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UNIÃO METROPOLITANA PARA O DESENVOLVIMENTO

DA EDUCAÇÃO E CULTURA

MÓDULO XII

PROCESSO DE ENVELHECIMENTO

Caderno do Discente

Coordenador do Módulo
Prof. Dr. Renato Guizzo

Lauro de Freitas
2019
DIRETOR
Kleber Rana Fernandez

COORDENADORA ACADÊMICA
Profa. Dra. Iracema Rebeca de Medeiros Fazio

COORDENADOR DO CURSO DE MEDICINA

Prof. Dr. Paulo Benigno Pena Batista

ASSESSORA ACADÊMICA

Profa. Dra. Silvana Ferreira

TUTORES
Ana Carolina Cunha Sant'anna
Andréa Monteiro de Amorim
Dan Loureiro
Geovana Moreira
Gabriela Jayme Covizzi
Hans Greve
Jorge Ribas
Julie Alvina Guss Patricio
Maria Fernanda Ferraz
Maria Conceição Alves
Misael Caldas
Simone Cucco
Taise Peneluc
Viviana Olavarria
SUMÁRIO

INTRODUÇÃO...................................................................................................... 4
ÁRVORE TEMÁTICA............................................................................................ 6
OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM...................................................................... 7
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO........................................................................... 8
COMPONENTES CURRICULARES INTEGRADOS............................................ 10
CARGA HORÁRIA................................................................................................ 11
CONSULTORIA DO MÓDULO............................................................................. 11
CRONOGRAMA DO MÓDULO............................................................................ 12
ATIVIDADES INTEGRADAS COM O PINESC.................................................... 13
LABORATÓRIO MORFOFUNCIONAL (LMF)..................................................... 15
LABORATÓRIO DE PRÁTICAS INTEGRADAS (LPI)......................................... 17
PALESTRAS DO MÓDULO................................................................................. 19
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO............................................................................... 20
AUSÊNCIA NA SESSÃO TUTORIAL.................................................................. 21
PROBLEMAS DO MÓDULO................................................................................ 22
BIBLIOGRAFIA RECOMENDADA....................................................................... 34
ANEXOS............................................................................................................... 35
INTRODUÇÃO
O processo de envelhecimento tem como fatores determinantes elementos de caráter
biológico, psíquico e social. Estes determinantes podem acelerar ou retardar o aparecimento
e a instalação de doenças características da idade madura.
O envelhecimento fisiológico compreende uma série de alterações orgânicas que resultam na
diminuição progressiva da reserva funcional e da capacidade em manter a homeostase.
Devido a essas alterações, condições de estresse físico ou emocional podem causar
sobrecarga das funções orgânicas, aumentando a vulnerabilidade do organismo a processos
patológicos. A pluralidade de determinantes que influenciam no modo de envelhecer
individualiza o seu curso. Várias doenças são reconhecidas como mais prevalentes no
indivíduo idoso, dificultando o reconhecimento da fronteira entre envelhecimento fisiológico
(senescência) e a presença de doenças mais prevalentes neste momento da vida (senilidade).
O desenvolvimento médico-tecnológico e de alguns costumes contribuíram para o aumento
acentuado da expectativa de vida ao longo dos séculos. Na Roma antiga a expectativa de
vida não passava dos 22 anos, na Idade Média era aproximadamente 33 anos ,e no Brasil
Colônia a expectativa de vida entre os escravos era de 25 anos.
Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, a expectativa de vida ao nascer, em
2019, é de 80 anos para mulheres e de 73 anos para homens. Indivíduos com mais de 65
anos representavam 4% da população mundial em 1900, passando a 12,7% em 1990, com
uma projeção de 21,2% para o ano 2030. Hoje estima-se que a população brasileira com mais
de 60 anos seja da ordem de 17,6 milhões de indivíduos. O envelhecimento da população
influencia o consumo, a transferência de capital, os impostos, o mercado de trabalho, a
assistência médica, a organização da família, dentre outros.
Para fins epidemiológicos e de classificação, o indivíduo é definido como idoso a partir da sua
idade cronológica. A Política Nacional do Idoso (PNI), Lei nº8. 842, de 4 de janeiro de 1994,
e o Estatuto do Idoso,Lei nº 10.741,de 1º de outubro de 2003, define “Idoso” como pessoa
com 60 anos ou mais. Segundo a Organização Mundial da Saúde (2002), idoso é a pessoa
com 60 anos ou mais em países em desenvolvimento, e com 65 anos ou mais em países
desenvolvidos. É importante reconhecer que a idade cronológica não é um marcador preciso
para as mudanças que acompanham o envelhecimento. Existem diferenças significativas
relacionadas ao estado de saúde, participação e níveis de independência entre pessoas que
possuem a mesma idade.
Estudos brasileiros demonstram que mais de 85% dos idosos apresenta pelo menos uma
enfermidade crônica e 15% apresenta até cinco tipos de enfermidades, alertando que
envelhecer sem nenhuma doença crônica em nosso meio é mais a exceção do que a regra.
Observa-se assim, que além do processo de envelhecimento fisiológico, há maior prevalência

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de doenças crônico-degenerativas, infecciosas e neoplásicas nos idosos, resultando na
transformação abrupta no modo de vida, perda da autonomia e da independência,
contribuindo para o maior isolamento social do idoso. As ações preventivas, assistenciais e
de reabilitação em saúde no idoso devem buscar a melhora ou manutenção da capacidade
funcional e recuperação, objetivando inserção social e melhor qualidade de vida.

Bom Trabalho!

Prof. Dr. Renato Guizzo

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ÁRVORE TEMÁTICA

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OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Geral
Compreender o processo de envelhecimento nas suas vertentes biológica,
sociocultural e psicológica.

Específicos
 Conhecer a fisiopatologia, etiologia e diagnóstico das doenças mais
prevalentes no idoso;
 Analisar as teorias psicológicas e psicopatológicas predominantes no processo
de envelhecimento;
 Caracterizar estratégias individuais e/ou coletivas que visam promover
qualidade de vida no envelhecimento, prevenção das doenças mais
prevalentes nos idosos, reabilitação e tratamento;
 Reconhecer as políticas públicas, legislação e aspectos voltados à pessoa
idosa.

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CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

1. Alterações hormonais relacionadas com o metabolismo ósseo no idoso, e os


fatores externos associados (atividade física e nutrição), que levam a alterações
patológicas como: fraturas, osteoporose e desmineralização (fisiopatologia da
osteoporose senil).
2. Alterações metabólicas do sistema hepato-renal do idoso e correlação com
princípios da farmacocinética e farmacodinâmica dos medicamentos
(metabolização e excreção). Polimedicação.
3. Anatomia da próstata, testículos e pênis, com ênfase na vascularização e
inervação desses órgãos. Principais alterações com o envelhecimento.
4. Anatomia do quadril (ossos e ligamentos que o compõem) e das vértebras (tipos,
número e diferenças entre as regiões). Saber identificá-las na peça anatômica.
Principais alterações com o envelhecimento.
5. Aspectos epidemiológicos da morbi-mortalidade na terceira idade.
6. Avaliação geriátrica em suas dimensões de saúde física, mental e sócio-
econômica.
7. Avaliação psicológica do idoso: exame mental, teoria do desenvolvimento e
psicologia médica.
8. Bioética: distanásia, ortotanásia e o preparo profissional para a finitude da vida.
9. Definição dos termos: Senil, Senilidade, Senectude, Senescência, Geriatria e
Gerontologia.
10. Doenças neuropsiquiátricas mais comuns no idoso (demência, depressão e
Delirium).
11. Envelhecimento biológico molecular e celular.
12. Envelhecimento cerebral e perda de memória.
13. Envelhecimento dos diferentes sistemas. Alterações morfofisiológicas que
ocorrem nos diversos órgãos e sistemas do idoso, e correlacioná-las com as
manifestações clínicas, comuns ao envelhecimento normal.
14. Envelhecimento dos órgãos dos sentidos (anatomia, histologia, fisiologia).
15. Envelhecimento e qualidade de vida.
16. Epidemiologia, etiologias e manifestações clínicas das doenças mais comuns no
idoso: artropatias degenerativas, osteoporose, diabetes mellitus, dislipidemias,

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demência, hiperplasia benigna prostática, neoplasia prostática, disfunção sexual,
obstipação crônica, doença diverticular, neoplasias e doenças orificiais, doença
pulmonar obstrutiva crônica.
17. Envelhecimento do sistema imune, imunização no idoso.
18. Exames laboratoriais e de imagem para o diagnóstico de doenças comuns no
idoso.
19. Hipertrofia Prostática Benigna e Câncer de próstata.
20. Histologia das principais células que compõem o osso, suas funções, e a diferença
entre osso cortical e trabecular.
21. Legislação de saúde suplementar relacionada ao idoso – Agência Nacional de
Saúde Suplementar (ANS).
22. Legislação em saúde suplementar relacionada com o idoso – Agência Nacional
de Saúde Suplementar (ANS).
23. Nutrição do idoso, macro e micronutrientes: alterações da fisiologia da digestão
no idoso.
24. Pacientes terminais – bioética, relacionamentos e abordagem de familiares;
reação psicológica à doença grave (fases de negação, revolta, negociação,
depressão e aceitação).
25. Políticas públicas: plano de ação governamental integrado para o
desenvolvimento da política nacional do idoso (MPAS – 1996; Política Nacional
do Idoso – Lei 8.842, de 4 de janeiro de 1994; Decreto 1.948 de 3 de julho de
1996).
26. Psicologia social do envelhecimento (condições psicossociais, atitude de
preconceito, família, comunidade e assistência médica, relacionadas à afetividade
e depressão, mudança micro e macrossocial, isolamento, reorganização e
engajamento social).
27. Reabilitação e reorganização psicossocial do idoso.
28. Semiologia na abordagem do paciente idoso (Comunicação visual, auditiva,
expressão facial e delicadeza no exame físico).
29. Sexualidade do idoso: alterações neuroanatômicas e hormonais.
30. Tanatologia: aspectos médico-legais, culturais, religiosos e bioéticos.
31. Teorias do envelhecimento.

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COMPONENTES CURRICULARES INTEGRADOS

Anatomia Humana
Bioética
Bioquímica
Clínica médica
Endocrinologia
Epidemiologia
Farmacologia
Fisiatria
Fisiologia
Gastroenterologia
Geriatria / Gerontologia
Ginecologia
Histologia
Imunologia
Infectologia
Medicina do Trabalho
Neurologia Clínica
Oftalmologia
Ortopedia
Otorrinolaringologia
Patologia
Psicologia do Desenvolvimento
Psicologia Médica
Reumatologia
Saúde Coletiva
Semiologia
Sociologia
Urologia

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CARGA HORÁRIA

ATIVIDADES CARGA HORÁRIA

Tutorias 40 horas

Palestras 10 horas

LPI 10 horas

LMF 20 horas

Estudo Auto-Dirigido (EAD) e Consultoria 80 horas

Carga Horária Total 160 horas

Obs. Os discentes que não obtiverem 75% de presença nas atividades


presenciais, incluindo as Tutorias, Palestras, Consultorias, Laboratório
Morfofuncional e Laboratório de Práticas Integradas serão reprovados.

CONSULTORIAS DO MÓDULO

DATA HORÁRIO LOCAL

29/10 11h30 às 12h30 115 C

05/11 11h30 às 12h30 115 C

12/11 11h30 às 12h30 115 C

19/11 11h30 às 12h30 115 C

26/11 11h30 às 12h30 115 C

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CRONOGRAMA DO MÓDULO*

ATIVIDADES DATA

1. Período do Módulo 25/10 a 03/12/2019

2. Abertura do Módulo 25/10/2019

3. Última tutoria 29/11/2019

4. Avaliação do Módulo e Divulgação do Gabarito 03/12/2019

5. Segunda Chamada 10/12/2019

6. Devolutiva / Vista de prova 13/12/2019

7. Exame Final e Divulgação do Gabarito 17/12/2019

* Sujeito a alterações

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ATIVIDADES INTEGRADAS COM O PINESC

ATIVIDADE: PORTFÓLIO

Cada grupo de seis alunos do PINESC elegerá uma das três atividades descritas
abaixo, que será desenvolvida na USF, dentro do Módulo, ao longo do segundo
semestre de 2019 junto com os preceptores do PINESC.

1. “O Contexto do Envelhecer”
a. Fazer a abordagem, entrevista familiar, o genograma/ ecomapa de um
idoso atendido pela USF
b. Conteúdo programático relacionado:
 Avaliação geriátrica em suas dimensões de saúde física, mental e
sócio-econômica.
 Avaliação psicológica do idoso: exame mental, teoria do
desenvolvimento e psicologia médica.
 Envelhecimento cerebral e perda de memória.
 Envelhecimento e qualidade de vida.
 Legislação de saúde suplementar relacionada ao idoso. – Agência
Nacional de Saúde Suplementar (ANS).
 Políticas públicas: plano de ação governamental integrado para o
desenvolvimento da política nacional do idoso (MPAS – 1996; Política
Nacional do Idoso – Lei 8.842, de 4 de janeiro de 1994; Decreto 1.948
de 3 de julho de 1996).
 Psicologia social do envelhecimento (condições psicossociais,
atitude de preconceito, família, comunidade e assistência médica,
relacionadas à afetividade e depressão, mudança micro e
macrossocial, isolamento, reorganização e engajamento social).
 Reabilitação e reorganização psicossocial do idoso

2. “A Saúde do Idoso no séc. XXI”


a. Descrever a abrangência das ações relacionadas a saúde do idoso
realizadas na Atenção Básica, incuindo um Relato de Caso –
acompanhamento de um idoso
b. Abrangëncia:
i. Imunização
ii. Teste rápido para ISTs- HIV, hepatite e sífilis
iii. Doenças crônicas- Hiperdia
c. Conteúdo programático relacionado:
 Envelhecimento e qualidade de vida.
 Epidemiologia, etiologias e manifestações clínicas das doenças
mais comuns no idoso: artropatias degenerativas, osteoporose,
diabetes mellitus, dislipidemias, demência, hiperplasia benigna

PROCESSO DE ENVELHECIMENTO – Caderno do Discente – UNIME 2º AN0 2019 13


prostática, neoplasia prostática, disfunção sexual, obstipação
crônica, doença diverticular, neoplasias e doenças orificiais,
doença pulmonar obstrutiva crônica.
 Envelhecimento do sistema imune, imunização no idoso.

3. “Pinte Novembro de Azul”


Acompanhe o funcionamento da USF referente as atividades de rastreamento,
detecção e acompanhamento de Neoplasia de Próstata
a. Abrangência
i. Casos suspeitos – confirmados ou não
ii. Planejamento e realização das atividades de rastreamento e
diagnóstico
iii. Fluxo dos pacientes – referencia e contra-referencia
iv. Importância dos profissionais da USF na educação continuada da
população
1. Fatores de risco
b. Relato de caso ou de experiência
c. Contéudo programático relacionado
 Envelhecimento e qualidade de vida.
 Epidemiologia, etiologias e manifestações clínicas das doenças
mais comuns no idoso: artropatias degenerativas, osteoporose,
diabetes mellitus, dislipidemias, demência, hiperplasia benigna
prostática, neoplasia prostática, disfunção sexual, obstipação
crônica, doença diverticular, neoplasias e doenças orificiais,
doença pulmonar obstrutiva crônica
 Hipertrofia Prostática Benigna e Câncer de próstata.
 Reabilitação e reorganização psicossocial do idoso. Atividade 3
também
 Semiologia na abordagem do paciente idoso (Comunicação
visual, auditiva, expressão facial e delicadeza no exame físico).
 Sexualidade do idoso: alterações neuroanatômicas e
hormonais.

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LABORATÓRIO MORFOFUNCIONAL (LMF)
Coordenadora: Profa. MsC. Simone Nascimento Silveira Cucco.
Professores: Jamille Chamon, Taise Peneluc, Tiago Cadide e Simone Cucco.

Objetivo Geral
Caracterizar as estruturas anatômicas, imagens, lâminas, fotomicrografias e/ou
esquemas das estruturas histológicas dos órgãos e tecidos envolvidos nos processos
de senescência e senilidade, correlacionando com aspectos fisiológicos e
fisiopatológicos.

ESTAÇÃO 1. CONTINÊNCIA / INCONTINÊNCIA MASCULINA


TBL / HOST DATA TURMA HORÁRIO

21/10/19 A/B
Continência / Incontinência masculina 14h30
25/10/19 C

ESTAÇÃO 2. OLHO E OUVIDO


ANATOMIA / HISTOLOGIA DATA TURMA HORÁRIO
Anatomia do olho e ouvido (Profa. Jamile) A1
13h30
Lâmina de olho (Profa. Taise) B1
28/10/19
Anatomia do olho e ouvido (Prof. Tiago) A2
15h30
Lâmina de olho (Profa. Simone) B2
Anatomia do olho e ouvido (Profa. Jamile) C1 13h30
01/11/2019
Lâmina de olho (Profa. Taise) C2 15h30

ESTAÇÃO 3. SEMINÁRIOS (Valor: 2,0)


PROFESSORES: Simone e Tiago DATA TURMA HORÁRIO
TEMA 1. Fisiopatologia da osteoporose:
aspectos morfofuncionais como fator de
quedas e fraturas.

TEMA 2. Alzheimer: fisiopatologia e avanços


04/11/2019 A 13h30
na terapia.

TEMA 3. Bioquímica da depressão: o que


fazer para evitar ou minimizar.

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PROFESSORES: Taise e Jamile DATA TURMA HORÁRIO
TEMA 1. Fisiopatologia da osteoporose:
aspectos morfofuncionais como fator de
quedas e fraturas.
TEMA 2. Alzheimer: fisiopatologia e avanços 04/11/2019 B 13h30
na terapia.
TEMA 3. Bioquímica da depressão: o que
fazer para evitar ou minimizar.
PROFESSORES: Taise e Tiago DATA TURMA HORÁRIO
TEMA 1. Fisiopatologia da osteoporose:
aspectos morfofuncionais como fator de
quedas e fraturas.
TEMA 2. Alzheimer: fisiopatologia e avanços 08/11/2019 C 13h30
na terapia.
TEMA 3. Bioquímica da depressão: o que
fazer para evitar ou minimizar.

ESTAÇÃO 4. SEMINÁRIOS (Valor: 2,0)


PROFESSORES: Simone e Tiago DATA TURMA HORÁRIO
TEMA 4. Desidratação no idoso e suas
implicações.
TEMA 5. Inapetência X anemia no idoso. 11/11/2019 A 13h30
TEMA 6. Hiperplasia prostática: quando iniciar
a prevenção do câncer de próstata.
PROFESSORES: Taise e Jamile DATA TURMA HORÁRIO
TEMA 4. Desidratação no idoso e suas
implicações.
TEMA 5. Inapetência X anemia no idoso. 11/11/2019 B 13h30
TEMA 6. Hiperplasia prostática: quando iniciar
a prevenção do câncer de próstata.
PROFESSORES: Taise e Tiago DATA TURMA HORÁRIO
TEMA 4. Desidratação no idoso e suas
implicações.
TEMA 5. Inapetência X anemia no idoso. 22/11/2019 C 13h30
TEMA 6. Hiperplasia prostática: quando iniciar
a prevenção do câncer de próstata.

PROVA DO LMF
MORFOFISIOLOGIA DO OLHO E OUVIDO DATA TURMA HORÁRIO
Questões objetivas de identificação de peças
e/ou impressão, questões de fisiologia do 21/10/19 A/B/C 14h30
TBL/HOST de continência urinária
(anatomofisiologia)

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LABORATÓRIO DE PRÁTICAS INTEGRADAS (LPI)
Professores responsáveis: Dan Loureiro e Jorge Ribas.

Objetivo Geral
Conhecer os principais métodos e escalas geriátricas correlacionando-as com os
temas tutoriais.

ESTAÇÃO 1. CASOS CLÍNICOS E ESCALAS DE AVALIAÇÃO UTILIZADAS EM


GERIATRIA
Apresentação de Casos Clínicos em Geriatria DATA TURMA HORÁRIO
Escalas em Geriatria
8 horas
Discussão de casos clínicos e escalas aplicadas 31/10 A
Sala 214 B
em Geriatria.

ESTAÇÃO 2. CASOS CLÍNICOS E ESCALAS DE AVALIAÇÃO UTILIZADAS EM


GERIATRIA
Apresentação de Casos Clínicos em Geriatria DATA TURMA HORÁRIO
Escalas em Geriatria
8 horas
Discussão de casos clínicos e escalas aplicadas 07/11 B
Sala 214 B
em Geriatria.

ESTAÇÃO 3. DIAGNÓSTICO LABORATORIAL UTILIZADO EM GERIATRIA


Diagnóstico Laboratorial de Neoplasias do
DATA TURMA HORÁRIO
Trato Geniturinário Masculino
Diagnóstico Laboratorial em Geriatria
Conhecer as principais neoplasias e agentes
etiológicos das infecções do trato geniturinário
8 horas
masculino e correlacioná-los aos sinais clínicos 14/11 A
Sala 214 B
encontrados;
Identificar o método diagnóstico laboratorial
empregado para estes casos.

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ESTAÇÃO 4. DIAGNÓSTICO LABORATORIAL UTILIZADO EM GERIATRIA
Diagnóstico Laboratorial de Neoplasias do
DATA TURMA HORÁRIO
Trato Geniturinário Masculino
Conhecer as principais neoplasias e agentes
etiológicos das infecções do trato geniturinário
masculino e correlacioná-los aos sinais clínicos 8 horas
21/11 B
encontrados; Sala 214 B
Identificar o método diagnóstico laboratorial
empregado para estes casos.

AVALIAÇÃO LPI
ATIVIDADE AVALIATIVA DATA TURMA HORÁRIO
Avaliação das diferentes situações abordadas
28/11 AeB 8 horas
nas estações 1, 2, 3 e 4.

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PALESTRAS DO MÓDULO

PALESTRA 1.
ASPECTOS SOCIAIS DO IDOSO E SUBJETIVIDADE – GERONTOLOGIA
Objetivo: Descrever os mecanismos e alterações que ocorrem na senescência.
Palestrante: a confirmar
Data: 29/10/2019
Horário: 17 horas
Sala: a confirmar

PALESTRA 2.
DOENÇAS OSTEOARTICULARES ASSOCIADAS AO ENVELHECIMENTO
Objetivo: Identificar os mecanismos fisiológicos e fisiopatológicos do metabolismo ósseo e
da degeneração osteoarticular.
Palestrante: a confirmar
Data: 05/11/2019
Horário: 17 horas
Sala: a confirmar

PALESTRA 3.
DEMÊNCIAS, DEPRESSÃO E DELLIRIUM
Objetivo: Reconhecer os princípios da neurofisiologia do envelhecimento e diferenciar os três
principais distúrbios neuropsiquiátricos no idoso: depressão, delirium e demência
Palestrante: a confirmar
Data: 12/11/2018
Horário: 17 horas
Sala: a confirmar

PALESTRA 4.
ASPECTOS NUTRICIONAIS PARA O IDOSO
Objetivo: Descrever a importância da nutrição para o envelhecimento saudável.
Palestrante: Profa. Maria Lúcia Nogueira Lima
Data: 19/11/2018
Horário: 17 horas
Sala: a confirmar

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CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO

NM = NAC x 7 + NAF x 3
10

NM = Nota do Módulo

NAC= Nota da Avaliação Cognitiva (PESO 7)

NAF= Nota da Avaliação Formativa (PESO 3)

NAC = Nota da prova do módulo (NP), somada com a nota do Laboratório


Morfofuncional (NMF), que corresponde a: Anatomia (1,0), Histologia (1,0), TBL/HOST
(0,5) e LPI (0,5).

Onde:

NP= Nota da Prova do Módulo tem PESO 7.


NMF= Nota do Laboratório Morfofuncional tem PESO 3.

Assim:

NAC = NP x 7 + NMF x 3
10

Critério de Aprovação
Nota do Módulo = NM ≥ 7,0 (maior ou igual a sete).

Exame Final (EF)


O acadêmico que não atingir média igual ou superior a 7 (sete) deve submeter-se ao
exame final, que será aplicado em data programada, com questões dos problemas do
modulo e questões do LMF/LPI. Só estará apto a realizar o exame final, o acadêmico
com média semestral igual ou superior a 4 (quatro), considerando-se reprovado direto
o acadêmico que não a obtiver.
Será considerado aprovado neste exame o acadêmico que obtiver média final (MF)
igual ou superior a 6 (seis), ou seja, a média aritmética entre a média da nota do
módulo e a nota do exame final.

Assim:

MF = (NM) + (EF)
2

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AUSÊNCIA NA SESSÃO TUTORIAL

Nas situações em que o discente se ausentar, será atribuída nota zero na sessão
tutorial, seja abertura, intermediária ou fechamento de um problema.

Nas situações de doença comprovada por atestado médico, atestado de óbito dos
genitores, cônjuge e filhos que impossibilite o não comparecimento à tutoria, será
aplicada uma avaliação. Estes atestados deverão ser entregues uma cópia na
coordenação e outra ao Tutor na sessão em seguida da falta.

A avaliação constituirá de um mapa conceitual elaborado pelo discente com a


explicação detalhada deste mapa, um resumo da discussão dos objetivos
pedagógicos que foram elaborados pela equipe naquela sessão e as referências de
estudos utilizadas.

Se na situação da falta acontecer o fechamento de um problema e abertura de outro,


dois mapas conceituais, suas explicações e o resumo da discussão dos objetivos
pedagógicos serão necessários. A entrega dos materiais deverá ser na sessão em
seguida da falta e deverá ser manuscrito. O Tutor fará a avaliação de acordo com os
critérios do BAREMA abaixo e poderá ser atribuida nota de 0,0 (zero) a 7,0 (sete).

Critérios avaliados no BAREMA


CRITÉRIOS PONTOS
1 Mapa claro, manuscrito, e contendo todos os objetivos propostos pelo grupo. 0,0 – 2,0
2 Mapa com conectivos corretos. 0,0 – 1,0
3 Lista de objetivos propostos pela equipe. 0,0 – 0,5
4 Demonstrou análise crítica na explicação manuscrita do mapa. 0,0 – 2,5
5 Informou as referências de estudo utilizadas. 0,0 – 1,0

MATERIAL DIGITADO NÃO SERÁ ACEITO E SERÁ ATRIBUÍDA A NOTA ZERO.

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PROBLEMAS DO MÓDULO

PROBLEMA 1
ABERTURA 25/10/2019
INTERMEDIÁRIA 29/10/2019
FECHAMENTO 01/11/2019

PROBLEMA 2
ABERTURA 01/11/2019
INTERMEDIÁRIA 05/11/2019
FECHAMENTO 08/11/2019

PROBLEMA 3
ABERTURA 08/11/2019
INTERMEDIÁRIA 12/11/2019
FECHAMENTO 19/11/2019

PROBLEMA 4
ABERTURA 19/11/2019
FECHAMENTO 22/11/2019

PROBLEMA 5
ABERTURA 22/11/2019
FECHAMENTO 29/11/2019

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BIBLIOGRAFIA RECOMENDADA

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

FREITAS, Elizabete Viana de; PY, Ligia. Tratado de geriatria e gerontologia. 3. ed.
Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011.

GUSSO, Gustavo; LOPES, Jose Mauro Ceratti. Tratado de medicina de familia e


comunidade: princípios, formação e pratica. Porto Alegre: Artmed, 2012.

PAPALÉO NETTO, Matheus; BRITO, Francisco Carlos. Urgências em geriatria:


epidemiologia, fisiopatologia, quadro clínico e conduta terapêutica. São Paulo:
Atheneu, 2001.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

BOTTINO, Cássio M. C.; LAKS, Jerson; BLAY, Sérgio L. Demência e transtornos


cognitivos em idosos. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006.

KAPCZINSKI, Flávio; QUEVEDO, João; IZQUIERDO, Iván. Bases biológicas dos


transtornos psiquiátricos: uma abordagem translacional. 3. ed. Porto Alegre:
Artmed, 2011.

BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde Departamento de


Atenção Básica. Envelhecimento e saúde da pessoa idosa. Brasília: Ministério da
Saúde, 2006.

BRITO, Francisco Carlos de; GIACAGLIA, Luciano Ricardo; PAPALÉO NETTO,


Matheus. Tratado de medicina de urgência do idoso. São Paulo: Atheneu, 2010.

CAIXETA, Leonardo; TEIXEIRA, Antonio Lucio. Neuropsicologia Geriátrica. Porto


Alegre: Artmed, 2013.

CARVALHO FILHO, Eurico Thomaz; PAPALÉO NETTO, Matheus. Geriatria:


fundamentos, clínica e terapêutica. 2. ed. São Paulo: ATHENEU, 2006.

JACOB FILHO, Wilson; KIKUCHI, Elina Lika. Geriatria e gerontologia básicas. Rio
de Janeiro: Elsevier, 2011.

SADOCK, Benjamin J.; SADOCK, Virginia A.; RUIZ, Pedro. Compêndio de


psiquiatria: ciência do comportamento e psiquiatria clínica. 11. ed. Porto Alegre:
Artmed, 2017.

PROCESSO DE ENVELHECIMENTO – Caderno do Discente – UNIME 2º AN0 2019 23


ANEXOS

PERGUNTAS QUE PODEM AJUDAR NA CONSTRUÇÃO DO FLUXOGRAMA

PROBLEMA SOLUÇÃO

O quê é o problema qual a ação?


Por quê ocorre? foi definida esta ...
Quando desde quando ele ocorre? será feita?
Onde ele se encontra? será implantada?
Quem está envolvido? será o responsável?
Como surgiu o problema? será implantada?

Quanto custa ter este problema? esta solução?

OS SETE PASSOS DA TUTORIA

1. Ler atentamente o problema e esclarecer os termos desconhecidos.

2. Identificar as questões (problemas) propostas pelo enunciado.

3. Oferecer explicações para estas questões com base no conhecimento prévio que o
grupo tem sobre o assunto.

4. Resumir estas explicações.

5. Estabelecer objetivos de aprendizagem (fluxograma) que levem ao aprofundamento


e complementação destas explicações.

6. Estudo individual respeitando os objetivos alcançados.

7. Rediscussão no grupo tutorial dos avanços do conhecimento obtidos pelo grupo


(fluxograma de fechamento).

PROCESSO DE ENVELHECIMENTO – Caderno do Discente – UNIME 2º AN0 2019 24


LABORATÓRIO MORFOFUNCIONAL
SEMINÁRIO
CRITÉRIOS PARA AVALIAÇÃO

EQUIPE: TEMA:
Os recursos didáticos O discente mostrou A postura foi Houve O tempo
foram usados de maneira conhecimento do adequada (gestos, organização e usado de
correta (slides poluídos, assunto abordado. movimentação, voz, clareza na 20/30 min foi
ALUNO
claros, com figuras e Valor: 1,0 olhar, vestimenta). apresentação adequado
legendas, explicação das Valor: 0,2 Valor: 0,3 Valor: 0,2
figuras). Valor: 0,3

PROCESSO DE ENVELHECIMENTO – Caderno do Discente – UNIME 2º AN0 2019 25