Sei sulla pagina 1di 92

Biblioteca Tecnica Knauf 05/2006

L’acustica con Knauf


Soluzioni tecniche per l’edilizia civile e industriale
L’acustica con Knauf
Soluzioni tecniche per l’edilizia civile e industriale
L’acustica con Knauf
Soluzioni tecniche per l’edilizia civile e industriale

Indice

1. Introduzione ...............................................................................................................................4

2. Suoni e rumori ............................................................................................................................5

Glossario.....................................................................................................................................5

Rumori aerei ............................................................................................................................5

Rumori impattivi ........................................................................................................................6

Te m p o d i r i v e r b e r a z i o n e ( T 6 0 ) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6

Fonoisolamento e fonoassorbimento .............................................................................................7

Isolamento acustico e potere fonoisolante. ....................................................................................7

Livello di rumore da calpestio .....................................................................................................8

Livello del rumore di impianti ......................................................................................................9

Grandezze “normalizzate” ...........................................................................................................9

Indici di valutazione. .................................................................................................................9

Grandezze apparenti (in opera)..................................................................................................13

Il fonometro ............................................................................................................................14

Audiogramma normale ..............................................................................................................14

Il livello sonoro equivalente ......................................................................................................16

3. Legislazione e normativa tecnica di riferimento per l’acustica in edilizia .......................................17

Legislazione Nazionale ................................................................................................................17

Legge n° 447 del 26-10-1995 ...................................................................................................17

D . P. C . M . 1 4 - 11 - 1 9 9 7 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 7

D . P. C . M . 5 - 1 2 - 1 9 9 7 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 8

D . M . A . 2 9 - 11 - 2 0 0 0 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 9

D . P. R . 3 0 - 0 3 - 2 0 0 4 , n . 1 4 2 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2 0

Leggi Regionali...........................................................................................................................21

Norme tecniche di riferimento .......................................................................................................21

Norme per la progettazione dei requisiti acustici passivi degli edifici ..............................................21

Norme per la misurazione in laboratorio di alcune grandezze inerenti l’acustica in edilizia .................22

Norme per la misurazione in opera di alcune grandezze inerenti l’acustica in edilizia.........................22

4. Isolamento acustico degli edifici.................................................................................................23

Rumore aereo .............................................................................................................................23

Le caratteristiche acustiche delle partizioni semplici e le loro prestazioni in opera ............................23

Le caratteristiche delle partizioni doppie e le loro prestazioni in opera ............................................25

Soluzioni tecniche Knauf ..........................................................................................................26

Pareti divisorie ad orditura metallica ..........................................................................................26

Rumore aereo: metodi di calcolo....................................................................................................29

Calcolo dell’indice di potere fonoisolante Rw ...............................................................................29

Certificati di laboratorio ...........................................................................................................31

Contropareti ad orditura metallica e rivestimenti isolanti ...............................................................37

Controsoffitti ad orditura metallica .............................................................................................38

Contropareti e controsoffitti: metodo di calcolo ...........................................................................39

2
L’acustica con Knauf
Soluzioni tecniche per l’edilizia civile e industriale

Calcolo dell’indice di potere fonoisolante in opera (R’w) ................................................................40

Calcolo di Kij ..........................................................................................................................41

Potere fonoisolante apparente: Esempio di calcolo 1 (locali uffici) ......................................................54

Potere fonoisolante apparente: Esempio di calcolo 2 (locali civile abitazione) ......................................56

Potere fonoisolante apparente: Esempio di calcolo 3 (metodo grafico) .................................................60

Rumore impattivo ........................................................................................................................64

Rumore impattivo: metodi di calcolo ...........................................................................................64

Calcolo di K............................................................................................................................65

Soluzioni tecniche Knauf ..............................................................................................................66

Isolamento acustico delle facciate .................................................................................................69

Isolamento acustico delle facciate: Metodo di calcolo....................................................................69

5. La correzione acustica degli ambienti confinati ............................................................................72

Assorbimento .............................................................................................................................72

Materiali fonoassorbenti ...............................................................................................................74

La riverberazione ........................................................................................................................77

Il livello sonoro ..........................................................................................................................78

Metodo di calcolo del T60 ottimale di un locale ...............................................................................79

Soluzioni tecniche Knauf ..............................................................................................................81

Diagrammi di assorbimento acustico delle lastre Knauf forate e fessurate ............................................83

6. Bibliografia essenziale e link utili ...............................................................................................88

3
L’acustica con Knauf
Soluzioni tecniche per l’edilizia civile e industriale

1. Introduzione soltanto l’essenziale base teorica Parlare di comfort acustico negli

di queste problematiche, ma anche spazi confinati, fino a tempi piuttosto


La legge 447 e i suoi decreti attua-
una grande quantità di dati frutto recenti obbligava spesso a rivolgersi
tivi, unitamente alle normative
della pluriennale esperienza di ad un pubblico necessariamente
regionali, hanno sancito l’obbligo
questa azienda nel settore del- competente, fatto di tecnici ed
di costruire e il diritto per i cittadi-
l’acustica nei principali e più evo- esperti in Acustica.
ni di abitare case silenziose.
luti mercati europei. L'evoluzione delle normative, nonché
Si tratta di norme allineate per
Naturalmente il manuale presenta una crescente domanda di qualità in
severità a quelle degli altri Paesi
lo stato dell’arte attuale in un con- edilizia anche da parte dell'utente
Europei, non si tratta dunque di un
testo in rapida evoluzione normati- privato, con l'impegno dell'industria
compito facile per progettisti,
va, ma l’impegno dichiarato della a sviluppare sistemi sempre più tec-
costruttori e direttori lavori, abitua-
Knauf è quello di aggiornare conti- nologicamente avanzati, hanno fatto
ti a una prassi costruttiva in cui il
nuamente e tempestivamente que- sì che oggi una corretta progettazio-
requisito di acustica era completa-
sto tipo di documento. ne edilizia non possa più prescindere
mente ignorato .
Infine siamo convinti che l’evolu- dal progetto acustico.
Si propone ora il non facile compito
zione del mercato e la sua qualifi- L'impegno di Knauf per la divulgazio-
di rendere disponibili strumenti di
cazione, naturalmente anche da ne tecnico-scientifica in materia di
progettazione e schemi applicativi
parte dei produttori di materiali e Acustica prosegue -come in passato
adatti alla realtà costruttiva nazio-
sistemi, porterà gli utenti , acqui- ed oggi ancora di più- attraverso
nale che possano consentire di
renti di case , ad una maggiore pubblicazioni tecniche, seminari,
adempiere ai nuovi obblighi previsti
coscienza delle problematiche acu- convegni e corsi per la qualifica di
dalla legge. Obblighi che se disat-
stiche e ad una richiesta più consa- Posatori di Sistemi a Secco, prepa-
tesi possono creare non pochi pro-
pevole dei requisiti che rappresen- rati a risolvere nella pratica quei det-
blemi agli operatori superficiali o
tano la tutela del proprio benesse- tagli costruttivi che diventano essen-
distratti o semplicemente poco
re. Parallelamente per i costruttori ziali per il miglior risultato in opera.
informati.
aumenterà sempre di più l’esigen-
Per questo la nostra Associazione
za di veder riconosciuti e valoriz- Questa nuova edizione del Manuale
ha da tempo intrapreso una intensa
zati gli sforzi e l’impegno per rea- d i A c u s t i c a K n a u f o ff r e a l P r o g e t t i s t a
attività di informazione e formazio-
lizzare case confortevoli. Tutto uno strumento operativo ed un reper-
ne organizzando convegni informa-
questo porterà certamente, come torio di soluzioni che consente di
tivi itineranti, corsi di approfondi-
già accade per i requisiti di effi- a ff r o n t a r e l a p r o g e t t a z i o n e c o n r i g o -
mento e realizzando strumenti di
cienza energetica, alla definizione r e e d e ff i c a c i a .
lavoro come il software Echo per la
di una procedura di certificazione Knauf è inoltre a fianco del
verifica dei requisiti acustici degli
acustica, un traguardo per cui Progettista con i propri tecnici, per
e d i f i c i . L’ a t t i v i t à d e l l ’ A s s o c i a z i o n e
Knauf, in accordo con Anit, sta già un supporto progettuale completo e
è affiancata e supportata dagli
lavorando. dettagliato.
associati che a loro volta svolgono

tale attività in modo diretto ed effi-


Un ringraziamento va all'ing. Mammi
cace. Un particolare ringraziamen-
Ing. Sergio Mammi ed all'ing. Borghi per la loro prezio-
to perciò mi sento di rivolgere alla
Presidente ANIT sissima collaborazione alla redazio-
Knauf che attraverso i suoi centri
Associazione Nazionale per ne di questo volume.
di addestramento svolge attività di
l ’ I s o l a m e n t o Te r m i c o e A c u s t i c o .
formazione per professionisti e
w w w. a n i t . i t Ing. Claudia Chiti
maestranze ed ha realizzato questo
R e s p o n s a b i l e Te c n i c o K n a u f
prezioso manuale che riporta non

4
L’acustica con Knauf
Soluzioni tecniche per l’edilizia civile e industriale

2. Suoni e rumori

Glossario

2.1 Rumori aerei

I suoni si trasmettano nell’aria

sotto forma di onde di pressione.

Quando l’onda sonora incide su un

divisorio (A) parte dell’energia

viene riflessa (B), parte viene

assorbita (C).

Dell’energia assorbita una parte si

propagherà lateralmente all’interno

del divisorio (D) (e parzialmente

verrà trasformata in calore (D’),

altra attraverserà la partizione (E)

e, mettendo in vibrazione il lato

opposto della parete, verrà ritra-

smessa all’esterno. Inoltre del-

l’energia che si propaga lateral-


mente quella parte che non si è tra-

sformata in calore (F) raggiungerà

le partizioni rigidamente collegate


Nella figura seguente vengono raffigurati il percorso diretto (Dd) e i tre percor-
alla struttura in esame e, ponendo-
si laterali (Ff, Fd, Df):
le in vibrazione, verrà reirradiata

negli ambienti circostanti.


D: elemento divisorio lato locale sorgente

d: elemento divisorio lato locale ricevente

F: struttura laterale lato locale sorgente

f: struttura laterale lato locale ricevente

Se consideriamo quindi la propaga-

zione del suono tra due locali con-

finanti possiamo individuare tredici

percorsi di trasmissione di cui uno

diretto (attraverso il divisorio in

esame) e dodici di trasmissione

laterale (tre per ogni lato della

parete).

5
L’acustica con Knauf
Soluzioni tecniche per l’edilizia civile e industriale

2.2 Rumori impattivi In termini analitici per T 60 si intende


Anche i rumori di origine impattiva (calpestio, spostamento di mobili ecc.) si pro- i l t e m p o n e c e s s a r i o a ff i n c h é , d o p o
pagano all’interno delle strutture con i medesimi meccanismi dei rumori aerei. La aver spento la sorgente di rumore, il
differenza sta nel fatto che la struttura, in questo caso, viene messa in vibrazio- livello di pressione sonora all’interno
ne dall’impatto con un corpo solido e non da un rumore aereo. di una stanza diminuisca di 60 dB.

In termini approssimati quindi il

tempo di riverberazione può essere

definito come quel tempo, a partire

dall’istante di spegnimento della

sorgente sonora, necessario per-

ché il suono divenga impercettibile.

Come ordine di grandezza i tempi

di riverberazione alla frequenza di

1000 Hz misurati in ambienti di

civile abitazione normalmente arre-

dati variano usualmente tra 0,3 e

0,6 s.

Il tempo di riverberazione è quindi

un parametro che consente di defi-


2 . 3 T e m p o d i r i v e r b e r a z i o n e ( T 60) nire la qualità acustica di una sala.
Quando una sorgente di rumore attiva in un locale viene spenta, il livello di pres- Locali con T60 molto lunghi (>1,5
sione sonora presente all’interno della stanza non si annulla istantaneamente. sec) risulteranno molto “riverberan-
Questo fenomeno è causato dal fatto che le superfici delimitanti l’ambiente, ti” mentre locali con T60 ridotti
riflettendo parzialmente le onde sonore ancora presenti nella stanza, generano (<0,3 sec) risulteranno “sordi”. Il
u n a “ c o d a s o n o r a ” . Ta l e f e n o m e n o è n o t o c o n i l n o m e r i v e r b e r a z i o n e . tempo di riverberazione ottimale
La capacità di un ambiente di risultare più o meno riverberante dipende principal- per un locale definisce il T60 che
mente dalle sue dimensioni (e quindi dal suo volume) e dalla capacità delle teoricamente sarebbe opportuno
superfici di assorbire o meno i suoni. Visto che la superfici assorbono i suoni alle avere nella sala analizzata. Esso
varie frequenze in maniera differente, il tempo di riverberazione di un locale dipende quindi dalla destinazione
cambia in base alla frequenza considerata. d’uso e dal volume della stessa.
Per quantificare la capacità di riverberare di un locale è stata definita la gran- Ad esempio locali troppo riverbe-
d e z z a “ Te m p o d i r i v e r b e r a z i o n e ” ( T 6 0 ) . ranti non sono adatti per l’ascolto

del parlato, in quanto la coda sono-

ra non permette di distinguere

chiaramente le sillabe che compon-

gono le parole, ma potrebbero

risultare adeguati per l’ascolto di

determinati tipi di musica come ad

esempio la musica d’organo.

Le indicazioni relative alla corre-

zione acustica degli ambienti confi-

nati verranno descritte nel relativo

successivo capitolo.

6
L’acustica con Knauf
Soluzioni tecniche per l’edilizia civile e industriale

2.4 Fonoisolamento e fonoassorbimento L’ i s o l a m e n t o a c u s t i c o ( D ) ( i n i n g l e -

Fonoisolamento e fonoassorbimento sono due concetti molto diversi tra loro. se Noise Reduction - NR) rappre-

Gli interventi di fonoisolamento hanno lo scopo di minimizzare la trasmissione senta la differenza in decibel dei

del rumore tra due ambienti e quindi fare in modo che il rumore prodotto in un livelli di rumore misurati nella

locale non si senta nel locale adiacente. stanza sorgente e nella stanza

ricevente.

Dove: D = L1 - L2

L1 livello di pressione sonora nel-

l’ambiente emittente

L2 livello di pressione sonora nel-

l’ambiente ricevente

La grandezza D dipende dalle

caratteristiche acustiche delle

stanze dove vengono effettuate le

Gli interventi di fonoassorbimento hanno lo scopo di controllare la riflessione dei misure. Infatti una camera riceven-

suoni sulle pareti di un locale e quindi adattare, in base alle proprie esigenze, il te molto riverberante (e quindi in

riverbero all’interno del locale in cui si genera il rumore. un certo senso con un forte “rim-

bombo dei suoni”) determinerà un

livello L2 più alto rispetto ad una

stanza delle medesime dimensioni

ma con superfici interne in grado di

assorbire i rumori.

Il potere fonoisolante (R) (in ingle-

se Transmission Loss – TL) si rica-

va anch’esso da una differenza tra

due misure, però rappresenta una

caratteristica intrinseca della strut-

tura, indipendente dalle dimensioni

della partizione e dalle proprietà

2.5 Isolamento acustico e potere fonoisolante. acustiche dei locali.

Esistono due grandezze che definiscono in maniera differente la capacità di una Per eliminare la dipendenza da

struttura di abbattere i rumori aerei: isolamento acustico e potere fonoisolante. questi parametri si somma alla dif-

ferenza tra le misure di livelli di

rumore un termine correttivo che

tiene in considerazione la superfi-

cie della partizione e le capacità di

assorbimento acustico della came-

ra ricevente.

Ta l e g r a n d e z z a q u i n d i r i s u l t a u t i l e

qualora si volessero confrontare

tra loro le caratteristiche di pareti

diverse.
7
L’acustica con Knauf
Soluzioni tecniche per l’edilizia civile e industriale

R = L1 - L2 + 10log ( SA ) 2.6 Livello di rumore da calpestio

Dove: Il livello di rumore di calpestio (L)

L1 livello di pressione sonora nell’ambiente emittente caratterizza il rumore misurato al

L2 livello di pressione sonora nell’ambiente ricevente piano sottostante una volta che

S è la superficie della partizione esaminata [m ]2


viene attivata la macchina per il

A è l’area di assorbimento acustico equivalente dell’ambiente di ricezione [m ] 2


calpestio sul solaio in esame. La

macchina per il calpestio è uno

Il termine “A” si calcola misurando il tempo di riverberazione del locale ricevente strumento dotato di 5 martelli del

peso di 500 grammi ciascuno, che

A = 0,16V percuotono ritmicamente il pavi-


T
mento cadendo da un’altezza di 40

V è il volume dell’ambiente ricevente [m ]3


mm. Tutte le indicazioni relative

T è il tempo di riverberazione dell’ambiente ricevente alle specifiche delle macchine per

il calpestio sono segnalate nella

norma UNI EN ISO 140-7

(Paragrafo 5 ed Appendice A)

riguardante la misurazione in opera

dell’isolamento acustico ai rumori

di calpestio.

Il livello di rumore di calpestio misu-

rato più basso è, maggiore è la

capacità del solaio di smorzare il

rumore.

Come l’isolamento acustico (D)

anche il livello di rumore di calpestio

è un parametro che dipende dalle

caratteristiche acustiche della stanza

d o v e v e n g o n o e ff e t t u a t e l e m i s u r e .

Di conseguenza per ottenere un

valore intrinseco del solaio esamina-

to sarà necessario correggere i valo-

ri misurati in base al tempo di river-

b e r a z i o n e d e l l o c a l e r i c e v e n t e ( c f r.

paragrafo Grandezze “normalizzate”)

8
L’acustica con Knauf
Soluzioni tecniche per l’edilizia civile e industriale

2.7 Livello del rumore di impianti Isolamento acustico normalizzato rispetto al tempo di riverberazione DnT
Quando si deve caratterizzare il

rumore causato dal funzionamento dove:


D nT = D + 1 0 l o g ( TT ) [ d B ]
0

di impianti tecnologici ci si basa T è il tempo di riverberazione nell’ambiente ricevente, in secondi;


sulla misurazione del livello di T0 è il tempo di riverberazione di riferimento, pari a 0,5 s.
rumore da loro generato. Anche in

questo caso quindi più basso è il Livello di rumore di calpestio normalizzato rispetto all’assorbimento equivalente Ln
valore misurato migliore sarà il
Ln = L + 10log ( AA ) [ d B ]
0
comfort acustico nell’ambiente. dove:

A è l ’ a r e a d i a s s o r b i m e n t o e q u i v a l e n t e d e l l ’ a m b i e n t e r i c e v e n t e , i n m 2;

2.8 Grandezze “normalizzate” A0 è l’area di assorbimento equivalente di riferimento, pari a 10 m2

Come descritto nei paragrafi prece- Il termine “A” si calcola come indicato nel paragrafo Isolamento acustico e potere
denti le grandezze isolamento acu- fonoisolante
stico (D) e livello di rumore di cal-

pestio (L) dipendono dalle caratte- L i v e l l o d i r u m o r e d i c a l p e s t i o n o r m a l i z z a t o r i s p e t t o a l t e m p o d i r i v e r b e r a z i o n e L nT


ristiche acustiche dei locali in cui L nT = L - 1 0 l o g ( TT ) [ d B ]
0
vengono realizzate le misure. Ad dove:
esempio se si analizzano due pare- T è il tempo di riverberazione nell’ambiente ricevente, in secondi;
ti identiche inserite in due differen- T0 è il tempo di riverberazione di riferimento per appartamenti, pari a 0,5 s.
ti appartamenti, uno vuoto e l’altro

arredato, le partizioni daranno due 2.9 Indici di valutazione


diversi valori di isolamento acusti- Tutti i parametri che definiscono le proprietà acustiche di una partizione (D, R, L)
co. Per poter paragonare le gran- vengono calcolati, o misurati, per bande di frequenza.
dezze è quindi necessario renderle Si hanno quindi, ad esempio, diversi valori di potere fonoisolante per una partizio-
tra loro omogenee (normalizzarle). ne, in base alla frequenza che si sceglie di considerare (ad esempio un divisorio
Esistono due tipi di normalizzazio- può “isolare bene” il rumore alle alte frequenze, ma dare prestazioni differenti alle
ne. È possibile normalizzare rispet- basse frequenze).
to al tempo di riverberazione del Ta l e c a r a t t e r i s t i c a q u i n d i d e v e v e n i r e e s p r e s s a c o n u n g r a f i c o o u n i n s i e m e d i n u m e r i .
locale ricevente oppure all’assorbi-

mento acustico del locale ricevente. Di seguito si riporta il grafico del potere fonoisolante di una partizione in lastre di

gesso rivestito
Isolamento acustico normalizzato

rispetto all’assorbimento equiva-

lente Dn

Dn = D - 10log ( AA ) [ d B ]
0

dove:

A è l’area di assorbimento equiva-

l e n t e d e l l ’ a m b i e n t e r i c e v e n t e , i n m 2;

A0 è l’area di assorbimento equi-

valente di riferimento pari a 10 m2

Il termine “A” si calcola come indi-

cato nel paragrafo Isolamento acu-

stico e potere fonoisolante

9
L’acustica con Knauf
Soluzioni tecniche per l’edilizia civile e industriale

Per poter definire invece con un unico

numero la prestazione acustica complessi-


curva di riferimento misura
80
va di un componente edilizio sono stati

i n t r o d o t t i g l i “ i n d i c i d i v a l u t a z i o n e ” . Ta l i

indici si calcolano “mediando”, con una 70


apposita procedura, i valori definiti alle

Potere fonoisolante R [dB]


singole frequenze.
60
Il pedice “w” indica che la grandezza è

espressa con un indice di valutazione; ad

esempio: 50
R = potere fonoisolante (per frequenza)

Rw = indice del potere fonoisolante


40
(numero unico)

I metodi per calcolare gli indici di valuta- 30


zione partendo dai valori “per frequenza”

sono descritti nelle norme UNI EN ISO 717


20
100
125
160
200
250
315
400
500
630
800
1000
1250
1600
2000
2500
3150
– 1 e UNI EN ISO 717 – 2.

Per calcolare l’indice di valutazione, rela-


Frequenza f [Hz]
tivo a misurazioni di potere fonoisolante o

di isolamento acustico, si confrontano i

valori misurati con una curva di riferimen-

to proposta nella norma UNI EN ISO 717-1.

La curva di riferimento viene avvicinata


Curva di scarti
alla curva delle misure, procedendo a Frequenza [Hz] Misure [dB] riferimento scarti [dB] sfavorevoli
traslata [dB] [dB]
passi di 1 dB, finchè la somma degli scar-
100 33,6 37 3,4 3,4
ti sfavorevoli è più grande possibile e
125 38,3 40 1,7 1,7
comunque non maggiore di 32 dB (per le
160 42,1 43 0,9 0,9
misurazioni in bande di terzo d’ottava).
200 45,9 46 0,1 0,1
Uno scarto sfavorevole a una data fre-
250 49,4 49 -0,4
quenza si ha quando il risultato della
315 52,2 52 -0,2
misurazione è minore del valore della
400 54,1 55 0,9 0,9
curva di riferimento. Raggiunta la condi-
500 56,3 56 -0,3
zione sopra descritta il valore dell’indice
630 58 57 -1
di valutazione corrisponde al valore alla
800 59,5 58 -1,5
frequenza di 500 Hz della curva di riferi-
1000 62,1 59 -3,1
mento traslata.
1250 63,7 60 -3,7
Le immagini che seguono riportano il cal-
1600 63,3 60 -3,3
colo dell’indice di valutazione della strut-
2000 60,7 60 -0,7
tura descritta nel paragrafo precedente.
2500 49,8 60 10,2 10,2
Nel disegno sono evidenziati la zona rela-
3150 47,7 60 12,3 12,3
tiva agli scarti sfavorevoli ed il valore del-

l’indice di valutazione (56 dB). La tabella somma scarti sfavorevoli 29,5


riporta i risultati delle misure e dei calcoli.

10
L’acustica con Knauf
Soluzioni tecniche per l’edilizia civile e industriale

Per calcolare l’indice di valutazio- curva di riferimento misura


100
ne, relativo a misurazioni di isola-

mento al calpestio, si confrontano i

valori misurati con una curva di 90

Livello di rumore di calpestio L’ [dB]


riferimento proposta nella UNI EN

ISO 717-2.

Anche in questo caso la curva di


80

riferimento viene avvicinata alla

curva delle misure, procedendo a


70
passi di 1 dB, finchè la somma

degli scarti sfavorevoli è più gran-

de possibile e comunque non mag- 60


giore di 32 dB (per le misurazioni

in bande di terzo d’ottava).


50
In questo caso però uno scarto sfa-

vorevole a una data frequenza si

ha quando il risultato della misura- 40


100
125
160
200
250
315
400
500
630
800
1000
1250
1600
2000
2500
3150
zione è maggiore del valore della

curva di riferimento.
Frequenza f [Hz]
Anche in questo caso raggiunta la

condizione sopra descritta il valore

dell’indice di valutazione corri-

sponde al valore alla frequenza di

500 Hz della curva di riferimento

traslata. Curva di scarti


Frequenza [Hz] Misure [dB] riferimento scarti [dB] sfavorevoli
Nel disegno seguente sono eviden- traslata [dB] [dB]
ziati la zona relativa agli scarti 100 59,0 65 -6,0
sfavorevoli ed il valore relativo 125 61,0 65 -4,0
all’indice di valutazione (63 dB). 160 62,5 65 -2,5
La tabella riporta i risultati delle 200 62,5 65 -2,5
misure e dei calcoli. 250 59,5 65 -5,5

315 57,8 65 -7,2

400 55,0 64 -9,0

500 56,8 63 -6,2

630 56,6 62 -5,4

800 56,1 61 -4,9

1000 56,6 60 -3,4

1250 56,0 57 -1,0

1600 56,0 54 2,0 2,0

2000 56,7 51 5,7 5,7

2500 57,0 48 9,0 9,0

3150 56,4 45 11,4 11,4

somma scarti sfavorevoli 28,1

11
L’acustica con Knauf
Soluzioni tecniche per l’edilizia civile e industriale

È importante sottolineare che l’im-

piego degli indici di valutazione

comporta una perdita di informazio-

ni riguardo l’andamento in frequen-

za della grandezza considerata.

Di seguito a titolo di esempio si

riportano i grafici di due partizioni

differenti che forniscono il medesi-

mo indice di potere fonoisolante

(Rw = 56 dB)

12
L’acustica con Knauf
Soluzioni tecniche per l’edilizia civile e industriale

Curve NR e curve NC Sovrapponendo lo spettro del rumo-

Un altro procedimento per definire uno spettro sonoro con un unico valo- re in esame con i grafici riportati a

re si basa sull’ipotesi che il disturbo globale è in qualche modo ricondu- fianco, l’indice di livello sonoro

cibile a quello dovuto alla sola frequenza più disturbante. In tal senso (NC o NR) corrisponde al valore

sono stati definiti appositi grafici con i quali analizzare i livelli sonori. della più alta curva raggiunta.

90 2.10 Grandezze apparenti (in opera)

La misurazione delle caratteristi-


80
che acustiche di un elemento divi-
NC sorio posto in opera forniscono
70
70
generalmente risultati sensibilmen-
65
60 te differenti rispetto alle misurazio-
60
55 ni in laboratorio. Ciò avviene prin-
50
50 cipalmente a causa del fatto che:
45 • in laboratorio si cerca di elimi-
40
40
nare completamente le trasmis-
35
30
sioni del rumore per via laterale
30
25 disaccoppiando in maniera op-
20
20 portuna le due camere dove ven-

10 15 gono effettuate le misurazioni.


63 125 250 500 1000 2000 4000 8000
• Le partizioni testate in laborato-
[Hz]
rio generalmente sono costruite

Diagramma normalizzato per la determinazione dell’indice NC (Noise con maggior cura rispetto a quel-

Criteria) definito negli Stati Uniti le realizzate in opera

NR Questo comporta che una partizio-


120
120 ne posta in opera presenta in gene-
110 115
rale un potere fonoisolante decisa-
110
100 105 mente inferiore rispetto alla stessa
100
struttura misurata in laboratorio.
90 95
90 Per differenziare questi due tipi di
80 85 misure viene utilizzato un apice e
80
70 le grandezze relative alle misura-
75
70 zioni in opera vengono definite con
60
65
il termine “apparente”, quindi ad
60
50
55 esempio:
50
40 Rw = indice del potere fonoisolante
45
40 di un elemento (misurato in labora-
30
35 torio)
20 30
R’w = indice del potere fonoisolan-
25
10 20 te apparente di un elemento (misu-
31,5 63 125 250 500 1000 2000 4000 8000 16000
[Hz] rato in opera)

Diagramma normalizzato per la determinazione dell’indice NR (Noise Rw > R’w

Rating) definito in sede ISO


13
L’acustica con Knauf
Soluzioni tecniche per l’edilizia civile e industriale

2.11 Il fonometro Il sistema di misura deve essere scelto in modo da soddisfare le specifiche di

Il fonometro, strumento che con- cui alla classe 1 delle norme EN 60651/1994 e EN 60804/1994.

sente di misurare le grandezze pre- Le misure di livello equivalente dovranno essere effettuate direttamente con

cedentemente descritte, può essere un fonometro conforme alla classe 1 delle norme EN 60651/1994 e EN

suddiviso in tre sezioni: 60804/1994.

1. microfono Nel caso di utilizzo di segnali registrati prima e dopo le misure deve essere

2. preamplificatore registrato anche un segnale di calibrazione.

3. dispositivo per l’elaborazione La catena di registrazione deve avere una risposta in frequenza conforme a

dei dati quella richiesta per la classe 1 della EN 60651/1994 e una dinamica adeguata

al fenomeno in esame.

L’ u s o d e l r e g i s t r a t o r e d e v e e s s e r e d i c h i a r a t o n e l r a p p o r t o d i m i s u r a .

I filtri e i microfoni utilizzati per le misure devono essere conformi, rispettiva-

mente, alle norme EN 61260/19995 (IEC 1260) e EN 61094-1/1994, EN 61094-

1/1994, EN 61094-2/1993, EN 61094-3/1995, EN 61094-4/1995.

I calibratori devono essere conformi alle norme CEI 29-4.

La strumentazione e/o la catena di misura, prima e dopo ogni ciclo di misura,

deve essere controllata con un calibratore di classe 1, secondo la norma IEC

942/1988. Le misure fonometriche eseguite sono valide se le calibrazioni

effettuate prima e dopo ogni ciclo di misura, differiscono al massimo di 0.5 dB.

In caso di utilizzo di un sistema di registrazione e di riproduzione, i segnali di

calibrazione devono essere registrati.

Gli strumenti ed i sistemi di misura devono essere provvisti di certificato di

taratura e controllati almeno ogni due anni per la verifica della conformità alle

specifiche tecniche. Il controllo periodico deve essere eseguito presso labora-

t o r i a c c r e d i t a t i d a l s e r v i z i o d i t a r a t u r a n a z i o n a l e a i s e n s i d e l l a l e g g e 11 a g o -

Il microfono (1) acquisisce i dati sto 1991, n. 273.

dall’esterno, attraverso il preampli-

ficatore (2) vengono inviati al 2.12 Audiogramma normale

sistema di elaborazione (3). Le I fonometri sono in grado di misurare le variazioni di pressione sonora alle

informazioni vengono quindi regi- d i v e r s e f r e q u e n z e . L’ o r e c c h i o u m a n o p e r ò p e r c e p i s c e i s u o n i a d i f f e r e n t i f r e -

strate ed analizzate. quenze con diversa sensibilità. Ad esempio un suono a 1000 Hz a 50 dB viene

percepito come più intenso rispetto ad un suono a 100 Hz sempre a 50 dB.

Per poter effettuare delle misura- Per analizzare questa problematica sono state condotte una serie di prove di

zioni che abbiano valore giuridico laboratorio su un vasto numero di individui dalle quali è stato elaborato il gra-

legale la strumentazione utilizzata fico seguente (audiogramma normale).

dovrà possedere determinate carat-

teristiche. Sul grafico sono rappresentate le curve isophoniche le quali definiscono il

D a l D . M . 1 6 m a r z o 1 9 9 8 Te c n i c h e medesimo livello di intensità soggettiva percepita.

di rilevamento e di misurazione Si osserva ad esempio che un suono a 1000 Hz a 50 dB (corrispondente alla

dell’inquinamento acustico – art. 2: curva 50 PHON) viene percepito dall’orecchio umano con lo stesso livello di

intensità di un suono a 20 Hz a circa 95 dB (anch’esso corrispondente alla

Il sistema di misura deve essere curva 50 PHON).


14
L’acustica con Knauf
Soluzioni tecniche per l’edilizia civile e industriale

Per tenere in considerazione la


140
sensibilità dell’orecchio umano alle
130
120 120 diverse frequenze anche durante le
Livello di pressione sonora (dB rif. 20µPa)

110 misure fonometriche, sono state


100 100
elaborate a partire dalle curve iso-
90
80 80 phoniche, le cosiddette curve di
70
p o n d e r a z i o n e . Ta l i c u r v e d e f i n i s c o -
60 60
50 no i valori da sottrarre o sommare

40 40 alle varie bande di frequenza misu-


30
rate per ricavare un valore che
20
20
s 10 meglio approssimi quanto percepito

0 PHON dall’apparato uditivo.

20Hz 3 4 5 6 7 8 9 100 20 3 4 5 6 7 8 9 1000 2kHz3 4 5 6 7 8 9 10 15


Frequenza

La curva A approssima la curva iso-


20 phonica 40 phon ed è utilizzabile
D
per suoni di livello medio basso (ad
10
A esempio misurazioni in edifici di
0
B,C civile abitazione).
C
Risposta ( dB )

-10 La curva B approssima la curva

isophonica 70 phon ed è utilizzabi-


-20
B le per suoni di livello medio alto
A
-30 La curva C approssima la curva

isophonica 100 phon ed è utilizza-


-40
bile per suoni di livello molto ele-
-50 vato
20 100 1000 10000
La curva D è stata realizzata per la
Frequenza ( Hz )
valutazione del rumore generato

dal traffico aereo.

Da queste curve vengono quindi

ricavate le misure ponderate in

dB(A), dB(B), dB(C) e dB(D). La

ponderazione viene automatica-

mente effettuata dal fonometro.

15
L’acustica con Knauf
Soluzioni tecniche per l’edilizia civile e industriale

2.13 Il livello sonoro equivalente

Il livello sonoro equivalente (Leq) è il livello di un ipotetico rumore costante che,

se sostituito al rumore misurato, variabile nel tempo, genererebbe la medesima

quantità di energia sonora.

Lo scopo del livello equivalente è quindi quello di caratterizzare con un unico

valore un rumore variabile nel tempo ed è definito dalla seguente formula

[ ]
T
1 p 2( t )
L eq = 1 0 l o g œ dt dB
T 0 p 20
Dove:

T è il tempo totale di misurazione.

po è la pressione sonora di riferimento (2 x 10-5 Pa)

p (t) è la pressione sonora misurata all’istante “t” dal fonometro

Nel grafico seguente vengono rappresentati il livello di pressione sonora istanta-

nea (curva blu) ed il relativo livello equivalente (curva rossa)

Si osserva come il livello equivalente evolve e si stabilizza durante la di misura-

zione in base al tempo di integrazione considerato ed agli eventi sonori istanta-

nei misurati.

16
L’acustica con Knauf
Soluzioni tecniche per l’edilizia civile e industriale

3. Legislazione e normati- In tal senso dovranno essere sotto- mato l’obbligo di redigere verifiche

va tecnica di riferimento poste a verifica di impatto acustico di clima acustico.

per l’acustica in edilizia le seguenti opere:

Queste relazioni hanno lo scopo di


Di seguito un elenco delle leggi e
1. aeroporti, aviosuperfici, eliporti; determinare la rumorosità presente
delle norme tecniche di riferimento
2. strade di tipo A (autostrade), in un’area prima di realizzare un
riguardanti l’acustica in edilizia.
B (strade extraurbane principali), edificio. Servono quindi per valuta-
L’ e l e n c o c h e s e g u e è a g g i o r n a t o a l
C (strade extraurbane secondarie), re se l’area è compatibile con la
mese di ottobre 2005.
D (strade urbane di scorrimento), costruzione e prevedere eventuali

3.0 Legislazione Nazionale E (strade urbane di quartiere) e opere di mitigazione dei rumori.

F (strade locali), secondo la clas- Dovranno possedere valutazione


In questo paragrafo si riportano le
sificazione di cui al D.Lgs. 30 previsionale di clima acustico le
leggi di carattere nazionale.
aprile 1992, n. 285 (14), e suc- aree interessate alla realizzazione
Regioni, Province e Comuni hanno
cessive modificazioni; di:
la facoltà di redigere in merito nor-
3. discoteche;
mative maggiormente restrittive.
4. circoli privati e pubblici esercizi 1. scuole e asili nido;

ove sono installati macchinari o 2. ospedali;


Legge n° 447 del 26-10-1995
impianti rumorosi; 3. case di cura e di riposo;
“Legge quadro sull’inquinamento
5. impianti sportivi e ricreativi; 4. parchi pubblici urbani ed extra-
acustico”
6. ferrovie ed altri sistemi di traspor urbani;
Questa è la legge che definisce i
to collettivo su rotaia. 5.nuovi insediamenti residenziali
principi fondamentali in materia di
prossimi alle opere che richiedo-
tutela dell’ambiente esterno e del-
Le opere sopra citate dovranno no valutazione di impatto acustico.
l’ambiente abitativo dall’inquina-
essere sottoposte a verifica sia che
mento acustico.
vengano realizzate ex-novo, sia Le modalità di redazione delle rela-
Essa sostituisce il precedente
che vengano modificate, sia che zioni è demandata alle singole
documento di riferimento (DPCM 1-
vengano potenziate. Regioni (art. 4 comma 1 lettera l).
03-1991 Limiti massimi di esposi-
Prima di redigere una relazione di
zione al rumore negli ambienti abi-
Inoltre, “le domande per il rilascio impatto o di clima acustico è quindi
tativi e nell’ambiente esterno).
di concessioni edilizie relative a necessario verificare se la propria
Nella L. 447 vengono prese in con-
nuovi impianti ed infrastrutture adi- Regione ha emanato qualche prov-
siderazione tutte le tematiche
biti ad attività produttive, sportive vedimento in merito.
riguardanti il rumore, i soggetti
e ricreative e a postazioni di servi-
volti ad analizzarle e le competen-
zi commerciali polifunzionali, dei D.P.C.M. 14-11-1997
ze di Stato, Regioni, Province e
provvedimenti comunali che abilita- “Determinazione dei valori limite
Comuni.
no alla utilizzazione dei medesimi delle sorgenti sonore”

immobili ed infrastrutture, nonché Questa legge, attuativa della 447


All’art. 8 viene riportato l’obbligo di
le domande di licenza o di autoriz- del 1995, fissa i limiti di rumore
redigere valutazioni di impatto
zazione all’esercizio di attività pro- g e n e r a t i d a l l e s o r g e n t i s o n o r e . Ta l e
acustico nel caso si debbano rea-
duttive devono contenere una docu- norma disciplina i valori limite di
lizzare opere potenzialmente rumo-
mentazione di previsione di impatto emissione e di immissione ed i
r o s e . Ta l i v e r i f i c h e c o n s i s t o n o n e l
acustico” (L.447 – 1995 art. 8 c. 4) valori di attenzione e qualità, defi-
prevedere quanto rumore potrà
niti nella legge quadro, secondo
generare una nuova opera e se tale
Sempre all’articolo 8 della Legga una serie di tabelle che si rifanno
rumore potrà disturbare eventuali
447 (comma 3) viene invece richia- alla classificazione acustica del
ricettori sensibili.
17
L’acustica con Knauf
Soluzioni tecniche per l’edilizia civile e industriale

territorio comunale. In base a que- presenza di attività commerciali e uffici, con presenza di attività artigianali; le

sti limiti vanno redatte le valutazio- aree in prossimità di strade di grande comunicazione e di linee ferroviarie; le

ni di clima e di impatto acustico aree portuali, le aree con limitata presenza di piccole industrie.

previste dalla Legge quadro oltre CLASSE V - aree prevalentemente industriali: rientrano in questa classe le

che le zonizzazioni acustiche dei aree interessate da insediamenti industriali e con scarsità di abitazioni.

Comuni. Di seguito le tabelle ripor- CLASSE VI - aree esclusivamente industriali: rientrano in questa classe le

tate nel Decreto. aree esclusivamente interessate da attività industriali e prive di insediamenti

abitativi

Ta b e l l a A : c l a s s i f i c a z i o n e d e l t e r r i -

torio comunale Tabella B: valori limite di emissione - Leq in dB (A)


classi di destinazione d’uso del territorio tempi di riferimento
CLASSE I - aree particolarmente
diurno (06.00-22.00) notturno (22.00-06.00)
protette: rientrano in questa classe I aree particolarmente protette 45 35
II aree prevalentemente residenziali 50 40
le aree nelle quali la quiete rappre-
III aree di tipo misto 55 45
senta un elemento di base per la IV aree di intensa attività umana 60 50
V aree prevalentemente industriali 65 55
loro utilizzazione: aree ospedalie-
VI aree esclusivamente industriali 65 65
re, scolastiche, aree destinate al

riposo ed allo svago, aree residen- Tabella C: valori limite assoluti di immissione - Leq in dB (A)
classi di destinazione d’uso del territorio tempi di riferimento
ziali rurali, aree di particolare inte-
diurno (06.00-22.00) notturno (22.00-06.00)
resse urbanistico, parchi pubblici, I aree particolarmente protette 50 40
II aree prevalentemente residenziali 55 45
ecc.
III aree di tipo misto 60 50
CLASSE II - aree destinate ad uso IV aree di intensa attività umana 65 55
V aree prevalentemente industriali 70 60
prevalentemente residenziale: rien-
VI aree esclusivamente industriali 70 70
trano in questa classe le aree urba-

ne interessate prevalentemente da Tabella D: valori di qualità - Leq in dB (A)


classi di destinazione d’uso del territorio tempi di riferimento
traffico veicolare locale, con bassa
diurno (06.00-22.00) notturno (22.00-06.00)
densità di popolazione, con limitata I aree particolarmente protette 47 37
II aree prevalentemente residenziali 52 42
presenza di attività commerciali ed
III aree di tipo misto 57 47
assenza di attività industriali e IV aree di intensa attività umana 62 52
V aree prevalentemente industriali 67 57
artigianali
VI aree esclusivamente industriali 70 70
CLASSE III - aree di tipo misto:

rientrano in questa classe le aree

urbane interessate da traffico vei- D.P.C.M. 5-12-1997

colare locale o di attraversamento, “Determinazione dei requisiti acustici passivi degli edifici”.

con media densità di popolazione, È un decreto attuativo della L. 447 – 1995, il quale definisce i valori (minimi o

con presenza di attività commercia- massimi) di isolamento dai rumori che devono possedere gli edifici.

li, uffici con limitata presenza di

attività artigianali e con assenza di Nel Decreto vengono presi in considerazione:

attività industriali; aree rurali inte-

ressate da attività che impiegano • il valore minimo di isolamento al rumore tra differenti unità immobiliari,

macchine operatrici mediante il parametro R’w (indice di potere fonoisolante apparente)

CLASSE IV - aree di intensa attivi-


• il valore minimo di isolamento dai rumori provenienti dall’esterno, mediante
tà umana: rientrano in questa clas-
i l p a r a m e t r o D 2 m n Tw ( i n d i c e d i i s o l a m e n t o a c u s t i c o d i f a c c i a t a )
se le aree urbane interessate da

intenso traffico veicolare, con alta • il valore massimo di rumore di calpestio percepito, mediante il parametro

densità di popolazione, con elevata L’ n w ( i n d i c e d i l i v e l l o d i r u m o r e d i c a l p e s t i o a p p a r e n t e )


18
L’acustica con Knauf
Soluzioni tecniche per l’edilizia civile e industriale

• il livello massimo di rumore per gli impianti a funzionamento discontinuo, Si segnala che le prescrizioni del

mediante il parametro LASmax (Livello massimo di rumore ponderato A misura- DPCM 5-12-1997 sono da conside-

to impostando il fonometro con costante di tempo “slow”) rarsi come livelli minimi di presta-

zioni acustiche. Eventuali esigenze


• il valore massimo di rumore per gli impianti a funzionamento continuo,
di maggiore isolamento rispetto ai
mediante il parametro LAeq (Livello equivalente di rumore ponderato A)
rumori esterni, o ai rumori che si

propagano tra diverse abitazioni,


Il Decreto non impone la realizzazione di prove acustiche in opera o la reda-
andrà valutato volta per volta in
zione di relazioni tecniche progettuali, ma semplicemente che, ad opera ulti-
base al livello di rumore (clima
mata, i requisiti acustici siano rispettati.
acustico) dell’area in cui andrà ad
Ovviamente però, per garantire il rispetto di tali requisiti, considerate le tec-
inserirsi il nuovo edificio o ad
nologie costruttive attualmente adottate nel nostro Paese e soprattutto la loro
eventuali richieste prestazionali
realizzazione in cantiere, la redazione di una relazione e l’effettuazione di
della committenza.
prove acustiche in corso d’opera ed a fine lavori diventano condizione neces-

saria per verificare e garantire i requisiti prescritti per legge.


D.M.A. 29-11-2000

Criteri per la predisposizione da


Nel Decreto è riportata la seguente tabella contenente i valori limite da rispettare
parte delle società e degli enti

gestori dei servizi pubblici di tra-

sporto o delle relative infrastrutture,

dei piani degli interventi di conteni-

mento e abbattimento del rumore.

Il Decreto definisce chi deve rea-

lizzare le opere di mitigazione del

rumore derivante da traffico veico-

lare e quali tipologie di interventi

vanno adottati.

In particolare come interventi pos-

sibili vengono segnalati:


In merito ai livelli di rumore degli impianti tecnologici a funzionamento conti-
• Pavimentazioni antirumore
nuo si segnala che nel Decreto esiste una incongruenza tra i dati riportati
• Barriere acustiche
nella tabella ed i valori prescritti nelle definizioni dell’Allegato A.
• Finestre antirumore
Inoltre, per la misurazione dei requisiti acustici, in certi casi il Decreto fa rife-
• Rivestimenti fonoassorbenti per
rimento a norme tecniche ormai sostituite o non congruenti con le grandezze
le facciate
da misurare.
• Trattamento antirumore degli

imbocchi delle gallerie


Nel Decreto non vengono presi in considerazione edifici destinati ad attività

industriali o artigianali. Per questi è comunque applicabile il DPCM 5-12-1997

nel caso che all’interno degli stessi siano presenti attività assimilabili a quel-

le descritte nel decreto (ad esempio uffici all’interno di un capannone artigia-

nale).

In materia di rumore le attività industriali o artigianali devono comunque

a s s o l v e r e a l l e p r e s c r i z i o n i r i p o r t a t e n e l D P C M 1 4 - 11 - 1 9 9 7 , r i g u a r d a n t e i l

rumore propagato all’esterno dalle attività stesse e quindi la redazione di

valutazioni di impatto acustico, e nel Decreto legislativo 277 del 1991 riguar-

dante la protezione dei lavoratori contro i rischi di esposizione al rumore

durante il lavoro.
19
L’acustica con Knauf
Soluzioni tecniche per l’edilizia civile e industriale

D.P.R. 30-03-2004, n. 142

Disposizioni per il contenimento e la prevenzione dell’inquinamento acustico derivante dal traffico veicolare, a norma del-

l ’ a r t i c o l o 11 d e l l a l e g g e 2 6 o t t o b r e 1 9 9 5 , n . 4 4 7 .

Il Decreto definisce i limiti massimi di rumore che possono essere generati dalle infrastrutture stradali rendendo operativo

i l p r e c e d e n t e D e c r e t o d e l 2 9 - 11 - 2 0 0 0

Lo schema a blocchi che segue illustra le attività di acustica che devono essere prese in considerazione quando si proget-

ta un edificio.

20
L’acustica con Knauf
Soluzioni tecniche per l’edilizia civile e industriale

3.1 Leggi Regionali 3.2 Norme tecniche di riferimento

Di seguito si riporta un elenco dei documenti regionali che hanno preso in con- Di seguito si riporta l’elenco, suddivi-

siderazione l’analisi dei requisiti acustici passivi degli edifici. so per argomenti, delle principali

norme tecniche in materia di acustica

edilizia.

Norme per la progettazione dei requi-

siti acustici passivi degli edifici

UNI EN 12354 - “Acustica in edilizia -

Va l u t a z i o n i d e l l e p r e s t a z i o n i a c u s t i -

che di edifici a partire dalle presta-

zioni di prodotti”

Parte 1: Isolamento dal rumore per

Per la Regione Marche segnaliamo anche la DGR n° 896 del 24-06-2003 pub- via aerea tra ambienti;

b l i c a t a s u l B U R n ° 6 2 d e l 11 - 0 7 2 0 0 3 . L a d e l i b e r a z i o n e r i c h i e d e e s p r e s s a m e n - Parte 2: Isolamento acustico al cal-

te la realizzazione di calcoli previsionali dei requisiti acustici passivi e, per pestio tra ambienti;

determinati edifici, impone il relativo collaudo in opera. Parte 3: Isolamento acustico contro il

rumore proveniente dall’esterno per

L’ e l e n c o s u c c e s s i v o r i p o r t a l e l e g g i r e g i o n a l i r i g u a r d a n t i l ’ i n q u i n a m e n t o a c u - via aerea;

stico Parte 4: Trasmissione del rumore

interno all’esterno.

Regione Liguria

L.R. n. 12 del 20 marzo 1998 R a p p o r t o Te c n i c o U N I T R 111 7 5 :

“Disposizioni in materia di inquinamento acustico” “Acustica in edilizia. Guida alle

norme serie UNI EN 12354 per la pre-

R e g i o n e To s c a n a visione delle prestazioni acustiche

L.R. n. 89 del 1 dicembre 1998 degli edifici. Applicazione alla tipolo-

“Norme in materia di inquinamento acustico” gia costruttiva nazionale”.

R e g i o n e Ve n e t o Tra le UNI EN 12354 ed il Rapporto

L.R. n. 21 del 10 maggio 1999 Te c n i c o U N I e s i s t o n o a l c u n e s o s t a n -

“Norme in materia di inquinamento acustico” ziali differenze.

Le UNI EN 12354 sono state elaborate

Regione Piemonte in sede CEN, si riferiscono a tipologie

L.R. n. 52 del 20 ottobre 2000 costruttive tipiche Nord Europa ed i

“Disposizioni per la tutela dell’ambiente in materia di inquinamento acustico” modelli di calcoli descritti richiedono

d a t i d i i n g r e s s o d i ff i c i l m e n t e r e p e r i b i l i .

Regione Emilia Romagna Il Rapporto Tecnico UNI invece, che si

L.R. n. 15 del 9 maggio 2001 base sul metodo di calcolo semplificato

proposto nelle UNI EN 12354, è stato

Regione Lazio elaborato basandosi su tecnologie edili-

L.R. n. 18 del 3 agosto 2001 zie tipiche del nostro Paese e soprattut-

“Disposizioni in materia di inquinamento acustico per la pianificazione ed il to presenta in appendice un’ampia banca

risanamento del territorio- modifiche alla legge regionale 6 agosto 1999, n.14” dati contenente le prestazioni acustiche

di strutture edilizie “nazionali”.


21
L’acustica con Knauf
Soluzioni tecniche per l’edilizia civile e industriale

Norme per la misurazione in labora- U N I E N I S O 11 6 5 4 Calcolo degli indici di valutazione

torio di alcune grandezze inerenti Acustica - Assorbitori acustici per UNI EN ISO 717

l’acustica in edilizia l ’ e d i l i z i a - Va l u t a z i o n e d e l l ’ a s s o r b i - A c u s t i c a - Va l u t a z i o n e d e l l ’ i s o l a m e n -

UNI EN ISO 140 mento acustico. to acustico in edifici e di elementi di

Acustica - Misura dell’isolamento edificio

acustico in edifici e di elementi di UNI EN ISO 10534-1:2001 Parte 1 - Isolamento di rumori aerei;

edificio Acustica - Determinazione del coeffi- Parte 2 - Isolamento di rumore di cal-

Parte 1 - Requisiti per le attrezzature ciente di assorbimento acustico e pestio.

di laboratorio con soppressione della dell’impedenza acustica in tubi di

trasmissione laterale; impedenza - Metodo con le onde sta-

Parte 3 - Misurazione in laboratorio zionarie.

dell’isolamento acustico per via

aerea di elementi di edificio; UNI EN ISO 10534-2:2001

Parte 6 - Misurazioni in laboratorio Acustica - Determinazione del coeffi-

dell’isolamento dal rumore di calpe- ciente di assorbimento acustico e

stio di solai; dell’impedenza acustica in tubi di

Parte 8 - Misurazione in laboratorio impedenza - Metodo della funzione di

della riduzione del rumore di calpe- trasferimento.

stio trasmesso da rivestimenti di

pavimentazioni su un solaio pesante Norme per la misurazione in opera di

normalizzato. alcune grandezze inerenti l’acustica

Parte 12 - Misurazione in laboratorio in edilizia.

dell’isolamento acustico dai rumori UNI EN ISO 140

trasmessi per via aerea e dal calpe- Acustica - Misura dell’isolamento

stio tra due ambienti attraverso un acustico in edifici e di elementi di

pavimento sopraelevato. edificio.

Parte 4 - Misurazioni in opera del-

UNI EN 20140 l’isolamento acustico per via aerea

Acustica - Misura dell’isolamento tra ambienti;

acustico in edifici e di elementi di Parte 5 - Misurazioni in opera del-

edificio l’isolamento acustico per via aerea

Parte 2 - Determinazione, verifica e degli elementi di facciata e delle fac-

applicazione della precisione dei ciate;

dati; Parte 7 - Misurazioni in opera del-

Parte 9 - Misurazione in laboratorio l’isolamento dal rumore di calpestio

dell’isolamento acustico per via di solai;

aerea da ambiente a ambiente coper- Parte 14 – Linee guida per situazioni

ti dallo stesso controsoffitto; particolari in opera.

Parte 10 - Misura in laboratorio del-

l’isolamento acustico per via aerea di UNI EN ISO 3382

piccoli elementi di edificio. Acustica – Misurazione del tempo di

riverberazione di ambienti con riferi-

ISO 354: 1985 mento ad altri parametri acustici

Acustica – Misura dell’assorbimento

acustico in camera riverberante.

22
L’acustica con Knauf
Soluzioni tecniche per l’edilizia civile e industriale

4. Isolamento acustico degli Anche la frequenza delle sollecitazioni è un parametro molto importante: il

edifici numero di sollecitazioni nell’unità di tempo che raggiungono la parete ne con-

dizionano la velocità del movimento e di conseguenza le forze di inerzia,


4.1 Rumore Aereo
cosicchè all’aumentare della frequenza si osserva generalmente un migliora-
La protezione dai rumori aerei negli mento del potere fonoisolante.
edifici residenziali si attua mediante La legge di massa per l’isolamento acustico rappresenta l’effetto combinato di
la concezione e la realizzazione di massa e frequenza: essa si può considerare valida per pareti semplici ed omo-
partizioni orizzontali e verticali di genee, e può essere espressa con la seguente relazione
idonee caratteristiche.

Trattando della protezione dai rumori R = 20 log M • ƒ - 43 [dB]


generati all’interno dell’edificio le dove:
componenti cui porre attenzione sono R = Potere fonoisolante
i solai e le partizioni verticali inter- M = m a s s a d e l d i v i s o r i o p e r u n i t à d i s u p e r f i c i e [ K g / m 2]
ne, per i rumori generati all’esterno f = frequenza [Hz]
ci si dovrà invece concentrare sugli

elementi costituenti l’involucro: pare-

ti perimetrali, primi solai e coperture.

Le partizioni verticali esterne, grazie

alla loro massività, garantiscono

nella maggior parte dei casi un grado

di isolamento accettabile dai rumori

trasmessi per via aerea, non solo dal

punto di vista normativo ma anche da

quello della sensazione che l’indivi-

duo può provare trovandosi nel pro-

prio spazio abitativo. Per quanto

riguarda le partizioni verticali interne Rappresentazione grafica della legge di massa, isolamento acustico in
funzione della frequenza e della massa.
invece, le prestazioni acustiche

offerte sono variabili a seconda della


La precedente relazione presuppone che la parete considerata venga raggiun-
tipologia adottata.
ta da onde fra loro parallele e normali alla parete stessa.

Le caratteristiche acustiche

delle partizioni semplici e le loro

prestazioni in opera.

Una partizione verticale qualunque

possiede delle caratteristiche di

fonoisolamento direttamente dipen-

denti dalla propria massa.

Se si ipotizza di applicare ad una

parete una forza per farla vibrare, si

può constatare che la resistenza al

movimento della medesima risulta

essere proporzionale alla sua inerzia,

e che all’aumentare di questa aumenta Andamento del potere fonoisolante, di una parete in relazione all’angolo
di incidenza delle onde sonore.
di conseguenza il potere fonoisolante.
23
L’acustica con Knauf
Soluzioni tecniche per l’edilizia civile e industriale

Nella grande maggioranza dei casi reali la fa decadere il potere fonoisolante del divisorio alle frequenze di coincidenza, le

situazione fisica descritta non ricorre. quali sono sempre in numero maggiore di una dato che l’onda flessionale è

La parete in questione viene raggiunta da anche essa in relazione alla frequenza di sollecitazione del pannello. Il fenome-

onde sonore con angoli di incidenza variabi- no della coincidenza è presente alle medie e alte frequenze, attestandosi a valo-

li fino a circa 80 gradi, se provenienti da un ri diversi in funzione del tipo e spessore di materiale costituente il divisorio.

ambiente semiriverberante, o anche da onde

radenti, se provenienti da ambienti molto Le pareti in laterizio sono la tipologia più diffusa di divisorio all’interno di

riverberanti. spazi abitativi: esse seguono con buona approssimazione i principi di funzio-

Il potere fonoisolante della partizione varia namento delle pareti semplici.

con il variare di tali angoli di incidenza nel I risultati di prove sperimentali e in opera evidenziano che pareti semplici in matto-

modo rappresentato in fig.15. ne forato dello spessore di cm 8 o 12, con 15 mm di intonaco su ambo i lati e con

Per l’applicazione pratica del principio della m a s s a c o m p r e s a t r a i 11 5 e i 1 5 0 k g / m 2 , h a n n o u n i n d i c e d i v a l u t a z i o n e d e l p o t e r e

legge di massa è necessario tenere conto di fonoisolante Rw di circa 42-42,5 dB, con lievi variazioni in funzione della frequenza.

tre effetti che intervengono a modificare Un elemento in grado di migliorare la prestazione acustica è costituito dall’in-

l’andamento lineare della funzione: tonaco. Questo infatti esercita una funzione sigillante sulle porosità e fessure

• Rigidità - La resistenza al movimento di presenti nella muratura non intonacata. Il miglioramento si riscontra soprattut-

una parete dipendente, a bassa frequenza, to alle frequenze medio alte, oltre i 2000 Hz, mentre alle basse frequenze l’ef-

interamente dalla sua rigidità e di conse- fetto è praticamente trascurabile.

guenza anche il suo potere fonoisolante. L’ e ff e t t o d e l l ’ i n t o n a c o s i r i f l e t t e q u i n d i s u l p o t e r e f o n o i s o l a n t e R w c h e p a s s a d a 2 8

• Risonanza - Una parete rigida se eccitata d B i n u n a p a r e t e s e n z a i n t o n a c o a v e n t e m a s s a p a r i a c i r c a 7 0 k g / m 2, a 4 1 d B n e l l a

da un impatto oscilla per un transitorio alla s t e s s a p a r e t e i n t o n a c a t a s u a m b o i l a t i c o n m a l t a d i c e m e n t o ( p = 11 0 k g / m 2 ) .


sua frequenza propria. Se la medesima pare-

te viene sollecitata da onde sonore aventi

una frequenza uguale a quella naturale

della parete stessa, essa oscilla con un’am-

piezza maggiore a quella con cui oscillereb-

be se sollecitata da altre frequenze. Di con-

seguenza a questa frequenza, detta riso-

nanza, si osserva un naturale scadimento


Rappresentazione simbolica di un’onda
del potere fonoisolante. Il fenomeno della
flessionale ed effetto di coincidenza
risoanza nelle pareti divisorie è tipicamente

presente alle basse frequenze, e dipende

dalle modalità di messa in opera (vincoli)

nonchè dai materiali costituenti il divisorio.

• Coincidenza - Un pannello che vibra per-

pendicolarmente alla sua superficie è percor-

so longitudinalmenteda un’onda cosidetta

flessionale che ne deforma la geometria

ad ogni istante. Ipotizzando che il pannel-

lo venga sollecitato obliquamente da un Andamento


del potere
treno di onde sonore, si può facilmente fonoisolante
osservare, come illustrato in fig.16, che la per una parete
in tavolato di
proiezione di alcune onde può coincidere mattoni forati
da cm 8,
con la lunghezza dell’onda flessionale.
intonacato da
Ta l e f e n o m e n o , s i m i l m e n t e a l l a r i s o n a n z a , ambo i lati

24
L’acustica con Knauf
Soluzioni tecniche per l’edilizia civile e industriale

Le caratteristiche acustiche delle sono impraticabili nella comune realtà edilizia, tuttavia esistono alcuni accor-

aprtizioni doppie e le loro presta- gimenti che permettono il raggiungimento di buoni risultati: essi sono da ricer-

zioni in opera carsi sostanzialmente nello spessore dell’intercapedine, nell’applicazione di

materiale fonoassorbente nella stessa, nella diversità di peso fra i due para-
L’ i m p i e g o d i s t r u t t u r e p e s a n t i a l
metri, nei sistemi di connessione delle pareti alle strutture.
fine di aumentare le capacità fonoi-
Ai fini applicativi è consigliabile, per pareti doppie, avere una frequenza di
solanti di un tramezzo non è in
risonanza inferiore a 90 Hz, frequenza considerata limite inferiore nel campo
realtà conveniente. Si osservi che
dell’acustica degli edifici. Inoltre è bene che le frequenze critiche (di coinci-
ad un raddoppio del peso di una
denza) di ciascuno dei due elementi che costituiscono la parete siano diffe-
parete corrisponde un incremento
renti tra loro e collocate nella fascia delle alte frequenze in modo da evitare
del suo potere fonoisolante di circa
forti perdire di isolamento alla frequenza critica del tramezzo nel campo delle
4 dB. Inoltre, come si è visto pre-
frequenze interessanti l’acustica architettonica (cioè fino a 4000 Hz).
cedentemente, questo incremento è
Le scelte che il progettista compie, sia nel caso della progettazione di nuovi
effettivo solo nella fascia delle
edifici che nel caso in cui si debba attuare una bonifica acustica di spazi già
medie frequenze, in quanto inficia-
esistenti, devono tenere conto delle seguenti considerazioni:
to dall’effetto di risonanza alle

basse frequenze e dall’effetto di

coincidenza alle alte.

Le partizioni realizzate con doppie

pareti separate fra loro da un’inter-


capedine costituiscono un valido

sistema per aumentare il potere

fonoisolante.

Intuitivamente si potrebbe pensare

che il funzionamento, secondo la

legge di massa, del primo parame-

tro, si replichi esattamete per il

secondo. In tal modo se un parame-

tro ha un potere fonoisolante di 30 Valori di Rw per alcune tipologie di pareti doppie.

dB ad una certa frequenza, due


•Le pareti doppie manifestano un incremento del valore di Rw quando sono
parametri identici dovrebbero
realizzate con elementi di differente spessore: in tal modo infatti si separano
avere, alla stessa frequenza, un
gli effetti di risonanza e coincidenza nei due tavolati evitando repentine cadu-
potere fonoisolante di 60 dB. Nella
te del potere fonoisolante in una ristretta fascia di frequenze.
realtà questo fenomeno non si rea-

lizza a causa dell’impossibilità


•Le strutture costituite da due tavolati resi solidali tra di loro e senza isolan-
materiale di ottenere la totale sepa-
te acustico interposto si comportano sostanzialmente come pareti semplici di
razione tra i due parametri e la
uguale massa superficiale.
completa assenza di trasmissione

di onde sonore nell’intercapedine. •Inserendo nell’intercapedine materiale fibroso fonoassorbente (ad es. lana di

Per ottenere tali condizioni ideali, vetro), si può ottenere un considerevole miglioramento di Rw rispetto al caso

infatti, non dovrebbero esistere con intercapedine vuota. Ciò è dovuto al fatto che nell’intercapedine il feno-

basi d’appoggio od orditure portanti meno della riverberazione risulta in tal modo limitato.

comuni ai due parametri, fra i quali


•Per l’isolamento delle intercapedini possono essere utilizzati, oltre ai mate-
dovrebbero esserci un’intercapedi-
rassini e ai pannelli fibrosi, anche materiali sfusi come l’argilla espansa o ver-
ne dell’ordine di almeno 90 - 100
miculite, con risultati però inferiori.
cm. È evidente che tali soluzioni
25
L’acustica con Knauf
Soluzioni tecniche per l’edilizia civile e industriale

•Interponendo un giunto elastico lungo il perimetro della parete si ottiene un la parete.

miglioramento di Rw dell’ordine dei 4 dB rispetto al valore calcolato con la La parete si può paragonare ad un

legge di massa. Questo miglioramento è distribuito su tutti gli intervalli di fre- sistema meccanico composto da

quenza e in particolare alle basse frequenze. due masse collegate tra loro da

una molla che, sottoposto ad una


•Per la maggior parte delle pareti doppie pesanti, con tramezzi del peso di
eccitazione con frequenza pari alla
a l m e n o 1 5 0 K g / m 2, a l f i n e d i m a n t e n e r e l a f r e q u e n z a d i r i s o n a n z a d e l s i s t e m a
propria, entra in risonanza.
massa-aria-massa al di sotto dei 100 Hz, è opportuno adottare intercapedini
Quando un’onda sonora con la sua
dello spessore minimo di 4-6 cm.
componente principale a bassa fre-

quenza incide la parete, le due


•La presenza del materiale fonoassorbente, oltre che ridurre gli effetti della
facce della stessa vibrano in fase e
risonanza, ha l’effetto di ridurre la propagazione dell’energia sonora tra i pan-
quindi essa si comporta come una
nelli della struttura. Inoltre la presenza di materiale assorbente è importante
parete semplice: in altre parole,
non solo per migliorare l’isolamento acustico tra due ambienti confinanti, ma
quando la frequenza dell’onda
anche per impedire la trasmissione tra ambienti sovrapposti attraverso la
sonora incidente è minore di quella
stessa intercapedine della doppia parete.
di risonanza della parete, è come

se la “molla” rimanesse inattiva.


4.2 Soluzioni tecniche Knauf
Se la frequenza principale dell’on-
Partizioni verticali e orizzontali
da sonora incidente è superiore

Knauf produce componenti per la realizzazione di pareti divisorie, contropare- alla freq. di risonanza, l’elasticità

ti, rivestimenti isolanti e controsiffitti. della “molla” d’aria diminuisce le

Utilizzando tale componentistica è possibile costruire partizioni verticali inter- vibrazioni da una massa all’altra ed

ne interamente in gesso rivestito, rivestire pareti in laterizio realizzando il potere fonoisolante risulta sensi-

murature a cassa vuota con tecnologia mista (laterizio e gesso rivestito), com- bilmente incrementato.

pletare strutture divisorie orizzontali con l’applicazione di controsoffitti. La frequenza di risonanza è tanto

Tutti gli interventi possono essere condotti con particolare ri guardo alle pro- più bassa quanto maggiore è la

blematiche dell’isolamento acustico, ottenendo il miglioramento del potere distanza fra gli strati o quanto

fonoisolante di pareti o solai già in opera o costruendo tramezzi a più parame- minore è la rigidità dinamica dello

tri dotati di notevole potere fonoisolante. strato isolante elastico. Lo stesso

vale aumentando il peso superficia-

Pareti divisorie ad orditura metallica le degli strati, con il limite che tali

strati devono rimanere nell’ambito


Il concetto di parete multipla trova la sua ideale applicazione nelle pareti leg-
delle lastre flessibili.
gere su orditura metallica: con questa tecnologia non è più il peso superficia-

le della parete a determinare il potere fonoisolante, ma il funzionamento del I massimi vantaggi di una parete leg-
sistema massa-aria-massa. gera in gesso rivestito su orditura
In pratica l’isolamento acustico non è più basato sull’inerzia (massa del divisorio) metallica si hanno quando la sua freq.
ma su un meccanismo dinamico basato sui principi della risonanza: in tal modo si di risonanza è la minima possibile.
o t t e n g o n o , c o n p e s i d i p o c h e d e c i n e d i K g p e r m 2, v a l o r i d i i s o l a m e n t o a c u s t i c o Ciò imporrebbe di aumentare lo spes-
c h e r i c h i e d e r e b b e r o , u t i l i z z a n d o d i v i s o r i p e s a n t i , p e s i d i c e n t i n a i a d i k g p e r m 2. sore dell’intercapedine, ma oltre i 15
La parete doppia ideale dovrebbe avere i due strati componenti completamen- c m c i ò c o m p o r t a l ’ e ff e t t o d i r i s o n a n z a
te separati fra di loro: più numerosi sono i punti di collegamento e più nume- di cavità, con onde stazionarie che si
rosi saranno i ponti acustici che ne mineranno l’efficienza. formano ad una frequenza incidente
Ciò premesso, l’aria contenuta nell’intercapedine si comporta come uno smor- uguale o multipla di f = 170/d (d =
zatore (una “molla”) che dissipa l’energia acustica che si propaga attraverso spessore dell’intercapedine in m).
26
L’acustica con Knauf
Soluzioni tecniche per l’edilizia civile e industriale

Tale fenomeno può essere limitato o quasi annullato dalla possibilità di inserire in Nelle pareti a doppio strato il fenomeno

detta intercapedine materiale fonoassorbente: ciò consente di ridurre la caduta del della risonanza deve essere considerato

potere fonoisolante sia alle frequenze critiche delle lastre che a quella di cavità. per i tre strati che compongono la parete

stessa, ovvero: massa, aria contenuta

Sul concetto di parete leggera su orditura metallica, sono state elaborate nella cavità, massa. Inoltre è necessario

numerose possibilità di configurazione le quali, in funzione delle necessità di considerare la risonanza della massa

isolamento acustico e/o di altri parametri, variano la natura geometrica e la d’aria contenuta nell’intercapedine, detta

disposizione degli elementi compositivi. risonanza di cavità.

I parametri fondamentali sui quali si opera per progettare acusticamente una Le formule, di carattere generale, che

parete in gesso rivestito su orditura metallica sono i seguenti: esprimono le frequenze di risonanza sono

Spessore lastre le seguenti:

Spessore delle lastre di rivestimento, le quali possono essere montate in uno


c mv 1 1 c
o più strati accoppiati. fr = • • + ; fs = n •
2 › cosφ d Wp1 Wp2 2 d cosφ
Spessore intercapedine

L’ i n t e r c a p e d i n e p u ò e s s e r e d i p r o f o n d i t à d i v e r s e , o t t e n i b i l i m e d i a n t e c o m p o s i - dove:

zioni alternative dell’orditura metallica di sostegno. fr = frequenza di risonanza massa-aria-

Coibentazione interna massa

La coibentazione interna può essere realizzata utilizzando materassini di lana fs = frequenza di risonanza di cavità

minerale con spessori e densità differenti posti nell’intercapedine fra le lastre fc = frequenza critica

di gesso rivestito. W p1, W p2 = m a s s a p e r u n i t à d i s u p e r f i c i e

Come si è visto precedentemente, il potere fonoisolante di una parete doppia d e i s i n g o l i p a n n e l l i ( K g / m 2)


o multistrato è fortemente condizionato dal fenomeno di risonanza alle basse d = profondità dell’intercapedine (m)
frequenze e dal fenomeno di coincidenza alle alte frequenze. φ = angolo di incidenza dell’onda sonora

(rad)

c = velocità di propagazione del suono

nell’aria (m/s)

mv = massa volumica dell’aria

n = numero intero

L’ e f f e t t o d i c o i n c i d e n z a n e l l e p a r e t i d i p e n -

de essenzialmente dalla frequenza critica

del pannello considerato e può essere cal-

colato con la seguente espressione (UNI

7170):

c2 δ
fc = •
1,8 h E

dove:

h = spessore del pannello

E = modulo elastico

δ = densità del pannello

Potere fonoisolante e suo miglioramento relativo ad alcune significative


tipologie di pareti in gesso rivestito su orditura metallica
27
L’acustica con Knauf
Soluzioni tecniche per l’edilizia civile e industriale

Perdita di trasmissione sonora (potere fonoisolante)


in funzione della massa e effetto di coincidenza

Miglioramento del potere fonoisolante di pareti massicce con l’applicazione


di contropareti o rivestimenti isolanti.

Come si vede fc dipende esclusivamente dal tipo e dallo spessore del

materiale, e nelle pareti a doppio strato in gesso rivestito la caduta di iso-

lamento per effetto della coincidenza può essere molto limitata utilizzando

lastre con spessore diverso.

Sono inoltre da evitare lastre di grosso spessore: meglio due lastre da

12,5 mm accoppiate di una unica lastra da 25 mm. Ciò perchè, in primo

luogo la frequenza critica di tutti i materiali è inversamente proporzionale

al loro spessore, e dunque grossi spessori portano la caduta del potere

fonoisolante per effetto di coincidenza su frequenze pericolose in campo


Potere fonoisolante di un tramezzo leggero
architettonico (2000-4000 Hz); secondariamente, quando le due lastre confrontato con quello di un muro tradizionale
entrano in risonanza esse possono,, contrariamente alla lastra unica,

vibrare in controfase e dunque limitare la caduta del potere fonoisolante.

Frequenze
critiche dei
panneli più
comuni

28
L’acustica con Knauf
Soluzioni tecniche per l’edilizia civile e industriale

4.3 Rumore aereo: metodi di calcolo In genere si preferisce pertanto stimare l’indice Rw basandosi semplicemente

s u l l a m a s s a f r o n t a l e d e l l a s t r u t t u r a ( m ’ ) [ K g / m 2] ( d e f i n i t a c o m e p r o d o t t o t r a
La verifica dell’isolamento dai rumori
densità e spessore dell’elemento), ed eventualmente su pochi altri parametri.
aerei tra differenti unità abitative

necessita di stimare l’indice di potere


Per il calcolo di Rw a partire dalla massa per unità di superficie della partizio-
fonoisolante (Rw) della partizione in
ne esistono molte formule sviluppate da differenti laboratori, di seguito ne
esame ed anche il contributo peggio-
vengono elencate alcune.
rativo dovuto alla trasmissione dei
Per ogni formula vengono indicati il paese di provenienza e i limiti di validità.
rumori attraverso le partizioni latera-

li collegate.

R e l a z i o n i m a t e m a t i c h e p r o p o s t e d a r a p p o r t o t e c n i c o U N I T R 111 7 5
I limiti minimi di isolamento acustico
L a b o r a t o r i i t a l i a n i : R w = 2 0 l o g ( m 2) - 2
per partizioni orizzontali e verticali,
La formula è valida per partizioni orizzontali e verticali (singole o doppie) con
divisorie tra differenti unità immobi-
m 2 > 8 0 k g / m 2. N e l c a s o d i p a r e t i d o p p i e l ’ i n t e r c a p e d i n e d e v e e s s e r e p r i v a d i
liari, in Italia sono definiti nel DPCM
riempimento e di spessore uguale o minore di 5 cm.
5-12-1997 (cfr paragrafo Legislazione

Nazionale)
F o r m u l a C E N : R w = 3 7 , 5 l o g ( m 2) – 4 4

L a f o r m u l a è v a l i d a p e r s t r u t t u r e d i b a s e m o n o l i t i c h e c o n m 2> 1 5 0 k g / m 2.
Calcolo dell’indice di potere fonoiso-

lante Rw
Si segnala il fatto che il rapporto tecnico non riporta alcuna formula per il cal-
La determinazione di Rw di una
colo di partizioni realizzate in lastre di gesso rivestito.
determinata partizione può essere

effettuata basandosi su (in ordine di


Il grafico che segue mette a confronto le due formule
attendibilità):

• prove di laboratorio

• prove di laboratorio effettuate su

partizioni simili a quelle in esame

• algoritmi matematici

Come prove di laboratorio devono

essere utilizzate misurazioni confor-

mi alla normativa europea di più

recente approvazione.

Per quanto riguarda gli algoritmi

matematici, i metodi di calcolo che

analizzano le prestazioni acustiche

delle partizioni in funzione della fre-

quenza ad oggi presentano ancora

una scarsa affidabilità, in particolare

in merito al calcolo di pareti realizza-

te in laterizi. Questo fatto è da attri-

buirsi alla forte discrepanza tra la

raffinatezza dei metodi di calcolo

proposti e l’effettiva realizzazione in

cantiere delle partizioni esaminate.


29
L’acustica con Knauf
Soluzioni tecniche per l’edilizia civile e industriale

Altre relazioni matematiche Pareti pesanti:

Pareti in lastre di gesso rivestito G e r m a n i a ( v a l i d a p e r p a r t i z i o n i c o n m ’ > 1 5 0 k g / m 2) : R w = 3 2 , 1 l o g ( m ’ ) - 2 8 , 5

A u s t r i a ( v a l i d a p e r p a r t i z i o n i c o n m ’ > 1 5 0 k g / m 2) : R w = 3 2 , 4 l o g ( m ’ ) - 2 6
Germania –
F r a n c i a ( v a l i d a p e r p a r t i z i o n i c o n m ’ > 1 5 0 k g / m 2) : R w = 4 0 l o g ( m ’ ) - 4 5
Va l i d a p e r p a r t i z i o n i r e a l i z z a t e c o n

struttura singola: F r a n c i a ( v a l i d a p e r p a r t i z i o n i c o n m ’ < 1 5 0 k g / m 2) : R w = 1 3 , 3 l o g ( m ’ ) + 1 2


R w = 2 0 l o g ( m 2) + 1 0 l o g ( d ) + e + 5
G r a n B r e t a g n a ( v a l i d a p e r p a r t i z i o n i c o n m ’ > 1 0 0 k g / m 2) : R w = 2 1 , 6 l o g ( m ’ ) – 2 , 3
Va l i d a p e r p a r t i z i o n i r e a l i z z a t e c o n
I t a l i a - p a r e t i i n l a t e r i z i o a l l e g g e r i t o ( v a l i d a p e r p a r t i z i o n i c o n m ’ > 1 0 0 k g / m 2) :
struttura doppia:
Rw = 16,9 log (m’) + 3,6
R w = 2 0 l o g ( m 2) + 1 0 l o g ( d ) + e + 1 0

I t a l i a - p a r e t i i n l a t e r i z i o ( v a l i d a p e r p a r t i z i o n i c o n 8 0 < m ’ < 4 0 0 k g / m 2) :

Dove: Rw = 16 log (m’) + 7

d profondità dell’intercapedine in cm
I t a l i a - p a r e t i i n b l o c c h i d i a r g . e s p . ( v a l i d a p e r p a r t i z i o n i c o n 11 5 < m ’ < 4 0 0 k g / m 2 ) :
e spessore del pannello in fibra mine-
R w = 2 6 l o g ( m ’ ) - 11
rale in cm

Il grafico che segue mette a confronto le varie formule

Pareti doppie:

Italia - pareti in laterizio, interc. > 5 cm con materiale fibroso

( v a l i d a p e r p a r t i z i o n i c o n 8 0 < m ’ < 4 0 0 k g / m 2) : R w = 1 6 l o g ( m ’ ) + 1 0

Italia - pareti in blocchi di argilla espansa, interc. senza materiale fibroso

( v a l i d a p e r p a r t i z i o n i c o n 11 5 < m ’ < 4 0 0 k g / m 2 ) : R w = 2 6 l o g ( m ’ ) – 11

30
L’acustica con Knauf
Soluzioni tecniche per l’edilizia civile e industriale

Italia – fonti bibliografiche Certificati di laboratorio

Rw = 20 log (m’d) - 10

dove d lo spessore dell’intercapedine d’aria in cm. Come segnalato nel paragrafo

“Calcolo dell’indice di potere fonoi-

Il grafico che segue mette a confronto le varie formule solante Rw”, il parametro più atten-

dibile per determinare l’indice Rw

di una partizione sono le prove di

laboratorio realizzate da laboratori

qualificati secondo la normativa di

più recente approvazione.

Di seguito si riportano i risultati

delle prove di laboratorio effettuate

da Knauf su partizioni divisorie. Si

ricorda che tali valori sono da rife-

rirsi alle sole partizioni testate

(indice di potere fonoisolante di

l a b o r a t o r i o R w ) . L’ e f f e t t i v a p r e s t a -

zione in opera (indice di potere

fonoisolante in opera R’w) andrà

stimata considerando le prestazioni

acustiche delle strutture al contor-

no collegate.

Nelle pagine seguenti l’elenco

delle certificazioni acustiche

Solai

I t a l i a – s o l a i i n l a t e r o c e m e n t o ( v a l i d a p e r s o l a i c o n 2 5 0 < m ’ < 5 0 0 k g / m 2) :

Rw = 23 log (m’) – 8

Tutte le formule proposte forniscono, in certi casi, dati sensi bilmente diversi tra

loro. Si consiglia pertanto di utilizzare i risultati dei calcoli con la dovuta cautela.

31
L’acustica con Knauf
Soluzioni tecniche per l’edilizia civile e industriale

32
L’acustica con Knauf
Soluzioni tecniche per l’edilizia civile e industriale

33
L’acustica con Knauf
Soluzioni tecniche per l’edilizia civile e industriale

34
L’acustica con Knauf
Soluzioni tecniche per l’edilizia civile e industriale

35
L’acustica con Knauf
Soluzioni tecniche per l’edilizia civile e industriale

36
L’acustica con Knauf
Soluzioni tecniche per l’edilizia civile e industriale

Contropareti ad orditura metalli-

ca e rivestimenti isolanti

Il rivestimento di pareti in muratura

con lastre di gesso rivestito e

interposizione di pannelli fonoas-

sorbenti in fibra minerale consente

di migliorare sensibilmente il pote-

re fonoisolante del tramezzo.

Le contropareti ad orditura metalli-

ca Knauf sono state ideate per

costituire il secondo paramento di

una partizione verticale a due stra-

ti il cui primo paramento sia già

esistente o, per necessità struttu-

rali, debba essere necessariamente

in laterizio o in calcestruzzo (pare-

ti perimetrali). Potere fonoisolante di pareti monolitiche

Il miglioramento del potere fonoiso-

lante che comporta questo tipo di

intervento è legato alla massa

della lastra o dell’insieme di lastre

di gesso impiegate, allo spessore

dell’intercapedine e al tipo di mate-

riale fonoassorbente presente nel-

l’intercapedine.

Il funzionamento ottimale dal punto

di vista acustico si ottiene limitan-

do al minimo indispensabile le con-

nessioni rigide fra parete e contro-

parete, in modo da evitare i ponti

acustici: la completa separazione

fra i due parametri rappresenta la

soluzione ideale.

Miglioramento del potere fonoisolante di alcune strutture in laterizio con diverse


tipologie di controparete in gesso rivestito su orditura metallica e materassini in
fibra minerale o di rivestimenti isolanti in gesso rivestito accoppiato a lana minerale
37
L’acustica con Knauf
Soluzioni tecniche per l’edilizia civile e industriale

L’ i n c r e m e n t o d e l p o t e r e f o n o i s o l a n t e è p i ù e l e v a t o ( f i n o a + 2 0 d B ) q u a n d o l a Controsoffitti ad orditura metallica

controparete è applicata a pareti in muratura leggere (muratura di mattoni


Il solaio che funziona come una
pieni a due o più teste, blocchi di cls, muratura in c.a. ...).
parete semplice
In generale possiamo dire che, per ottenere significativi incrementi del potere
Un solaio di tipo massiccio funziona
fonoisolante di pareti pesanti (che hanno già, grazie alla loro massa, un R ele-
dal punto di vista acustico in maniera
vato), è necessario applicare forti spessori di fibra di vetro e, ove possibile,
analoga ad un divisorio di tipo mono-
doppiare la controparete su entrambi i lati: in questo modo si sommano gli
litico: la massa del solaio incide mol-
incrementi dati dai due rivestimenti.
tissimo nell’attenuazione delle onde

sonore, e le sue vibrazioni saranno-

tanto più attutite quanto maggiore

sarà il suo peso superficiale.

Seguendo la legge di massa, possia-

mo dire che l’inerzia del solaio riduce

l’energia sonora trasmessa, e che

l’isolamento acustico varia proporzio-

nalmente al logaritmo della massa del

solaio.

In realtà tale legge non è assoluta ma

Principi di funzionamento delle pareti e contropareti leggere in cartongesso. puramente indicativa, essendo neces-

sario per avere una valutazione esat-

ta dell’isolamento acustico conside-

rare gli effetti secondari dovuti ai

difetti di tenuta, alle discontinuità

strutturali, ai percorsi secondari

costituiti da canali e cavedi: insomma

tutti i fenomeni che, unitamente ai

fenomeni di risonanza e coincidenza,

rendono la legge di massa valida con

buona approssimazione per un nume-

ro limitato di casi e per una ristretta

banda di frequenze.
Potere fonoisolante di una muratura in laterizio e miglioramento ottenibile
con l’impiego di una tipologia di controparete in sughero.
Il solaio che funziona come una

parete doppia
I rivestimenti isolanti in gesso rivestito accoppiato a lana minerale sono la
Quando applichiamo ad un solaio un
risposta Knauf alla necessità di creare finiture isolanti a partizioni verticali in
controsoffitto in gesso rivestito, cre-
muratura sia esterne che interne. Il potere fonoisolante che si raggiunge è
iamo un divisorio doppio: ciò equiva-
connesso essenzialmente allo spessore del pannello in lana minerale applica-
le a separare la partizione orizzonta-
to alla lastra in gesso rivestito ed allo spessore della lastra stessa.
le in due elementi divisi da una lama
Analogamente al caso delle contropareti, una corretta messa in opera, che
d’aria.
escluda o riduca al minimo i ponti acustici, è fondamentale.
Ta l e l a m a d ’ a r i a , c o m p r e s a t r a i l
Le isolastre Knauf con fibra minerale possono essere impiegate come rivestimen-
solaio e il controsoffitto, assicura tra
to di murature perimetrali o interne in sostituzione o a completamento del tradi-
essi un legame elastico simile ad una
zionale intionaco. Nelle pagina seguente l’elenco delle certificazioni acustiche
molla. Le controsoffittature in gesso
38
L’acustica con Knauf
Soluzioni tecniche per l’edilizia civile e industriale

rivestito su orditura metallica possono essere impiegate per migliorare Contropareti e controsoffitti: metodo di
le prestazioni acustiche delle partizioni orizzontali. calcolo
I principi di funzionamento di questo componente sono analoghi a quel-

li relativi alle contropareti. In particolare, analogamente al caso delle L’ i n c r e m e n t o d i p o t e r e f o n o i s o l a n t e D R w p u ò


contropareti, una installazione efficace dal punto di vista acustico essere ricavato da prove di laboratorio oppure
dovrebbe limitare al minimo indispensabile le trasmissioni per via soli- si calcola in funzione della frequenza di riso-
da fra controsoffitto e solaio e fra controsoffitto e pareti laterali (ponti nanza (fo) del sistema “struttura di base-rive-
acustici). stimento”.
La presenza di un pannello fibroso fonoassorbente (lana minerale) fra

il controsoffitto e il solaio è fondamentale, in quanto impedisce la Per strati addizionali non direttamente colle-
messa in fase di risonanza dei due strati quando essi vibrano con la gati alla struttura di base, realizzati con mon-
stessa frequenza ed inoltre limita il funzionamento come cassa di riso- tanti e correnti e con la cavità riempita con
nanza della cavità (fenomeni di eco fluttuante, soprattutto per elevate materiale poroso avente resistenza al flusso
distanze di sospensione). dell’aria > 5 kPas/m2 (ad es contropareti o

39
L’acustica con Knauf
Soluzioni tecniche per l’edilizia civile e industriale

controsoffitti in gesso rivestito con Ponendo :

fibra minerale nell’intercapedine) la D: superficie elemento divisorio lato locale sorgente

frequenza di risonanza può essere cal- d: superficie elemento divisorio lato locale ricevente

colata con la formula seguente: F: superficie struttura laterale lato locale sorgente

f: superficie struttura laterale lato locale ricevente


0,111 1 1
f o = 160 +
d m’1 m’2

dove: Si ottengono i 13 percorsi “ij” del rumore attraverso le strutture considerati

d è lo spessore della cavità [m] nel calcolo:

(distanza tra parete esistente e gesso • Un percorso diretto (Dd)

rivestito) • Tr e p e r c o r s i l a t e r a l i ( F f , F d , D f ) p e r o g n u n o d e i q u a t t r o l a t i d e l l ’ e l e m e n t o d i v i s o r i o

m’1 è la massa per unità di superficie

della struttura di base in kg/m2

m’2 è la massa per unità di superficie

della struttura di rivestimento in kg/m2

In funzione di fo dalla tabella seguente

si ricava il valore di DRw

Frequenza di risonanza fo DRw


fo< 80 35-Rw/2
80<fo<125 32-Rw/2
125<fo<200 28-Rw/2
200<fo<250 -2
250<fo<315 -4
315<fo<400 -6
400<fo<500 -8
500<fo<1600 -10
fo>1600 -5

Calcolo dell’indice di potere fonoi- dove:

solante in opera (R’w) R w, i j è l’indice di valutazione del potere fonoisolante caratterizzante il

percorso ij
Per valutare l’indice di potere fonoiso-
n è il numero di lati dell’elemento divisorio (generalmente quattro)
lante apparente (R’w) è necessario

considerare oltre che l’indice di potere Calcolo di Rwij


fonoisolante (Rw) della partizione
Ai fini del calcolo del potere fonoisolante apparente tra due ambienti adiacen-
stessa anche le prestazioni acustiche
ti, si deve quindi determinare il valore dell’indice di valutazione di potere
delle partizioni laterali collegate alla
fonoisolante per ogni singolo percorso di trasmissione sonora, mediante la
parete divisoria.
relazione:

In particolare per calcolare R’w il rap-

p o r t o t e c n i c o U N I T R 111 7 5 p r o p o n e i l

seguente metodo di calcolo, il quale


dove:
considera separatamente i 13 percorsi
R w, i è l’indice di valutazione di potere fonoisolante della struttura “i” priva
di trasmissione sonora (1 attraverso la
di elementi di rivestimento (pavimenti galleggianti, contropareti, con-
parete divisoria e 12, 3 per lato, attra-
trosoffitti) (dB)
40 verso le pareti laterali):
L’acustica con Knauf
Soluzioni tecniche per l’edilizia civile e industriale

R w, j è l’indice di valutazione di potere fonoisolante della struttura “j” priva esame. Quindi ad esempio, nel caso si stia-
di elementi di rivestimento (pavimenti galleggianti, contropareti, con- no considerando dei solai soprastanti a una
trosoffitti) (dB) parete divisoria, i pavimenti galleggianti
D R w, i j è l’incremento dell’indice di valutazione di potere fonoisolante dovu- del piano superiore non andranno conside-
to all’apposizione di strati di rivestimento lungo il percorso i-j (pavi- r a t i i n q u a n t o n o n i n f l u e n t i ( v. f i g u r a ) .
menti galleggianti, contropareti, controsoffitti)

Kij è l’indice di riduzione delle vibrazioni del percorso i-j (dB)

S è l a s u p e r f i c i e d e l l a p a r t i z i o n e ( m 2)

lo è la lunghezza di riferimento pari a 1 m.

lij è la lunghezza del giunto tra le strutture ij considerate

Nel caso si stia analizzando il percorso diretto (Dd) la formula si riduce a:

Note riguardanti Rwi

Nel caso di strutture rivestite con strati addizionali, gli indici Rwi e Rwj da

inserire nella formula per il calcolo di Rwij sono quelli propri delle strutture di Calcolo di Kij
base, privi di strati addizionali quali contropareti, controsoffitti o pavimenti L’ i n d i c e d i r i d u z i o n e d e l l e v i b r a z i o n i K i j ,
galleggianti. caratteristico del percorso i-j, può essere

determinato dalla tabella seguente in fun-


Per quanto riguarda le strutture laterali va inserito il valore di Rw misurato in zione del tipo di giunto e del parametro M
laboratorio in direzione longitudinale (RLw). In mancanza di questo dato è definito come:
m’li
possibile utilizzare in prima approssimazione il valore di Rw misurato in dire- M = log
m’i
zione perpendicolare. dove:
Per ricavare i valori di RLw di strutture in gesso rivestito è possibile consul- m 1i è la massa superficiale dell’elemen-
tare le tabelle riportate alle pagine seguenti. to perpendicolare all’elemento “i”

con esso connesso nel giunto consi-


Calcolo di DRwij
d e r a t o ( k g / m 2)
DRwij si calcola mediante la formula: m’i è la massa superficiale dell’elemen-

t o “ i ” n e l p e r c o r s o l a t e r a l i i - j ( k g / m 2)
se DRwi < DRwj

oppure Nelle tabelle delle pagine seguenti sono

riportati, in funzione di M, i valori di Kij in


se DRwi > DRwj base al tipo di giunto ed al tipo di percor-

so considerati.
Dove:

DRwi: incremento di Rw dovuto allo strato di rivestimento sul lato i

DRwj: incremento di Rw dovuto allo strato di rivestimento sul lato j

Ovviamente nel caso non sia presente alcuno strato di rivestimento DRw = 0

N o t a r i g u a r d a n t e D R w, i j

G l i s t r a t i d i r i v e s t i m e n t o d a c o n s i d e r a r s i n e l c a l c o l o d i D R w, i j s o n o s o l o q u e l -

li che effettivamente vengono attraversati dal percorso del rumore preso in


41
L’acustica con Knauf
Soluzioni tecniche per l’edilizia civile e industriale

TIPO DI GIUNZIONE TIPO DI TRASMISSIONE Kij

2
K13 = 8.7 + 17,1M + 5.7 M

Rigida a croce

2
K12 = 8.7 + 5.7 M

2
K13 = 5.7 + 14,1M + 5.7 M

Rigida a T

2
K12 = 5.7 + 5.7 M

K13= 5 + 10M K13 > 5 dB

Struttura omogenea
e facciata leggera

K12 = 10 + 10|M|

2
K13 = 5.7 + 14,1M + 5.7 M + 12

Strutture omogenee
2
con strato K24 = 3,7+14,1M+5,7M 0 > K24 > -4 dB
desolidarizzante

2
K12 = 5.7 + 5.7 M + 6

42
L’acustica con Knauf
Soluzioni tecniche per l’edilizia civile e industriale

TIPO DI GIUNZIONE TIPO DI TRASMISSIONE Kij

Struttura omogenea
K12 = 15 |M| -3 k12 > -2 dB
con angolo

Struttura omogenea
2
K12 = 5M -5
con cambio di spessore

K13 = 10 + 20M K13 > 10 dB

Doppia parete leggera


2
e struttura omogenea K24 = 3 + 14,1M + 5.7 M m’1/m’2 > 3

K12 = 10 + 10|M|

K13 = 10 + 20M

Pareti doppie
leggere accoppiate

K12 = 10 + 10|M|

Il valore dell’indice Kij deve in ogni caso essere superiore o almeno uguale

ad un valore minimo dato dalla:

dove:

Si è l a s u p e r f i c i e d e l l ’ e l e m e n t o i n e l l ’ a m b i e n t e s o r g e n t e [ m 2]
Sj è l a s u p e r f i c i e d e l l ’ e l e m e n t o j n e l l ’ a m b i e n t e r i c e v e n t e [ m 2]

lij è la lunghezza del giunto ij [m]

l0 è la lunghezza di riferimento pari a 1 m


43
L’acustica con Knauf
Soluzioni tecniche per l’edilizia civile e industriale

V a l o r e R ’ w o v v e r o R w s t i m a t o p e r l ’ i s o l a m e n t o a c u s t i c o e v a l o r e R L, w s t i m a t o p e r l ’ i s o l a m e n t o
acustico longitudinale di pareti e solai senza intercapedine e rigidi (valori di calcolo)
(dalla Norma DIN 4109 Suppl. 1 Tab. 1, 21 e 25).

44
L’acustica con Knauf
Soluzioni tecniche per l’edilizia civile e industriale

Valore R’w o Rw stimato per l’isolamento acustico e valore R L ,w stimato per l’isolamento acustico lon-
gitudinale di pareti in muratura (valori di calcolo) (dalla Norma DIN 4109 Suppl. 1 Tab. 1, 2, 3, 21 e 25).

45
L’acustica con Knauf
Soluzioni tecniche per l’edilizia civile e industriale

V a l o r e R ’ w o v v e r o R w s t i m a t o p e r l ’ i s o l a m e n t o a c u s t i c o e v a l o r e s t i m a t o R L, w d i p a r e t i i n
muratura con rivestimenti a vista flessibili in lastre di gesso rivestito.

46
L’acustica con Knauf
Soluzioni tecniche per l’edilizia civile e industriale

(Dalla DIN 4109 Suppl. 1, Tab. 1, 2, 3, 8, 21, 25, 31 e dalla relazione di ricerca “Isolamento acustico con
rivestimenti a vista” - Fisica delle costruzioni 2/1987)

47
L’acustica con Knauf
Soluzioni tecniche per l’edilizia civile e industriale

V a l o r e s t i m a t o R ’ w o R w p e r l ’ i s o l a m e n t o a c u s t i c o e v a l o r e R L, w p e r l ’ i s o l a m e n t o a c u s t i c o
longitudinale di pareti Knauf

1) I certificati di prova si riferiscono: I . G . F. = I s t i t u t o F e r r a r i s d i To r i n o


U.B. = Università di Braunschweig

48
L’acustica con Knauf
Soluzioni tecniche per l’edilizia civile e industriale

49
L’acustica con Knauf
Soluzioni tecniche per l’edilizia civile e industriale

Vetratura su pareti divisorie leggere


Valore stimato R’w per l’isolamento acustico (dB)

50
L’acustica con Knauf
Soluzioni tecniche per l’edilizia civile e industriale

Valore stimato R’w di tetti con rivestimenti Knauf

51
L’acustica con Knauf
Soluzioni tecniche per l’edilizia civile e industriale

Valore stimato R’w per l’isolamento acustico di sistemi di solai pieni con controsoffitti in
lastre di gesso rivestito e/o con pavimenti continui galleggianti.
(La documentazione deriva dalla norma DIN 4109-11.89 Suppl. 1 Tab. 11, 12, 13 e 15)

52
L’acustica con Knauf
Soluzioni tecniche per l’edilizia civile e industriale

53
L’acustica con Knauf
Soluzioni tecniche per l’edilizia civile e industriale

4.3 Potere fonoisolante apparente:


Esempio di calcolo 1 (locali uffici)

Pianta e sezione dei locali in esame

54
L’acustica con Knauf
Soluzioni tecniche per l’edilizia civile e industriale

Calcolo di Rwij e R’w

Utilizzando il metodo di calcolo descritto in pre-

cedenza si ottengono i seguenti valori per i sin-

goli percorsi di trasmissione del rumore (Rwij):

8
5
4

7
1

6
S 3
2

Pareti 1 e 5 = pareti esterne (tipo C)

Pareti 3 e 7 = pareti interne (tipo B e A)

Percorso Rwij [dB]

S (percorso diretto) 63
1-5 75,04
2-6 60,15
3-7 77,97
4-8 64,65
1-S 77,51
2-S 84,91
3-S 76,83
4-S 87,91
S-5 77,51
S-6 84,91
S-7 78,69
S-8 87,91

Dai valori dei singoli Rwij si ricava:

R’w = 57,13 dB = 57 dB

Il risultato è maggiore di 50 dB (valore minimo

prescritto nel DPCM 5-12-1997)

55
L’acustica con Knauf
Soluzioni tecniche per l’edilizia civile e industriale

4.4 Potere fonoisolante apparente:


Esempio di calcolo 2 (locali civile abitazione)

Pianta e sezione dei locali in esame

Di seguito si riporta il calcolo per una parete di separazione tra due ambienti di civile abitazione.

Viene presa in considerazione prima la parete nuda, poi la parete con applicata una controparete in lastre in gesso rivestito.

Ipotesi 1 (parete nuda)

56
L’acustica con Knauf
Soluzioni tecniche per l’edilizia civile e industriale

Calcolo di Rwij e R’w

Utilizzando il metodo di calcolo descritto in pre-

cedenza si ottengono i seguenti valori per i sin-

goli percorsi di trasmissione del rumore (Rwij):

8
5
4

7
1

6
S 3
2

Pareti 1 e 5 = pareti esterne (tipo C)

Pareti 3 e 7 = pareti interne (tipo B e A)

Percorso Rwij [dB]

S (percorso diretto) 45
1-5 59,92
2-6 69,84
3-7 61,85
4-8 74,34
1-S 57,39
2-S 67,43
3-S 58,15
4-S 70,43
S-5 57,39
S-6 67,43
S-7 59,39
S-8 70,43

Dai valori dei singoli Rwij si ricava:

R’w = 43,88 dB = 44 dB

Il risultato è inferiore al valore minimo prescritto

nel DPCM 5-12-1997 (50 dB)

57
L’acustica con Knauf
Soluzioni tecniche per l’edilizia civile e industriale

Ipotesi 2 (parete con controparete)

58
L’acustica con Knauf
Soluzioni tecniche per l’edilizia civile e industriale

Calcolo di Rwij e R’w

Utilizzando il metodo di calcolo descritto in pre-

cedenza si ottengono i seguenti valori per i sin-

goli percorsi di trasmissione del rumore (Rwij):

8
5
4

7
1

6
S 3
2

Pareti 1 e 5 = pareti esterne (tipo C)

Pareti 3 e 7 = pareti interne (tipo B e A)

Dai valori dei singoli Rwij si ricava:

R’w = 53,35 dB = 53 dB

Grazie all’applicazione della controparete la

parete rispetta il requisito minimo imposto dal

DPCM 5-12-1997 (Rw minimo = 50 dB)

59
L’acustica con Knauf
Soluzioni tecniche per l’edilizia civile e industriale

4.5 Potere fonoisolante apparente:


Esempio di calcolo 3 (metodo grafico)

D i s e g u i t o è r a p p r e s e n t a t o u n m e t o d o g r a f i c o p e r l a d e t e r m i n a z i o n e d i R ’ w a p a r t i r e d a R w e R L w. Ta l e m e t o d o e s e g u e i n f o r m a

semplificata i calcoli previsti dal metodo analitico e fornisce utili informazioni per una stima di massima dell’indice di potere

fonoisolante apparente.

Per semplificare l’inserimento dei dati sono riassunti in tabelle i principali valori di isolamento acustico longitudinale (RLw)

desunti dalla norma DIN 4109.

Modello per la determinazione analitica dell’isolamento acustico

60
L’acustica con Knauf
Soluzioni tecniche per l’edilizia civile e industriale

SOLAIO SUPERIORE Collegamenti a soffitto


Valore stimato di isolamento acustico longitudinale R L,w

61
L’acustica con Knauf
Soluzioni tecniche per l’edilizia civile e industriale

SOLAIO INFERIORE Collegamenti a pavimento


Valore stimato di isolamento acustico longitudinale R L,w

62
L’acustica con Knauf
Soluzioni tecniche per l’edilizia civile e industriale

PARETI Collegamenti alle pareti laterali


Valore stimato di isolamento acustico longitudinale R L,w

63
L’acustica con Knauf
Soluzioni tecniche per l’edilizia civile e industriale

4.6 Rumore impattivo È quindi di fondamentale importan-

za garantire il completo distacco di


Un primo banale intervento per limitare la trasmissione dei rumori di calpestio
massetto e pavimento dalle struttu-
tra ambienti consiste semplicemente nell’utilizzare uno strato di rivestimento
re circostanti. Pertanto bisognerà
superficiale elastico smorzante (moquette, tappeti, rivestimenti in linoleum
prestare particolare attenzione:
ecc.).
•alla posa dello strato resiliente, il
Non essendo sempre realizzabili tali tipologie di interventi in genere si proce-
quale dovrà essere privo di discon-
de col desolidarizzare la parte “vibrante” dalle strutture laterali mediante la
tinuità, sormontato e non lacerato
r e a l i z z a z i o n e d i u n m a s s e t t o g a l l e g g i a n t e . Ta l e s i s t e m a c o s t r u t t i v o h a i l v a n -
•alla posa del pavimento, che non
taggio di assolvere le prescrizioni legislative (DPCM 5-12-1997) consentendo
dovrà entrare in contatto con le
all’utente di utilizzare qualsiasi tipo di rivestimento.
pareti laterali
La posa di un massetto galleggiante consiste sostanzialmente nel realizzare
•alla posa degli zoccolini, o dei
una “vasca” di materiale elastico smorzante, al di sopra del solaio strutturale
rivestimenti in piastrelle a parete,
e dell’eventuale strato di livellamento, all’interno della quale alloggiare il
che non dovranno entrare in contat-
massetto e la pavimentazione. Questa “vasca” dovrà desolidarizzare comple-
to rigido con il pavimento
tamente pavimento e massetto da tutte le strutture al contorno.

Rumore impattivo: metodi di calcolo

L’ i n d i c e d e l l i v e l l o d i r u m o r e d i c a l -

p e s t i o i n o p e r a ( L’ n w ) p u ò e s s e r e
calcolato con la seguente formula

L’ n w = L n w e q - ¨ L w + K

dove:

L n w, e q è il livello di rumore da

calpestio equivalente rife-

rito al solaio “nudo”, privo

dello strato di pavimento

galleggiante [dB]

¨Lw è l’indice di valutazione

relativo alla riduzione dei

rumori di calpestio dovuto

alla presenza di pavimento

galleggiante o rivestimento

resiliente [dB]

K è la correzione da apporta-

re per la presenza di tra-

smissione laterale di rumo-

re. Il suo valore dipende

dalla massa superficiale

del solaio “nudo” e dalla

massa superficiale delle

strutture laterali [dB]

I l v a l o r e d i L nweq, r e l a t i v o a l l a s t r u t -
tura priva di pavimento galleggiante

64
L’acustica con Knauf
Soluzioni tecniche per l’edilizia civile e industriale

può essere ricavata da prove di laboratorio dove:


oppure calcolata con la seguente formula. s’ è la rigidità dinamica dello strato resiliente interposto ottenuta secondo
m’
Lnweq = 164 - 35log p r o v e d i l a b o r a t o r i o c o n f o r m i a l l a U N I E N 2 9 0 5 2 - 1 ; 1 9 9 3 [ M N / m 3 ] . Ta l e
m’o
dove: prestazione deve essere fornita dal produttore del materiale resiliente.
m’ è la massa superficiale del solaio “nudo” m’ è la massa superficiale del massetto soprastante lo strato resiliente
( k g / m 2) [ k g / m 2]
m’o è la massa di riferimento pari a 1 kg/m2

Calcolo di K
Ta l e f o r m u l a è u t i l i z z a b i l e p e r s o l a i d i t i p o Il valore dell’indice K è ricavabile dalla seguente tabella. Esso dipende
“omogeneo” (ad esempio solai in CLS) aventi dalla massa superficiale del solaio “nudo”, privo di pavimento galleggiante
massa per unità di area (m’) compresa tra 100 e dalla massa superficiale media della pareti laterali.
e 6 0 0 k g / m 2. La massa superficiale media delle pareti laterali si calcola facendo la

media ponderata secondo la dimensione delle varie strutture, senza consi-


Per i solai tipo laterocemento invece si propo- derare le masse proprie di eventuali strati di rivestimento (ad esempio
ne di utilizzare la formula: eventuali contropareti).
m’
Lnweq = 160 - 30log
m’o

L’ i n d i c e D L w p u ò e s s e r e r i c a v a t o d a c e r t i f i c a t i
Massa sup. media pareti laterali [kg/m2]
di laboratorio conformi alle seguenti normative: Indice K
100 150 200 250 300 350 400 450 500
UNI EN ISO 140-6
150 2 1 1 1 1 0 0 0 0
nel caso di strati resilienti utilizzati sotto il

massetto (pavimenti galleggianti). Si fa pre- 200 2 1 1 1 1 0 0 0 0

sente che per i “pavimenti galleggianti” si


Massa sup. solaio nudo [kg/m2]

250 3 2 2 1 1 1 1 1 1
richiede che la prova venga effettuata su un
300 3 2 2 1 1 1 1 1 1
campione di almeno 10 m2 di massetto.
350 3 2 2 2 1 1 1 1 1
UNI EN ISO 140-8

nel caso di strati resilienti utilizzati come rive- 400 3 3 2 2 2 1 1 1 1

stimento (ad esempio rivestimenti in linoleum). 450 3 3 2 2 2 2 1 1 1

500 3 3 2 2 2 2 1 1 1
L’ i n d i c e D L w p u ò a n c h e e s s e r e r i c a v a t o a n a l i -
550 4 3 3 3 2 2 2 2 2
ticamente, per quanto riguarda i pavimenti
600 4 3 3 3 2 2 2 2 2
galleggianti, mediante le seguenti formule:

f
¨Lw = 30 log +3
fo (per pavimenti galleg-

gianti realizzati con massetto in calcestruzzo)

f
¨Lw = 40 log -3 (per pavimenti galleg-
fo
gianti realizzati con massetto a secco)

dove:

f è la frequenza di riferimento pari a 500 Hz

fo è la frequenza di risonanza del sistema

massetto+strato resiliente, calcolata in base

alla seguente relazione:

s’
f o = 160
m’
65
L’acustica con Knauf
Soluzioni tecniche per l’edilizia civile e industriale

4.7 Soluzioni tecniche Knauf

66
L’acustica con Knauf
Soluzioni tecniche per l’edilizia civile e industriale

Valore stimato per il livello di rumore di calpestio Lnw di sistemi di solai pieni massicci con
controsoffitti in lastre di gesso rivestito e/o pavimenti galleggianti.
(La documentazione deriva dalla norma DIN 4109 11.89 - Suppl. 1 Tab. 11, 16)

67
L’acustica con Knauf
Soluzioni tecniche per l’edilizia civile e industriale

68
L’acustica con Knauf
Soluzioni tecniche per l’edilizia civile e industriale

Esempio di calcolo dove:

Si consideri un solaio in calcestruzzo da R’w è l’indice di valutazione del potere fonoisolante apparente

20 cm (massa superficiale = 2300 x 0,2 = della facciata [dB]

4 6 0 k g / m 2) r i v e s t i t o c o n u n s o t t o f o n d o a DLfs è il termine correttivo che quantifica l’influenza delle caratte-

secco Knauf tipo Pavilastre 2 x 12,5 + 35 ristiche della facciata [dB]

mm di materiale granulare. V è i l v o l u m e i n t e r n o d e l l o c a l e c o n s i d e r a t o [ m 3]

To è il tempo di riverberazione di riferimento, assunto pari a 0,5 s

Lnweq = 164 – 35log(460) = 70,8 dB Stot è l a s u p e r f i c i e d i f a c c i a t a v i s t a d a l l ’ i n t e r n o [ m 2]

DLw (da certificato Knauf) = 22 dB

K= 2 (Ipotizzando pareti laterali aventi una Calcolo di R’w

m a s s a s u p e r f i c i a l e m e d i a p a r i a 1 5 0 k g / m 2) L’ i n d i c e d i v a l u t a z i o n e d e l p o t e r e f o n o i s o l a n t e a p p a r e n t e ( R ’ w ) d e l l a

facciata è calcolato sulla base dei valori dell’indice di valutazione del

L’ n w = 7 0 , 8 - 2 2 + 2 = 5 0 , 8 d B potere fonoisolante (Rw) dei singoli elementi che la costituiscono (ele-

menti opachi e serramenti) e sulla base degli indici di isolamento acu-

Il risultato è inferiore a 63 dB, valore mas- stico (Dnewi) dei piccoli elementi presenti su di essa.

simo prescritto dal DPCM 5-12-1997 per i Per piccoli elementi si intendono gli elementi della facciata, con l’ecce-

locali di civile abitazione. z i o n e d i p o r t e e f i n e s t r e , c o n a r e a m i n o r e d i 1 m 2. A d e s e m p i o v e n g o n o

considerati piccoli elementi le bocchette di ventilazione, gli ingressi

d’aria e i cassonetti delle tapparelle.


4.8 Isolamento acustico delle
facciate
Per caratterizzare la capacità di abbattere

i rumori provenienti dall’esterno di una dove:

f a c c i a t a i l D . P. C . M . 5 - 1 2 - 1 9 9 7 r i c h i e d e d i Riw è l’indice di valutazione del potere fonoisolante dell’elemento

verificare l’indice di valutazione dell’isola- i-esimo costituente la facciata [dB]

mento acustico normalizzato rispetto al Si è la superficie dell’elemento i-esimo di facciata visto dall’in-

tempo di riverberazione, a 2 metri di t e r n o d e l l o c a l e [ m 2]

d i s t a n z a d e l l a f a c c i a t a ( D 2 m n Tw ) . A0 sono le unità di assorbimento di riferimento, pari a 10 m2

Ta l e i n d i c e d i p e n d e d a l p o t e r e f o n o i s o l a n - Dn,e,i è l’indice di valutazione dell’isolamento acustico normalizzato

te apparente della facciata (R’w), dalla del piccolo elemento i-esimo [dB]

forma esterna della facciata e dalle dimen- K è la correzione relativa al contributo della trasmissione laterale

sioni della stanza in esame.

Le procedure utilizzate per calcolare Calcolo di K


D 2 m n Tw d i s e g u i t o e s p o s t e s o n o t r a t t e d a l Il contributo della trasmissione laterale è solitamente trascurabile. Se
r a p p o r t o t e c n i c o U N I T R 111 7 5 . però elementi di facciata rigidi e pesanti (quali calcestruzzo o mattoni)

sono collegati rigidamente ad altri elementi rigidi all’interno dell’am-


Isolamento acustico delle facciate: biente ricevente, come pavimenti o pareti divisorie, la trasmissione
Metodo di calcolo laterale può contribuire alla trasmissione sonora totale. Ciò potrebbe

diventare rilevante se sono richiesti elevati requisiti di isolamento dal


C a l c o l o d i D 2 m n Tw rumore.
L’ i n d i c e D 2 m n Tw v i e n e c a l c o l a t o c o n l a Di conseguenza, a favore di sicurezza, nei casi che comportano la pre-
seguente formula senza di elementi rigidi si può considerare la trasmissione laterale in

maniera “globale” diminuendo il potere fonoisolante di 2 dB. (K = 2 dB).

Altrimenti K = 0

69
L’acustica con Knauf
Soluzioni tecniche per l’edilizia civile e industriale

Calcolo di DLfs

Il termine correttivo che quantifica l’influenza

delle caratteristiche della facciata dipende

dalla forma della facciata, dall’assorbimento

acustico delle eventuali superfici sottobalcone

(aw) e dal modo di incidenza delle onde sonore.

La direzione dell’onda sonora incidente sulla

facciata si caratterizza mediante l’altezza

definita dalla intersezione tra la linea di vedu-

ta dalla sorgente ed il piano di facciata.

Nella tabella seguente sono riportati alcuni valori di DLfs .

La forma della facciata è definita dalla sua sezione verticale, in cui sono riportati solo gli schermi acustici significativi, (ad esem-

p i o i p a r a p e t t i d e i b a l c o n i a s e z i o n e p i e n a ) . L’ a s s o r b i m e n t o a w s i r i f e r i s c e a l l ’ i n d i c e d i v a l u t a z i o n e d e l l ’ a s s o r b i m e n t o a c u s t i c o

c o m e d e f i n i t o d a l l a n o r m a U N I E N I S O 11 6 5 4 .

Legenda - Ballatoio: terrazza continua - Balcone: terrazza discontinua limitata lateralmente - NSA: Non si applica
70
L’acustica con Knauf
Soluzioni tecniche per l’edilizia civile e industriale

Esempio di calcolo Grafici superfici finestrate e bocchette di aerazione

Si considerino i seguenti dati di ingresso: Di seguito si riportano due utili grafici che permettono di stimare

Parete esterna (dimensione complessiva 4 x l’influenza negativa sull’isolamento acustico di facciata delle

2 , 7 m = 1 0 , 8 m 2) c o s t i t u i t a d a : superfici finestrate e delle bocchette di aerazione non silenziate.

• Finestra (doppio vetro con intercapedine

d ’ a r i a 4 - 1 2 - 4 ) : S u p e r f i c i e 1 , 6 8 m 2, R w = 3 0 d B Grafico 1: incidenza delle superfici finestrate

• Parete opaca realizzata con tecnologia In ascissa (asse x) inserire il rapporto tra superfici opache e super-

Knauf Aquapanel (doppia struttura metallica): fici finestrate.

Superficie 9,12 m2 (al netto della finestra), Rw In ordinata (asse y) la differenza tra potere fonoisolante di superfi-

= 60 dB (stimabile per pareti leggere a doppia ci opache e superfici finestrate.

struttura) All’incrocio si ottiene il decremento da sommare all’indice di potere

Vo l u m e d e l l o c a l e : 4 x 4 x 2 , 7 = 4 3 , 2 m 3 fonoisolante delle superfici opache.

Facciata piana: DLfs = 0

Trasmissioni laterali nulle: k = 0


dB
-24 -21 -18 -15 -12
30
-9

25 -6

-3
20

Utilizzando la formula precedentemente


15 -1
descritta si ottiene

10

Dal calcolo si osserva che pur utilizzando una

parete ad elevatissimo potere fonoisolante


0
(60 dB), l’inserimento di una finestra a basso 1 2 3 4 5 10 15 30 50 100
12 20 40
potere fonoisolante vanifica l’isolamento acu-

stico dai rumori provenienti dall’esterno.

La prestazione complessiva della parete può

essere ulteriormente diminuita nel caso che Esempio di calcolo:

sulla parete vengano montati cassonetti e/o Superfici opache: Rw = 50 dB; Superficie = 20 m2

bocchette di aerazione con basso indice di Superfici finestrate: Rw = 40 dB; Superficie = 2 m2

isolamento acustico. In particolare si segnala Rapporto tra superfici = 20/2 = 10 (asse x)

che la presenza del foro di aerazione dei Differenza tra Rw = 50 – 40 = 10 dB (asse y)

locali cucina, se non è adeguatamente silen- Incrocio = -3 dB

ziato, vanifica qualsiasi intervento di isola- Rw complessivo = 50 – 3 = 47 dB

mento dai rumori esterni.


71
L’acustica con Knauf
Soluzioni tecniche per l’edilizia civile e industriale

Grafico 2: incidenza delle aperture (bocchette di 5 La correzione acustica degli ambienti confinati
aerazioni non silenziate)

In ascissa (asse x) inserire il valore di potere 5.1 Assorbimento


fonoisolante della parete (priva di aperture). Un’onda sonora in campo libero diminuisce la sua intensità sonora
In ordinata (asse y) il valore di potere fonoisolan- in dipendenza della distanza percorsa, con un decadimento pari a 6
te richiesto (con le aperture). dB per il raddoppio della distanza fra sorgente e ricevitore.
All’incrocio si ottiene il valore percentuale massi- In campo riverberante il decadimento ha le stesse caratteristiche
mo di aperture possibili. che in campo libero nelle immediate vicinanze della sorgente, dopo-

dichè non è più in relazione alla distanza dalla stessa ma con l’as-

sorbimento dell’ambiente.
dB

90

0%
50
40

30 0,1 %

1%
2%
5%
10 10 %

4
3

1
1 10 20 30 40 50 60

Esempio di calcolo:

Potere fonoisolante parete priva di aperture: Rw

= 40 dB (asse x);

Potere fonoisolante richiesto alla parete: Rw = 30

dB (asse y)

Incrocio: curva 0,1 %

La percentuale massima di foratura può essere lo

0,1 % della parete complessiva


Rappresentazione del decadimento sonoro in campo libero (a)
e in ambiente riverberante confinato (b).

Trasformazioni dell’energia sonora incidente sulla superficie


di una parete
72
L’acustica con Knauf
Soluzioni tecniche per l’edilizia civile e industriale

Una sorgente sonora che agisce in uno spazio chiuso genera un livello di Il coefficiente di assorbimento di
pressione sonora costituito da suoni diretti e suoni riflessi. A partire da una un materiale è definitoo come il
certa distanza dalla sorgente tale livello si stabilizza su valori relazionabili rapporto fra l’energia acustica
alle caratteristiche di assorbimento dell’ambiente stesso. assorbita (con varie modalità che
Quando un’onda sonora incide una superficie qualunque la sua energia viene vedremo) e l’energia acustica inci-
dissipate in parte dalla massa della parete sotto forma di energia termica, dente tale materiale.
un’altra parte passa al di là della parete e si propaga nell’ambiente confinan- Coeff. di assorbimento = E assorbi-
te, ed una parte ancora viene riflessa nell’ambiente da cui essa proviene. ta / E incidente
L’ e n e g i a r i f l e s s a è o v v i a m e n t e u n a f r a z i o n e d e l l ’ e n e r g i a i n c i d e n t e , c h e c o n t i -

nua a “rimbalzare” da una parete all’altra dell’ambiente: tanto più le pareti Il coefficiente di assorbimento può
saranno fonoassorbenti, tanto più l’energia sonora decadrà rapidamente. variare da 0 a 1. Per l’unità non si
L’ a s s o r b i m e n t o d i u n q u a l s i a s i m a t e r i a l e è l e g a t o a l l ’ a n g o l o d i i n c i d e n z a d e l - ha alcuna riflessione e fisicamente
l’onda acustica: all’interno di un ambiente chiuso si considera come angolo di ciò equivale ad avere uno spazio
incidenza un valore medio fra tutte le direzioni delle onde riverberate. aperto al posto della superficie

(tutta l’energia acustica viene

assorbita). È importante notare

come il coefficiente di assorbimen-

to possa cambiare anche conside-

revolmente con la frequenza.

L’ a s s o r b i m e n t o a d i u n a p a r e t e

o m o g e n e a d i a r e a s ( m 2) è d a t o

dalla seguente relazione:

a = α • s

di conseguenza l’assorbimento di

una parete composta da materiali

differenti con α diversi è dato da:

a = Σ αi Si = αm • S

Il coefficiente di assorbimento

medio della parete è dato da

Σ αi Si
am =
S

Variazione del potere fonoassorbente al variare della frequenza per alcuni materiali
73
L’acustica con Knauf
Soluzioni tecniche per l’edilizia civile e industriale

5.2 Materiali fonoassorbenti Materiali porosi

I materiali fonoassorbenti possono essere distinti sostenzialmente in tre gran- Nei materiali porosi l’assorbimento

di categorie, in funzione del principio fisico che provoca l’assorbimento acu- avviene per trasformazione del-

stico: i materiali porosi, i pannelli vibranti, i risonatori. Ciascuna di queste l’energia sonora in calore a causa

tipologie ha pecurialità diverse che la rendono più o meno adatta per un deter- dell’attrito che le onde sonore

minato impiego. incontrano all’interno di essi.

I materiali porosi esercitano la loro

Per tutte vale il principio in base al quale il fonoassorbimento si attua median- funzione secondo due parametri

te la trasformazione in calore di parte dell’energia sonora incidente. fondamentali: la loro trasparenza

acustica, e cioè la capacità di

lasciare entrare le onde sonore al

loro interno, e la loro resistenza al

f l u s s o . L’ e f f i c a c i a d e l f o n o a s s o r b i -

mento dipende dal giusto bilancia-

mento dei due parametri. In altre

parole si può semplicemente dire

che un buon materiale fonoassor-

bente dovrà essere sufficientemen-

te trasparente ai suoni ma dovrà

anche essere in grado di disperde-

re l’energia mediante la resistenza

al flusso.

La trasparenza acustica è correlata

alla porosità del materiale e la

resistenza al flusso alla complessi-

tà di percorso indetta dall’orienta-

mento dei fori. Nei materiali com-

posti da fibre minerali, ad esempio,

si distinguono quelli a fibre orien-

tate: tali pannelli hanno un’effi-

cienza superiore se le fibre sono

normali al flusso.

Un semplice metodo per valutare il

grado di resistenza al flusso di un

materiale poroso consiste nel misu-

rarne la caduta di pressione in un

condotto.

Qualitativamente l’assorbimento

Variazione del potere fonoassorbente al variare della frequenza per alcuni acustico dei materiali porosi cresce
materiali
con la frequenza e con lo spessore

dei pannelli.

74
L’acustica con Knauf
Soluzioni tecniche per l’edilizia civile e industriale

Per questa ragione un accurato

assorbimento acustico si può otte-

nere con la combinazione dei due

sistemi.

La frequenza di risonanza di un

pannello vibrante è data da:

1
f ris = 60 Hz
m•l
dove:

m = massa superficiale in Kg/m2

l = spessore dell’intercapedine d’aria

in m

Risonatori

Un altro sistema per assorbire le

onde è costituito dai risonatori. Un

semplice esempio di risonatore a

cavità singola è una bottiglia: l’aria

contenuta nella cavità di detta bot-

tiglia si comporta a guisa di molla

nei confronti della parte di aria che

Tipologie di materiali porosi e test di resistenza al fluso si trova nel collo, la quale se solle-

citata da un’onda sonora oscilla

avanti e indietro alla sua frequenza

Pannelli vibranti naturale, cioè alla frequenza di

risonanza del recipiente, dissipan-

Il funzionamento come materiali fonoassorbenti dei pannelli flessibili è legato do in tal modo l’energia acustica

fondamentalmente alla loro elasticità. incidente.

Se si pensa ad un elemento impermeabile all’aria e flessibile e ad un’onda Questo tipo di risonatore è denomi-

sonora incidente sulla sua superficie, si nota che l’energia dell’onda sonora nato risonatore a cavità o risonato-

viene dissipata mediante la vibrazione dell’elemento stesso. In pratica la re di Helmholtz, e la sua frequenza

pressione acustica provoca una inflessione della membrana, la quale comincia di risonanza tipica è data dalla

a vibrare e diventa essa stessa fonte di onde sonore: quando queste onde seguente formula:

sono in controfase rispetto alle onde incidenti si ha un annullamento di queste 1


f ris = 60 Hz
m•l
ultime.

Affinchè il fonoassorbimento sia effettivo e completo è necessario che le dove:

vibrazioni siano smorzate dall’attrito interno alla superficie vibrante, dai sup- S = area della sezione trasversale

porti che la sostengono, ed eventualmente da materiale poroso sistemato die- del collo espressa in m2

tro la superficie. I pannelli vibranti esercitano la loro funzione fonoassorben- l = lunghezza del collo espressa in m.

te spiccatamente alla loro frequenza di risonanza, e danno quindi un assorbi- V = volume dell’aria contenuta nel

mento di tipo molto selettivo. Le frequenze di risonanza dei pannelli vibranti si recipiente espressa in m3

assestano mediamente alle basse frequenze: di qui nasce la loro complemen-

tarietà con i materiali porosi che invece sono più efficienti alle alte frequenze. I risonatori a cavità si possono
75
L’acustica con Knauf
Soluzioni tecniche per l’edilizia civile e industriale

considerare assorbitori acustici selettivi, nel senso che il loro rendimento è l’assorbimento su tutte le frequenze.

limitato ad una banda di frequenze molto ristretta: tale banda può essere La frequenza di risonanza di un

allargata rivestendo le pareti interne del risonatore con materiali porosi, ma risonatore multiplo è data approssi-

ciò comporta un appiattimento della curva di rendimento in frequenza che si mativamente dalla:

attesta su valori decisamente più bassi.


P
Risulta quindi conveniente impiegare questo tipo di assorbitori laddove i suoni
fris = 500 Hz
1 (f+0,8d)
da eliminare abbiano uno spettro sonoro caratterizzato da componenti pure, per dove:

le quali divenga possibile il dimensionamento ad hoc delle cavità risonanti. f = spessore della lastra in cm

Un esempio tipico può essere individuato nelle lavorazioni industriali eseguite d = diametro dei fori in cm

con le medesime tipologie di macchinari (tessiture, tornerie...). p = percentuale di superficie forata

l = spessore dell’intercapedine

d’aria in cm

Si deve considerare che affinchè

sussistano le condizioni di un com-

portamento basato sull’effetto di

risonanza, la superficie forata del

pannello non deve superare il 20 -

30%, dopodichè il comportamento

del pannello sarà semplicemente

legato alla sua porosità.

La formula riportata considera fori

con diametro compresi fra 10 e 20

mm., di conseguenza la sua appli-

cabilità è consentita per intercape-

dini con profondità fino a 10 cm.

circa: per profondità superiori l’in-

fluenza reciproca fra i vari risona-

tori è tale da non rendere possibile

la selezione di una precisa gamma


Funzionamento di un pannello vibrante in diverse condizioni di posa di frequenze.

Analogamente, se i fori hanno

Dovendo agire con dei risonatori su spettri sonori ampi, diviene necessario dimensioni diverse l’assorbimento

impiegare tipologie dimensionali differenti degli stessi. Questi sistemi sono è meno selettivo, in quanto le fre-

denominati risonatori a cavità multiple. quenze di risonanza sono legate al

I risonatori a cavità multiple sono costituiti generalmente da pannelli in lamie- diametro dei fori, e non è possibile

ra, gesso rivestito o legno perforati con diversi diametri, recanti posteriormen- individuare una precisa frequenza

te ad una certa distanza una chiusura con pannelli rigidi: in altre parole sono di funzionamento.

casse acustiche con coperchi perforati, nelle quali ogni foro con il relativo

spazio d’aria posteriore si comporta come un risonatore singolo, senza la

necessità che detti spazi siano separati fra loro da setti.

Anche i risonatori multipli possono essere “trattati” posteriormente con mate-

riali porosi per aumentarne lo spettro di azione. A differenza che per i risona-

tori singoli, tale trattamento non inficia considerevolmente il rendimento alle

frequenze di risonanza, migliorando allo stesso tempo in modo considerevole


76
L’acustica con Knauf
Soluzioni tecniche per l’edilizia civile e industriale

5.3 La riverberazione riverberanti il tempo di decadimento potrà durare anche per qualche secondo,

potendo in questo modo essere udito con precisione dall’apparato uditivo umano.

Una sorgente sonora in un ambiente La parola e la musica sono linguaggi caratterizzati da suoni in successione più

delimitato irradia le onde verso le o meno rapida. La sovrapposizione dei suoni compromette l’intelleggibilità della

pareti; le onde che incidono sulle pare- parola e la qualità della musica; la riverberazione eccessiva di un ambiente,

ti, dopo un tempo iniziale occorrente a essendo caratterizzata da un decadimento lento dei suoni, induce il fenomeno

raggiungere la parete più vicina, si della sovrapposizione dei suoni emessi con le riflessioni dei suoni precedenti.

riflettono e vanno a colpire le altre Considerando un ambiente dotato di una geometria e di una distribuzione dei

pareti e così via. Dopo un transitorio materiali fonoassorbenti in grado di consentire una distribuzione omogenea

dipendente dalle dimensioni dell’am- del suono, ne si può qualificare le caratteristiche acustiche mediante il tempo

biente si avrà una situazione sonora di riverberazione.

stazionaria caratterizzata dal fatto che Il tempo di riverberazione è definito come il tempo che trascorre dalla fine del-

la potenza sonora dispersa è uguale l’emanazione sonora alla riduzione dell’intensità sonora ad un milionesimo di

alla potenza sonora immessa nell’am- quella di regime: più semplicemente si potrà dire che il tempo di riverberazio-

biente dalla sorgente. ne è dato dal tempo che impiega un suono a diminuire di 60 dB dallo spegni-

Se si considera un’ambiente completa- mento della sorgente.

mente riflettente, si deve assumere Come si è già detto, il tempo di riverberazione è in grado di definire da solo il

che il livello di pressione sonora si comportamento di un ambiente. Ambienti eccessivamente riverberanti fanno

elevi tanto quanto la sorgente immette cattive qualità acustiche, ambienti troppo poco riverberanti non consentono

con il solo assorbimento dovuto una agevole diffusione dei suoni al loro interno.

all’aria. In sostanza in un ambiente

delimitato si avrà dopo breve tempo

dall’accensione della sorgente un

livello di pressione sonora ben mag-

giore di quello che la sorgente stessa

è in grado di produrre, dipendente dal

grado di assorbimento totale di cui

l’ambiente è dotato.

Così come esiste un transitorio perchè

l’ambiente giunga a regime in dipen-

denza delle dimensioni dell’ambiente,


Rappresentazione schematica della propagazione del suono in ambiente confinato
si potrà osservare un altro importante

fenomeno denominato riverberazione,

che consiste nel permanere del suono

per un certo periodo dopo lo spengi-

mento della sorgente.

Il tempo impiegato dal suono per annu-

larsi completamente è tanto più lungo

quanto meno assorbenti sono le pareti

dell’ambiente: questo è dovuto al fatto

che per cessare il suono deve esaurir-

si l’energia essendo completamente

assorbita o dissipata.

Nel caso in cui si sia in presenza di un


Andamento del decadimento sonoro in ambienti di grandi e di piccole dimensioni
ambiente caratterizzato da superfici
77
L’acustica con Knauf
Soluzioni tecniche per l’edilizia civile e industriale

Esiste una semplice relazione analiti- grandi ambienti.


ca, la formula di Sabine, per prevedere Per questi motivi, per una progettazione corretta, è necessario effettuare
il tempo di riverberazione in un qua- una analisi in frequenza del tempo di riverberazione.
lunque ambiente nel quale il suono sia

uniformemente diffuso in funzione del 5.4 Il livello sonoro


suo volume e dell’assorbimento totale.

Per una corretta idibilità è necessario che ogni ascoltatore presente in una

sala riceva un livello di pressione sonora di almeno 45 dB. In ambienti non

dotati di sistemi di amplificazione, in condizioni di assorbimento medie, il


dove: linguaggio parlato giunge a distanze di 20, 30 metri con livelli sufficienti.
To = tempo di riverberazione in secondi La voce umana, si ricordi, ha una potenza sonora media di 75 dB; i valori
V = volume più alti di potenza sonora competono alle vocali, quelli più bassi alle con-
S = superficie sonanti, e l’incremento che l’oratore può portare alla propria voce varia da
am = assorbimento medio 5 a 10 dB circa.
A = assorbimento totale

La formula di Sabine è stata ottenuta

empiricamente e con ipotesi semplifica-

te dell’assorbimento specifico e medio.

Una alternativa al metodo Sabine con-

siste nella formula di Eyring che risul-

ta di più ampia validità, ed è espressa

come di seguito:

0,07 V
To =
S [-log(1-α)]

Numerose fonti bibliografiche riportano

diagrammi mediante i quali vengono

identificate le migliori condizioni di Tempi di riverberazione ammissibili in funzione di volumetria e tipologia dell’ambiente

tempo di riverberazione per le tipolo-

gie ambientali con riferimento all’uso Sfruttando la riverberazione è possibile far giungere a tutti gli ascoltatori

cui sono preposte. il suono al livello voluto, ma nel predisporre le zone riflettenti si deve

I tempi di riverberazione riportati nei tenere conto di alcune basilari indicazioni. Le superfici agiscono come

diagrammi possono essere general- riflettori alle varie frequenze in funzione della loro ampiezza, ciò a causa

mente intesi con un range di tolleranza delle differenti lunghezze d’onda alle varie frequenze.

del 25% e sono validi per le frequenze

al di sopra dei 500 Hz mentre per le

basse frequenze risulta opportuno

aumentare detto tempo di riverberazio-

ne di circa il 20% a 250 Hz e del 40% a

125 Hz. È inoltre opportuno che il Triv

a 4000 Hz sia anch’esso leggermente

superiore per compensare l’assorbi-

mento dovuto all’aria che, trascurato

nelle formule sopra esposte, diventa

significativo alle alte frequenze e per Correlazione fra la lunghezza dell’onda sonora e la sua frequenza
78
L’acustica con Knauf
Soluzioni tecniche per l’edilizia civile e industriale

Una superficie riflettente perchè sia tale deve avere dimensioni grandi rispet- 5.5 Metodo di calcolo del T60 ottima-
to alla lunghezza d’onda del suo incidente: il suo orientamento condiziona la le di un locale
direzione dell’onda riflessa.
Per il calcolo del tempo di riverbera-
I raggi riflessi devono giungere alle postazioni di ascolto compiendo un tragit-
zione ottimale, il quale risulta essere
to sufficientemente breve per consentire al suono di non avere un ritardo mag-
comunque una caratteristica estrema-
giore di 0,027 secondi rispetto al suono diretto.
mente soggettiva, sono stati proposti
Considerando una velocità del suono di 334 m/sec si ha che la differenza fra i
vari algoritmi.
raggi di un suono diretto e il medesimo riflesso non deve superare i 9 m.
Un possibile metodo di calcolo è il
Fino ad un ritardo di 0,10 sec. si generano fenomeni di sovrapposizione di
seguente.
suoni ed eco ravvicinata, oltre tale ritardo si incorre nel vero e proprio feno-
Viene definito il T60 ottimale alla fre-
meno di eco.
quenza di 1000 Hz con la formula:

T 60ott1000Hz = k 9 V√
dove:

k coefficiente correttivo

V v o l u m e d e l l o c a l e [ m 3]

Il coefficiente “k” varia in base alla

destinazione d’uso del locale:

Per locali destinati a


conferenze (parlato) k = 0,30

Correlazione fra ordini di riflessione e il livello di pressione sonora Per locali destinati a cinema k = 0,40

Per locali destinati a


rappresentazioni teatrali k = 0,50
Nella progettazione di un ambiente destinato ad uso pubblico, il progettista

deve controllare, alla luce di quanto esposto, alcuni parametri fondamentali: Per locali destinati all’ascolto

- Il tempo di riverberazione della sala e di conseguenza il fonoassorbimento di musica (classica) k = 0,55

della stessa.

- L’ o m o g e n e i t à d e l l a d i s t r i b u z i o n e d e l s u o n o n e l l ’ a m b i e n t e d o v u t a a l l a d i s p o s i - S i r i c a v a i l v a l o r e d i T 60 o t t i m a l e a l l e

zione dei materiali. varie frequenze moltiplicando il valore

- Le modalità di riflessione dei raggi, le quali sono direttamente relazionate a 1000 Hz con i seguenti coefficienti di

alla geometria dell’ambiente. proporzionalità.

La maggior difficoltà che si riscontra nella progettazione acustica degli Coefficienti di proporzionalità per il calcolo

ambienti è dovuta al fatto che i materiali mutano le loro proprietà di fonoas- di T 60 ottimale alle varie frequenze.

sorbenza al variare della frequenza. 125 Hz 1,75


Per questo motivo è necessario conoscere con sufficiente precisione a quale
250 Hz 1,3
uso sarà preposto l’ambiente in oggetto, onde poter valutare la tipologia dello
500 Hz 1,1
spettro di frequenza e di conseguenza le caratteristiche relative alle superfici
1000 Hz 1
e alle componenti più idonee.
2000 Hz 1,05
È evidente come tale approccio sia estremamente complesso e difficile da tra-

durre in pratica. Risulta comunque di grande aiuto la conoscenza dei fenome- 4000 Hz 1,1

ni e del comportamento fisico dei materiali.

È indispensabile, per il progettista, disporre di un’pportuna documentazione

tecnica dei materiali che indichi con sufficiente precisione il comportamento

acustico degli stessi.


79
L’acustica con Knauf
Soluzioni tecniche per l’edilizia civile e industriale

A l t r e p r o p o s t e d i c o e ff i c i e n t i d i p r o p o r z i o n a l i t à e l a b o r a t i d a v a r i i s t i t u t i d i r i c e r c a s o n o Utilizzando la formula di Sabine


riassunti nel seguente grafico.
0,16V
T60 =
A
dove:
2,5
T 1 V v o l u m e d e l l o c a l e [ m 3]
T 1000 ott
2 A area di assorbimento equiva-
2,0
3
4 l e n t e t o t a l e d e l l ’ a m b i e n t e [ m 2]
1,5
2

3 1 E dove il parametro A, caratterizzan-


1,0 5 45
te la capacità dell’ambiente di assor-

bire le onde sonore, è definito da:


0,5
k m

0
A= Σi=1
Siαi + ΣnjAj
j=1

5 6 8 2 3 4 5 6 8 2 3 4 5 6 8 Hz dove:
40 100 1000 10 000 Si s u p e r f i c i e i - e s i m a ( m 2)

αi coefficiente di assorbimento della


Va l o r i o t t i m a l i d i _ 6 0 i n f u n z i o n e d e l l a f r e q u e n z a r i f e r i t i a l v a l o r e a 1 0 0 0 H z : superficie i-esima
(1) Mc Nair; (2) Morris e Nixton; (3) Danish Broadcasting studios (musica);
nj numero di elementi del j-esimo tipo

Aj assorbimento totale di un elemento

del j-esimo tipo


Esempio di calcolo

Si consideri una piccola sala conferenze di 280 m3 realizzata con le seguenti fini-
Si ottiene:
ture ed elementi di arredo:

Tempo di riverberazione calcolato (T60) [s]

125 Hz 250 Hz 500 Hz 1 kHz 2 kHz 4 kHz


Coefficienti di assorbimento acustico (αi)
0,52 0,58 0,63 0,61 0,6 0,59
Materiale Sup. [m2] 125 Hz 250 Hz 500 Hz 1 kHz 2 kHz 4 kHz
Pavimentazione:
parquet di legno 72 0,04 0,04 0,05 0,05 0,05 0,05 Calcolo T60 ottimale
Pareti laterali: Considerando K = 0,30 si ottengono i
piccole finestre 15,87 0,35 0,25 0,18 0,12 0,06 0,04
Pareti laterali: seguenti valori
Lastre in gesso rivestito 97,65 0,3 0,15 0,1 0,07 0,07 0,07
Pareti laterali: Tempo di riverberazione ottimale calcolato (T60ott) [s]
Lastre Knauf Danoline M1 20,64 0,45 0,7 0,7 0,65 0,75 0,8
Soffitto: 125 Hz 250 Hz 500 Hz 1 kHz 2 kHz 4 kHz
Lastre in gesso rivestito 52,8 0,3 0,15 0,1 0,07 0,07 0,07
Soffitto: Lastre Knauf 0,98 0,73 0,62 0,56 0,59 0,62
foratura circolare 8/18
ribassamento 40 cm 19,2 0,56 0,84 0,53 0,56 0,43 0,48
I valori di T60 risultano essere sem-

pre prossimi o inferiori ai valori di


Coefficienti di assorbimento acustico (αi)
T60 ottimale.
Elementi di arredo numero 125 Hz 250 Hz 500 Hz 1 kHz 2 kHz 4 kHz
In particolare alle basse frequenze si
Sedia o sedile metallico
o in legno, occupato 42 0,3 0,4 0,6 0,8 0,85 0,85 osserva che T60 è sensibilmente

inferiore al T60 ottimale. Questo fatto

è da ritenersi positivo in quanto una

buona attenuazione delle basse fre-

quenze consente una maggiore intel-

ligibilità del parlato.


80
L’acustica con Knauf
Soluzioni tecniche per l’edilizia civile e industriale

Il grafico che segue mostra il confronto dei valori di T60 e T60 ott. Si può dire che il comportamento di

un controsoffitto o di una contropare-

te realizzati con lastre forate e con

l’interposizione di materiali fibrosi

nell’intercapedine richiami tutti e tre

i principi di funzionamento dei mate-

riali fonoassorbenti: diversificando i

tipi di foratura, gli spessori dell’inter-

capedine, il tipo e gli spessori dei

materiali fibrosi e alternando superfi-

ci forate a superfici liscie, è possibi-

le modificare l’assorbimento a tutte

le frequenze.

Queste caratteristiche rendono questi

sistemi adatti ad interventi diversi: il

progettista può impiegarli laddove è

soltanto richiesto un contributo di

fonoassorbimento per impedire livelli


Il metodo di calcolo precedentemente esposto del T60 ottimale “accetta” di pressione sonora troppo elevati
tempi di riverberazione elevati alle basse frequenze in quanto tali frequenze ( r i s t o r a n t i , m e n s e , b a r, e t c . ) o , c o n
sono difficili da assorbire. filosofie applicative più raffinate, per
Ne consegue che la sala è da considerarsi “acusticamente adeguata”. creare situazioni di comfort di grado

superiore (uffici, sale riunione, etc.).


5.6 Soluzioni tecniche Knauf Nella progettazione acustica di audi-

torium, sale multimediali, cinema,


Correzione acustica etc. conoscere con precisione le
Come è stato anticipato parlando delle diverse tipologie di materiali fonoas- caratteristiche di fonoassorbenza è
sorbenti, ogni materiale o sistema, in funzione delle sue modalità di assorbi- fondamentale per poter procedere ad
mento (come materiale poroso, membrana vibrante o risonatore) ha un funzio- un accurato posizionamento di com-
namento migliore in certe frequenze e peggiore in altre. ponenti e materiali di rivestimento.
E dunque utile combinare tra loro i vari sistemi, al fine di sfruttare al meglio Sovente nel corso dello studio di
le proprietà di ognuno di essi: il sistema più valido in tal senso consiste nel- questi ambienti ci si ritrova nella
l’accoppiare materiali porosi a materiali che funzionano a membrana o come necessità di dover diversificare le
risonatori, ottenendo in tal modo un alto valore del coefficiente di assorbi- proprietà acustiche di alcuni elementi
mento acustico su tutte le frequenze. costruttivi, ad esempio del soffitto,

per consentire una corretta diffusione


Lastre e pannelli forati sonora.
Knauf produce componenti per la realizzazione di controsoffittature e contro- Il sistema Knauf di controsoffitti
pareti in gesso rivestito liscio o forato. modulari offre la possibilità di com-
Le lastre in gesso rivestito liscio si comportano agli effetti del fonoassorbi- porre su di un unico reticolo soffitti
mento come pannelli vibranti, con una apprezzabile capacità di assorbimento con aree ad assorbimento (pannelli
alle basse frequenze. lisci o con vari tipi di foratura), pur
Le lastre in gesso rivestito forato hanno un funzionamento a risonatore multi- mantenendo la assoluta ispezionabili-
plo: con percentuali e tipi di foratura diversi, sono tutte dotate di ottime pro- tà e la possibilità di modificare le
prietà fonoassorbenti diversificate, come rendimento, in spettro di frequenza. caratteristiche di assorbimento sem-
81
L’acustica con Knauf
Soluzioni tecniche per l’edilizia civile e industriale

plicemente sostituendo, per esempio, Aumentando la superficie forata i pannelli accoppiati a materassini in lana

pannelli forati a pannelli lisci. minerale tendono a raggiungere il coefficiente di assorbimento tipico del

materassino senza però arrivare ad eguagliarlo.

Le controsoffittature fonoassorbenti,

perforate e non, basano come si è

detto il loro funzionamento sulla com-

binazione di differenti principi.

Sostanzialmente esse si comportano

come risonatori multipli e pannelli

vibranti, con caratteristiche di assor-

bimento in frequenza variabili in fun-

zione dei seguenti parametri: percen-


Variazione in frequenza del potere fonoassorbente di lastre in gesso rivestito
tuale di foratura, altezza di pendina- a bassa e alta percentuale di foratura
tura, natura e caratteristiche geome-

triche dei materiali fonoassorbenti.

Su questi aspetti può intervenire il

progettista per ottenere il risultato

voluto.

Percentuale di foratura

La percentuale di superficie occupata

dai fori agisce sull’assorbimento acu-


Variazione in frequenza del potere fonoassorbente di lastre in gesso rivestito
stico sulla base del seguente princi-
con diverse percentuali di foratura
pio: basse percentuali di foratura

determinano un elevato assorbimento Intercapedine

alle basse frequenze e ridotto assor- La profondità dell’intercapedine fra il soffitto e le lastre forate interviene come

bimento alle alte; alte percentuali di parametro significativo per le altezze di sospensione comprese tra 200 e 500 mm.

foratura inducono il fenomeno contra- Con intercapedini minori di 200 mm il rendimento, al diminuire dello spessore

rio, e cioè un ridotto assorbimento della intercapedine, si sposta alle medie e alte frequenze e ne interessa un

acustico alle basse frequenze ed ela- range ristretto (comportamento selettivo). Aumentando la profondità dell’inter-

vato assorbimento alle alte. capedine si ottiene un aumento dell’assorbimento acustico alle basse frequen-

Con una percentuale di foratura infe- ze con scarsi vantaggi per le alte frequenze, mentre altezze di sospensione

riore al 10% l’assorbimento diminui- d e l c o n t r o s o ff i t t o s u p e r i o r i a 5 0 0 m m n o n c o m p o r t a n o u l t e r i o r i v a n t a g g i .

sce sensibilmente alle alte frequen- S i n o t a c o m u n q u e c h e , a l l ’ a u m e n t a r e d e l l ’ a l t e z z a d i s o s p e n s i o n e , i l c o e ff i c i e n -

ze, mentre per le basse la caduta è te di assorbimento migliora in generale su tutte le frequenze, e l’assorbimento

ridotta. diviene in generale meno selettivo. È opportuno notare che intercapedini mag-

giori di 1200 mm. possono dar luogo a fenomeni di risonanza (flutter echo).

Con una percentuale di fori tra il 10 e

il 15% si ottiene il massimo valore di

assorbimento acustico per i prodotti

in gesso forato, con un massimo

assorbimento acustico nella gamma

di frequenze 250, 500 e 1000 Hz.

Con foratura superiore al 15% l’as-

sorbimento acustico diminuisce alle


Variazione in frequenza del potere fonoassorbente di lastre in gesso rivestito
basse frequenze. in funzione dell’altezza di pendinatura (profondità dell’intercapedine)
82
L’acustica con Knauf
Soluzioni tecniche per l’edilizia civile e industriale

Velo insonorizzante

Il velo insonorizzante in fibra di cellu-

losa accoppiato alle lastre in gesso

perforate ne influenza il comportamen-

to acustico in funzione delle proprie

caratteristiche di permeabiità dell’aria.

Un’elevata permeabilità all’aria del

velo insonorrizzante è associata ad un

elevato assorbimento alle basse fre- Variazione in frequenza del potere fonoassorbente di lastre in gesso rivestito
quenze, al contrario si può notare in in funzione della permeabilità all’aria del velo insonorizzante (a) e dello spes-
sore del pannello isolante in fibra ad esse accoppiato (b)
presenza di ridotta permeabilità

all’aria un elevato potere fonoassor-

bente attestato sulle alte frequenze.

Lana minerale

Lo spessore dello strato coibente e la

sua densità sono proporzionali all’as-

sorbimento acustico ottenibile per l’in-

t e r o s p e t t r o d i f r e q u e n z a . Ta l e a s s o r b i -

mento può essere migliorato, per le


Variazione in frequenza del potere fonoassorbente di lastre in gesso rivestito
medie frequenze, dalla presenza di
in funzione della densità del pannello isolante in fibra ad esse accoppiato(b)
una pellicola accoppiata ad una faccia e della presenza di pellicola sintetica (a)

del pennello.

Il massimo assorbimento acustico si ha


Velo insonorizzante contro lana minerale
per densità dell’ordine di 50 Kg/m3 del
Un velo insonorizzante incollato su lastre forate in gesso rivestito permet-
pannello in fibra minerale.
te, in generale, un assorbimento acustico maggiore della lana minerale su

lastre forate.
Dimensioni dei fori
Con altezze di sospensione minori di 100 mm la punta di assorbimento del
Fori di piccole dimensioni e disposti a
velo insonorizzante si sposta verso le frequenze più alte e, contempora-
brevissimi intervalli permettono un
neamente, l’intervallo di assorbimento si restringe. Un materassino in lana
assorbimento acustico maggiore alle
minerale permette un assorbimento acustico su una banda più ampia. La
alte fequenze.
soluzione ottimale prevede l’impiego di entrambi i materiali.
Fori grandi ad intervalli maggiori permet-

tono una maggiore riflessione acustica

delle alte frequenze e, perciò, un minore

assorbimento acustico delle stesse.


Segue: 5.7 Diagrammi di assorbimento acustico delle lastre Knauf

forate e fessurate.
Struttura superficiale

La struttura superficiale delle lastre

agisce sull’assorbimento acustico

(fenomeno di dispersione acustica):

una superficie ruvida permette un

assorbimento acustico migliore alle

alte frequenze.

83
L’acustica con Knauf
Soluzioni tecniche per l’edilizia civile e industriale

Sistema Composizione della struttura Gradi di assorbimento acustico

Senza feltro Con feltro


fonoassorbente in fibra minerale fonoassorbente in fibra minerale
Rivestimento con lastre forate s s
Knauf spessore 12,5 mm. 1.0 1.0

0.8 0.8
a a
D111 Foratura Circolare Regolare 6/18 0.6 0.6
D112 Percentuale di superficie forata 8,7% 0.4 0.4
b b
D114 Strato in velo di fibra Paratex 45 g/m 2. 0.2 0.2

0 0

a = Distanza aerea 400 mm. 125 250 500 1000 2000 4000 Hz 125 250 500 1000 2000 4000 Hz

b = Distanza aerea 60 mm. 0.55 0.83 0.56 0.52 0.37 0.38 a 0.62 0.83 0.71 0.64 0.42 0.51 a
s s
0.19 0.30 0.74 0.70 0.35 0.59 b 0.33 0.64 0.99 0.63 0.29 0.45 b

Senza feltro Con feltro


fonoassorbente in fibra minerale fonoassorbente in fibra minerale
Rivestimento con lastre forate s s
Knauf spessore 12,5 mm. 1.0 1.0

0.8 0.8
a a
D111 Foratura Circolare Regolare 8/18 0.6 0.6

D112 Percentuale di superficie forata 15,5% 0.4 0.4


b b
D114 Strato in velo di fibra Paratex 45 g/m 2. 0.2 0.2

0 0
125 250 500 1000 2000 4000 Hz 125 250 500 1000 2000 4000 Hz
a = Distanza aerea 400 mm.
b = Distanza aerea 60 mm. 0.56 0.84 0.53 0.56 0.43 0.48 a 0.68 0.93 0.76 0.84 0.56 0.65 a
s s
0.16 0.23 0.67 0.82 0.48 0.69 b 0.29 0.55 1.07 0.86 0.45 0.56 b

Senza feltro Con feltro


fonoassorbente in fibra minerale fonoassorbente in fibra minerale
Rivestimento con lastre forate s s
Knauf spessore 12,5 mm. 1.0 1.0

0.8 0.8
a a
D111 Foratura Circolare Regolare 10/23 0.6 0.6

D112 Percentuale di superficie forata 14,8% 0.4 0.4


b b
D114 Strato in velo di fibra Paratex 45 g/m 2. 0.2 0.2

0 0
125 250 500 1000 2000 4000 Hz 125 250 500 1000 2000 4000 Hz
a = Distanza aerea 400 mm.
b = Distanza aerea 60 mm. 0.56 0.86 0.55 0.57 0.42 0.45 a
s
0.67 0.94 0.76 0.80 0.55 0.64 a
s
0.19 0.22 0.69 0.80 0.44 0.63 b 0.29 0.58 1.10 0.82 0.53 0.83 b

Senza feltro Con feltro


fonoassorbente in fibra minerale fonoassorbente in fibra minerale
Rivestimento con lastre forate s s

Knauf spessore 12,5 mm. 1.0 1.0

0.8 0.8
a a
D111 Foratura Circolare Regolare 12/25 0.6 0.6

D112 Percentuale di superficie forata 18,1% 0.4 0.4


b b
D114 Strato in velo di fibra Paratex 45 g/m 2. 0.2 0.2

0 0
125 250 500 1000 2000 4000 Hz 125 250 500 1000 2000 4000 Hz
a = Distanza aerea 400 mm.
0.60 0.87 0.52 0.56 0.43 0.51 a 0.67 0.92 0.75 0.84 0.62 0.73 a
b = Distanza aerea 60 mm. s s
0.17 0.21 0.63 0.81 0.46 0.68 b 0.29 0.51 1.12 0.85 0.45 0.58 b

Senza feltro Con feltro


fonoassorbente in fibra minerale fonoassorbente in fibra minerale
Rivestimento con lastre forate s s
Knauf spessore 12,5 mm. 1.0 1.0

0.8 0.8
a a
D111 Foratura Circolare Regolare 15/30 0.6 0.6
b
D112 Percentuale di superficie forata 19,6% 0.4 0.4
b
D114 Strato in velo di fibra Paratex 45 g/m 2. 0.2 0.2

0 0

a = Distanza aerea 400 mm. 125 250 500 1000 2000 4000 Hz 125 250 500 1000 2000 4000 Hz

b = Distanza aerea 60 mm. 0.56 0.86 0.51 0.55 0.43 0.50 a 0.66 0.90 0.77 0.83 0.63 0.71 a
s s
0.15 0.21 0.62 0.80 0.46 0.63 b 0.29 0.52 1.08 0.87 0.53 0.70 b

84
L’acustica con Knauf
Soluzioni tecniche per l’edilizia civile e industriale

Sistema Composizione della struttura Gradi di assorbimento acustico


Senza feltro Con feltro
fonoassorbente in fibra minerale fonoassorbente in fibra minerale
Rivestimento con lastre forate
s s
Knauf spessore 12,5 mm. 1.0 1.0
0.8 0.8
a a
D111 Foratura Circolare Alternata 8/12/50 0.6 0.6
D112 Percentuale di superficie forata 13,1% b
0.4 0.4
b
D114 Strato in velo di fibra Paratex 45 g/m 2 . 0.2 0.2
0 0
a = Distanza aerea 400 mm. 125 250 500 1000 2000 4000 Hz 125 250 500 1000 2000 4000 Hz

b = Distanza aerea 60 mm.


0.62 0.84 0.54 0.54 0.38 0.42 a 0.65 0.89 0.73 0.77 0.49 0.61 a
s s
0.18 0.25 0.70 0.77 0.40 0.60 b 0.30 0.61 1.11 0.75 0.36 0.47 b

Senza feltro Con feltro


fonoassorbente in fibra minerale fonoassorbente in fibra minerale
Rivestimento con lastre forate s s
Knauf spessore 12,5 mm. 1.0 1.0
0.8 0.8
a
a
D111 Foratura Circolare Alternata 12/20/66 0.6 0.6
b
0.4 0.4
D112 Percentuale di superficie forata 19,6% b
0.2 0.2
D114 Strato in velo di fibra Paratex 45 g/m 2 .
0 0
125 250 500 1000 2000 4000 Hz 125 250 500 1000 2000 4000 Hz
a = Distanza aerea 400 mm.
b = Distanza aerea 60 mm. 0.58 0.86 0.50 0.56 0.41 0.50 a 0.66 0.94 0.78 0.85 0.59 0.74 a
s s
0.16 0.21 0.62 0.79 0.41 0.69 b 0.28 0.55 1.07 0.85 0.43 0.59 b

Senza feltro Con feltro


fonoassorbente in fibra minerale fonoassorbente in fibra minerale
Rivestimento con lastre forate
s s
Knauf spessore 12,5 mm. 1.0 1.0
0.8 0.8
a a
D111 Foratura Sparsa Plus 8/15/20 0.6 0.6
D112 Percentuale di superficie forata 9,9% b
0.4 0.4
D114 Strato in velo di fibra Paratex 45 g/m 2 . b
0.2 0.2
0 0
a = Distanza aerea 400 mm. 125 250 500 1000 2000 4000 Hz 125 250 500 1000 2000 4000 Hz

b = Distanza aerea 60 mm. 0.56 0.83 0.53 0.49 0.33 0.35 a 0.64 0.85 0.69 0.62 0.37 0.48 a
s s
0.19 0.29 0.78 0.64 0.32 0.57 b 0.31 0.68 1.02 0.60 0.25 0.40 b

Senza feltro Con feltro


fonoassorbente in fibra minerale fonoassorbente in fibra minerale
Rivestimento con lastre forate s s
Knauf spessore 12,5 mm. 1.0 1.0
0.8 0.8
a a
D111 Foratura Sparsa Plus 12/20/35 0.6 0.6
b
D112 Percentuale di superficie forata 9,8% 0.4 0.4
b
D114 Strato in velo di fibra Paratex 45 g/m 2 . 0.2 0.2
0 0
125 250 500 1000 2000 4000 Hz 125 250 500 1000 2000 4000 Hz
a = Distanza aerea 400 mm.
0.55 0.81 0.50 0.44 0.29 0.28 a 0.64 0.82 0.67 0.55 0.32 0.42 a
b = Distanza aerea 60 mm. s s
0.18 0.30 0.76 0.55 0.28 0.50 b 0.34 0.69 1.02 0.49 0.21 0.33 b

85
L’acustica con Knauf
Soluzioni tecniche per l’edilizia civile e industriale

Sistema Composizione della struttura Gradi di assorbimento acustico


Senza feltro Con feltro
fonoassorbente in fibra minerale fonoassorbente in fibra minerale
Rivestimento con lastre forate
s s
Knauf spessore 12,5 mm.
1.0 1.0
0.8 0.8
a a
D111 Foratura Quadrata 8/18 0.6 0.6
D112 Percentuale di superficie forata 19,8% 0.4 0.4
D114 Strato in velo di fibra Paratex 45 g/m 2 . b b
0.2 0.2
0 0
a = Distanza aerea 400 mm. 125 250 500 1000 2000 4000 Hz 125 250 500 1000 2000 4000 Hz

b = Distanza aerea 60 mm.


0.57 0.86 0.52 0.59 0.47 0.52 a 0.66 0.95 0.77 0.90 0.67 0.75 a
s s
0.17 0.18 0.60 0.81 0.50 0.69 b 0.27 0.53 1.09 0.90 0.52 0.68 b

Senza feltro Con feltro


fonoassorbente in fibra minerale fonoassorbente in fibra minerale
Rivestimento con lastre forate s s
Knauf spessore 12,5 mm. 1.0 1.0
0.8 0.8 a
a
0.6 0.6
D111 Foratura Quadrata 12/25 b
0.4 0.4
D112 Percentuale di superficie forata 23% b
0.2 0.2
D114 Strato in velo di fibra Paratex 45 g/m 2
0 0
125 250 500 1000 2000 4000 Hz 125 250 500 1000 2000 4000 Hz
a = Distanza aerea 400 mm.
b = Distanza aerea 60 mm. 0.60 0.82 0.48 0.54 0.48 0.51 a 0.65 0.96 0.76 0.88 0.70 0.79 a
s s
0.16 0.20 0.55 0.83 0.52 0.69 b 0.28 0.47 1.06 0.89 0.54 0.67 b

Senza feltro Con feltro


fonoassorbente in fibra minerale fonoassorbente in fibra minerale
Rivestimento con lastre fessurate s s
Knauf spessore 12,5 mm. 1.0 1.0
0.8 0.8
a a
D111 Fessurata B4 0.6 0.6
b
0.4 0.4
D112 Percentuale di superficie forata 13,7% b
0.2 0.2
D114 Strato in velo di fibra Paratex 45 g/m 2 .
0 0
125 250 500 1000 2000 4000 Hz 125 250 500 1000 2000 4000 Hz
a = Distanza aerea 400 mm.
b = Distanza aerea 60 mm. 0.43 0.90 0.54 0.52 0.40 0.45 a 0.56 0.88 0.66 0.68 0.47 0.46 a
s s
0.07 0.34 0.75 0.69 0.39 0.32 b 0.27 0.66 0.98 0.70 0.40 0.32 b

Senza feltro Con feltro


fonoassorbente in fibra minerale fonoassorbente in fibra minerale
Rivestimento con lastre fessurate s s
Knauf spessore 12,5 mm. 1.0 1.0
0.8 0.8 a
a
D111 Fessurata B5 0.6 0.6
b
0.4 0.4
D112 Percentuale di superficie forata 10,9% b
0.2 0.2
D114 Strato in velo di fibra Paratex 45 g/m 2 .
0 0
125 250 500 1000 2000 4000 Hz 125 250 500 1000 2000 4000 Hz
a = Distanza aerea 400 mm.
b = Distanza aerea 60 mm. s
0.45 0.87 0,55 0.49 0.37 0.36 a
s
0.57 0.84 0.65 0.64 0.42 0.36 a
0.10 0.36 0.76 0.65 0.35 0.28 b 0.30 0.69 0.94 0.64 0.38 0.32 b

Senza feltro Con feltro


fonoassorbente in fibra minerale fonoassorbente in fibra minerale
Rivestimento con lastre fessurate s s
Knauf spessore 12,5 mm. 1.0 1.0
0.8 0.8
a a
D111 Fessurata B6 0.6 0.6
b
D112 Percentuale di superficie forata 15,7% 0.4 0.4
b
D114 Strato in velo di fibra Paratex 45 g/m 2 . 0.2 0.2
0 0
125 250 500 1000 2000 4000 Hz 125 250 500 1000 2000 4000 Hz
a = Distanza aerea 400 mm.
a
b = Distanza aerea 60 mm. s 0.44 0.90 0,55 0.55 0.45 0.49 0.56 0.94 0.71 0.76 0.56 0.57 a
b s
0.10 0.30 C.73 0.76 0.42 0.29 0.27 0.61 1.05 0.80 0.48 0.40 b

86
L’acustica con Knauf
Soluzioni tecniche per l’edilizia civile e industriale

Sistema Composizione della struttura Gradi di assorbimento acustico

Rivestimento con lastre forate 1.0

Knauf spessore 9,5 mm. 0.8

0.6
D111 Foratura Globe Perforering G1
0.4
D112 Percentuale di superficie forata 10,2%
D114 Strato in velo di fibra Paratex 45 g/m 2 . 0.2

0.0

a = Distanza aerea 400 mm. /Hz 125 250 500 1000 2000 4000

b = Distanza aerea 60 mm.


0.45 0.70 0.75 0.65 0.65 0.60
Hz 125 250 500 1000 2000 4000

Rivestimento con lastre forate 1.0

Knauf spessore 9,5 mm. 0.8

0.6
D111 Foratura Quadril Perforering Q1
0.4
D112 Percentuale di superficie forata 13%
D114 Strato in velo di fibra Paratex 45 g/m 2 . 0.2

0.0

a = Distanza aerea 400 mm. /Hz 125 250 500 1000 2000 4000

b = Distanza aerea 60 mm.


0.45 0.70 0.75 0.65 0.65 0.60
Hz 125 250 500 1000 2000 4000

Rivestimento con lastre forate 1.0

Knauf spessore 9,5 mm. 0.8

0.6
D111 Foratura Micro Perforering M1
0.4
D112 Percentuale di superficie forata 10,2%
D114 Strato in velo di fibra Paratex 45 g/m 2 . 0.2

0.0

a = Distanza aerea 400 mm. /Hz 125 250 500 1000 2000 4000

b = Distanza aerea 60 mm.


0.45 0.70 0.70 0.65 0.75 0.80
Hz 125 250 500 1000 2000 4000

87
L’acustica con Knauf
Soluzioni tecniche per l’edilizia civile e industriale

6 Bibliografia essenziale

Di seguito si riporta un elenco di testi a quali si rimanda per approfondire gli argomenti trattati.

S PA G N O L O R . ( a c u r a d i ) , M a n u a l e d i a c u s t i c a a p p l i c a t a , E d . U T E T

E V E R E S T F. A . , M a n u a l e d i a c u s t i c a – C o n c e t t i f o n d a m e n t a l i A c u s t i c a d e g l i i n t e r n i , E d . H o e p l i

H A R R I S C . M . , M a n u a l e d i c o n t r o l l o d e l r u m o r e , E d . Te c n i c h e N u o v e

S H A R L A N D I . , M a n u a l e d i a c u s t i c a a p p l i c a t a – L’ a t t e n u a z i o n e d e l r u m o r e , E d . W o o d s I t a l i a n a

Link utili

Di seguito si riportano una serie di link utili per ricavare informazioni riguardanti l'acustica edilizia e ambientale

w w w. k n a u f . i t < h t t p : / / w w w. k n a u f . i t / > – K n a u f I t a l i a

w w w. a n i t . i t < h t t p : / / w w w. a n i t . i t / > – A N I T – A s s o c i a z i o n e N a z i o n a l e p e r l ’ I s o l a m e n t o Te r m i c o e a c u s t i c o

w w w. a s s o c i a z i o n e i t a l i a n a d i a c u s t i c a . i t < h t t p : / / w w w. a s s o c i a z i o n e i t a l i a n a d i a c u s t i c a . i t > - A s s o c i a z i o n e i t a l i a n a d i a c u s t i c a

w w w. a l t r a c u s t i c a . o r g < h t t p : / / w w w. a l t r a c u s t i c a . o r g / > - A c u s t i c a e a l t r e i n f o r m a z i o n i

88
Te a t r o a l l a S c a l a

Knauf sponsor tecnico dei lavori di restauro


a l Te a t r o a l l a S c a l a d i M i l a n o .

Materiali impiegati:

Pannelli in gesso rivestito Danoline


per l’intervento di correzione acustica
d e l l e s a l e p r o v a d e l Te a t r o .
www.knauf.it
Lastre F-Zero dello spessore di 13/15 mm
per il rivestimento antincendio.
@ knauf@knauf.it

Sede: Stabilimento Sistemi a Secco: Stabilimento Sistemi Intonaci: Centri di Formazione:


Castellina Marittima (PI) Castellina Marittima (PI) Gambassi Terme (FI) Knauf Milano Knauf Pisa Knauf Napoli
Tel. 050 69211 Tel. 050 69211 Tel. 0571 6307 Rozzano (MI) Castellina Marittima (PI) San Nicola la Strada (CE)
Fax 050 692301 Fax 050 692301 Fax 0571 678014 Tel. 02 52823711 Tel. 050 692253 Tel. 0823 218311

Tutti i diritti sono riservati ed oggetto di protezione industriale. Le modifiche dei prodotti illustrati, anche se parziali, potranno essere eseguite soltanto se esplicitamente autorizzate dalla società Knauf s.a.s. di Castellina Marittima (PI)
Tutti i dati forniti ed illustrati sono indicativi e la società Knauf s.a.s. si riserva di apportare in ogni momento le modifiche che riterrà opportune, in conseguenza delle proprie necessità aziendali e dei procedimenti produttivi.