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I NTRODUÇ ÃO AO C ONTROLE E STAT ÍSTICO DA

Q UALIDADE

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Introdução

 A qualidade dos produtos e serviços usados por nossa sociedade


tornou-se o principal fator de decisão do consumidor na maioria
dos negócios, hoje.

 Todos os consumidores esperam que os produtos e serviços que


compram correspondam a suas especificações e que essas espe-
cificações definam a adequação para o uso.

 O objetivo do controle estatı́stico de qualidade é aplicar técnicas


estatı́sticas para o controle de processos industriais que geram
bens de consumo e de processos de empresas que prestam serviços.

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Introdução

Por volta de 1925, Walter Shewhart desenvolveu para a Bell Telephone


Laboratories as técnicas básicas do controle estatı́stico de processo, de-
finindo a teoria da variação dos processos. Shewhart teorizou que to-
dos os processos, mesmo bons, se caracterizam por certa quantidade de
variação, se o medirmos com um instrumento de resolução suficiente.

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Conceito de Variação
Para que se possa controlar a qualidade de um produto é necessário ter habi-
lidade para se medir as variações que ocorrem no mesmo. Existem três tipos
de variações que podem ocorrer em um item produzido:

1. Variação interna: É aquela que ocorre dentro do mesmo item. Por


exemplo, o acabamento superficial é diferente em faces opostas da mesma
peça, ou o diâmetro de eixo varia ao longo do seu comprimento.
2. Variação item a item: É aquela que ocorre entre itens produzidos
em tempos próximos. Por exemplo, a intensidade luminosa de quatro
lâmpadas produzidas consecutivamente por uma máquina será diferente.
3. Variação tempo a tempo: É aquela que ocorre entre itens produzidos
em diferentes perı́odos durante o dia. Por exemplo, a peça produzida
pela manhã será diferente daquela produzida à noite, devido ao desgaste
da ferramenta de corte.

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Conceito de Variação

 Existem seis fatores que contribuem para essas variações. São


eles: máquinas, métodos, materiais, meio ambiente, mão de
obra e medidas.

 Quando estes seis fatores de variação estão presentes nos proces-


sos de uma forma normal ou esperada, dizemos que um padrão de
causas comuns ou causas aleatórias está se desenvolvendo.

 Causas comuns ou causas aleatórias de variação são inevitáveis e


de difı́cil identificação, pois são de pequena significância.

 As causas de variação de grande significância e, portanto, facil-


mente identificáveis, são classificadas como causas especiais de
variação.

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Conceito de Variação

 Quando apenas causas comuns estão presentes no processo, di-


zemos que o mesmo está sob controle.

 Quando causas especiais de variação também estão presentes, a


variação se torna excessiva, e o processo é classificado como es-
tando fora de controle ou além da expectativa normal de variação.

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Monitoramento dos Processos por Gráficos de Controle

 Os processos devem ser permanentemente monitorados, para


que se possa detectar possı́veis causas especiais de variação.

 Uma vez detectadas, estas causas devem ser investigadas e eli-


minadas.

 A principal ferramenta utilizada para monitorar os processos e


sinalizar a presença de causas especiais de variação são os gráficos
de controle.

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Monitoramento dos Processos por Gráficos de Controle

Um gráfico de controle de uma caracterı́stica de um processo consiste


em:
- valores grafados sequencialmente ao longo do tempo;
- uma linha central (LC);
- um limite inferior de controle (LIC) e
- um limite superior de controle (LSC).
A linha do centro representa um valor central das medidas da carac-
terı́stica, e os limites de controle são fronteiras para separar e identifi-
car quaisquer pontos considerados excepcionais. Em geral, utiliza-se
gráficos de controle 3σ, cujos limites de controle são estabelecidos a
± 3 desvios padrões do valor central. Abordaremos aqui os gráficos de
controle por variáveis e os gráficos de controle por atributos.

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Monitoramento dos Processos por Gráficos de Controle

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Gráficos de Controle por Variáveis

Quando lidamos com uma caracterı́stica da qualidade que pode se ex-


pressar como uma medida é comum exercer controle sobre o valor
médio da caracterı́stica da qualidade e sobre sua variabilidade. Os
principais tipos de gráficos de controle para variáveis quantitativas,
usualmente chamados de Gráficos X, são:
 Gráficos de Controle X e R, com tamanho de amostra (n) fixo,

 Gráficos de Controle X e S, com tamanho de amostra (n) fixo,

 Gráficos de Controle X e S, com tamanho de amostra (ni ) variável


(i = 1, 2, ..., m),
em que X, R e S são a média, a amplitude e o desvio padrão amos-
trais, respectivamente.

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Exemplo 1

A carga axial de uma lata de alumı́nio é o peso máximo que seus lados
podem suportar. É importante termos uma carga axial bastante elevada
a fim de que a lata não sofra deformação quando a tampa é colocada
no lugar sob pressão. Os dados amostrais da tabela a seguir provêm de
uma população de latas com 0,0277 cm de espessura.

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Exemplo 1
Subgrupo Cargas Axiais (libras) de latas de alumı́nio xi Ri si
1 270 273 258 204 254 228 282 252,7143 78 27,6328
2 278 201 264 265 223 274 230 247,8571 77 29,6616
3 250 275 281 271 263 277 275 270,2857 31 10,5627
4 278 260 262 273 274 286 236 16,3401
5 290 286 278 283 262 277 295 281,5714 33 10,7216
6 274 272 265 275 263 251 289 269,8571 38 11,8382
7 242 284 241 276 200 278 283 257,7143 84 31,4469
8 269 282 267 282 272 277 261 272,8571 21
9 257 278 295 270 268 286 262 273,7143 38 13,4501
10 272 268 283 256 206 277 252 259,1429 25,8742
11 265 263 281 268 280 289 283 275,5714 26 10,0971
12 263 273 209 259 287 269 277 262,4286 78 25,2907
13 234 282 276 272 257 267 204 256,0000 78 27,8149
14 270 285 273 269 284 276 286 277,5714 17 7,3225
15 273 289 263 270 279 206 270 264,2857 83 26,9797
16 270 268 218 251 252 284 278 260,1429 66 22,2593
17 277 208 271 208 280 269 270 254,7143 72 32,1544
18 294 292 289 290 215 284 283 278,1429 79 28,1273
19 279 275 223 220 281 268 272 259,7143 61 26,4683
20 268 279 217 259 291 291 281 269,4286 74 25,8706
21 230 276 225 282 276 289 288 266,5714 64 27,2143
22 268 242 283 277 285 293 248 270,8571 51 19,3169
23 278 285 292 282 287 277 266 26
24 268 273 270 256 297 280 256 271,4286 41 14,2578
25 262 268 262 293 290 274 292 277,2857 31 14,0797

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Exemplo 1

Pergunta:
Como avaliar se o padrão de cargas axiais das latas de alumı́nio produ-
zidas está sob controle estatı́stico?
Para responder esta pergunta, analisaremos adiante o processo de fa-
bricação, evidenciando o padrão de cargas axiais ao longo do tempo.

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