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CÁLCULO DE

INCERTEZA DE MEDIÇÃO

NA CALIBRAÇÃO

Cálculo de Incerteza de Medição

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Teoria e Prática

Objetivos:
 Levar à compreensão de conceitos fundamentais;
 Capacitar para análise de documentação referente à incerteza de medição;
 Capacitar para análise de resultados de calibração, com base em limites de erros
permissíveis (aprovação ou reprovação de instrumentos);
 Capacitar para execução de cálculos de incerteza de medição.

Conteúdo:
 Sistema Internacional de Unidades;
 Definições;
 Conceitos Estatísticos Básicos;
 Avaliação da Incerteza Padrão;
 Roteiro para Cálculo de Incerteza;
 Exemplo Prático;
 Exercício proposto.

Coordenação Geral:
Engenheiro Fernando Rachid.

Equipe de desenvolvimento:
Neville Marcelo Barbosa Fusco.
Fernando Souza Lopes.

2)Sistema Internacional de Unidades:


TABELA 1- UNIDADES DE BASE.

Grandeza Unidade Símbolo


Comprimento metro m
Massa quilograma kg

2/26
Tempo segundo s
Corrente Elétrica ampére A
Temp. Termodinâmica kelvin K
Quantidade de matéria mole mol
Intensidade luminosa candela cd
FONTE: The International System of Units (SI), BIPM, 7th Edition, 1998.

TABELA 2- UNIDADES DERIVADAS DAS UNIDADES DE BASE.

Grandeza Nome Símbolo


Área metro quadrado m2
Volume metro cúbico m3
Velocidade metro por segundo m/s
metro por segundo ao
Aceleração m/s2
quadrado
Número de ondas 1 por metro m-1
Densidade quilograma por metro cúbico kg/m3
Densidade de corrente ampère por metro quadrado A/m2
Campo magnético ampère por metro A/m
Concentração mol por metro cúbico mol/m3
Volume específico Metro cúbico por quilograma m3/kg
Luminância candela por metro quadrado cd/m2
FONTE: The International System of Units (SI), BIPM, 7th Edition, 1998.

TABELA 3- UNIDADES COM NOMES ESPECIAIS.

Grandeza Nome Símbolo


Freqüência hertz Hz
Força newton N
Pressão pascal Pa
Energia, trabalho, quantidade
joule J
de calor
Potência, fluxo energético watt W
Potencial elétrico, tensão
volt V
elétrica, força eletromotriz
Resistência elétrica ohm Ω
3/26
Condutância siemens S
Indutância Henry H
Temperatura celsius ºC
FONTE: The International System of Units (SI), BIPM, 7th Edition, 1998.

TABELA 4 –MULTIPLOS E SUBMULTIPLOS


Fator Símbolo Nome Fator Símbolo Nome
24 -1
10 Y Yotta 10 d deci
1021 Z Zetta 10-2 c centi
1018 E Exa 10-3 m mili
15
10 P peta 10-6  micro
1012 T tera 10-9 n nano
9
10 G giga 10-12 p pico
106 M mega 10-15 f femto
3
10 k kilo 10-18 a atto
102 h hecta 10-21 z zepto
1
10 da deca 10-24 y yocto
FONTE: The International System of Units (SI), BIPM, 7th Edition, 1998

2.1)Grafia do Sistema Internacional:


- Caso o nome da unidade seja derivado de um nome próprio, o símbolo deve ser escrito
em maiúsculo, caso contrário em minúsculo. Quando a unidade for escrita por extenso, deve ser
em minúsculo, com exceção em começo de frase e “graus Celsius”. Ex: N (newton),Pa
(pascal),W (watt), etc.
- Símbolos de unidades não possuem plural e também não se deve colocar ponto (.) após
o símbolo, exceto final de frase. Ex: 10m(metros), 6s(segundos), etc.

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3)Definições:

Metrologia:

Ciência da medição, que abrange todos os aspectos teóricos e práticos relativos às medições,
qualquer que seja a incerteza, em quaisquer campos da ciência ou tecnologia.

Calibração:

Conjunto de operações que estabelece, sob condições específicas, a relação entre valores
indicados por um instrumento de medir ou sistema de medição ou valores representados por
uma medida materializada ou um material de referência e os correspondentes valores das
grandezas estabelecidas por padrões.

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Mensurando:

Objeto de medição, grandeza específica submetida à medição.

Erro Sistemático:

Média que resultaria de um infinito número de medições do mesmo mensurando, efetuadas sob
condições de repetitividade.

Erro (de indicação):

Indicação de um instrumento de medição menos o valor verdadeiro da grandeza de entrada


correspondente.

Erro (de medição):

Resultado de uma medição menos o valor verdadeiro do mensurando.

Tendência:

A tendência de um instrumento de medição é estimada pela média dos erros de indicação de um


número apropriado de medições repetidas.

Correção:

Valor adicionado algebricamente ao resultado não corrigido de uma medição para compensar
uma tendência (erro sistemático), ou seja, é igual ao erro sistemático estimado com o sinal
trocado.

Limite de Erro Permissível:

Valores extremos de um erro admissível por especificações, regulamentos ou outros, para um


dado instrumento de medição.
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Método de Medição:

Seqüência de operações, descritas especificamente, usadas na execução de medições


particulares, de acordo com um dado método.

Incerteza (de medição):

Parâmetro, associado ao resultado de medição que caracteriza a dispersão dos valores que
podem ser razoavelmente atribuídos ao mensurando.

Estimativa de entrada(xi):

Estimativa de uma grandeza de entrada utilizada na avaliação do resultado de uma medição.

Estimativa de saída(y):

Resultado de uma medição gerado a partir das estimativas de entrada.

Coeficiente de Sensibilidade (ci):

Variação diferencial na estimativa de saída gerada por uma variação diferencial em uma
estimativa de entrada dividida por esta variação na estimativa de entrada.

Método de Medição:

Seqüência de operações, descritas especificamente, usadas na execução de medições


particulares, de acordo com um dado método.

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4)Conceitos Estatísticos Básicos:

Média aritmética ( q )
Estimativa do valor mais provável da grandeza de entrada medida e pode ser obtida através da
soma de valores dividido pelo número de valores:


n
qi q1  q2  q3
q i 1 , para um exemplo com 3 medições : q
n 3

Variância[sp2( q )] e Desvio Padrão [sp( q )]


Caracterizam a dispersão dos resultados, podem ser obtidos conforme segue:
1 n
 (qi  q ) 2 , equivale a variância. E a raiz quadrada positiva da variância
2
s p ( qi ) 
n  1 i 1


n
( qi  q ) 2
equivale ao desvio padrão s ( q )  i 1
p i
n 1

Exemplo. : q1  100 ,1 ; q2  100,2 ; q3  100,3

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100,1  100,2  100,3
q  100,2
3

2 (100,1  100,2) 2  (100,2  100,2) 2  (100,3  100,2) 2


s p ( qi )   0,12  0,01
3 1

(100,1  100,2) 2  (100,2  100,2) 2  (100,3  100,2) 2


s p ( qi )   0,12  0,1
3 1

Variância[s2( q )] e Desvio Padrão Experimental da média [s( q )]

Estimativa da variação de possíveis resultados em torno da média( q ).Podem ser obtidos


conforme segue:
2
s p ( qi )
s (q ) 
2
; equivale a variância experimental da média, onde n corresponde ao
n
número de valores. E a raiz quadrada positiva da variância equivale ao desvio padrão

s p (qi )
experimental da média s (q )  .
n

Probabilidade e Distribuição de Probabilidade:

- Variável aleatória é uma função definida para uma amostra de valores que pertença ao
conjunto dos números reais. Esses valores podem ser descritos dentro de um intervalo da função
de probabilidade, ou seja, existe uma probabilidade dos valores medidos estarem dentro de um
intervalo.

- Tipos de distribuição: Normal (t-student), exponenciais, quadráticas, triangulares,


retangulares, etc.

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Exemplo: Para os dados do exemplo da média, considerando que essa amostra segue uma
distribuição Normal.

s p (q )  0,01
2
 0,0058 , variância experimental calculada das amostras.
3

s p (q )  0,1  0,058 , desvio padrão experimental calculado das amostras.


n

Temos a distribuição normal representada como N(Média; Variância), para o exemplo temos
N(100,2; 0,01).

Desse modo para uma probabilidade de 95,45% o intervalo descrito equivale:


 q  [k p s p (q )]  q  q  [k p  s p (q )]
 100,2  (2,0  0,058)  100,2  100,2  (2,0  0,058)

Então, os valores estão contidos no intervalo de 100,084 a 100,316 para kp =2.

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5)Avaliação da Incerteza Padrão:

Avaliação do Tipo A da incerteza padrão:

Método de avaliação da incerteza pela análise estatística de uma série de observações. Neste
caso a incerteza padrão é o desvio padrão experimental da média.
s ( qi )
u (q )  ;
n
onde; u (q ) : incerteza devido ao desvio padrão (Tipo A);
s ( qi ) : desvio padrão das medidas realizadas;

n: número de medições realizadas.

Avaliação do Tipo B da incerteza padrão:

É a avaliação da incerteza de uma estimativa de entrada (xi), feita por outros meios que não a
análise estatística de uma série de resultados, é avaliada por julgamento científico baseado nas
informações disponíveis. Valores considerados incertezas do tipo B podem ser obtidos de:
 Especificações do fabricante (  2% do fundo de escala);
 Valor de uma divisão (diferença de duas marcas sucessivas da escala);
 Dados fornecidos em certificados de calibração e outros certificados.
 Incertezas atribuídas aos dados de referência provenientes de manuais ou publicações.

Baseada na teoria ou experiência, supomos uma distribuição de probabilidade para a avaliação


do tipo B da incerteza padrão, tais como: normal, retangular e triangular.

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Retangular: quando somente limites inferiores e superiores podem ser estimados para a
estimativa de entrada, desse modo a probabilidade é igual em todo o intervalo.

a/2
a a

a- a+
( a++ a- )/2

Obs.: Em equipamentos digitais adotar sempre a distribuição retangular.


A incerteza padrão pode ser estimada pela raiz quadrada da variância estimada:
a2
u ( xi )   a .
3 3
Triangular: Quando a probabilidade de os valores próximos ao centro do intervalo for
maior do que valores afastados dos limites do intervalo, podemos adotar uma característica
triangular ou normal.

1/a

-a +a
( a++ a- )/2

A incerteza padrão pode ser estimada pela raiz quadrada da variância estimada:

a2
u ( xi )   a .
6 6

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Calcula da incerteza padrão combinada da estimativa de saída [ uc ( y ) ]:

Obtida pela combinação apropriada de incertezas padrão das estimativas de entrada


x1 , x2 , x3 ...xn . A incerteza padrão combinada uc ( y ) é a raiz quadrada positiva da variância

2
combinada uc ( y ) que é calculada:

u 2 c ( y )  i 1 ci u 2 ( xi ) e
n 2


n 2
a incerteza é calculada : u c ( y )  c u 2 ( xi )
i 1 i

Onde ci corresponde ao coeficiente de sensibilidade, caso a grandeza de entrada e saída sejam


iguais ele é 1, caso contrário pode ser calculado:

y y
ci  
x i xi

6)Roteiro para Cálculo de Incertezas

a) Calcular a incerteza padrão do tipo A u (q ) , através do desvio padrão experimental dos


valores encontrados nas medições realizadas.

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b) Avaliar as fontes de incerteza do tipo B. Determinar qual a distribuição de probabilidade
adequada (Triangular, Retangular ou Normal) e calcular o valor da incerteza padrão.

Exemplo de avaliação de incerteza do tipo B:

Incerteza devido ao valor de uma divisão / resolução do equipamento em calibração


u (res ) .Para um paquímetro digital de resolução de 0,01mm.

- Neste caso podemos adotar uma distribuição retangular, portanto:

ures ( x )  0,01  0,00577mm.


3

Para um manômetro analógico de resolução de 0,1 psi, adotando uma estimativa de metade
da resolução. Neste caso podemos adotar uma distribuição triangular:

ures ( x)  (0,1 / 2)  0,0204 psi


6

Nota: a estimativa da resolução de um instrumento deve ser realizada levando em


consideração, as distancia de traços, espessura dos traços e espessura do ponteiro, da escala
de indicação. No caso de instrumentos digitais adotar sempre uma estimativa de incerteza de
metade da resolução do instrumento.

Incerteza devido ao padrão utilizado em uma calibração, onde temos no certificado uma
incerteza de 0,005 e um fator k= 2. Podemos considerar neste caso uma distribuição normal:

u pad ( x )  0,005  0,0025


2

Nota: A incerteza devido ao padrão utilizado é apresentada no certificado de calibração


desse padrão. No caso de mais de um padrão ser utilizado, as incertezas devem ser tratadas
individualmente.

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c) Calcular a incerteza padrão combinada uc ( y ) , considerando as todas as estimativas de
entradas e suas respectivas distribuições de probabilidade:


n 2
uc ( y )  c u 2 ( xi )
i 1 i

d) Estimar o grau de liberdade efetivos (V eff) da incerteza padrão combinada associada à


estimativa de saída (y), a partir da fórmula de Welch-Satterhwaite:

4 4
uc ( y ) uc ( y )
Veff  4
 4 4 4
n ui ( y ) ui ( y ) ui ( y ) ui ( y ) ; para 3 fontes de incertezas. Para
i1 v vi

vi

vi
i

incertezas do tipo A, o valor de vi (grau de liberdade) correspondente a incerteza é n-1, e


para as do tipo B é infinito.

Exemplo:
- Incerteza do tipo A (n=3)= 0,01;
- incerteza do tipo B = 0,003;
- Incerteza combinada = 0,01044.
4
(0,01044) 4  0,01044 
Veff  4 4
   2  2,376
0,01  0,003  0,01 
2 

e) Encontrar o fator de abrangência (k), de acordo com o grau de liberdade efetivos. Os


valores de k conforme a tabela, para uma probabilidade de 95, de abrangência de 95,45%:
(tabela 1)

Veff 1 2 3 4 5 6 7 8 10 20 50 

k 13,97 4,53 3,31 2,87 2,65 2,52 2,43 2,37 2,28 2,13 2,05 2,00

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Para o valor acima de 2,376 o valor de k= 4,53.

f) Calcular a incerteza expandida de medição U, obtida pela multiplicação da incerteza


padrão combinada pelo fator de abrangência k:
U  k  u( y)

Nota: a incerteza de medição deve ser declarada na forma ( y  U ) . O valor numérico da


incerteza de medição deve ser fornecido com no máximo dois algarismos significativos.

Exemplo Prático

As leituras de um ponto calibrado num relógio comparador analógico são conforme a tabela.

Valor indicado (VI) Leitura 1 (L1) Leitura 2 (L2) Leitura 3 (L3)


5,00 5,001 5,002 5,003

- Fontes de incertezas consideradas: desvio padrão experimental (tipo A), valor de uma divisão
(tipo B), incerteza do padrão (tipo B) e variação temperatura.

- Dados da calibração:

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 Temperatura: 20  2 °C;
 Incerteza do padrão: 0,001 mm. (k=2) – dados do certificado do padrão.
 Valor de uma divisão = 0,01 mm – estimar na metade da divisão.
a) calculo da incerteza padrão do tipo A [ u (q ) ]:

5,001  5,002  5,003


q  5,002 mm.
3

(5,001  5,002) 2  (5,002  5,002) 2  (5,003  5,002) 2


s (qi )   0,001 mm.
3 1
0,001
e portanto u ( q )   0,000577 mm.
3

b) fontes de incerteza do tipo B:


- Padrão: A incerteza devido ao padrão é apresentada em um certificado, e pode ser
considerada como uma distribuição normal. Conforme:

 0,001 
u pad (qi )    1  0,0005mm .
 2 

- Temperatura: neste caso a grandeza de entrada e saída não são iguais, então devemos
determinar o coeficiente de sensibilidade, neste caso o relógio é feito em aço que produz uma
variação em seu comprimento de acordo com a temperatura, através da fórmula: l  l 0    t ;
onde  corresponde a coeficiente de dilatação de cada material. Desse modo o ci:
l
 l0   , onde l0 = 5 mm e  = 12 x 10-6 [1/°C]. Logo ci  5  10 3  12  10 6  0,00000006
t
mm/°C,
Podemos adotar uma distribuição retangular, desse modo, a incerteza devido à variação de
temperatura é:
0,00000006 mm
utemp (qi )  ( )  2C  0,0000000693mm .
3 C

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-Valor de uma divisão: o valor de uma divisão é 0,01mm e uma estimativa de metade
dessa divisão, com uma distribuição de probabilidade triangular. Para o caso em que o padrão de
medição é fixo (bloco padrão, massa padrão, óleo padrão, resistor padrão), devemos adotar uma
distribuição retangular, entretanto nos casos onde o padrão é variável (manômetro padrão,
calibrador padrão, etc) a distribuição é considerada triangular.

 0,01 
2
uvud (qi )    0,002041mm .
6
c)Calcular a incerteza padronizada combinada uc ( y ) , com as estimativas de entrada obtidas
através da avaliação do tipo A e tipo B.
2 2 2
uc ( y )  u 2 (q )  uvud (q1 )  u pad (q2 )  utemp (q3 )

uc ( y )  0,000577 2  0,0020412  0,00052  0,00000006922


uc ( y )  0,002179mm

d) Determinar o grau de liberdade efetivo:


4 4
 u ( y)   0,002179 
Veff   c4  * (n  1)    * (3  1)  406,776  406
 u q)   0,000577 
e) Encontrar o fator k, conforme o grau de liberdade efetivo calculado:

Conforme a tabela: k=2,00.

f) Calcular a incerteza expandida U


U  k * u c ( y )  2,00 * 0,002179  0,004358  0,0044mm .

A incerteza expandida de medição é declarada como a incerteza padrão de medição multiplicada


pelo fator de abrangência k=2,00 o qual para uma distribuição t com Veff = 406 graus de
liberdade efetivos correspondente a uma probabilidade de abrangência de aproximadamente de
95%.
g) Aprovando ou reprovando um instrumento conforme um limite de erro permissível: para o
exemplo acima consideremos um limite de erro = 0,003mm.

- Tendência: q  Valor Real = 5,002 -5 = 0,002

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- Incerteza :  0,0044mm .
A soma da incerteza somada ao módulo da tendência deve ser menor que o limite de erro para
aprovarmos o instrumento.
Incerteza + Tendência < LEP , para o exemplo : 0,0044 + 0,002 > 0,003 então esse
instrumento está reprovado.

Fluxo para determinar a Incerteza Expandida

Inicio

Medidas

Calcular: Média, Tendência e Desvio Padrão.

Avaliar a Incerteza do Tipo A (Uxi)


(Desvio Padrão Experimental)

Avaliar as Incertezas do Tipo B


(Determinar as distribuições de probabilidade)

Calcular a incerteza combinada (Uc)

Calcular os graus de liberdade efetivos


Veff

Encontrar o valor de k para 95% na


tabela t-student
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Calcular a Incerteza Expandida (Up)
Up = Uc * k

Aprovar ou reprovar, comparando com


o limite de erro.

Exibir Incerteza Expandida e


Status

Fim

Exercício Proposto:

As leituras em uma balança digital no ponto de 1 kg são conforme a tabela:

Valor indicado (VR) Leitura 1 (L1) Leitura 2 (L2) Leitura 3 (L3)


1,0002 1,001 1,000 1,001

Foi utilizada uma massa padrão com uma incerteza de  0,0004 kg e k=2. A balança apresenta
uma precisão de  0,5% em relação ao ponto medido, conforme manual de fabricante, alem de
ter uma resolução de 0,001 kg. Adotar um limite de erro de 0,003kg.

Considerar como fonte de incerteza:


- Desvio padrão experimental; (tipo A)
- Padrão; (tipo B)
- Resolução (valor de uma divisão); (tipo B)
- Precisão do fabricante. (tipo B)

a) Cálculo da incerteza padrão do tipo A [ u (q ) ]:

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b) Cálculo das incertezas padrões do tipo B :

21/26
c) Cálculo da incerteza padrão combinada u c ( y ) :

d) Cálculo do grau de liberdade efetivos Veff :

e) Encontrar o fator de abrangência k , conforme tabela 1.

22/26
f) Cálculo da incerteza expandida U :

g) Aprovar ou reprovar em acordo com o limite de erro:

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Bibliografia

[1] Guia para a Expressão da Incerteza de Medição , terceira edição, 2003.

[2] Expressão da Incerteza de Medição na Calibração EA - 4/02, primeira edição, 1999.

[3] Expressão da Incerteza de Medição na Calibração EA - 4/02-S1, primeira edição, 1999.

[4] Vocabulário Internacional de Termos Fundamentais e Gerais de Metrologia (VIM)

[5] ISO/IEC 17025 – General requirements for the competence of testing and calibration
laboratories.

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Nome: _________________________________________________________________
Empresa: ______________________________________________________________

Avaliação Final

As leituras obtidas num manômetro analógico de valor de uma divisão = 0,02 kgf /cm² e
capacidade de 10 kgf /cm² são conforme a tabela:

Valor indicado (VI) Leitura 1 (L1) Leitura 2 (L2) Leitura 3 (L3) Leitura 4 (L4)
2,00 2,002 2,004 2,008 2,004

O fabricante informa uma precisão de 1% da capacidade. Adotar um limite de erro de


0,1 kgf /cm².

Considerar uma estimativa de metade do valor de uma divisão e as seguintes fontes de


incerteza:
- Desvio padrão experimental;
- Padrão (Incerteza expandida = 0,05 kgf /cm² e k=2,0) ;
- Precisão do fabricante;
- Valor de uma divisão.

a) Incerteza devido ao desvio padrão experimental u (q ) - tipo A :


b) Incertezas do tipo B, devido:
 Padrão:
 Precisão:
 Valor de uma divisão:
c) Incerteza padronizada combinada u c ( y ) :
d) Calcular o grau de liberdade efetivo Veff:
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e) Encontrar o fator de abrangência k :
f) Calcular a incerteza expandida U:
g) Aprovar ou reprovar o instrumento.

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