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ELE409 - Tópicos Especiais em SEP: Aterramentos Elétricos em Baixa e Alta Frequências Aula 13

ELE409 - Tópicos Especiais em SEP:

Aterramentos Elétricos em Baixa e Alta Frequências

Aula 13 – Métodos Analíticos e Numéricos para Cálculo de Sistema de Aterramento

Prof. Daniel da Silva Gazzana

14 de Novembro de 2019

Escopo • Métodos analíticos e numéricos para cálculo de sistema de aterramento • Estudo em

Escopo

Métodos analíticos e numéricos para cálculo de sistema de aterramento Estudo em alta frequência – análise transitória

Resposta transitória em uma LT

Modelagem TLM 1D

Conceituação do problema

Formulação Analítica

Implementação Numérica

Computação e resultados

Validação

Considerações finais

Resposta Transitória em uma LT • Seja uma linha de transmissão sem perdas: V s

Resposta Transitória em uma LT

Seja uma linha de transmissão sem perdas:

em uma LT • Seja uma linha de transmissão sem perdas: V s - Tensão da

V s - Tensão da fonte (V) I - Corrente que circula na linha (A) L d - Indutância por unidade de comprimento (H/m) C d - Capacitância por unidade de comprimento (F/m) x - Comprimento de linha pré-definido (m)

A carga no capacitor q (C) é definida por:

q C V

carga no capacitor q (C) é definida por: q  C  V  q 

q C xV

d

s

(1)

A corrente I é definida pela variação da carga no tempo:

I

q

t

C

d

xV s

t

C V u

d

s

(2)

u – Velocidade de propagação (m/s)

Resposta Transitória em uma LT A tensão V s pode ser dada pela variação do

Resposta Transitória em uma LT

A tensão V s pode ser dada pela variação do fluxo ϕ (Wb):

 LI  x u   t

LI
x
u 
t

L

d

L

x

Substituindo (2) em (3):

V

s

V

s

t

L

d

x

t

L C V u

d

d

s

2

I

L uI

d

(3)

(4)

A velocidade de propagação é dada por:

Substituindo (5) em (2):

u

1 L C d d
1
L C
d
d

(5)

I

C V d s L C d d
C V
d
s
L C
d
d

V

s

1 L d C d
1
L
d
C
d

Impedância característica da LT

(6)

Z 0

V s

I

L d ,(  ) C d
L
d
,(
)
C
d

(7)

Resposta Transitória em uma LT • Seja um pulso de tensão que se propaga em

Resposta Transitória em uma LT

Seja um pulso de tensão que se propaga em uma LT sem perdas com impedância característica Z 0

Pulso se propaga sem ser perturbado até encontrar uma descontinuidade (final da LT Impedância Z T )

Circuito aberto: Z T =

Curto-circuito: Z T = 0

Outro valor de Z T Ί = Outro valor

Ί = 1 Ί = -1



Z

T

Z

0

Z

T

Z

0

(8)

Propagação de um pulso de tensão V pela LT Pulso de corrente associado I = V / Z 0

V V

s

u u I  V / Z
u
u
I
 V
/ Z

s

0

Ί – Coeficiente de reflexão {-1,1]

Resposta Transitória em uma LT • Considerando  Momento em que os pulsos de V

Resposta Transitória em uma LT

Considerando Momento em que os pulsos de V e I percorrem o comprimento l da LT encontrando uma terminação em circuito aberto I = 0 , Ί = 1

u V' V V s l I  V / Z s 0 I 
u
V'
V V
s
l
I
V
/ Z
s
0
I

V
/ Z
u
s

0

Pulso de I (iniciado na terminação) de magnitude -V s / Z 0 viaja em direção à fonte

Corrente da LT progressivamente forçada a zero

Quando os pulsos refletidos retornarem a fonte:

Tensão ao longo de todo LT = V '+ V s e I = 0

Resposta Transitória em uma LT • Condição em que os pulsos refletidos retornarem a fonte

Resposta Transitória em uma LT

Condição em que os pulsos refletidos retornarem a fonte

t 2

os pulsos refletidos retornarem a fonte t  2    l / u t

l /u

t – Tempo de retorno do pulso (s)

τ - Tempo de transito entre terminações (s)

Conservação da energia Determinação magnitude V‘

w

c

1

2

C

d

1

(

V

s

V

')

2

(9)

w c - Energia armazena no capacitor

1

2

C d

1(

V

s

V

')

2

w

s

V

s

V

s

Z

0

2

(10)

w s - Energia fornecida pela fonte

V

s

V

s

Z

0

2

(11)

Substituindo Z 0 e τ m termo dos parâmetros de linha:

V 'V

s

Resposta Transitória em uma LT • Nomenclatura  Para distinguir pulsos incidente e refletidos, sobrescritos

Resposta Transitória em uma LT

Nomenclatura Para distinguir pulsos incidente e refletidos, sobrescritos i e r são usados respectivamente

sobrescritos i e r são usados respectivamente V V I i r I r i V

V

V

I

i

r

I

r

i

V

i

V

s

V

r

são usados respectivamente V V I i r I r i V i  V s

V

s

I i

V

s

Z

0

I r 

V

s

Z

0

Que modelo pode-se aplicar para esta linha com a extremidade em aberto?

Resposta Transitória em uma LT Equivalente de Thévenin Observador colocado na extremidade da LT, ao

Resposta Transitória em uma LT

Resposta Transitória em uma LT Equivalente de Thévenin Observador colocado na extremidade da LT, ao observá-la,
Resposta Transitória em uma LT Equivalente de Thévenin Observador colocado na extremidade da LT, ao observá-la,

Equivalente de Thévenin

Observador colocado na extremidade da LT, ao observá-la, verá uma fonte de tensão igual a duas vezes a tensão incidente V i e uma impedância associada, que é a própria impedância característica da linha Z 0

a tensão incidente V i e uma impedância associada, que é a própria impedância característica da
a tensão incidente V i e uma impedância associada, que é a própria impedância característica da
Modelagem TLM 1D Conceituação do Problema • Análise de eletrodo horizontal e vertical de aterramento

Modelagem TLM 1D Conceituação do Problema

Análise de eletrodo horizontal e vertical de aterramento em regime transitório no domínio tempo

Solo homogêneo composto por uma camada horizontal representado por ρ, ε e μ

Pulso de corrente ou tensão, representando um surto atmosférico, injetado em uma das extremidades do condutor de aterramento

Necessidade de determinação:

Tensão, corrente, resistência, campo elétrico ao longo do condutor

Variação dos parâmetros do solo com a frequência não é levada em consideração

Modelagem TLM 1D Formulação Analítica  x   t l u x  N

Modelagem TLM 1D Formulação Analítica

 x   t l u x  N  x   t
x
 
t
l
u
x 
N
x
 
t
1
L C
d
d

1º nó

Nós intermediários Último nó  t
Nós intermediários
Último nó
t
L C d d 1º nó Nós intermediários Último nó  t Célula básica Modelo TLM

Célula básica

Modelo TLM 1D de uma LT com Perdas

intermediários Último nó  t Célula básica Modelo TLM 1D de uma LT com Perdas 

x

1 L C   x x
1
L
C
  x
x
intermediários Último nó  t Célula básica Modelo TLM 1D de uma LT com Perdas 
Teorema de Millman • V V k k R Teorema de Millman  Método rápido

Teorema de Millman

V

V

k

k

R

Teorema de Millman Método rápido para o cálculo da tensão nos terminais de um circuito construído apenas com elementos serie e paralelo

V

v

k

R

k

1

R

k

1

R

i

Tensão no terminal do circuito (V)

Tensão do gerador k (V)

Resistência nos ramos com gerador k (Ω)

R

i Resistência nos ramos sem gerador (Ω)

Equivalente de Thévenin Nós intermediários n • Nós n  Nó intermediário n está sujeito

Equivalente de Thévenin

Nós intermediários n

Nós n Nó intermediário n está sujeito a tensões incidentes e refletidas pelo lado esquerdo e direito

incidentes e refletidas pelo lado esquerdo e direito k V n k I n k k

k

V

n

k

I

n

k

k

i

n

i

VE

VD

n

k

k

VE

VD

r

n

r

n

Tensão sobre o nó n em um instante k Corrente no segmento do nó n em um instante k Tensão incidente a ESQUERDA do nó n em um instante k Tensão incidente a DIREITA do nó n em um instante k

Tensão refletida a ESQUERDA do nó n em um instante k Tensão refletida a DIREITA do nó n em um instante k

Equivalente de Thévenin Nós intermediários n k k VE VD n n Tensão a ESQUERDA

Equivalente de Thévenin

Nós intermediários n

Equivalente de Thévenin Nós intermediários n k k VE VD n n Tensão a ESQUERDA do
Equivalente de Thévenin Nós intermediários n k k VE VD n n Tensão a ESQUERDA do

k

k

VE

VD

n

n

Tensão a ESQUERDA do nó n em um instante k Tensão a DIREITA do nó n em um instante k

Equivalente de Thévenin Nós intermediários n 1 - Aplicando o teorema de Millman 2 -

Equivalente de Thévenin

Nós intermediários n

Equivalente de Thévenin Nós intermediários n 1 - Aplicando o teorema de Millman 2 - Aplicando

1 - Aplicando o teorema de Millman

Nós intermediários n 1 - Aplicando o teorema de Millman 2 - Aplicando LKT a malha

2 - Aplicando LKT a malha direita

o teorema de Millman 2 - Aplicando LKT a malha direita 3 - Tensões a esquerda

3 - Tensões a esquerda e direita

LKT a malha direita 3 - Tensões a esquerda e direita Tensões que incidem em um
LKT a malha direita 3 - Tensões a esquerda e direita Tensões que incidem em um

Tensões que incidem em um nó são refletidas por ele e retornam à LT

VE

VD

r

n

r

n

k

k

são refletidas por ele e retornam à LT VE VD r n r n k k
são refletidas por ele e retornam à LT VE VD r n r n k k

Tensão refletida a ESQUERDA do nó n em um instante k

Tensão refletida a DIREITA do nó n em um instante k

15

Equivalente de Thévenin Nós intermediários n Conexão com o momento seguinte Tensões incidentes no nó

Equivalente de Thévenin

Nós intermediários n

Conexão com o momento seguinte

Tensões incidentes no nó n no momento seguinte k+1 Tensões refletidas pelos segmentos adjacentes no
Tensões incidentes no nó
n no momento seguinte
k+1
Tensões refletidas pelos
segmentos adjacentes no
momento k
Tensões incidentes no nó n no momento seguinte k+1 Tensões refletidas pelos segmentos adjacentes no momento
Tensões incidentes no nó n no momento seguinte k+1 Tensões refletidas pelos segmentos adjacentes no momento
Equivalente de Thévenin Primeiro nó ( n = 1) k • V 1 Nó 1

Equivalente de Thévenin

Primeiro nó (n = 1)

k

V

1

Nó 1 (Fonte V s ) Tensões incidentes e refletidas apenas a direita deste nó

Tensões incidentes e refletidas apenas a direita deste nó Tensão sobre o nó 1 em um
Tensões incidentes e refletidas apenas a direita deste nó Tensão sobre o nó 1 em um

Tensão sobre o nó 1 em um instante k

k

k

k

I 1 Corrente no segmento do nó 1 em um instante k

i

VE 1

i

VD 1

Tensão incidente a ESQUERDA do nó 1 em um instante k Tensão incidente a DIREITA do nó 1 em um instante k

R

s Resistencia interna da fonte

Equivalente de Thévenin Primeiro nó ( n = 1) 1 - Aplicando o teorema de

Equivalente de Thévenin

Primeiro nó (n = 1)

Equivalente de Thévenin Primeiro nó ( n = 1) 1 - Aplicando o teorema de Millman

1 - Aplicando o teorema de Millman

Primeiro nó ( n = 1) 1 - Aplicando o teorema de Millman 2 - Aplicando

2 - Aplicando LKT a malha

- Aplicando o teorema de Millman 2 - Aplicando LKT a malha Considerando R s 

Considerando

R

s

0

3 - Tensões a direita

LKT a malha Considerando R s  0 3 - Tensões a direita Tensões incidentes em

Tensões incidentes em um São refletidas por ele e retornam à LT

Considerando R s  0 3 - Tensões a direita Tensões incidentes em um  São
Equivalente de Thévenin Último nó ( n = m ) • Nó m (Terminação) 

Equivalente de Thévenin

Último nó (n = m)

Nó m (Terminação) LT entendido como um circuito

aberto

(

k

I

m

0)

LT entendido como um circuito aberto ( k I m  0) 1 - Aplicando o

1 - Aplicando o teorema de Millman

2

k

Ve

i

m

k

V

m

Z

0

1

Z

0

G

k

r

m

VE

Millman 2  k Ve i m k V m  Z 0 1 Z 0

Tensões incidentes em um São

refletidas por ele e retornam à LT

VE

k

m

i

m

VE

k

k

1

VE

i

m

k

VD

r

m

1

Cálculo dos Elementos do Circuito R  L  G  C  R d

Cálculo dos Elementos do Circuito

Cálculo dos Elementos do Circuito R  L  G  C  R d L
R  L  G  C 
R
L
G
C

R

d

L

d

G

C

d

d

 x

 x



x



x

Determinação dos

parâmetros de linha por

unidade de comprimento

(R d , L d , G d e C d )

Cálculo dos Elementos do Circuito Condutor horizontal Condutor Vertical    2  l

Cálculo dos Elementos do Circuito

Condutor horizontal

Condutor Vertical

2 l

0

L

d

ln

 1

 2  l   0 L  d  ln   1 2

2

2

h

a

2

s

ln

2 l

2  h  a
2  h  a

 1

G

d

2 l

a

0

L

d

ln

2

2

G

d

s

ln

2 l

a

Condutor horizontal e vertical

R

d

c

a

2

2       0 r  2  l  ln
2 
  
0
r
2
l
ln 
 1
2
h
a

2

  

0

r

C

d

C

d

ln

2 l

a

a

h

µ 0 - Permeabilidade vácuo (H/m) ε 0 - Permissividade vácuo (F/m) ε r - Permissividade relativa solo ρ c – Resistividade do condu. (Ωm)

ρ s – Resistividade do solo (Ωm)

R d – Resistência por unid. de comprimento (Ω/m)

G d - Condutância por unid. de comprimento (S/m)

L d - Indutância por unid. de comprimento (H/m)

C d - Capacitância por unid. de comprimento (F/m)

x - Comprimento do segmento (m)

l – Comprimento do eletrodo (m)

– Raio do eletrodo (m)

– Profundidade do enterro (m)

Fonte de Excitação • Surto atmosférico  Pode ser representada por uma onda do tipo

Fonte de Excitação

Surto atmosférico Pode ser representada por uma onda do tipo dupla exponencial, caracterizada pela(o):

uma onda do tipo dupla exponencial, caracterizada pela(o): • Sua magnitude • Tempo de subida T1

Sua magnitude

Tempo de subida T1 (s)

Tempo de descida T2 (s) 50% do pico

e

(

k

t )

e

e

(

(

 

k

t )

 

k

t )

A ( k

s

t )

A

0

A

0

e

(

 

Modelo ATP

(Ahmad, 2008)

 

k

t )

A ( k

s

t )

e

(

w )

ln

 

 

e

(

w )

 

A s - Surto no instante de tempo t (V/A)

A 0 – Valor de pico (A/V)

Δt - Passo de tempo (s)

w

k - número do passo de tempo

α – Inverso de 50% do valor de pico (1/ T2)

Função Heidler Modelo mais realista de surto atmosférica

β - inverso do tempo de pico (1/ T1)

Cálculo do Comprimento do Segmento de Linha Constante de propagação   j 2 

Cálculo do Comprimento do Segmento de Linha

Constante de propagação

j

2

 

f

max

0

r

(

1

s

j

2

f

max

 

0

r

)

1

j

2

Comprimento de onda

2

2

Máximo comprimento do segmento

l seg

10

Comprimento do segmento

x

l

N

1

γ – Constante de propagação β 1 - Constante de atenuação β 2 - Constante de fase λ - Comprimento de onda (m)

f max - Máxima frequência (Hz) µ r – Permeabilidade relativa do solo = 1 l seg - Máximo comprimento do segmento (m) Δx – Comprimento do segmento (m)

Condições de Contorno • TLM método diferencial  Necessidade de estabelecer condições de contorno na

Condições de Contorno

TLM método diferencial Necessidade de estabelecer condições de contorno na região de fronteira. Assume-se:

A corrente na origem do condutor (Nó 1) é igual a corrente da excitação

k

I

1

k

I

s

Terminação do condutor é entendida como sendo um circuito aberto

k

I

m

0

é entendida como sendo um circuito aberto k I m  0 k V m 

k

V

m

0

Adicionalmente, considera-se que todas as tensões incidentes à esquerda e à direita de todos os nós no primeiro instante de tempo (k = 1) são iguais a Zero

Modelagem TLM 1D Implementação Numérica • Dados de entrada • Solo : ρ s ,

Modelagem TLM 1D Implementação Numérica

Modelagem TLM 1D Implementação Numérica • Dados de entrada • Solo : ρ s , ε

Dados de entrada

Solo: ρ s , ε r μ r

Ar: ε 0 , μ 0

Condutor: ρ c , l, h, a

Surto: A 0 ,T1, T2

Parâmetros simulação:

Eletrodo horizontal ou vertical

Número de iterações KT

Modelagem TLM Implementação Numérica • Inicialização • Contadores: = 1 • J  (No. do

Modelagem TLM Implementação Numérica

Modelagem TLM Implementação Numérica • Inicialização • Contadores: = 1 • J  (No. do nó)

Inicialização

Contadores: = 1

J (No. do nó)

K (No. da iteração)

Tensões incidentes:

Na primeira iteração (K = 1) devem ser consideradas nulas

à esquerda todos os nós

à direita

todos os nós

1

Ve

i

n

1

Vd

i

n

de

de

Modelagem TLM 1D Implementação Numérica • Inicialização • Cálculo dos parâmetros de linha por unidade

Modelagem TLM 1D Implementação Numérica

Modelagem TLM 1D Implementação Numérica • Inicialização • Cálculo dos parâmetros de linha por unidade de

Inicialização

Cálculo dos parâmetros de linha por unidade de comprimento

Determinação no número de nós N

Cálculo do comprimento de cada segmento Δx

Cálculo dos parâmetros do circuito R, L, C e G

Determinação de Z 0 e do passo de tempo Δt

Modelagem TLM 1D Implementação Numérica • Cálculo das tensões e correntes • 1 º N

Modelagem TLM 1D Implementação Numérica

Modelagem TLM 1D Implementação Numérica • Cálculo das tensões e correntes • 1 º N ó

Cálculo das tensões e correntes

1º Nó (N=1) Junto a fonte

Corrente e a tensão sobre

o nó

Tensão a direita do nó

Nós (N=2 até N=m-1)

Tensão, corrente, tensão

à esquerda e à direita do nó

Último nó (N=m)

Tensão sobre o nó

Modelagem TLM 1D Implementação Numérica • Dissipação: Cálculos das Tensões Refletidas • 1 º N

Modelagem TLM 1D Implementação Numérica

Modelagem TLM 1D Implementação Numérica • Dissipação: Cálculos das Tensões Refletidas • 1 º N ó

Dissipação: Cálculos das Tensões Refletidas

1º Nó (N=1) Junto a fonte

Tensão refletida à direita do nó

Nós (N=2 até N=m-1)

Tensões refletidas à esquerda e à direita do nó

Último nó (N=m)

Tensão refletida à esquerda do nó

Modelagem TLM 1D Implementação Numérica • Conexão: Cálculos das Tensões Incidentes • 1 º N

Modelagem TLM 1D Implementação Numérica

Modelagem TLM 1D Implementação Numérica • Conexão: Cálculos das Tensões Incidentes • 1 º N ó

Conexão: Cálculos das Tensões Incidentes

1º Nó (N=1) Junto a fonte

Tensão incidente à direita do nó

Nós (N=2 até N=m-1)

Tensões incidentes à esquerda e à direita do nó

Último nó (N=m)

Tensão incidente à esquerda do nó

Modelagem TLM 1D Computação e Resultados • Computação e Resultados • Tensão, corrente, campo elétrico

Modelagem TLM 1D Computação e Resultados

Computação e Resultados

Tensão, corrente, campo elétrico

Curva de impedância impulsiva

Validação

Comparação com dados de medição

Impedância de surto Z surto

Resistência estática R e

Z

surto

Z

0

L C
L
C

R

  2 l s   ln     1  e
2 l
s
ln  
 
1
e
2
l
2
ah
 l 
4
s
R
ln 

1
e 2
 l
a
 

Eletrodo

  horizontal

Eletrodo

vertical

Implementação Computacional Material Auxiliar • Rotinas • Cálculo dos parâmetros de linha • param_linha.m •

Implementação Computacional Material Auxiliar

Rotinas

Cálculo dos parâmetros de linha

param_linha.m

Cálculo do comprimento de onda

comp_onda.m

Descarga atmosférica

des_at.m

Exemplos para validação

Haste

Contrapeso

Considerações Finais • Modelagem numérica em Eletromagnetismo • Estudo em alta frequência – análise

Considerações Finais

Modelagem numérica em Eletromagnetismo

Estudo em alta frequência – análise transitória

Resposta transitória em uma LT

Modelagem TLM 1D

Próximas aulas:

Aula 14 (21/11) - Rodada de Seminários 5

Aula 15 (28/11) - Aterramento para qualidade de energia

Aula 16 (05/12) - Apresentação algoritmo (regime transitório)

Aula 17 (12/12) - Rodada de Seminários 6

Aula 18 (19/12) - Apresentação artigos

Dúvidas ?

Prof. Daniel da Silva Gazzana - daniel.gazzana@ufrgs.br

Referências AHMAD, W. F. W.; THOMAS, W. P.; CHRISTOPOULOS, C. Modeling of a Grounding Wire

Referências

AHMAD, W. F. W.; THOMAS, W. P.; CHRISTOPOULOS, C. Modeling of a Grounding Wire Using TLM. In: Transmission and Distribution

Conference and Exposition, 2008, Chicago. Proceedings

Chicago,

2008

CHRISTOPOULOS, C. The Transmission-Line Modeling Method – TLM. New York: IEEE Press, 1995 GAZZANA, D. S. Contribuição ao Estudo e Análise de Aterramento Impulsivo e em Altas Frequências Associado a Avaliação da Suportabilidade dos Seres Humanos com Base no Método da Modelagem por linhas de Transmissão (TLM), Tese, UFRGS, 2012.