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COLÉGIO ESTADUAL NEMÍSIA RIBEIRO DOS SANTOS


ENSINO MÉDIO NORMAL

ESTEFANY VIANA DE OLIVEIRA


EVILLY LIMA ALVES
GABRIELA BARRETO CHAGAS
ISABELE OLIVERIA DE ALMEIDA
JORENE SILVA FRANÇA
LUZILENE ALVES SANTOS
TIAGO DA SILVA MIRANDA

EDUCAÇÃO ESPECIAL E INCLUSA

MORPARÁ-BA
2019
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ESTEFANY VIANA DE OLIVEIRA


EVILLY LIMA ALVES
GABRIELA BARRETO CHAGAS
ISABELE OLIVERIA DE ALMEIDA
JORENE SILVA FRANÇA
LUZILENE ALVES SANTOS
TIAGO DA SILVA MIRANDA

EDUCAÇÃO ESPECIAL E INCLUSIVA

Trabalho apresentado para o curso de ensino médio


normal como requisito da II unidade da disciplina de
LPLB do 3º “A” do turno vespertino do Colégio Estadual
Nemísia Ribeiro Dos Santos.

profª:Edevaldo Macedo

MORPARÁ-BA
2019
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MENSAGEM

Enquanto a sociedade feliz não chega, que haja pelo menos fragmentos de futuro
em que a alegria é servida como sacramento, para que as crianças aprendam que o
mundo pode ser diferente. Que a escola, ela mesma, seja um fragmento do futuro...

Rubem Alves
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SUMÁRIO
1. EDUCAÇÃO ESPECIAL INCLUSIVA ENSINO DE QUALIDADE DEVE SER
PARA TODOS ............................................................................................................. 6
1.1. Educação especial nas escolas ..................................................................... 6
2. INFORMATICA NA EDUCAÇÃO ESPECIAL ....................................................... 7
2.1. Legislação sobre educação especial ............................................................. 7
2.1.1. Educação especial no Brasil ....................................................................... 7
3. EDUCAÇÃO ESPECIAL ....................................................................................... 8
4. OS DESAFIOS DA EDUCAÇÃO INCLUSIVA: FOCO NAS REDES DE APOIO .. 9
4.1. Inclusão no Brasil e Educação especial na escola regular............................. 9
5. O QUE O PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO DIZ SOBRE A EDUCAÇÃO
INCLUSIVA ............................................................................................................... 10
6. O QUE SIGINIFICA TER UM PROJETO PEDAGOGICO? ................................ 11
7. FLEXIBILIDADE E ADAPTAÇÃO CURRICULAR EM FAVOR DE
APRENDIZAGEM...................................................................................................... 12
8. EDUCAÇÃO INCLSUIVA.................................................................................... 13
9. CONCLUSÃO ..................................................................................................... 14
10. ANEXOS ......................................................................................................... 15
11. REFERENCIA- BIBLIOGRAFIA ...................................................................... 16
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APRESNTAÇÃO

Com este trabalho pretendemos dar a conhecer que estamos a desenvolver sobre a
Educação especial e educação inclusiva. O objetivo principal deste trabalho é
adquirimos conhecimento sobre o tema abordado com intuito de aprendermos mais.
Adquiramos esse assunto através de pesquisas, solicitado pelo professor Edevaldo
Macedo, seguindo o plano anual da disciplina de sociologia, o que será mencionado
nas paginas seguintes foi fruto de um trabalho coletivo de forma colaborativa
buscando a socialização entre alunos o que vai de encontro ao pressuposto de
coletividade meta primeira desta entidade. As primeiras impressões são que a
educação inclusiva é uma ação política cultural, social e pedagógica, desencadeada
em defesa do direito de todos os alunos de estarem juntos aprendendo e
participando, sem nenhum tipo de discriminação e a educação especial e a
educação especial é a modalidade complementar ou suplementar a formação do
aluno com deficiência transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades,
oferece aos seus alunos serviços recursos e estratégias de acessibilidade ao
ambiente e aos conhecimentos escolares
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DESENVOLVIMENTO

1. EDUCAÇÃO ESPECIAL INCLUSIVA ENSINO DE QUALIDADE DEVE SER


PARA TODOS
A educação especial inclusiva tem como mote o ensino de qualidade a toda e
qualquer criança ou adulto, incluindo aqueles com algum tipo de deficiência física ou
mental. Não a discriminação na hora de educar uma criança sem ou com deficiência
pelo menos deveria ser assim. O aluno pode ser surdo mudo, cadeirante, portador
de síndrome de down, ele tem direito de aprender junto a um colega que tem
nenhum dessas características. O grande objetivo é trabalhar as diferenças de modo
a satisfazer as necessidades básicas de todos e promover inclusão no meio social.

1.1. Educação especial nas escolas


Na mesma escola, nas mesmas salas de alunos e com os mesmos professores
convivem os mais diversos perfis de alunos. A base é a que toda criança tem direito
de acesso á melhor educação existente naquele bairro, naquela cidade. Trata-se da
equipação das oportunidades entre aqueles que sempre foram excluídos e aqueles
que se incluem naturalmente no sistema educacional comum.

Os defensores da educação especial nas escolas acreditam que toda criança é


especial e única. E que o professores devem estar preparados para atender á
necessidade especial de cada aluno. Diversidade é algo fundamental para uma
sociedade realmente democrática. Ou seja, diferenças existem e devem ser aceitas
e respeitadas sempre e em qualquer lugar.

Mas há também uma linha contraria á educação especial inclusiva. Muitos


especialistas alegam que, hoje as escolas não conseguem nem atender á demanda
comum e que o resultado são salas de aula sempre superlotadas e baixa qualidade
de ensino.

Como os professores conseguirão dar conta de atividades de educação especial,


além das tradicionais? Há uma preocupação tanto em não atender do modo devido
á criança especial, como não atender suficientemente aos demais. Alega-se que,
para atender uma criança especial,é necessário um preparo também especializado
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2. INFORMATICA NA EDUCAÇÃO ESPECIAL

Não há como negar que os sistemas educacionais têm de mudar para poder
responder a essas necessidades. As atividades de educação especial inclusiva não
serão as mesmas para uma educação comum. Um exemplo é o ensino de
informática criatividade tecnologia e muitas pesquisas são parte da solução. Mouses
e monitores adaptado, softwares, hardwares e games ajudam, e muito, no acesso do
deficiente a informática na educação especial. Esse aprendizado eficiente
possibilidade, independência qualidade de vida e inclusão

2.1. Legislação sobre educação especial


A discussão sobre a inclusão educacional vem crescendo no mundo inteiro e teve
inicio nos anos 90. A conferencia Mundial sobre necessidades educacionais
especiais, na Espanha, teve grande responsabilidade em impulsionar a educação
inclusiva em diversos países. Durante o evento foi elaborada a declaração de
Salamanca, que trata dos princípios, política e pratica em educação especial A
resolução determina que todos as escolas devesse acolher a todas as
crianças,independentemente de suas limitações físicas
intelectuais,sociais,emocionantes,lingüísticas ou outras.

2.1.1. Educação especial no Brasil


O debate sobre educação especial no Brasil ganhou força também nesta
época,quando foi criada,inclusive, uma legislação para educação especial.A Lei de
Diretrizes e Bases Nacionais da Educação(9.394/96),de 1996, reserva artigos para o
tema, o que reafirma o direito constitucional de educação publica e gratuita aos
deficientes.

Mesmo assim, a maioria das crianças com necessidades especiais ainda esta fora
do sistema tradicional de ensino. Muitas estão em escolas especificas para crianças
deficientes. Outras tantas estão simplesmente sem acesso à educação de
qualidade.
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3. EDUCAÇÃO ESPECIAL

Educação Especial ocupa-se do atendimento de educando com deficiência no


campo da aprendizagem e transtornos globais de desenvolvimento em instituições
especializadas, tais como escalas para surdos, escolas para cegos ou escolas para
atender pessoas com deficiência intelectual.

Objetivos

 Prover condições de acesso participação e aprendizagem no ensino regular.


 Garantir a transversalidade das ações da educação especial no ensino
regular.
 Fomentar o desenvolvimento de recursos didáticos e pedagógicos que
eliminam as barreiras no processo de ensino e aprendizagem
 Assegurar condições para a continuidade de estudos nos demais níveis de
ensino
 Adequação arquitetônica de prédios escolares para acessibilidade
 Formação continuada de professores para o atendimento educacional
especializado
 Implantação de salas de recurso multifuncionais.
As salas de recursos multifuncionais são ambientes dotados de
equipamentos, mobiliários e materiais didáticos e pedagógicos para a oferta
do atendimento educacional especializado.
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4. OS DESAFIOS DA EDUCAÇÃO INCLUSIVA: FOCO NAS REDES DE APOIO


Para fazer a inclusão de verdade e garantir e aprendizagem de todos os alunos na
escola regular é preciso fortalecer a formação dos professores e criar uma boa rede
de apoio entre alunos, docentes, gestores, escolares, famílias e profissionais de
saúde que atendem as crianças com Necessidades Educacionais Especiais

4.1. Inclusão no Brasil e Educação especial na escola regular


O esforço pela inclusão social e escolar de pessoas com necessidades especiais no
Brasil é a resposta para uma situação que perpetuava a segregação dessas
pessoas e cerceava o seu pleno desenvolvimento.

Ate o inicio do século 21, o sistema educacional brasileiro abrigava dois tipos de
serviços: a escola regular e a escola especial- ou o aluno freqüentava uma, ou a
outra.Na ultima década freqüentava uma, ou a outra.Na ultima década nosso
sistema escolar modificou-se com a proposta inclusiva e um único tipo de escola foi
adotada: a regular, que acolhe todos os alunos, apresenta meios e recursos
adequados e oferece apoio aqueles que encontram barreiras para a aprendizagem.

A Educação inclusiva compreende a Educação especial dentro da escola regular e


transforma a escola em, um espaço para todos.Ela favorece a diversidade na
medida em que considera que todos os alunos podem ter necessidades especiais
em algum momento de sua vida escolar.

Há, entretanto necessidade que interferem de maneira significativa no processo de


aprendizagem e que exigem uma atitude educativa especifica da escola como,por
exemplo, a utilização de recursos e apoio especializados para garantir a
aprendizagem de todos os alunos.

A Educação é um direito de todos e deve ser orientado no sentido pleno


desenvolvimento e do fortalecimento da personalidade. O respeito aos direitos e
liberdades humanas, primeiro passo para a construção da cidadania, deve ser
incentivado.

Educação inclusiva, portanto, significa educar todas as crianças em um memso


contexto escolar. A opção por este tipo de Educação não significa negar as
dificuldades dos estudantes. Pelo contrario.com a inclusa, as diferenças não são
vistas como problemas, mas como diversidade. É essa variedade, a partir da
realidade social, que pode ampliar a visão de mundo e desenvolver oportunidades
de convivência a todas as crianças. Preservar a diversidade apresentada na escola,
encontrada na realidade social, representa oportunidade para o atendimento das
necessidades educacionais com, ênfase nas competências, capacidades e
potencialidades do educando.
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Ao refletir sobre a abrangência do sentido e do significado do processo de educação


inclusiva estamos considerando a diversidade de aprendizes e seu direito à
equidade.

Trata-se de equiparar oportunidades, garantindo-se a todos - inclusive as pessoas


em situação de deficiências e aos de altas habilidades/ superdotadas o direito de
aprender a aprender, aprender, aprender. A fazer. Aprender, aprender a ser e
aprender a conviver.

(CARVALHO, 2009)

5. O QUE O PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO DIZ SOBRE A EDUCAÇÃO


INCLUSIVA
No Brasil, a regulamentação mais recente que norteia a organização do sistema
educacional é o Plano Nacional de Educação (PNE 2011-2020).Esse
documento,entre outros metas e propostas inclusivas,estabelece a nova função da
Educação especial como modalidade de ensino que perpassa todos os segmentos
da escolarização (da Educação Infantil ao ensino superior); realiza o atendimento
educacional especializados (AEE); disponibiliza os serviços e recurso próprios do
AEE e orienta os alunos e seus professores quanto à sua utilização nas turmas
comuns do ensino regular.

O PNE considera público alvo da Educação especial na perspectivas da Educação


inclusiva, educando com deficiência ( intelectual, física, auditiva,visual e múltipla),
transtorno global do desenvolvimento (TGD) e altas habilidade.

Se o aluno apresenta necessidade especifica, decorrente de suas características ou


condições, poderá requer, além dos princípios comuns da educação na diversidade,
recursos diferenciados identificados como necessidades educacionais especiais
(NEE).O estudante poderá beneficiar-se dos apoios de caráter especializado, como
o ensino de linguagens e código específicos de comunicação e sinalização no caso
da deficiência visual e auditiva; mediação para o desenvolvimento de estratégias de
pensamento, no caso da deficiência intelectual;adaptação do material e do ambiente
físico no caso da deficiência física; estratégias diferenciadas para adaptação e
regulação do comportamento, no caso do transtorno global; ampliação dos recursos
educacionais e/ ou aceleração de conteúdos para altas habilidades

A Educação inclusiva tem sido um caminho importante para abranger a diversidade


mediante a construção de uma escola que ofereça uma proposta ao grupo (como
um todo) ao mesmo tempo em que atenda as necessidades de cada um,
principalmente aqueles que correm risco de exclusão em termos de aprendizagem e
participação na sala de aula.
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Além de ser um direito, a Educação inclusiva é uma resposta inteligente as


demandas do mundo contemporâneo incentiva uma pedagogia não
homogeneizadora e desenvolve competências interpessoais. A sala de aula deveria
espelhar a diversidade humana, não esconde- La.

Claro que isso gera novas tensões e conflitos, mas também estimula as habilidades
morais para a convivência democrática. O resultado final desfocado pela miopia de
alguns é uma Educação melhor para todos.

(MENDES, 2012)

6. O QUE SIGINIFICA TER UM PROJETO PEDAGOGICO?


As barreiras que podem impedir o acesso de alguns alunos ao ensino e á
convivência estão relacionadas a diversidades componentes e dimensões da
escolarização. Ocorrem também impedimentos na ação dos educadores.

Educadores reconhecem cada vez mais e diversidade humana e as diferenças


individuais que compõem seu grupo de alunos e se deparam com a urgência de
transformar os sistema educacional e garantir um ensino de qualidade para todos os
estudantes. Não basta que escola receba a matricula de alunos com necessidades
educacionais especial, é preciso que ofereça condições para a operacionalização
desse projeto pedagógico inclusivo. A inclusão deve garantir a todas as crianças e
jovens o acesso à aprendizagem por meio de todas as possibilidades de
desenvolvimento que a escolarização oferece.

As mudanças são imprescindíveis, dentre elas a reestruturação física, com a


eliminação das barreiras arquitetônicas; a introdução de recursos e de tecnologias
assistiva; a oferta de profissionais do ensino especial, ainda em numero insuficiente.
Além da compreensão e incorporação desses serviços na escola regular são
necessárias alternativas relativas à organização, ao planejamento e à avaliação do
ensino.

Outro ponto importante refere-se formação dos professores para a inclusão. A


transformação de paradigma na Educação exige professores preparados para a
nova pratica de modo que possam atender também as necessidades do ensino
inclusivo. O saber esta sendo construído à medida que as experiências vão se
acumulado as praticas anteriores vão sendo transformadas. Por isso, a formação
continuada tem um papel fundamental na pratica profissional.

A inclusão de pessoas com necessidades especiais faz parte do paradigma de uma


sociedade democrática, comprometida com o respeito aos cidadãos e a
cidadania.Esse paradigma , na , escola apresenta-se no projeto pedagógico que
norteara sua ação, explicitará sua política educacional,seu compromisso com a
formação dos alunos,assim como, com ações que favoreçam a inclusão social.
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7. FLEXIBILIDADE E ADAPTAÇÃO CURRICULAR EM FAVOR DE


APRENDIZAGEM
Para estruturar as flexibilizações na escola inclusiva é preciso que se reflita sobre os
possíveis ajustes relativos à organização didática. Qualquer adaptação não poderá
constituir um plano paralelo, segregado ou excludente. As flexibilização e ou
adequações da pratica pedagógica deverão estar a serviços de uma única premissa:
diferenciar os meios para igualar os direitos, principalmente o direito à participação
ao convívio.

O desafio agora é avançar para uma maior valorização da diversidade sem ignorar o
comum entre os seres humanos. Destacar muito que nos diferencia pode conduzir a
intolerância a exclusão ou a posturas fundamentalistas que limitem o
desenvolvimento das pessoas e das sociedade ou que justifiquem,por exemplo: a
elaboração de currículos paralelas para as diferentes culturas ou para pessoas com
necessidades educacionais especiais.

(BLANCO 2009).

Alem disso, para que o projeto inclusivo seja colocado em ação, há necessidade de
uma atitude positiva e disponibiliddae do professor para que ele possa criar uma
atmosfera acolhedora na classe. A sala de aula afirma ou nega o sucesso ou a
eficácia da inclusão escolar, mas isso não quer dizer que a responsabilidade seja só
do professor. O professor não pode estar sozinho, devera ter uma rede de apoio na
escola e fora dela, para viabilizar o processo inclusivo.

Para criança com necessidades educacionais especiais uma rede continua de apoio
devria ser providenciada, com variação desde a ajuda mínima na classe regular até
programas adicionais de apoio à aprendizagem dentro da escola e expandindo
conforme necessário a provisão de assistência dada por professores especializado e
pessoal de apoio externo. (Declaração de Salamanca,1994).
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8. EDUCAÇÃO INCLSUIVA
Educação inclusiva é um processo em que se amplia a inclusão de todos os
estudantes com necessidades educativas especiais em escolas de ensino regular.
Refere-se à reestruturação da cultura da pratica e das políticas vivenciadas nas
escolas de modo que estas respondem a diversidade de alunos.

Educação Inclusiva é o processo que ocorre em escolas de qualquer nível


preparadas para propiciar um ensino de qualidade a todos os alunos
independentemente de seus atributos pessoais, inteligência estilos de aprendizagem
e necessidades comuns ou especiais. A inclusão escolar é uma forma de inserção
em que a escola comum tradicional é modificada para ser capazes de acolher
qualquer aluno incondicionalmente e de propiciar-lhe uma educação de qualidade
Na inclusão as pessoas com deficiência estudam na escola que freqüentariam se
não fossem deficientes.

Objetivos

 Acesso para estudantes com deficiência a educação inclusiva em suas


comunidades locais.
 Ressignificação da educação escolar garantindo o sucesso para
aprendizagem de todos
 Buscar adaptações curriculares que atendam as necessidades e expectativas
do aluno assegurando uma educação de qualidade para todos
 Provisão de recursos de todas as instancias governamentais e de iniciativa
privada, a fim garantir o sucesso e a permanência de todos na escola.
 Rompimento de barreiras arquitetônicas e principalmente atitudinais
 Formação continuada para o professor, com previsão e provisão de recursos
necessários a sua capacitação
 Garantia de um projeto pedagógico que possibilite resgatar a cidadania e o
direito do aluno possibilitando a construção de sue projeto de vida.
 Capacitar a escola para atender a todos os alunos
 Garantia de apoios e serviços

A escola tem como compromisso introduzir o aluno no mundo social cultural e


cientifico independente de suas deficiências dessa maneira os alunos com
desempenhos diferentes alcançaram o mesmo objetivo na aprendizagem.
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9. CONCLUSÃO
Com este trabalho podemos concluir que o processo educacional é uma fase que
reflete diretamente no comportamento futuro dos indivíduos, é nessa fase que as
pessoas aprendam a lidar com as dificuldades obstáculos, limitações e diferenças. A
educação inclusiva é essencial na formação e construção do caráter do individuo
ainda na infância. E também a educação vai além da idéia de consolidar
conhecimento técnico ou especifico, pois tem um importante papel cultural.
Especialmente no ensino regular, ela tem o poder de mudar a cultura da sociedade,
alterar s praticas que já são comuns ao ambiente e de melhorar a tolerância

Se antigamente esse assunto não era um assunto amplamente discutido, hoje ele é
mais importante do que nunca. Somente com uma aprendizagem que se preocupa
em integrar a todos é que será possível construir uma sociedade justa tolerante e
capacitada para o mercado de trabalho, cada aluno com deficiência que é
adequadamente formado pode se tornar parte da população economicamente ativa
(PEA) e contribuir com os pais de diversas formas. Por isso, vejo como essa questão
é tão necessária para o Brasil.

Além disso, pessoas com deficiências devem ter direito a acessar escolas regulares,
longe de atitudes discriminatórias e com sistemas programadas que se foquem em
abranger essas características e favorecer o desenvolvimento educacional.

A idéia e fomentar ações sobre os direitos humanos no ciclo básico e que


contribuem para a melhor integração de pessoas que requerem ensino especial.
Por meio de ações afirmativas o objetivo é oferecer recursos para que o ambiente
seja verdadeiramente inclusivo.

Por tanto a educação inclusiva é fundamental para formação continua e melhorando


do Brasil. Por isso, e indispensável reconhecer os principais aspectos e agir, tanto
quanto possível, para criar espaços progressivamente inclusivos muitas vezes a
melhor forma é cobrar políticos publicas de qualidade, de modo que as ações sejam
de fato efetivas.

Também a concepção de como deveria ser a educação formal de pessoas com


deficiência foi mudada. Diante de situação de invisibilidade social desses indivíduos
a constituição de 1988 prevê a garantia de seus direitos e uma lei complementar
aprovada no ano seguinte orienta ações para a inclusão de pessoas com deficiência.
Uma das ações consideradas decisivas é a matricula dessas pessoas em escola
regulares, medida que aproxima realidades diferentes e das condições para o
combate e a superação dos preconceitos A efetiva inclusão da pessoa com
deficiência ainda esbarra, no entanto em muitos desafios práticos a começar pela
adaptação da infra-estruturar das escolas, a fim de torná-las acessíveis a pessoa
com deficiência motora ou visual e pela capacitação de professores para atender as
especificidades de cada tipo de necessidade.
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10. ANEXOS
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11. REFERENCIA- BIBLIOGRAFIA

Brasil Ministério da Educação e do Desporto Político Nacional e do Desporto Policia


Nacional de Educação Especial Brasília ME/SEESP 1994.

https://www.portaleducacao.com.br

Declaração de Salamanca Ministerio da Educação

A atenção educacional àdiversidade: escolas inclusivas. R

Blanco, in:Marchesi,A, Tedesco, J.C.,e

A sala de aula inclusiva. Daniela Alonso e S.Casarin São Paulo. No prelo 2012.

Diversidade com paradigma de ação pedagógica na Educação

R.E.CaravalhO.In . Revista da Educação Especial. MEC/SEESP. out.2005

Flexibilidade Curricular: um caminho para o atendimento de aluno com deficiência

E Lopes, PDE Universidade Estadual de Londrina Paraná 2008

Disponivel em:

http://www.diaadiaeducacao.pr.gov.br/portals/pde/arquivos/786-2.pdf

Qualidade, equidade e reformas no ensino. Coll, C, Madri: OEI Fundação


Santiliana,2009

Documentos

Resolução CNE/CEB N°2. Art. 5º, Inciso III MEC.2001

Parâmetros Curriculares Nacionais: Adaptações Curriculares/ Secretaria de


Educação Fundamental. Secretaria de Educação Especial- Brasilia:
MEC/SEF/SEESP, 1998

Resolução CNE/CEB n°04/2009 e parecer CNE/CEB nº 13/2009

http://portal.mec.gov.br/dmdocumentos/receb004_09.pdf