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A espiritualidade do casal

Exortação Apostólica Familiaris Consortio(22 de Novembro de 1981), nº 84: “Com firme


confiança, a Igreja crê que, mesmo aqueles que se afastaram dos mandamentos do
Senhor e vivem atualmente nesse estado, poderão obter de Deus a graça da conversão e
da salvação, se perseverarem na oração, na penitência e na caridade”.

Concílio Vaticano II, Const. Lumen gentium – O Concílio recordou que a santidade é
vocação universal dos batizados.

CARTA DO PAPA JOÃO PAULO II ÀS FAMÍLIAS GRATISSIMAM SANE 1994 – ANO


DA FAMÍLIA(lugar de graça, tornado o Santuário da Sagrada Família)

VISITA PASTORAL À ARQUIDIOCESE DE MILÃO E VII ENCONTRO MUNDIAL


DAS FAMÍLIAS (1-3 DE JUNHO DE 2012) FESTA DOS TESTEMUNHOS
DISCURSO DO PAPA BENTO XVI Parque de Bresso. Sábado, 2 de Junho de 2012

Mesmo se não é possível a absolvição na Confissão, não deixa talvez de ser muito
importante um contacto permanente com um sacerdote, com um director espiritual, para
que possam ver que são acompanhadas, guiadas. Além disso, é muito importante
também que sintam que a Eucaristia é verdadeira e participam nela se realmente entram
em comunhão com o Corpo de Cristo. Mesmo sem a recepção «corporal» do Sacramento,
podemos estar, espiritualmente, unidos a Cristo no seu Corpo. É importante fazer
compreender isto. Oxalá encontrem a possibilidade real de viver uma vida de fé, com a
Palavra de Deus, com a comunhão da Igreja, e possam ver que o seu sofrimento é um
dom para a Igreja, porque deste modo estão ao serviço de todos mesmo para defender a
estabilidade do amor, do Matrimónio; e que este sofrimento não é só um tormento físico
e psíquico, mas também um sofrer na comunidade da Igreja pelos grandes valores da
nossa fé. Penso que o seu sofrimento, se realmente aceite interiormente, seja um dom
para a Igreja. Devem saber que precisamente assim servem a Igreja, estão no coração da
Igreja. Obrigado pelo vosso compromisso!

Papa Francisco (Amoris Laetita,2016)

305. […] Por causa dos condicionalismos ou dos fatores atenuantes, é possível que uma
pessoa, no meio duma situação objetiva de pecado – mas subjetivamente não seja
culpável ou não o seja plenamente –, possa viver em graça de Deus, possa amar e possa
também crescer na vida de graça e de caridade, recebendo para isso a ajuda da Igreja.

317. Se a família consegue concentrar-se em Cristo, Ele unifica e ilumina toda a vida
familiar.

318. A oração em família é um meio privilegiado para exprimir e reforçar esta fé


pascal.[376] Podem-se encontrar alguns minutos cada dia para estar unidos na presença
do Senhor vivo, dizer-Lhe as coisas que os preocupam, rezar pelas necessidades
familiares, orar por alguém que está a atravessar um momento difícil, pedir-Lhe ajuda
para amar, dar-Lhe graças pela vida e as coisas boas, suplicar à Virgem que os proteja
com o seu manto de Mãe.
320. Há um ponto em que o amor do casal alcança a máxima libertação e se torna um
espaço de sã autonomia: quando cada um descobre que o outro não é seu, mas tem um
proprietário muito mais importante, o seu único Senhor. Ninguém pode pretender
possuir a intimidade mais pessoal e secreta da pessoa amada, e só Ele pode ocupar o
centro da sua vida. Ao mesmo tempo, o princípio do realismo espiritual faz com que o
cônjuge não pretenda que o outro satisfaça completamente as suas exigências. É preciso
que o caminho espiritual de cada um – como justamente indicava Dietrich Bonhoeffer –
o ajude a «desiludir-se» do outro,[382] a deixar de esperar dessa pessoa aquilo que é
próprio apenas do amor de Deus. Isto exige um despojamento interior. O espaço
exclusivo, que cada um dos cônjuges reserva para a sua relação pessoal com Deus, não
só permite curar as feridas da convivência, mas possibilita também encontrar no amor
de Deus o sentido da própria existência. Temos necessidade de invocar cada dia a acção
do Espírito, para que esta liberdade interior seja possível.

323. É uma experiência espiritual profunda contemplar cada ente querido com os olhos
de Deus e reconhecer Cristo nele.

324. Quando a família acolhe e sai ao encontro dos outros, especialmente dos pobres e
abandonados, é «símbolo, testemunho, participação da maternidade da Igreja».[390] Na
realidade, o amor social, reflexo da Trindade, é o que unifica o sentido espiritual da
família e a sua missão fora de si mesma, porque torna presente o querigma com todas as
suas exigências comunitárias. A família vive a sua espiritualidade própria, sendo ao
mesmo tempo uma igreja doméstica e uma célula viva para transformar o mundo.[391]

CIC. §1652 Sejam exortados a ouvir a Palavra de Deus, a freqüentar o sacrifício da missa,
a perseverar na oração, a dar sua contribuição às obras de caridade e às iniciativas da
comunidade em favor da justiça, a educar os filhos na fé cristã, a cultivar o espírito e as
obras de penitência para assim implorar, dia a dia, a graça de Deus.”