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VIGOUR

Transmissor / Retransmissor de TV

50W/VHF

Modelo VI250P (B1) / VI350P (B3)

Manual de Operação
A T E N Ç Ã O

Todos os direitos estão reservados a Linear Equipamentos Eletrônicos S.A, sendo

vedada qualquer reprodução, adaptação, tradução ou uso indevido deste Manual, sem

permissão prévia por escrito, é proibida, exceto as permitidas pelas leis de copyright.
Linear Equipamentos Eletrônicos S.A.

ASSISTÊNCIA TÉCNICA

Dentro de nosso Sistema da Qualidade, uma vez que muitos equipamentos são recebidos por nós sem

identificação e sem explicação de motivo, passamos a trabalhar com autorização prévia para envio para

manutenção.

A ssim, em caso de necessidade de manutenção favor contatar:

Linear Equipamentos Eletrônicos S.A.

Telefone: (+35) 3473-3473 / Celular: (+35) 9103-1081 / Fax: (+35) 3473-3474

E informar: Nome do Cliente, Modelo do Equipamento, N de Série, Motivo.


o

Com estas informações apresentaremos o número da Autorização de Retorno de Material, que tem que

constar da Nota Fiscal.

GARANTIA

Pelo prazo improrrogável de um ano, a partir da entrega, os equipamentos terão a garantia da VENDEDORA contra defeitos

de fabricação ou de montagem. Esta garantia é válida para os equipamentos postos na sede da VENDEDORA ou em local por

ela indicado. A visita de pessoal técnico a local diverso dependerá de solicitação expressa do(a) COMPRADOR(A), que arcará

com todas as despesas decorrentes;

Excentuam-se da garantia os defeitos que se apresentem isoladamente em peças e componentes fabricados por terceiros,

tais como válvulas, transistores, diodos e circuitos integrados, que terão a garantia dos fabricantes dos mesmos, bem como

aqueles causados pelo uso inadequado do equipamento, inclusive por instalação feita fora da boa engenharia, variações de

tensão, fenômenos atmosféricos e acidentais;

Na hipótese do equipamento e seus acessórios sofrerem modificações feitas por pessoas ou empresas não credenciadas

pela VENDEDORA, estará esta automaticamente desobrigada desta garantia;

A presente garantia somente será válida quando a VENDEDORA receber do(a) COMPRADOR(A), dentro do prazo, o

Certificado de Garantia e Aceitação, devidamente preenchido e assinado;

O prazo de Garantia começa a contar da data de embarque do equipamento. A Garantia somente terá validade se a Linear

receber a parte inferior deste Certificado, devidamente preenchida e assinada, até 30 dias após a data de emissão da Nota Fiscal;

Este Certificado deverá ser preenchido e assinado pelo Cliente final, na data do recebimento do equipamento, confirmando

a Garantia. O Cliente tem a opção de realizar a Aceitação do equipamento na Linear ou quando da instalação.

CERTIFICADO DE ACEITAÇÃO E GARANTIA

Pelo presente Certificado de Aceitação e Garantia, _____________________________________________________

______________________________ atesta o recebimento do Equipamento Modelo __________________________ ,

N de série __________________ , fornecido por ______________________________________________________ ,


o

em funcionamento normal dentro das suas especificações técnicas. Assim, inicia-se o período de 12 (doze) meses de

Garantia dado pela Linear Equipamentos Eletrônicos S.A.

Cliente:
/ / .
R.G.:

CERTIFICADO DE ACEITAÇÃO E GARANTIA

Pelo presente Certificado de Aceitação e Garantia, _____________________________________________________

______________________________ atesta o recebimento do Equipamento Modelo __________________________ ,

N de série __________________ , fornecido por ______________________________________________________ ,


o

em funcionamento normal dentro das suas especificações técnicas. Assim, inicia-se o período de 12 (doze) meses de

Garantia dado pela Linear Equipamentos Eletrônicos S.A.

Cliente:
/ / .
R.G.:
Linear Equipamentos Eletrônicos S.A.

ATENÇÃO

CONDIÇÕES BÁSICAS PARA INSTALAÇÃO

DE TRANSMISSOR LINEAR

1. Aterramento adequado;

2. Pára-raios adequado;

3. Abrigo com dimensões físicas, ventilação e

temperaturas apropriadas para o transmissor;

4. Estabilizador de tensão de acordo com o

consumo do transmissor.

O não atendimento de qualquer item acima

implicará na suspensão da garantia do

transmissor.
Linear Equipamentos Eletrônicos S.A.

7Ï3,&2 ,1)5$(6758785$0Ë1,0$1(&(66È5,$

$7(55$0(172
O sistema de aterramento ao qual vai ser conectado o transmissor de TV da LINEAR deve ser projetado e executado por profissionais
gabaritados. Um sistema de aterramento precário pode colocar em risco não só os equipamentos como também as vidas dos
profissionais que trabalhem no abrigo. Além disso, a qualidade do sinal transmitido pode ser profundamente abalada devido a um
aterramento mal elaborado, sendo geralmente presenciado em forma de “rames” que são barras verticais que caminham de baixo
para cima na tela de um televisor. Considera-se um sistema de aterramento satisfatório aquele possuir uma resistência de no máximo
5Ω entre os terminais de terra e de neutro.

As tensões entregues a cada fase do transmissor de TV da LINEAR devem ser puramente senoidais e estabilizadas. Por essa razão o

(67$%,/,'$'(
uso de estabilizadores de tensão ou de sistemas estabilizados de energia ininterrupta (no-break) se faz necessário, uma vez que
estes equipamentos irão proteger o transmissor de TV dos picos de energia. Vale lembrar que variações de tensão de entrada acima
de 15% dos valores especificados pelo transmissor de TV da LINEAR poderão causar danos ao mesmo e neste caso tais danos não
serão cobertos pela garantia de fábrica. Também é importante verificar a diferença de potencial entre os terminais de terra e neutro
(quando houver) que serão conectados ao transmissor de TV da LINEAR. Esta diferença de potencial deverá ser de no máximo 3V .
O estabilizador de tensão ou no-break deve ser de uso exclusivo ao transmissor de TV da LINEAR. O dimensionamento do
estabilizador de tensão ou no-break deve ser de pelo menos 30% acima do consumo em kVA especificado pelo transmissor de TV.
(1(5*,$(/e75,&$

Assim teremos para o transmissor de TV LD710K, cujo consumo máximo é de 38 kVA, um estabilizador de tensão ou no-break de 50
kVA.

É importante haver uma isolação elétrica dos pontos de energia do abrigo para com o transmissor de TV da LINEAR, o que é obtido
,62/$d­2

através do uso de transformadores isoladores. Assim fica garantido que não haverá a passagem de nenhum tipo de transiente da
rede elétrica do abrigo para o transmissor de TV e vice-versa. Além do mais, o transmissor de TV da LINEAR é dotado de fontes
chaveadas que necessitam de uma tensão de entrada
 
 

 
 e no caso da utilização de estabilizadores eletrônicos ou
no-breaks sem transformador isolador a tensão nas saídas destes equipamentos geralmente não é senoidal pura. O transformador
isolador também deve ser de uso exclusivo do transmissor de TV da LINEAR e seu dimensionamento é o mesmo empregado aos
estabilizadores de tensão ou no-breaks, ou seja, 30% acima consumo em kVA especificado pelo transmissor de TV.

• 
     
  
    


 

"! Onde:

#%$ # : corrente em Ampéres entre fases ! : potência máxima* aparente em VA consumida pelo transmissor
%,72/$'26),26

: tensão entre fases:


• trifásico 220V: E = 220V * Medida feita com o transmissor operando na potência nominal de
• trifásico 380V: E = 380V transmissão transmitindo um sinal de black burst.
• 
    &'&(  
( 

Adotar a corrente de escoamento de terra em 10% das correntes consumida entre as fases e / ou neutro.
Exemplos:

1) Transmissor de TV LD710K 220V trifásico / 38 kVA 2) Transmissor de TV LD710K 380V trifásico / 38 kVA
$)
* +++ $)
* ++
+
 
I = 99,7A Cabos recomendados: I = 57,7A Cabos recomendados:
,, + $ • FASES e NEUTRO: 35mm2 ou AWG 1 $)+ $ • FASES e NEUTRO: 16mm2 ou AWG 4
• TERRA: 1,5mm2 ou AWG14 • TERRA: 1,5mm2 ou AWG14
3È5$5$,26

O Sistema de Proteção contra Descargas Atmosféricas é (SPDA) é composto pelo pára-raios e seus elementos. A torre e abrigo onde
estão instalados os equipamentos, deverão estar protegidos contra descargas atmosféricas, através de pára-raios tipo FRANKLIN,
dimensionados e instalados pelo USUÁRIO, seguindo critérios definidos pela NBR 5419 (na sua versão mais atualizada) e de modo
que a a estação por completa esteja incluída na zona de proteção definida segundo o modelo eletrogeométrico das esferas rolantes
Nível I.
63'$

3527(725(6

É aconselhável a utilização de protetores coaxiais para os cabos que interligam os equipamentos externos (antenas, cabeças de
microondas, conversores de torre ) aos equipamentos internos. Estes protetores são dispositivos providos com um centelhador à gás
que curto-circuita à terra qualquer surto descarregado no cabo coaxial. Devem ficar dentro do abrigo próximo ao equipamento e com o
fio de terra ligado no terra do bastidor do equipamento.

Para um melhor desempenho e maior vida útil dos equipamentos é importante que dentro do abrigo se tenha um controle rigoroso da
temperatura, por intermédio da instalação de aparelhos de ar-condicionado. De acordo a dissipação térmica em BTU/h especificada
7(03(5$785$

para cada equipamento e com área interna do abrigo deve ser feito um projeto de refrigeração de tal modo que o volume de entrada
de ar seja maior que o volume de saída, a fim de evitar a pressão negativa. De acordo com a potência de transmissão, a temperatura
no abrigo deverá ser:
&/,0$7,=$d­2

• TRANSMISSORES DE TV ATÉ 250W: de 0º a 35ºC


• TRANSMISSORES DE TV DE 500 A 1kW: de 0º a 30ºC
• TRANSMISSORES DE TV A PARTIR DE 2kW: 0º a 25ºC

Caso um equipamento da LINEAR venha sofrer algum dano pela falta ou ineficiência do sistema de climatização do abrigo, o mesmo
-/.10
estará coberto pela garantia de fábrica.

A umidade relativa do ar no interior do abrigo também é considerado um fator de suma importância para um melhor desempenho e
80,'$'(

aumento na vida útil do equipamento. Os equipamentos da LINEAR devem operar em ambientes secos e isso também pode ser
conseguido através do uso de aparelhos de ar-condicionado. De acordo com a potência de transmissão, a umidade relativa no interior
do abrigo deverá ser:

• TRANSMISSORES DE TV ATÉ 500W: de 0 a 90%


• TRANSMISSORES DE TV A PARTIR DE 1kW: de 0 a 80%
APRESENTAÇÃO 1

INSTALAÇÃO 2

ATIVAÇÃO 3

MANUTENÇÃO 4

INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES 5
1

APRESENTAÇÃO
Apresentação
1. Introdução ....................................................................................................................................................................... 2

2. Descrição Geral ............................................................................................................................................................ 2

3. Características Principais ........................................................................................................................................... 2

4. Composição .................................................................................................................................................................. 3

5. Especificações Técnicas ............................................................................................................................................ 4

6. Diagrama em Blocos .................................................................................................................................................... 7

7. Foto .................................................................................................................................................................................. 8

8. Identificação ................................................................................................................................................................... 8

REV00 1
APRESENTAÇÃO

1. Introdução a) Entrada em FI
Neste caso o sinal de FI será gerado por um
O objetivo deste Manual é fornecer as informações modulador de A/V externo ou conversor canal/FI
técnicas necessárias para a instalação e a operação (Down-converter).
do Transmissor / Retransmissor de sinais de TV em
No caso de ser usado o modulador deve-se tomar
VHF de 50W de pico de sincronismo, modelo VI250P /
cuidado porque na entrada de FI é fornecida uma
VI350P.
tensão contínua de 32V e em determinados
A Linear Equipamentos Eletrônicos S/A moduladores, isto pode causar problemas, recomen-
recomenda que o usuário leia cuidadosamente as da-se no uso de moduladores externo desligar esta
seções deste manual antes de instalar ou operar este tensão que é feita, retirando-se o Jumper J2 no
equipamento. up-converter, caso seja usado conversor canal/FI este
Jumper (J2) deverá ser mantido.
2. Descrição Geral

Este equipamento foi desenvolvido dentro da mais


moderna tecnologia em Transmissão de sinais de TV,
para atender pequenas e médias comunidades,
proporcionando confiabilidade e boa qualidade. Este
equipamento é disponível nos padrões M/N.
Sua estrutura é montada em um gabinete
montado em um rack padrão EIA de 19 polegadas.

3. Características Principais

O Transmissor / Retransmissor de sinais de TV


modelo VI250P / VI350P possui as seguintes caracte-
rísticas, que o colocam em uma posição de vanguarda
tecnológica:
• Osciladores de transmissão sintetizados por PLL
serial, a partir de um OCXO de 4MHz.
• Módulos Amplificadores de potência de VHF com
transistores LDMOS, que tem alta linearidade, maior
ganho, eficiência e melhores propriedades térmicas.
• Ativação da transmissão com sinal de vídeo
quando usado na versão de A/V ou por sinal de vídeo
quando usado na versão entrada de FI.
• Sistema de ventilação forçada a ar.
• DESIGN MODULAR - Montado com componen-
tes SMD ( Surface Mounted Device) totalmente modular
possibilitando grande facilidade no serviço de
manutenção.
• EXCELENTE RELAÇÃO CUSTO / BENEFÍCIO -
Alia alta qualidade com excelente relação custo /
benefício sendo totalmente produzido no Brasil.
• TECNOLOGIA NACIONAL - A família VI (vigour) foi
totalmente desenvolvida pela Linear Equipamentos
Eletrônicos S/A, atendendo as normas da ANATEL e
atendendo também as necessidades do mercado
nacional.
• Gabinete construído com padrão de rack 19".
Obs: Possibilidades de configurações de
entrada de sinal: REV00 2
b) Entrada em Áudio e Vídeo 4. Composição

Neste caso o equipamento recebe sinais de áudio O Equipamento é constituído dos seguintes
e vídeo de fontes externas como: módulos:
- Modulo 4401
VCR, Câmeras, Demodulador de Microondas ou
Receptor de Satélite. - Módulo 12032
- Módulo 4351
Assim sendo estes sinais são aplicados no
painel traseiro do equipamento e enviados ao módulo - Módulo 12015 B1/B3 ou Módulo 12023 B1/B3
up-converter , que possui um modulador interno.

Quando é usada esta versão de entrada o 4.1. Fonte de Alimentação - Módulo 4401
up-converter deve ter os Jumpers (J1) ligado e - Fonte de alimentação chaveada Bivolt com a
J2 desligado. tensão de entrada selecionada (110 ou 220V) por um
jumper (ver figura abaixo). Esta fonte é responsável por
toda alimentação DC do equipamento.

4.2. Amplificador de 50W de VHF - Módulo 12032


- Responsável pela amplificação do sinal
entregue pelo Up converter.
O ganho deste amplificador é de aproximadamente
41dB.

4.3. Filtro de VHF - Módulo 4351 (externo)


- Filtro de saída responsável pela atenuação dos
harmônicos do sinal a ser transmitidos (passa faixa), e
atenuação dos produtos de intermodulação entre a
portadora de vídeo e a subportadora de áudio.

4.4. Up-Converter de VHF - Módulo 12015 B1/B3


ou Módulo 12023 B1/B3
- O Up Converter é o módulo que faz a conversão
de uma banda para outra, no caso as frequências de FI
(41 a 47MHz) padrão M/N.
OBS.: O módulo 12023 B1/B3 possui uma saída
auxiliar de FI com nível de -30dBm.

REV00 3
5. Especificações Técnicas

5.1. Equipamento VI250P / VI350P

DESTAQUES: ESPECIFICAÇÕES
▲Amplificadores com transistores LDMOS; TÉCNICAS
▲Montagem em tecnologia SMD; SAÍDA
▲Referência de frequência interna (OCXO de 4MHz); Potência 50Wps vídeo e 5W áudio, ajustável
Impedância / conector 50 / N fêmea
▲Sintetizado por PLL;
CAG ±0,5dB na saída, para variações de
▲Total estabilidade de frequência entre portadoras pela utilização (com entrada FI) 50dB na entrada
de uma única base de tempo; 2 a 6 - BI (VI250P)
Canais
7 a 13 - BIII (VI350P)
▲Modulação de áudio e vídeo combinada; Padrões de TV M/N
▲Filtro SAW; Intermodulação melhor que -52dBc
▲Desligamento automático por VSWR e sobre temperatura; Ganho diferencial melhor que ±4%

▲Desligamento automático por falta de FI ou v ídeo; Fase diferencial melhor que ±3°
Compressão de sincronismo < 5%
▲Monitoração de RF por amostra na saída final de RF;
Relação entre portadoras 10dB
▲Saída auxiliar de FI (opcional); Relação sinal/ruído de vídeo  60dB
▲Baixo custo, em rack padrão EIA 19” alumínio; Relação sinal/ruído de áudio  65dB
▲Simplicidade com confiabilidade. Ripple ±0,5dB (filtro SAW)
Emissão de espúrios melhor que -60dBc, fora da banda
Emissão de harmônicos melhor que -60dBc
INCLUI:
▲Softw are de controle;
GERAL
▲Filtro de saída externo; Oscilador sintetizado por PLL
▲Kit de instalação contendo 1m de cabo RGC-08 com dois Base de tempo OCXO de 4MHz
conectores N macho; ±0,3ppm (melhor que ±500Hz em
Estabilidade de frequência
qualquer canal), com OCXO
▲Manual em português. desliga a transmissão na falta de
Silenciamento
vídeo ou com nível de FI < -60dBm
Alimentação: Padrão 90 a 240Vac, 50/60Hz
ACESSÓRIO OPCIONAL: Opcional +36Vdc
· Conversor de Torre Consumo 180VA
Dissipação no ambiente < 220 BTU
▲Impedância / conector 50 / N fêmea de -5°C a +40°C, com proteção de
Faixa de temperatura ambiente
▲Nível -70 a -30dBm sobre temperatura
Faixa de umidade ambiente de 0 a 95%
Altitude de operação até 5.000m
ENTRADAS: Dimensões (mm) 133(A) x 483(L) x 501(P)
· FI Peso líquido (kg) 20
0814-02-0352 (VI250P)
▲Impedância / conector 50 / N fêmea Homologação ANATEL
0811-02-0352 (VI350P)
▲Nível de entrada -65 a -15dBm
▲Faixa de frequência 41 a 47MHz
▲Perda de retorno  20dB

· Áudio e Vídeo (com Modulador Interno)


▲Conectores / Impedância áudio = BNC ou RCA fêmea / 1k
(desbalanceado) vídeo = BNC ou RCA fêmea / 75
▲Níveis áudio = 0dBm (ajustável de 0,1 a 1Vpp)
vídeo = 1Vpp
▲Resposta de áudio = 30Hz a 15kHz
frequência (±1dB) vídeo = 25Hz a 4,2 MHz
▲Pré-ênfase de áudio 75s (M/N), s outros

REV00 4
5.2. Filtro de VHF BI - Módulo 4351
USO: 250Wpsinc

CARACTERÍSTICAS: passa-faixa

MONTAGEM: externa

DIMENSÕES: de acordo com o canal

OBS.: Recomenda-se a instalação no máximo 1 metro de cabo RGC-08 de distância do equipamento.

CÓD. ALMOX. CANAL A B C D E F G H I

26098 2-4 312,5 497,7 292,5 397,7 282,5 26,4 184,1 54,8 68,9

26792 5-6 334,5 367,0 314,5 267,0 304,5 19,9 204,1 54,8 70,9

REV00 5
5.3. Filtro de VHF BIII - Módulo 4351
USO: 500Wpsinc

CARACTERÍSTICAS: passa-faixa

MONTAGEM: externa

DIMENSÕES: única para toda a banda.

OBS.: Recomenda-se a instalação no máximo 1 metro de cabo RGC-08 de distância do equipamento.

CÓD. ALMOX. CANAL A B C D E F G H

26798 7-13 616,0 282,7 516,0 252,7 222,7 162,3 461,0 67,5

REV00 6
COMANDO
TX ON/OFF
(RELIGAÇÃO)

110/220Vac +32V

ACIN
FONTE DE ALIMENTAÇÃO +18V

*MÓDULO 4401
+9V
6. Diagrama em Blocos

+32V

FONTE DE ALIMENTAÇÃO +18V


+36V

**MÓDULO 12026
DCIN +9V

COMANDO COMANDO
+32V +9V +18V TX ON/OFF +32V TX ON/OFF

+30V +8V +15V TX ON/OFF


ENTRADA
DE FI FIIN SAÍDA PARA
(50Ω / -65 a -15dBm) DE RF SISTEMA IRRADIANTE
(+30V DC - SAÍDA) FILTRO
UP CONVERTER +5dBm AMPLIFICADOR VHF / 50W PS
PASSA-BANDA
ENTRADA RFOUT IN 50W / VHF OUT IN VHF OUT
AIN MÓDULO 12015 – VHF
DE ÁUDIO
(1kΩ desb. / 0dBm)
MÓDULO 12032 MÓDULO 4351
ENTRADA
vIN
DE VÍDEO TX LED POWER
(75Ω / 1Vpp)

* Opção de alimentação selecionável 110/220Vac


** Opção de alimentação de +36Vdc
TRANSMISSION POWER ADJUST
ATENÇÃO!
As tensões de +18V e +9V podem variar ±20%

REV00
7
7. Foto

VI250P / VI350P

8. Identificação

REV00 8
2

INSTALAÇÃO
Instalação

1. Introdução ....................................................................................................................................................................... 2

2. Recomendações para Instalação ............................................................................................................................. 2

2.1. Proteção Preventiva ..................................................................................................................................... 2

2.2. Torre ............................................................................................................................................................... 2

2.3. Fixação das Antenas, Cabos e Conectores ........................................................................................... 2

2.4. Instalação do Equipamento no Abrigo .................................................................................................... 3

2.5. Aterramento do Equipamento .................................................................................................................. 3

2.6. Aterramento da Instalação Elétrica ........................................................................................................... 4

2.7. Alimentação do Equipamento ................................................................................................................... 4

2.8. Isolação do Equipamento .......................................................................................................................... 4

Dimensões do Equipamento ..................................................................................................................................... 5


3.

Painel Frontal do Equipamento ................................................................................................................................. 6


4.

4.1. Descrição ...................................................................................................................................................... 6

4.2. Desenho ........................................................................................................................................................ 6

Painel Traseiro do Equipamento .............................................................................................................................. 7


5.

5.1. Descrição ...................................................................................................................................................... 7

5.2. Desenho ........................................................................................................................................................ 7

Lay-out Interno .............................................................................................................................................................. 8


6.

REV00 1
INSTALAÇÃO

1. Introdução

Nesta seção serão dadas informações gerais para (c) Deverá ser pintada de faixas laranja e branca,

um planejamento da instalação do VI250P / VI350P, com alternadas de 2 em 2m, com tinta especial adequada à

recomendações sobre o Abrigo, Torre, Antenas, Cabos, finalidade (norma ABNT).

aterramento, rede elétrica, prevenções contra


(d) Deverá suportar ventos de até 150 Km/h.
transientes, etc.

Numa estação repetidora, a parte mais alta e por

isso mais sujeita ao ataque direto de raio é, sem dúvida,

a estrutura da torre. Por esta razão se utiliza a torre como


2. Recomendações para Instalação
dispositivo auxiliar no sistema de proteção. O dispositivo

de proteção empregado para estes casos é chamado de

2.1. Proteção Preventiva pára-raios e tem como função facilitar a descarga elétrica

da nuvem e, portanto, absorver a corrente de descarga e

Sobretensões transientes com durações de micro encaminhá-la através de caminho fácil, onde ele deve

e nano-segundos são um constante desafio para os ser escoado, evitando que os outros elementos da

circuitos eletrônicos de estado sólido. O custo resultan- instalação sejam atingidos pelo raio.

te, tanto de conserto do equipamento, quanto do tempo


O uso do pára-raios de torre é OBRIGATÓRIO.
em que o equipamento fica parado, faz da proteção

preventiva a melhor garantia contra estes surtos. Os O pára-raios e o aterramento devem ser minuciosa-

tipos de proteção variam desde transformadores mente estudados, projetados e instalados por empresas

isolantes e fontes de alimentação ininterruptas especializadas. Eventuais danos ao equipamento

(no-break), até os protetores de tensão AC mais caros, provocados por falta ou mau funcionamento do

porém mais eficientes. Como as causas mais frequen- pára-raios não serão cobertos pela garantia.

tes dos transientes são as induções por raios , os

protetores de tensão AC de linha são a solução mais


2.3. Fixação das Antenas, Cabos e
prática.
Conectores
Um protetor de tensão de linha eficiente é aquele

capaz de dissipar energia a uma tensão baixa o


Na instalação das antenas deve-se observar os
bastante para garantir a segurança dos componentes
seguintes itens:
eletrônicos que está protegendo. A unidade de

proteção deve permanecer sempre colocada transver- Direção das Antenas e ângulos de abertura.

salmente a linha AC, mesmo durante períodos de falta


Para direcionar as antenas de maneira correta,
total de energia elétrica. Deve também ser imediata e
deve ser utilizada uma bússola ou teodolito. O ajuste fino
automaticamente religada, afim de permanecer 100%
da antena de recepção é feito utilizando um medidor de

pronta para o caso de transientes repetidos. intensidade de campo.

Altura

2.2. Torre A altura depende principalmente do sinal recebido

e das condições de transmissão (obstruções, área de

Para fixação das antenas receptoras e atendimento, etc.). É importante observar a altura da

transmissoras do sistema retransmissor de TV, torna- antena em relação ao pára-raios, já que esta deve ficar

se necessária a construção de uma torre, que deverá ser dentro do cone de proteção do pára-raios.

montada em chapas galvanizadas a quente com


Distância entre as Antenas de Rx e Tx
tratamento anti-corrosivo. Na torre ficam instalados pára-

raios de proteção e as lâmpadas de balizamento noturno, A distância entre as antenas de recepção e

com vidros na cor vermelha. transmissão deve ser a maior possível, com a finalidade

de isolar o sinal recebido do sinal transmitido.


Deve-se obter os seguintes itens quanto à torre
Polarização
utilizada:

É importante verificar qual o tipo de polarização do


(a) Ser provida de suportes isoladores especiais
sinal recebido, que pode ser vertical, horizontal ou
para descida da cordoalha do pára-raios, com um
circular.
espaçamento máximo de 1,5m entre os suportes.

(b) Ser provida da lâmpada de sinalização

(balizamento), sendo necessário balizamento a cada

20m, ao longo da torre. REV00 2


Faseamento
2.5. Aterramento do Equipamento
Para receber um sinal de polarização vertical é

necessário montar o sistema verticalmente, caso contrário Normalmente os locais mais apropriados para

o ganho da antena será drásticamente reduzido, retransmissão de TV estão localizados nos pontos mais

prejudicando a recepção. Para receber sinal de elevados do terreno, o que expõe o posto retransmissor

polarização horizontal (maior parte dos casos), deve-se de TV à incidência de descargas elétricas da atmosfera

montar o sistema na horizontal. (RAIOS).

Para receber um sinal de polarização circular Estas descargas, que transportam grandes

utilizando-se uma antena de polarização não circular, quantidades de energia elétrica, colocam em risco desde

pode-se montar o sistema tanto na vertical como na as antenas com suas estruturas de sustentação até os

horizontal, que o efeito será praticamente o mesmo. equipamentos abrigados nos prédios. Para minimizar

Empilhamento das Antenas os efeitos das descargas atmosféricas é necessária a

utilização de um sistema de proteção que possa garantir


Quando for utilizado o sistema de empilhamento
a continuidade de retransmissão de TV durante a
de antenas, a distância entre elas depende do tipo de
ocorrência de tempestade com queda de raios. O
antena e do tipo de empilhamento utilizado. O
fenômeno do raio é basicamente regido pela indução
empilhamento deve ser estudado minuciosamente, para
eletrostática entre terra e nuvens, portanto, a parte mais
obter a melhor solução para cada caso.
importante do sistema de proteção está sob a terra, na
Cabos e Conectores
forma de eletrodos ou malhas, as quais devem garantir
Os cabos devem ser instalados com cuidado, para
o potencial mais baixo possível, para que as descargas
que não sofram torções durante a instalação. Quando
escoem à terra sem danificar a estação. Para que isto
forem utilizados cabos de 7/8" ou 1/2", deve-se observar
ocorra, o dimensionamento do sistema de proteção da
as curvaturas desses cabos na torre ou no abrigo.
estação retransmissora deve considerar as caracterís-

Tais curvaturas não devem ser feitas em espaços ticas do terreno onde está instalado.

menores que 80cm. Os cabos não podem forçar os

conectores de entrada e/ou saída do equipamento. A Para determinar qual o comportamento do terreno

entrada dos cabos no abrigo deve ser feita de maneira com relação ao escoamento das correntes, mede-se a

tal que impeça a entrada da água da chuva, que escorre resistência do solo. Para uma proteção adequada, esta

por eles. resistência não deve exceder 20 Ω , sendo que seu valor
Os conectores devem ser montados de acordo
ideal é de zero Ω.
com as especificações do fabricante. As conexões feitas
Em geral, o método de aterramento de
do lado de fora do abrigo devem ser isoladas com fitas
equipamentos retransmissores de TV é o sistema de
de auto-fusão e/ou massa plástica para vedação dos
eletrodo vertical singelo, onde é utilizado um eletrodo
mesmos.
(geralmente uma vara de cobre) de comprimento igual
Evite usar silicone revestindo o isolamento feito
ou maior a 2,5 metros.
com a fita de auto-fusão. Foi verificado que as

propriedades químicas do silicone ressecam à borracha Caso as condições e características do terreno

da fita de auto-fusão. sejam de alta resistividade, ou a incidência de descargas

atmosféricas no local seja grande, deve-se estudar

2.4. Instalação do Equipamento no minuciosamente o sistema de aterramento.

Abrigo É importante observar que o aterramento dos

equipamentos e dos pára-raios são independentes, não

Os equipamentos pequenos devem ser colocados sendo recomendável interligar suas cordoalhas.

sobre uma mesa de tal forma que se tenha fácil acesso


Um sistema de aterramento mal elaborado pode
a todos os lados do mesmo e devem estar a uma
causar danos ao equipamento, e desta forma não serão
distância de, no mínimo, 1 metro das paredes do abrigo.
cobertos pela garantia.

Sobre estes equipamentos não convém colocar

nenhum objeto que possa prejudicar sua circulação

natural de ar.

Os equipamentos de ventilação forçada devem ser

montados diretamente sobre o solo do abrigo, desde

que este não apresente irregularidades e com uma

distância mínima de 1 metro das paredes do abrigo.

Estes aparelhos possuem saída de ar, que deve

ser ligada ao meio externo através de tubos de PVC.

A tomada de alimentação do equipamento (rabicho)

possui dois fios, exclusivamente para alimentação do

equipamento.

O aterramento deverá ser feito separadamente da

alimentação, através de cordoalha e terminal de

aterramento que acompanham o equipamento.

REV00 3
2.6. Aterramento da Instalação Elétrica 2.8. Isolação do Equipamento

As instalações do abrigo recebem energia através É comum ocorrer diferença de potencial (ddp) entre

de uma linha de transmissão aérea. Sendo assim, os cabos de áudio e vídeo da estação com a carcaça do

efeitos das descargas atmosféricas podem atingir a transmissor. Esta ddp se traduz em ruído de alguns

instalação através da rede. Neste caso, a queda de um milivolts que causam “rames” no áudio e no vídeo, ou de

raio sobre a linha de transmissão em um ponto distante níveis mais altos, o que pode danificar o modulador e

da estação provoca um surto de tensão que se propaga outros módulos. Nas estações retransmissoras, onde

na linha, atingindo o abrigo e, consequentemente, os há muita presença de RF, ocorre uma modulação dos

equipamentos. “rames”, com distorções no sinal transmitido.

Recomenda-se verificar o ddp entre os cabos externos


Para proteger a entrada dos equipamentos de
e a carcaça do equipamento e usar transformadores
possíveis picos de tensão utiliza-se centelhadores, que
toroidais isoladores para áudio e vídeo (Rame-stop).
são pára-raios de baixa tensão, após um transformador

de isolação com blindagem eletrostática.

Ao instalar o aterramento, observar os itens a seguir:

(a) Ligar todas as “carcaças” dos equipamentos ao

sistema de aterramento, através da cordoalha de

aterramento que os acompanha.

(b) Ligar todos os fios da cerca do abrigo, como

também o portão, ao sistema de aterramento.

(c) Ligar o fio neutro da linha de energia comercial,

logo após o padrão, ao sistema de aterramento.

(d) Ligar a cordoalha de descida do pára-raio ao

sistema de aterramento, no ponto mais próximo, evitando

o uso de emendas no cabo.

(e) Também deve-se ligar a estrutura da torre ao

sistema de aterramento.

(f) Isolar a cordoalha de descida do pára-raios da

torre com isoladores de porcelana.

2.7. Alimentação do Equipamento

Antes de ligar o equipamento à rede, deve-se medir

a tensão da tomada a qual será ligado verificando se a

tensão é compatível com a alimentação do mesmo. Se a

tensão da rede tem variação maior que 10%, é necessário

o uso de regulador de tensão para estabilizar a tensão da

rede.

Tal regulador deve prover, no mínimo, 30% a mais

de potência que o consumo do equipamento.

REV00 4
3. Dimensões do equipamento

REV00 5
4. Painel Frontal do Equipamento

4.1. Descrição 4.2. Desenho

No painel Frontal do Equipamento, temos alguns

bornes com as seguintes funções:

3 RF POWER

Um detetor de RF nos dá o valor da tensão detetada

na saída de RF( potência de saída do equipamento),

que serve também para comparar com as medidas

feitas em fábrica, no ato da liberação do equipamento.

3 AGC

É a tensão de correção do controle automático de

ganho (CAG), que mantém o nível de saída da FI

(frequência intermediária), constante mesmo com uma

variação de sinal na entrada de 50dB.

3 V1: +32V (30-33V)

Te n s ã o de alimentação do amplificador de

potência.

3 V2: +18V (15-21V)

Tensão de alimentação do Up Converter e o

receptor analógico.

3 V3: +8V (8-13V)

Tensão de alimentação dos circuitos integrados

digitais e amplificadores híbridos.

3 GND

É a referência para todas as medidas.

3 POWER ADJUST

Ajusta a potência de saída.

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5. Painel Traseiro do Equipamento

5.1. Descrição 5.2. Desenho

No painel Traseiro do Equipamento, temos alguns

bornes com as seguintes funções:

1 Chave Liga (ON) / Desliga (OFF)

2 Line Fuse

Fusível pequeno de 5A (220Vac), 10A (110Vac) e

15A (36Vdc)

3 GND

Ponto para fazer a conexão de aterramento do

equipamento com o sistema de aterramento.

4 Rabicho de alimentação de três pinos

5 Video input

Conector do tipo RCA

6 Audio input

Conector do tipo RCA

7 IF input

Conector N (fêmea) de 50 Ohms

8 RF output

Conector N (fêmea) de 50 Ohms

9 IF Out -30dBm (opcional)

Conector BNC (fêmea) de 50 Ohms

10 RF output

Conector N (fêmea) de 50 Ohms

11 DOWN Converter

Fusível pequeno de 1A (32Vdc)

REV00 7
6. Lay-out Interno

4


2


9,39,3




1

 

 %

 

 



 

3
# $












"










  




 

 




 

  

   

PAINEL TRAS EIRO

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3

ATIVAÇÃO
Ativação
Ativação
1. Introdução ...................................................................................................................................................................... 2

2. Sequência de Ativação ................................................................................................................................................ 2

3. Verificação de Leituras ................................................................................................................................................ 2

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ATIVAÇÃO

1. Introdução 3. Verificação de Leituras

Após finalizar a instalação e após ter lido Após a ativação completa do Transmissor,
atentamente a seção de operação deste manual , o deve-se realizar todas as leituras de tensões da fonte
Equipamento está pronto para ser ativado. É importante de alimentação, RF Power e AGC. Os valores devem
observar que o Transmissor é configurado em fábrica ser anotados na tabela de leituras, que são realizadas
com os parâmetros que foram fornecidos pelo cliente na ativação inicial. É recomendado realizar as medidas
no momento que realizou a compra, como o canal de pelo menos 60 minutos depois que o sistema foi
saída, potência, etc. ativado. Essas leituras devem ser realizadas
periódicamente.

2. Sequência de Ativação

IMPORTANTE
• Verificar conexão dos cabos de entrada de áudio
e de vídeo ao equipamento.
• Alinhamento da antena de recepção, no caso de
retransmissão e repetição.
• Alinhamento da antena de transmissão.
• Perda por inserção no cabo de recepção.
• Perda por inserção no cabo de transmissão.
• Conexão do cabo de recepção á antena e ao
equipamento.
• Condições gerais do sistema irradiante
( conectores, cabos, divisores, antenas, etc. )
• Conexão do cabo de Transmissão á antena e ao
equipamento.
• Aterramento adequado.
• Verificar conexão a rede elétrica.
• Medir a tensão da rede elétrica e verificar se está
dentro das especificações.

✓ ATENÇÃO : A fim de não danificar o equipamento,


nunca ligue-o sem tê-lo conectado á antena ou
a uma carga fantasma.

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4

MANUTENÇÃO
Manutenção
1. Introdução ....................................................................................................................................................................... 2

2. Manutenção Preventiva ................................................................................................................................................ 2

2.1. Limpeza ......................................................................................................................................................... 2

2.2. Inspeção Visual ............................................................................................................................................ 2

2.3. Verificação das Leituras.............................................................................................................................. 2

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MANUTENÇÃO

1. Introdução

Esta seção trata dos procedimentos a serem (3) Se não for possível a utilização do jato de ar,
adotados para garantir uma rotina de Manutenção pre- providencie uma escova (ou pincel) de cerdas bem
ventiva, periódica e também corretiva, para garantir uma macias, evitando arranhar a pintura do equipamento.
maior vida útil do Transmissor de TV.
(4) Ao terminar a limpeza, coloque a tampa superior,
O Transmissor somente deve ser aberto por pes- refaça as conexões de RF e ligue o equipamento à rede
soal técnico autorizado e que tenha recebido um treina- elétrica, colocando o mesmo em funcionamento conforme
mento adequado para realizar manutenções neste tipo procedimento para ativação inicial.
de equipamento.
2.2. Inspeção Visual
O não cumprimento do que foi mencionado acima
pode resultar na perda da garantia.
Condições Iniciais:
IMPORTANTE: - Retire a tampa superior.
1. A expectativa de vida depende das condições Procedimento:
de funcionamento do equipamento.
(1) Verifique se os conectores dos módulos estão
2. Ambientes com temperatura controlada corretamente acoplados, bem como as conexões de RF
aumentam a expectativa de vida dos componentes. no equipamento e no sistema irradiante.
(2) Verifique se não está entrando água da chuva
3. Nas inspeções semestrais, se for constatado pelos cabos de RF ou a existência de goteiras no abrigo.
ruído ou vibração anormal da ventoinha localizada no
interior do equipamento, recomenda-se substituir a (3) Verifique se as saídas e entradas de ar do
mesma. equipamento não estão obstruídas.
(4) Ao terminar a inspeção visual coloque a tampa
superior.
2. Manutenção Preventiva
2.3. Verificação das Leituras
A Manutenção preventiva visa assegurar um bom
funcionamento do Transmissor por anos, através de
medidas e cuidados a serem tomados periódicamente, Faça a leitura de todas as medidas possíveis
descritos a seguir através do (s) medidor (es) existente (s) no painel do
equipamento e anote os valores. Compare os valores
obtidos com os valores anotados na ficha de controle de
2.1. Limpeza qualidade, existente no final do manual que acompanha
o equipamento. A verificação periódica mensal das
medidas permite prever alguma anormalidade que possa
Condições iniciais:
ocorrer.
- Desligue o equipamento da rede;
- Retire a tampa superior;
- Desconecte os cabos de RF do painel traseiro.
Procedimento:
(1) Utilizando um jato de ar (ar comprimido) retire
todo o pó acumulado no interior do equipamento, nos
painéis frontal e traseiro, laterais e nas tampas superior
e inferior.
(2) Passe um pano seco e macio nos painéis, bem
como nos medidores.

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INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES
ormações Complementares
Informações
Inf
1. Garantia .......................................................................................................................................................................... 2

2. Assistência Técnica ..................................................................................................................................................... 2

3. Licenciamento ............................................................................................................................................................... 2

4. Copyright ......................................................................................................................................................................... 2

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INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES

1. Garantia 4. Copyright
Os produtos LINEAR foram testados e encontran- Todos os direitos estão reservados a Linear,
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de estarem livres de qualquer defeito de fabricação e de indevido deste manual de serviço, sem permissão prévia
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2. Assistência Técnica

A assistência técnica deverá ser realizada pela


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3. Licenciamento
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04/1978 Cap. III, Artigos 13,14 e 15).

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