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Introdução

Para obtermos conhecimento na área da psicologia é necessário saber seus


fundamentos e raízes. Conhecer como cada filosofo e suas teorias foram importantes
para que a psicologia tornasse ciência. Vamos então aprender de forma cronológica
como ocorreu a sua história: Idade antiga, Média, Moderna e Contemporânea.
Dividindo a primeira fase como filosófica ou pré-científica e a segunda como cientifica.
A Idade antiga e média teve a sua raiz filosófica, onde foram divididos em três
períodos: cosmológico, o antropocêntrico e o teocêntrico. Já a Idade moderna até
quase cientifica, foi um período mais conciso e objetivo. E foi favorecido por outras
ciências desenvolvidas.
No período pré-científico a psicologia começou a desenvolver como uma
ciência autônoma. A corrente cientifica mostra como a ciência foi importante nesse
processo E a corrente filosófica é composta por três tendências: o empirismo,
associacionismo e o materialismo. Cada uma dessas tendências forneceram bases
para a emancipação da psicologia. Todas essas fases, pensamentos e teorias
filosóficas formaram as raízes da psicologia pré-científica.
A fase cientifica teve duas etapas: A cientifica com Fechener e o estudo através
da psicofísica. E das escolas psicológicas no século XX com Wundt e o seu primeiro
laboratório da psicologia experimental. Surgindo assim as suas cinco tendências: o
estruturalismo, o funcionalismo, o behaviorismo, a gestalt e a psicanalise.
PARTE 1
A PSICOLOGIA FILOSOFICA
OU PRÉ-CIENTIFICA

Período Cosmológico

Na Grécia, os filósofos queriam explicar de que era feito o cosmo. E o que regia
o nosso universo, para que pudéssemos compreender o mundo. Procurando um
elemento simples que desse origem aos homens, planetas, animais e estrelas.
Tales de Mileto encontrou na água o elemento que poderia ser a substância
essencial para a origem do universo. E o Heráclito já acreditava que o elemento seria
o fogo. Porém de acordo com os estudo de Anaxágoras, não tinha um elemento único.
Mas ele admitia que existia vários elementos que dariam origens para todas as coisas.
Pitágoras encontra nos números o elemento estável, identificando no universo algo
imaterial e dando o primeiro passo para a psicologia.
Demócrito foi o último elementista e dizia que o universo era composto de
átomos e que o homem era composto de átomos do corpo e átomos da alma. Ele
considerava que tudo que o homem fazia e seus comportamentos eram determinado
por agentes externos. Desenvolveu então a psicologia materialista.

Período Antropocêntrica da Antiguidade

As especulações sobre o mundo deixaram os objetos e foram voltadas para o


homem por isso o nome antropocêntrico. Vieram então os Sofistas.
Os Sofistas eram pensadores sábios que eram pagos para formar os cidadãos.
Eles ensinavam principalmente a arte de falar bem – retorica. Para eles o homem
jamais saberia de todas as coisas. Todo o conhecimento seria subjetivo.
Nesse período surgiram os filósofos mais clássicos. Um deles era Sócrates.
Que muitas vezes era confundido com os sofistas.
Sócrates também era dedicado a educação, porem para ele não existia alguém
que saberia de tudo. E ironizava os Sofistas, pois acreditava que o conhecimento
podia ser adquirido do próprio eu. Para ele a filosofia é a moral do homem. Pois se
sabemos o que é bom e praticarmos, não erraríamos. E a maldade era a ignorância
do saber. Dessa maneira Sócrates ensinava através de um diálogo, fazendo que as
pessoas procurassem dentro delas mesmas as respostas que procuravam. Dando o
nome desse método de maiêutica.
Platão foi um dos discípulos de Sócrates, ele acreditava que o homem antes
de encarnar, recebia o conhecimento do mundo das ideias. Esse mundo era perfeito,
eterno e imutável e existia independentemente da existência do homem, mas o
conhecimento inato seria apagado da sua mente. Ficaria então uma cópia imperfeita
desse mundo ideal. No qual ele teria novamente o conhecimento através das
experiências e sentidos.
Para Platão o homem seria dividido em corpo e mente, sendo que eles teriam
valores opostos. Para ele existia três categorias de homem de acordo com a sua
faculdade da alma. Sendo elas os Servos, Soldados e Intelectuais. Essa seleção era
dada através do conhecimento de cada homem. Quanto mais sábio, menos se
trabalhava com as mãos. Surgiram então as duas primeiras correntes filosóficas: a da
essência (como o homem deve ser) e da existência (como o homem realmente é).
Aristóteles era discípulo de Platão e também seu opositor. Para ele a criança
ao nascer, era considerado uma tabula rasa. Que o seu conhecimento era adquirido
com as experiências vividas. Já para ele mente x corpo eram indivisíveis. Sendo a
alma responsável por dar vida ao corpo. Aristóteles foi o primeiro a escrever um livro
sobre a mente humana, sentidos e sensações. Para a psicologia o mais importante foi
quando ele escreveu sobre a memória, e como adquirimos conhecimento através do
raciocínio e da intuição.
Nos últimos séculos da Idade Antiga, o estoicismo seguia a linha da pedagogia
da essência. Pregava que a virtude era o único bem e o vício o único mal. E o
epicurismo valorizava a natureza do homem. Era preciso viver sem ambições e nem
projetos, e os maiores prazeres eram os do espirito.
Esse período foi importante por desenvolver questões como nativismo x
empirismo, corpo x alma, memoria x associacionismo, filosofia e pedagogia da
essência e da existência. E assim foram conduzindo até a emancipação da psicologia
com a filosofia.

Período Teocêntrico

Foi o período onde Deus passou a ser a existência de vida para todos. E teve
dois momentos importantes: da patrística e da escolástica. Porem após o final da
idade média, a filosofia cristã foi perdendo as forças. Mas, permanece até hoje forte
em todos os ramos níveis sociais.
Na Patrística, o Santo Agostinho afirma que a criação saiu do nada. Sendo
Deus um modelador e não criador pois por ele toda criação tinha a sua matéria
primitiva e incriada.
E na Escolástica, Santo Tomás de Aquino era seguidor de Aristóteles. Busca
unir o saber com a fé cristã e com a sagrada escritura. E para ele todo o conhecimento
era adquirido com as experiências e sensações. Dando a importância a existência de
um professor e aluno. Os estudos dos escolásticos não trouxeram muita importância
para a psicologia pois não tinham valor cientifico, apenas deduções filosóficas.

Período pré-científico propriamente dito

Nesse período no início da idade moderna houve várias mudanças. Novamente


o antropocentrismo volta a prevalecer. E essa época foi marcada pelo Renascimento.
Pois houve mudanças em vários setores, como no religioso, geográfico, plano
espiritual, nas ciências, entre outros. Houve revolução tanto nos métodos de estudos
como nos conteúdos.
Foi também nessa época que a psicologia dava os primeiros passos para se
tornar ciências e deixar de ser essencialmente filosófica. Unindo a ciência e a filosofia.
Tornando a psicologia cientifica.
Fonte ou raiz cientifica

A ciência chegou a Idade Moderna num estágio bem primitivo. Porem foi
através de seus estudos que obtínhamos respostas mais certas. Pois eram feitas
pesquisas através de experimentos. Sendo a maior parte das pesquisas realizadas
em laboratórios. Novamente o método elementista e atomista foram importantes para
que os pesquisadores pudessem achar uma organização para cada pesquisa.
A astronomia, a física, a química e a biologia foram as ciências mais
importantes. Porem a fisiologia e a anatomia foram as que mais ajudaram no
desenvolvimento da psicologia. Com essas ciências foram possíveis estabelecer
relação entre mente x corpo, físico x psíquico, material e imaterial. Pesquisando
também os reflexos e reflexos condicionados.
Foi possível conhecer o sistema nervoso, seus elementos e suas funções.
Dando ao cérebro uma grande importância, pois visto que ele é responsável pelas
sensações, movimentos entre outros. A psicofísica tentou determinar o tempo gasto
entre um estimulo e uma resposta. Sendo utilizado esses métodos até hoje, como por
exemplo em testes vocacionais.
A estatística também colaborou com a ciência, pois foi com as comparações
dos dados observados que se pode ter uma resposta mais confiável.

Fonte ou raiz filosófica

A raiz filosófica também teve a sua importância para que a psicologia torna-se
ciência. Nela teve os três momentos distintos: o empirismo crítico, o associacionismo
e o materialismo.
Os filósofos do empirismo critico também procuravam respostas de como era
feito o mundo. O empirismo faz o caminho oposto do racionalismo.
Rene Descartes foi um dos primeiros filósofos da psicologia pré-científica. Ele
contribuiu para a emancipação dogmática. Descartes duvidava de tudo, e isso faria
que suas dúvidas fossem usadas em suas pesquisas como ponto de partida. Ele
identificou que o material (físico) e o imaterial (mente) eram distintos. Porem a mente
poderia influenciar o corpo (mecânico), pois os dois estabeleceriam uma conexão
através da Glândula Pineal. A mente consistia em atividades especificas e também
com a interação do corpo.
Para Descartes todas as ideias seriam frutos das experiências, com exceção
das ideias matemáticas e religiosas, essas seriam inatas. Por ele acreditar tanto nas
ideias inatas como nas ideias adquiridas, ele se mantem entre os nativistas e
empiristas.
Para Thomas Hobbes a filosofia é o conhecimento de casas e efeitos. Para ele
o conhecimento era o resultado das experiências sensíveis. Thomas acredita que o
homem está em constate busca do prazer, e que o egoísmo faz parte da natureza
humana. Ele associa o amor com o prazer e o ódio ao desprazer. Acreditava que o
homem era movido pela sede, fome, medo e amor próprio. Foi ele que deu princípio
a psicanalise, diversas teorias da aprendizagem e precursor da psicologia do ato.
Jhon Locke seguia o mesmo pensamento de Aristóteles. Para ele toda criança
ao nascer era como um papel e branco. Que ia adquirindo conhecimento através das
experiências ou pela reflexão. A percepção seria o resultado dos estímulos externos,
sendo então a percepção e a sensação a base do conhecimento. Ele dividia as ideias
simples (forma, cor) e as ideias complexas (junção das ideias simples). Jhon Locke
começa a estudar a estrutura do crânio atrás de resposta de como era adquirido o
conhecimento fisicamente. Porem acredita-se que esse estudo foi feito através da
observação.
Ele foi completamente empirista, pois para ele nem a ideia de Deus seria inato.
É considerado o precursor do estruturalismo psicológico, pelo estudo da função
corporal com a função mental.
George Berkley tem o pensamento muito parecido com o de Lock. Afirma que
as ideias primarias e secundarias eram resultado das experiências. Porém, diferente
de Lock, ele nega a existência de uma substancia material. Acreditando que há um
núcleo de substancia material no mundo exterior. Berkley buscava em Deus a causa
para a existência do mundo.
Já David Hume, era homem cético. Defendia que só poderia existir aquilo que
era percebido (visto, sentido). Duvidando inclusive da existência de Deus. Ele
questiona a lei da causa x efeito. Pois para a ele a causa tem que ter uma conexão
necessária que ele não encontra para justificar.
Gottfried Lebiniz acredita que o mundo era formado por uma grande quantidade
de elementos simples ou átomos auto-suficientes e independentes – mônadas,
inclusive o corpo humano. Admitiu que as sensações tinham vários níveis, o mais alto
tinha várias sensações acumulativas. Diz ainda que toda percepção depende de
memória e atenção. A menor ou insensível percepção pode ter uma importância mais
significativa que imaginamos. Levando essa percepção para o inconsciente. Sendo o
inconsciente o ponto principal da psicanalise. Ele reformula a respeito das ideias
inatas, para ele a mente seria como um mármore com nervura, ou seja, ideias não
completas.
Emanuel Kant é um fenomenologista. Ele fala que não podemos conhecer a
natureza, nem o homem, e que seria impossível conhecer a alma como ela realmente
é. Seria possível ter conhecimento apenas através dos fenômenos. Acredita-se que
o homem não é só razão pura, mas também pratica. Para ele o conhecimento tem que
ser empírico. Apesar que o conhecimento empírico não tem a facilidade de se reduzir
para chegar a exatidão.
Johann Herbart foi sucessor de Kant. Ele estudou a inibição das ideias. As
vezes as ideias são fortes, e se mentem no nosso consciente. Porém, existem ideias
mais fracas em determinado momento. Podendo ser por causa as vezes do
emocional. Essas seriam então enviadas para o subconsciente. Assim a nossa vida
mental tem essas trocas de ideias. Prevalecendo sempre as mais fortes e intensas.
Para Herbart colaborou para que a psicologia fosse quantitativa e experimental.
E foi um dos primeiros a estender a psicologia no campo educacional através da
psicologia aplicada.
Christian Wolf afirma que o conhecimento não era obtida somente pelas
sensações e sim pelo conhecimento racional. Ele contribuiu para a psicologia empírica
e racional.
O Associacionismo britânico

Dentro da psicologia experimental, encontra-se o associacionismo. Onde as


ideias simples, quando unidas se tornam algo mais complexo. Ou podemos associar
algo com outra ideia que nos faz lembrar através dessa ideia inicial. As sensações e
percepções que nos fazem sentidos nesses elementos
David Hartley afirma que se unirmos as ideias simples podemos construir uma
ideia complexa. Podendo ser ela simultânea ou sucessiva. Sendo o sistema nervoso
e o cérebro a base dessas ideias. E quanto mais frequente essas associações, se
tornara mais estável e duradoura. Ex: Toda vez que vemos um clarão no céu,
esperamos pelo trovão. Para Hartley mente e corpo também não são uma coisa só,
porem um influencia o outro.
James Mill foi um elementista, onde falava que todo ser pensante era formado
com a soma das ideias e dos elementos. Formando assim a ideia que a mente seria
uma máquina.
Apesar de elementista como seu pai, John Stuart Miil, acreditava que as ideias
compostas poderiam resultar em ideias novas. Como por exemplo duas moléculas de
hidrogênio somado a uma de oxigênio resultaria na agua. Dando então a importância
a psicologia experimental.
Para Herbert Spencer a ideia da associação se for algo que se repita com uma
alta frequência, irá se passar por gerações. Fazendo então que essas associação seja
resultado de uma resposta para cada estimulo. Se tornando essas inatas.
Charles Darwin acreditava que a natureza, animais e o homem era resultados
da evolução da espécie. Sendo os mais simples o que dava origem as mais
complexas. E que só sobrevivem aqueles que saberiam se adaptar ao ambiente.
Alexander Bain publicou livros sobre o sistema nervoso. Nesses livros e fala
sobre a associação: contiguidade, semelhança e vontade. Foi o primeiro a publicar
um livro de psicologia em inglês.

Tendências isoladas da época

Franz Brentano criou a psicologia do ato, dizendo que o fenômeno psíquico se


constitui com a atividade e não como o conteúdo. Defendeu a proposta de um método
empírico nos estudos dos fenômenos psíquicos não experimental. A psicologia do ato
foi precursora na escola da Gestalt.

Escola fenomenológica

Carl Stumpf e Edmund Husserl eram rivais de Wundt e ligados a Bretano.


Fenomenologia era os estudos dos fenômenos psíquicos. Também contribuiu para a
Gestalt assim como a psicologia do ato. Pois também tratou das funções da mente,
influenciando o funcionalismo.
Escola romântica e naturalista

Até então os estudos anteriores tinha chegado à conclusão que o homem seria
racional e intelectual. Porém, para Jean Jacques Rousseau o homem era somente
emocional. E o seu lado romântico é levado em consideração até hoje na psicologia.
Influenciou também a educação através do naturalismo, E dizia que tudo nas mãos
do criador era perfeito e nas mãos do homem se destruía.

PARTE II
O DESABROCHAR DA
PSICOLOGIA CIENTIFICA

Os pioneiros e o pai da psicologia cientifica

Na segunda metade do século XIX na Alemanha, dois filósofos foram


importantes no nascimento da psicologia sendo eles Fechener e Wundt. E assim
disputam o título de pai da psicologia cientifica. Porem cada um teve uma contribuição.
Fechener escreveu o livro ‘’Elementos da Psicofísica’’ e foi um grande
acontecimento pra história. Ele queria encontrar a relação entre corpo e mente então
fez diversas experiências utilizando os métodos científicos para ter uma resposta
exata. E chegou à conclusão que os dois agiriam em paralelo. Fechener achava que
de acordo com os estímulos recebidos (aumentando ou diminuído) as sensações
poderiam ser testadas. Esse método foi chamado de psicofísico e até hoje é um dos
melhores instrumentos de pesquisa da psicologia.
Wundt também publicou um livro ‘’Elementos da Psicologia Fisiólogica’’. E foi o
fundador do primeiro laboratório de pesquisas psicológicas. Fazendo então a
afirmação da psicologia como ciência autônoma e experimental. Em seu livro ele une
as tendências cientificas e fisiológicas, estruturando então a psicologia. Tornando a
psicologia o estudo da consciência e dos fatos conscientes. Deixando de ser o estudo
somente da mente e da alma. Utilizou em seu laboratório a observação,
experimentação e a quantificação. Limitava os estudos em sensações e associações.
Wundt era elementista, assuncionista e empirista que usou também o
materialismo cientifico nas suas pesquisas entre o psíquico e o fisiológico entre mente
x corpo.

A ESTRUTURAÇÃO DA PSICOLOGIA
NO SECULO XX: ESCOLAS
PSICOLOGICAS

Após a estruturação de Wundt, surgiram as escolas psicológicas sendo elas o


Estruturalismo, o Funcionalismo, o Behaviorismo, a Gestalt e a Psicanalise. Cada uma
delas tinham um método que desenvolviam as suas atividades. Porém, podia
encontrar alguns pontos comuns e opostos entre elas.
O estruturalismo

O estruturalismo define a psicologia como ciência da consciência ou da mente


e tem Edward Bradford Titchener como o representante. Ele considera que os
elementos ou as unidades como as sensações, as imagens, as afeiçoes e os
sentimentos formam o conteúdo da mente. Ele também acredita que mente e corpo
agem de forma paralela.
O estruturalismo é um sistema elementista, atomista e associacionista. Porém
não teve muitos seguidores e foi muito criticado. Mas foi importante pois fez a
transição da filosofia mental para psicologia cientifica. E teve um seguimento maior na
área antropologia.

O funcionalismo

Para o funcionalismo a mente seria destinada a se a adaptar e resolver


problemas. Dewey dizia que a atividade psicológica não podia ser dividida, era um
todo. E que a mente e o corpo são unidos pelo aspecto físico e psíquico. Pois o
estimulo era recebido, percebido pelo organismo, no qual enviaria uma resposta. E
não existira estimulo sem resposta ou vice-versa. Dando o nome do condicionamento
como arco reflexo.
Dewey deu impulso na psicologia aplicada onde é utilizado na educação, no
trabalho, com adolescentes entre outros. Influenciando os estudos pedagógicos.
James R. Angell dá mais corpo e estrutura para os princípios de Dewey. E
diferencia o funcionalismo como estudo de ‘’como’’ atua a consciência. Definindo o
juízo, o raciocínio a vontade... como função da consciência. E assim o organismo de
adaptaria ao meio ambiente.
Harvey Carr aprofunda ainda mais os princípios do funcionalismo. E conclui que
o objeto da psicologia e a atividade da mente. A percepção, sensação, imaginação...
ajudam a organizar o nosso conhecimento. E assim o psicofísico nos ajuda na
adaptação no meio ambiente. Com base na observação e introspecção Carr da
importância aos estudos da sociedade.
A educação, a Gestalt e o Behaviorismo são influenciados com o funcionalismo
mesmo após o seu fim.

O behaviorismo

Conhecida como a psicologia do comportamento, foi uma escola mais voltada


para a área da educação. Thonrndike, através de um rigoroso sistema, observou a
conduta animal. Chegou a conclusão que na área da educação e da aprendizagem,
que o ato satisfatório é gravado e o insatisfatório é eliminado. Sendo então
denominado como a lei do efeito. E que a recompensa traz mais resultado que o
castigo,
Waston foi quem denominou o behaviorismo, baseou os seus estudos através
da psicologia animal. Já que no homem, não poderia fazer certos experimentos para
não causar problema para o indivíduo. Para ele, o homem não tem conhecimento
inato. Todo o conhecimento seria resultado do ambiente e suas circunstâncias, sendo
assim todos os homens nasceriam iguais.
O Ivan Pavlov foi um russo que estudou sobre o reflexo condicionado. Onde o
estimulo incorporado sem nenhuma importância, tornou-se uma resposta reflexa do
condicionamento. E essa descoberta foi utilizada na psicologia comportamental. Pois,
a partir daí foi observado a origem dos reflexos e das respectivas associações e
conexões. Atentando-se para os órgãos dos sentidos, músculos, glândulas e sistema
nervoso.
O neobehaviorismo teve como destaque o Skinner, onde ele deu continuidade
nos estudos de Pavlov no reflexo involuntário. Também teve a sua psicologia voltada
para a educação, meio social e trabalhista. Rejeita toda a subjetividade e da ênfase a
observação do comportamento. Skinner acrescenta ainda que o condicionamento
controlado poderia resultar em um reflexo já previsível.
Robert Gagné, acrescenta particularidades nos estudos de Pavlov, dando
também ênfase nas condições internas não observáveis, subjetivas do organismo. Ele
estabelece oito fases do processo de aprendizagem. E afirma que mesmo a
comunicação oral tendo uma grande contribuição na aprendizagem, a tecnologia
também pode ser uma boa aliada na educação.

A gestalt

É conhecido como o estudo da percepção. Whwetheimer estudou a percepção


de dois ou mais objetos em movimento. Percebeu que o estimulo, embora
descontinuo resultaria em algo de percepção continua. Como por exemplos várias
notas musicais unidas se tornaria uma melodia. Dando a perceber o todo e não um
conjunto de elementos.
Além da percepção, foi estudado a aprendizagem, a memória e as reações
motoras. O aprender, raciocinar, agir, e etc. não formam um conglomerado sem
sentido, são organizados de dentro para fora e são significativos. Para a gestalt, não
se educa somente o físico ou somente o psíquico, o homem é uma totalidade, unindo
mente e corpo.
O estudo da figura e fundo foram importantes para a educação e para a
psicanalise. Pois, pode analisar através da percepção qual a importância que cada
um dá aos fatos naquele momento.
Teve a sua importancia na área da psicologia cognitiva. E a partir dos estudos
de Lewin, pode-se observar o comportamento individual em uma dinâmica em grupo.
Onde contribuiu na elaboração da motivação, aprendizagem, da personalidade, da
psicologia infantil e psicologia social.

A psicanalise

Foi a escola que mais se distanciou das outras escolas. Pois o objeto das suas
investigações eram as pessoas com perturbações mentais, sendo elas as mulheres
histéricas. Freud começou o estudos com o efeito da hipnose junto com o Joseph
Breuer. E através da hipnose os sintomas iam diminuindo. Porém Freud abandonou o
método da hipnose e começou coma conversação.
Ao conversar com as pessoas os traumas que antes foram esquecidos,
retornava novamente a lembrança. E através da conversação, o paciente falava de
seus traumas, sonhos e recalques, desejos reprimidos e espontaneamente os
traumas viam à tona e eram identificados como a causa de suas neuroses. Sendo
então uma vez identificado, as neuroses desapareciam.
Freud estuda a importância da infância do indivíduo na formação do seu
caráter, da angustia e das neuroses. O inconsciente foi a grande descoberta
freudiana. O inconsciente está abaixo do limiar da consciência. Pois a vida psíquica é
dividida em consciente, subconsciente e inconsciente. Sendo o inconsciente
responsável por condutas inexplicáveis.
O ponto mais combatido foi a sua afirmação de que os atos humanos, bem
como os pensamentos, são motivados por uma força motora, instintiva e fundamental
que é o libido. A área de manifestação da libido desloca-se, no decorrer da vida. As
fases são elas: oral, anal, fálica e latência. A psicanalise é elementista, e não
experimental. Pois faz busca nos elementos que causam a neurose.
Para Alfred Aldler, o indivíduo desde cedo precisa sentir-se integrado a uma
comunidade e interessar-se pelo sem bem, procurando harmonizar os seus interesses
com os do grupo. Sendo fundamental a relação com a família para o ajuste do
equilíbrio emocional.
Ao contrário de Freud, Carl Gustav deu menos importância para o aspecto
sexual. Para ele era somente uma energia vital. E não dava ênfase para o passado e
sim para o presente e o futuro do indivíduo. O sistema de Jung foi chamado de
psicologia analítica ou complexa.
A psicanalise exerceu grande importância em todos os setores e nos dias de
hoje, compõem o quadro da psicologia clínica.

Referências:

Freire, Izabel Ribeiro. Raízes da Psicologia 5º ed.


Brasil, Vozes, 2001