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12/03/2017 Artigo de Marian Ma Dayamayi ­ Marta Magalhães: Quem sou eu?

 A pergunta essencial que nos impulsiona ­ | Artigos do Clube

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Quem sou eu? A pergunta essencial que nos
impulsiona
Autor Marian Ma Dayamayi ­ Marta Magalhães (usersite.asp?i=10167) ­ mariansoluz11@gmail.com
(mailto:mariansoluz11@gmail.com)

É claro que você já se fez essa interrogação várias vezes, não é mesmo?

Na  verdade,  essa  questão  nos  acompanha  pela  vida,  afinal,  é  ela  que  nos  move  em  direção  ao
entendimento de nós mesmos, é a chama divina aquecendo o nosso coração para que despertemos do
sono da ilusão.
 
   

Normalmente,  a  nossa  busca  pela  resposta  é  cheia  de  conflitos,  desvios  e  enganos,  mas  é  preciso  compreender  que  isso  faz  parte  do  processo
evolutivo; na verdade, é através da experiência, do sentir as emoções, o viver em profundidade as várias oportunidades que o Universo nos oferece,
que  acordamos  para  a  Luz.  É  através  da  vida  que  nos  conscientizamos  da  nossa  verdadeira  identidade  e  da  responsabilidade  que  temos  como
cocriadores,  de  como  as  nossas  escolhas  são  decisivas  sobre  a  nossa  própria  história  e  sobre  tudo  aquilo  que  nos  cerca,  de  como  é  importante
fazermos apenas escolhas livres e evolutivas para contribuirmos para o equilíbrio do Todo e também para não gerarmos mais karmas negativos.
Acontece que ao encarnarmos e mergulharmos no mundo das formas, cuja densidade é bastante magnética, nos esquecemos de quem somos, e até
que  nos  lembremos  disso  nos  envolvemos  nas  tramas  da  vida,  geradas  não  só  pelos  nossos  karmas,  mas  por  aprendizados  evolutivos  naturais  que
obedecem aos desígnios da Luz.
 
Durante a nossa experiência na vida, somos ludibriados por nossas projeções, desejos, conceitos, aversões e crenças, passando a acreditar que somos
apenas a personalidade criada por nossa mente, pelo nosso falso eu ­ o ego, aquele aspecto de nós mesmos que pensa e age tendo como objetivo
apenas  o  seu  próprio  benefício  por  não  ter  nenhuma  consciência  da  Unidade.  Isto  acontece  porque  o  ego  acredita  apenas  naquilo  que  os  sentidos
físicos  lhe  transmitem,  se  deixando  levar  pelos  prazeres  ou  dores  gerados  por  eles.  Como  resultado  disso,  na  maioria  das  vezes,  a  pessoa  passa  a
viver apenas para satisfazer os seus apelos ao invés de vê­los como instrumentos para a compreensão de si mesma. Ela apenas segue o turbilhão das
emoções, das solicitações externas e desta forma a sua ilusão de separatividade, a sua busca pelo prazer e a falta de compreensão da dor a afasta
ainda mais do encontro com a verdade.
 

Mas,  como  a  criação  divina  é  perfeita  e  a  sabedoria  inata  no  Ser  conhece  a  Verdade,  chega  um  ponto  deste  afastamento  que  o  seu  verdadeiro  EU
sente a dor da distância, entra em crise e busca desesperadamente voltar ao seu estado primordial, ele não suporta mais os conflitos e enganos, e
intimamente busca o entendimento, a libertação da ignorância de si, começando assim o ápice do processo de despertar. Bem, o recurso que temos
para isso é silenciar a nossa mente, esvaziá­la de toda a ilusão para que ela se torne apenas receptiva e restabeleça a reconexão com o verdadeiro EU,
com o Todo e nos ajude no processo de reconhecimento de nós mesmos.  
 

Na verdade, a mente é um poderoso instrumento da Consciência que está conectada simultaneamente aos sentidos e ao espírito e deveria ser usada
positivamente e criativamente como uma ponte entre esses dois planos, mas devido à nossa ingenuidade não sabemos ainda como fazer isso... Na
verdade  ficamos  envolvidos  pelo  burburinho  do  meio  ambiente,  pelos  dramas  das  circunstâncias  que  nos  envolvem,  sentimentos  e  emoções  e
deixamos  que  a  mente  crie  um  labirinto  de  pensamentos...  mas,  acredite  não  há  nada  de  errado  nisso,  isso  faz  parte  da  jornada...  a  nossa  mente
precisa apenas ser dominada e educada para que possa exercer plenamente a sua função decodificadora e criadora.
 

Assim  sendo,  precisamos  esvaziar  a  mente  de  toda  a  ilusão  para  que  a  resposta  para  a  nossa  pergunta  “Quem  sou  Eu?”  venha.  Só  assim  a  nossa
visão etérea será purificada e poderemos nos lembrar de quem somos. Quando cessarem todos os pensamentos, julgamentos e expectativas; quando
não houver mais nenhum questionamento; quando a entrega ao Absoluto for plena e real, a resposta virá.

Portanto,  abandone­se,  mergulhe  no  vazio...  pare  de  lutar...  pare  de  querer  provar  alguma  coisa...  relaxe...  deixe  ir  todas  as  ideias  que  você  tem
sobre si, suas crenças, seus desejos e preconceitos, desapegue­se de todas as projeções criadas por si mesmo... Esqueça o sofrimento e o medo... o
sofrimento  vem  do  ego  que  não  quer  render­se...  não  tenha  medo  de  não  se  realizar,  pois  no  seu  cerne  você  já  é  realizado,  sempre  foi  e  sempre
será...  Esteja  apenas  aí  dentro  de  si  mesmo...  sem  nenhuma  expectativa,  sem  nenhum  questionamento...  sendo  apenas  um  observador...
vivenciando apenas Amor e Paz...

Este é o final da busca... e a revelação sobre quem você É pode então se manifestar...

A compreensão e a certeza de ser Consciência Pura, imutável e eterna...

Plena de Compaixão, Serenidade, Sabedoria e Simplicidade...

Verdade e Amor...

Unidade, enfim...

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