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UNIVERSIDADE FEDERAL DO AMAZONAS

EDSON BRUNO CASTRO FARIAS PRAZERES - 21853347


HUATANA NÚBIA MAGALHÃES DE JESUS - 21602322

LABORATÓRIO DE FÍSICA 1 E

MANAUS - AM
2019
EDSON BRUNO CASTRO FARIAS PRAZERES - 21853347
HUATANA NÚBIA MAGALHÃES DE JESUS - 21602322

LABORATÓRIO DE FÍSICA 1 E

Trabalho realizado com o objetivo de


obtenção de nota parcial, na Universidade
Federal do Amazonas, na disciplina de
Laboratório de Física 1 E.

JOZIANO RONY DE MIRANDA MONTEIRO

MANAUS - AM
2019
1.Título
2.Objetivo
3.Introdução teórica
4.Equipamentos experimentais
5.Procedimentos experimentais
6.Dados experimentais
7.Análise e tratamento de dados
8.Resultados
9.Respostas das questões
10.Conclusão
1.TÍTULO:​ ANÁLISE GRÁFICA DE DADOS

2.OBJETIVO
Determinar leis e grandezas físicas a partir da análise de gráficos de dados
experimentais.

3.INTRODUÇÃO TEÓRICA
Na física, a regra geral é analisar, prever e relacionar grandezas. Como
instrumento de relação, criaram-se os gráficos. Neles visivelmente observam-se as
linhas e curvas que determinam o tipo de ligação que apresenta uma grandeza à
outra. E como melhor fonte de auxílio, eles podem ajudar a determinar leis e
grandezas físicas a partir de análises gráficas, já que, em geral qualquer fenômeno
de variação pode ser representado graficamente.
A análise gráfica de resultados experimentais busca encontrar a relação entre
as diversas variáveis medidas no laboratório, ou seja, encontrar o comportamento
de uma função que represente o fenômeno físico.
Existe uma grande variedade de forças de interação e que a caracterização
de tais forças de interação é um trabalho de caráter puramente experimental. Entre
as forças de interação que desenvolvem-se mais frequentemente nos processos
atuantes em nosso cotidiano figuram as chamadas forças elásticas, ou seja, forças
que são exercidas por sistemas elásticos quando sofrem deformação. Os materiais
e estruturas elásticas são de grande importância e estão presentes em uma
diversidade de dispositivos e produtos. De modo geral, os materiais possuem
elasticidade ou flexibilidade, entretanto a capacidade de deformações depende do
elemento e do material constituinte, um objeto com tais características é a mola.
As molas mais comuns são as helicoidais, planas, prata e as de tensão
constante, as primeiras são mais conhecidas e utilizadas, são encontradas em
amortecedores de carros de passeio e veículos ferroviários.
A Lei de Hooke estabelece que é possível calcular a sua constante de
elasticidade (k). Essa constante permite saber o limite dessa elasticidade. Ela pode
ser tanto alongada quanto comprimida, alterando seu valor (k) para positivo ou
negativo, conforme a deformação. Analiticamente, ela é expressa pela seguinte
equação: F = (-k.x).

4.EQUIPAMENTOS EXPERIMENTAIS
Durante os procedimentos experimentais foram utilizados os seguintes
equipamentos:
I. 1 mola de 9 mm de diâmetro
II. 1 porta-peso de 10 g

III. 5 massas de 50 g

IV. 1 suporte

V. 1 suporte com furo


VI. 1 barbante

VII. 1 régua milimetrada

5. PROCEDIMENTOS EXPERIMENTAIS
I. Prendeu-se uma mola no suporte, com o porta-peso.
II. Escolheu-se um ponto de referência e anotou-se sua posição na régua.
III. Colocou-se no porta-peso, uma a uma, 5 massas de 50 g, anotando cada
uma das novas posições.
Fig.​ representação do sistema utilizado durante os procedimentos experimentais

6. DADOS EXPERIMENTAIS
Na tabela a seguir, apresentam-se os resultados experimentais obtidos
inicialmente durante o processo de adição de massas no suporte contido no sistema
e estruturas utilizadas.

Peso (kg) Distensão (m) Referência zero (m)

0,010 0,000 0,200

0,060 0,025 0,200

0,110 0,051 0,200

0,160 0,081 0,200

0,210 0,107 0,200

0,260 0,132 0,200


Tabela 1

OBS: O peso 0,010 kg refere-se ao peso do porta-peso sem a adição de uma


massa de 0,050 kg. A distensão 0,000 m refere-se ao marco zero tido como
referência (base do porta-peso) e, a referência 0,200 m refere-se ao marco inicial da
régua que foi utilizada.

7. ANÁLISE E TRATAMENTO DE DADOS


Mediante o conhecimento das massas que foram adicionadas sobre o
porta-peso, onde cada uma das cinco utilizadas contém 5 g e também ao
conhecimento sobre o peso do porta-peso e da constante gravitacional, calculou-se
a força Newton, em Newtons (N), através da seguinte expressão:
F = m.g
Eq.1. ​Segunda lei de Newton
A. F 1 = m1.g → F 1 = 0, 098 N
B. F 2 = m2.g → F 2 = 0, 588 N
C. F 3 = m3.g → F 3 = 1, 078 N
D. F 4 = m4.g → F 4 = 1, 568 N
E. F 5 = m5.g → F 5 = 2, 058 N
F. F 6 = m6.g → F 6 = 2, 548 N
Após a obtenção das forças em Newton correspondente a cada umas das
massas adicionadas durante o processo experimental, calculou-se a incerteza da
força em Newton. Para o cálculo da incerteza utiliza-se a expressão abaixo:

∆F = [(F máx − F mín) ⁄ 2]


Eq. 2. ​Método dos Máximos e Mínimos
A. ∆F1 = 9,8x10^(-3) N
B. ∆F2 = 9,8x10^(-3) N
C. ∆F3 = 9,8x10^(-3) N
D. ∆F4 = 9,8x10^(-3) N
E. ∆F5 = 9,8x10^(-3) N
F. ∆F6 = 9,8x10^(-3) N

8. RESULTADOS

( F ± 9, 8x10ˆ(− 3) ) N ( Y ± 0, 002 ) m

0, 098 0, 000

0, 588 0,025

1, 078 0, 051

1, 568 0, 081

2, 058 0, 107

2, 548 0, 132
Tabela 2. ​Valores resultantes obtidos para cada massa correspondente.

9. RESPOSTAS DAS QUESTÕES

Calculando a constante K = F ⁄ ∆Y , temos:


Constante K K = F ⁄ ∆Y Inclinação da reta
(F f − F i) ⁄ (Y f − Y i)

K1 49 N ⁄m 18, 56 N ⁄m

K2 294 N ⁄m

K3 539 N ⁄m

K4 784 N ⁄m

K5 1029 N ⁄m

K6 1274 N ⁄m

INCLINAÇÃO DA RETA
T g θ = Δy ⁄ Δx = [(Y 2 − Y 1) ⁄ (X2 − X 1)]

F(N) Y(m) Tg θ Tg θ θ =arctg θ (2,548 -


0,098) ⁄
0,098 0,000 19,6 19,6 87,07927848 (0,132 -
0,000)

0,588 0,025 19,6 87,07927848 (2,450) ⁄


(0,132)
1,078 0,051 16,333... 18,84615385 86,96266418

1,568 0,081 16,333... 86,49646828 18,5606060

2,058 0,107 19,6 18,84615385 86,96266418 θ = 86,9160

2,548 0,132 19,6 87,07927848

10. CONCLUSÃO

De acordo com os resultados obtidos na prática experimental, os objetivos


estipulados foram alcançados. Vale ressaltar que durante o processo da prática
experimental observou-se a deformação e variação ocorrida na mola mediante a
adição de massas, destaca-se que os pontos nem sempre podem ser formadores
de uma reta perfeita.