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Erros na educação de filhos

-Tema: FAMÍLIA
“Sabe, pois, no teu coração, que, como um homem disciplina a
seu filho, assim te disciplina o SENHOR, teu
Deus”. Deuteronômio 8.5
-Introdução: A educação dos filhos é um desafio que se revela cada vez maior
a todo instante para os pais. Diante de um mundo com valores invertidos e com
uma proposta de liberdade, os pais precisam tomar uma posição sobre como
educar seus filhos. Todas as pessoas são passíveis de erros, inclusive os pais.
Contudo os erros dos pais comprometem o futuro de seus filhos. Por isso os
pais precisam minimizar ao máximo estes erros. Uma forma de aprender é
seguir bons exemplos e também evitar erros já conhecidos.

Como você tem educado seu filho?


Reflita em alguns erros na educação de filhos usando palavras coincidentemente com ‘p’
de paternidade:

1- PATERNALISMO – Davi:
Davi foi um bom filho, um bom instrumentista, bom guerreiro e excelente rei
de Israel, mas como pai deixou muito desejar com seus filhos. Provavelmente
porque estava sempre ocupado em batalhas e compromissos da monarquia (I
Reis 1.6). Contudo o relacionamento de Davi com seus filhos demonstra ser
bom. Não os maltratava ou deixava faltar o que precisassem. Entretanto
àqueles filhos faltava a presença paternal e a correção quando necessário (II
Samuel 18.5). As consequências foram desastrosas. Seu filho Amnom
estuprou a própria irmã cometendo incesto (II Samuel 13), Absalão matou o
seu irmão Amnom (II Samuel 13.23) e depois disso se rebelou contra seu pai
Davi (II Samuel 17.27 e 18.18). Adonias também tentou usurpar do trono
quando Davi estava velho e demorava em determinar seu sucessor (I Reis 1.5).
O paternalismo é considerado uma falta de posicionamento diante dos
problemas. Muitos pais tentam se mostrar bons, mas na verdade precisam
também mostrar firmeza. Na hora da resposta ou decisão os filhos podem
achar o pai duro, mas depois sentirão segurança de um homem que sabe o
que é melhor.
Pais: sejam firmes com seus filhos!

2- PROTECIONISMO -
Moisés:
Moisés não havia circuncidado seu filho que teve em Midiã com Zípora filha
de Jetro. O texto não diz qual dos dois filhos ficou sem circuncidar, ou o motivo
deste descuido. Talvez Moisés, como muitos pais, tenha ficado condoído do
filho, por causa das dores da circuncisão. Mas com isso estava deixando seu
descendente sem a marca da Aliança de Deus com seu povo (Gênesis 17.9-
14). Por isso Deus ascendeu sua ira sobre ele (leia Êxodo 4.24-26). Deus iria
castigar Moisés por sua desobediência, “então, Zípora tomou uma pedra
aguda, cortou o prepúcio de seu filho, lançou-o aos pés de Moisés... assim o
Senhor o deixou” (Êxodo 4.25,26).
Quando Jetro vai ao encontro de Moisés para levar seus filhos e sua esposa
de volta, demonstra que a família de Moisés estava ausente durante sua
travessia pelo deserto (Êxodo 18.1-6). Provavelmente Moisés estava tentando
proteger seus filhos das dificuldades que enfrentariam, mas Deus estava
cuidando de seu povo e não havia porque privar sua própria família de
experimentar os milagres de Deus.
A superproteção de muitos pais impede que os filhos enfrentem dificuldades
comuns da vida, com isso vão ficando imaturos e quando finalmente precisam
encarar os desafios, estes se tornam ainda mais dolorosos. Quanto mais cedo
os filhos aprenderem a suportar os problemas da vida, mais preparados
estarão para o futuro.
Pais: protejam seus filhos, mas deixe-os aprender a lutar!

3- PERMISSIVIDADE - Eli:
O sacerdote Eli foi repreendido por Deus através de Samuel por causa dos
pecados de seus filhos. Hofni e Finéias atuavam como sacerdotes junto com
seu pai (I Samuel 1.3), mas na verdade se portavam como “filhos de Belial” (I
Samuel 2.12) e se prostituíam (I Samuel 2.22). Embora Eli tenha repreendido
seus filhos uma vez (I Samuel 2.23), não usou da severidade necessária,
permitindo que continuassem a ministrar como sacerdotes. Deus levantou um
profeta para advertir Eli sobre os pecados de seus filhos (I Samuel 2.27-36).
O menino Samuel foi levantado por Deus para suceder Eli no ministério
sacerdotal e também relatou o aviso de Deus quanto aos filhos de Eli (I Samuel
3.11-14). Mesmo sabendo da mensagem Divina, Eli não tentou mudar a
situação intercedendo por seus filhos, pedindo perdão, ou mesmo os
repreendendo, antes se conformou respondendo a Samuel “é o SENHOR; faço
o que bem lhe aprouver” (I Samuel 3.18). O que Deus falou aconteceu
quando “foi tomada a arca de Deus, e mortos os dois filhos de Eli, Hofni e
Finéias” (I Samuel 4.11). O próprio Eli não suportou tamanha tristeza e caiu
para traz morto de tristeza (I Samuel 4.13).
Muitos pais deixam os filhos fazer o que querem e depois não conseguem
mais controla-los. Os pais liberais são incentivados pela mídia e por um modo
de vida libertina. As consequências disso estão nas estatísticas de tantos
jovens mortos precocemente, escravos de vícios ou atrás das grades de uma
prisão. Tudo isso por que não aprenderam a ter limites e em busca de tanta
liberdade acabam presos.
Pais: ensinem limites a seus filhos!

4- PARCIALIDADE - Abraão:
Abraão mentiu duas vezes dizendo que sua esposa Sara era sua irmã
(Gênesis 12.10-20 e 20.1-18), o que era uma meia verdade, pois Sara era
mesmo sua parenta, contudo era sua esposa. Mais tarde Isaque repetiu o
mesmo erro de se pai mentindo que Rebeca seria apenas sua irmã (Gênesis
26.6-10). Em todos os dois casos as consequências só não foram maiores
porque as pessoas perceberam a tempo. Abraão também foi parcial quando
tomou partido de Sara e deixou abandonado seu filho Ismael com a mãe Agar
(Gênesis 21.14).
Muitos pais são homens de “ânimo dobre” (Tiago 1.8), mostrando duas
formas de ser, uma dentro de casa e outra fora. Isso confunde os filhos, que
ficam sem saber para que lado vão. No futuro, estes filhos muitas vezes se
decidem pelo pior lado. Então estes mesmos mais dizem: ‘mas eduquei meus
filhos na igreja’, contudo foram parciais e não serviram ao Senhor de todo o
coração (Marcos 12.30). A verdade por mais dura que seja sempre será o
melhor para os filhos, libertando-os de todo engano (João 8.32).
Pais: não sejam parciais com seus filhos!

5- PROJEÇÕES - Isaque:
Isaque e Rebeca projetaram sobre seus filhos os seus problemas pessoais,
porque“Isaque amava a Esaú, porque se saboreava de sua caça; Rebeca,
porém, amava a Jacó”(Gênesis 25.28). Por culpa de suas preferências
pessoais, seus filhos ficaram divididos. Mais tarde Jacó trapaceou Esaú
enganando também seu pai com ajuda de sua mãe (Gênesis 27.1-46). Por
muitos anos estes dois irmãos não se encontraram até conseguirem se perdoar
(Gênesis 33.4). Suas vidas se distanciaram tanto, que à semelhança de muitas
famílias, se encontraram poucas vezes como para enterrar seu pai (Gênesis
35.29).
Muitos pais fazem isso com os filhos, projetando sobre eles os seus
problemas pessoais ou conjugais, bem como seus sonhos e ideais querendo
realizar em seus filhos o que não conseguiram. Também acontece que a casa
fica dividida (Marcos 3.25) quando mãe diz uma coisa e o pai outra, então os
filhos ficam servindo a “dois senhores” (Mateus 6.24). Os filhos precisam de
liberdade para assumir sua própria identidade, embora consequentemente
herdem de seus pais características normais.
Pais: não projetem seus problemas sobre os filhos!

6- PREFERÊNCIAS - Jacó:
Jacó deixava claro sua preferência por José, pois “Israel amava mais a José
que a todos os seus filhos, porque era filho da sua velhice; e fez-lhe uma túnica
talar de mangas compridas” (Gênesis 37.3). Esta forma de tratar José diferente dos
outros irmãos gerou ciúmes que os levaram a lançar José numa cisterna e depois o vender
como escravo, mentindo para seu pai que havia morrido (Gênesis 37.23,28 e 33). Com
isso os irmãos de José queriam chamar a atenção do pai. Somente depois de muitos anos
toda a verdade foi revelada e aquela família conseguiu se reunir novamente através do
perdão (Gênesis 45.15).
Existem famílias que não conseguem se restaurar como a de Jacó
conseguiu. Muitos irmãos preferidos e injustiçados não perdoam como José
perdoou. Nem todos os irmãos preteridos como os irmãos de José conseguem
reconhecer seus erros. Infelizmente existem erros que são irreparáveis. Por
isso os pais devem se esforçar por tratar os filhos igualmente.
Pais: não tenham preferência por um filho apenas!

7- PROVISIONISMO – pai do filho Pródigo:


O pai do filho Pródigo providenciou imediatamente o que o filho pediu (Lucas
15.12). Embora este pai nos dê um exemplo de paternidade aberta para
perdoar o filho que errou, mas será que não houve algum erro deste pai antes
da saída do filho? Por que este filho queria ir embora de casa? Estas questões
estão em aberto e sem respostas exatas, o que deixa espaço para
questionarmos e buscar alternativas dentre fatos comuns às famílias atuais.
Observação: Faço esta reflexão reconhecendo ser uma conjectura e sem
jamais desmerecer o lindo exemplo do pai acolhendo o filho. Também não
deixamos a interpretação teológica comparando o pai com Deus e o filho com o
pecador, mas agora estamos fazendo uma aplicação para as famílias.
Muitos pais e filhos querem fazer prodígios, ou seja, realizar grandes coisas
e com isso acabam deixando faltar em suas famílias. Apenas dar o que os
filhos pedem não é o suficiente. Os pais não devem apenas ser provedores de
necessidades dos filhos, mas sua presença e cuidado é o que mais
necessitam. Se os pais começam a fazer tudo o que os filhos pedem, estes se
tornam mimados e sempre querem mais, sem ter limites. Um dia a vida diz não
para os mesmos, que estarão despreparados para repostas negativas e por
isso fica em crise.
Pais: não façam tudo o que os filhos pedem!
Eduque seus filhos na presença do Senhor!
-CONCLUSÃO:
A Palavra de Deus diz que a melhor forma de educação é “criando os filhos
sob disciplina, com todo o respeito” (I Timóteo 3.4). Os exemplos citados
podem ajudar os pais a eliminar comportamentos nocivos aos seus filhos como
o paternalismo, o protecionismo, permissividade, parcialidade, projeção,
preferências e provisionismo. O caminho estreito é o mais difícil, mas a porta
larga conduz a perdição (Mateus 7.13).

Pais, clamem a Deus por seus filhos!


Paternidade Espiritual

-Tema: DISCIPULADO
“meus filhos, por quem, de novo, sofro as dores de parto, até
ser Cristo formado em vós” Gálatas 4.19

-Introdução: Vivemos em um tempo onde a paternidade tem sido muito desvalorizada.


Muitos problemas psicológicos advêm da ausência da figura paterna ou problemas de
identificação com progenitores. O ser humano precisa de uma referência paternal que lhe
dê segurança. Por isso Jesus chamava a Deus de Pai (Mateus 6.9). Na igreja este mesmo
problema tem sido reproduzido porque muitos novos convertidos não têm pais espirituais
para ensinar em sua nova vida.
Até onde se sabe o apóstolo Paulo não se casou (I Coríntios 9.5) e provavelmente não
teve filhos. Contudo tratava seus discípulos como se fossem seus filhos. Em suas cartas
às igrejas que pastoreava, escrevia chamando-os de filhos, como por exemplo, às Igrejas
em Roma como “filhos de Deus” (Romanos 8.16 e 19), em Corinto “como a filhos meus
amados” (I Coríntios 4.14), na Galácia “porque vós sois filhos”(Gálatas 4.6) e em
Éfeso “filhos amados” (Efésios 5.1).
A paternidade espiritual não é nada fácil, por isso Paulo diz que sofria mais de uma vez
as dores de parto e seu objetivo era que Cristo fosse formado em seus discípulos. Ou seja,
não os abandonaria ‘até’ que se tornassem parecidos com Jesus, o modelo do Pai
celestial. Paulo é um grande exemplo de paternidade espiritual porque cuidava de seus
discípulos.

Você tem um pai espiritual?


Vamos refletir sobre o cuidado de Paulo com seus discípulos chamados de filhos:

1- TIMÓTEO > Filho na Fé:


I Timóteo 1.2 “a Timóteo, verdadeiro filho na fé, graça, misericórdia e paz, da parte de
Deus Pai e de Cristo Jesus, nosso Senhor”.
Timóteo é o mais conhecido filho espiritual de Paulo. Com base no texto acima que
usamos e expressão ‘filho na fé’. Paulo o conheceu em Listra sendo já “um discípulo
chamado Timóteo, filho de uma judia crente, mas de pai grego” (Atos 16.1). A partir de
então passa acompanhar Paulo nas viagens missionárias (Atos 17.14,15) principalmente
na Ásia (Atos 19.22 e 20.4). Também chegou a ser preso por causa do evangelho como
Paulo (Hebreus 13.23).
Escrevendo às igrejas, Paulo quase sempre cita a presença de Timóteo na abertura das
cartas ou no encerramento, tornando um coautor junto com Paulo. Aos Coríntios, Paulo o
indica para ser recebido “Timóteo, que é meu filho amado e fiel no Senhor” (I Coríntios
4.17) e devia ser bem recebido “porque trabalha na obra do Senhor, como também eu” (I
Coríntios 16.10). Testemunha sobre ele que “conheceis o seu caráter provado, pois serviu
ao evangelho, junto comigo, como filho ao pai” (Filipenses 2.19-22). Era um representante
de Paulo nas visitas às igrejas para trazer notícias para o apóstolo (Filipenses 2.19). Aos
cristãos de Roma Paulo chama “Timóteo, meu cooperador” (Romanos 16.21). Através
destas palavras percebemos que era algo notório a todos o tratamento de Paulo com
Timóteo como pai e filho.
Nas cartas que escreveu a Timóteo, Paulo o chama de filho várias vezes ensinando-o “o
dever de que te encarrego, ó filho Timóteo” (I Timóteo 1.18), com muito carinho “ao amado
filho Timóteo” (II Timóteo 1.2) e abençoando-o “tu, pois, filho meu, fortifica-te na graça que
está em Cristo Jesus” (II Timóteo 2.1). O tratamento paternal de Paulo para Timóteo
ensina muitos conselhos de um mestre a seu discípulo.
Com Paulo aprendemos que devemos gerar filhos na fé através da pregação do
evangelho e Timóteo nos ensina a desejar aprender sobre esta fé, sendo pessoas
ensináveis. Um pai sempre deve estar pronto a ensinar e um filho pronto a aprender.
Se você for filho na fé também será um pai espiritual!

2- TITO > Filho na Comunhão:


Tito 1.4 “a Tito, verdadeiro filho, segundo a fé comum, graça e paz, da parte de Deus Pai e
de Cristo Jesus, nosso Salvador”.
O que sabemos de Tito é que seria também um jovem pastor como Timóteo e assim
como este era discípulo de Paulo. Tito viajava com Paulo (Gálatas 2.1) e quando este
estava preso, Tito fazia as viagens representando Paulo até que foi enviado pelo apóstolo
para a ilha de Creta (Tito 1.5) como pastor ou bispo como diz a tradição histórica¹. Sua
origem era grega (Gálatas 2.3) e chegou a pregar na região da Dalmácia onde hoje é a
Croácia (II Timóteo 4.10)
A comunhão entre Paulo e Tito era tão grande que Paulo lamente quando está ausente
e o chama de ‘meu irmão Tito’ “não tive, contudo, tranquilidade no meu espírito, porque
não encontrei o meu irmão Tito”(II Coríntios 2.13). Depois Paulo declara que “Deus, que
conforta os abatidos, nos consolou com a chegada de Tito” (II Coríntios 7.6). Paulo dizia
que chegou a “a recomendar a Tito” (II Coríntios 8.6) sabendo que tinha “Tito a mesma
solicitude por amor” (II Coríntios 8.16) falando para todos que “Tito, é meu companheiro e
cooperador” (II Coríntios 8.23) e ainda o defendia o tempo todo perguntando “porventura,
Tito vos explorou? Acaso, não temos andado no mesmo espírito? Não seguimos nas
mesmas pisadas?” (II Coríntios 12.18). Na segunda carta aos Coríntios, Tito aparece
várias vezes como um representante de Paulo sendo um personagem de destaque neste
livro.
Parece que Tito era um jovem muito alegre porque Paulo fala várias vezes que “nos
alegramos pelo contentamento de Tito, cujo espírito foi recreado por todos vós” (II
Coríntios 7.13), chegando até mesma a ter “exaltação na presença de Tito” (II Coríntios
7.14). Além disso, Tito era um filho obediente a Paulo porque não aceitou a circuncisão
pregada pelos judeus (Gálatas 2.3). Tito também é chamado de filho na fé, mas Paulo diz
que tinham uma fé comum, ou seja, uma grande comunhão havia entre eles.
Com Paulo aprendemos que devemos ter comunhão com nossos discípulos e não nos
sentir superior a eles de forma arrogante. Tito nos ensina que precisamos dar alegria para
nossos líderes espirituais não levando apenas problemas, mas também os consolando em
suas dificuldades.
Viva em comunhão e alegria com seus filhos espirituais!

3- ONÉSIMO > Filho nas Algemas:


Filemom 1.10 “sim, solicito-te em favor de meu filho Onésimo, que gerei entre algemas”.
Onésimo foi outro filho espiritual de Paulo que este conheceu quando já estava preso em
Roma por causa do evangelho. Era natural de Colosso, por isso Paulo o enviou para lá
com a missão de pregar e dar notícias sobre o apóstolo “vos envio Onésimo, o fiel e
amado irmão, que é do vosso meio” (Colossenses 4.9). Onésimo era um escravo de um
homem chamado Filemom que também era amigo de Paulo (Filemom 1.16) e fugiu por ter
roubado de Filemom (Filemom 1.18). Converteu-se quando conheceu Paulo na prisão e
assim que foi possível Paulo o mandou de volta para seu senhor com uma carta “ao
amado Filemom, também nosso colaborador” (Filemom 1.1).
Ao falar do escravo Onésimo, Paulo testemunha sobre sua mudança de vida dizendo
que “ele, antes, te foi inútil; atualmente, porém, é útil, a ti e a mim” (Filemom 1.11). O amor
de Paulo por Onésimo era como de pai e filho dizendo que “envio de volta em pessoa,
quero dizer, o meu próprio coração” (Filemom 1.12). Paulo não queria se afastar dele,
mas “queria conservá-lo comigo” (Filemom 1.13) tendo tanta consideração que pede
que “recebe-o, como se fosse a mim mesmo” (Filemom 1.17). Paulo assume a paternidade
de Onésimo e se dispõe a pagar suas dívidas se fosse preciso (Filemom 1.19) e pede ao
seu dono que o receba de volta “não como escravo; antes, muito acima de escravo, como
irmão caríssimo”(Filemom 1.16). Ainda na prisão Paulo gerou um filho e o preparou para
enfrentar a vida assumindo seus erros e testemunhando sua mudança de vida.
Com este filho Paulo nos ensina que mesmo diante de dificuldades devemos gerar filhos
espirituais, pois embora estivesse com mãos algemadas, tinha a boca livre para pregar.
Onésimo é um exemplo de que sempre há esperança e nunca é tarde para recomeçar,
além de que precisamos assumir e enfrentar nossos erros.
Um pai encoraja o filho e este enfrenta com apoio do pai!

Seja um filho!
-CONCLUSÃO:
Estes três discípulos de Paulo que foram chamados de seus filhos nos ensinam muitas
coisas. A Igreja cuidar daqueles que passam pelo novo nascimento, como crianças recém-
nascidas que precisam primeiro de um leite espiritual (Hebreus 5.12,13). Paulo disse aos
coríntios que “leite vos dei a beber, não vos dei alimento sólido; porque ainda não podíeis
suportá-lo” (I Coríntios 3.2). A desnutrição espiritual dos novos convertidos tem causado
muitos abortos e órfãos espirituais que se tornam pessoas feridas, resistentes ao
evangelho e rebeldes não aceitando serem filhos porque não tiveram pais.
Certa vez ouvi que ‘o título mais importante para Deus é o de filho’, porque não importa o
que a pessoa seja, quando se torna filho de Deus tudo pode ser mudado (João 1.12).
Muitos líderes não conseguem gerar filhos porque não tiveram pais, mas Deus quer curar
esta esterilidade espiritual e tratar com esta irresponsabilidade para que todos os seus
filhos tenham como pais pessoas que os orientem em sua nova vida.
Quem nunca foi filho não saberá ser pai!

José, pai adotivo de Jesus


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Pr. Welfany Nolasco 6 comentários

-Tema: FAMÍLIA
Mateus 1.19-24 e Lucas 2.4
-Introdução: Jesus era conhecido no meio do povo como “filho de José” (João
1.45 e 6.42) e “filho do carpinteiro” (Mateus 13.55). De seu pai adotivo, Jesus herdou o
título de “carpinteiro” (Marcos 6.33) por ter aprendido sua profissão. Certamente Deus
escolheu um homem íntegro para fazer parte da vida de seu Filho. José sabia que
Jesus não era seu filho fisicamente, mas o amou como um verdadeiro pai.

Como era o pai adotivo de Jesus?


Vamos refletir em algumas características de José:

1- Temente a Deus: Mateus 1.20 e 2.13,19


A primeira característica que marca a vida de José é o seu temor a Deus. Ser
temente a Deus não é ter medo e sim um amor profundo. José tinha uma vida de
oração e levava sua família ao templo todos os anos na páscoa (Lucas 2.41). Por tão
temente, o Senhor o visitou em sonho três vezes para orientar o seu futuro. Primeiro
sonhou com um anjo lhe dizendo para assumir Maria e a criança (Mateus 1.20).
Depois o anjo lhe apareceu novamente em sonho ordenando que fosse para o Egito
(Mateus 2.13). Num terceiro sonho o anjo lhe disse que poderiam voltar (Mateus 2.19).
Todo este roteiro de sonhos e viagens mostra que era alguém que tinha grande
intimidade com Deus.
Ser um pai temente a Deus é ter uma vida de oração, buscar sempre a vontade de
Deus em tudo. Viver na presença de Deus é a melhor forma de um pai abençoar sua
família como sacerdote do lar (Deuteronômio 6.6-10). Um pai de família precisa
buscar “o temor do Senhor é o princípio da sabedoria” (Provérbios 9.10).
Seja exemplo de temor a Deus!

2- Responsável: Lucas 1.27 e 2.4


Outra característica de José é sua responsabilidade que se destaca entre seus
adjetivos. Primeiramente se percebe pelo fato de estar desposado com Maria (Lucas
1.27) assumindo seu compromisso de constituir uma família. José cumpriu sua
obrigação civil e foi fazer o recenciamento na época e no lugar certo, mesmo diante da
dificuldade de ter sua esposa grávida (Lucas 2.4). Além disso, José assumiu a
paternidade pública de Jesus recebendo Maria como esposa (Mateus 1.24). Ser
conhecido como carpinteiro também denota que era um homem trabalhador e bom
profissional (Mateus 13.55) e também ensinou a profissão para seu filho (Marcos
6.33). Deu educação a seus filhos provavelmente em casa (João 7.15-17), pois Jesus
sabia ler (Lucas 4.16 e 17) e escrever (João 8.8).
O exemplo de um pai ensina muito mais que suas palavras. Todo filho aprende
como seu pai “ensina a criança no caminho em que deve andar” (Provérbios 22.6) e
lembra-se de suas atitudes (Lucas 15.17). Quando um pai dá exemplo de
responsabilidade, seus filhos o seguem como referencial e mesmo que se desviem um
dia se lembrarão.
Seja um exemplo de pai responsável!

3- Obediente: Mateus 1.18-25


A terceira característica marcante em José é a sua obediência a Deus, por isso foi
chamado de “justo” (Mateus 1.19). Obedeceu à lei levando Jesus para ser
circuncidado ao oitavo dia (Lucas 2.22). Não havia coabitado com sua noiva antes do
casamento (Mateus 1.18). Somente depois do nascimento de Jesus é que recebeu
Maria como sua mulher (Mateus 1.25). Por um instante José foi tentado a deixar Maria
(Mateus 1.19), com as melhores intenções de livrar sua noiva de um castigo infame.
Contudo, assim que recebeu mensagem do anjo, obedeceu imediatamente recebendo
Maria como esposa e o filho como se fosse seu (Mateus 1.24). Até o nome da criança
José obedeceu e colocou como mandou o anjo (Mateus 1.21 e 25). Desde os lugares
onde morou com sua família até cada detalhe de sua vida foram em obediência à
orientação de Deus (Mateus 2.13, 19,20).
Quando o pai é obediente a Deus, os filhos são obedientes ao pai. Se o pai não
obedecer a sua liderança, os filhos não saberão obedecê-lo. Muitos pais sacrificam
seus filhos por não ensinar obediência, pois “obedecer é melhor que sacrificar” (I
Samuel 15.22). Por isso é importante buscar em tudo a “boa, agradável e perfeita
vontade de Deus” (Romanos 12.2). Um pai sabe o que é melhor para o filho (Mateus
7.9-12) e precisa ensinar a ser obediente em tudo.
Seja um exemplo de obediência a Deus!

Eduque seus filhos para Deus!


-CONCLUSÃO:
Não sabemos como foi o fim da vida de José. Muitos historiadores acreditam que
morreu antes de Jesus, por isso Cristo demonstrou ser o responsável por sua mãe
quando estava na cruz (João 19.26). Mas o exemplo de sua vida tem muito a nos
ensinar, pois viveu com um propósito de preparar seus filhos. Nós também não
sabemos como será o fim de nossa vida e devemos viver para Deus cada minuto do
nosso viver estando prontos para deixar os filhos preparados para a vida. Talvez Deus
tenha permitido que soubéssemos o fim da história de José para mostrar que a
paternidade é uma 'história sem fim', mas que os filhos educados para Deus dão
continuidade eternamente.
Se você soubesse que há um grande propósito de Deus para seu filho, como você o
educaria? Com certeza da melhor forma possível. Então é o que deve fazer porque
assim como José sabia que Jesus é especial, cada criança também é importante para
Deus e para eles reservou o seu Reino (Mateus 19.14). Não seja um pai como o
mundo quer e sim como Deus ensina. Seus filhos também não são seus e sim de
Deus. Se você pensar que seus filhos pertencem a Deus e que o Senhor os confiou a
você para cuidar, certamente fará o melhor para eles.

Seus filhos são de Deus!

Meu pai, meu Herói


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Pr. Welfany Nolasco Sem comentários

-Tema: FAMÍLIA
“homens dos quais o mundo não era digno”
Hebreus 11.38

-Introdução: As histórias de super-heróis mostram personagens que têm um poder


sobrenatural e são invencíveis. Mas isso não é muito diferente das dificuldades
enfrentadas por tantos pais de família que fazem o que parece impossível por seus
filhos. Por outro lado, muitos homens alcançam grandes conquistas em sua vida
profissional a custo de perder os momentos mais importantes da vida de seus filhos.
Por causa disso, acabam perdendo o privilégio de vencer junto com a família desde os
momentos mais simples aos mais difíceis. O maior heroísmo que um pai pode
alcançar é estar presente em cada momento.
Os Heróis da Fé listados em Hebreus 11 foram personagens da história bíblica que
venceram grandes desafios pela através de sua fé em Deus. Nesta lista podemos destacar
sete pais que foram vitoriosos tanto fora como dentro de casa.

Quem é o seu maior herói?


Vamos refletir sobre sete pais citados na galeria dos Heróis da Fé em Hebreus 11:

1- Noé > Herói no Trabalho:


Hebreus 11.7 “Pela fé, Noé, divinamente instruído acerca de acontecimentos que
ainda não se viam e sendo temente a Deus, aparelhou uma arca para a salvação de
sua casa; pela qual condenou o mundo e se tornou herdeiro da justiça que vem da fé”.
Quando Noé recebeu sua missão de construir uma arca, também teria o privilégio de
salvar a sua família (Gênesis 6.18 e 7.1). Mas deveria trabalhar em conjunto com seus
filhos para conseguir completar a obra (Gênesis 7.7). Com certeza tinham uma boa
convivência para convier tanto tempo dentro de um barco e dividir as tarefas
corretamente (Gênesis 7.13).
Não sabemos quanto tempo a arca demorou em ser construída, mas do primeiro
momento em que a Bíblia cita “era Noé de quinhentos anos e gerou Sem, Cam e
Jafé” (Gênesis 5.32) até o momento em que a arca fica pronta, passam cem anos,
pois “tinha Noé seiscentos anos de idade quando as águas do dilúvio inundaram a
terra” (Gênesis 7.6). Uma lição de perseverança, determinação e unidade nesta
família.
A figura paterna deve ser um exemplo de trabalho. Como chefe da família o pai deve
ir à frente, em tudo que fizer sendo referencial para os filhos. Isso não significa colocar
o trabalho acima da convivência familiar, mas estar sempre fazendo as coisas juntos
aproveitando o tempo ao máximo.
Pai é exemplo de trabalho!

2- Abraão > Herói de Fé:


Hebreus 11.17 “Pela fé, Abraão, quando posto à prova, ofereceu Isaque; estava
mesmo para sacrificar o seu unigênito aquele que acolheu alegremente as
promessas”.
A maior riqueza para a vida de Abraão era seu filho Isaque (Gênesis 21.5-7) e foi
isto que Deus lhe pediu para que entregasse como prova de seu amor a Deus
(Gênesis 22.2). Abraão já tinha dedicado Isaque aos oito dias de idade (Gênesis 21.4),
por isso sabia que seu filho pertencia a Deus. Sua fé era tão firme que chegou a
profetizar que “Deus proverá para si, meu filho, o cordeiro para o holocausto”(Gênesis
22.8).
Abraão estava pronto a obedecer “porque considerou que Deus era poderoso até
para ressuscitá-lo dentre os mortos” (Hebreus 11.19). Deus livrou Isaque e firmou sua
aliança com a descendência de Abraão, que embora não teve muitos filhos, foi
chamado de ‘pai da fé’ e hoje podemos dizer que “Abraão é pai de todos
nós” (Romanos 4.16).
A maior herança que um pai pode deixar para seus filhos são os valores. De todos
os valores morais, a fé supera em grandeza, além de ser eterna. Nada é mais
poderoso que a fé na vida de um homem. Então o maior investimento que um pai pode
fazer na vida dos filhos é ensinar a crer em Deus e lutar por seus sonhos, mesmo que
pareçam impossíveis.
Pai é exemplo de fé!

3- Isaque - Herói de Bênção:


Hebreus 11.20 “Pela fé, igualmente Isaque abençoou a Jacó e a Esaú, acerca de
coisas que ainda estavam para vir”.
Isaque tinha o sonho de ser pai, então “Isaque orou ao SENHOR por sua mulher,
porque ela era estéril; e o SENHOR lhe ouviu as orações, e Rebeca, sua mulher,
concebeu” (Gênesis 25.21). Ensinou seus filhos na promessa de seu pai Abraão e os
abençoou para que dessem continuidade à herança que receberam do Senhor
(Gênesis 27.30-33). Apesar de Jacó ter trapaceado seu irmão Esaú, tentando roubar
sua primogenitura, a intenção de Isaque era abençoa-los igualmente, embora tivesse
que seguir a tradição de começar pelo primogênito (Gênesis 27.34-36).
Um pai precisa abençoar seus filhos. Uma reprovação ou crítica marcam
profundamente filhos se não receberem incentivo dos pais. Por isso é importante
elogiar e principalmente abençoar. A prática antiga de ensinar os filhos a pedir bênção
precisa ser resgatada, pois a bênção paternal tem poder, sendo o pai autoridade
espiritual sobre os filhos.
Pai é benção para os filhos!

4- Jacó - Herói na Profecia:


Hebreus 11.21 “Pela fé, Jacó, quando estava para morrer, abençoou cada um dos
filhos de José e, apoiado sobre a extremidade do seu bordão, adorou”.
Jacó aprendeu com seu pai o “Temor de Isaque” (Gênesis 31.42). Foi um homem
que teve experiências sobrenaturais com Deus (Gênesis 32.22-30), via anjos (Gênesis
32.1), tinha sonhos inspirados (Gênesis 28.10-17) e ergueu altares em adoração ao
Senhor (Gênesis 35.1-3). Ensinou seus filhos a temer a Deus com fidelidade “disse
Jacó à sua família e a todos os que com ele estavam: Lançai fora os deuses estranhos
que há no vosso meio, purificai-vos e mudai as vossas vestes” (Gênesis 35.2).
Embora seus filhos o desobedecessem muitas vezes (Gênesis 34.25-31) e
venderam seu irmão José (Gênesis 37.1-29). Mesmo assim Jacó sabia que seus filhos
eram “os filhos com que Deus agraciou a teu servo” (Gênesis 33.5). O fim da história
de Jacó foi o momento que “chamou Jacó a seus filhos e disse: Ajuntai-vos, e eu vos
farei saber o que vos há de acontecer nos dias vindouros”(Gênesis 49.1) e profetizou
sobre a vida de seus filhos, então morreu confiando que Deus lhes daria um futuro
abençoado (Gênesis 49.33). Profetizou que seus filhos voltariam para Canaã (Gênesis
48.21).
Nossas palavras têm poder (Provérbios 18.21). Tudo que um pai diz que o filho vai
ser determina o seu futuro positiva ou negativamente. Por isso é importante profetizar
bênçãos na vida dos filhos, ministrando um futuro de prosperidade e vitória.
Pai profetize sobre a vida de seus filhos!

5- José - Herói em Fidelidade:


Hebreus 11.22 “Pela fé, José, próximo do seu fim, fez menção do êxodo dos filhos de
Israel, bem como deu ordens quanto aos seus próprios ossos”.
Com seu pai, José aprendeu a sonhar e tudo se realizou (Gênesis 45.8-15). Perdoou
seus irmãos porque sabia que Deus tinha um propósito em sua vida (Gênesis 50.18-
21). Pediu seu pai Jacó que abençoasse seus filhos Efraim e Manassés (Gênesis
48.11-22) e José também os abençoou (Gênesis 41.50-52). Antes de morrer, José
profetizou que os filhos de Israel voltariam para Canaã e pediu que levassem seus
ossos dali (Gênesis 50.22-26). José foi um exemplo de fidelidade e reconhecia que
Manassés e Efraim eram “filhos que Deus me deu” (Gênesis 48.9).
José ficou no Egito longe de sua família e poderia ter abandonado sua fé em Deus
por causa das injustiças que sofreu, mas preferiu permanecer fiel ao Senhor. Assim
ensinou esta fidelidade a seus filhos. Tanto quando foi escravo, como quando foi
empregado e até quando se tornou governador, José foi fiel.
A fidelidade é uma grande lição de vida que os pais podem passar para os filhos.
Tudo que o pai faz é visto pelos filhos e o exemplo é que marca sua vida, pois “quem é
fiel no pouco também é fiel no muito; e quem é injusto no pouco também é injusto no
muito” (Lucas 16.10). A fidelidade a Deus e à família são marcas que um pai precisa
deixar aos filhos marcando-os com valores como a lealdade.
Pai é exemplo de fidelidade!

6- Moisés - Herói no Sacrifício:


Hebreus 11.28 “Pela fé, celebrou a Páscoa e o derramamento do sangue, para que o
exterminador não tocasse nos primogênitos dos israelitas”.
Moisés dedicou sua via ao povo de Deus que estava no Egito para livrá-los da
escravidão. Mas também teve uma família e “os filhos de Moisés: Gérson e Eliézer” (I
Crônicas 23.15). Embora não tenha sido criado por seu pai Anrão (Êxodo 6.20) e sim
pela filha de faraó (Hebreus 11.24), tinha um referencial de Deus como pai e ensinou o
modelo patriarcal para os filhos de Israel (Deuteronômio 6.6-10). Também respeitava
seu sogro Jetro que o acolheu em sua casa em Midiã e aceitava seus conselhos
(Êxodo 18.1-10).
A vida de Moisés foi um exemplo de dedicação a Deus, viveu em resignação pelos
desertos e abrindo mão do conforto do Egito para guiar o povo de Deus (Hebreus
11.23). A sua maior preocupação era com os filhos de Israel, sentindo-se como um pai
do povo. Através da páscoa, ensinou que os pais celebrassem com seus filhos, o
sacrifício do cordeiro que protegia as famílias.
Quando o pai de família se sacrifica pelos filhos, isso nunca será em vão, pois a
recompensa vem de Deus. Muitos pais dão aos filhos tudo o que nunca tiveram
desejando-lhes o melhor (Mateus 7.11). O mais importante é oferecer tudo que fizer
em sacrifício a Deus que recompensa por tudo (I Coríntios 15.58).
Pai é exemplo de sacrifício!

7- Josué - Herói na Decisão:


Hebreus 11.30 “Pela fé, ruíram as muralhas de Jericó, depois de rodeadas por sete
dias”.
Josué foi um exemplo de pai decidido pelo bem de sua família. Quando o povo de
Deus estava fraco na sua fé, Josué os chamou a tomar uma posição de voltar para
Deus “escolhei hoje a quem sirvais” e apresentou sua determinação de “eu e a minha
casa serviremos ao Senhor” (Josué 24.15). Josué foi um dos dois únicos
sobreviventes que dentre os que saíram do Egito, porque o povo pecou contra Deus,
mas Josué permaneceu firme com sua família servindo ao Senhor. Josué era um
homem guerreiro e determinado a vencer obstáculos.
Todo pai de família precisa ser determinado para não perder o foco. Somente com
muita luta é que se alcançam os objetivos na vida. Como líder da família, o pai precisa
tomar decisões importantes e a principal delas é que sua casa seja um lugar da
presença de Deus. Antes de cada decisão, procure a orientação Divina que te mostra
o que é melhor para seu lar.
Pai coloque suas decisões nas mãos de Deus!

Seja um pai herói!


-CONCLUSÃO: Hebreus 11.32-40
Todo pai quer ser admirado pelos filhos e depois ver seus próprios sonhos
realizados na vida de seus filhos. A maior alegria de um pai é ver que seus filhos
deram continuidade a seus projetos e principalmente quando conseguem superar ou ir
adiante de tudo que lutou para conquistar.
Para ser considerado um herói, o pai precisa da ajuda sobrenatural que vem de
Deus. Somente o Senhor pode ajudar um pai a conseguir o que é tão difícil para seus
filhos. Então com a ajuda de Deus você pode fazer grandes obras como Noé, ter fé
com o Abraão, abençoar seus filhos como Isaque, profetizar com o Jacó, ser fiel como
José, superar dificuldades e até mesmo sacrifícios como Moisés e ser um homem
decidido como Josué. Estes foram “homens dos quais o mundo não fora
digno”(Hebreus 11.38) e praticaram atos heroicos com a ajuda de Deus.
Deus te ajuda a ser um bom pai!

O Pai Celestial
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Pr. Welfany Nolasco 1 comentário

-Tema: FAMÍLIA
“Tudo me foi entregue por meu Pai. Ninguém conhece o Filho,
senão o Pai; e ninguém conhece o Pai, senão o Filho e aquele a
quem o Filho o quiser revelar”. Mateus 11.27

-Introdução: O relacionamento de Jesus com Deus é o melhor exemplo de


relacionamento paternal. Muitas pessoas não conseguem ver a Deus como um Pai,
porque não tiveram bons exemplos paternos.
Jesus manteve uma excelente convivência com José, seu pai terreno. Aprendeu a
profissão de carpintaria com José (Marcos 6.3) e foi conhecido como “o filho do
carpinteiro” (Mateus 13.55). Embora Jesus sempre soubesse que era Filho de Deus
(Lucas 2.49), houve o momento em que Jesus se assumiu como o Messias e começou a
falar de Deus como seu Pai.

Como Jesus se relacionava com Deus Pai?


Vamos meditar em alguns aspectos de Jesus com seu Pai Celestial:

1- O Pai abençoa o Filho:


Mateus 3.17 “E eis uma voz dos céus, que dizia: Este é o meu Filho amado, em quem
me comprazo”.
Deus sempre manteve seu Filho Jesus certo de que teria sua bênção e companhia em
todo o momento. Isso pode ser percebido em muitas situações em que Jesus tinha a
confirmação de seu Pai Celestial mostrando o que deveria fazer.
A voz de Deus sempre lembrava Jesus que nunca estava sozinho: “Falava ele ainda,
quando uma nuvem luminosa os envolveu; e eis, vindo da nuvem, uma voz que dizia: Este
é o meu Filho amado, em quem me comprazo; a ele ouvi” (Mateus 17.5). Deus como Pai
abençoou seu Filho Jesus, nos dando o exemplo de que como pais devemos ser
abençoadores de nossos filhos, não somente com palavras, mas principalmente com um o
exemplo que será útil para os filhos por toda a vida. Os pais devem ser canal da presença
de Deus na vida de seus filhos.
Pai: exerça seu papel sacerdotal abençoando seus filhos!

2- O Filho obedece ao Pai:


João 15.10 “Se guardardes os meus mandamentos, permanecereis no meu amor; assim
como também eu tenho guardado os mandamentos de meu Pai e no seu amor
permaneço”.
Jesus obedeceu ao propósito de Deus e reconhecia que tudo o que tinha veio de Deus,
pois “aquilo que meu Pai me deu é maior do que tudo; e da mão do Pai ninguém pode
arrebatar” (Lucas 10.29). Além disso, Jesus sabia que tinham uma missão e que “este
mandato recebi de meu Pai” (João 10.18). Por isso trabalhava o tempo todo em prol deste
objetivo (João 5.17) testemunhando a respeito de Deus (João 10.25).
A obediência de Jesus foi sacrificial, ao ponto de entregar sua vida pela humanidade, “a
si mesmo se humilhou, tornando-se obediente até a morte e morte de cruz” (Filipenses
2.8). Contudo fez isso tão somente porque foi a ordem de Deus. O Exemplo de Jesus
como Filho de Deus serve para nós como filhos, também de Deus e dos nossos pais
terrenos, que devemos obedecer até o fim (Efésios 6.2).
Filhos: obedeçam aos seus pais como Jesus ensinou!

3- Pai e Filho juntos:


João 14.20 “Naquele dia, vós conhecereis que eu estou em meu Pai, e vós, em mim, e eu,
em vós”.
A união entre o Pai e o Filho era tão intensa que quando “lhe perguntaram: Onde está
teu Pai? Respondeu Jesus: Não me conheceis a mim nem a meu Pai; se conhecêsseis a
mim, também conheceríeis a meu Pai” (João 8.19). Jesus revelou a pessoa do Pai aqui na
terra mostrando “que é o resplendor da glória e a expressão exata do seu Ser” (Hebreus
1.3).
Jesus estava sempre em oração passando momentos preciosos junto com seu Pai
Celestial. Tinha certeza de que esta era a melhor forma de se relacionar com Deus e que
poderia pedir o que quisesse em oração (Mateus 26.53). Nas suas horas mais difíceis se
dedicou mais ainda para estar em comunhão através da oração submetendo-se à vontade
Divina (Mateus 26.39 e 42).
O intenso diálogo de Jesus com seu Pai celestial nos mostra que a comunicação é
indispensável na relação entre pais e filhos. Quanto mais estiverem juntos e aproveitarem
ao máximo o tempo que passam em família, mais sua comunhão se fortalece.
Pais e filhos: cultivem um relacionamento de comunhão!

Deus quer fazer parte de sua família!


-CONCLUSÃO: João 14.23 “Respondeu Jesus: Se alguém me ama, guardará a
minha palavra; e meu Pai o amará, e viremos para ele e faremos nele morada”.
A parte de Deus no seu relacionamento paternal foi abençoar seu Filho Jesus, enquanto
este deveria apenas obedecer ao Senhor e juntos estarem sempre em comunhão.
Como filhos de Deus, sabemos que o Senhor nos abençoa e que devemos ser
obedientes a Deus. Também precisamos ter um relacionamento com o Senhor através da
oração (João 14.13).
Quanto a nossos pais terrenos, precisamos aprender que o papel do pai é abençoar
seus filhos e o papel dos filhos é obedecer aos pais. Juntos, pais e filhos devem cultivar
um relacionamento de comunhão e amor a cada dia. O pai e o filho devem olhar um para o
outro com amor e ambos fixar os olhos em Deus como seu Pai Celestial.

Pai e filhos têm papéis especiais na família!