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TEORIA CULTUROLÓGICA

EDGARD MORIN E UMBERTO ECO

TEORIAS CULTUROlÓGICAS

Contexto
Europa - Pós Segunda Guerra Mundial – Início da década de 1960

Ideias bases
• Interdisciplinaridade na formação dos autores
• Produções analíticas e críticas – sem elitismo
• Cultura da televisão e do cinema
• Telejornalismo
• Internet
• Interatividade
• Comunicação e controle

Características
• Assimila a Teoria Crítica e a estruturalista
• Propõe a correção de indústria cultural para indústria da cultura
• Analisa a produção de significados
• Antropologia cultural
• Estudos de recepção (iniciados em Birminghan, pelo jamaicano Stuart Hall)
• Real X imaginário
• Factual X ficcional

Autores
• Roland Barthes
◦ Semiologia e estruturalismo – mitos contemporâneos na mídia
• Edgard Morin
◦ Cultura de Massa no século XX
• Umberto Eco
◦ Polêmica entre apocalípticos e integrados
• Louis Authusser
◦ Aparelhos ideológicos do Estado, família, igreja, escola e mídia)
• Pierre Levy
◦ Comunicação, mídia, interatividade, cultura virtual, cibernética
• Michel Foucault
◦ poder e conhecimento para o controle social
• Jean Baudrillard
◦ Sociedade de consumo – impacto da comunicação e da mídia na sociedade e cultura
• Pierre Bourdieu
◦ Estudos sobre televisão/ cotidiano do jornalismo

EDGAR MORIN

• Nasceu na França 1921 – Juseu Sefardita (em hebreu península ibérica – PT / ES)
• Estudou: Direito / História / Geografia
• Produziu trabalhos: Filosofia / Sociologia / Epstemologia
• Pensamento Complexo ou paradigma da Complexidade
• Em síntese, considera que para abordar a atualidade apenas os estudos inter poli
transdisciplinar resultam em análises satisfatórias.
• Contrário à fragmentação e/ou simplificação do saber.

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TEORIA CULTUROLÓGICA
EDGARD MORIN E UMBERTO ECO

Cultura de Massa no Séc. XX - Cultura massiva


• Circulação intensa de mensagens, símbolos, ideologias e mitos associados ao real e ao
imaginário.
• A vida cultural é um sonho de evasão / a válvula de escape
• Criação de mitologias que respondem ao real e a velocidade dos acontecimentos.
• A vida imaginária é mais intensa e significativa do que o real:
• Filmes, novelas, romances e noticiário de variedade

Na vida dos heróis Edgar Morin define os Olimpianos:


• RECORDAR: O drama grego foi percebido pelos estruturalistas norte-americanos nas
propagandas. E a partir do teor dramático, da identificação psicológica com o público,
desenvolveram as bases para a Teoria da Persuasão.
• Personalidades do mundo do espetáculo, dos esportes e da moda.
• Vivem no Olimpo, lugar distante da realidade de milhares de anônimos.
• Distantes das dificuldades da vida cotidiana.
• Quando não escapam absolutamente dos problemas, mostram o lado humano e aumentam a
identificação.

UMBERTO ECO

• Itália – Alexandria 1932 – morreu em 2016


• Formação : Filosofia / Estética medieval – Pensamento de Tomás de Aquino
• 1960 – estudos acerca da cultura de massa
• Foco na Modernidade
• Não admite na modernidade compreender a cultura sem abranger os meios de comunicação
• A cultura massiva é a forma cultural por excelência do homem moderno
• Apocalipticos e Integrados - 1965 (coletânea de ensaios)

Apocalipticos e Integrados
Ensaio que apresenta críticas usando dois termos genéricos e polêmicos, dois fetiches, para designar
correntes teóricas: apocalípticos e integrados.

• Apocalípticos
◦ Tradicionalistas
◦ Pessimistas
◦ Fatalistas
◦ Observam e criticam a alienação
◦ Teóricos
◦ As massas são passivas
• Integrados
◦ Otimistas
◦ Pragmáticos
◦ Preocupados com a funcionalidade do sistema social
◦ A massa é de algum modo ativa / consciente

Apocalípticos (Teoria Crítica/Escola de Frankfurt)


• Compreendiam a indústria cultural, e por extensão a cultura de massa, como uma
anticultura, como uma degeneração da cultura (no sentido aristocrático).
• Consolava o leitor, ou o iludia, por estar acima da banalidade média.
• No limite, Eco aponta para o fato da própria teoria crítica se usar dos meios que critica.

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TEORIA CULTUROLÓGICA
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Integrados (Teoria Funcionalista / Pragmatismo norte-americano)


• Compreendiam a cultura de massa pela ideia de alastramento da arte e da cultura. Como
uma democratização.
• Convidava o leitor à passividade, ao consumo acrítico dos produtos da cultura de massa. A
intenção é conduzir a sociedade é cultura de massa e tirar proveito da alienação.

Os apocalípticos só teorizam, se vangloriam pelo teor filosófico e se acham imunes e acima das
massas pelo mero fato de conseguir refletir sobre a questão.
Os integrados raramente teorizam, mas operam, produzem e emitem mensagens com algum
interesse. Não convidam os consumidores para refletir sobre a questão.
Ao rivalizar dois modelos de análise da comunicação, sugere a desatualização da ideia de audiência
massiva. Não inaugura, mas antevê o surgimento da comunicação marcada pela interatividade e
pela individualização/personalização do consumo de informação.
Em tempos de globalização a dualidade apocalípticos e integrados ainda faz sentido?