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PROFISSÃO CONTÁBIL: ESTRUTURA CONCEITUAL BÁSICA DA

CONTABILIDADE NO BRASIL.

INTRODUÇÃO
Neste trabalho, apresenta-se uma realidade atual e suficiente para que se
possam identificar alguns fatos de extrema relevância na estrutura conceitual básica
da contabilidade, cujo, propósito é a apresentar importância dos postulados, princípios
e as convenções.
O profissional contábil tem que utilizar da estrutura básica como ferramenta de
informações para que seja realizada uma transparência na prática da contabilidade,
até por que o mundo esta passando por uma transformação de mudanças em todos
os tipos profissões, essas transformações influem de forma muito significativa nas
relações de trabalho estabelecidas, exigindo de cada profissional uma alta capacidade
de se adaptar-se nessa velocidade do mundo moderno.
Essas novas exigências, como não poderiam deixar de ser, têm grande reflexo
no exercício da profissão contábil, sendo assim, tem que atentar-se para desenvolver
á contabilidade dentro da estrutura conceitual básica, por que caso contrário, o
contador corre sério risco de perder seu lugar para alguém com maior preparo na
profissão.
A contabilidade tem por objetivo em prover informações em vários modelos
decisórios de seus usuários, frente isso esta pesquisa consiste em :será que existem
Divergências na Estrutura Conceitual Básica da contabilidade, no Brasil?
Neste cenário atual á profissão contábil, mostra-se um crescimento de
desenvolvimento do profissional no Brasil. A contabilidade tem por objetivo básico em
transmitir informações aos usuários na tomada decisões, através disso mostra-se a
importância do conhecimento na elaboração da contabilidade.
Estrutura Conceitual Básica da contabilidade se forma em pirâmide de
conhecimento contábil que são: os postulados, princípios e as convenções. São
informações básicas de um conhecimento de grande necessidade para atuar com
segurança, zelo e responsabilidade na profissão contábil.

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JUSTIFICATIVA
Diante do contexto apresentado, a problemática a ser analisada nesta pesquisa
de estudo é identificar á não aplicação da estrutura Conceitual Básica da contabilidade
para o Profissional contábil nas entidades, e sim que se representa a falta de interação
nas mudanças que veem acontecendo no Brasil.
O trabalho foi desenvolvido em apresentar o cenário contábil nos dias de hoje,
as rápidas e profundas transformações que o mundo assiste a cada dia, veem
impondo ao contador a necessidade de mudar. Essa mudança deve ocorrer na mesma
velocidade em que a sociedade que a rodeia e se transforma.
Dessa forma é preciso ter ciência da necessidade de se adaptar as novas
situações e de se atender as novas necessidades que surgem a cada dia. E com estas
mudanças, é preciso ampliar o conhecimento dos profissionais para exercer sua
profissão com zelo e responsabilidade, o profissional que não tem o conhecimento da
estrutura básica conceitual da contabilidade, fica impossível em analisar e dar
segurança para a entidade em suas tomadas decisões.
O ponto de partida dessa pesquisa de estudo é mostrar a importância da
estrutura conceitual básica da contabilidade para os profissionais contábeis, assim
para atender as necessidades de diversos usuários, sabendo direcionar solução para
cada situação apresentadas dentro das entidades. Mostrando sua valorização junto
com seu conhecimento em melhor serviço prestado o que realmente acontece no
cotidiano das entidades, a fim de resguardar o patrimônio das entidades e garantir a
continuidade das mesmas no desenvolvimento do Brasil.

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OBJETIVOS

Objetivo Geral:
 Verificar-se a Estrutura Conceitual Básica da Contabilidade e
contextualizar métodos usados no Brasil.

Objetivos Específicos:
 Reflexão Histórica da contabilidade;
 Objetivo da contabilidade.
 Postulados da Contabilidade;
 Princípios da Contabilidade;
 Convenções da Contabilidade.

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Reflexão histórica contabilidade
A contabilidade surgiu no início da existência humana devido à necessidade do
homem em obter informações a respeito de suas riquezas. Desde o início dos tempos
a civilização buscou formas de evoluir, começando pela troca de objetos, alimentos,
tecidos e etc., até que diante da necessidade foi criada a moeda, ou seja, o dinheiro,
e as venda foram iniciadas, mas era importante ter o conhecimento de quanto
pertencia a cada pessoa, os lucros, os prejuízos, isto é, toda a movimentação
precisava ser documentada.
Constata-se que a história da contabilidade é tão antiga quanto à própria
História da Civilização. Esta presa às primeiras manifestações humanas da
necessidade social de proteção à posse e de perpetuação e interpretação dos fatos
ocorridos com o objeto material de que o homem sempre dispôs para alcançar os fins
propostos (IUDICIBUS, 2009)
A contabilidade passa ter sua importância antes mesmo que homem soubesse
escrever e calcular, sendo assim percebe-se que era preciso controlar,
administrar e preservar seus bens, mesmo sendo forma rudimentar tudo passou ser
evidenciado em forma desenhos e riscos nas paredes das grutas e também pedaços
ossos. A forma desenho e quantidade representava-se a quantidade existente de sua
riqueza.
Há mais de 20.000, no Paleolítico Superior, quando
era ainda primitiva a civilização, mas já havia a
indústria de instrumentos, como forma de uso de
inteligência já desenvolvida, segundo Morgan, 2
surgiu às observações do homem em relações suas
provisões eram suas riquezas patrimoniais (SA,
2010).

Foi dessa forma que homem passou á representar suas riquezas, mesmo
sendo de uma forma primitiva, pois, assim nasceram os registros da escrituração
contábil onde evidenciava a riqueza patrimonial. Todavia, a contabilidade como área
de conhecimento tem suas raízes em 1494, na Itália, quando Luca Pacioli publicou o
método de “Contabilidade por Partidas Dobradas”, partindo desses métodos foi criado
que para cada debito existe um crédito, considerado o papa da contabilidade sendo
usada até hoje contabilidade moderna.
Mesmo sendo tão antiga a historia da contabilidade, com passar do tempo não
perdeu sua essência, muitas obras surgiram na área contábil, desde Luca Pacioli até

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nos dias atuais, refletindo a época e ao mesmo tempo contribuindo para evolução do
pensamento contábil.
O desenvolvimento da contabilidade em toda a sua história esteve ligada ao
desenvolvimento econômico e as transformações do Brasil sendo apresentada em
cada época. O homem foi sentindo a necessidade de aperfeiçoar seu instrumento de
avaliação da situação patrimonial ao mesmo tempo em que as atividades econômicas
foram-se tornando, mais complexas.
Com passar do tempo à contabilidade para se tornar ciência, percorreu um
grande caminho, sofrendo diversas evoluções ao longo do tempo. Com está mudança
na contabilidade, percebe-se o quanto ela é importante para sociedade e no
desenvolvimento do Brasil. Hoje depois de vários pesquisa e estudos fica comprovada
que a contabilidade não é uma ciência exata e sim uma ciência social que atendem
as necessidades de um conjunto informações que gera em torno da sociedade. Por
ser uma ciência social reflete em toda sociedade por meios da obrigatoriedade de
arrecadação de impostos pelos governos.

A contabilidade não é uma ciência exata. Ela é uma


ciência social, pois é a ação humana que gera e
modifica o fenômeno patrimonial. Todavia, a
contabilidade utiliza os métodos quantitativos como
sua principal ferramenta, pois ele mostra o valor do
patrimônio da empresa. Seu campo de atuação é
bastante vasto aplica-se a todos os aspectos sócios
econômico da sociedade. (Portal ICE
CONTABILIDADE).

A importância de registrar as transações de uma entidade é suma importância


para sua sobrevivência no mercado. A contabilidade é o instrumento que fornece o
máximo de informações úteis na tomada de decisões dentro e fora da entidade. È
onde se enquadra o papel do contador o qual devera estar interagido de modo que
essas informações sejam a mais objetiva e precisa, levando a entidade a melhor
tomada de decisão.
Além disso, tem seu desenvolvimento histórico relacionado com as mudanças
na sociedade, nos meios de produção e distribuição da riqueza, mudanças estas que
foram acompanhadas pela evolução das formas de conhecer os fenômenos a elas
relacionados. Portanto sua evolução se dá ao mesmo tempo em que a sociedade
evolui. É uma ciência que cuida da área de finanças da entidade e instituições por
meio de registros, informando sobre a gestão do patrimônio e dando subsídios para
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tomada de decisão nos negócios de conjunto de pessoas que seja jurídicas ou físicas.
Assim a contabilidade possui as mesmas características e enfrenta os mesmos
desafios das demais ciências sociais que deve ser visto em suas relações internas,
com a sociedade, e com a natureza, agindo no mundo e a ele reagindo, criando e
sofrendo os efeitos de suas criações no mercado d trabalho.

Objetivo da contabilidade
O objetivo principal da Contabilidade, portanto, é a geração de informações
para diversos usuários que ter possa conhecimento da situação do patrimônio da
entidade em um determinado momento, bem como suas variações e os efeitos
da ação administrativa sobre a riqueza patrimonial. Buscando fornecer aos
usuários, dados precisos para a tomada de decisões, portanto, objetivo da
contabilidade deve ser claro e preciso àquilo que o usuário considera como elementos
importantes para seu processo decisório em suas tomas decisões. Não terá qualquer
sentido ou razão se a contabilidade for uma disciplina "neutra", que se contente
apenas em perseguir sem questionar uma verdade literal.

“A função fundamental da contabilidade tem


permanecido inalterada desde seus primórdios. Sua é
prover os usuários dos demonstrativos financeiros com
informações que os ajudarão a tomar decisões. Sem
dúvida, tem havido mudanças substanciais nos tipos
de usuários e nas formas de informações que tem
procurado. Todavia está função dos demonstrativos
financeiros é fundamental e profunda. O objetivo
básico dos demonstrativos financeiros é prover
informações útil para tomada decisões econômicas
(Iudícibus,2010).”

Nesse aspecto pode ser estabelecido o conhecimento que a Contabilidade tem


do seu objetivo está em constante desenvolvimento, como, aliás, ocorrem nas demais
ciências em relação aos respectivos objetos. Por esta razão, deve-se aceitar como
natural o fato da existência de possíveis componentes do patrimônio cuja ou avaliação
apresenta-se em determinado momento que são: Postulados, Princípios e
Convenções Contábeis.Na abordagem da Estrutura Conceitual Básica da
Contabilidade os conceitos são tratados de forma hierarquizada:Postulados,
Princípios propriamente ditos e Convenções.

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Os postulados são pilares da contabilidade define constituição da entidade, pois
definem o ambiente econômico, social e político no qual entidade deve atuar, de
acordo com sua atividade.Os postulados contábeis são:
Postulado da Entidade estabelece o Patrimônio como sendo o objeto da
Contabilidade, e afirma entidade jurídica, independentemente de pertencer a uma
pessoa, um conjunto de pessoas, uma sociedade ou instituição de qualquer natureza
ou finalidade, com ou sem fins lucrativos. É imprescindível distinguir corretamente a
pessoa física da pessoa jurídica.
O Postulado da Continuidade prevê que o processo contábil deve ser
desenvolvido supondo-se que a entidade nunca terá um fim ou seja sem prazo
estimado de duração. A suspensão das suas atividades pode provocar efeitos na
utilidade de determinados ativos, com a perda, até mesmo integral, de seu valor. A
queda no nível de ocupação pode também provocar efeitos semelhantes.
Os Princípios são os padrões técnicos e práticos aplicados. No caso da
contabilidade são os princípios que regulamentam, ou certificam, a maneira como a
contabilidade é aplicada, ou seja, feito os lançamentos. Permitindo fixar padrões de
comparação e de credibilidade em função do reconhecimento dos critérios adotados
para a elaboração das demonstrações financeiras, aumentam a utilidade de dados
fornecidos e facilitam a adequação entre empresas do mesmo setor. Os princípios
Contábeis podem ser conceituados como sendo as premissas básicas acerca dos
fenômenos econômicos contemplados pela contabilidade, premissas que são a
cristalização da análise e observação da realidade econômica.Assim, de acordo com
a Resolução 750 do CFC, de Contabilidade os Princípios Fundamentais são os
seguintes:
Apresenta-se sobre cada um destes Princípios Fundamentais de contabilidade,
detalhadamente:
Princípio da Entidade reconhece o Patrimônio como objeto da Contabilidade e
afirma a autonomia patrimonial, a necessidade de diferenciar um patrimônio particular
de uma pessoa física, independentemente dos patrimônios das pessoas jurídicas
individuais, do conjunto de pessoas jurídicas, sem considerar se a finalidade é ou não
a obtenção de lucro. O patrimônio de uma pessoa física não se confunde, nem se
mistura com o patrimônio da pessoa jurídica em que fizer parte. Na prática, como
exemplo: despesas particulares de pessoas físicas (administradores, funcionários e

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terceiros) não devem ser consideradas como despesas da empresa; bens particulares
de administradores não devem ser confundidos ou registrados na empresa.
Princípio da Continuidade a continuidade ou não de uma Entidade (empresa),
bem como a sua vida estabelecida ou provável, devem ser consideradas quando da
classificação e avaliação das variações patrimoniais. Essa continuidade influencia o
valor econômico dos ativos e, em muitos casos, o valor e o vencimento dos passivos,
especialmente quando a extinção da sociedade tem prazo determinado, previsto ou
previsível.
Princípio da Oportunidade refere-se ao momento em que devem ser registradas
as variações patrimoniais. Devem ser feitas imediatamente e de forma integral,
independentemente das causas que as originaram, contemplando os aspectos físicos
e monetários. Quando se tratar de um fato futuro, o registro deverá ser feito desde
que tecnicamente estimável mesmo existindo razoável certeza de sua ocorrência. São
os casos de Provisões para Férias, para Contingências, etc.
Princípio do Registro pelo Valor Original (ou Custo Como Base de Valor) as
variações do patrimônio devem ser registradas pelos valores originais das transações
com o mundo exterior, expressos em valor presente e na moeda do país. Esses
valores serão mantidos na avaliação das variações patrimoniais posteriores, quando
configurarem agregações ou decomposições no interior da empresa.
Princípio da Atualização Monetária refere-se à correção monetária proveniente
da alteração do poder aquisitivo da moeda nacional. Não representava uma nova
avaliação e sim o ajustamento dos valores originais para a data presente, aplicando
os indexadores oficiais. Em 01.01.1996, com o sucesso do Plano Real que manteve
a inflação brasileira a índices razoáveis e controláveis, foi extinto o procedimento da
Correção Monetária. Os Balanços publicados em 31.12.96 já não trazem o reflexo da
correção monetária e para fins de comparação com os Balanços de 31.12.95 que a
expressavam, foram divulgadas Notas Explicativas esclarecendo a mudança de
critério e os efeitos dessa mudança.
OBS: O Princípio da Atualização Monetária (5º) foi Revogado pela Resolução
CFC 1.282/2010, deixou de ser princípio e passou a ser um 'fator' de variação do custo
histórico, sendo esta variação uma das bases de mensuração de valor, isto dentro do
Princípio do Registro pelo Valor Original.

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Princípio da Competência estabelece que as Receitas e as Despesas devem
ser incluídas na apuração do resultado do período em que foram geradas, sempre
simultaneamente quando se correlacionarem (Princípio da Confrontação das
Despesas com as Receitas), independentemente de recebimento ou pagamento.
Prevalece sempre o período em que ocorreram.
Princípio da Prudência determina a adoção do menor valor para os
componentes do Ativo e do maior valor para os componentes do Passivo, sempre que
se apresentarem alternativas igualmente válidas para a quantificação das variações
patrimoniais que alterem o PL. Impõe a escolha da hipótese de que resulte menor PL,
sempre que se apresentarem opções igualmente aceitáveis diante dos demais PFC’s.
Baseia-se na premissa de “nunca antecipar lucros e sempre prever possíveis
prejuízos”. A aplicação desses PFC ganha ênfase quando devem ser feitas
estimativas para definir valores futuros com razoável grau de incerteza.
Princípio da Realização: Como norma geral, a receita é reconhecida no período
contábil em que é realizada. A realização usualmente ocorre quando bens ou serviços
são fornecidos a terceiros em troca de dinheiro ou de outro elemento ativo.
As convenções contábeis é o alicerce da contabilidade, onde vêm restringir ou
limitar ou mesmo modificar parcialmente os conteúdos dos princípios, definidos mais
precisamente seu significado.Dentro da contabilidade temos:
A Convenção da Consistência A Consistência nos diz que, uma vez adotado
determinado processo, dentre os vários possíveis que podem atender a um mesmo
principio geral, ele não devera ser mudado com demasiada frequência, pois assim
estaria sendo prejudicada a comparabilidade dos relatórios contábeis. Se, por
exemplo, for adotado o método PEPS para avaliação de estoques, em lugar do UEPS
(ambos atendem ao mesmo princípio geral, isto é, “Custo Como Base de Valor”),
deverá ser usado sempre o método nos outros períodos. E se houver a necessidade
inadiável de se adotar outro critério, esta adoção e seus efeitos no resultado devem
ser declarados como nota de rodapé dos relatórios, de maneira a cientificar o leitor.
Aceitamos como perfeitamente valida esta convenção, pois sua finalidade é reduzir a
área de inconsistência entre relatórios de uma mesma empresa, contribuindo, de certa
forma, para um progresso mais rápido rumo à padronização e unificação contábeis,
dentro do mesmo setor de atividade.

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A Convenção do Conservadorismo esta Convenção consiste em que, por
motivos de precaução, sempre que o contador se defrontar com alternativas
igualmente válidas de atribuir valores diferentes a um elemento do ativo (ou do
passivo), deverá optar pelo mais baixo para o ativo e pelo mais alto para o passivo.
Se, por exemplo, o valor de mercado do inventário final de mercadorias for inferior ao
valor de custo, devera ser escolhido o valor de mercado, por ser o mais baixo.
A Convenção da Materialidade esta Convenção reza que, a fim de evitar
desperdício de tempo e de dinheiro, deve-se registrar na Contabilidade apenas os
eventos dignos de atenção e na ocasião oportuna. Por exemplo, sempre que os
empregados do escritório se utilizam papeis e impresso da firma registra-se uma
diminuição do ativo da empresa, diminuição esta que poderia, teoricamente ser
lançada nos registros contábeis à medida de sua ocorrência. Entretanto, isto não é
feito, pela irrelevância da operação, e a despesa só é apurada no fim do período por
diferença de estoques.
A Convenção da Objetividade esta convenção pode ser explicada da melhor
forma possível através do exemplo que, a seguir, será relatado. Suponha-se que o
Contador, para a avaliação de certo bem, dispusesse de duas fontes, a saber: A fatura
relativa à compra do bem e o laudo do maior especialista mundial em avaliação.
Deverá escolher, como o valor de registro, o indicado na fatura. Entre um critério
subjetivo de valor, mesmo ponderável, e outro objetivo, o contador devera optar pela
hipótese mais objetiva. A finalidade desta convenção é eliminar ou restringir áreas de
excessivo liberalismo na escolha de critérios, principalmente de valor. Em tese, é uma
convenção que contém seus méritos. Entretanto, seria necessário definir de forma
mais precisa o que vem ser objetividade.
Percebe-se, que pode dizer é que a contabilidade é governada por um conjunto
de leis e formação, que são chamadas de postulados, Princípios e as convenções da
contabilidade, que serve-se para deixar o melhor entendimento na utilização da
contabilidade realizada no dia a dia. As leis da Contabilidade representam as teorias
da ciência contábil tendo objetivo que é estudar os bens e direitos de uma entidade.

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MÉTODOLOGIA
Esta pesquisa explica e discute o problema com base de referencia teóricas
publicadas em livros, revista e artigos científicos, é de natureza bibliográfica, e foi
realizada através de consulta em livros de leitura corrente. Segundo Silva (2010),
metodologia bibliográfica e um tipo de pesquisa realizada de maioria dos
pesquisadores, seu conceito define método de investigação é preciso fazer a pesquisa
bibliográfica com o intuito de saber e á principal vantagem da pesquisa bibliográfica
reside no fato de permitir ao investigador a cobertura de uma gama de fenômenos
muito mais ampla do que aquela que poderia pesquisar diretamente. Esta vantagem
se torna particularmente importante quando o problema de pesquisa requer dados
muito dispersos pelo espaço. Além disso, a pesquisa bibliográfica é indispensável
para a realização de estudos históricos.
A abordagem do problema é qualitativa reunindo e organizando um conjunto
de informações da importância da qualidade com referencia á informação dos
profissionais para exercer sua profissão, que auxiliem a tomada de decisão para que
contabilidade seja realizada dentro dos procedimentos que lei fundamente e
transforme em ferramenta de informações.
O universo da pesquisa refere-se à estrutura conceitual básica da
Contabilidade buscando informações no desenvolvimento contábil que são divididos
em: postulados, princípios e convenções contábil sendo a utilização para o alcance
do objetivo da Contabilidade. Para atingir os objetivos definidos desta pesquisa será
realizado um levantamento bibliográfico que serão pesquisado em livros, revistas,
artigos cientifico e site especializados disponíveis ou em documentos escritos de
acordo com tema apresentado à estrutura conceitual básica da Contabilidade.

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CRONOGRAMA.

Atividades Março Abril Maio Junho Agosto Setembro Outubro Novembro Dezembro

Elaboração
do X X
Projeto
Entrega do
Projeto X X

Pesquisa
Bibliográfica X X X

Coleta de
Dados X X
Apresentação
e X X
Discussão
dos
Dados

Conclusão X X

Entrega do
TCC X

Defesa da
Banca X

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BIBLIOGRAFIA
IUDICIBUS, Sérgio de e MARION, José Carlos. Introdução à Teoria da contabilidade.
3° ed. São Paulo: Atlas, 2009, pág.18.

IUDICIBUS, Sérgio. TEORIA DA CONTABILIDADE. 10° ed. São Paulo: Atlas, 2010.

SA, Antonio Carlos Ribeiro Metodologia da Pesquisa Aplicada á Contabilidade. 3º Ed.


São Paulo: Atlas, 2010; pág. 54- 55.

SILVA, Antonio Lopes de Teoria da contabilidade 5º Ed. São Paulo: Atlas, 2010; pág.
02 á 10.

Disponível: http://www.ice.edu.br/PORTALICECONTABILIDADE/CIENCIASOCIAL.
Acesso em: 23 de Março 2014 as 00 hora e 17 min.

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