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PRINCÍPIOS DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA

- Não há hierarquia entre os princípios da Administração Pública.

1. Princípio da Legalidade

- Administração Pública X Particulares.

- Limitação da discricionariedade administrativa.

2. Princípio da Impessoalidade

- Tratamento isonômico.

- Vedação à autopromoção (CF/88, art. 37, § 1º).


3. Princípio da Moralidade

- Vedação ao nepotismo.

4. Princípio da autotutela x Princípio da tutela

5. Princípio da segurança jurídica

- Lei 9.784/99, art. 2º, XIII.


01. (FCC/Analista Judiciário – TRT 12ª Região) A respeito dos princípios básicos aplicáveis à Administração
pública, considere:

I. Uma das representações do princípio da eficiência pode ser identificada com a edição da Emenda Constitucional
no 45/2004, que introduziu, entre os direitos e garantias fundamentais, a razoável duração do processo e os meios
que garantam a celeridade de sua tramitação.

II. O princípio da supremacia do interesse público se sobrepõe ao princípio da legalidade, autorizando a


Administração a impor restrições a direito individuais sempre que o interesse coletivo assim justificar.

III. O princípio da segurança jurídica impede que a Administração reveja, por critério de conveniência e
oportunidade, os atos por ela praticados, obrigando a submissão ao Poder Judiciário.
Está correto o que consta em
A) I, apenas.
B) I, II e III.
C) I e III, apenas.
D) II e III, apenas.
E) I e III, apenas.
RESPONSABILIDADE CIVIL DO ESTADO
CF/1988, art. 37, § 6º. As pessoas jurídicas de direito público e as de direito privado prestadoras de
serviços públicos responderão pelos danos que seus agentes, nessa qualidade, causarem a terceiros,
assegurado o direito de regresso contra o responsável nos casos de dolo ou culpa.

- Responsabilidade Civil Objetiva e Subjetiva;

- Prestadores de serviços públicos;

- Usuários e não usuários;

- Teoria do risco administrativo;

- Ação regressiva.
02. (FCC/Juiz do Trabalho – TRT da 1ª Região) Em matéria de responsabilidade civil extracontratual do
Estado, é correto afirmar:
A) O caso fortuito, a força maior e a culpa concorrente da vítima rompem o nexo causal e, por conseguinte,
afastam a responsabilidade civil objetiva do Estado.
B) No âmbito do Superior Tribunal de Justiça, prevalece o entendimento de que o prazo prescricional para a
propositura da ação indenizatória é de três anos contados da ocorrência do evento danoso.
C) A responsabilidade dos concessionários de serviços públicos, de acordo com a jurisprudência mais recente
do Supremo Tribunal Federal, não se sujeita à aplicação da teoria objetiva quanto a danos causados a terceiros
não usuários.
D) A expressão “nessa qualidade”, prevista no art. 37, § 6° , da CF/88, significa que somente podem ser
atribuídos à pessoa jurídica os comportamentos do agente público levados a efeito durante o exercício da
função pública, em razão do que os danos causados por servidor público em seu período de férias, em
princípio, não implicam responsabilização objetiva do Estado.
E) A imunidade relativa a opiniões, palavras e votos, em sede de atos legislativos, prevista no texto
constitucional de 1988, não afasta o direito de regresso do Estado contra o parlamentar.
IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA – LEI 8.429/1992
- Ação judicial de natureza cível;
- Abrange particulares e todas as espécies de agentes públicos;

- Responsabilidade dos herdeiros até o limite do valor da herança;

- A perda da função pública e a suspensão dos direitos políticos só se efetivam com o trânsito em julgado
da sentença condenatória.

- A aplicação das sanções independe da efetiva ocorrência de dano ao patrimônio público, salvo quanto à
pena de ressarcimento;

- O agente pode ser processado e punido em várias esferas, simultaneamente.


1. Dos atos de improbidade administrativa
- Artigos 9º ao 11 da Lei 8.429/1992.
- Rol exemplificativo e não taxativo.
Art. 9° Constitui ato de improbidade administrativa importando enriquecimento ilícito auferir qualquer tipo de
vantagem patrimonial indevida em razão do exercício de cargo, mandato, função, emprego ou atividade nas
entidades mencionadas no art. 1° desta lei, e notadamente: (...)
Art. 10. Constitui ato de improbidade administrativa que causa lesão ao erário qualquer ação ou omissão, dolosa ou
culposa, que enseje perda patrimonial, desvio, apropriação, malbaratamento ou dilapidação dos bens ou haveres
das entidades referidas no art. 1º desta lei, e notadamente (...):
Art. 10-A. Constitui ato de improbidade administrativa qualquer ação ou omissão para conceder, aplicar ou manter
benefício financeiro ou tributário contrário ao que dispõem o caput e o § 1º do art. 8º-A da LC nº 116, de 31 de julho
de 2003 (...).
Art. 11. Constitui ato de improbidade administrativa que atenta contra os princípios da administração pública
qualquer ação ou omissão que viole os deveres de honestidade, imparcialidade, legalidade, e lealdade às instituições,
e notadamente (...):
03. (FCC/Técnico Judiciário – TRT 2ª Região) Servidor que lança mão de seu cargo para viabilizar acesso a
informações privilegiadas referentes a concurso público
A) comete ato de improbidade, na modalidade que gera enriquecimento ilícito, dispensado, portanto, dolo
para sua configuração.
B) incide em ato de improbidade que gera prejuízo ao erário, ainda que não comprovados referidos danos,
porque presumidos pela gravidade da conduta.
C) incide em ato de improbidade que gera prejuízo ao erário, sendo indispensável a prova do dolo no
cometimento da ação antijurídica.
D) comete ato de improbidade se o faz dolosamente, elemento subjetivo essencial à configuração de todas as
modalidades de conduta improba.
E) incide em ato de improbidade que atenta contra os princípios da Administração, que exige prova de dolo,
ainda que este elemento subjetivo não venha a ser imprescindível para a responsabilização do servidor em
outras esferas.
CONTRATOS ADMINISTRATIVOS
1. Cláusulas exorbitantes

1.1. Possibilidade de modificação unilateral

1.2. Possibilidade de rescisão unilateral


Art. 79. § 2º. Quando a rescisão ocorrer com base nos incisos XII a XVII do artigo anterior, sem que haja culpa
do contratado, será este ressarcido dos prejuízos regularmente comprovados que houver sofrido, tendo ainda
direito a:
I - devolução de garantia;
II - pagamentos devidos pela execução do contrato até a data da rescisão;
III - pagamento do custo da desmobilização.

1.3. Poder de fiscalização e acompanhamento


1.4. Possibilidade de aplicação de sanções
Art. 87. Pela inexecução total ou parcial do contrato a Administração poderá, garantida a prévia defesa,
aplicar ao contratado as seguintes sanções:
I - advertência;
II - multa, na forma prevista no instrumento convocatório ou no contrato;
III - suspensão temporária de participação em licitação e impedimento de contratar com a Administração, por
prazo não superior a 2 (dois) anos;
IV - declaração de inidoneidade para licitar ou contratar com a Administração Pública enquanto perdurarem os
motivos determinantes da punição ou até que seja promovida a reabilitação perante a própria autoridade que
aplicou a penalidade, que será concedida sempre que o contratado ressarcir a Administração pelos prejuízos
resultantes e após decorrido o prazo da sanção aplicada com base no inciso anterior.
2. Fato do príncipe
O professor Hely Lopes Meirelles conceitua o fato do príncipe como "toda determinação estatal, positiva ou
negativa, geral, imprevista e imprevisível, que onera substancialmente a execução do contrato administrativo".

3. Fato da Administração
- Suspensão de sua execução, por ordem escrita da Administração, por prazo superior a 120 (cento e vinte)
dias;
- Atraso superior a 90 (noventa) dias dos pagamentos devidos;
- a não liberação, por parte da Administração, de área, local ou objeto para execução de obra, serviço ou
fornecimento, nos prazos contratuais, bem como das fontes de materiais naturais especificadas no projeto;

4. Interferências imprevistas
04. (FCC/Técnico Legislativo – CLDF) Em contrato de construção de uma unidade prisional regido pela Lei n°
8.666/1993 assistem às partes, Administração pública e contratada, direitos e obrigações pertinentes ao
objeto da avença, tais como:
A) à Administração pública é autorizada a edição de atos unilaterais que produzam efeitos na execução
contratual, bem como na relação contratual com os funcionários e prestadores de serviço da contratada, como
expressão de seu poder hierárquico.
B) à contratada é facultado suspender a execução do contrato diante do descumprimento, pela Administração
pública, de qualquer cláusula contratual, desde que a mora seja superior a 60 dias.
C) a incidência do poder de polícia administrativo para autorizar a limitação de direitos contratualmente
assegurados, prescindindo, nesse caso, de indenização, em razão da excepcionalidade das medidas.
D) a possibilidade da contratada recusar alterações contratuais quantitativas que impliquem supressão do
objeto superior a 25% do valor do contrato.
E) a incidência do poder disciplinar sobre as relações contratuais, permitindo que a Administração pública
imponha alterações contratuais quantitativas e qualitativas, majorando ou suprimindo o objeto em até 50% de
seu valor, preservado seu o equilíbrio econômico financeiro.
LICITAÇÃO
1. MODALIDADES
1.1. Concorrência
Artigo 22. § 1º. Concorrência é a modalidade de licitação entre quaisquer interessados que, na fase
inicial de habilitação preliminar, comprovem possuir os requisitos mínimos de qualificação exigidos
no edital para execução de seu objeto.

Artigo 23, § 3º. A concorrência é a modalidade de licitação cabível, qualquer que seja o valor de seu
objeto, tanto na compra ou alienação de bens imóveis, ressalvado o disposto no art. 19, como nas
concessões de direito real de uso e nas licitações internacionais, admitindo-se neste último caso,
observados os limites deste artigo, a tomada de preços, quando o órgão ou entidade dispuser de
cadastro internacional de fornecedores ou o convite, quando não houver fornecedor do bem ou
serviço no País.
1.2. Tomada de Preços

Artigo 22. § 2º. A Tomada de preços é a modalidade de licitação entre interessados devidamente
cadastrados ou que atenderem a todas as condições exigidas para cadastramento até o terceiro dia
anterior à data do recebimento das propostas, observada a necessária qualificação.

1.3. Convite

Artigo 22, § 3º. Convite é a modalidade de licitação entre interessados do ramo pertinente ao seu
objeto, cadastrados ou não, escolhidos e convidados em número mínimo de 3 (três) pela unidade
administrativa, a qual afixará, em local apropriado, cópia do instrumento convocatório e o estenderá
aos demais cadastrados na correspondente especialidade que manifestarem seu interesse com
antecedência de até 24 (vinte e quatro) horas da apresentação das propostas.
1.4. Concurso

Artigo 22, § 4º. Concurso é a modalidade de licitação entre quaisquer interessados para escolha de
trabalho técnico, científico ou artístico, mediante a instituição de prêmios ou remuneração aos
vencedores, conforme critérios constantes de edital publicado na imprensa oficial com antecedência
mínima de 45 (quarenta e cinco) dias.

1.5. Leilão

Artigo 22, § 4º. Leilão é a modalidade de licitação entre quaisquer interessados para a venda de
bens móveis inservíveis para a administração ou de produtos legalmente apreendidos ou
penhorados, ou para a alienação de bens imóveis prevista no art. 19, a quem oferecer o maior lance,
igual ou superior ao valor da avaliação.
1.6. Pregão
Art. 1º Para aquisição de bens e serviços comuns, poderá ser adotada a licitação na modalidade de pregão,
que será regida por esta Lei.
Parágrafo único. Consideram-se bens e serviços comuns, para os fins e efeitos deste artigo, aqueles cujos
padrões de desempenho e qualidade possam ser objetivamente definidos pelo edital, por meio de
especificações usuais no mercado.

Art. 5º É vedada a exigência de:


I - garantia de proposta;
II - aquisição do edital pelos licitantes, como condição para participação no certame; e
III - pagamento de taxas e emolumentos, salvo os referentes a fornecimento do edital, que não serão
superiores ao custo de sua reprodução gráfica, e aos custos de utilização de recursos de tecnologia da
informação, quando for o caso.
Art. 6º O prazo de validade das propostas será de 60 (sessenta) dias, se outro não estiver fixado no edital.
I - para obras e serviços de engenharia:

a) convite - até R$ 330.000,00 (trezentos e trinta mil reais);

b) tomada de preços - até R$ 3.300.000,00 (três milhões e trezentos mil reais); e

c) concorrência: acima de R$ 3.300.000,00 (três milhões e trezentos mil reais); .

II - para compras e serviços não referidos no inciso anterior:

a) convite - até R$ 176.000,00 (cento e setenta e seis mil reais);

b) tomada de preços - até R$ 1.430.000,00 (um milhão, quatrocentos e trinta mil reais); e

c) concorrência - acima de R$ 1.430.000,00 (um milhão, quatrocentos e trinta mil reais).

Licitação dispensável: 10% do valor.


05. (FCC/Analista Judiciário – TRT 6ª Região) A escolha entre as modalidades de licitação, de acordo com a
Lei n° 8.666/1993,
A) dá-se sempre por opção discricionária do administrador, que deve considerar a natureza e a relevância da
contratação em prol do interesse público.
B) dá-se por determinação expressa da lei, cabendo a escolha ao administrador dentre as diversas
modalidades existentes, no caso de omissão legal.
C) é estabelecida expressamente somente em virtude do valor da contratação, aplicando-se, nos demais casos,
a modalidade que melhor atender as finalidades da Administração pública.
D) difere conforme o valor ou o bem objeto do certame, aplicando-se o leilão na omissão legal ou, a critério do
administrador, a concorrência.
E) pode se dar em razão do valor da contratação ou da natureza do objeto, aplicando-se a concorrência nos
casos de omissão.
ATOS ADMINISTRATIVOS
1. Elementos ou requisitos
1.1. Competência ou Sujeito: é irrenunciável; inderrogável; improrrogável; intransferível
(delegação e revogação); imprescritível.

1.2. Finalidade: efeito jurídico mediato.

1.3. Forma: sentido amplo e sentido estrito; em regra, escrito.

1.4. Motivo: motivo é diferente de motivação; teoria dos motivos determinantes.

1.5. Objeto: efeito jurídico imediato.


2. Atributos

2.1. Presunção de legitimidade e veracidade


- Juris tantum (juris et de jure)
- Inversão do ônus da prova

2.2. Imperatividade
- Exige autorização legal, portanto, não se aplica a todos os atos administrativos.
- Decorre do Poder Extroverso

2.3. Autoexecutoriedade
- Apenas quando existir previsão legal ou em situações emergenciais.

2.4. Tipicidade
- Não existe nos contratos, apenas nos atos unilaterais.
ANULAÇÃO
- Incide sobre ato ILEGAL/ILEGÍTIMO
- Pode ser promovida pela Administração/Poder Judiciário.
- Efeitos EX TUNC

REVOGAÇÃO
- Incide sobre ato LEGAL/LEGÍTIMO, porém, INCONVENIENTE e/ou INOPORTUNO.
- Apenas pode ser promovida pela própria Administração Pública
- Efeitos EX NUNC
- Não é admitida nas seguintes hipóteses: 1) atos que geraram direitos adquiridos; 2) atos
consumados ou exauridos; 3) meros atos administrativos; 4) atos que integram
procedimento administrativo; 5) atos vinculados.
06. (FCC/Consultor Legislativo – CLDF) Considerando um ato administrativo o qual, contaminado por vício,
tornou-se ilegal, ressalvada a apreciação judicial e respeitados os direitos adquiridos, a Administração
A) não pode anulá-lo, já que seus efeitos são regulares.
B) pode revogá-lo, por motivo de conveniência ou oportunidade.
C) pode anulá-lo, porque dele não se originam direitos.
D) pode revogá-lo, porque dele se originam direitos.
E) não pode anulá-lo, porque dele não se originam direitos.
07. (FCC/Procurador – PGE AP) O ex-governador Sérgio Cabral terá que devolver o colar do mérito que
recebeu do Ministério Público estadual do Rio de Janeiro. A decisão foi tomada no início da tarde desta
sexta-feira (21) pelo Órgão Especial do Colégio de Procuradores de Justiça. De acordo com os procuradores,
o ex-governador, preso desde novembro do ano passado, tem ainda que entregar à instituição a medalha e
diploma que tenha recebido
(Adaptado de: Notícia do site G1, publicada em 21/07/2017)

A propósito da notícia acima mencionada, o ato administrativo relatado é um exemplo de


A) anulação.
B) revogação
C) contraposição.
D) cassação.
E) interdição.
ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA DIRETA E INDIRETA
1. Desconcentração x descentralização
- Criação de órgãos públicos por lei (decreto, não!)

2. Criação das entidades da Administração Pública Indireta

3. Autarquias x Fundações Públicas

4. Empresas públicas x Sociedades de economia mista


08. (FCC/Procurador – PGE AP) No tocante às regras típicas do regime jurídico administrativo, é sabido que
nem todas se aplicam às empresas estatais – assim consideradas as empresas públicas e as sociedades de
economia mista –, em vista da natureza jurídica de direito privado que tais entidades ostentam. Todavia,
toda empresa estatal deve observar
A) o regime de precatórios para pagamento de suas dívidas.
B) a necessidade de autorização legislativa para alienação de bens imóveis de seu patrimônio.
C) os limites constantes do art. 37, XI, da Constituição Federal, no pagamento da remuneração de seus
empregados.
D) a vedação constitucional à acumulação de cargos, empregos e funções públicas.
E) o regime de licitações da Lei nº 8.666/93.
GABARITO

1.A 2.D3.E 4.D5.E 6.C 7.C 8.D