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O SOFRIMENTO ENTRA NA NOSSA VIDA PARA APRENDERMOS A CONFIAR EM DEUS

"Embora ele me mate, ainda confio nele"1 Jó 13.15


Para falar sobre sofrimento nada melhor do que a história de Jó. Em Jó 3.1-3,10,11 vemos Jó
desejando não ter nascido. O “Por que” disso estava no fato de Deus conceder a Satanás permissão
para destruir todos os bens e filhos de Jó (1.13-22), e por Satanás ter afligido a Jó com tumores
malignos desde a planta do pé até o alto da cabeça (2.7-10). O mais estranho nessa breve história é
que, em meio a todo esse sofrimento, ao menos três vezes Deus testificou da maturidade espiritual ou
da perfeição de Seu servo Jó, dizendo: “Ele era íntegro e correto, temia a Deus e se mantinha
afastado do mal.” (1.1,8 e 2.3). Mas Jó, apesar de não blasfemar a Deus em meio ao sofrimento, não
resistiu e desejou não ter nascido, a passar por tudo isso.

Talvez (e bem provável) você, diante de algum sofrimento, já se questionou: “Por que eu? Por que
agora? Por que as pessoas boas sofrem?

O sofrimento, muitas vezes, é um teste e um desafio para nossa fé no amor de Deus. Às vezes é a
morte de alguém que amamos, ou uma doença grave na família, ou ainda a perda de um emprego.
Nada prova nossa confiança em Deus mais do que sofrimentos e provações. Deus quer nossa
confiança, mais do que Ele quer nosso entendimento. No final do dia, o problema do sofrimento não
é o problema do sofrimento, é o problema da fé. É o problema de acreditar. É o problema de confiar
em Deus mesmo quando as luzes se apagam. E Deus vai trabalhar em nós até o ponto em que podemos
dizer: "Embora ele me mate, ainda confio nele" (Jó 13.15).

Pai, ajude-me a confiar em Ti em todas as circunstâncias, mesmo naquelas que me são dolorosas e
difíceis de passar. E, se eu não entender o “por que”, mesmo assim eu quero continuar acreditando
em Ti. Amém!

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O texto deste versículo é incerto e pode ser traduzido de duas maneiras: “Ele me matará; espero por ele” (i.e., “não
tenho esperança”); ou, “Ainda que ele me mate, não me deterei”. Qualquer que seja o caso, o sentido geral é claro: o
medo da morte não impedira Jó de dizer a Deus que era inocente (Bíblia Anotada - Charles C. Ryrie).
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