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Ano Letivo 201 8 -201 9 Módulo moleculares. Estado gasoso. Q6. Estado físico das substâncias

Ano Letivo 2018-2019

Módulo

moleculares. Estado gasoso.

Q6. Estado físico das substâncias e interações

CURSOS PROFISSIONAIS

POLARIDADE DE LIGAÇÕES COVALENTES

CURSOS PROFISSIONAIS POLARIDADE DE LIGAÇÕES COVALENTES A polaridade das ligações pode ser vista por meio da

A polaridade das ligações pode ser vista por meio da distribuição espacial da sua nuvem eletrónica.CURSOS PROFISSIONAIS POLARIDADE DE LIGAÇÕES COVALENTES As ligações covalentes podem ser apolares e polares.

As ligações covalentes podem ser apolares e polares. Depende do tipo de elemento que realiza a ligação. Por exemplo, o Cl 2 apresenta a seguinte ligação covalente: 2 apresenta a seguinte ligação covalente:

o Cl 2 apresenta a seguinte ligação covalente: Esse par eletrónico compartilhado origina uma nuvem

Esse par eletrónico compartilhado origina uma nuvem eletrónica que se distribui em torno dos átomos, conforme ilustrado abaixo:

Molécula de cloro – Cl 2
Molécula de cloro – Cl 2

Núcleo de um átomo de cloro

Núcleo de outro átomo de cloro

Observe que a distribuição dessa nuvem é uniforme, porque os dois átomos são iguais e por isso apresentam a mesma eletronegatividade.

Eletronegatividade- É a capacidade do átomo atrair para si o par de eletrões ligantes.

Esse tipo de ligação, que não apresente diferença de eletronegatividade ou de polaridade, é denominado ligação apolar

ou de polaridade, é denominado ligação apolar Agora observe o caso de ligação covalente abaixo, que

Agora observe o caso de ligação covalente abaixo, que é realizada entre átomos de elementos diferentes, o hidrogénio e o cloro, formando o gás clorídrico:

o hidrogénio e o cloro, formando o gás clorídrico: O cloro é mais eletronegativo que o

O cloro é mais eletronegativo que o hidrogénio, por isso, a nuvem eletrónica é deslocada na sua direção, criando uma diferença de polaridade, que é representada pela letra δ.

O polo negativo, que é no caso o cloro, é representado por δ - .

O polo positivo , que é o hidrogénio é representado por δ + .

Observe essa diferença na seguinte ilustração.

δ + . Observe essa diferença na seguinte ilustração. Esse tipo de ligação, em que ocorre

Esse tipo de ligação, em que ocorre diferença de polaridade ou eletronegatividade, é denominado ligação polar.

INTERAÇÕES MOLECULARES

INTERAÇÕES MOLECULARES

polar. I NTERAÇÕES MOLECULARES I NTERAÇÕES MOLECULARES Intermoleculares São forças que se estabelecem entre as
polar. I NTERAÇÕES MOLECULARES I NTERAÇÕES MOLECULARES Intermoleculares São forças que se estabelecem entre as
polar. I NTERAÇÕES MOLECULARES I NTERAÇÕES MOLECULARES Intermoleculares São forças que se estabelecem entre as
Intermoleculares São forças que se estabelecem entre as moléculas Estas forças chamam-se forças de Van
Intermoleculares
São forças que se estabelecem
entre as moléculas
Estas forças chamam-se forças
de Van der Waals.
Resultam das forças eletrostáticas atrativas e repulsivas que se
estabelecem entre moléculas vizinhas em qualquer estado físico
Intramoleculares Forças responsáveis pela ligação dos átomos na molécula. Ocorrem nas moléculas.
Intramoleculares
Forças responsáveis pela ligação dos
átomos na molécula. Ocorrem nas
moléculas.
Tipos de interações moleculares: CURSOS PROFISSIONAIS 1- Interações de London (ou forças de dispersão de

Tipos de interações moleculares:

CURSOS PROFISSIONAIS

1- Interações de London (ou forças de dispersão de London); 2- Interações dipolo permanente dipolo permanente (ou dipolo dipolo); 3- Interações dipolo permanente dipolo induzido; 4- Interações ião- dipolo.

1- Forças de dispersão de London

Ocorrem entre moléculas apolares.

Resultam da interação de dipolos instantâneos (dipolo instantâneo-dipolo induzido);

São interações muito fracas;

Ocorrem por exemplo nas seguintes moléculas:

- C 4 H 10 (esta molécula apesar de ser constituída por átomos de elementos diferentes é apolar porque é um

hidrocarboneto).

- O 2

- I 2

é apolar porque é um hidrocarboneto). - O 2 - I 2 2- Interações dipolo permanente

2- Interações dipolo permanente - dipolo permanente (ou dipolo-dipolo);

Ocorrem entre moléculas polares;

Resultam da interação entre os seus dipolos;

São interações mais fortes que as interações de London;

Ocorrem por exemplo nas seguintes moléculas:

- NH 3

- HCl

(O exemplo da interação dipolo-dipolo que ocorre na molécula de HCl forma-se devido á eletronegatividade do cloro que é maior do que a do hidrogénio, originando assim um dipolo elétrico (polo positivo e polo negativo).

assim um dipolo elétrico (polo positivo e polo negativo). 3- Interações dipolo permanente - dipolo induzido
assim um dipolo elétrico (polo positivo e polo negativo). 3- Interações dipolo permanente - dipolo induzido

3- Interações dipolo permanente - dipolo induzido;

Ocorrem entre moléculas polares e apolares;

Resultam da distorção da nuvem eletrónica;

A molécula apolar fica polarizada por indução;

Ocorrem por exemplo nas seguintes moléculas:

- O 2 dissolvido em H 2 O

- CO 2 Dissolvido em H 2 O

exemplo nas seguintes moléculas: - O 2 dissolvido em H 2 O - CO 2 Dissolvido
Água Oxigénio
Água
Oxigénio

CURSOS PROFISSIONAIS

4-interações ião dipolo

Ocorrem quando um composto iónico se dissolve em água;

Resultam da interação dos iões do composto e a molécula polar da água;

São responsáveis pela dissolução de substâncias iónicas em água;

Ocorrem por exemplo nos seguintes compostos:

em água;  Ocorrem por exemplo nos seguintes compostos: - Sal (NaCl) dissolvido em H 2

- Sal (NaCl) dissolvido em H 2 O

seguintes compostos: - Sal (NaCl) dissolvido em H 2 O 5- Ligações ponte de hidrogénio –
seguintes compostos: - Sal (NaCl) dissolvido em H 2 O 5- Ligações ponte de hidrogénio –

5-Ligações ponte de hidrogénio É uma interação especial que pertence à família das interações dipolo- dipolo.

Ocorrem quando átomos de hidrogénio se ligam a átomos muito eletronegativos como por exemplo, ligam-se a átomos de F, N, ou O.

Exemplos: -moléculas de H 2 O. -moléculas de HF. - DNA- As ligações destas moléculas de DNA é por pontes de hidrogénio.

destas moléculas de DNA é por pontes de hidrogénio. Forças das interações por ordem crescente Forças

Forças das interações por ordem crescente

Forças de London < dipolo permanente-dipolo induzido < dipolo permanente-dipolo permanente < pontes de hidrogénio < ião dipolo.

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INTERAÇÕES MOLECULARES ESTADOS FÍSICOS DA MATÉRIA

Aumento das forças intermoleculares Sólido Líquido Gasoso
Aumento das forças intermoleculares
Sólido
Líquido
Gasoso

Exemplo: As moléculas de flúor (F2), cloro (Cl 2 ), bromo (Br 2 ) e Iodo (I2), apresentam-se à temperatura ambiente, com diferentes estados físicos. Como se justifica?

R: Sendo estas moléculas apolares todas elas estão sujeitas ás interações moleculares de London. No entanto moléculas maiores têm maior polaridade instantânea o que implica maior intensidade de forças intermoleculares. Assim, as moléculas maiores estarão no estado sólido.

----------> F 2 -------> Gás 2 -------> Gás

---------> Cl 2 -------> Gás 2 -------> Gás

Conclusão:

Gás ---------> Cl 2 -------> Gás Conclusão: -------->Br 2 ------> Líquido -------> I 2

-------->Br 2 ------> Líquido

Gás Conclusão: -------->Br 2 ------> Líquido -------> I 2 ----->Sólido  A intensidade das

-------> I 2 ----->Sólido

 A intensidade das ligações intermoleculares determina o estado físico das substâncias.  Quanto maior
 A intensidade das ligações intermoleculares determina o estado físico das
substâncias.
 Quanto maior as forças intermoleculares maior a energia necessária para s
romper, implicando mudanças de estado.

Estado gasoso

Gás- Fluido que possui forma e volume variáveis.

Variáveis de estado- São fatores que alteram o comportamento dos gases.

1ºcaso Relação da pressão com o volume.

Experiência:

1- Encher uma seringa com ar. 2- Tapar com o dedo a parte inferior da seringa e pressionar o êmbolo da seringa. 3- Soltar o êmbolo da seringa.

com ar. 2- Tapar com o dedo a parte inferior da seringa e pressionar o êmbolo

Depois de executar o passo 2. e 3. o que se verifica?

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No passo 2. - Quando se pressionou o êmbolo aumentou-se a pressão e verificou-se que o volume do gás diminui. As partículas do gás ficaram mais próximas.

No passo 3. Quando se largou o êmbolo diminui-se a pressão e verificou-se que o volume do gás aumentou ( o êmbolo deslocou-se para fora).

Conclusão:

Quando a pressão num gás aumenta o volume desse gás diminui ou vice-versa.
Quando a pressão num gás aumenta o volume desse gás diminui
ou vice-versa.

2ºcaso Relação da pressão com a temperatura.

Experiência:

1- Colocar um balão cheio de ar (gás) dentro de um recipiente com água quente.

O que se verifica?

dentro de um recipiente com água quente. O que se verifica? Água quente Verifica-se que o

Água quente

Verifica-se que o balão dilatou porque ao aumentar a temperatura, as partículas do gás movem-se mais depressa, aumentando o nº de choques com as paredes do balão, dilatando-o ------> A pressão aumentou.

2- Colocar o balão cheio de ar (gás) num recipiente com água fria.

O que se verifica?

ar (gás) num recipiente com água fria. O que se verifica? Água fria Verifica-se que o

Água fria

Verifica-se que o balão encolheu porque ao diminuir a temperatura, as partículas do gás movem-se mais devagar, diminuindo o nº de choques com as paredes do balão ------> A pressão diminuiu.

Conclusão:

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Quando a temperatura de um gás aumenta a pressão do gás aumenta ou vice-versa.
Quando a temperatura de um gás aumenta a pressão do gás
aumenta ou vice-versa.

2ºcaso Relação da quantidade de substância com a pressão.

1- Se adicionar uma determinada quantidade de gás a um vaso que já continha gás, verifica-se que a pressão aumenta, porque o nº de choques das partículas aumenta.

2- Se retirar uma determinada quantidade de gás a um vaso que já continha gás, verifica-se que a pressão diminui, porque o nº de choques das partículas diminui.

Conclusão:

Quando se aumenta a quantidade de substância a pressão do gás aumenta ou vice-versa.
Quando se aumenta a quantidade de substância a pressão do gás
aumenta ou vice-versa.

Estudo da Pressão

A pressão é uma grandeza que relaciona a força exercida por unidade de área:

P =

O que é o Pascal?

Onde:

F- força aplicada ( N) A- área (m 2 ) P- pressão (N/m 2 ) ou Pascal (Pa)

1 Pascal, é a pressão exercida por uma força de 1 newton sobre uma superfície de área 1m 2 , pois:

P =

----> 1Pa =

Outras unidades da pressão:

- Atmosfera (atm)

- mm Hg

Relação entre a atm e mmHg:

1 atm = 76cm Hg = 760 mm Hg

Estudo da Temperatura

A temperatura é utilizada para caraterizar o estado gasoso.

Unidades:

- Kelvin, K

- Grau celsius, ºC

- Grau fahrenheit, ºF

Relação entre a kelvin e grau celsius:

T(k) = T(ºC) + 273.15

Relação entre grau fahrenheit e grau celsius:

T(ºF) = 1,8 T(ºC) + 32

Caraterísticas de um gás ideal:

Equação dos gases ideais

CURSOS PROFISSIONAIS

As moléculas são suficientes pequenas e não interagem entre si.gás ideal: Equação dos gases ideais CURSOS PROFISSIONAIS As forças intermoleculares quase não existem. Os choques

As forças intermoleculares quase não existem.são suficientes pequenas e não interagem entre si. Os choques entre as moléculas e as paredes

Os choques entre as moléculas e as paredes do recipiente são elásticos.As moléculas são suficientes pequenas e não interagem entre si. As forças intermoleculares quase não existem.

Choque elástico:

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No choque elástico a energia cinética da molécula mantém-se constante.

Lei de Avogadro:

À pressão e temperatura constantes, o volume de um gás é diretamente proporcional à quantidade de

substância.

Equação dos gases ideais:

Constante dos gases ideais Temperatura PV = nRT (K) Pressão (Pa) Volume (m 3 )
Constante dos gases ideais
Temperatura
PV = nRT
(K)
Pressão (Pa)
Volume (m 3 )
Quantidade
de substância (mol)

R-constante dos gases ideais:

R= 0,0082056 atm dm 3 /mol K

ou

R = 8,31451J /mol K

Volume molar de um gás

É o volume (v) ocupado por uma mol de um gás (n=1mol)

Condições normais de pressão e temperatura (PTN):

Corresponde à pressão de 1atm e à temperatura de 0ºC (273,15K).

Como calcular o volume de um gás, nas condições normais de pressão e temperatura?

PV = nRT---------> V=

Onde nas condições PTN temos:

Substituindo na equação anterior vem:

V =

= 22,4 dm 3

P = 1atm

n = 1 mol

T = 0ºC = 273,15K

Conclusão:

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Nas condições normais de pressão e temperatura (PTN) (P=1atm; T = 0ºC), uma mol de um gás ocupa o volume de 22,4 dm 3 .

Lei de Boyle - Mariotte :

À temperatura constante, o volume de um gás é inversamente proporcional à pressão.

volume de um gás é inversamente proporcional à pressão. Comportamento dos gases, a pressão e a

Comportamento dos gases, a pressão e a volume constantes:

Leis de Charles Gay-Lussac

1-

temperatura.

A

pressão

constante,

o

volume

de

uma

dada

quantidade

de

gás

é

diretamente

o volume de uma dada quantidade de gás é diretamente proporcional à 2- A volume constante,

proporcional à

2- A volume constante, a pressão de uma dada quantidade de gás é diretamente proporcional à temperatura.

à 2- A volume constante, a pressão de uma dada quantidade de gás é diretamente proporcional

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Gases ideais versus gases reais

Gases

CURSOS PROFISSIONAIS Gases ideais versus gases reais Gases Reais Não obedecem à relação PV=nRT Ideais Obedecem
CURSOS PROFISSIONAIS Gases ideais versus gases reais Gases Reais Não obedecem à relação PV=nRT Ideais Obedecem

Reais

Não obedecem à relação PV=nRT

Ideais

Obedecem à relação PV=nRT

Massa molar de um gás ideal (M)

onde:

PV=nRT ---------->

M=molar de um gás ideal (M) onde: PV=nRT ----------> n = M- Massa molar (g/mol) n-nº

n =

M- Massa molar (g/mol) n-nº de moles (mol) m massa (g)

Exercício: considera uma amostra de 1,3g de gás ideal que ocupa 2,0dm 3 de volume, à pressão de 1,5 atm e à temperatura de 450K. Determine a massa molar do gás:

M =

;

PV=nRT

------->n =

=

= 0,081 mol

Substituindo na 1ª equação temos:

M =

= 16,05g/mol

Lei de Dalton

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A pressão total de uma mistura de gases (A, B,…) é igual á soma das pressões parciais de todos eles:

P total = P A + P B + …etc.