a
abstenção de deveres cristãos; ou, ainda, a situação ilícita.
Parágrafo único – as faltas são pessoais se atingem a indivíduos; gerais, se atingem a
coletividade; públicas, se fazem notórias; veladas quando desconhecidas da comunidade.
Art. 7 – Os concílios incidem em falta quando:
a) Tomam qualquer decisão doutrinária ou constitucional que flagrantemente aberra dos
princípios fundamentais adotados pela Igreja;
b) Procedem com evidente injustiça, desrespeitando disposição processual de importância, ou
aplicando pena em manifesta desproporção com a falta;
33

c) São deliberadamente contumazes, na desobediência às observações que, sem caráter


disciplinar, o Concílio superior fizer no exame periódico do livro de atas;
d) Tornam-se desidiosos no cumprimento de seus deveres, comprometendo o prestígio da Igreja
ou a boa ordem do trabalho
e) Adotam qualquer medida comprometedora da paz, unidade pureza e progresso da Igreja.

2) POR QUE A IGREJA PRESBITERIANA DO BRASIL APLICA A DISCIPLINA E A ANUNCIA À IGREJA?

A) Porque a Bíblia diz que liderança deve, além de outras coisas, aplicar a disciplina:
Deus institui líderes sobre a Igreja para conduzi-la e julgar, justamente, as causas entre os irmãos
(Dt. 1.15-17);
B) Porque a Bíblia diz que no Antigo Testamento a liderança anunciava a disciplina ao
povo:
A sentença do juízo, no Antigo Testamento, era anunciada ao povo a fim de que todos
temessem a Deus e não repetissem o mesmo erro (Dt. 17.8-13);

C) Porque a Bíblia diz que o Apóstolo Paulo ensinava a liderança da Igreja a aplicar a
disciplina:
Na Igreja primitiva os líderes se reuniam, em nome do Senhor, para disciplinar os faltosos (I
Co. 5.1-5);

D) Porque a Bíblia diz que os presbíteros devem anunciar a disciplina para a Igreja:
É função dos presbíteros aplicarem a disciplina na presença da Igreja (I Tm. 5.20);
34

AVALIAÇÃO

1) O que é disciplina eclesiástica?

2) Qual é a finalidade da disciplina?

3) O que é “Falta”?

4) Quem pode aplicar a disciplina?

Use este espaço para colocar a sua opinião sobre o curso.


35

DADOS IMPORTANTES PARA A INCLUSÃO NO ROL DE


MEMBROS COMUNGANTES DA PRIMEIRA IGREJA
PRESBITERIANA DE NILÓPOLIS

1. Nome completo:

2. Filiação - Pai:

Mãe:

3. Sexo: 4. Nacionalidade: 5. Naturalidade:

6. Data de Nascimento: 7. Estado Civil:

Local de Nascimento: Cidade - Estado -

8. Nome do cônjuge:

9. Profissão:

10. Endereço Completo (Rua, Nº, Bairro, Município, CEP):

11. Telefone(s): 12. E-mail:

13. Procedência Religiosa:

14. Grau de Instrução:


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DADOS IMPORTANTES PARA A INCLUSÃO NO ROL DE


MEMBROS NÃO COMUNGANTES DA PRIMEIRA IGREJA
PRESBITERIANA DE NILÓPOLIS

1. Nome completo:

2. Filiação
 Pai:
 Mãe:

3. Sexo:

4. Nacionalidade:

5. Naturalidade:

6. Data de Nascimento:

7. Endereço Completo:

8. Telefone:

Favor preencher e entregar ao secretário do conselho, Presb. Eliel.

“Herança do SENHOR são os filhos; o fruto do ventre, seu galardão” (Salmos 127:3 )