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MOTIVAÇÃO

• Diferentes modelagens do núcleo rígido:


• Barra única;
• Malha de elementos de barra.

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INTRODUÇÃO

• Verticalização das estruturas;


• Arranjo e comportamento estrutural;
• Rigidez e estabilidade;
• Sistema estrutural / Núcleo rígido.

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ETAPAS DO TRABALHO

• Lançamento do edifício genérico;


• Variação do posicionamento do núcleo rígido;
• Variação da modelagem do núcleo rígido;
• Modelo 1: núcleo rígido no CG do edifício;
• Modelo 2: CC do núcleo rígido no CG do edifício;
• Modelo 3: núcleo rígido excêntrico;
• Análises realizadas: estabilidade global, deslocamento lateral,
esforços resultantes na base do edifício.

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EDIFÍCIOS ALTOS

• Taranath (1988) comenta não existir nenhum conceito que, a partir de


relações de altura, número de pavimentos ou proporções, seja capaz
de classificar uma estrutura como alta.
• Do ponto de vista estrutural, serão tratados como edifícios altos
todos aqueles onde a análise estrutural e o projeto forem, de alguma
forma, afetados pela ação do vento.
• Isto ocorre, quando a estrutura do edifício começa a se elevar muito
e as ações passam a exercer um papel significativo na determinação
do seu sistema estrutural.

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PROJETO ESTRUTURAL DE EDIFÍCIOS

• Muitos fatores devem ser levados em consideração de forma a


prever o comportamento destes edifícios frente as diversas ações
que lhes são impostas.
• A avaliação da rigidez destas torres, sobretudo da estabilidade global
é de suma importância para viabilizá-las.
• Do ponto de vista da análise estrutural, à medida que cresce a altura
de uma edificação aumentam também os efeitos das ações
horizontais, de maneira que estas ações passam a ser tão
importantes quanto às ações verticais dos pavimentos.

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ESTABILIDADE GLOBAL

• Condição a ser atendida pelas estruturas;


• A intensidade dos deslocamentos horizontais e as deformações definem
se a estrutura é estável ou não;
• A estrutura é considerada estável de acordo com a capacidade da mesma
em absorver os efeitos provocados pela deslocabilidade dos seus nós, ou
seja, em absorver os esforços de segunda ordem;
• Por este motivo, a verificação da estabilidade global nas estruturas é uma
obrigatoriedade colocada pela norma brasileira;
• A NBR 6118/2014 disponibiliza parâmetros para classificar a estrutura
quanto à estabilidade global.
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PARÂMETROS DE ESTABILIDADE: COEFICIENTE 𝜸𝒛

• O coeficiente 𝛾𝑧 é um majorador dos efeitos de primeira ordem para


obtenção dos esforços finais, os quais já incluem os esforços de
segunda ordem
• A NBR 6118/2014 disponibiliza uma solução aproximada majorando
os esforços por 0,95𝛾𝑧 .

Nós fixos 𝛾𝑧 ≤ 1,1


Nós móveis 1,1 > 𝛾𝑧 ≤ 1,3 8
PARÂMETROS DE ESTABILIDADE: COEFICIENTE 𝑭𝑨𝑽𝒕

• Exclusivo do sistema CAD/TQS;


• Calculado para combinação de ELU definida no edifício com o
mesmo equacionamento do 𝛾𝑧 original, porém os deslocamentos
horizontais provocados por cargas verticais são considerados.

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PROCESSO P-DELTA

• Quando se requer um cálculo mais preciso dos efeitos de segunda


ordem, um método adequado é o chamado processo P-Delta;
• Para esta avaliação, existe no sistema CAD/TQS um coeficiente
(RM2M1) que representa a intensidade dos esforços de segunda
ordem em relação aos de primeira ordem.

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SISTEMA ESTRUTURAL

• O objetivo é suportar os carregamentos que incidem sobre a estrutura e


conduzi-los para o solo;
• As estruturas de edifícios altos requerem, do projetista e calculista,
grandes conhecimentos relacionados à estabilidade estrutural,
principalmente no que diz respeito ao controle dos deslocamentos
provenientes da ação do vento;
• Para garantir a segurança dessas estruturas os subsistemas de
contraventamento são essenciais, estes são formados pelos elementos
que compõem a estrutura ou mesmo por seus arranjos;
• Estruturas simplesmente aporticadas;
• Pórtico + parede estrutural ou associação de paredes (núcleos).
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SISTEMA ESTRUTURAL COM NÚCLEO RÍGIDO

• Os núcleos rígidos são elementos de elevada rigidez.


• Podem ser parcialmente fechado por vigas, lintéis ou lajes.
• É necessário verificar se o núcleo é suscetível a torcer e deformar
para que isso possa ser levado em consideração na sua análise e
projeto.

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TORÇÃO EM EDIFÍCIOS COM NÚCLEO RÍGIDO

• Giro de uma barra retilínea quando carregada por momentos que


tendem a produzir rotação no eixo longitudinal da barra;
• Por razões de instabilidade estrutural, os efeitos de torção são fatores
importantes em projetos de estruturas;
• A posição do núcleo em planta e a esbeltez influenciam diretamente
na ocorrência ou não de torção no edifício como um todo;
• Ainda que o vento incida no centro de cisalhamento (CC) do núcleo,
estando assimétrica a rigidez do edifício em planta, ocorrerá torção.

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TORÇÃO EM EDIFÍCIOS COM NÚCLEO RÍGIDO

Simetria em planta e ações horizontais Assimetria em planta ou ações horizontais


não excêntricas: apenas translações excêntricas: translações horizontais e
horizontais rotação em torno da altura do edifício.

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TORÇÃO EM EDIFÍCIOS COM NÚCLEO RÍGIDO

• A resistência a torção de um núcleo é proporcionada através do


cisalhamento horizontal nas paredes;
• O CC de um núcleo rígido é um ponto de sua seção através do qual
uma carga transversal ao núcleo deve passar para evitar a torção;
• É também o ponto em que as propriedades de deformação de uma
seção estão relacionadas, da maneira que as propriedades de flexão
de uma seção estão relacionadas ao eixo neutro;
• Em núcleos abertos, tipicamente em “C”, o CC não coincide com o
CM do núcleo, e registram-se efeitos igualmente importantes da
torção uniforme e do empenamento do núcleo.
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TORÇÃO EM EDIFÍCIOS COM NÚCLEO RÍGIDO

𝑏 2 ∙ ℎ2 ∙ 𝑡
𝑒=
4∙𝐼

• Nota-se que a distância 𝒆 não depende da magnitude da carga


aplicada, dependendo apenas da geometria da seção, logo 𝒆 é uma
propriedade da seção;
• Ao aplicar uma carga vertical à distância 𝒆 do centro da alma, não
ocorrerá torção no perfil.
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MODELAGEM DO NÚCLEO RÍGIDO

• Modelagem por uma única barra: assume-se que a posição do seu


CC coincide com o CM;
• Modelagem por elementos finitos de casca: aumento no número de
variáveis e parâmetros utilizados pode inviabilizar o cálculo. A saída
dos resultados é obtida de forma de tensões em diversos pontos;
• Modelagem por malha elementos de barra: resultados similares a
modelagem por elementos finitos de casca, porém saída em termos
de esforços nas seções.

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PARÂMETROS UTILIZADOS
• Modelo de cálculo; COMBINAÇÕES ÚLTIMAS DE
CARREGAMENTO
• Carregamentos; C1 PP+PERM+ACID+0.6VENT1
C2 PP+PERM+ACID+0.6VENT2
• Combinações das ações:
C3 PP+PERM+ACID+0.6VENT3
• Combinações últimas; C4 PP+PERM+ACID+0.6VENT4

• Combinações de serviço; COMBINAÇÕES DE SERVIÇO

• Limite para deslocamentos. C5 PP+PERM+0.3ACID+0.6VENT1


C6 PP+PERM+0.3ACID+0.6VENT2
C7 PP+PERM+0.3ACID+0.6VENT3
C8 PP+PERM+0.3ACID+0.6VENT4

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PARÂMETROS UTILIZADOS: MODELO VI
• Pórtico espacial completo, composto por elementos que simularão todas as vigas,
pilares e lajes da estrutura, de forma conjunta;

• Presença de 6 graus de liberdade por nó;


• Retração, temperatura e a protensão poderão ser simuladas com melhores
condições de contorno; 19
RESULTADOS: MODELO 1

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RESULTADOS: MODELO 2

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RESULTADOS: MODELO 3

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RESULTADOS: ESTABILIDADE GLOBAL

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RESULTADOS: ESTABILIDADE GLOBAL

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RESULTADOS: ESTABILIDADE GLOBAL

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RESULTADOS: DESLOCAMENTO LATERAL (90°)
LIMITE (H/1700)
25 Pav. 4,41 cm

M1DBC M1DMC
4,29 cm 4,22 cm
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RESULTADOS: DESLOCAMENTO LATERAL (90°)

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RESULTADOS: DESLOCAMENTO LATERAL (0°)
LIMITE (H/1700)
25 Pav. 4,41 cm

M1DBC M1DMC
2,12 cm 2,04 cm

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RESULTADOS: DESLOCAMENTO LATERAL (0°)

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RESULTADOS: DESLOCAMENTO LATERAL
LIMITE (H/1700)
25 Pav. 4,41 cm

M2DBCC
2,11 cm

M2DMCC
2,06 cm

M2DBCC M2DMCC
4,11 cm 4,85 cm 30
RESULTADOS: DESLOCAMENTO LATERAL
LIMITE (H/1700)
25 Pav. 4,41 cm

M3DBE
2,65 cm

M3DME
2,58 cm
M3DBE M3DME
10,11 cm 10,94 cm 31
RESULTADOS: ESFORÇOS RESULTANTES

C1 M1DBC M1DMC M2DBCC M2DMCC M3DBE M3DME


Fz 1753,9 1761,3 1758,9 1767,2 857,3 837,4
Fx -1,6 -1,5 1,3 1,7 22,2 22,1
Fy 41,9 40,4 42,1 40,9 45,7 45,6
Mx -741,7 -780,1 -752,1 -786,8 -827,0 -712,6
My 57,0 147,6 82,0 226,7 272,9 398,3
Mz 0,0 -9,2 0,0 -7,6 0,0 -0,9

• Esforços com valores característicos;


• Forças em tf;
• Momentos em tfm.
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RESULTADOS: ESFORÇOS RESULTANTES

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RESULTADOS: ESFORÇOS RESULTANTES

C3 M1DBC M1DMC M2DBCC M2DMCC M3DBE M3DME


Fz 1758,9 1768,0 1750,2 1760,6 816,2 794,2
Fx 21,5 21,0 24,7 24,3 19,8 20,1
Fy 0,0 0,0 0,0 0,0 2,2 2,0
Mx -3,9 2,3 -4,6 0,6 70,9 227,0
My 418,9 530,7 446,9 612,9 285,6 399,4
Mz 0,0 0,1 0,0 0,1 0,0 -3,3

• Esforços com valores característicos;


• Forças em tf;
• Momentos em tfm.
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CONCLUSÕES

• Estabilidade global:
• A modelagem do núcleo rígido não altera de forma significante;
• Deslocamento lateral:
• Comportamento mais realista, pois a geometria do núcleo é
mantida e o “ponto de torção” é posicionado em seu local correto.
• Magnitude dos esforços resultantes na base dos edifícios:
• Esforços vertical e horizontais: redistribuição de esforços;
• Esforços de flexão: ↑ My devido a flexibilidade do edifício;
• Esforço de torção: surge na modelagem por malha.

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REFERÊNCIAS
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6118: Projeto e execução de
obras de concreto armado – Procedimento. Rio de Janeiro, 2014.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 8681: Ações e segurança nas


estruturas – Procedimento. Rio de Janeiro, 2003.

CAIANO, D. M. R. C. Efeitos do Empenamento em Núcleos de Paredes Resistentes de


Edifícios Altos de Betão. Dissertação de Mestrado em Engenharia Civil do Técnico Lisboa,
Lisboa, 2015.

FREITAS, F. C. Avaliação da Estabilidade Global de Edifícios com e sem Elementos de


Contraventamento. Dissertação de Mestrado em Engenharia Civil da Universidade Federal do
Espírito Santo, Vitória, 2015.

MEDEIROS, S. R. P. Modelos Estruturais de Núcleos de Edifícios – barra vs. casca. TQSNews,


nº 39, 2014.

ZALKA, K. A. Global Structural Analysis of Buildings, London, E & FN Spon, 2000. 36


ANÁLISE DO COMPORTAMENTO DO SISTEMA ESTRUTURAL DE EDIFÍCIOS CONSIDERANDO A INFLUÊNCIA DAS
MODELAGENS DO NÚCLEO RÍGIDO

Muito obrigada!
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