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Guia De Desfralde Para Criancas Com Autismo

Índice
APRENDER A IR À CASA DE BANHO ............................................................................................................. 3

NUNCA DESISTA! ............................................................................................................................................... 5

POR ONDE COMEÇO? ...................................................................................................................................... 6

PONTOS RÁPIDOS A PRATICAR… ................................................................................................................ 8

DICAS PARA AUMENTAR O SUCESSO NA UTILIZAÇÃO DA CASA DE BANHO! ................................ 9

CRIAR O PLANO DE CASA DE BANHO DA SUA CRIANÇA ...................................................................... 11

PERGUNTAS FREQUENTES DOS PAIS (FAQS) .......................................................................................... 12

APÊNDICE 2: EXEMPLO DE PROGRAMAÇÃO VISUAL ............................................................................ 14

REFERÊNCIAS ................................................................................................................................................... 16

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Guia De Desfralde Para Criancas Com Autismo

Aprender a ir à casa de banho


Aprender a ir à casa de banho pode representar um grande desafio para crianças
com Perturbações do Espetro do Autismo (PEA).
Existem, na verdade, múltiplas razões que podem justificar os atrasos na aquisição
desta tarefa tão importante para a autonomia e independência da sua criança.
A maioria das crianças com PEA aprende a urinar e a defecar na casa de banho
mais tarde do que outras crianças (Tsai, Stewart, & August, 1981).
Cada criança é um individuo diferente, e cada criança com Autismo é
naturalmente, diferente. Contudo várias crianças com PEA apresentam problemas
relativamente comuns e que podem dificultar o uso da casa de banho. Conhecer
estes problemas pode ajudá-l@ a delinear formas diferentes de satisfazer as
necessidades da sua criança.
Aqui ficam alguns tipos de problemas a considerar:

Físicos: poderão existir razões físicas ou médicas que justifiquem as dificuldades


sentidas na casa de banho (p. ex. Infeções urinárias ou de outro tipo e que estão
sub-diagnosticadas. Discuta estas questões com o pediatra da criança.

Idioma: crianças com PEA têm dificuldade na compreensão e utilização da


linguagem. Não espere que uma criança com autismo peça para ir à casa de
banho;

Vestir: algumas crianças com PEA têm dificuldade a puxar ou subir as suas calças,
o que não permite que se tornem independentes;

Medos: algumas crianças com PEA têm medo de se sentar em sanitas ou ouvir o
autoclismo. Estes “medos” podem indicar uma grande sensibilidade e reatividade
aos sons inesperados e com certas frequências;

Pistas do corpo: algumas crianças com PEA podem não estar conscientes de que
eles precisam de ir à casa de banho ou de que suas roupas estão molhadas ou
sujas. Isto dá-se normalmente por ineficiência dos sistemas interocetivo e tátil e
pode também estar na base da falta de apetite da sua criança, porque o seu
sistema “interno” não informa o cérebro das necessidades básicas;

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Necessidade de uniformidade (rotina): muitas crianças com autismo já possuem


as suas próprias formas de urinar e defecar (na fralda normalmente). Aprender
novas maneiras de ir à casa de banho pode ser difícil;

Utilizar diferentes casas de banho: algumas crianças com PEA aprendem uma
rotina de casa de banho na sua residência na escola, mas têm dificuldades em
fazê-lo noutros locais, como em casas de banho públicas, devido às suas
dificuldades de generalização. Para algumas crianças basta mudarmos o contexto
para que elas achem que já estamos perante uma atividade completamente
diferente.

"É uma maratona, não uma corrida."

- Gary Heffner

Um estudo de Dalrymple and Ruble (1992) descobriu que, em média,


crianças com PEA necessitam de 1.6 anos para aprenderem a ir à
casa de banho, permanecendo durante o dia e, por vezes, mais de 2
anos para conseguirem ter controlo esfincteriano.

Poderá ser um percurso de alguns anos, mas vale a pena esperar por
uma vida em que ir à casa de banho representa uma tarefa
independente!

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NUNCA DESISTA!
As ideias presentes neste PDF poderão ajudar na aprendizagem de crianças,
adolescentes e adultos com PEA, no que concerne às competências de utilização
da casa de banho. Apesar de os problemas supracitados poderem fazer com que
tenha dúvidas sobre a capacidade em fazer esta aprendizagem, trata-se de algo
que está ao seu alcance! Existe sempre alguma coisa que as crianças com autismo
podem fazer para se tornarem mais independentes na casa de banho. Só precisa
de ter em mente que as dicas de treino, usadas para crianças que tipicamente se
encontram numa fase de desenvolvimento, muitas vezes necessitam de ser
alteradas para aquelas que têm Autismo.

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POR ONDE COMEÇO?


O “Treino de ida ao pote” ou o “Treino de calendário” auxilia na aprendizagem de
competências de utilização da casa de banho por parte das crianças, sem
sobrecarregá-las com outras exigências. Os adultos definem o calendário e
ajudam a treinar o corpo da criança para que esta o siga.

◉ Sentar 6 vezes. Estabeleça um objetivo de ir 6 vezes à sanita, idealmente


respeitando o ritmo padrão da criança. Inicialmente, a ida será curta (menos
de 5 segundos por ida), com uma ida mais longa todos os dias para trabalhar
a defecação. Ao longo do tempo, as idas à casa de banho podem ser
maiores (por exemplo, até 10 minutos). Configure um cronómetro (quanto
mais visual melhor) para informar a sua criança sobre quando ela deve sair
da sanita. A criança também tem autorização para levantar-se
imediatamente da sanita se ele/ela urinar ou defecar. Os meninos são
ensinados a sentarem-se na sanita para urinarem até que consigam defecar
regularmente.

◉ Não Peça. Diga. Não espere que a criança lhe diga quando precisa de usar
a casa de banho ou tenha a expetativa de ouvir “sim” quando ela lhe
pergunta se quer ir. Diga que está na hora de ir à casa de banho.

◉ Calendário. Faça com que as idas à casa de banho sejam parte do seu dia-
a-dia. Agende as idas à casa de banho como parte da sua rotina habitual.
Mantenha-se fiel a esses mesmos períodos ou às mesmas atividades
diárias. (Muitas crianças com autismo respondem melhor ao desfralde na
escola exatamente por causa da rotina estabelecida)

◉ Comunique. Utilize as mesmas palavras simples, sinais ou imagens a cada


ida. Isto ajuda a criança a aprender a linguagem da casa de banho.

◉ Seja Persistente. Diz-se que são necessárias 3 semanas para constituir um


hábito. Após delinear a rotina e os métodos, continue a trabalhar no mesmo
objetivo durante, pelo menos, 3 semanas.

◉ Faça um Calendário Visual. As imagens podem ajudar a sua criança a saber


o que esperar durante as idas à casa de banho (ver Anexo 2: Exemplo de
Programação Visual). Tire fotos de itens na sua casa de banho (por exemplo,
sanita, papel higiénico). Coloque as fotos por ordem num pedaço de papel
para mostrar à sua criança cada passo envolvido numa ida à casa de banho.
Existem também alguns sites com fotos relacionadas com casas de banho,
que poderá imprimir. Se a sua criança ainda não compreende as imagens,
pode mostrar-lhe objetos reais (por exemplo, um rolo de papel higiénico)
para cada etapa.

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Guia De Desfralde Para Criancas Com Autismo

◉ Identifique Recompensas. Faça uma lista das coisas favoritas da sua


criança, como alimentos, brinquedos e vídeos. Pense naqueles que serão
mais fáceis de dar à sua criança quando ele/ela estiver a urinar ou a defecar
na casa de banho. Um pequeno item alimentar (por exemplo, uma peça de
fruta, uma bolacha, uma pepita de chocolate), muitas vezes funciona bem.
Além de dar uma recompensa por “ir” à casa de banho, também pode dar à
sua criança tempo para fazer uma das suas atividades favoritas (por
exemplo, ver um vídeo, jogar com um brinquedo) após a uma ida à casa de
banho.

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Pontos Rápidos a Praticar…


 Seja solidário. Utilize uma linguagem positiva e de incentivo sempre que
estiver a conversar com a criança sobre ir à casa de banho.
 Elogie o esforço e a cooperação da criança, não importa quão grande ou
pequena.
 Mantenha-se calm@ e “realista” quando estiver a ensinar a criança a ir à casa
de banho.
 Mantenha-se fiel a um calendário. Defina um período durante o qual ir à
casa de banho será feito em casa e no exterior.
 Recorra às mesmas palavras sobre ir à casa de banho.
 Garanta que todos estão a usar o mesmo plano. Converse com outras
pessoas que trabalham com a sua criança. Partilhe com elas o plano de ir à
casa de banho e peça que obedeçam à mesma rotina e linguagem.

A Chave para o Sucesso: Manter a linguagem simples e manter as


mesmas rotinas de utilização da casa de banho.

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DICAS PARA AUMENTAR O SUCESSO NA UTILIZAÇÃO DA


CASA DE BANHO!
Durante 3 dias “típicos”, documente a rotina da sua criança. Para ajudá-l@ a anotar
o programa de idas à casa de banho da sua criança, registe o tempo entre o
momento em que ela bebe líquidos e quando fica molhada. Verificar
frequentemente a fralda da sua criança para ver se ela está molhada (por exemplo,
a cada 15 minutos) irá ajudá-l@ a decidir os momentos em que deve agendar as
idas à casa de banho.
Tenha em consideração a dieta da sua criança. Alterações dietéticas, como
aumentar os fluidos e fibras que a sua criança come e bebe, pode fazer com que
a sua criança tenha vontade de ir à casa de banho.
Faça pequenas alterações nos hábitos diários. Vista a sua criança com roupa fácil
de tirar. Mude a roupa da sua criança assim que ela ficar molhada ou suja. Troque
a fralda dentro ou perto da casa de banho. Envolva a sua criança no processo de
limpeza.
Faça com que a sua criança coloque os resíduos da fralda na sanita quando tal for
possível. Isso também ajudará a sua criança a entender que os resíduos devem
ser colocados na sanita. Faça com que ela puxe o autoclismo e lave as mãos após
cada mudança de fralda.
Certifique-se de que as idas à casa de banho são confortáveis. A sua criança deve
estar confortável na sanita. Utilize um assento mais pequeno e/ou dê-lhe um
banco para colocar os pés. Se a sua criança não se sentar na sanita, trabalhe nisso
antes de dar início a um programa de treino.
Pense nas necessidades sensoriais da criança. Se a sua criança não gosta de
certos sons, cheiros, ou coisas nas quais ele/ela toca na casa de banho, mude
esses elementos tanto quanto for possível e introduza elementos que a fazem
sentir confortável.
Tenha muitos pares de roupa interior à mão. Durante o treino, é importante que a
sua criança use roupa interior durante o dia. Ela precisa de sentir quando está
molhada. A sua criança pode usar calças de borracha ou uma fraldas pull-up por
cima da roupa interior se necessário. Fraldas ou pull-ups podem ser utilizadas
quando a sua criança está a dormir ou está longe de casa.

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Utilize uma programação visual. Fotos que mostrem cada passo da “rotina do
pote/sanita” podem ajudar a sua criança a aprender essa rotina e a saber o que irá
acontecer. Durante as idas à casa de banho, mostre à sua criança a programação
visual que criou. Legende cada passo enquanto os vai cumprindo (ver Anexo 2:
Exemplo de Programação Visual).
Utilize recompensas. Dê à sua criança uma recompensa logo após ela ter urinado
ou defecado na sanita. Quanto mais rápido recompensar um comportamento,
mais provável será a repetição deste. As recompensas por ir à casa de banho são
especiais. As recompensas utilizadas por ir à casa de banho devem ser apenas
usadas nesse contexto. E claro, uma excelente recompensa é a família fazer uma
grande festa sempre que acertamos no pote ;)
Treine em diferentes casas de banho. Utilizar diferentes casas de banho ajuda a
sua criança a saber que pode usar diferentes sanitas em diferentes lugares.

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CRIAR O PLANO DE CASA DE BANHO DA SUA CRIANÇA


Muitas pessoas diferentes poderão ajudar a sua criança a ir à casa de banho. Vários
familiares, professores e auxiliares e técnicos de podem ajudar. Todos aqueles
que trabalham com a criança devem usar a mesma linguagem e a mesma rotina.
Isso ajudará a fazer do treino um sucesso.
Um plano de casa de banho que esteja escrito pode ajudar a sua criança com PEA
a fazer progressos. Se estiver escrito, todos serão capazes de usar a mesma
linguagem e rotina. O plano de casa de banho pode incluir os seguintes detalhes:
Objetivos: Informe a equipa da sua criança sobre os objetivos. Esclareça aquilo
que está a tentar alcançar para um determinado período de tempo. Por exemplo
“O objetivo é que João vá à casa de banho 15 minutos após a refeição e que se
sente na sanita durante 5 segundos.”
Rotina: Com que frequência? Inclua quantas vezes ou durante quanto tempo a
criança deve estar na casa de banho. Alguns exemplos incluem, “de hora a hora”
ou “15 minutos depois de beber / refeições.”
Durante quanto tempo? Garanta que inclui o tempo durante o qual a criança é
capaz de tolerar as idas à casa de banho – pode começar com apenas 5
segundos.
Palavras: Use palavras que funcionam com a sua criança. Por exemplo, existe
alguma palavra “código” que utiliza para urinar? Que palavras usa para dizer à sua
criança para ir à casa de banho? Partilhe-as com os restantes membros da equipa.
Lugares: Quem? Quem vai com a sua criança à casa de banho? Está alguém com
sua criança ou apenas por perto?
O quê? Pense sobre as luzes, elas são brilhantes ou escuras? De que forma a luz
afeta a sua criança? E em relação aos ruídos na casa de banho (por exemplo, um
ventilador)? E o tipo de papel higiénico? A porta deve estar aberta ou fechada?
Onde? Onde é que a sua criança vai à casa de banho? Como é esse local?
Ferramentas: Que ferramentas está a utilizar? Utiliza uma programação visual? A
sua criança gosta de ouvir música ou ler um livro?
Recompensas: Que atividades merecem uma recompensa? Que atividades não a
merecem? Como irá recompensar a sua criança por um trabalho bem-feito? O que
acontece se a sua criança não ganhar uma recompensa?

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PERGUNTAS FREQUENTES DOS PAIS (FAQs)


P: A nossa criança usa a sanita na escola, mas recusa-se a fazê-lo em casa. O
que devemos fazer?
R: Algo que a sua criança com PEA aprende a fazer na escola pode ser difícil de
replicar em casa. Poderá ser útil fazer com que a sua criança aprenda a usar
diferentes casas de banho na escola. Recorra às palavras e ideias que os
professores dela usam na escola. Pode ser necessário começar com passos
simples em casa e até começar por levar a criança a usar a sanita na escola mas
acompanhada com os pais. Comece por andar para a casa de banho da escola e
experimente ajudar a sua criança a usar a sanita, se necessário peça à professora
ou auxiliar que leva a sua criança para que lhe mostre como faz. Crie uma rotina
de ir ao WC na escola para que depois seja mais fácil reproduzir em casa a mesma
rotina. Adicione etapas, uma de cada vez, até que ela use a sanita em casa. Treine
idas à sanita em diferentes casas de banho.

P: Pensávamos que tínhamos um bom programa para ensinar a nossa filha a ir


à casa de banho, mas não está a funcionar. Quais são os nossos próximos
passos?
R: Existem vários passos que podem querer tomar.
(1) Garantam que não existe uma razão médica. Falem com o médico da sua filha
para ver se ela está obstipada ou para terem ideias sobre eventuais mudanças
dietéticas.
(2) Prestem atenção ao planeamento das idas à casa de banho da vossa filha e
garantam que a levam até lá quando ela mostra sinais mais prováveis de querer
urinar ou defecar, mesmo que não sejam sinais claros, ou dirigidos a vocês com o
propósito de vos comunicar a necessidade.
(3) Pensem em alterar as recompensas. Garantam que a vossa filha gosta da
recompensa. Muitas vezes é útil refletir sobre o tipo de recompensa pelo menos
a cada 3 meses, mas poderão ter de fazê-lo mais vezes.

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P: Treinei as idas à casa de banho durante todo o fim-de-semana com o meu


filho, mas não fizemos qualquer progresso. Quanto tempo deve demorar esse
processo?
R: Ir à casa de banho é algo que demora muito tempo para muitas crianças. É
sempre útil estar relaxado e ter paciência. Não há um prazo limite para conquistar
este objetivo. O treino para ir à casa de banho deve ser uma pequena parte da sua
vida. Pode fazer uma pausa e tentar novamente quando tiver mais energia ou
quando o seu filho parecer estar pronto. Lembre-se que aprender a ir à casa de
banho pode ser difícil. Treine as idas à casa de banho num momento que seja bom
para si e para a sua família (nas férias, por exemplo). Assim terá mais energia para
trabalhar nesta capacidade importante a longo-prazo.

P: A nossa família tentou ajudar o nosso filho a aprender a utilizar a casa de


banho, mas ele ainda está a usar fraldas. O que devemos fazer?
R: Poderá ter chegado o momento de procurar a ajuda de alguém com formação
específica em autismo. Existem médicos, psicólogos, educadores especiais,
terapeutas da fala/linguagem e terapeutas ocupacionais que podem ajudar
crianças com PEA a treinarem as idas à casa de banho. Esses profissionais podem
ser capazes de ajudar a sua família a aplicar um treinamento intensivo. Este é um
método que poderá funcionar corretamente com crianças diagnosticadas com
PEA, mas necessita de ser monitorizado por um profissional. Lembre-se de que a
aprendizagem desta complicada e importante competência pode demorar
bastante tempo.

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APÊNDICE 2: EXEMPLO DE PROGRAMAÇÃO VISUAL


A programação visual é uma demonstração do que vai acontecer durante todo
o dia ou atividade. Uma programação visual é útil durante as idas à casa de
banho, a fim de diminuir a ansiedade e a dificuldade com transições, colocando
claramente a sua criança a par das atividades que irão ocorrer.
1) Decida as tarefas que irá colocar na agenda.
2) Coloque os elementos visuais que representam as tarefas dentro de uma
atividade. A programação deve ser disponibilizada à sua criança no início da
atividade e deve permanecer visível ao longo de todas as tarefas.
3) Quando chega o momento de executar uma tarefa, informe a sua criança com
uma breve instrução verbal antes da próxima tarefa começar. Quando a tarefa está
concluída, elogie a sua criança. Depois consulte a programação e diga qual a
próxima.

PROGRAMAÇÃO VISUAL

A criança poderá também de beneficiar de um calendário visual que lhe mostre


exatamente o que vai acontecer em casa e que a ajude a antecipar os momentos
em que vai à casa de banho. Habituar-se à casa de banho recorrendo a uma
programação visual e tornando-a parte da rotina pode fazer com que a
experiência seja mais previsível e menos assustadora.

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Recursos
DVDs

• Potty Power
• Elmo’s Potty Time

Livros

• Self-help Skills for People with Autism: A Systematic Teaching Approach by


Anderson, S.R., Jablonski, A.L., Thomeer, M.S., & Knapp, M. (2007).
• The Potty Journey: Guide to Toilet Training Children with Special Needs,
Including Autism and Related Disorders by Coucouvanis, J. (2008).
• Toilet Training for Children with Special Needs by Hepburn, S. (2009).
• Toilet Training for Individuals with Autism or other Developmental Issues: A
Comprehensive Guide for Parents and Teachers by Wheeler, M. (2007).
• Once Upon a Potty by Frankel, A. (2007).
• Going to the Potty by Rogers, F. (1997).

Websites

• The National Autistic Society: Toilet Training: www.autism.org.uk/living-


with- autism/understanding-behaviour/toilet- training.aspx
• www.do2learn.com/picturecards/printcards/se lfhelp_toileting.htm is a
great resource for picture schedules
• Tips for Daily Life—Toilet Training: www.theautismprogram.org/wp-
content/uploads/toileting-tips.pdf
• Bright Tots: Toilet Training and Autism:
www.brighttots.com/Toilet_training_and_autis m.html

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Referências
1. Dalrymple, N.J. & Ruble, L.A. (1992). Toilet training and behaviors of people
with autism: Parent views. Journal of Autism and Developmental Disorders,
22 (2), 265-275
2. Tsai, L., Stewart, M.A., & August, G. (1981). Implication of sex differences in
the familial transmission of infantile autism. Journal of Autism and
Developmental Disorders, 11(2), 165-173.
3. These materials are the product of on-going activities of the Autism Speaks
Autism Treatment Network, a funded program of Autism Speaks. It is
supported by cooperative agreement UA3 MC 11054 through the U.S.
Department of Health and Human Services, Health Resources and Services
Administration, Maternal and Child Health Research Program to the
Massachusetts General Hospital.

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