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Meus resumos qconcursos 2018

TEORIAS CONSENSUAIS:
-- > Escola de Chicago
-- > Teoria da Anomia
-- > Teoria da Associação Diferencia
-- > Teoria da Subcultura Delinquente

TEORIAS CONFLITIVAS:
-- > Teoria do Etiquetamento
-- > Teoria Marxista

Falou em DESORGANIZAÇÃO---> Escola de chicago/ecológica;


Falou em Etiquetamento, estigmatização, rotulação---> Labelling Aproach;
Falou em crimes de colarinho branco---> Associação diferencial;
Falou em busca de status, ter prazer de infringir normas sociais, ter delinquentes como
ídolos----> Subcultura delinquente;
Falou em ausencia de norma ou não haver estímulo para respeitá-las, ex:tempo de guerra-
--> Anomia;
Falou em capitalismo, luta entre classes, rico explorando pobre---->Fácil...Teoria crítica de
Marx

A questão relata uma jovem negra que sofre injúrias


e difamação na internet, bem como um jovem
transgenêro que teve uma foto sua publicada na
internet sem autorização e dev ido a repercussão
negativa se suicidou.
Uma investigação desses acontecimentos orientada
pelos saberes criminológicos contemporâneos,
levaria em consideração:

As assertivas I, II, III, IV e V, posto que se referem


às criminologias queer e feminista.

I. Os padrões da heteronormatividade e da cultura


homofóbica.
II. As maneiras como as pessoas transgêneros são
tratadas pelo sistema de justiça criminal.
III. As diferentes ordens normativas que influenciam
a vida das pessoas.
IV. O contexto global, a política e as relações de
poder sobre todas as pessoas.
V. A construção dos homens como violentos e das
mulheres como vítimas.

Teoria “Queer”. Teoria surgida no final dos anos 80, é


baseada em textos de uma série de pesquisadores e
ativistas de movimentos que promoviam discussões
quanto “identidade de gênero” e “heteronormatividade”.
Tais movimentos trouxeram à tona as consequências da
imposição do binômio “macho/fêmea” como formas
coercitivas de se viver a identidade. Os teóricos (Judith
Butler, Eve Kosofsky Sedgwick, Guacira Lopes Louro,
Joshua Gamson, dentre outros) apontam a sexualidade
(assim como, a identificação humana com a própria
sexualidade) como meramente perfomática, mas que,
adotada ritualisticamente como parte da nossa cultura
acaba por cingir-se de normatividade moral agregando
valor punitivo àqueles que a ela não se adéquam.
A Teoria “Queer” vem acrescentando seu discurso a uma
possível explicação do posicionamento da sociedade
diante das variações comportamentais, principalmente
quanto à “identidade gênero” e suas consequências no
âmbito criminal. Para essa teoria a repetição das normas
que encarnam arquétipos limitados à tradicional ideia de
masculinidade e feminilidade estão ligados à estrutura
heterossexual de relações “aceitáveis” na sociedade de
onde poderíamos presumir que a “homofobia” seria uma
reação a toda manifestação comportamental alheia a tais
modelos.
( https://jus.com.br/artigos/33004/teoria-queer-e-a-
vitimizacao-do-diferente)

A "criminologia queer" estuda os transgenêros,


homossexuais, etc., bem como o processo de
violência contra essas pessoas.

A "criminologia feminista" estuda as mulheres como


grupo vulnerável, sendo exemplo a edição dalei
MAria da Penha, que veio para tentar frear a
violência doméstica contra as mulheres.

A Teoria do Eiquetamento ou "labelling aproach"


trata a criminalidade não só como a uma qualidade
de determinada conduta, mas como resultado de um
determinado processo de estigmatização da conduta
daquele que a praticou.
o Crime não é a “conduta em si”, e sim o que as
pessoas acabam “etiquetando”.
o Muitos cometem crimes, mas apenas alguns
serão considerados criminosos (em geral as classes
menos favorecidas)
o O sistema penal não podendo ou conseguindo
perseguir todos, opta por perseguir os pobres,
menos favorecidos (PROCESSO ALTAMENTE
SELETIVO E DISCRIMINATÓRIO)
Fonte: Aula de Rogério Sanches
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Teorias do Conflito. Teoria do Labelling Approach. As


teorias do conflito dão especial enfoque ao sistema de
controle social, sobretudo o formal, bem como a
importância da vítima no estudo do fenômeno delitivo.
Vamos debater os pontos principais da Teoria do
Labelling Approach?

I) Contexto histórico: década de 60 e movimentos


estudantis, políticos, raciais, feministas. Esses movimentos
foram considerados fermentos de ruptura. Surge nos EUA.

II) Principais autores: Erving Goffmann e Howard Becker.

III) Sinônimos: também chamada de Teoria da Rotulação


Social, da Etiquetagem, da Reação Social ou
Interacionista.
IV) Tópicos principais: a teoria do Labelling Approach
tem como foco a desviação secundária (reincidência) e a
reação social ao delito. Uma vez considerado criminoso, o
indivíduo recebe do Estado e da sociedade um RÓTULO,
uma ETIQUETA e pra sempre será considerado infrator.
A reação social dada à desviação primária (primeiro crime
cometido) é fundamental para que ocorra a desviação
secundária (reincidência). O Estado faz uso de
CERIMÔNIAS DEGRADANTES aos presos: corta o
cabelo, impõe um uniforme, regras rígidas e a identidade
passa a ser um número, e não mais um nome. A
criminalização primária produz rotulação, que produz
criminalizações secundárias (reincidência). O preso, na
verdade, não será ressocializado para a vida livre e sim
será socializado para viver na prisão. O próprio
preconceito da sociedade com o “ex-presidiário” reflete na
reincidência.

V) Dica importante: a Teoria do Labelling Approach


não busca explicar as causas primeiras da
criminalidade, e sim de que forma a reação do Estado e
da sociedade ao criminoso refletem na desviação
secundária (reincidência).

VI) Influência da teoria no Brasil: progressão de regime,


adoção de penas alternativas à prisão, Lei nº 9.099/95 e
benefícios despenalizadores, etc.

VII) Cuidado: para o Labelling Approach, o controle


social é SELETIVO e DISCRIMINATÓRIO, GERADOR
e CONSTITUTIVO de criminalidade e
ESTIGMATIZANTE.

FONTE: DICA 23 DA REVISÃO DE CRIMINOLOGIA


NO INSTAGRAM DO PROF. MURILO RIBEIRO DO
CURSO SUPREMO.

SOBRE A LETRA B - FRANZ VON LIZST É UM DOS


PRINCIPAIS EXPOENTES DA ESCOLA DE POLÍTICA
CRIMINAL OU MODERNA ALEMÃ, E AINDA TAMBÉM
CHAMADA DE ESCOLA SOCIOLÓGICA
ALEMÃ, OUTROS EXPOENTES DESSA MESMA
ESCOLA FORAM ADOLPHE PRINS E VON HAMMEL,
ALIÁS FORAM CRIADORES DA UNIÃO
INTERNACIONAL DE DIREITO PENAL, EM 1888.

PARA FRANZ VON LIZST A ESCOLA DE POLITÍCA


CRIMINAL É UM CONJUNTO SISTEMÁTICO DE
PRINCÍPIOS, SEGUNDO OS QUAIS O ESTADO E A
SOCIEDADE DEVE ORGANIZAR A LUTA CONTRA O
CRIME.

SÃO POSTULADOS DA ESCOLA DE POLITÍCA


CRIMINAL
- MÉTODO INDUTIVO-EXPERIMENTAL
- DISTINÇÃO ENTRE IMPUTÁVEIS E INIMPUTÁVEIS
- CRIME COMO FENÔMENO HUMANO-SOCIAL E
COMO FATO JURÍDICO
- FUNÇÃO DA PENA COMO PREVENÇÃO ESPECIAL
- ELIMINAÇÃO OU SUBSTITUIÇÃO DAS PENAS
PRIVATIVAS DE LIBERDADE DE CURTA DURAÇÃO

complementando:
LOMBROSO - marco científico
FERRI - criou a expressão "criminoso nato"
GAROFALO - criou o termo "criminololgia

Criminologia Positiva e seus


pensadores: Lombroso atribuiu à criminologia o
fator antropológico, Ferri por sua vez atribuiu à
criminologia as condições sociológicas do criminoso,
enquanto Garófalo atribuiu à criminologia o fator
jurídico.

positivismo antropológico: Cesare Lombroso


Positivismo sociológico: Enrico Ferri
Positivismo jurídico: Rafael Garófalo

ESCOLA CLÁSSICA:
1º) César Bonesana - Marques de Beccaria;
2º) Francesco Carrara;
3º) Giovanni Carmignani.

Escola Positiva
Lombroso (positivismo antropológico)
Ferri (positivismo sociológico)
Garófalo (positivismo jurídico)
Teoria do Etiquetamento ou Labelling
Approoch

Em síntese, esta teoria diz que a criminalidade não é


algo natural, mas sim algo manipulado pelo estado.
A escolha de quem será rotulado como criminoso
não vem da sociedade, mas sim do controle formal.
O crime nada mais é do que aquilo que a sociedade
define como fato punível.

CRIMINOLOGIA CULTURAL.
– Também em apertada síntese, a CRIMINOLOGIA
CULTURAL busca compreender a convergência
entre cultura e crime na vida contemporânea (Ferrell
e Sanders), conceituando o comportamento do
homem como o reflexo das dinâmicas individuais e
de grupo, das tramas e traumas sociais e de suas
representações culturais (Becker).
– E considerada uma das vertentes da Criminologia
Crítica a partir da década de 90.
– Há um enfoque nas qualidades emocionais e
interpretativas do crime e do delito (desvio).
– Um exemplo é a violência vendida como
entretenimento, como experiência de consumo pelo
jornalismo policial (sensacionalista).
– Para Salo de Carvalho, a CRIMINOLOGIA
CULTURAL configura-se, portanto, como uma
tendência do pensamento criminológico crítico que
se preocupa com a análise dos processos de
mercantilização do desvio e da violência,
transformados, pelas agências configuradoras do
sistema penal, notadamente a grande mídia, em
ícones e símbolos da cultura contemporânea.

Criminologia cultural: abordagem teórica recente,


desenvolvida na década de 90, inaugurada com a
publicação da obra Cultural Criminology por Jeff
Farrell e Clinton Sanders; premissa de que a cultura
é fluída, passando ela e a crimilogia por constantes
transformações.

No mesmo sentido, é a crimininologia


_cultural___________, como derivação da
crimininologia __crítica_________, que insere
novos temas, ícones e símbolos criminais na
interpretação do processo de seleção de condutas
humanas como típicas e suas formas de resposta ao
delito.

Criminologia crítica:Também conhecida como


“criminologia radical”, “marxista”, “nova
criminologia”, estuda a criminalidade como
criminalização, explicada por processos seletivos de
construção social do comportamento criminoso e de
sujeitos criminalizados, como forma de garantir as
desigualdades sociais entre riqueza e poder, das
sociedades contemporâneas.
Criminologia Cultural:Suscita, abordar o crime e
seu contexto com um todo e não isoladamente, olhar
ao redor e perceber o quão complexo são as
relações produzidas pela cultura na qual se está
inserido e quanto isto interfere na criminologia. Tem
uma proposição sob um prisma diferente, analisar o
crime não somente através daquele objeto, mas
também suas representações simbólicas no meio
social e cultural.

I Criminologia é a ciência que estuda o crime como fenômeno


social e o criminoso como agente do ato ilícito, não se
restringindo à análise da norma penal e seus efeitos, mas
observando principalmente as causas que levam à delinquência,
com o fim de possibilitar o aperfeiçoamento dogmático do
sistema penal.
II A política criminal constitui a sistematização de estratégias,
táticas e meios de controle social da criminalidade, com o
propósito de sugerir e orientar reformas na legislação
positivada.

A reforma do Código Penal e a revisão de toda a legislação especial são exemplos


de sugestões apresentadas pelos doutrinadores criminalistas para a melhoria da
política criminal.

DESORGANIZAÇÃO = TEORIA DE CHICACO


ETIQUETAMENTO = LABELLING
COLARINHO BRANCO, CIFRA DOURADA = ASSOC. DIFERENCIAL
BUSCA DE STATUS, PRAZER EM DELINQUIR = SUBCULTURA DO DELINQUENTE
AUSÊNCIA DE NORMA = ANOMIA
NÃO TER ESTÍMULO PARA RESPEITAR AS LEIS = ANOMIA
CAPITALISMO = TEORIA CRÍTICA ( MARKISMO)
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Os princípios fundamentais da Escola Clássica são:


a) o crime é um ente jurídico, não é uma ação, mas sim uma infração (Carrara);
b) a punibilidade deve ser baseada no livre-arbítrio;
c) a pena deve ter nítido caráter de retribuição pela culpa moral do delinquente (maldade),
de modo a prevenir o delito com certeza, rapidez e severidade e restaurando a ordem
externa social;
d) método de raciocínio lógico-dedutivo.

Os principais postulados da Escola Positiva são:


a) direito penal é obra humana;
b) a responsabilidade social decorre do determinismo social;
c) o delito é um fenômeno natural e social (fatores biológicos, físicos e sociais);
d) a pena como instrumento de defesa social (prevenção geral);
e) método indutivo-experimental; e
f) os objetos de estudo da ciência penal são o crime, o criminoso, a pena e o processo.

Letra A ... Criminologia é ciência não-normativa, empírica (experimentação científica)


e interdisciplinar responsável por subministrar elementos para compereender e enfrentar
o fenômeno desviante. Utiliza um método analítico para desenvolver uma análise indutiva.
(criminologia analítica é a verificação do cumprimento do proposto pelas ciências criminais
e também pela política criminal).
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Pra ajudar nos estudos de criminologia, procurem saber o significado dessas palavras:
Atavico - Etiologico - Patologico - Ontologico - Empirico - Interacionismo - Interdisciplinar -
biopsicossocial - agonico - anomia - determinismo.

Sabendo o significado de cada palavra fica bem mais fácil digerir essa matéria.
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LETRA C: CORRETA. São as próprias palavras de Vera Regina Pereira de Andrade (Sistema
Penal Máximo x Cidadania Mínima: códigos da violência na era da globalização). Lembre-se que o
Labelling Approach dá ênfase nos processos de criminalização, criticando justamente o “rótulo”
dado ao indivíduo tido como criminoso.

Ontologia é o ramo da filosofia que estuda a natureza do ser, da existência e


da própria realidade.

A Ontologia é classificada na filosofia como o ramo geral da


metafísica(diferente da cosmologia, psicologia e teologia, que são ramos
específicos), pois se ocupa dos temas mais abrangentes e abstratos da área.
Por esse motivo, é comum que os termos ontologia e metafísica sejam
utilizados como sinônimos, embora o primeiro esteja inserido no segundo.

Teoria da Associação diferencial/imitação/aprendizagem social ou


social learning.
Difundida por Edwin Sutherlan - focou seus estudos sobre os crimes de colarinho branco. A
expressão "white collar crimes" foi usada pela primeira vez em 1940 por Edwin Sutherland
durante um discurso na American Sociological Association.
Para Sutherlan, ninguém nasce criminoso, mas APRENDE a se tornar um, o crime é mero
resultado de um processo inadequado de socialização do indivíduo. Conforme essa teoria o
individuo observa condutas criminosas e interage da mesma forma, ou seja, relações
interpessoais com outros criminosos com características de autoridade, seja a nível de
Grande Empresa Estatal como de Estado.
Crimes do colarinho branco: cometido por uma pessoa de elevada respeitabilidade e
posição sócio-econômica e, muitas vezes praticados por Presidentes/parlamentares e Altos
- Diretores de Estatais, representa um abuso de confiança do Estado. Em geral, é cometido
sem violência, em situações comerciais, com considerável ganho financeiro (estamos
falando de milhões, bilhões e não do furto de desodorante). Os autores se utilizam de
métodos sofisticados e de transações complexas, o que dificulta muito sua e investigação
(por isso algumas investigações demoram anos). Ex.: Lavagem de dinheiro, dólar- cabo
(doleiros - crime contra o sistema financeiro), evasão de divisas, corrupção passiva, etc.
Exatamente nesse contexto que entra a Teoria da imitação, poxa o amiguinho ali tá
recebendo uma propininha legal, mandando dinheiro para Ilha Jersey, lavando muita
grana.... Vou fazer o mesmo! (pede o contato do doleiro/empresa off-shore, faz um trust,
sabe "cola em mim parceiro, tamo junto").
Crimes do colarinho azul: Expressão utilizada pelo Min. Luiz Fux no julgamento do
mensalão. Diversamente aos crimes do colarinho branco, esses delitos são praticados por
pessoas economicamente desabastadas e se verifica como uma alusão aos macacões azuis
utilizados nas fábricas dos EUA, servindo como “identificador” dos autores mais
recorrentes, evidenciando a oposição à criminalidade econômica supramencionada. Ex.:
furto, estelionato, roubo, lesões corporais, crimes de dano...

restaurativo, o foco é a participação dos envolvidos no conflito em atividades de


reconciliação, nas quais a vítima tem um papel central.

Para a escola clássica, o modelo ideal de prevenção do delito ou do desvio é o que se


preocupa com a pena e seu rigor, compreendendo-a como um mecanismo intimidatório; já
para a escola neoclássica, mais eficaz que o rigor das penas é o foco no correto
funcionamento do sistema legal e em como esse sistema é percebido pelo desviante ou
delinquente.

RESUMO
BIZU: O CONSENSO GANHOU DE 4 X 2 DO CONFLITO --- SÃO 4 TEORIAS DO
CONSEMSO E 2 DO CONFLITO.
OUTRO BIZU QUE LI NOS COMENTÁRIOS. CONSENSO A PALAVRA CASA SÃO AS
4 TEORIAS
CONSENSO
CHICARGO ( ESCOLA)
ANOMIA
SUBCULTURA DO DELIQUENTE
ASSOCIAÇÃO DIFERENCIAL
---- CHICARGO RELACIONA O CRIMINOLOGIA COM O CRESCIMENTO DAS
CIDADES, OU SEJA, RELACIONA CRIMINALIDADE COM REGIÕES MAIS POBRES.
---- ANOMIA É A FALT DE NORMAS ONDE A CONSEQUENCIA É ONDE OS
SUJEITOS FAZ O QUE QUER POR FALTA DE LEIS.
--- SUBCULTURA DEIQUENTE A TERIA DIZ QUE A CRIMINALIDADE ESTÁ
RELACIONADA A VÁRIAS SUBCULTURAS,OU SEJA,DIVISÕES DE
CULTURAS. ESTÃO RELACIONADOS SUBCULTURA DO DELIQUENTE,TEORIA DE
OPORTUNIDADE,CONFLITO SOCIAL E TEORIA GERAL DAS FRUSTAÇÃO.
---- ASSOCIAÇÃO DIFERENCIAL A TEORIA DIZ QUE SÃO CRIMES QUE VC
APRENDE COM O CONVIVIO SOCIAL
( BIZU: A OI RENEEEE APRENDE POR: ASSOCIAÇÃO
DIF,OCASIÃO,IDENTIFICAÇÃO E REFORÇO DIF,NEUTRALIZAÇÃO)
CONFLITO
A TEORIA QUER O CONFLITO PARA CONSEGUIR DOMINAR AS
PESSOAS,PORQUE O ESTADO DEPENDE DO CONFLITO,ABAIXO FICARÁ MAIS
CLARO ESTÁ ÍDEIA.
1- LABELLING APROCH OU TEORIA DO ETIQUETAMENTO:
É A TEORIA DE ROTULAÇÃO,REAÇÃO SOCIAL,EXEMPLO: O ESTADO NO BRASIL
ÉPOCA COLONIAL ERA PROIBIDO A PRATICA
DE CAPOEIRA. NOTE QUE QUE O ESTADO ESTÁ'' ETIQUETANDO'' QUEM VAI SER
OS CRIMINOSOS.
2- TEORIA MARXISTA
Reportar abuso

OBJETOS da criminologia (4C-V)

- crime
- criminoso
- controle social (formais e informais)
- Comunidade
- vítima

Na CRIMINOLOGIA, o comportamento não está em segundo plano e sim deve


ser observado em conjunto com os demais fatores: sociais e ambientais não são
observados em segundo plano e sim em conjunto com o comportamento individual.

d)
A criminologia é a ciência que, entre outros aspectos, estuda as causas e as concausas da
criminalidade e da periculosidade preparatória da criminalidade.