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CASO CONCRETO 1 DE DIREITO DO TRABALHO:

INTRODUÇÃO AO DIREITO DO TRABALHO

O Sindicato dos Empregados dos Bares e Restaurantes de Minas Gerais


celebrou convenção coletiva de trabalho com o Sindicato Patronal de
Bares e Restaurantes de Minas Gerais. A referida norma coletiva
estabeleceu para os integrantes da categoria profissional representada
pelo sindicado profissional, o pleno funcionamento dos bares e
restaurantes aos domingos com o devido revezamento do repouso
semanal dos empregados, sendo uma folga aos seus empregados aos
domingos, a cada duas semanas inteiras trabalhadas. Finalmente, as
partes estabeleceram um prazo de vigência de 1 ano para a vigência da
convenção coletiva. Analisando o caso concreto apresentado, esclareça
se esta norma coletiva se caracteriza como fonte material ou formal do
direito do trabalho? Esclareça ainda, a diferença entre fontes autônomas
e heterônomas. Além disso, esclareça se em aso de divergência entre
disposto em acordo coletivo ou convenção coletiva para membros da
mesma categoria profissional, qual norma irá prevalecer?

A convenção coletiva de trabalho é uma fonte formal pois, visa


regulamentar as condições de trabalho dos empregados das respectivas
categorias.
Fontes autônomas são aquelas criadas em conjunto pelo empregado e
empregador ou seus sindicatos pois, as fontes heterônomas são criadas pelo
Poder Público ou unilateralmente pelo empregador.
Havendo acordo coletivo ou convenção coletiva em vigor para uma mesma
categoria de acordo com o Art. 620 da CLT, alterado pela Reforma Trabalhista,
sempre prevalecerá o acordo coletivo.
CASO CONCRETO 2 DE DIREITO DO TRABALHO:

RELAÇÃO DE TRABALHO E RELAÇÃO DE EMPREGO

João foi admitido pela empresa ABC Ltda como auxiliar de serviços
gerais em 01/02/2017. Suas funções eram desenvolvidas nas segundas,
quartas e sextas das 9:00 às 18:00 h com intervalo de uma hora para
refeição e descanso. Em 04/04/2018 o tomador de serviços informou que
os seus serviços não eram mais necessários. Recebia o valor mensal de
R$ 1100,00. Ele recebeu somente os dias trabalhados. Acontece que a
Carteira Profissional de João não é anotada e o tomador de serviços
disse que não há nenhum direito. Pergunta-se:

a) Seria cabível o reconhecimento do vínculo de emprego? Quais os


requisitos para a configuração do vínculo de emprego?

João deverá ser considerado empregado nos termos do Art. 3º da CLT,


uma vez que preencheu todos os requisitos, ou seja, era pessoa física,
trabalhava com habitualidade, com subordinação como auxiliar de
serviços gerais, de forma onerosa pois recebia salário mensal, com
pessoalidade porque não podia ser substituído além de que, não
assumia os riscos da atividade econômica.

b) Qual o princípio do direito do trabalho iria amparar esta


pretensão?

Princípio da Primazia da Realidade.


CASO CONCRETO 3 DE DIREITO DO TRABALHO:

EMPREGADO

A empresa Infohoje Ltda, firmou contrato com Paulo, pelo qual ele
prestaria consultoria e suporte de serviços técnicos de informática a
clientes da empresa. Para tanto, Paulo receberia 20% do valor de cada
atendimento, sendo certo que trabalharia em sua própria residência,
realizando os contatos e trabalhos por via remota ou telefônica. Paulo
deveria estar conectado durante o horário comercial de segunda a sexta-
feira, sendo exigida sua assinatura digital pessoal e intransferível para
cada trabalho, bem como exclusividade na área da informática. Sobre o
caso sugerido, pergunta-se:
Paulo possui direito a obtenção de vínculo de emprego com a empresa
Infohoje? Em caso tipo específico de trabalhador que se enquadraria
Paulo? Caracterize e justifique:

Diante do caso concreto, Paulo será considerado empregado nos


termos do Art. 3º da CLT combinado com o Art. 6º, uma vez que
preenche todos os requisitos do vínculo de emprego, mesmo
trabalhando em seu domicílio, haja vista dos meios temáticos e
informatizados de comando se equiparam à subordinação jurídica e à
quem trabalha fisicamente dentro da empresa. Paulo é um empregado
em domicílio.
A Reforma Trabalhista ao acrescentar os Arts. 75A e 75E na CLT,
regulamentou de vez a questão do teletrabalho quanto à sua
contratação e alteração.
CASO CONCRETO 4 DE DIREITO DO TRABALHO:

EMPREGADOR

Marília era sócia da Sociedade Empresária Recanto Feliz. Não mais tendo
interesse em continuar como sócia, resolveu vender suas quotas para
Joaquim Barbosa. Toda a transição comercial tramitou normalmente e foi
averbada e março do corrente ano. Marcio Augusto, empregado, da
Sociedade Empresária resolveu acionar a empresa juridicamente e esta
em dúvidas se a ex sócia Marília possui responsabilidade sobre os
supostos débitos trabalhistas. Pergunta-se: Analisando-se as alterações
da Lei 13467/2017 quanto a figura do sócio retirante, esclareça se existe
ou não responsabilidade no caso concreto? Fundamente.

Conforme o Art. 10-A da CLT, Marília responderá com seus bens nas
ações que forem atribuídas até 2 anos após a averbação da alteração
contratual. Sua responsabilidade será SUBSIDIÁRIA uma vez que,
primeiro respondem com os bens da empresa e, depois com os bens
dos sócios atuais e por último com os bens dos sócios retirantes, salvo
quando comprovada a fraude que então, responderão solidariamente.
CASO CONCRETO 5 DE DIREITO DO TRABALHO:

CONTRATO DE TRABALHO

Em 2010, Platão foi contratado pelo Município de Belo Horizonte para


prestar serviços internos ligados à administração pública. Em meados de
2016, por meio de uma ação civil pública intentada pelo Ministério
Público, a administração pública teve que romper com os serviços
prestados por todos aqueles que não ingressaram em seus quadros por
concurso público. Platão, indignado, procurou um advogado e entrou
com uma Reclamação Trabalhista, pleiteando o reconhecimento do
vínculo com o Município de Belo Horizonte e o consequente pagamento
das verbas decorrente deste vínculo. Diante do caso apresentado,
responda justificadamente: Platão terá êxito na Reclamação Trabalhista
no que concerne ao reconhecimento do vínculo empregatício e
consequentemente a existência do contrato de trabalho? Justifique
indicando a posição jurisprudencial sobre a matéria.

Platão não terá êxito em sua ação trabalhista pois de acordo com a
Súmula 363 do TST, vínculo de emprego com administração pública só
é possível mediante aprovação em concurso público.
Por força do Art. 37 da CRFB, ele só terá direito as horas trabalhadas e
ao FGTS.
CASO CONCRETO 6 DE DIREITO DO TRABALHO:

DURAÇÃO DO CONTRATO DE TRABALHO: ESPÉCIES DE CONTRATO


POR PRAZO DETERMINADO

Anacleto, policial militar, trabalhou para a empresa Indústria Mundo Novo


Ltda como agente de segurança, nos horários em que não estava a
serviço da corporação militar. Na referida empresa, Anacleto cumpria
expressamente as ordens emanadas da direção, recebia um salário
mensal, e trabalhava de forma contínua e ininterrupta, todas as vezes que
não estava escalado na corporação. Considerando a situação apresenta e
a jurisprudência sumulada pelo TST, esclareça se é possível o
reconhecimento de um contrato de emprego entre Anacleto e a Indústria
Mundo Novo Ltda?

Anacleto terá êxito em sua reclamação trabalhista com base na Súmula


386 do TST, que permite o reconhecimento do vínculo de emprego
entre policial militar e empresa privada desde que preenchidos os
requisitos do Art. 3º da CLT, independentemente de qualquer punição
disciplinar que possa estar no Estatuto interno da PM.
CASO CONCRETO 7 DE DIREITO DO TRABALHO:

CONTRATO TEMPORÁRIO. TERCEIRIZAÇÃO. COOPERATIVA.


SUBEMPREITADA

A empresa Olimpos Metalúrgica decidiu terceirizar o setor de limpeza


contratando os serviços de Atlas Limpadora que forneceu três faxineiras
por um período de 10 meses. Após o término do contrato entre as
empresas, as três faxineiras foram dispensadas pela empresa Atlas
Limpadora, sem receber qualquer indenização rescisória, com 2 meses de
salários em atraso e ausência do recolhimento do FGTS do período.
Nessa situação, conforme entendimento sumulado pelo TST, bem como a
Legislação em vigor, sabendo-se que a terceirização foi regular, qual a
responsabilidade da empresa Olimpos em relação aos direitos das
faxineiras.

A empresa tomadora de serviços Olimpos Metalúrgica responderá


subsidiariamente pelos direitos trabalhistas dos terceirizados com base
na Súmula 331, inciso IV do TST.
CASO CONCRETO 8 DE DIREITO DO TRABALHO:

ALTERAÇÃO NO CONTRATO DE TRABALHO. TRANSFERÊNCIA.

Luciano, chefe do departamento e uma grande rede de supermercados,


após quatro anos e meio de vínculo de emprego, foi promovido ao posto
de gerente, sendo designado para atuar em outra filial da empresa,
instalada na periferia da mesma cidade onde possui domicílio, com
plenos poderes de gestão e representação. Com a promoção, ele passou
a perceber gratificação adicional de função, equivalente a 80% de sua
anterior remuneração pelo exercício do cargo de confiança. Passados
onze anos de vigência dessa situação, resolveu a empresa destituir
Luciano do posto gerencial, revertendo-o ao seu cargo efetivo sem justo
motivo e suprimindo a gratificação de função. Inconformado, Luciano,
procura você como advogado e solicita que ingresse com ação judicial
para que o adicional seja restabelecido, alegando, que houve uma
alteração prejudicial em seu contrato de trabalho. Analisando a situação
hipotética e com base na Lei 13467/2017, esclareça se Luciano possui ou
não razão em sua argumentação?

Com a Reforma Trabalhista que incluiu os parágrafos 1º e 2º no Art.


468 da CLT, a gratificação de função poderá ser retirada
independentemente do tempo do empregado no exercício da função de
confiança.
CASO CONCRETO 9 DE DIREITO DO TRABALHO:

SUSPENSÃO E INTERRUPÇÃO DO CONTRATO DE TRABALHO

João, empregado da empresa Beta, sentiu-se mal durante o exercício da


sua atividade e procurou o departamento médico do empregador, que lhe
concedeu 15 dias de afastamento do trabalho para o devido tratamento.
Após o decurso do prazo, João retornou ao seu mister mas, 10 dias
depois, voltou a sentir o mesmo problema de saúde, tendo sido
encaminhado ao INSS, onde obteve benefício de auxílio doença comum.
Diante da situação, responda, justificadamente, aos itens a seguir.

a) A quem competirá o pagamento em relação aos primeiros 15 dias


de afastamento?

Com o Art. 60 da Lei 8213/91 caberá ao empregador pagar a


remuneração do empregado durante os primeiros 15 dias de
afastamento por motivo de auxílio doença.

b) Caso o INSS concedesse de plano a João, dada a gravidade da


situação, a aposentadoria por invalidez, que efeito jurídico o
benefício previdenciário teria sobre o contrato de trabalho?

O seu contrato de trabalho ficaria suspenso nos primeiros 5 anos por


força do Art. 475 da CLT. Após esse período, não havendo
recuperação do empregado, o contrato se extinguirá automaticamente.
CASO CONCRETO 10 DE DIREITO DO TRABALHO:

SALÁRIO E REMUNERAÇÃO

Marilene foi admitida em 01 do corrente ano e trabalha na Sociedade


Empresária ABC Ltda e, mensalmente faz viagens a trabalho. O valor das
diárias é variável, mas a média que ela recebe é no importe de 70%do
salário. O empregador informou que as diárias para viagem não são
consideradas salário, e, portanto não constituem base da incidência.
Marilene disse que o empregador estava errado, tendo em vista que a lei
estabelece que se o percentual ultrapassar 50% os valores devem ser
considerados salário. Analisando o caso concreto, e, com base nas
alterações trazidas pela lei 13467/2017, esclareça se Marilene possui ou
não razão em sua argumentação?

Marilene não tem razão, uma vez que o parágrafo 2º do Art. 457 da
CLT, alterado pela Reforma Trabalhista, dispõe que as diárias para
viagem não possuem natureza salarial, independentemente de valores.
CASO CONCRETO 11 DE DIREITO DO TRABALHO:

SOBRESSALÁRIO

Lino foi empregado da sociedade empresária Calçados de Borracha Ltda


por quatro anos, atuando internamente como empacotador, e depois,
como auxiliar de máquina. Trabalhava de segunda à sábado, das 6h às
12h, com pausa de 15 minutos. Após ter sido dispensado por alegação de
justa causa, Lino ajuizou reclamação trabalhista requerendo o pagamento
de adicional de periculosidade, pois se deslocava para a empresa e dela
retornava de motocicleta, conforme fotografias que juntou aos autos,
tendo comprovado, documentalmente, ser proprietário de uma
motocicleta e ter autorização escrita da empresa para estacioná-la em
pátio de ré. Lino ainda informou que a empresa custeava 40% da
mensalidade do curso supletivo que ele frequentava, conforme recibos
que juntou, requerendo, então, a integração desse valor ao seu salário
como utilidade, com pagamento dos reflexos devidos. Diante da situação
retratada, como advogado contratado para defender a sociedade
empresária, responda às indagações a seguir.

a) Em relação ao pedido de adicional periculosidade, que tese você


advogaria?
Ele não tem direito ao adicional de periculosidade pois este adicional
só é pago para quem trabalha com moto, e não quem iria trabalhar com
moto, como é o exemplo do caso concreto exposto.
b) Em relação ao pedido de integração dos 40% da mensalidade do
curso supletivo, que tese você advogaria?

O pagamento da mensalidade não é salário-utilidade por força do Art.


458 parágrafo 2º inciso II da CLT.
CASO CONCRETO 12 DE DIREITO DO TRABALHO:

EQUIPARAÇÃO SALARIAL

Laura trabalhava na Sociedade Empresária Alfa Barra há seis anos e


recebe o valor mensal de R$ 3000,00. Marília trabalha na mesma empresa
há um ano e exerce idêntica função, recebendo o valor de R$ 2.500,00.
Marília está inconformada pois deseja receber idêntico salário que Laura.
Ela asseverou que desempenha idênticas funções com igual
produtividade e com a mesma perfeição técnica. Alegou ainda, que a
diferença de tempo na função é inferior a 2 anos. O empregador alegou
que nenhum direito é devido, tendo em vista que a diferença no tempo de
serviço é superior a quatro anos. Pergunta-se: Analisando alterações da
Lei 13467/2017, esclareça se Marília possui ou não direito a equiparação
salarial? Fundamente.

Não obterá sucesso, visto disposto no parágrafo 1º do Art. 461 da CLT,


ou seja, não haverá equiparação salarial entre pessoas cuja diferença
de serviço é de mais de 4 anos.
CASO CONCRETO 13 DE DIREITO DO TRABALHO:

DURAÇÃO DO TRABALHO

A Sociedade Empresária Paraíso Ltda celebrou acordo coletivo de


trabalho com o sindicato da categoria profissional, objetivando do
intervalo intrajornada de seus empregados para 30 minutos. Os
empregados estão inconformados e se recusam a seguir esta
determinação. Esclarecem que possuem jornada de trabalho de 8 horas
diárias, e, por isso possuem direito por lei ao intervalo para refeição e
descanso de no mínimo 1 hora. Analisando a situação do caso concreto,
e com base nas alterações da Lei 13467/2017, esclareça se a empresa
possui ou não razão em sua argumentação?

A empresa tem razão por força do Art. 611 inciso II da CLT, que
permite a redução deste intervalo para até 30 minutos mediante norma
coletiva de trabalho.
CASO CONCRETO 14 DE DIREITO DO TRABALHO:

COMPENSAÇÃO DA JORNADA DE TRABALHO. EMPREGADOS


EXCLUÍDOS DO CAPÍTULO DA DURAÇÃO. TEMPO PARCIAL.
SOBREAVISO

Marcos foi admitido para trabalhar pela Sociedade Empresária Irmãos


Neto. O regime pactuado foi o teletrabalho e é necessário que Marcos
entre a assinatura digital e siga as diretrizes do empregador. Em média,
Marcos afirma que trabalha mais de oito horas por dia, e, em razão deste
fato deseja receber horas extraordinárias. O empregador disse que não há
que se falar em controle de frequência, nem a tal direito, acrescentando
que a legislação excluiu o controle deste tipo de trabalhador. Analisando
as alterações trazidas pela Lei 13467/017, esclareça se é necessário ou
não controle de frequência?

Conforme o Art. 62 da CLT inciso II, o teletrabalhador está excluído do


capítulo de duração de trabalho.
CASO CONCRETO 15 DE DIREITO DO TRABALHO:

TRABALHO NOTURNO, INTERVALOS E TRABALHO EM REPOUSO


SEMANAL REMUNERADO.

Juliana é enfermeira chefe de um hospital em Recife e trabalha em


plantão noturno das 18:00h às 06:00h. Considerando a sua jornada de
trabalho, responda justificando sua resposta:

a) A empregada tem direito a receber adicional noturno em que


percentual?

Sim, um percentual de 20%, conforme o CAPUT do Art. 73 da CLT.

b) Pode o empregador transferi-la para o turno diurno?

Sim, pois a Súmula 265 do TST, permite a transferência unilateral do


empregado para turno diurno, tratando-se de uma mudança benéfica à
saúde do empregado.

c) Se for possível, ela deixará de receber o adicional?

Sim, pois o adicional só é pago enquanto o empregado estiver


trabalhando em horário noturno.
CASO CONCRETO 16 DE DIREITO DO TRABALHO:

AULA REVISIONAL

João foi admitido em contrato de trabalho de experiência por 30 dias. Ao


final do primeiro período, o empregador prorrogou por mais 30 dias. No
último dia da prorrogação, João foi comunicado que o contrato seria
extinto. Desesperado pediu uma nova oportunidade para seu empregador,
objetivando demonstrar seu verdadeiro valor profissional. O empregador
prorrogou mais uma vez por 30 dias e completou os 90 dias previstos em
lei para esta contratação. No último dia do contrato de trabalho, João foi
dispensado pelo decurso do prazo do contrato por prazo determinado.
Analisando a lei, responda se agiu corretamente o empregador?

Não agiu corretamente, visto que realmente os dias da duração do


contrato de experiência foram respeitados, mas não seu limite de
prorrogação. Visto que o Art. 451 da CLT, determina que o contrato de
experiência só poderá sofrer uma única prorrogação, sob PENA de ser
considerado contrato por prazo INDETERMINADO.