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ENGENHARIA CIVIL Universidade Federal do Rio Grande do Norte - UFRN PROF. DR. JOSÉ NERES

ENGENHARIA CIVIL

ENGENHARIA CIVIL Universidade Federal do Rio Grande do Norte - UFRN PROF. DR. JOSÉ NERES DA
ENGENHARIA CIVIL Universidade Federal do Rio Grande do Norte - UFRN PROF. DR. JOSÉ NERES DA

Universidade Federal do Rio Grande do Norte - UFRN

CIVIL Universidade Federal do Rio Grande do Norte - UFRN PROF. DR. JOSÉ NERES DA SILVA

PROF. DR. JOSÉ NERES DA SILVA FILHO

ESTRUTURAS DE MADEIRA AULA 08 ESFORÇOS SOLICITANTES ©2004 by Pearson Education 1-2

ESTRUTURAS DE MADEIRA

AULA 08

ESFORÇOS SOLICITANTES

ESTRUTURAS DE MADEIRA ESTRUTURAS DE MADEIRA de SOLICITAÇÕES NORMAIS 1- COMPRESSÃO PARALELA ÀS FIBRAS •

ESTRUTURAS DE MADEIRA

ESTRUTURAS DE MADEIRA

de

SOLICITAÇÕES NORMAIS

1- COMPRESSÃO PARALELA ÀS FIBRAS

Podem contraventamento.

ocorrer

barras

de

treliças,

pilares

elementos

em

e

As peças comprimidas apresentam uma condição adicional correspondente à estabilidade.

ESTRUTURAS DE MADEIRA ESTRUTURAS DE MADEIRA 1.1 - PEÇAS CURTAS COMPRIMIDAS ( λ ≤ 40)

ESTRUTURAS DE MADEIRA

ESTRUTURAS DE MADEIRA

1.1 - PEÇAS CURTAS COMPRIMIDAS (λ ≤ 40)

MODO DE RUPTURA:

A ruptura é caracterizada por esmagamento da madeira.

ESTRUTURAS DE MADEIRA ESTRUTURAS DE MADEIRA 1.1 - PEÇAS CURTAS COMPRIMIDAS ( λ ≤ 40)

ESTRUTURAS DE MADEIRA

ESTRUTURAS DE MADEIRA

1.1 - PEÇAS CURTAS COMPRIMIDAS (λ ≤ 40)

Esta verificação segue as prescrições indicadas na NBR 7190/97. Assim, se   40, a condição de segurança é verificada genericamente pela expressão:

se   40, a condição de segurança é verificada genericamente pela expressão: ©2004 by Pearson
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ESTRUTURAS DE MADEIRA ESTRUTURAS DE MADEIRA EXEMPLO DE PEÇAS CURTAS COMPRIMIDAS ( λ ≤ 40)

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ESTRUTURAS DE MADEIRA

EXEMPLO DE PEÇAS CURTAS COMPRIMIDAS (λ ≤ 40)

Verificar se uma barra do banzo de uma de treliça com comprimento de

flambagem de 133 cm com seção transversal de 2 x (3x12) cm que será usada em um galpão em madeira da UFRN é suficiente para resistir a uma solicitação de

675 kgf de carga permanente e 294 kgf de vento de pressão. Considerar nos

cálculos um amadeira dicotiledônea de classe C 60. (1daN = 1 kgf)

Propriedades geométricas:

um amadeira dicotiledônea de classe C 60. (1daN = 1 kgf) Propriedades geométricas: ©2004 by Pearson

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ESTRUTURAS DE MADEIRA ESTRUTURAS DE MADEIRA ©2004 by Pearson Education 1-7

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ESTRUTURAS DE MADEIRA ESTRUTURAS DE MADEIRA ©2004 by Pearson Education 1-7
ESTRUTURAS DE MADEIRA ESTRUTURAS DE MADEIRA ©2004 by Pearson Education 1-8

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ESTRUTURAS DE MADEIRA ESTRUTURAS DE MADEIRA ©2004 by Pearson Education 1-8
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ESTRUTURAS DE MADEIRA ESTRUTURAS DE MADEIRA ©2004 by Pearson Education 1-9

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ESTRUTURAS DE MADEIRA ESTRUTURAS DE MADEIRA ©2004 by Pearson Education 1-9
ESTRUTURAS DE MADEIRA ESTRUTURAS DE MADEIRA EXEMPLO DE PEÇAS CURTAS COMPRIMIDAS ( λ ≤ 40)

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ESTRUTURAS DE MADEIRA

EXEMPLO DE PEÇAS CURTAS COMPRIMIDAS (λ ≤ 40)

Qual a força máxima acidental que pode ser aplicada no pilar de peroba rosa da Figura, sabendo que a força permanente vale N gk = 16.000 kgf ? Considere que o carregamento é de longa duração, a madeira é usual, a classe de

umidade do local da construção é 2 e as cargas permanentes são de grande variabilidade. f c0,k = 295 kgf/cm 2 (peroba rosa). (1daN = 1 kgf)

grande variabilidade. f c 0 , k = 295 kgf/cm 2 (peroba rosa). (1daN = 1
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ESTRUTURAS DE MADEIRA ESTRUTURAS DE MADEIRA 118 daN/cm 2 ©2004 by Pearson Education 1-12

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118 daN/cm 2
118 daN/cm 2

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ESTRUTURAS DE MADEIRA ESTRUTURAS DE MADEIRA ©2004 by Pearson Education 1-13

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ESTRUTURAS DE MADEIRA ESTRUTURAS DE MADEIRA ©2004 by Pearson Education 1-13
ESTRUTURAS DE MADEIRA ESTRUTURAS DE MADEIRA ESTABILIDADE X INSTABILIDADE • Peças comprimidas ou flexo-comprimidas

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ESTRUTURAS DE MADEIRA

ESTABILIDADE X INSTABILIDADE

Peças comprimidas ou flexo-comprimidas podem atingir seu estado limite por

perda de estabilidade em função da sua esbeltez. Assim, além da verificação da

resistência deve-se verificar a estabilidade da peça.

Quando ocorrer excentricidade efetiva entre o centro geométrico da seção

transversal e o ponto de aplicação da carga axial, o momento fletor resultante

deste efeito será considerado como um efeito principal, gerando uma situação de flexo-compressão.

Contudo, mesmo que este caso não aconteça, além destes efeitos deve-se

considerar excentridades adicionais provenientes das imperfeições geométricas,

das possíveis e comuns variações não previstas resultantes do deslocamento do

ponto de aplicação da carga axial, efeitos de segunda ordem e fluência da

madeira.

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ESTRUTURAS DE MADEIRA ESTRUTURAS DE MADEIRA ATENÇÃO! estabilidade a Norma 7190/97 somente permite duas Na

ESTRUTURAS DE MADEIRA

ESTRUTURAS DE MADEIRA

ATENÇÃO!

estabilidade

a

Norma

7190/97

somente

permite

ATENÇÃO! estabilidade a Norma 7190/97 somente permite duas Na verificação da situações: ©2004 by Pearson
ATENÇÃO! estabilidade a Norma 7190/97 somente permite duas Na verificação da situações: ©2004 by Pearson
ATENÇÃO! estabilidade a Norma 7190/97 somente permite duas Na verificação da situações: ©2004 by Pearson

duas

Na

verificação

da

situações:

estabilidade a Norma 7190/97 somente permite duas Na verificação da situações: ©2004 by Pearson Education 1-15
estabilidade a Norma 7190/97 somente permite duas Na verificação da situações: ©2004 by Pearson Education 1-15
estabilidade a Norma 7190/97 somente permite duas Na verificação da situações: ©2004 by Pearson Education 1-15
ESTRUTURAS DE MADEIRA ESTRUTURAS DE MADEIRA 1.2 - PEÇAS MEDIANAMENTE ESBELTAS COMPRIMIDAS (40 < λ

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ESTRUTURAS DE MADEIRA

1.2 - PEÇAS MEDIANAMENTE ESBELTAS

COMPRIMIDAS

(40 < λ ≤ 80)

MODO DE RUPTURA:

A forma de ruptura das peças medianamente esbeltas pode ocorrer por esmagamento da madeira ou por flexão decorrente da perda de estabilidade.

• ESTRUTURAS DE MADEIRA ESTRUTURAS DE MADEIRA 1.2 - PEÇAS MEDIANAMENTE ESBELTAS COMPRIMIDAS (40 <

ESTRUTURAS DE MADEIRA

ESTRUTURAS DE MADEIRA

1.2 - PEÇAS MEDIANAMENTE ESBELTAS

COMPRIMIDAS

(40 < λ ≤ 80)

A expressão para verificação da segurança relativa ao Estado Limite Último

de instabilidade considera valores de tensões normais em função da força normal N d , dos momentos fletores atuantes M 1d e valores de momentos fletores provenientes de excentricidades fictícias.

A NBR 7190/97 considera o cálculo à flexo-compressão em razão de possíveis excentricidades.

Esta expressão considera o caso mais geral de flexão oblíqua, quando

existem momentos fletores atuantes nas direções x e y. A NBR 7190/97 agrupa

os valores em um único termo.

atuantes nas direções x e y. A NBR 7190/97 agrupa • os valores em um único
atuantes nas direções x e y. A NBR 7190/97 agrupa • os valores em um único
atuantes nas direções x e y. A NBR 7190/97 agrupa • os valores em um único

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ESTRUTURAS DE MADEIRA ESTRUTURAS DE MADEIRA 1.2 - PEÇAS MEDIANAMENTE ESBELTAS COMPRIMIDAS (40 < λ

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ESTRUTURAS DE MADEIRA

1.2 - PEÇAS MEDIANAMENTE ESBELTAS

COMPRIMIDAS

(40 < λ ≤ 80)

DE MADEIRA 1.2 - PEÇAS MEDIANAMENTE ESBELTAS COMPRIMIDAS (40 < λ ≤ 80) ©2004 by Pearson
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ESTRUTURAS DE MADEIRA ESTRUTURAS DE MADEIRA EXEMPLO DE PEÇAS MEDIANAMENTE ESBELTAS COMPRIMIDAS (40 < λ

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ESTRUTURAS DE MADEIRA

EXEMPLO DE PEÇAS MEDIANAMENTE ESBELTAS COMPRIMIDAS (40 < λ ≤ 80)

Verificar se uma barra do banzo de uma treliça com comprimento de flambagem

de 169 cm com seção transversal de 2 x (6x12) cm que será usada em um galpão em madeira da UFRN é suficiente para resistir a uma solicitação de 7097 kgf de carga permanente e 3148 kgf de vento de pressão. Considerar nos cálculos uma

madeira dicotiledônea de classe C 60. (1daN = 1 kgf)

Considerar nos cálculos uma madeira dicotiledônea de classe C 60. (1daN = 1 kgf) ©2004 by
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ESTRUTURAS DE MADEIRA ESTRUTURAS DE MADEIRA ©2004 by Pearson Education 1-21
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ESTRUTURAS DE MADEIRA ESTRUTURAS DE MADEIRA ©2004 by Pearson Education 1-22

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ESTRUTURAS DE MADEIRA ESTRUTURAS DE MADEIRA ©2004 by Pearson Education 1-23

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ESTRUTURAS DE MADEIRA ESTRUTURAS DE MADEIRA ©2004 by Pearson Education 1-23
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ESTRUTURAS DE MADEIRA ESTRUTURAS DE MADEIRA ©2004 by Pearson Education 1-24

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ESTRUTURAS DE MADEIRA ESTRUTURAS DE MADEIRA ©2004 by Pearson Education 1-25

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ESTRUTURAS DE MADEIRA ESTRUTURAS DE MADEIRA ©2004 by Pearson Education 1-25
ESTRUTURAS DE MADEIRA ESTRUTURAS DE MADEIRA EXEMPLO DE PEÇAS MEDIANAMENTE ESBELTAS COMPRIMIDAS (40 < λ

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ESTRUTURAS DE MADEIRA

EXEMPLO DE PEÇAS MEDIANAMENTE ESBELTAS COMPRIMIDAS (40 < λ ≤ 80)

Verificar pilar de peroba rosa da Figura , sabendo que a ação permanente vale N gk = 2080 kgf e a ação variável causada pelo efeito do vento vale Nqk = 520

a

classe de umidade do local da construção é 2 e as cargas permanentes são de

kgf. Considere que o carregamento é de longa duração, a madeira é usual,

grande variabilidade. A resistência e a rigidez da madeira são:

f c0,k = 295 kgf/cm 2 e E c0,m = 146.740 kgf/cm 2 . (1daN = 1 kgf)

0 , k = 295 kgf/cm 2 e E c 0 , m = 146.740 kgf/cm

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ESTRUTURAS DE MADEIRA ESTRUTURAS DE MADEIRA ©2004 by Pearson Education 1-27

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ESTRUTURAS DE MADEIRA ESTRUTURAS DE MADEIRA ©2004 by Pearson Education 1-28

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ESTRUTURAS DE MADEIRA ESTRUTURAS DE MADEIRA ©2004 by Pearson Education 1-29

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ESTRUTURAS DE MADEIRA ESTRUTURAS DE MADEIRA ©2004 by Pearson Education 1-30

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ESTRUTURAS DE MADEIRA ESTRUTURAS DE MADEIRA ©2004 by Pearson Education 1-30
ESTRUTURAS DE MADEIRA ESTRUTURAS DE MADEIRA ATENÇÃO TURMA! Não verifica! Para que a coluna atenda

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ESTRUTURAS DE MADEIRA ESTRUTURAS DE MADEIRA ATENÇÃO TURMA!
ESTRUTURAS DE MADEIRA ESTRUTURAS DE MADEIRA ATENÇÃO TURMA!

ATENÇÃO TURMA!

Não verifica! Para que a coluna atenda o critério de segurança da norma

brasileira é preciso aumentar a seção transversal.

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ESTRUTURAS DE MADEIRA ESTRUTURAS DE MADEIRA (80 < λ ≤ 140) 1.3 - PEÇAS ESBELTAS

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(80 < λ ≤ 140)

1.3 - PEÇAS ESBELTAS COMPRIMIDAS

MODO DE RUPTURA:

A forma de ruptura das peças esbeltas ocorre por flexão causada pela perda de estabilidade lateral.

ESTRUTURAS DE MADEIRA ESTRUTURAS DE MADEIRA (80 < λ ≤ 140) 1.3 - PEÇAS ESBELTAS

ESTRUTURAS DE MADEIRA

ESTRUTURAS DE MADEIRA

(80 < λ ≤ 140)

1.3 - PEÇAS ESBELTAS COMPRIMIDAS

A verificação de peças com esta característica solicitadas por compressão

(N d ) ou flexo-compressão (N d e M 1d ) utilizará a mesma expressão anterior,

dada a seguir.

) utilizará a mesma expressão anterior, dada a seguir. O valor de M d é calculado
) utilizará a mesma expressão anterior, dada a seguir. O valor de M d é calculado
) utilizará a mesma expressão anterior, dada a seguir. O valor de M d é calculado

O valor de M d é calculado em função da excentricidade de primeira ordem (e 1 ,e f ) conforme a equação a seguir:

da excentricidade de primeira ordem (e 1 ,e f ) conforme a equação a seguir: ©2004
ESTRUTURAS DE MADEIRA ESTRUTURAS DE MADEIRA (80 < λ ≤ 140) PEÇAS ESBELTAS COMPRIMIDAS ©2004

ESTRUTURAS DE MADEIRA

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(80 < λ ≤ 140)

PEÇAS ESBELTAS COMPRIMIDAS

DE MADEIRA ESTRUTURAS DE MADEIRA (80 < λ ≤ 140) PEÇAS ESBELTAS COMPRIMIDAS ©2004 by Pearson
DE MADEIRA ESTRUTURAS DE MADEIRA (80 < λ ≤ 140) PEÇAS ESBELTAS COMPRIMIDAS ©2004 by Pearson
DE MADEIRA ESTRUTURAS DE MADEIRA (80 < λ ≤ 140) PEÇAS ESBELTAS COMPRIMIDAS ©2004 by Pearson
DE MADEIRA ESTRUTURAS DE MADEIRA (80 < λ ≤ 140) PEÇAS ESBELTAS COMPRIMIDAS ©2004 by Pearson
DE MADEIRA ESTRUTURAS DE MADEIRA (80 < λ ≤ 140) PEÇAS ESBELTAS COMPRIMIDAS ©2004 by Pearson
DE MADEIRA ESTRUTURAS DE MADEIRA (80 < λ ≤ 140) PEÇAS ESBELTAS COMPRIMIDAS ©2004 by Pearson
ESTRUTURAS DE MADEIRA ESTRUTURAS DE MADEIRA (80 < λ ≤ 140) PEÇAS ESBELTAS COMPRIMIDAS •

ESTRUTURAS DE MADEIRA

ESTRUTURAS DE MADEIRA

(80 < λ ≤ 140)

PEÇAS ESBELTAS COMPRIMIDAS

Os fatores de utilização ψ 1 e ψ 2 são dados no próximo slide;

O valor de e c é determinado pelas expressões a seguir:

valor de e c é determinado pelas expressões a seguir: • Nas expressões anteriores o valor

Nas expressões anteriores o valor da excentricidade e ig é dado por:

• Nas expressões anteriores o valor da excentricidade e i g é dado por: ©2004 by
ESTRUTURAS DE MADEIRA ESTRUTURAS DE MADEIRA (80 < λ ≤ 140) PEÇAS ESBELTAS COMPRIMIDAS Atenção

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ESTRUTURAS DE MADEIRA

(80 < λ ≤ 140)

PEÇAS ESBELTAS COMPRIMIDAS

Atenção Turma!

N gk e N qk são valores característicos da força normal devidos às cargas permanentes e variáveis, respectivamente; M 1g,d é o valor de cálculo do momento fletor devido apenas às ações permanentes; Φ é o coeficiente de fluência relacionado às classes de carregamento e de umidade, exposto na

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Tabela.

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ESTRUTURAS DE MADEIRA ESTRUTURAS DE MADEIRA (80 < λ ≤ 140) PEÇAS ESBELTAS COMPRIMIDAS ©2004

ESTRUTURAS DE MADEIRA

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(80 < λ ≤ 140)

PEÇAS ESBELTAS COMPRIMIDAS

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ESTRUTURAS DE MADEIRA ESTRUTURAS DE MADEIRA EXEMPLO DE PEÇAS ESBELTAS COMPRIMIDAS (80 < λ ≤

ESTRUTURAS DE MADEIRA

ESTRUTURAS DE MADEIRA

EXEMPLO DE PEÇAS ESBELTAS COMPRIMIDAS (80 < λ ≤ 140)

Verificar se uma barra do banzo de uma treliça com comprimento de flambagem de 169 cm com seção transversal de 1 x (6 x16) cm que será usada em um galpão

em madeira da UFRN é suficiente para resistir a uma solicitação de 2400 kgf de

carga permanente e 564 kgf de vento de pressão. Considerar nos cálculos uma madeira dicotiledônea de classe C 60. (1daN = 1 kgf)

Considerar nos cálculos uma madeira dicotiledônea de classe C 60. (1daN = 1 kgf) ©2004 by
Considerar nos cálculos uma madeira dicotiledônea de classe C 60. (1daN = 1 kgf) ©2004 by
Considerar nos cálculos uma madeira dicotiledônea de classe C 60. (1daN = 1 kgf) ©2004 by
Considerar nos cálculos uma madeira dicotiledônea de classe C 60. (1daN = 1 kgf) ©2004 by
ESTRUTURAS DE MADEIRA ESTRUTURAS DE MADEIRA ©2004 by Pearson Education 1-39

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ESTRUTURAS DE MADEIRA ESTRUTURAS DE MADEIRA ©2004 by Pearson Education 1-42

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ESTRUTURAS DE MADEIRA ESTRUTURAS DE MADEIRA ©2004 by Pearson Education 1-42
ESTRUTURAS DE MADEIRA ESTRUTURAS DE MADEIRA EXEMPLO DE PEÇAS ESBELTAS COMPRIMIDAS (80 < λ ≤

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EXEMPLO DE PEÇAS ESBELTAS COMPRIMIDAS (80 < λ ≤ 140)

Verificar o pilar de peroba rosa submetida às cargas conforme ilustra a Figura. Considerar o carregamento de longa duração, a madeira usual, a classe de umidade do local da construção é 2 e as cargas permanentes são de grande variabilidade. A resistência e a rigidez da madeira são: f c0,k = 295 kgf/cm 2 ; E c0,m = 146740 kgf/cm 2 ; N gk = 1300 kgf (ação permanente); N qk = 340 kgf (ação variável). (1daN = 1 kgf)

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ESTRUTURAS DE MADEIRA ESTRUTURAS DE MADEIRA ©2004 by Pearson Education 1-44

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ESTRUTURAS DE MADEIRA ESTRUTURAS DE MADEIRA ©2004 by Pearson Education 1-49

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ESTRUTURAS DE MADEIRA ESTRUTURAS DE MADEIRA ©2004 by Pearson Education 1-49
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ESTRUTURAS DE MADEIRA ESTRUTURAS DE MADEIRA ©2004 by Pearson Education 1-50
ESTRUTURAS DE MADEIRA ESTRUTURAS DE MADEIRA VAMOS REVISAR ALGO IMPORTANTE TURMA! ©2004 by Pearson Education

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VAMOS REVISAR ALGO

IMPORTANTE TURMA!

ESTRUTURAS DE MADEIRA ESTRUTURAS DE MADEIRA EXEMPLO DE CÁLCULO DE RESITÊNCIA DE PROJETO Você realizou

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EXEMPLO DE CÁLCULO DE RESITÊNCIA DE PROJETO

Você realizou testes experimentais em um Jatobá (Hymenaea spp), espécie de madeira muito empregada na construção de pontes, e obteve como resultados experimentais a resistência média à compressão paralela para madeira verde é f com,mv = 70MPa (U eq = 20 %). Calcule a resistência de projeto a ser utilizada.

m v = 70MPa (U e q = 20 %). Calcule a resistência de projeto a
m v = 70MPa (U e q = 20 %). Calcule a resistência de projeto a
m v = 70MPa (U e q = 20 %). Calcule a resistência de projeto a

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ESTRUTURAS DE MADEIRA ESTRUTURAS DE MADEIRA EXEMPLO DE CÁLCULO DE RESITÊNCIA DE PROJETO ©2004 by

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EXEMPLO DE CÁLCULO DE RESITÊNCIA DE PROJETO

ESTRUTURAS DE MADEIRA ESTRUTURAS DE MADEIRA EXEMPLO DE CÁLCULO DE RESITÊNCIA DE PROJETO ©2004 by

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EXEMPLO DE CÁLCULO DE RESITÊNCIA DE PROJETO

DE MADEIRA ESTRUTURAS DE MADEIRA EXEMPLO DE CÁLCULO DE RESITÊNCIA DE PROJETO ©2004 by Pearson Education
• ESTRUTURAS DE MADEIRA ESTRUTURAS DE MADEIRA 2- COMPRESSÃO NORMAL ÀS FIBRAS Para a verificação

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2- COMPRESSÃO NORMAL ÀS FIBRAS

Para a verificação de esforços de compressão normal às fibras, deve ser

levada em conta a extensão do carregamento, medida paralelamente à direção

das fibras.

em conta a extensão do carregamento, medida paralelamente à direção das fibras. ©2004 by Pearson Education
em conta a extensão do carregamento, medida paralelamente à direção das fibras. ©2004 by Pearson Education
em conta a extensão do carregamento, medida paralelamente à direção das fibras. ©2004 by Pearson Education

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ESTRUTURAS DE MADEIRA ESTRUTURAS DE MADEIRA 3- COMPRESSÃO INCLINADA EM RELAÇÃO ÀS FIBRAS • O

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3- COMPRESSÃO INCLINADA EM RELAÇÃO ÀS FIBRAS

O cálculo de estruturas contendo peças solicitadas em direção inclinada em relação às fibras, terá o valor da resistência calculado através da fórmula de

Hankinson,

Inclinações menores que 6° (arco tangente igual a 0,10) são considerados como paralelos às fibras, portanto não é necessário usar a fórmula de

Hankinson.

como paralelos às fibras, portanto não é necessário usar a fórmula de Hankinson. ©2004 by Pearson
ESTRUTURAS DE MADEIRA ESTRUTURAS DE MADEIRA 4- PEÇAS TRACIONADAS Quando a verificação corresponde ao caso

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4- PEÇAS TRACIONADAS

Quando a verificação corresponde ao caso de peças tracionadas, a segurança estará garantida quando a tensão atuante de tração for menor ou igual ao

valor de cálculo da resistência à tração, ou seja:

ao valor de cálculo da resistência à tração, ou seja: ATENÇÃO! “A resistência da madeira à

ATENÇÃO!

“A resistência da madeira à tração normal às fibras é

considerada nula para fins de projeto estrutural.”

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ESTRUTURAS DE MADEIRA ESTRUTURAS DE MADEIRA 5- PEÇAS CISALHADAS • A segurança estará garantida quando

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5- PEÇAS CISALHADAS

A segurança estará garantida quando a verificação for atendida:

CISALHADAS • A segurança estará garantida quando a verificação for atendida: ©2004 by Pearson Education 1-58
ESTRUTURAS DE MADEIRA ESTRUTURAS DE MADEIRA EXEMPLO DE PROJETO Para o nó de apoio de

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EXEMPLO DE PROJETO

Para o nó de apoio de uma treliça de um galpão da UFRN, dimensionar a altura do dente “e” e a folga “f”. Verificar também

a

seção crítica à tração e à compressão normal da peça sobre o apoio,

de acordo com os critérios da NBR 7190. Considerar madeira Dicotiledônea - classe C60.

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ESTRUTURAS DE MADEIRA ESTRUTURAS DE MADEIRA ©2004 by Pearson Education 1-60

ESTRUTURAS DE MADEIRA

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ESTRUTURAS DE MADEIRA ESTRUTURAS DE MADEIRA ©2004 by Pearson Education 1-60
©2004 by Pearson Education
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ESTRUTURAS DE MADEIRA ESTRUTURAS DE MADEIRA ATENÇÃO TURMA! “Recomenda -se que a altura do entalhe

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ESTRUTURAS DE MADEIRA ESTRUTURAS DE MADEIRA ATENÇÃO TURMA! “Recomenda -se que a altura do entalhe (e)

ATENÇÃO TURMA!

“Recomenda-se que a altura do entalhe (e) não seja maior que ¼ da altura da seção da

peça entalhada. Caso seja necessário uma altura de entalhe maior, deve-se utilizar dois

dentes”.

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ESTRUTURAS DE MADEIRA ESTRUTURAS DE MADEIRA ©2004 by Pearson Education 1-62

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ESTRUTURAS DE MADEIRA ESTRUTURAS DE MADEIRA ©2004 by Pearson Education 1-62
ESTRUTURAS DE MADEIRA ESTRUTURAS DE MADEIRA Cisalhamento: ©2004 by Pearson Education 1-63

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Cisalhamento:

ESTRUTURAS DE MADEIRA ESTRUTURAS DE MADEIRA Cisalhamento: ©2004 by Pearson Education 1-63
ESTRUTURAS DE MADEIRA ESTRUTURAS DE MADEIRA Cisalhamento: ©2004 by Pearson Education 1-63