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UNIVERSIDADE ESTADUAL DO OESTE DO PARANÁ - UNIOESTE

CAMPUS DE FRANCISCO BELTRÃO


CENTRO DE CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS
CURSO DE ADMINISTRAÇÃO

GUILHERME COVATTI
JAQUELINE K. TOMCZAK
PATRICIA ANHAIA DOS SANTOS
SAIONARA WESSLING

ESPECIES DE TRIBUTOS

FRANCISCO BELTRÃO
2019
GUILHERME COVATTI
JAQUELINE K. TOMCZAK
PATRICIA ANHAIA DOS SANTOS
SAIONARA WESSLING

ESPECIES DE TRIBUTOS

Trabalho da disciplina de Direito do


Curso de Administração da Universidade
Estadual do Oeste do Paraná -
UNIOESTE, Campus de Francisco
Beltrão

Professore: Paula Regina Antunes

FRANCISCO BELTRÃO
2019
RESUMO

Este trabalho tem por objetivo identificar e relacionar de forma sucinta o conceito
de tributo e suas espécies.

Palavras-Chave: Xxxxxxx. Xxxxx. Xxxxxx.


SUMÁRIO

1 INTRODUÇÃO ................................................................................................ 5
1 INTRODUÇÃO

O tributo é uma obrigação de pagar, criada por lei, impondo aos indivíduos
o dever de entregar parte de suas rendas e patrimônio para a manutenção e
desenvolvimento do Estado, afinal vivemos em sociedade e o Estado deve
representá-la se fazendo presente nas áreas de interesse desta, sobretudo
saúde, educação, segurança, política econômica, entre outras.

O tributo deve ser pago em dinheiro, não sendo possível que a dívida seja
liquidada com outros bens, tais como móveis, veículos, sacos de cereais, etc.
Havendo autorização legal, todavia, é possível o pagamento de tributo com
imóveis.

O nosso Código Tributário Nacional, em seu art. 3°, traz a definição de


tributo:

Art. 3º Tributo é toda prestação


pecuniária compulsória, em moeda ou cujo
valor nela se possa exprimir, que não
constitua sanção de ato ilícito, instituída em
lei e cobrada mediante atividade
administrativa plenamente vinculada.

Em termos gerais classificam-se cinco espécies de tributos: impostos, taxas,


contribuições de melhoria, empréstimos compulsórios e contribuições
parafiscais, as quais se identificam como segue:

a) Impostos: Os impostos incidem de com a manifestação de riqueza do


devedor, para Segundo Ricardo Alexandre (8ª ed. 2014), 4 "o imposto se
sustenta sobre a ideia da solidariedade social". O estado necessita de
ser mantido, precisa que lhe forneçam recursos, e esses recursos serão
revertidos para a coletividade. Vale destacar que os tributos não são
vinculados, assim como sua arrecadação não é vinculada, suas receitas
são aplicadas nas atividades gerais do Estado, o seu fato gerador
independe de qualquer atividade específica do estado, conforme o art. 16
CTN. incidem, por exemplo, sobre a propriedade de imóvel
urbano (IPTU), a disponibilidade de renda (Imposto sobre a Renda
), a propriedade de veículo automotor (IPVA), entre outros.
Exemplos:
IPI – Previsão legal: Industrializar produtos.
Se houver industrialização de produtos, consequentemente será devido
o IPI.
IPVA – Possuir veículos automotores.
Se houver a propriedade de veículo automotor em 01/01,
consequentemente será devido o IPVA.

b) Taxas: Diferentemente dos impostos, a taxa é atrelada a ação do


estado, ou seja, o seu fato gerador está ligado a um ato preciso da administração
pública, prestados ao contribuinte e posto a sua disposição. É importante frisar
que o ente competente para instituir e cobrar determinada taxa é quem presta o
serviço ou quem exerce o respectivo poder de polícia, é o que diz Ricardo
Alexandre (8ª ed. 2014).5

Vale destacar que as taxas se diferem das tarifas, segundo Sabbag6 “a


tarifa (espécie de preço público), pode ser conceituada como preço de venda do
bem, exigido por empresas prestacionistas de serviços públicos
(concessionárias e permissionárias), como se comuns vendedoras fossem”. Um
outro ponto é que as taxas são compulsórias, já as tarifas serão pagas somente
se o sujeito quiser usufruir do serviço público oferecido.

As taxas decorrem de atividades estatais, tais como os serviços públicos


ou do exercício do poder de polícia. Exemplos: custas judiciais e a taxa
de licenciamento de veículos.
Exemplo:
1) Taxa de autenticação de documentos.

c) Contribuições de Melhoria: De forma sucinta, nada mais é uma contribuição


que é cobrada por uma valorização de um imóvel, e esta valorização deve
decorrer devido a uma obra pública, assim, temos que os valores devem ser
cobrados apenas com o final da obra, e, devem ser instituídos antes do início
das obras. O motivo da cobrança é evitar o enriquecimento ilícito do proprietário
do imóvel que sofreu a valorização decorrente de uma obra pública.
as contribuições de melhoria se originam da realização de obra pública que
implique valorização de imóvel do contribuinte. Por exemplo: benfeitorias no
entorno do imóvel residencial.
Exemplo:
1) É evidente que após a construção de uma estação do Metrô em um local
carente que, haverá valorização dos imóveis ao redor. Logo, poderá ocorrer a
cobrança desse tributo, mediante Contribuição de Melhoria, se houver lei
prevendo, antes da construção.

d) Empréstimos compulsórios: Os empréstimos compulsórios estão


previstos no art. 148 da Constituição Federal:

Art. 148. A União, mediante lei


complementar, poderá instituir empréstimos
compulsórios:

I – para atender a despesas


extraordinárias, decorrentes de calamidade
pública, de guerra externa ou sua iminência;

II – no caso de investimento público


de caráter urgente e de relevante interesse
nacional, observado o disposto no art. 150,
III, “b”.

Os pontos mais importantes a se ressaltar é que a competência para que


seja criado o referido tributo é exclusiva da União, e mesmo que ocorra uma das
hipóteses do inciso primeiro em um município, este não poderá instituir tal tributo.
A principal diferença quanto aos outros tributos é que este será devolvido ao
sujeito a qual se tomou este empréstimo. Se verificar as hipóteses previstas no
referido artigo constitucional, no inciso I, tem-se a ideia de que estas, se
ocorridas podem causar uma despesa extraordinária aos cofres públicos, logo,
pode onerar o orçamento previsto, já no inciso II tem-se um adiantamento de
receitas futuras caso precise de um investimento público de urgência, é uma
antecipação de receita que estaria nos cofres públicos só futuramente, e esses
valores serão vinculados ao que lhe deu existência, assim, será usado
exclusivamente para o que dispõe o artigo 148 da CF:
Art. 148. Parágrafo único. A
aplicação dos recursos provenientes
de empréstimo compulsório será vinculada
à despesa que fundamentou sua instituição.

têm por finalidade buscar receitas para o Estado


a fim de promover o financiamento de despesas extraordinárias ou
urgentes, quando o interesse nacional esteja presente e;
Exemplo:
1) Empréstimos compulsórios para o Plano Collor. O ex-presidente “confiscou”
a poupança dos brasileiros.

e) Contribuições Parafiscais: A referida contribuição, também


chamadas de parafiscais estão prevista no art. 194 da nossa Constituição
Federal, elas surgem

“Art. 149. Compete exclusivamente


à União instituir contribuições sociais, de
intervenção no domínio econômico e de
interesse das categorias profissionais ou
econômicas, como instrumento de sua
atuação nas respectivas áreas, observado o
disposto nos arts. 146, III, e 150, I e III, e sem
prejuízo do previsto no art. 195, § 6º,
relativamente às contribuições a que alude o
dispositivo.”

Neste artigo pode-se observar que há previsão de se criar 3 espécies de


contribuição, as contribuições sociais, as contribuições de intervenção do
domínio econômico (CIDE) e as contribuições de interesse de categorias
especiais, conforme Ricardo Alexandre7. A competência para instituição fica da
seguinte forma:

Art. 149, caput, são as


contribuições federais, estas serão
privativas da União.
Art.149, §1° que são as
contribuições estaduais e municipais, que
tem os Estados, Distritos Federal e
Municípios.

Art.149-A, que são as


contribuições Municipais, para estas tem
competência o Distrito Federal e os
Municípios.

São tributos instituídos para promover o financiamento de atividades


públicas. São, portanto, tributos finalísticos, ou seja, a sua essência pode ser
encontrada no destino dado, pela lei, ao que foi arrecadado.
Exemplos:
1) CPMF – Contribuição que tinha como destinação a manutenção da saúde
pública.
2) CIP – Contribuição para manutenção da iluminação pública das cidades.
Vide conta de energia elétrica.
CONCLUSÃO

Por fim, verifica-se que o estado exerce seu poder soberano, poder este dado
por nós para que ele busque um fim em comum, para isso, todos devem pagar
os tributos que serão usados para o equilíbrio do Estado.
REFERENCIAS

Referências

[1] http://www.tributario.adv.br/3/textos.asp?assunto=1&texto=203

[2] ALEXANDRE, Ricardo – Direito Tributário esquematizado / Ricardo


Alexandre. – 8. Ed. Rev., Atual. e ampl. – Rio de Janeiro: Forense; São Paulo:
MÉTODO, 2014, p. 14.

[3] Eduardo Sabbag (2012)³, p. 398

[4] ALEXANDRE, Ricardo – Direito Tributário esquematizado / Ricardo


Alexandre. – 8. Ed. Rev., Atual. e ampl. – Rio de Janeiro: Forense; São Paulo:
MÉTODO, 2014, p. 21.

[5] Idem, p. 25

[6] , Eduardo. Manual de Direito Tributário, 4. ed. – São Paulo: Saraiva,


2012, p. 442.

[7] ALEXANDRE, Ricardo – Direito Tributário esquematizado / Ricardo


Alexandre. – 8. Ed. Rev., Atual. e ampl. – Rio de Janeiro: Forense; São Paulo:
MÉTODO, 2014, p. 48