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Conseqüências - O Kuweit perde US$ 8,5 bilhões com a quebra na produção de petróleo, sem contar os

danos estruturais e sociais causados por pilhagens, sabotagens e arbitrariedades contra a população.
Além da dívida de US$ 22 bilhões gerada pela guerra, a reconstrução é estimada em US$ 30 bilhões; e o
emir é também forçado pela população a fazer concessões no plano político.

Consequências
Após invadir o Kuwait, as forças iraquianas conquistaram rapidamente o país, principalmente
porque o exército iraquiano era um dos maiores do mundo (por causa dos anos de guerra contra o
Irã). Com a invasão, a família real kuwaitiana foi obrigada a fugir e estabelecer-se em Riad,
capital da Arábia Saudita.

A invasão do Kuwait gerou uma reação internacional imediata e, no mesmo dia da invasão, o
Conselho de Segurança da ONU divulgou a Resolução 660, que condenava a invasão
coordenada pelos iraquianos e ordenava que as tropas do Iraque abandonassem o Kuwait de
imediato. A continuidade das forças iraquianas no Kuwait resultou no desembarque de tropas
americanas e britânicas na Arábia Saudita.

As tropas americanas e britânicas instaladas na Arábia Saudita foram colocadas


propositadamente para impedir uma possível invasão daquele país pelas tropas iraquianas. Em 29
de novembro de 1990, o Conselho de Segurança da ONU emitiu uma nova resolução contra o
Iraque (Resolução 678). Nesta, a ONU estabelecia que as tropas iraquianas se retirassem do
Kuwait até o dia 15 de janeiro de 1991.

Como o governo iraquiano seguiu ignorando as determinações do Conselho de Segurança da


ONU, uma coalizão internacional liderada pelos Estados Unidos resolveu agir. A partir do dia 17
de janeiro de 1991, foram iniciados ataques aéreos contra o Iraque. Os ataques visavam a locais
estratégicos e estenderam-se ao longo de 42 dias.

As imagens dos ataques aéreos ficaram internacionalmente conhecidas porque foram


transmitidas em tempo real pela rede de televisão dos Estados Unidos. Os ataques atingiram
locais estratégicos utilizados pelo exército iraquiano, como locais de produção de armas, centros
de comando do exército iraquiano, infraestrutura de comunicação etc.

A campanha aérea foi substituída por uma campanha terrestre, iniciada no dia 24 de fevereiro de
1991. As forças internacionais foram lideradas pelo general americano Norman Schwarzkopf, e
a ação militar por terra estendeu-se por 100 horas. Por causa do seu despreparo, o exército
iraquiano rapidamente foi derrotado. A partir daí, iniciou uma fuga, retornando para o território
iraquiano.

As últimas tropas iraquianas saíram do Kuwait no dia 28 de fevereiro de 1991 e, nesse mesmo
dia, os Estados Unidos encerraram a ofensiva militar e a Guerra do Golfo. A ação do governo
americano contrariou aqueles que esperavam que o país conduzisse suas tropas para dentro do
solo iraquiano com o objetivo de derrubar Saddam Hussein – mas isso só aconteceu doze anos
depois.

A Guerra do Golfo de 1990-1991 é vista por alguns estudiosos como a primeira parte de um
conflito entre os Estados Unidos e o Iraque, e a invasão de 2003 é vista como uma segunda parte.
Esses estudiosos classificam as guerras como Primeira (1990-1991) e Segunda (2003) Guerra do
Golfo. Outros estudiosos não concordam com essa classificação, argumentando que as causas de
ambas as guerras foram completamente distintas e não tinham ligação entre si.

CONSEGUENCIAS

A derrota do Iraque foi iminente. A Guerra do Golfo foi acordada sob fim no dia 28 de fevereiro
de 1991. Já o cessar fogo anunciado em abri de 1991 pelo Presidente Bush pai, dos EUA.

O Iraque foi ordenado a retirar as tropas do Kuwait, além de sofrer inúmeros embargos
econômicos por prejudicar a região vizinha. Imposto pela ONU, o Iraque acabou com imagem
manchada no cenário mundial.

As consequências não poderiam ser outras. A Guerra do Golfo provocou a morte de milhares de
soldados e civis após ataques.

Tanto em decorrência da invasão iraquiana, como também do bombardeio aéreo. Os prejuízos


sociais, culturais e econômicos acabaram por somarem-se imensos.

Após o fim da Guerra do Golfo, Saddam Hussein ainda permaneceria no comando do Iraque. O
mesmo reorganizou a economia do país e ainda conseguiu reerguer o exército nacional.

Fim da Guerra e consequências principais

O Iraque foi derrotado (o cessar fogo foi aceito em abril de 1991) e teve que retirar suas tropas
do vizinho Kuwait, além de sofrer com o embargo econômico imposto pela ONU.

Milhares de soldados e civis morreram ou ficaram mutilados nesta guerra e os prejuízos


econômicos também foram gigantescos. Porém, Saddam Hussein continuou no poder do Iraque e
reorganizou, com o passar dos anos, a economia e o exército iraquiano.
As principais consequências da guerra
 Os Estados Unidos se firmaram como a única potência mundial;
 O Egito ganhou prestígio e força, pelo apoio ao EUA;
 O Iraque saiu enfraquecido, perdendo prestígio no cenário mundial.

Consequências

A família real do Kuait, que havia deixado o país antes da invasão, retornou após o fim do
conflito. Cerca de mil civis morreram na guerra e outros 300 mil deixaram o país. O Exército
iraquiano também danificou 737 poços de petróleo, provocando danos ambientais em toda região
do Golfo Pérsico. O Kuait levou mais de dois anos para reparar os danos causados à sua indústria
petrolífera.

No Iraque, a guerra deixou 3.664 civis mortos - e o país ficou em ruínas. Para piorar, durante os
anos 1990 foram impostas sanções comerciais e financeiras, a fim de que o governo
desmantelasse sua indústria bélica e pagasse indenizações de guerra, o que impediu a
reconstrução do pais

Em 20 de março de 2003, os Estados Unidos invadiram o Iraque com apoio do Reino Unido. O
governo de George W. Bush acusou Saddam de ligação com os atentados de 11 de Setembro e de
possuir armas de destruição em massa, fatos que nunca foram comprovados. Segundo
especialistas, o real motivo da guerra seria garantir o controle das reservas de petróleo.

O ditador iraquiano foi deposto, capturado ao final de 2003 e condenado à morte em dezembro
de 2006. Para os Estados Unidos, contudo, foi apenas o começo de uma das guerras mais longas,
caras e mortíferas de sua história, só perdendo para o conflito do Vietnã. A guerra do Iraque já
custou US$ 736 bilhões aos cofres americanos (contra um total de 1.968 mortos, sendo 1.207
americanos, no Afeganistão)

A morte de americanos em atentados terroristas em Bagdá e os escândalos decorrentes de abusos


cometidos contra presos iraquianos na prisão de Abu Ghraib tiveram repercussão interna e
mancharam a imagem da Casa Branca.

Por isso, com a eleição de Barack Obama para a presidência da República em 2009, a estratégia
foi mudada. Ele prometeu retirar a maior parte dos combatentes até 31 de agosto de 2010. Hoje,
existem aproximadamente 85 mil soldados americanos no Iraque. Metade do contingente deve
permanecer e ser removido gradualmente até 31 de dezembro de 2011. Depois disso, o Iraque
conquistará de novo sua independência.

Há 20 anos, em 1990, começou a Guerra do Golfo. No dia 2 de agosto, tropas iraquianas, sob o
comando de Saddam Hussein, invadiram o Kuwait, rico em petróleo. Saddam cobrava dívidas do
Kuait e reclamava questões territoriais. Para o Iraque, a invasão era um meio de refazer as
finanças do país, arrasadas depois de oito anos de guerra contra o Irã. O ditador iraquiano,
porém, subestimou a reação da comunidade internacional e de seu antigo aliado, os Estados
Unidos. No dia 17 de janeiro de 1991 foi iniciada a ofensiva de uma coalizão militar de 34
países. Entre 25 e 28 de fevereiro foi desencadeada a "Operação Tempestade no Deserto", que
terminou com a retirada das tropas iraquianas do Kuwait. Passados mais de dez anos, com o
Iraque ainda arrasado, os EUA ocuparam o país em 20 de março de 2003. O governo de George
Bush acusou Saddam de ligação com os atentados de 11 de Setembro e de possuir armas de
destruição em massa, fatos nunca comprovados. Saddam foi deposto, capturado e condenado à
morte. Com a eleição de Barack Obama, decidiu-se pela retirada dos soldados dos EUA até 31 de
agosto de 2010.

As conseqüências para o Kuwait foram grandes, cerca de


30.000 Kuwatianos morreram na guerra. O exército iraquiano
também danificou 737 poços de petróleo e o óleo jogado no Golfo
Pérsico provocou um grande dano ambiental em toda região do golfo.
O Kuwait levou mais de dois anos para reparar a sua indústria
petrolífera e teve um prejuízo de US$ 8,5 com a queda da produção
petrolífera
O Iraque não saiu ileso da invasão do Kuwait. Após a rendição o
Iraque sofreu problemas internos, como a Rebelião dos curdos ao
norte, dos xiitas ao sul e de facções rivais do partido oficial na
capital. No Iraque cerca de 100 mil soldados e 7000 civis morreram
em decorrência da guerra, o país ficou em ruínas, a situação agravou e
durante os anos de 1990 foram impostas sanções comerciais e
econômicas a fim de que o governo demolisse sua indústria bélica e
pagasse as indenizações da guerra, o que impediu a reconstituição do
país.