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UNIVERSIDADE VALE DO RIO DOCE - UNIVALE

Faculdade de Engenharia
Engenharia Civil

Anderson Fernandes Silva 70642


Dieizon de Souza Matos 70664
Douglas Botelho de Oliveira 70590
Fagner Chritian Albino Costa 70242
Gabriel Mercury Martins Carvalho 70834
João Victor Nunes da Silveira 68050
Jocy Hudson Pereira Neves 50568
Leonaldo Soares Silveira 63699
Miguel Madrona Júnior 70369
Vitor Domingo Passos Lima 53859

REFORÇO DE VIGAS DE CONCRETO ARMADO

Patologia, Recuperação e Reforço de Estruturas


Período 9°
Prof(a). Dayane Gonçalves Ferreira

Governador Valadares, 22 de Junho de 2018


REFORÇO DE VIGAS DE CONCRETO ARMADO

Os problemas patológicos e a necessidade de reabilitação afetam as construções desde os


primórdios das civilizações e dependem principalmente da qualidade da edificação construída.
Entretanto, a necessidade de reabilitar certas estruturas pode ser causada por outros fatores que
não estejam relacionados com a qualidade ou a durabilidade da edificação, mas sim com a
mudança do uso da estrutura, com a inviabilidade de demolição e reconstrução, com a
recuperação para aumento do valor do imóvel ou com a necessidade de ampliação da estrutura.
Nos últimos tempos, tem-se observado uma grande preocupação com aspectos relacionados a
durabilidade, a manutenção das obras civis e a adequação das edificações a novos usos. Isso
tem estimulado o desenvolvimento de tecnologias destinadas a solucionar problemas em peças
deterioradas, danificadas ou tornadas obsoletas. Todavia, apesar desse ramo da Engenharia
estar se desenvolvendo com relativa rapidez, os profissionais ainda contam essencialmente
com técnicas baseadas na experiência empírica acumulada. Isto porque os processos de
reabilitação apresentam, em sua maioria, um caráter artesanal e particular, pois cada problema
enfrentado tem características próprias. Além disso, não existe uma metodologia específica de
análise do comportamento estrutural da peça reabilitada e há poucas diretrizes que orientam o
projetista durante o processo de redimensionamento e reprojeto. Portanto, apesar de várias
obras terem sido reabilitadas com sucesso, ainda existem vários fatores que merecem ser
investigados para avaliar melhor o comportamento da estrutura reabilitada.
O trabalho tem por objetivo moldar duas vigas de seção retangular, usando concreto
armado e posteriormente reforçá-las para que apresentem a capacidade de atingir resistências
nos ensaios, levando para a prática os conhecimentos teóricos adquiridos em sala de aula
durante o semestre e incentivando trabalho em grupo.
Para a confecção dos dois corpos de prova para os ensaios nas dimensões de 10 x 15 x 100 cm,
o 1º passo foi confeccionar as formas em madeira com as medidas adequadas, como pedidas
no regulamento.
Figura 1–Forma para as vigas

Logo em seguida, foi realizada a amarração das armaduras, seguindo os diâmetros


que no caso do nosso grupo realizou o reforço à flexão, portanto, a armadura
longitudinal positiva com diâmetro de 8 mm e negativa de 5 mm de diâmetro, e
armadura transversal com 5 mm de diâmetro e disposta a cada 10 cm.

Figura 2 – Armadura de aço. Fonte: Gerdau (2018)


Para a concretagem foram utilizados cimento Portland CP IV, agregado graúdo (brita
zero), agregado miúdo (areia) e água. O adensamento foi feito de maneira manual.

Figura 3 – Vigas em concreto armado


Fonte: Acervo pessoal (2018)

Depois dos 48 horas foi feito a desforma das vigas e colocadas em processo de cura. A
cura escolhida foi úmida em temperatura ambiente, onde as vigas ficaram totalmente
submersas em água. Após a cura começou o processo de reforço em uma das vigas pelo
método de encamisamento. Onde foi quebrada a viga e escarificar até descobrir as ferragens
para que fosse adicionada mais duas barras longitudinais de 8 mm e amarrada com os estribos
de 5mm a cada 10cm.
Figura 4 – Quebra da viga. Fonte: Acervo pessoal (2018)

Figura 5 – Processo de encamisamento Fonte: os autores (2018)


Após esse processo foi necessário confeccionar uma nova forma com as dimensões
resultantes do reforço, com 10 x 22 x 100 cm. A viga foi disposta na nova forma e concretada
com uma argamassa com graute. A viga foi colocada novamente em processo de cura úmida,
em imersão na água até a data da realização do rompimento em horário de aula da disciplina,
verificando assim sua resistência.

Figura 6 – Viga concretada após o reforço. Fonte: Acervo pessoal (2018)

No dia 20 de junho de 2018 foi realizado o rompimento das vigas, onde a viga sem reforço
suportou uma carga de 6100 toneladas, já a viga que foi reforçada com graute suportou uma
carga de 9300 toneladas.
Figura 7 – processo de rompimento
Fonte: Acervo pessoal (2018)

Os conceitos de patologia, desempenho, durabilidade, vida útil e agressividade do meio


ambiente, são elementos básicos para a compreensão da importância de um projeto bem
detalhado e coerente com o ambiente no qual se insere a estrutura. O monitoramento de
estruturas apresenta-se como ferramenta para a realimentação das informações quanto à
deterioração das estruturas e como forma indicativa do momento correto para intervenções
preventivas. O atendimento aos requisitos de qualidade e durabilidade das construções deve
ser verificado em todas as etapas do processo construtivo e também nos trabalhos de reparo e
reforço. De forma conclusiva, entende-se que foi estabelecido um cenário baseado no
processo da produção da construção civil, onde obtivemos uma ampla visão da recuperação e
reforço das estruturas de concreto armado e seus fatores intervenientes.