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GESTÃO DE POLITICAS PUBLICAS COM ENFASE EM SAUDE

BÁRBARARA ELLEN OLIMPIO DA SILVA BRITO

RECIFE
2019
Gestão de pessoas na saúde : Profissionais, competências e resultados.

A Gestão de pessoas tanto na saúde pública quanto na privada pode ser um


grande desafio para o gestor já que muitas vezes não se pode escolher a equipe
com quem se vai trabalhar e temos que trabalhar com a equipe a qual nós somos
destinados. Na saúde publica ainda é bem pior já que existe as seleções
simplificadas, os cargos efetivos que acabam fazendo com que o funcionário
entre no comodismo e se apresente com uma superioridade acima do gestor.
Esse tipo de gestão apresenta muita importância que vai refletir na qualidade
do atendimento do usuário da saúde. E para isso se tem a necessidade de
buscar profissionais que sejam empreendedores, proativos e participativo.
Qualquer gestor de pessoas precisa alcançar metas e objetivos, é necessário
se planejar sucintamente, é esse diferencial competitivo que é muito necessário
para o bom atendimento e do alcance dos resultados, o chamado planejamento
estratégico é basicamente isso, traçar as ações estabelecendo metas e objetivos
a serem alcançados em busca de melhores resultados.
Quando pensamos no gestor, esse tem que ser estratégico para tirar o melhor
de cada profissional da sua equipe. Os profissionais primeiramente devem ser
capacitados, se não possuírem esse diferencial, é dever do gestor orienta-los e
incentivar para que busquem uma melhor qualificação através de cursos. Os
passos essenciais que devem seguir é se destacar, construir a carreira e obter
sucesso e por último atingir os resultados além do esperado. O profissional da
saúde precisa saber trabalhar em equipe, já que existe múltiplos profissionais
especialistas em cada área, mas com o mesmo objetivo da promoção, proteção
e recuperação na saúde.
Com um perfil flexível, que saiba aonde quer chegar, expondo suas ideias de
formas diferentes, articulando. Ter uma confiança sobre si, a questão da relação
intrapessoal entra aqui, existe a necessidade de estar bem consigo mesmo para
poder ter também uma boa relação intrapessoal. Ser determinado, ter seu foco,
a direção em que deve seguir. Ter uma visão sistemática, essa habilidade que é
um desafio, não só para a vida profissional, mas para a pessoal também, porque
não é facial analisar situações por completo, com seus agentes, e ver não só por
um lado, mas por todas as posições, de forma ampla. Agarrar qualquer
oportunidade de poder assumir cargos profissionais superiores.
Segundo VIEIRA (2017), hoje o profissional deverá possuir algumas
características básicas, como ser proativo, ser generalista, ser flexível, estar
propenso as mudanças, entre outras coisas. O mercado de trabalho vai mudando
e o perfil que hoje se quer é esse. Um profissional com o perfil generalista, ele é
especialista em interagir com várias áreas, com uma visão holística do
departamento onde estar inserido, abrangendo suas estratégias e informações;
e da sua profissão de modo geral. É esse perfil discutido por nós que VIEIRA
tenta trazer, aquele perfil que antecipa futuros problemas, as mudanças, as
necessidades.

Todo o profissional tem que estar atento as leis e normas de onde se trabalha,
no caso dos órgãos públicos da saúde é necessário estar ciente aos princípios
da administração pública, sem exceção para nenhum cargo. Presente no artigo
37 ,da Constituição Federativa do Brasil, traz os seguintes princípios da
legalidade(administração sujeita às leis ou normas
administrativa),impessoalidade(satisfazer interesse coletivo),Moralidade(não só
obedecer a lei jurídica, mas a ética das instituições),publicidade(divulgação de
atos oficiais para o conheci mento público),e eficiência(atividade administrativa
perfeita com rendimento funcional).Esses princípios são os principais que
norteiam a gestão pública ,mas não são os únicos aplicados, existe também os
princípios: De interesse público(para trazer benefícios a população)da
finalidade(resultados práticos e eficazes),da igualdade(todos são iguais perante
a lei),da lealdade e boa-fé(sem atrapalhar o cidadão no exercício de seus
direitos),motivação(fundamentação nas decisões),da razoabilidade e da
proporcionalidade(evitar restrições abusivas e desnecessárias).

O trabalho na área da saúde pode ser muito extenso, com longa duração,
desgastante e sem reconhecimento. Infelizmente são poucos gestores que dão
gratificação, ou se que um parabéns, ou elogio a um profissional que
desempenha seu trabalho além do objetivado, com uma excelente habilidade
motora, cognitiva e relação interpessoal. Todo trabalhador tem várias fazes, a de
arriscar, conquistar, declarar e a de comemorar.

Ao gerir dentro da saúde tem que estar atento aos sistemas representacionais
dos profissionais, já que um colaborador satisfeito e feliz tem mais disposição a
se dedicar ao seu campo de trabalho. Por isso, a necessidade de utilizar a
meritocracia para alcançar eficiência. Não é só uma boa remuneração que faz
um funcionário satisfeito, é todo um conjunto de ações.

Conclusão

A gestão de pessoas na saúde é de extrema importância para traçar metas e


objetivos, e assim alcançar resultados. E desenvolver profissionais proativos,
com perfil generalista e flexível é papel do gestor, ter esse olhar diferenciado,
para identificar quem são esses profissionais destacados.

Apesar das dificuldades tanto a saúde privada e principalmente na pública é


necessário driblar as dificuldades, aprender a lidar com a subjetividade do
funcionário, entender as necessidades dos profissionais para poder conciliar
com os objetivos organizacionais, fazendo uma análise para tentar buscar
soluções.

Por fim, todos devemos entender que devemos ser profissionais proativos,
generalista e flexível para atender ao mercado que exige mudanças e inovações.
E assim alcançar os resultados esperados.

Referencias

Disponível em:https://www.sbcoaching.com.br/blog/proatividade-tudo-o-que-
voce-saber/ ,as 15:22 de 05/08/2019.
Disponível em: http://www.inovarse.org/sites/default/files/T16_047.pdf ,as 6:45
de 06/08/2019
DI PIETRO, Maria Sylvia Zanella. Direito administrativo. 20 ed. São Paulo: Atlas,
2007.