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PROFESSORES: VÍTOR CRUZ E RODRIGO DUARTE

Olá pessoal, tudo certo? Que bom revê-los novamente hoje


estudaremos o Poder Constituinte e entraremos efetivamente no
estudo da Constituição, em específico trataremos dos Princípios
Fundamentais, temos certeza de que vocês irão gostar.
Vamos trabalhar!

Poder Constituinte:
GRAVEM MUITO BEM UM COISA: Em direito, quase todos os
termos tem um origem lógica, quanto mais vocês ficarem atentos a
isso, mais fácil a vida de vocês será facilitada.
Poder Constituinte é o poder de "constituir", ou seja, de fazer ou
modificar aquilo que está escrito como "Constituição".
Espécies:
O tal do “poder de constituir” (poder constituinte) se divide
basicamente em 2: originário e derivado.
Veja, originário vem de “origem” (simples não?!). Assim, o poder
originário é o que expressa a vontade inicial do Povo, dá origem a
toda a ordenação estatal, constituindo o Estado e, dessa forma,
fazendo surgir a Constituição. Ele pode também ser chamado de
poder constituinte de primeiro grau.
O poder derivado é o que “deriva” do inicial, ele é criado pelo poder
constituinte originário, que lhe dá o poder de modificar as coisas que
foram anteriormente estabelecidas ou estabelecendo coisas que não
foram inicialmente previstas, é o chamado poder constituinte de
segundo grau.
De uma forma mais analítica, podemos elencar 5 poderes
constituintes (sempre um único originário e o resto derivando dele):
1- Originário (PCO) - É o poder inicial do ordenamento jurídico,
um poder político (organizador). Todos os outros são poderes
jurídicos, pois foram instituídos pelo originário, ou seja, já estão
na ordem jurídica, enquanto o originário é "pré-jurídico".
2- Derivado Reformador - É o poder de fazer emendas
constitucionais. Trata-se da reforma da Constituição, ou seja, a
alteração formal de seu texto. (CF, art. 60).
3- Derivado Revisor - É o poder que havia sido instituído para
se manifestar 5 anos após a promulgação da Constituição e
depois se extinguir. Seu objetivo era restabelecer uma possível
instabilidade política causada pela nova Constituição (instabilidade
esta que não ocorreu). O poder , então, manifestou-se em 1994,
quando foram elaboradas as 6 emendas de revisão, e após isso
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retiram o seu fundamento diretamente da ordem jurídica instituída.
Tais poderes não são mais poderes iniciais, mas sim derivados.
Os poderes constituintes derivados estão presentes no corpo da
Constituição. Eles possuem sua manifestação condicionada pelo PCO
nos limites do texto constitucional. Na CF brasileira, os encontramos
nos seguintes dispositivos:
Reformador - CF, art. 60;
Revisor - CF, ADCT, art. 3º;
Decorrente - CF, art. 25 e CF, ADCT, art. 11.
Difuso – Embora não esteja expresso na CF, decorre implicitamente
dela, reconhecido pela doutrina e jurisprudência, através do poder
que os órgãos políticos possuem de direcionar o Estado,
interpretando a Constituição.

Modos de manifestação do Poder Constituinte Originário:


O Poder Constituinte Originário, segundo alguns doutrinadores, pode
ser considerado histórico (quando sua manifestação ocorre para dar
origem a um novo Estado) ou revolucionário (quando sua
manifestação tem como objetivo instituir uma nova ordem política e
jurídica em um Estado já existente).
Embora entenda-se que o poder constituinte tem o povo como seu
titular, e é na vontade desse povo que se deve instituir a nova
ordem, muitas vezes esse poder é usurpado pelo governante. Na
história, então, vemos que este poder tem sido manifestado das
seguintes formas:
• Convenção ou Assembleia Nacional Constituinte - Reunião
de legitimados pelo povo para que se elabore um texto
constitucional.
• Revolução - Depõe-se através de uma revolução o poder até
então vigente, para que se institua uma nova ordem
constitucional.
• Outorga - O governante, unilateralmente impõe uma nova
Constituição (ou Carta Constitucional) de observância
obrigatória para o povo, sem que este se manifeste.
• Método Bonapartista ou Cesarista - O governante impõe a
Constituição ao povo, porém, este ratifica o texto constitucional
através de um referendo. Desta forma, não obstante ser um
Constituição outorgada, temos a participação popular para que
entre em vigor.

Titular do Poder X Exercente do Poder:


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3- Os efeitos futuros dos fatos passados (as parcelas que ainda nem
venceram, vão vencer, mas são decorrentes desse contrato firmado
no passado).
Se a nova norma alcançar o caso 1 é será retroatividade máxima, o
caso 2 é média e o 3 é mínima.
Os 3 casos dizem respeito a algo no passado, nem que tenha sido um
contrato firmado, pendente do pagamento de parcelas.
Se 8estivéssemos diante de uma irretroatividade, o simples fato de
esse contrato ter sido firmado no passado, já o deixaria livre de
sofrer qualquer modificação, seja no seu teor ou seja nas parcelas
decorrentes dele.

Um exemplo muito utilizado para se demonstrar a produção de


efeitos com retroatividade mínima é a “vedação da vinculação ao
salário mínimo” – CF, art. 7º, IV.
Com o advento da Constituição em 1988 ficou vedada a vinculação de
pensões e benefícios em geral a certo número de salários mínimos.
Assim, no momento da vigência da norma constitucional, era
necessário modificar a maneira de calculá-las, pois a norma é de
aplicação imediata. No entanto, essa nova maneira de calcular o
benefício não vai retroagir alcançando aqueles proventos que já
foram pagos, nem aqueles proventos que já deviam ter sido pagos
mas não foram. Vai valer somente para os próximos proventos.
Veja que não podemos confundir isso com “irretroatividade”, pois
estamos falando de um benefício que tem o seu início no passado e
será atingido pela nova norma. Se a norma fosse irretroativa, os
novos vencimentos continuariam sendo pagos com a vinculação
anterior estabelecida em número de salários mínimos e não é isso
que ocorre. O fato passado foi alcançado, mas somente em seus
“efeitos futuros”.

Reforma Constitucional:
Como vimos, a reforma constitucional, fruto do PCD reformador, está
condicionada e limitada no art. 60 da Constituição Federal. Vamos ver
quais são as condições e limitações ao seu exercício:
Iniciativa da Emenda A Constituição poderá ser
Constitucional de Reforma emendada mediante proposta:
(CF, art. 60) 1. De pelo menos 1/3 dos
Deputados ou Senadores;
2. Do Presidente da
República;

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3. De mais da metade das
Assembleias Legislativas das
unidades da Federação,
manifestando-se, cada uma
delas, pela maioria relativa de
seus membros.
Obs. Maioria relativa = maioria
simples (mais da metade dos
votos dos presentes);
Limitação circunstancial A Constituição não poderá ser
emendada na vigência de
(CF, art. 60 §1º)
intervenção federal, de
estado de defesa ou de estado
de sítio.
Limitação Procedimental A proposta será discutida e
votada em cada Casa do
(CF, art. 60 §2º)
Congresso Nacional, em dois
turnos, considerando-se
aprovada se obtiver, em ambos,
3/5 do votos dos respectivos
membros.
Promulgação A emenda à Constituição será
promulgada pelas Mesas da
(CF, art. 60 §3º)
Câmara dos Deputados e do
Senado Federal, com o respectivo
número de ordem.
Limitação Material Expressa Não será objeto de deliberação a
(Cláusulas Pétreas Expressas) proposta de emenda tendente a
abolir:
(CF, art. 60 §4º)
1. a forma federativa de
Estado;
2. o voto direto, secreto,
universal e periódico;
3. a separação dos
Poderes;
4. os direitos e garantias
individuais.
Obs. Entende-se que não se
pode sequer reduzir o alcance
destas matérias, mas observe
que elas não são imutáveis, pois
poderá ser mexido no caso de
aumentar o poder de alcance
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delas.
Obs2. Voto obrigatório não é
cláusula pétrea, apenas o fato de
ser direto, secreto, universal e
periódico.
Limitação Material Implícita 1. o povo como titular do
(Cláusulas Pétreas Implícitas) poder constituinte;
(Reconhecidas pela doutrina e 2. o poder igualitário do
jurisprudência) voto.
3. o próprio art. 60 (que
estabelece os procedimentos
de reforma);
Princípio da irrepetibilidade A matéria constante de proposta
(Limitação Formal) de emenda rejeitada ou havida
(CF, art. 60 §5º) por prejudicada não pode ser
objeto de nova proposta na
mesma sessão legislativa.
Obs2. Não confunda sessão
legislativa (anual) com legislatura
(período de 4 anos).
Limitação Temporal A limitação temporal ocorre
quando somente depois de
decorrido certo lapso temporal a
Constituição poderá ser
reformada.
A CF/88 não estabeleceu
nenhuma limitação temporal,
mas, tal limitação pode ser
encontrada em Constituições de
outros países.

Demais considerações:
• Veja que a forma republicana não foi protegida pela Constituição
de 1988 como uma cláusula pétrea. Expressamente, é apenas
um princípio sensível, aquele que se não for respeitado ensejará
uma “intervenção federal”. O entendimento sobre isso não é
unânime, algumas doutrinas reconhecem a forma republicana
como cláusula pétrea implícita, devido à proteção dada ao “voto
periódico”, típico dos governos republicanos. Em concursos, se
não houver abertura na questão para os pensamentos
doutrinários, deve-se indicar que a república não é uma cláusula
pétrea.

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• Lembre-se que são gravados de forma pétrea apenas os direitos
e garantias individuais, mas, estes não se resumem ao art. 5º da
CF, estando espalhados ao longo dela.
• Essa vedação à alteração do art. 60 (cláusula pétrea implícita) é
o que chamamos de proibição à "dupla revisão", ou seja, é
vedado que o legislador primeiramente modifique o art. 60,
desprotegendo as matérias gravadas como pétreas, e depois
edite outra emenda extinguindo as cláusulas. Alguns entendem
que essa vedação de modificação do art. 60 seria absoluta, não
podendo o legislador alterar este rito, nem facilitando, nem
dificultando o processo.

Revisão Constitucional:
CF, ADCT, art. 3º → A revisão constitucional será realizada
após 5 anos, contados da data de promulgação da CF, pelo
voto da maioria absoluta dos membros do Congresso
Nacional em sessão unicameral.
Essas emendas têm o mesmo poder das emendas de reforma,
mas, percebe-se que foi um procedimento mais simples
(bastava maioria absoluta em sessão unicameral, enquanto
as outras será 3/5, em 2 turnos, nas duas Casas), porém, após o
uso deste poder de revisão, ele se extinguiu não podendo mais ser
utilizado e nem se pode por EC criar outro similar.

Mutação Constitucional:
É um tema muito relevante na atualidade. Trata-se da alteração do
significado das normas constitucionais sem que seja alterado o texto
formal. Ela se faz através das novas interpretações emanadas
principalmente pelo Poder Judiciário. Assim, diz-se que a mutação
provoca a alteração informal da Constituição. É fruto do Poder
Constituinte Derivado Difuso.
Diz-se que a alteração é "informal" pois não altera a "forma" como a
norma está escrita. O dispositivo constitucional continua lá,
igualzinho, o que se muda é apenas a forma de interpretá-lo.
Exemplo:
CF, art. 5º Todos são iguais perante a lei, sem distinção de
qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos
estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do
direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à
propriedade(...).
Veja que o dispositivo acima diz o termo “residente”, assim, em uma
leitura "seca", poderíamos concluir que somente aquele estrangeiro
que decidisse fixar o seu domicílio no Brasil é que teria acesso às
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b) Existe Poder Constituinte na elaboração de qualquer Constituição,
seja ela a primeira Constituição de um país, seja na elaboração de
qualquer Constituição posterior.
c) O Poder Constituinte derivado decorre de uma regra jurídica
constitucional, é ilimitado, subordinado e condicionado.
d) Quando os Estados-Federados, em razão de sua autonomia
político-administrativa e respeitando as regras estabelecidas na
Constituição Federal, autoorganizam-se por meio de suas
constituições estaduais estão exercitando o chamado Poder
Constituinte derivado decorrente.
e) Para parte da doutrina, a titularidade do Poder Constituinte
pertence ao povo, que, entretanto, não detém a titularidade do
exercício do poder.
Comentários:
Letra A – Correto. Genuíno está como sinônimo de “originário”. É o
poder inicial, criador.
Letra B – Correto. Sempre que se criar uma Constituição há
manifestação de poder constituinte. Segundo a doutrina o poder
constituinte pode ser considerado histórico (quando sua manifestação
ocorre para dar origem a um novo Estado) ou revolucionário (quando
sua manifestação tem como objetivo instituir uma nova ordem
política e jurídica em um Estado já existente).
Letra C – Errado. O PCD é realmente subordinado e condicionado,
porém ele é “limitado” e não “ilimitado” como diz a assertiva.
Letra D – Correto. O PCD decorrente é o Poder que os Estados
possuem para se auto organizarem, criando suas constituições.
Letra E – Correto. A titularidade do Poder não se confunde com o
exercício do Poder. O Povo é o titular do Poder, porém, que o exerce
é a Assembleia Constituinte que elabora uma Constituição tendo
como finalidade os anseios do Povo.
Gabarito: Letra C.

4. (FCC/ TRT 7ª/2009) O poder constituinte derivado é


subdivido em:
a) inicial e incondicionado.
b) inicial e ilimitado.
c) autônomo e incondicionado.
d) reformador e decorrente.
e) autônomo e ilimitado.
Comentários:
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Questão simples, de única resposta possível. Veja que o enunciado
pede "subdivisões" do Poder Constituinte Derivado. Somente a letra
D, traz espécies de Poder Constituinte. As letras, A, B, C e E trazem
características... daí ser muito importante atentar ao enunciado.
Veja ainda, que mesmo trazendo características e não subdivisões,
todas as letras (A, B, C e E) erram, já que elencam características do
PCO e não do PCD.
Gabarito: Letra D.

5. (FCC/ TRT 16ª/2009) Em tema de Poder Constituinte


Originário, é INCORRETO afirmar que
a) é limitado pelas normas expressas e implícitas do texto
constitucional vigente, sob pena de inconstitucionalidade.
b) é incondicionado, porque não tem ele que seguir qualquer
procedimento determinado para realizar sua obra de
constitucionalização.
c) é autônomo, pois não está sujeito a qualquer limitação ou forma
prefixada para manifestar sua vontade.
d) caracteriza-se por ser ilimitado, autônomo e incondicionado.
e) se diz inicial, pois seu objeto final - a Constituição, é a base da
ordem jurídica.
Comentários:
Letra A - Errada. O Poder Constituinte Originário é inicial, ilimitado e
incondicionado. Ele não se sujeita a qualquer limitação, muito menos
da Constituição, pois ele é a própria origem da Constituição, logo,
anterior a ela.
Letra B - Correto. Lembre-se "incondicionado" refere-se ao
"procedimento formal de manifestação", ou seja, a inexistência de
forma, ou rito, pré-estabelecido para se manifestar.
Letra C - Correto. Ele é autônomo, não se submete a nenhum outro
poder anterior a ele.
Letra D - É ilimitado pois não possui barreiras materiais, pode tratar
de qualquer matéria, sem estar sujeito a limites. É autônomo pois
não deriva nem se submete a nenhum outro poder. Por fim, ele é
incondicionado pelo fato de que o procedimento para se manifestar é
livre, não há qualquer rito pré-estabelecido para a sua manifestação.
Letra E - Correto. A característica "inicial" do poder constituinte
originário é pelo fato de que ele dá início ao novo ordenamento
jurídico e faz isso através da Constituição: a base da ordem jurídica.
Gabarito: Letra A.

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6. (FCC/ MPE-CE/2009 - Adaptada) O poder constituinte
decorrente é próprio das federações (Certo/Errado).
Comentários:
A afirmação é correta, pois trata-se do poder que os Estados-
membros possuem para se auto-organizarem.
Gabarito: Correto.

7. (FCC/ TCE-MG/2007) No que diz respeito ao Poder


constituinte, é correto afirmar que
a) o Movimento Revolucionário não é considerado uma das formas
básicas de expressão desse Poder.
b) as Assembleias Constituintes titularizam esse Poder, enquanto o
povo ou a nação é seu exercente.
c) o titular desse Poder é o povo, e seu exercente é aquele que, em
nome do povo, cria o Estado, editando a nova Constituição.
d) as Assembleias Constituintes confundem-se com o processo de
outorga que estabelece a Constituição, por declaração bilateral.
e) a titularidade e o exercente desse Poder são sempre o Legislativo e
o Executivo, auxiliados pelo Judiciário.
Comentários:
Letra A - Errada. A revolução é uma das formas de manifestação do
PCO.
Letra B - Errada. É o contrário, o titular do PCO é o povo, e a
Assembleia é mero exercente do Poder, e faz esse exercício em nome
do povo.
Letra C - Aêeee!!! Corretíssimo. Tenho certeza que todos acertaram
essa...! Não foi?
Letra D - Errado. Outorga é a imposição unilateral da Constituição, ou
melhor da "Carta"!
Letra E - Errado. As bancas de concurso tem horas que viajam... Essa
era pra todo mundo rabiscar logo de cara.
Gabarito: Letra C.

8. (FCC/EPP-SP/2009 - Adaptada) O Poder Constituinte


denominado originário pode se manifestar por meio de emendas
pontuais ou mediante ampla revisão da Constituição preexistente
(Certo/Errado).
Comentários:

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Neste caso será um poder derivado. O poder originário é o que dá
início ao ordenamento, todos os que vierem para reformá-lo ou revê-
lo serão poderes derivados.
Gabarito: Errado.

9. (FCC/Defensoria- SP/2007) Em relação ao poder


constituinte originário, pode-se afirmar:
a) Envolve processos cognitivos e questões complexas sobre teoria
política, filosofia, ciência política e Teoria da constituição, já que
dispõe, de maneira derivada, sobre a principal lei de um Estado, sua
organização e os direitos e garantias fundamentais.
b) Os positivistas admitem que é um poder de direito que se funda
num poder natural, do qual resultam regras anteriores ao direito
positivo e decorrentes da natureza humana e da própria idéia de
justiça da comunidade.
c) Sua teorização precedeu historicamente a primeira constituição
escrita, tendo como grande colaborador a figura do Abade Emmanuel
de Sieyès que alguns meses antes da Revolução Francesa publicou
um panfleto intitulado "A Essência da Constituição".
d) Sua atividade se dá nos casos de necessária evolução
constitucional, onde o texto poderá ser modificado através de regras
e limites jurídicos contidos na norma hipotética fundamental
idealizada por Hans Kelsen.
e) Na sua atuação poderá encontrar implicações circunstanciais
impositivas como por exemplo as pressões econômicas, sociais e de
grupos particulares, mas fundará sua legitimidade numa pauta
advinda da idéia de direito da comunidade e de sua tradição cultural.
Comentários:
PÁRA TUDO!!!
Mandamento nº1 do concurseiro no dia da prova: Não se
desespere!!! Você é seu maior inimigo. Se alguém pode fazer com
que você não se classifique no concurso, esse alguém é você mesmo,
ou melhor, o seu nervosismo... então CALMA!!! CONCENTRAÇÃO e
FRIEZA!
Quando pegarem a prova, fale para si: eu sei TUDO que está aqui... e
pelo menos em Constitucional eu sei que saberão, pois estou aqui
trabalhando para isso, para levá-los ao 11... ops.. ao 10!
Letra A - Errado. Fala um monte de baboseira, mas na verdade só
importa uma coisa: não se pode dizer que o PCO dispõe de maneira
“derivada”, pois ele é o inicial, originário na ordem jurídica.

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Letra B - Errado. Poder natural = naturalismo, são os "rivais" do
positivistas. Para os positivistas, que pregam somente a força da
norma que está instituída, não há o que se falar em fundamentos de
direito natural. Esse direito natural, de caráter supranacional, que
estaria limitando a ordem jurídica é pregado pelos jusnaturalistas e
ignorado pelos positivistas.
Letra C - Errado. A questão estava quase perfeita, porém, a obra de
Siéyès foi “O que é o terceito Estado?”. “A Essência da Constituição”
foi a obra de Ferdinand Lassale que pregava a Constituição como
sendo um fato social, sendo definida pelas forças dominantes da
sociedade.
Letra D - Errado. Estas disposições se referem ao Poder Constituinte
Derivado e não ao originário.
Letra E - Correto. Muito cuidado! A assertiva não fala em limitações,
mas em "implicações", ou seja, influências, e isso realmente ocorre.
Mas, embora uma Constituição possa sofrer influência e pressões
políticas e econômicas das forças dominantes da sociedade, é o povo
que a legitimará, devendo então prever os preceitos que irão reger o
convívio em sociedade e levar em consideração as tradições e
culturas presentes no Estado. Correta a questão.

10. (FCC/ MPE-RS/2008) Considerando que o Código Penal foi


editado por uma espécie normativa denominada Decreto-Lei, não
previsto na atual Constituição da República Federativa do Brasil,
embora o referido diploma penal continue plenamente em vigor,
tanto no aspecto material, como formal, e desta feita sob uma
roupagem de "lei ordinária", ocorreu o fenômeno caracterizado como
desconstitucionalização (Certo/Errado).
Comentários:
Vimos que desconstitucionalização é uma teoria não aceita no direito
brasileiro, já que o advento de uma nova Constituição promove a
revogação de todas as normas de natureza constitucional da
Constituição anterior, não havendo o que se falar em “rebaixamento
de status” de normas anteriores através de desconstitucionalização.
O que se aproveita são unicamente as normas que não possuem
status constitucionais que, se compatíveis materialmente,
continuarão válidas pela chamada teoria da recepção.
Gabarito: Errado.

11. (FCC/Assessor Jurídico - TJ-PI/2010) No Brasil, o Poder


Constituinte Reformador:
a) realiza a modificação da Constituição por meio de Emendas
Constitucionais, cujo projeto deverá ser aprovado em cada Casa do
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Congresso Nacional em dois turnos, pelo voto de três quintos dos
respectivos Membros e, posteriormente, sancionado pelo Presidente
da República.
b) legitima as Assembleias Constituintes Estaduais bem como as
Câmaras Municipais a produzirem a legislação local das respectivas
unidades federativas, desde que respeitada a Constituição Federal.
c) determina limites formais para o caso de revisão constitucional,
como a exigência de dupla votação e voto da maioria absoluta do
Congresso Nacional, em sessão unicameral.
d) pode se transformar em Assembleia Constituinte segundo
disposição expressa da Constituição Federal mediante aprovação
popular por meio de referendo.
e) possui limites circunstanciais, como a impossibilidade de a
Constituição Federal ser emendada em caso de intervenção federal,
estado de sítio e estado de defesa.
Comentários:
Letra A - Errada pelo fato de que não existe sanção de emenda
constitucional. Após a sua aprovação ela será promulgada pelas
Mesas das Casas Legislativas do Congresso Nacional.
Letra B - Errada, tal poder atribuído às Assembleias Estaduais é o
"Decorrente" e não o "Reformador".
Letra C - Errada, primeiramente por tratar da "revisão constitucional"
e não da "reforma constitucional". Outro erro é o fato de que a
revisão constitucional era feita em turno único e não em "dupla
votação".
Letra D - Errada. Não há nada a respeito disso.
Letra E - Correta. As limitações circunstanciais estão no §1º do art.
60, quando diz que a Constituição não poderá ser emendada na
vigência de intervenção federal, de estado de defesa ou de estado de
sítio.
Gabarito: Letra E.

12. (CESPE/AJAJ - TRE-MS/2013) A recepção material de


normas constitucionais pretéritas é admitida pelo direito
constitucional brasileiro, inclusive de forma tácita.
Comentários:
Não se pode falar em recepção de normas “constitucionais”, apenas
de normas infraconstitucionais, já que, com o advento de uma nova
Constituição, todas as normas de status constitucional pretéritas
ficam revogadas.
Gabarito: Errado.
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13. (CESPE/AJAJ - TRE-MS/2013) Com o advento de uma nova
Constituição, toda a legislação infraconstitucional anterior torna-se
inválida.
Comentários:
Isso é o que acontece com a legislação “constitucional”. A legislação
infraconstitucional só será revogada caso seja materialmente
incompatível, caso contrário ela não fica revogada, mas é
recepcionada pela nova ordem.
Gabarito: Errado.

14. (CESPE/AJAJ- TRE-MS/2013) O voto direto, secreto,


universal e periódico é considerado cláusula pétrea da CF.
Comentários:
É a previsão do art. 60, § 4º da CF, que traz as cláusulas pétreas
expressas, in verbis; “Não será objeto de deliberação a proposta de
emenda tendente a abolir: II - o voto direto, secreto, universal e
periódico”.
Gabarito: Correto.

15. (CESPE/ TRE-MS/2013) O poder constituinte originário é


inicial, incondicionado, mas limitado aos princípios da ordem
constitucional anterior.
Comentários:
O PCO é considerado inicial, ilimitado e incondicionado.
Gabarito: Errado.

16. (ESAF/PFN/2012) Sobre o poder constituinte, é incorreto


afirmar que
a) o poder constituinte originário é inicial, ilimitado e incondicionado.
b) o poder constituinte derivado é limitado e condicionado.
c) o poder constituinte decorrente, típico aos Estados Nacionais
unitários, é limitado, porém incondicionado.
d) os limites do poder constituinte derivado são temporais,
circunstanciais ou materiais.
e) a soberania é atributo inerente ao poder constituinte originário.
Comentários:
Letra A - Correto. O PCO realmente é inicial, por ser a base da nova
ordem jurídica, ilimitado por não possuir conteúdos que não possa
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tratar e incondicionado, por não se sujeitar a nenhum procedimento
pré-estabelecido.
Letra B - Correto. O PCD possui limitações de conteúdo, por isso é
limitado e também limitações procedimentais, por isso é
incondicionado.
Letra C - Errado. Poder Derivado Decorrente é típico de Federações e
não de Estados Unitários, já que se trata do Poder dos Estados
membros em editar suas próprias constituições. Por ser derivado,
também é limitado e condicionado.
Letra D - Correto. Trata-se de assertiva doutrinária. No Brasil, não há
limitações temporais ao Poder de Reforma, mas doutrinariamente
elas existem. Assim, as limitações temporais seriam aquele lapso
temporal, antes do qual o Poder Derivado não poderia ser exercído,
por expressa previsão do Poder Originário. As circunstanciais seriam
impedimentos para o exercício do Poder Derivado quando fossem
observadas certas circunstâncias (no Brasil: intervenção federal,
estado de sítio e estado de defesa) e as materiais seriam as
limitações de conteúdo a ser tratado, as famosas "cláusulas pétreas".
Letra E - Correto. O Poder Constituinte Originário é Soberano, pois é
um Poder Político que expressa a vontade do Povo em organizar o
Estado, através da elaboração de sua Constituição.
Gabarito: Letra C.

17. (ESAF/MDIC/2012) O Poder Constituinte é a manifestação


soberana da suprema vontade política de um povo, social e
juridicamente organizado. A respeito do Poder Constituinte, é correto
afirmar que
a) no Poder Constituinte Derivado Reformador, não há observação a
regulamentações especiais estabelecidas na própria Constituição, vez
que com essas limitações não seria possível atingir o objetivo de
reformar.
b) o Poder Constituinte Originário é condicionado à forma prefixada
para manifestar sua vontade, tendo que seguir procedimento
determinado para realizar sua constitucionalização.
c) no Poder Constituinte Derivado Decorrente, há a possibilidade de
alteração do texto constitucional, respeitando-se a regulamentação
especial prevista na própria Constituição. No Brasil é exercitado pelo
Congresso Nacional.
d) as formas básicas de expressão do Poder Constituinte são outorga
e convenção.
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e) o Poder Constituinte Originário não é totalmente autônomo, tendo
em vista ser necessária a observância do procedimento imposto pelo
ordenamento então vigente para sua implantação.
Comentários:
Letra A - Errado. O Poder Constituinte Derivado Reformador (PCD
Reformador) é o poder de se modificar o texto constitucional através
de emendas constitucionais, alterando aquilo que está escrito na
Constituição. Como se trata de um procedimento bastante peculiar,
não pode ser usado de forma indiscriminada, tendo a Constituição
estabelecido expressamente, em seu art. 60 (e seus parágrafos)
procedimentos e limitações especiais para que se consiga efetivar as
respostas. Destacamos a impossibilidade de suprimir as cláusulas
pétreas (CF, art. 60 §4º) que são as chamadas "limitações
materiais", além de diversas limitações chamadas de
"circunstanciais", "procedimentais" e "formais".
Letra B - Errado. O Poder Constituinte Originário (PCO) é o poder
inicial, político, que é responsável por concretizar no texto
constitucional a vontade suprema do Povo, por este motivo, é um
poder incondicionado (não possui nenhuma limitação
procedimental) e também ilimitado (não possui nenhuma limitação
quanto ao conteúdo que será tratado)
Letra C - Errado. Esta seria a definição do PCD Reformador. O PCD
Decorrente é o poder que os Estados-membros de nossa federação
(Rio de Janeiro, São Paulo, Goiás...) possuem para elaborar suas
próprias constituições estaduais.
Letra D - Correto. É isso aí. Basicamente a Constituição pode ter
origem em uma "outorga" (imposição unilateral da vontade) ou em
uma "convenção" (formação da Assembleia constituinte para
manifestar a vontade do povo)
Letra E - Errado. O PCO é um poder supremo, por este motivo é
inicial, autônomo, incondicionado, ilimitado.
Gabarito: Letra D.

PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS:
Vamos entender um pouco melhor o que seriam esses "Princípios
Fundamentais":
• Conceito: São os princípios básicos da estruturação e organização
do Estado e do seu Poder Político.
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• Na Constituição: Vão do art. 1º ao 4º.
• Sinônimos: Princípios político-constitucionais (pois organizam o
Estado, os que decorrem deles são os jurídico-constitucionais), -
tudo que for relacionado ao termo "político" estará dando ideia de
"organização"- são também chamados de normas-síntese, normas-
matriz (pois sintetizam e servem de origem para diversos
desdobramentos ao longo da Constituição).
• Princípios Fundamentais X Princípios Gerais do Direito: Não
se pode confundir os princípios fundamentais com os princípios
gerais do direito constitucional. Enquanto aqueles estão positivados
na Constituição, estes formam um estudo teórico, são aplicáveis a
vários ordenamentos.

Questões para fixar:

18. (CESPE/Analista de Infraestrutura – MP/2012) Os


princípios fundamentais da Constituição Federal de 1988 (CF)
designam as características mais essenciais do Estado brasileiro.
Comentários:
Exatamente isto, são os princípios fundamentais que “mostram a
cara” do país, sua identidade, seus valores.
Gabarito: Correto.

19. (ESAF/Analista-SUSEP/2010 - Adaptada) Muito se tem


falado acerca dos princípios constitucionais. Sobre tais princípios, é
correto afirmar que:
a) É correto dizer que há distinção entre os princípios constitucionais
fundamentais e os princípios gerais do direito constitucional.
b) as normas-sínteses ou normas-matrizes não têm eficácia plena e
aplicabilidade imediata.
c) os princípios jurídico-constitucionais não são princípios
constitucionais gerais, todavia não se constituem em meros
desdobramentos dos princípios fundamentais.
d) quando a Constituição prevê que a ordem econômica e social tem
por fim realizar a justiça social, não estamos diante de uma norma-
fim, por não abranger todos os direitos econômicos e sociais, nem a
toda a ordenação constitucional.
Comentários:
Letra A - Correto.

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Mais tarde, veremos os desdobramentos dessas coisas, ok? Agora,
trate de ficar repetindo isso tudo para você mesmo, até decorar cada
palavrinha.
Para te ajudar nessa tarefa árdua, vamos ver questões que deixarão
essa decoreba mais agradável:

20. (FCC/ TST/ 2012) Dentre os objetivos fundamentais da


República Federativa do Brasil NÃO se inclui
(a) construir uma sociedade livre, justa e solidária.
(b) garantir o desenvolvimento nacional.
(c) erradicar a pobreza e a marginalização e reduzir as desigualdades
sociais e regionais.
(d) promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça,
sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação.
(e) promover o pluralismo político.
Comentários:
Mais uma vez a literalidade da Constituição...o pluralismo político é
um dos fundamentos da República federativa do Brasil.
Gabarito: Letra E.

21. (FCC/Técnico Judiciário-TRE-PR/2012) A Carta Africana


dos Direitos do Homem e dos Povos, assinada por Estados do
continente africano em 1981, enuncia, em seu artigo 20, que todo
povo tem um direito imprescritível e inalienável, pelo qual determina
livremente seu estatuto político e garante seu desenvolvimento
econômico e social pelo caminho que livremente escolher.
Na Constituição da República Federativa do Brasil, o teor de referido
enunciado encontra equivalência no princípio de regência das relações
internacionais de:
a) repúdio ao terrorismo e ao racismo.
b) construção de uma sociedade livre, justa e solidária.
c) erradicação da pobreza e da marginalização.
d) autodeterminação dos povos.
e) concessão de asilo político.
Comentários:
As opções das letras “A” e “E” são princípios que regem o Brasil nas
relações internacionais, mas não é o que guarda relação com o
enunciado, ou seja, não é isto que a questão está pedindo, atenção!

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A letra “B” transcreve um dos objetivos da República Federativa do
Brasil, conforme Art. 3º, I, logo também não é o gabarito. Enquanto
a letra “C” se refere ao objetivo constante no art. 3º, III.
Logo, o item correto é a letra D, pois o enunciado se refere á
autodeterminação dos povos, conforme descrito no Art. 4º, III da
Constituição, que é justamente a independência que um Estado
Soberano possui em face dos outros Estados Soberanos.
Gabarito: Letra D.

22. (FCC/ Técnico Judiciário-TRF-2ª REGIÃO/2012) Quanto às


relações internacionais, o Brasil rege-se, segundo expressamente
disposto no artigo 4º da Constituição Federal brasileira pelo princípio:
a) do juiz natural.
b) do efeito mediato.
c) da sucumbência
d) da igualdade entre os Estados
e) da concentração
Comentários:
Das opções acima a única que está inserida no artigo 4º é a letra D.
Gabarito: letra D.

23. (FCC/Ass. Legislativo - ALESP/2010) Constitui um dos


fundamentos da República Federativa do Brasil, de acordo com a
Constituição Federal de 1988,
a) a garantia do desenvolvimento nacional.
b) a não intervenção.
c) a defesa da paz.
d) a igualdade entre os Estados.
e) o pluralismo político.
Comentários:
A letra A traz um dos "objetivos fundamentais" da República
Federativa do Brasil (art. 3º).
As letras b, c e d trazem princípios que regem as relações
internacionais (art. 4º) e não objetivos fundamentais.
A letra E é a única que traz corretamente um fundamento (art. 1º).
Gabarito: Letra E.

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24. (FCC/Ag. Técnico Legislativo - ALESP/2010) Ao tratar dos
princípios fundamentais do Estado brasileiro, a Constituição Federal
estabelece que:
a) são Poderes da União, independentes e harmônicos entre si, o
Legislativo, o Executivo, o Judiciário e o Ministério Público.
b) constitui objetivo fundamental da República Federativa do Brasil
erradicar as desigualdades econômicas, sociais e culturais.
c) a República Federativa do Brasil buscará a integração econômica,
política e cultural dos povos da América Latina, da Europa e da África,
visando à formação de uma comunidade de nações.
d) todo o poder emana do povo, que o exerce diretamente conforme
determina a legislação eleitoral.
e) a República Federativa do Brasil rege-se nas suas relações
internacionais pelo princípio da não intervenção.
Comentários:
A letra A erra, pois o Ministério Público, embora seja considerado "na
prática" um quarto poder, não é formalmente um dos Poderes do
Estado. A Constituição adota à clássica teoria de Montesquieu que
divide as funções do poder político em 3: Legislativa, Executiva e
Jurisdicional.
Letra B - Pegadinha clássica - O que se quer erradicar é a pobreza e a
marginalização. Se quer apenas "reduzir" as desigualdades. Não se
pode vislumbrar um país sem desigualdades, isso é mais que utopia.
O que se busca é que as desigualdades sejam "mínimas",
"reduzidas".
Letra C - Europa e África??? Viajou! O correto seria apenas "América
Latina", nos termos do parágrafo único do art. 4º.
Letra D - O correto seria "que o exerce por meio de representantes
eleitos ou diretamente, nos termos desta Constituição".
Letra E - Aí sim... a FCC foi colocando um monte de casca de banana,
e deixou a resposta certa lá na última!
Gabarito: Letra E.

25. (FCC/Técnico do TRT 7º/2009) Segundo a Constituição


Federal, a República Federativa do Brasil é formada:
a) pelos cidadãos dos quais emana o poder exercido por meio de
representantes eleitos.
b) pelo conjunto de cidadãos aos quais são garantidos os direitos
fundamentais.
c) pela união dos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário.
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d) pela integração econômica, política e social de todos os Estados.
e) pela união indissolúvel dos Estados e Municípios e do Distrito
Federal.
Comentários:
Essa questão explora a simples literalidade do art. 1º da Constituição.
Gabarito: letra E!

26. (FCC/Técnico-TCE-GO/2009) Considere as seguintes


afirmações sobre os princípios fundamentais da Constituição da
República:
I. A República Federativa do Brasil é formada pela união indissolúvel
dos Estados, Municípios e Distrito Federal.
II. Todo o poder emana do povo, que o exerce por meio de
representantes ou diretamente, nos termos da Constituição.
III. Constituem objetivos fundamentais da República Federativa do
Brasil, dentre outros, a construção de uma sociedade livre, justa e
solidária e a garantia do desenvolvimento nacional.
Está correto o que se afirma em
a) I, apenas.
b) II, apenas.
c) III, apenas.
d) I e II, apenas.
e) I, II e III.
Comentários:
A questão pediu "princípios fundamentais", então, estará correta
qualquer coisa que estiver do art. 1º ao 4º da Constituição, vamos
ver:
I- Correto. Literalidade do Caput do art. 1º.
II- Correto. Literalidade do parágrafo único do art. 1º
III- Correto. Literalidade do art. 3º, I e II.
Gabarito: Letra E.

27. (FCC/Técnico-TRT 15ª/2009) Sobre os princípios


fundamentais da República Federativa do Brasil, é correto afirmar que
a) foi acolhido, além de outros, o princípio da intervenção para os
conscritos.

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b) dentre seus objetivos está o de reduzir as desigualdades regionais.
c) um dos seus fundamentos é a vedação ao pluralismo político.
d) o Brasil rege-se nas suas relações internacionais, pela dependência
nacional.
e) a política internacional brasileira veda a integração política que
vise à formação de uma comunidade latino-americana de nações.
Comentários:
Mais uma vez, buscaremos qualquer coisa que esteja do art. 1º ao 4º
da Constituição:
Letra A - Não existe isso... conscrito é aquela pessoa que está no
serviço militar obrigatório, não há lógica alguma na afirmação.
Letra B - Correto. Art. 3º, III.
Letra C - Errado. O pluralismo não é vedado, ele é garantido!
Letra D - O correto seria "independência".
Letra E - Errado. O Brasil deve buscar esta integração (CF, art. 4
parágrafo único)
Gabarito: Letra B

28. (FCC/TRT 18ª/2009) Quanto aos Princípios Fundamentais,


considere:
I. A República Federativa do Brasil, formada pela união dissolúvel dos
Estados e dos Municípios, constitui-se em Estado Democrático de
Direito.
II. São Poderes da União, dependentes entre si, o Legislativo, o
Executivo e o Judiciário.
III. Todo o poder emana do povo, que o exerce por meio de
representantes eleitos ou diretamente, nos termos da Constituição da
República Federativa do Brasil.
IV. A República Federativa do Brasil rege-se nas suas relações
internacionais pelo princípio da concessão de asilo político.
Está INCORRETO o que consta APENAS em
a) I e IV.
b) I e II.
c) III e IV.
d) II e III.
e) II e IV.
Comentários:

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I - Errado. A união é indissolúvel.
II- Errado. Eles são independentes.
III- Correto. CF, art. 2º.
IV- Correto. CF, art. 4º, XI.
Gabarito: Letra B.

29. (FCC/AJAA-TRT 18ª/2008) Quanto aos Princípios


Fundamentais, é correto afirmar que a República Federativa do Brasil
rege-se nas suas relações internacionais, dentre outros, pelo princípio
da
a) exclusiva proteção dos bens jurídicos.
b) não cumulatividade.
c) prevalência dos direitos humanos.
d) uniformidade geográfica.
e) reserva legal.
Comentários:
Agora, a questão pede exclusivamente os princípios do art. 4º.
O único correto é a letra C, segundo o art. 4º, II.
Gabarito: Letra C.
30. (FCC/Procurador-Recife/2008) NÃO figuram entre os
princípios pelos quais estabelece a Constituição que a República
Federativa do Brasil se rege, em suas relações internacionais,
a) a independência nacional e a autodeterminação dos povos.
b) a não-intervenção e a defesa da paz.
c) a igualdade entre os Estados e a solução pacífica dos conflitos.
d) o repúdio ao terrorismo e ao racismo.
e) os valores sociais do trabalho e da livre iniciativa.
Comentários:
Mais uma vez, só valem os do art. 4º.
A letra A, B, C, e D estão corretas, porém a letra E trouxe um
fundamento (art. 1º) e não um princípio que rege as relações
internacionais.
Gabarito: Letra E.

31. (FCC/TRE-SE/2008) A República Federativa do Brasil


constitui-se em Estado Democrático de Direito e tem como
fundamentos, entre outros,
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a) a livre manifestação do pensamento, o combate à tortura e o
repúdio ao terrorismo.
b) o desenvolvimento nacional, a defesa da paz e a solução pacífica
dos conflitos.
c) a soberania, a cidadania e a dignidade da pessoa humana.
d) a liberdade de expressão, a liberdade de crença e a igualdade
perante a Lei.
e) a propriedade, a economia e a tributação.
Comentários:
Agora só valem os do art. 1º. O famoso "So-Ci-Di-Val-Plu".
A questão, na letra C, trouxe o "So", o "Ci" e o "Di". Por isso, essa é a
alternativa correta.
Gabarito: Letra C.

32. (FCC/AJAA-TRF 5/2008) Nas suas relações internacionais, a


República Federativa do Brasil rege-se, dentre outros, pelo princípio
da
a) dependência nacional e do pluralismo político.
b) intervenção e da cidadania.
c) autodeterminação dos povos.
d) solução bélica dos conflitos e da soberania.
e) vedação de asilo político.
Comentários:
A única correta é a letra C. Não é mesmo? vejamos:
Letra A - seria independência. E o pluralismo político é um
fundamento.
Letra B - O certo seria "não-intervenção", e a cidadania é um
fundamento.
Letra C - Correto.
Letra D - O certo seria solução pacífica e não bélica.
Letra E - Errado. O correto seria "concessão" de asilo político.
Gabarito: Letra C.

33. (FCC/TRE-SE/2007) Analise as afirmativas abaixo.


I. Construção de uma sociedade livre, justa e solidária.
II. Garantia do desenvolvimento nacional.

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III. Garantia dos valores sociais do trabalho e da livre iniciativa.
IV. Erradicação a pobreza e a marginalização e reduzir as
desigualdades sociais e regionais.
V. Promoção do bem de todos, sem preconceitos de origem, raça,
sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação.
De acordo com a Constituição Federal do Brasil de 1988 são
considerados objetivos fundamentais da República Federativa do
Brasil os indicados APENAS em:
a) I, II, III e IV.
b) I, II, IV e V.
c) I, III, IV e V.
d) II, III, IV e V.
e) I, III, IV e V.
Comentários:
Os objetivos fundamentais são os do art. 3º, temos que analisar a
questão pensando somente naquilo que está no art. 3º. Então
vejamos:
I - Correto. CF, art. 3º, I.
II - Correto. CF, art. 3º, II.
III- Errado. Esses são fundamentos, presentes no art. 1º, então, não
vale!
IV- Correto. CF, art. 3º, III.
V - Correto. CF, art. 3º, IV.
Gabarito: Letra B.

34. (FCC/TRE-PB/2007) Quanto aos princípios que regem a


República Federativa do Brasil é INCORRETO afirmar que:
a) são Poderes da União, independentes e harmônicos entre si, o
Legislativo, o Executivo e o Judiciário.
b) nas suas relações internacionais o Brasil rege-se, dentre outros,
pelos princípios da intervenção e determinação dos povos.
c) todo poder emana do povo, que o exerce por meio de
representantes eleitos ou diretamente, nos termos da Constituição
Federal.
d) o Brasil é formado pela união indissolúvel dos Estados e Municípios
e do Distrito Federal, constituindo-se em Estado Democrático.
e) constituem objetivos fundamentais, dentre outros, garantir o
desenvolvimento nacional.
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E o que quer dizer uma "Forma de governo", uma "Forma de Estado"
ou um "Sistema de governo"??? Vamos lá:

É maneira como se dá a instituição do


poder na sociedade e como se dá a
a) Forma de Governo relação entre governantes e
governados. Quem deve exercer o
poder e como este se exerce.

Basicamente são as repúblicas (todos exercem o poder) e as


monarquias (só um exerce o poder).

Características da Monarquia:
1- Vitaliciedade - O governante terá o governo em suas mãos por
toda a sua vida. Não há temporariedade.
2- Hereditariedade - Não há eletividade. O governo é passado de
pai para filho, como herança.

Características da República:
A coisa é do povo. Embora, o povo escolha representantes para a
gestão de "sua coisa", estes representantes não se apoderam da
coisa pública. Assim, é essencial que tenhamos em uma república:
1- Temporariedade dos mandatos: Pois assim, nenhum
representante tomará para si a feição do poder, permanecendo
ilimitadamente no cargo. Haverá uma rotatividade dos cargos
públicos para que diversas pessoas, com pluralidade de opiniões e
ideias possam representar a sociedade.
2- Eletividade dos cargos políticos: Os cargos políticos só serão
legítimos se providos por eleições, de acordo com a vontade do povo.
3 - Transparência na gestão pública, através de prestação de
contas, levando a uma responsabilidade dos governantes: Os
representantes não podem se apoderar do patrimônio que é de todos,
nem geri-los como bem entenderem. Devem promover uma gestão
que esteja alinhada com a finalidade do bem comum.
4- Separação das funções do Poder Político entre diferentes
agentes.

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de forma independente, tomando
suas próprias decisões executivas
e legislativas.
Observações:
1- Para alguns doutrinadores não haveria a separação entre auto-
organização e autolegislação.
2- Estamos falando de autonomia, não de soberania. A soberania,
que a Constituição adota em seu art. 1º, I, como um fundamento da
República Federativa do Brasil (definida como o poder supremo que o
Estado brasileiro possui nos limites do seu território, não se su-
jeitando a nenhum outro poder de igual ou superior magnitude e
tornando-se um país independente de qualquer outro no âmbito
internacional) irá se manifestar apenas na pessoa da República
Federativa do Brasil, entendida como a união de todos os entes
internos, representando todo o povo brasileiro, povo este que é o
verdadeiro titular da soberania.
3- Nem mesmo o ente federativo "União" possui soberania, a União
possui apenas autonomia tal como os Estados, Distrito Federal e
Municípios. A República Federativa do Brasil é única soberana e que
se manifesta internacionalmente como pessoa jurídica de direito
internacional.

Estados simples X Estados complexos:


Um Estado pode se desenhar territorialmente com o
reconhecimento ou não de autonomias regionais. Quando
houver repartições regionais dotadas de autonomia,
estaremos diante de um Estado complexo ou composto.
Quando não houver autonomias regionais com poder de se
auto-organizarem, estaremos diante de um estado simples ou
unitário.
Os estados complexos são basicamente as federações e as
confederações (embora existam outros tipos menos comuns
como a União real ou União Pessoal).

Federação x Confederação: Em uma federação temos um Estado


fracionado em unidades autônomas. Nas confederações as unidades
não são simplesmente autônomas, elas são soberanas. Assim, a
federação é uma união indissolúvel, ou seja, os entes não têm o
direito de secessão. Já nas confederações, os Estados podem se
separar do bloco.

Características da nossa federação:


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1. Indissolubilidade: Pelo fato de os entes não possuírem o
direito de secessão.
2. Cláusula Pétrea Expressa: A Constituição expressamente
protegeu a forma federativa de estado como uma cláusula pétrea
(CF, art. 60§4º), impedindo assim que uma emenda constitucional
possa vir a dissolver a federação ou ofender o pacto federativo
(autonomia dos entes federados);
3. Federação por segregação, ou movimento centrífugo:
diferentemente do EUA, onde haviam vários Estados que se
"agregaram" (movimento centrípeto) para formar o país, no Brasil
tinha-se apenas um Estado que se desmembrou em outros.
4. Federalismo de 3º grau: até a promulgação da
Constituição Brasileira de 1988, os Municípios não possuíam
autonomia, tínhamos, então, um federalismo de 2º grau, formado
apenas pelas esferas federal e estadual. Após a promulgação da
Constituição vigente, o país passou a ter um federalismo de 3º grau,
reconhecendo os Municípios como autônomos e, assim, adotando
uma espécie bem peculiar de federação.
5. Federalismo cooperativo: existe uma repartição de
competências de forma que cada ente federativo irá contribuir para a
finalidade do Estado, havendo a previsão de competências que são
comuns a todos, além de colaborações técnicas e financeiras para a
prestação de alguns serviços públicos, e repartição das receitas
tributárias.
6. Federalismo assimétrico: não existe uma homogeneidade
entre os entes federativos, há uma clara disparidade entre os
diversos estados da federação, criando diversas peculiaridades
regionais.

37. (FCC/ TRT 8ª/2010) As finalidades básicas do princípio da


indissolubilidade do vínculo federativo são
a) a unidade nacional e a necessidade descentralizadora.
b) o direito de secessão e a prevalência dos interesses da União sobre
os Estados, Distrito Federal e Municípios.
c) o direito de secessão e a necessidade de auto- organização.
d) dúplice capacidade de auto-organização dos Estados e Municípios e
sujeição aos interesses da União.
e) dúplice capacidade de auto-organização dos Estados e Municípios e
o direito de secessão.
Comentários:

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A Constituição versa logo em seu art. 1º que a República Federativa
do Brasil constitui uma “união indissolúvel”. Assim, a
“indissolubilidade” é uma característica básica da nossa federação, ou
seja, é terminantemente vedada qualquer ação de “secessão”. Os
Estados e Municípios não podem se separar do vínculo federativo,
eles não possuem esse “direito de secessão”.
Como isso já sabemos, de cara, que estão erradas as letras B, C e E.
Uma das finalidades desse vínculo, que se estabelece na forma de um
“federalismo cooperativo”, é a necessidade descentralizadora. Os
governos locais (municipais) estão mais próximos da população,
conseguindo observar de perto as necessidades da população, estes
interesses locais (municipais) são harmonizados pelos governos
regionais (Estaduais) e por sua vez pelo governo federal. A letra A é a
correta.
A letra D fala ainda da “sujeição aos interesses da União”. Embora
indissolúvel, a nossa federação é formada por entes autônomos, sem
qualquer sujeição de interesses de um em relação ao outro, isso por
que todos os entes da federação (Municípios, Estados, Distrito Federal
e União), são dotados da “quádrupla” (ou “tríplice”) autonomia.
Gabarito: Letra A.

38. (FCC/TCE-CE/2006) Confederação é a união permanente de


dois ou mais Estados-membros, os quais, conservando sua
autonomia político-administrativa, abrem mão de sua soberania, em
favor do Estado Federal.
Comentários:
Os Estados que formam uma confederação, diferentemente dos que
formam uma federação, são soberanos. Eles possuem o direito de
secessão, ou seja, de se separar do bloco. A união deles acontece
para que se aumente a força representativa internacional.
Gabarito: Errado.

Sem conceito pacífico na doutrina.


c) Regime Político
Dizemos que é a forma pela qual se
dá a "regência" das decisões
políticas do Estado.

A democracia mista ou semi-direta foi eleita como o regime


político brasileiro (vide preâmbulo e art. 1º), assim, quem é

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responsável por reger a política brasileira é o povo, o detentor do
poder, que direciona as ações do governo de duas formas:
1- Diretamente, através do uso do plebiscito, referendo e da
iniciativa popular, ou
2- Indiretamente, através dos representantes eleitos pelo próprio
povo.

39. (FCC/TCE-CE/2006) Democracia semidireta é aquela que se


caracteriza pela eleição de representantes do povo, por meio do voto,
dotada de mecanismos de participação popular direta, como o
plebiscito, o referendo e a iniciativa popular.
Comentários:
A democracia mista ou semi-direta é o regime político adotado pelo
Brasil e caracteriza-se justamente pelo fato de os governantes serem
eleitos para representar o povo, e em nome dele exercerem o Poder.
Porém, o povo resguarda uma parcela do exercício que se dará
através de:
• Plebiscito (Consulta popular antes de se fazer algo);
• Referendo (Consulta popular para ratificar ou não algo que já
foi feito); e
• Iniciativa Popular (Propositura de leis ordinárias e
complementares através da iniciativa dos próprios cidadãos que
subscrevem o projeto de lei).
Gabarito: Correto.

40. (CESPE/ ABIN/2010) A soberania popular é exercida, em


regra, por meio da democracia representativa. A Constituição Federal
brasileira consagra, também, a democracia participativa ao prever
instrumentos de participação intensa e efetiva do cidadão nas
decisões governamentais.
Comentários:
A soberania popular no Brasil é exercida pela democracia mista ou
semi-direta, ou seja, em regra temos a representação (governantes
legitimamente eleitos pelo povo para tomarem as decisões políticas),
porém, essa democracia representativa se funde com instrumentos
da democracia direta como o referendo, o plebiscito e a iniciativa
popular, onde o povo poderá diretamente tomar decisões de ordem
política.
Gabarito: Correto.

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Titularidade do Povo - "Todo o poder emana do povo" - O
povo é o titular da soberania e são os seus interesses que
irão prevalecer.
Imprescritibilidade - Este poder é permanente, não se
acaba com o tempo.
Indelegabilidade - O povo não pode abrir mão de seu
poder. Embora haja representantes, estes sempre agem em
nome do seu povo.

A “separação” dos Poderes ao longo dos tempos:


Falamos em Montesquieu. Cabe-nos observar como aqueles
nossos antigos amigos dividiam as funções do Poder Político:

Aristóteles (384 a.C – 322 a.C.) É considerado o primeiro


pensador a dividir as funções do Estado, discorreu sobre o
tema em sua obra “A Política”, e fazia isto através do que
chamava de:
Função Deliberante (“Primeiro Poder”) – aquela que
seria responsável por tomar as decisões fundamentais;
Função Executiva (“Segundo Poder”) – que iria
administrar e executar as funções essenciais; e
Função Jurisdicional (“Terceiro Poder”).

John Locke (1632 – 1704): Tratou novamente do tema,


segundo ele, existiriam três poderes que se converteriam em dois: o
Poder Legislativo, o Poder Executivo e o Poder Federativo. O Poder
Federativo seria responsável pela manutenção das relações com
outros Estados, isso se fazia através de alianças (feudos,
origem do termo federalismo), administrando, assim, a segurança
e o interesse público externo. Locke, porém, afirmava que o
Executivo e o Federativo, embora desempenhassem distintas
funções, deveriam estar nas mesmas mãos, fundindo-se em um, sob
pena de levar ao caos o seu exercício.

Divisão Clássica - Montesquieu (1689 – 1755): Em sua obra “O


Espírito das Leis”, dividiu as funções em Legislativa, Executiva
e Judiciária, divisão esta que foi, em princípio, formalmente
adotada pela República Federativa do Brasil na Constituição de
1988.

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• Também se configura inconstitucional novas exigências de
aprovações, como, por exemplo, a não observância do prazo
de 15 dias – art. 83, CF – para a necessidade de licença pela
Assembleia Legislativa para que o Governador ou Vice venha
se ausentar do país (ADI 738).
• Ofende o princípio da independência e harmonia entre os
poderes, sendo assim, inconstitucional a norma que
subordina convênios, acordos, contratos e atos de
Secretários de Estado à aprovação da Assembleia Legislativa
(ADI 676).

41. (FCC/Técnico Judiciário-TRE-SP/ 2012) O mecanismo pelo


qual os Ministros do Supremo Tribunal Federal são nomeados pelo
Presidente da República, após aprovação da escolha pelo Senado
Federal, decorre do princípio constitucional da:
a) separação de poderes
b) soberania
c) inafastabilidade do Poder Judiciário
d) cidadania
e) solução pacífica dos conflitos
Comentários:
Veja que na escolha de Ministros do Supremo, membros do Poder
Judiciário, há a participação de membros do Poder Executivo e do
Poder Legislativo, em aplicação da harmonia entre os poderes, o
chamado “sistema de freios e contrapesos” (check and balances),
onde um Poder vai sempre atuar de forma a impedir o exercício
arbitrário na atuação do outro. Assim, tal mecanismo decorre do
princípio da separação dos poderes, correta a assertiva “A”.
Gabarito: Letra A.

42. (FCC/TJAA-TRT-SP/2008) A função do Vice-Presidente da


República de substituir o Presidente da Republica impedido do
exercício do cargo é classificada como
a) típica de ordem constitucional.
b) atípica de ordem legal.
c) objetiva de ordem legal.
d) objetiva de ordem mandamental.
e) analítica de ordem mandamental.
Comentários:
As funções podem ser típicas ou atípicas. A função do Vice-presidente
de substituir o Presidente da República é uma função básica dele,
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inclusive é a sua principal função. Logo, trata-se de uma função
típica, pois não é excepcional, e isso decorre diretamente de
mandamento constitucional. Logo, é uma função típica de ordem
constitucional.
Gabarito: Letra A.

43. (FCC/TCE-SP/2011) Considera-se função atípica do Poder


Executivo, sob a ótica do princípio da separação de poderes, a
previsão constitucional segundo a qual compete ao Presidente da
República
a) vetar e sancionar projetos de lei.
b) suspender a eficácia de lei declarada inconstitucional pelo Supremo
Tribunal Federal.
c) editar decretos e regulamentos para a execução de leis.
d) nomear Ministros do Supremo Tribunal Federal, após arguição pelo
Congresso Nacional.
e) editar leis delegadas e medidas provisórias.
Comentários:
Funções típicas do Presidente da República são aquelas atribuições
que ele exerce inerentes a sua função de “chefe de Estado” ou “chefe
de Governo”, ou seja, administrar a máquina pública, manter
relações internacionais e etc.
Quando ele exerce funções que não são inerentes à sua atividade
“normal”, mas sim aquelas funções que, em princípio, seriam
inerentes a outros Poderes, estamos diante de uma função “atípica”.
Da relação apresentada pela questão, podemos encontrar funções
atípicas na letra E, pois ao editar leis delegadas e medidas
provisórias, o Presidente está agindo com atribuições típicas do Poder
Legislativo, logo são “atípicas ao Executivo”.
Gabarito: Letra E.

44. (FCC/Assistente - TCE - AM/2008) O Estado Unitário é


incompatível com o príncipio da separação de poderes.
Comentários:
O Estado unitário é um Estado onde inexiste descentralização do
poder, ou seja, não há divisão "espacial" do poder. Porém, nada
impede que ocorra separações "funcionais" do poder. Estado unitário
se refere ao território, forma de Estado. A forma de Estado não
influencia na existência de poderes Legislativo, Executivo e Judiciário.
Gabarito: Errado.
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45. (FCC/Assistente - TCE - AM/2008) A monarquia absoluta é
incompatível com o príncipio da separação de poderes.
Comentários:
Na Monarquia Absoluta, o rei é o detentor supremo de poder, ele é o
Legislativo, o Executivo e o Judiciário. Não há o que se falar na
atribuição destas funções à pessoas diferentes.
Gabarito: Correto.

OUTRAS QUESTÕES SOBRE PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS:

46. (FCC/DPU-SP/2009) Em relação aos objetivos fundamentais


da República Federativa do Brasil previstos no artigo 3o da
Constituição Federal, considere as seguintes afirmações:
I. São reveladores de uma axiologia, uma antevisão de um projeto de
sociedade mais justa esposado pelo constituinte.
II. Vem enunciados em forma de ação verbal (construir, erradicar,
reduzir, promover), que implicam a necessidade de um
comportamento ativo pelos que se acham obrigados à sua realização.
III. Como possuem enunciado principialista e generalista não
possuem valor normativo, daí porque o estado brasileiro descumpre-
os sistematicamente.
IV. O repúdio ao terrorismo e racismo está dentre os objetivos mais
importantes, pois respalda outra normaregra objetiva que é a
dignidade da pessoa humana.
V. Além de outras normas constitucionais, encontramos vários
instrumentos e disposições para efetivação dos objetivos nos títulos
que tratam da ordem econômica e da ordem social.
Estão corretas SOMENTE
a) I, II e IV.
b) I, II e V.
c) I, IV e V.
d) II, III e IV.
e) III, IV e V.
Comentários:
I- Correto. Obeservando o rol de objetivos constantes do art. 3º da
Constituição vemos claramente que o constituinte estava preocupado
em formar uma sociedade menos desigual, sem preconceitos, enfim,
mais justa. Axiologia é tudo o que se refere a princípios, valores e
etc...
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II- Correto. São aquilo que a doutrina chama de "normas
programáticas", são normas que direcionam a atuação do Estado. Por
si só, não são capazes de produzir efeitos no campo prático, mas
traçam diretrizes para balizar a conduta dos poderes públicos.
III- Errado. Tudo aquilo que está positivado no corpo da Constituição
possui valor normativo, exceção se faz somente ao preâmbulo, que
segundo a jurisprudência do STF é despido de força normativa.
Assim, embora seus enunciados sejam realmente principialistas e
generalistas, não se pode dizer que estão ausentes de força
normativa, já que, qualquer ação em sentido contrário ao que ali
está, será tida como inconstitucional.
IV- Errado. A dignidade da pessoa humana não é uma norma-regra, e
sim uma norma princípio.
V- Correto. A Constituição brasileira é uma constituição analítica. Em
seus artigos iniciais (princípios fundamentais), ela traça diretrizes
generalistas a serem alcançadas, verdadeiros princípios a serem
observados. Ao longo do texto constitucional, ela traz outros
princípios e regras que, na verdade, são, muitas vezes,
desdobramentos dos princípios fundamentais. Estes desdobramentos
ao ao serem observados irão servir para concretizar os princípios
fundamentais.
Gabarito: Letra B.

47. (FCC/DPE-SP/2009) Assinale a afirmativa correta.


a) Nosso federalismo prevê a atuação do poder constituinte derivado
decorrente, por meio de instituições que correspondam à ideia
centralizadora de afirmação do estado que atua em bloco único.
b) A teoria da 'tripartição de poderes' confirma o princípio da
indelegabilidade de atribuições, por isso qualquer exceção, mesmo
advinda do poder constitucional originário, deve ser considerada
inconstitucional.
c) O princípio do pluralismo político refere-se à ideologia unitária da
preferência político-partidária, já que nesse terreno é imperativa a
aplicação da reserva da constituição.
d) Nas relações internacionais aplica-se o princípio constitucional da
intervenção, com repúdio ao terrorismo e defesa da paz, além da
solução pacífica dos conflitos.
e) O princípio republicano, que traduz a maneira como se dá a
instituição do poder na sociedade e a relação entre governantes e
governados, mantém-se na ordem constitucional mas hoje não mais
protegido formalmente contra emenda constitucional.
Comentários:
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Letra A - Errada. Realmente nosso federalismo prevê a atuação do
poder constituinte derivado decorrente, que é o poder que os Estados
membros possuem para elaborar as suas constituições. Isso reflete
justamente uma ideia "descentralizadora" das atuações em não uma
ideia centralizadora, já que os Estados estarão dotados de autonomia
própria.
Letra B - Errado. Mais uma vez: os "poderes" (Legislativo, Executivo,
e Judiciário) são independentes, porém, são harmônicos entre si.
Desta forma, cada um deles possui certas atribuições típicas
(essenciais), mas também algumas consideradas atípicas (que são
essenciais aos outros). Isto não fere o conceito de tripartição
funcional do poder.
Letra C - Errada. Questão absurda. Se estamos falando de
"pluralismo político" estamos diante de uma ideologia "plural",
diversificada, variada, e não uma ideologia unitária.
Letra D - Errada. O correto seria "não-intervenção".
Letra E - Está correta a letra E, pois definiu-se corretamente o que
seria a "forma de governo" - no Brasil, a "república" - e corretamente
asseverou que esta forma de governo não é mais uma cláusula
pétrea, ou seja, é algo que não está protegido contra emendas
constitucionais (vide CF, art. 60 §4º). Lembrando que, no entanto, a
república continua sendo um princípio constitucional sensível (CF, art.
34, VII) ou seja, um princípio que se não observado pelos entes da
Federação, poderá ensejar uma "intervenção federal" da União no
Estado ou Distrito Federal que esteja ofendendo tal princípio.
Gabarito: Letra E.

LISTA DAS QUESTÕES DA AULA:

1. (CESPE/Técnico Científico - Banco da Amazônia/2012) A


Constituição é autêntica sobrenorma, por veicular preceitos de
produção de outras normas, limitando a ação dos órgãos
competentes para elaborá-las, o que é fundamental à consolidação do
estado democrático de direito.
2. (CESPE/Agente Administrativo-MPS/2010) A norma
constitucional é uma sobrenorma, porque trata do conteúdo ou das
formas que as demais normas devem conter, apresentando princípios
que servem de guias supremos ao exercício das competências dos
órgãos.
3. (FCC/Defensoria- RS/2011) No que se refere ao Poder
Constituinte, é INCORRETO afirmar:

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a) O Poder Constituinte genuíno estabelece a Constituição de um
novo Estado, organizando-o e criando os poderes que o regerão.
b) Existe Poder Constituinte na elaboração de qualquer Constituição,
seja ela a primeira Constituição de um país, seja na elaboração de
qualquer Constituição posterior.
c) O Poder Constituinte derivado decorre de uma regra jurídica
constitucional, é ilimitado, subordinado e condicionado.
d) Quando os Estados-Federados, em razão de sua autonomia
político-administrativa e respeitando as regras estabelecidas na
Constituição Federal, autoorganizam-se por meio de suas
constituições estaduais estão exercitando o chamado Poder
Constituinte derivado decorrente.
e) Para parte da doutrina, a titularidade do Poder Constituinte
pertence ao povo, que, entretanto, não detém a titularidade do
exercício do poder.
4. (FCC/ TRT 7ª/2009) O poder constituinte derivado é
subdivido em:
a) inicial e incondicionado.
b) inicial e ilimitado.
c) autônomo e incondicionado.
d) reformador e decorrente.
e) autônomo e ilimitado.
5. (FCC/ TRT 16ª/2009) Em tema de Poder Constituinte
Originário, é INCORRETO afirmar que
a) é limitado pelas normas expressas e implícitas do texto
constitucional vigente, sob pena de inconstitucionalidade.
b) é incondicionado, porque não tem ele que seguir qualquer
procedimento determinado para realizar sua obra de
constitucionalização.
c) é autônomo, pois não está sujeito a qualquer limitação ou forma
prefixada para manifestar sua vontade.
d) caracteriza-se por ser ilimitado, autônomo e incondicionado.
e) se diz inicial, pois seu objeto final - a Constituição, é a base da
ordem jurídica.
6. (FCC/ MPE-CE/2009 - Adaptada) O poder constituinte
decorrente é próprio das federações (Certo/Errado).
7. (FCC/ TCE-MG/2007) No que diz respeito ao Poder
constituinte, é correto afirmar que

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a) o Movimento Revolucionário não é considerado uma das formas
básicas de expressão desse Poder.
b) as Assembleias Constituintes titularizam esse Poder, enquanto o
povo ou a nação é seu exercente.
c) o titular desse Poder é o povo, e seu exercente é aquele que, em
nome do povo, cria o Estado, editando a nova Constituição.
d) as Assembleias Constituintes confundem-se com o processo de
outorga que estabelece a Constituição, por declaração bilateral.
e) a titularidade e o exercente desse Poder são sempre o Legislativo e
o Executivo, auxiliados pelo Judiciário.
8. (FCC/EPP-SP/2009 - Adaptada) O Poder Constituinte
denominado originário pode se manifestar por meio de emendas
pontuais ou mediante ampla revisão da Constituição preexistente
(Certo/Errado).
9. (FCC/Defensoria- SP/2007) Em relação ao poder
constituinte originário, pode-se afirmar:
a) Envolve processos cognitivos e questões complexas sobre teoria
política, filosofia, ciência política e Teoria da constituição, já que
dispõe, de maneira derivada, sobre a principal lei de um Estado, sua
organização e os direitos e garantias fundamentais.
b) Os positivistas admitem que é um poder de direito que se funda
num poder natural, do qual resultam regras anteriores ao direito
positivo e decorrentes da natureza humana e da própria idéia de
justiça da comunidade.
c) Sua teorização precedeu historicamente a primeira constituição
escrita, tendo como grande colaborador a figura do Abade Emmanuel
de Sieyès que alguns meses antes da Revolução Francesa publicou
um panfleto intitulado "A Essência da Constituição".
d) Sua atividade se dá nos casos de necessária evolução
constitucional, onde o texto poderá ser modificado através de regras
e limites jurídicos contidos na norma hipotética fundamental
idealizada por Hans Kelsen.
e) Na sua atuação poderá encontrar implicações circunstanciais
impositivas como por exemplo as pressões econômicas, sociais e de
grupos particulares, mas fundará sua legitimidade numa pauta
advinda da idéia de direito da comunidade e de sua tradição cultural.
10. (FCC/ MPE-RS/2008 - Adaptada) Considerando que o
Código Penal foi editado por uma espécie normativa denominada
Decreto-Lei, não previsto na atual Constituição da República
Federativa do Brasil, embora o referido diploma penal continue
plenamente em vigor, tanto no aspecto material, como formal, e

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desta feita sob uma roupagem de "lei ordinária", ocorreu o fenômeno
caracterizado como desconstitucionalização (Certo/Errado).
11. (FCC/Assessor Jurídico - TJ-PI/2010) No Brasil, o Poder
Constituinte Reformador:
a) realiza a modificação da Constituição por meio de Emendas
Constitucionais, cujo projeto deverá ser aprovado em cada Casa do
Congresso Nacional em dois turnos, pelo voto de três quintos dos
respectivos Membros e, posteriormente, sancionado pelo Presidente
da República.
b) legitima as Assembleias Constituintes Estaduais bem como as
Câmaras Municipais a produzirem a legislação local das respectivas
unidades federativas, desde que respeitada a Constituição Federal.
c) determina limites formais para o caso de revisão constitucional,
como a exigência de dupla votação e voto da maioria absoluta do
Congresso Nacional, em sessão unicameral.
d) pode se transformar em Assembleia Constituinte segundo
disposição expressa da Constituição Federal mediante aprovação
popular por meio de referendo.
e) possui limites circunstanciais, como a impossibilidade de a
Constituição Federal ser emendada em caso de intervenção federal,
estado de sítio e estado de defesa.
12. (CESPE/AJAJ - TRE-MS/2013) A recepção material de
normas constitucionais pretéritas é admitida pelo direito
constitucional brasileiro, inclusive de forma tácita.
13. (CESPE/AJAJ - TRE-MS/2013) Com o advento de uma nova
Constituição, toda a legislação infraconstitucional anterior torna-se
inválida.
14. (CESPE/AJAJ- TRE-MS/2013) O voto direto, secreto,
universal e periódico é considerado cláusula pétrea da CF.
15. (CESPE/ TRE-MS/2013) O poder constituinte originário é
inicial, incondicionado, mas limitado aos princípios da ordem
constitucional anterior.
16. (ESAF/PFN/2012) Sobre o poder constituinte, é incorreto
afirmar que
a) o poder constituinte originário é inicial, ilimitado e incondicionado.
b) o poder constituinte derivado é limitado e condicionado.
c) o poder constituinte decorrente, típico aos Estados Nacionais
unitários, é limitado, porém incondicionado.
d) os limites do poder constituinte derivado são temporais,
circunstanciais ou materiais.
e) a soberania é atributo inerente ao poder constituinte originário.
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17. (ESAF/MDIC/2012) O Poder Constituinte é a manifestação
soberana da suprema vontade política de um povo, social e
juridicamente organizado. A respeito do Poder Constituinte, é correto
afirmar que
a) no Poder Constituinte Derivado Reformador, não há observação a
regulamentações especiais estabelecidas na própria Constituição, vez
que com essas limitações não seria possível atingir o objetivo de
reformar.
b) o Poder Constituinte Originário é condicionado à forma prefixada
para manifestar sua vontade, tendo que seguir procedimento
determinado para realizar sua constitucionalização.
c) no Poder Constituinte Derivado Decorrente, há a possibilidade de
alteração do texto constitucional, respeitando-se a regulamentação
especial prevista na própria Constituição. No Brasil é exercitado pelo
Congresso Nacional.
d) as formas básicas de expressão do Poder Constituinte são outorga
e convenção.
e) o Poder Constituinte Originário não é totalmente autônomo, tendo
em vista ser necessária a observância do procedimento imposto pelo
ordenamento então vigente para sua implantação.
18. (CESPE/Analista de Infraestrutura – MP/2012) Os
princípios fundamentais da Constituição Federal de 1988 (CF)
designam as características mais essenciais do Estado brasileiro.
19. (ESAF/Analista-SUSEP/2010 - Adaptada) Muito se tem
falado acerca dos princípios constitucionais. Sobre tais princípios, é
correto afirmar que:
a) É correto dizer que há distinção entre os princípios constitucionais
fundamentais e os princípios gerais do direito constitucional.
b) as normas-sínteses ou normas-matrizes não têm eficácia plena e
aplicabilidade imediata.
c) os princípios jurídico-constitucionais não são princípios
constitucionais gerais, todavia não se constituem em meros
desdobramentos dos princípios fundamentais.
d) quando a Constituição prevê que a ordem econômica e social tem
por fim realizar a justiça social, não estamos diante de uma norma-
fim, por não abranger todos os direitos econômicos e sociais, nem a
toda a ordenação constitucional.
20. (FCC/ TST/ 2012) Dentre os objetivos fundamentais da
República Federativa do Brasil NÃO se inclui
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(a) construir uma sociedade livre, justa e solidária.
(b) garantir o desenvolvimento nacional.
(c) erradicar a pobreza e a marginalização e reduzir as desigualdades
sociais e regionais.
(d) promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça,
sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação.
(e) promover o pluralismo político.
21. (FCC/Técnico Judiciário-TRE-PR/2012) A Carta Africana
dos Direitos do Homem e dos Povos, assinada por Estados do
continente africano em 1981, enuncia, em seu artigo 20, que todo
povo tem um direito imprescritível e inalienável, pelo qual determina
livremente seu estatuto político e garante seu desenvolvimento
econômico e social pelo caminho que livremente escolher.
Na Constituição da República Federativa do Brasil, o teor de referido
enunciado encontra equivalência no princípio de regência das relações
internacionais de:
a) repúdio ao terrorismo e ao racismo.
b) construção de uma sociedade livre, justa e solidária.
c) erradicação da pobreza e da marginalização.
d) autodeterminação dos povos.
e) concessão de asilo político.
22. (FCC/ Técnico Judiciário-TRF-2ª REGIÃO/2012) Quanto às
relações internacionais, o Brasil rege-se, segundo expressamente
disposto no artigo 4º da Constituição Federal brasileira pelo princípio:
a) do juiz natural.
b) do efeito mediato.
c) da sucumbência
d) da igualdade entre os Estados
e) da concentração
23. (FCC/Ass. Legislativo - ALESP/2010) Constitui um dos
fundamentos da República Federativa do Brasil, de acordo com a
Constituição Federal de 1988,
a) a garantia do desenvolvimento nacional.
b) a não intervenção.
c) a defesa da paz.
d) a igualdade entre os Estados.
e) o pluralismo político.

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24. (FCC/Ag. Técnico Legislativo - ALESP/2010) Ao tratar dos
princípios fundamentais do Estado brasileiro, a Constituição Federal
estabelece que:
a) são Poderes da União, independentes e harmônicos entre si, o
Legislativo, o Executivo, o Judiciário e o Ministério Público.
b) constitui objetivo fundamental da República Federativa do Brasil
erradicar as desigualdades econômicas, sociais e culturais.
c) a República Federativa do Brasil buscará a integração econômica,
política e cultural dos povos da América Latina, da Europa e da África,
visando à formação de uma comunidade de nações.
d) todo o poder emana do povo, que o exerce diretamente conforme
determina a legislação eleitoral.
e) a República Federativa do Brasil rege-se nas suas relações
internacionais pelo princípio da não intervenção.
25. (FCC/Técnico do TRT 7º/2009) Segundo a Constituição
Federal, a República Federativa do Brasil é formada:
a) pelos cidadãos dos quais emana o poder exercido por meio de
representantes eleitos.
b) pelo conjunto de cidadãos aos quais são garantidos os direitos
fundamentais.
c) pela união dos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário.
d) pela integração econômica, política e social de todos os Estados.
e) pela união indissolúvel dos Estados e Municípios e do Distrito
Federal.
26. (FCC/Técnico-TCE-GO/2009) Considere as seguintes
afirmações sobre os princípios fundamentais da Constituição da
República:
I. A República Federativa do Brasil é formada pela união indissolúvel
dos Estados, Municípios e Distrito Federal.
II. Todo o poder emana do povo, que o exerce por meio de
representantes ou diretamente, nos termos da Constituição.
III. Constituem objetivos fundamentais da República Federativa do
Brasil, dentre outros, a construção de uma sociedade livre, justa e
solidária e a garantia do desenvolvimento nacional.
Está correto o que se afirma em
a) I, apenas.
b) II, apenas.
c) III, apenas.
d) I e II, apenas.
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e) I, II e III.
27. (FCC/Técnico-TRT 15ª/2009) Sobre os princípios
fundamentais da República Federativa do Brasil, é correto afirmar que
a) foi acolhido, além de outros, o princípio da intervenção para os
conscritos.
b) dentre seus objetivos está o de reduzir as desigualdades regionais.
c) um dos seus fundamentos é a vedação ao pluralismo político.
d) o Brasil rege-se nas suas relações internacionais, pela dependência
nacional.
e) a política internacional brasileira veda a integração política que
vise à formação de uma comunidade latino-americana de nações.
28. (FCC/TRT 18ª/2009) Quanto aos Princípios Fundamentais,
considere:
I. A República Federativa do Brasil, formada pela união dissolúvel dos
Estados e dos Municípios, constitui-se em Estado Democrático de
Direito.
II. São Poderes da União, dependentes entre si, o Legislativo, o
Executivo e o Judiciário.
III. Todo o poder emana do povo, que o exerce por meio de
representantes eleitos ou diretamente, nos termos da Constituição da
República Federativa do Brasil.
IV. A República Federativa do Brasil rege-se nas suas relações
internacionais pelo princípio da concessão de asilo político.
Está INCORRETO o que consta APENAS em
a) I e IV.
b) I e II.
c) III e IV.
d) II e III.
e) II e IV.
29. (FCC/AJAA-TRT 18ª/2008) Quanto aos Princípios
Fundamentais, é correto afirmar que a República Federativa do Brasil
rege-se nas suas relações internacionais, dentre outros, pelo princípio
da
a) exclusiva proteção dos bens jurídicos.
b) não cumulatividade.
c) prevalência dos direitos humanos.
d) uniformidade geográfica.
e) reserva legal.

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30. (FCC/Procurador-Recife/2008) NÃO figuram entre os
princípios pelos quais estabelece a Constituição que a República
Federativa do Brasil se rege, em suas relações internacionais,
a) a independência nacional e a autodeterminação dos povos.
b) a não-intervenção e a defesa da paz.
c) a igualdade entre os Estados e a solução pacífica dos conflitos.
d) o repúdio ao terrorismo e ao racismo.
e) os valores sociais do trabalho e da livre iniciativa.
31. (FCC/TRE-SE/2008) A República Federativa do Brasil
constitui-se em Estado Democrático de Direito e tem como
fundamentos, entre outros,
a) a livre manifestação do pensamento, o combate à tortura e o
repúdio ao terrorismo.
b) o desenvolvimento nacional, a defesa da paz e a solução pacífica
dos conflitos.
c) a soberania, a cidadania e a dignidade da pessoa humana.
d) a liberdade de expressão, a liberdade de crença e a igualdade
perante a Lei.
e) a propriedade, a economia e a tributação.
32. (FCC/AJAA-TRF 5/2008) Nas suas relações internacionais, a
República Federativa do Brasil rege-se, dentre outros, pelo princípio
da
a) dependência nacional e do pluralismo político.
b) intervenção e da cidadania.
c) autodeterminação dos povos.
d) solução bélica dos conflitos e da soberania.
e) vedação de asilo político.
33. (FCC/TRE-SE/2007) Analise as afirmativas abaixo.
I. Construção de uma sociedade livre, justa e solidária.
II. Garantia do desenvolvimento nacional.
III. Garantia dos valores sociais do trabalho e da livre iniciativa.
IV. Erradicação a pobreza e a marginalização e reduzir as
desigualdades sociais e regionais.
V. Promoção do bem de todos, sem preconceitos de origem, raça,
sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação.
De acordo com a Constituição Federal do Brasil de 1988 são
considerados objetivos fundamentais da República Federativa do
Brasil os indicados APENAS em:
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a) I, II, III e IV.
b) I, II, IV e V.
c) I, III, IV e V.
d) II, III, IV e V.
e) I, III, IV e V.
34. (FCC/TRE-PB/2007) Quanto aos princípios que regem a
República Federativa do Brasil é INCORRETO afirmar que:
a) são Poderes da União, independentes e harmônicos entre si, o
Legislativo, o Executivo e o Judiciário.
b) nas suas relações internacionais o Brasil rege-se, dentre outros,
pelos princípios da intervenção e determinação dos povos.
c) todo poder emana do povo, que o exerce por meio de
representantes eleitos ou diretamente, nos termos da Constituição
Federal.
d) o Brasil é formado pela união indissolúvel dos Estados e Municípios
e do Distrito Federal, constituindo-se em Estado Democrático.
e) constituem objetivos fundamentais, dentre outros, garantir o
desenvolvimento nacional.
35. (CESPE/Analista-TJ-RJ/2008) A República é uma forma de
Estado.
36. (CESPE/SECONT-ES/2009) O termo Estado republicano
refere-se não apenas a organizações institucionais, mas a um
compromisso social com a coisa pública, no exercício da tolerância,
no respeito à identidade do homem, dentro do prisma individual
(pluralismo) e cultural.
37. (FCC/ TRT 8ª/2010) As finalidades básicas do princípio da
indissolubilidade do vínculo federativo são
a) a unidade nacional e a necessidade descentralizadora.
b) o direito de secessão e a prevalência dos interesses da União sobre
os Estados, Distrito Federal e Municípios.
c) o direito de secessão e a necessidade de auto- organização.
d) dúplice capacidade de auto-organização dos Estados e Municípios e
sujeição aos interesses da União.
e) dúplice capacidade de auto-organização dos Estados e Municípios e
o direito de secessão.
38. (FCC/TCE-CE/2006) Confederação é a união permanente de
dois ou mais Estados-membros, os quais, conservando sua
autonomia político-administrativa, abrem mão de sua soberania, em
favor do Estado Federal.

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39. (FCC/TCE-CE/2006) Democracia semidireta é aquela que se
caracteriza pela eleição de representantes do povo, por meio do voto,
dotada de mecanismos de participação popular direta, como o
plebiscito, o referendo e a iniciativa popular.
40. (CESPE/ ABIN/2010) A soberania popular é exercida, em
regra, por meio da democracia representativa. A Constituição Federal
brasileira consagra, também, a democracia participativa ao prever
instrumentos de participação intensa e efetiva do cidadão nas
decisões governamentais.
41. (FCC/Técnico Judiciário-TRE-SP/ 2012) O mecanismo pelo
qual os Ministros do Supremo Tribunal Federal são nomeados pelo
Presidente da República, após aprovação da escolha pelo Senado
Federal, decorre do princípio constitucional da:
a) separação de poderes
b) soberania
c) inafastabilidade do Poder Judiciário
d) cidadania
e) solução pacífica dos conflitos
42. (FCC/TJAA-TRT-SP/2008) A função do Vice-Presidente da
República de substituir o Presidente da Republica impedido do
exercício do cargo é classificada como
a) típica de ordem constitucional.
b) atípica de ordem legal.
c) objetiva de ordem legal.
d) objetiva de ordem mandamental.
e) analítica de ordem mandamental.
43. (FCC/TCE-SP/2011) Considera-se função atípica do Poder
Executivo, sob a ótica do princípio da separação de poderes, a
previsão constitucional segundo a qual compete ao Presidente da
República
a) vetar e sancionar projetos de lei.
b) suspender a eficácia de lei declarada inconstitucional pelo Supremo
Tribunal Federal.
c) editar decretos e regulamentos para a execução de leis.
d) nomear Ministros do Supremo Tribunal Federal, após arguição pelo
Congresso Nacional.
e) editar leis delegadas e medidas provisórias.
44. (FCC/Assistente - TCE - AM/2008) O Estado Unitário é
incompatível com o príncipio da separação de poderes.
45. (FCC/Assistente - TCE - AM/2008) A monarquia absoluta é
incompatível com o príncipio da separação de poderes.
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46. (FCC/DPU-SP/2009) Em relação aos objetivos fundamentais
da República Federativa do Brasil previstos no artigo 3o da
Constituição Federal, considere as seguintes afirmações:
I. São reveladores de uma axiologia, uma antevisão de um projeto de
sociedade mais justa esposado pelo constituinte.
II. Vem enunciados em forma de ação verbal (construir, erradicar,
reduzir, promover), que implicam a necessidade de um
comportamento ativo pelos que se acham obrigados à sua realização.
III. Como possuem enunciado principialista e generalista não
possuem valor normativo, daí porque o estado brasileiro descumpre-
os sistematicamente.
IV. O repúdio ao terrorismo e racismo está dentre os objetivos mais
importantes, pois respalda outra normaregra objetiva que é a
dignidade da pessoa humana.
V. Além de outras normas constitucionais, encontramos vários
instrumentos e disposições para efetivação dos objetivos nos títulos
que tratam da ordem econômica e da ordem social.
Estão corretas SOMENTE
a) I, II e IV.
b) I, II e V.
c) I, IV e V.
d) II, III e IV.
e) III, IV e V.
47. (FCC/DPE-SP/2009) Assinale a afirmativa correta.
a) Nosso federalismo prevê a atuação do poder constituinte derivado
decorrente, por meio de instituições que correspondam à ideia
centralizadora de afirmação do estado que atua em bloco único.
b) A teoria da 'tripartição de poderes' confirma o princípio da
indelegabilidade de atribuições, por isso qualquer exceção, mesmo
advinda do poder constitucional originário, deve ser considerada
inconstitucional.
c) O princípio do pluralismo político refere-se à ideologia unitária da
preferência político-partidária, já que nesse terreno é imperativa a
aplicação da reserva da constituição.
d) Nas relações internacionais aplica-se o princípio constitucional da
intervenção, com repúdio ao terrorismo e defesa da paz, além da
solução pacífica dos conflitos.
e) O princípio republicano, que traduz a maneira como se dá a
instituição do poder na sociedade e a relação entre governantes e

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