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UNIVERSIDADE FEDERAL DO PIAUÍ UFPI

PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO

CURSO DE FILOSOFIA

POR
POR

ATIVIDADE I

JOÃO GUALBERTO DA C. R. JÚNIOR TEORIA DO CONHECIMENTO II MARIA DE JESUS LÊDA

JOÃO GUALBERTO DA COSTA RIBEIRO JÚNIOR

ATIVIDADE I

Trabalho acadêmico simplificado apresentado à cadeira de Teoria do Conhecimento II, do Curso de Filosofia, da Universidade Federal do Piauí, como co-requisito parcial avaliativo para obtenção de nota.

Tutora: Prof.ª Maria de Jesus Lêda

PIRACURUCA

2012

SUMÁRIO

QUESTÃO 01

3

QUESTÃO 02

3

QUESTÃO 03

4

REFERÊNCIAS

5

Questão 01

3
3
Questão 01 3

O fundador do positivismo, o francês Augusto Comte, institui a ciência como novo padrão para o conhecimento. Uma das suas preocupações é se livrar da metafísica, mas embora seus esforços, Comte foi acusado de utilizar-se da metafísica em seu sistema de evolução histórica do conhecimento. Em que se baseia essa crítica ao positivismo de Comte?

Segundo DUTRA (2008), Comte utilizou-se do estado metafísico para explicar

a segunda fase da evolução do conhecimento. Com a lei dos três estados, Comte

manteve o pensamento dentro de um círculo vicioso que somente levava a

generalizações, assemelhando-se à filosofia de Hegel. Comte utilizou-se da

metafísica não apenas como elemento transicional entre os estados teológico e

físico; Comte acabou por utilizar elementos da metafísica dentro do processo

inerente ao pensamento e que conduz ao conhecimento. A superação do estado

metafísico para se chegar ao conhecimento, isto é, o estado físico, é incerto, dúbio e

contraditório em relação aos próprios princípios teóricos do positivismo. Sendo assim,

Comte embasou o processo positivo em pressupostos tão ou mais frágeis quanto os

que ele tanto criticava, como o padrão kantiano.

Questão 02

ele tanto criticava, como o padrão kantiano. Questão 02 Embora o empirista inglês David Hume tenha

Embora o empirista inglês David Hume tenha acusado o procedimento indutivo de não ter fundamento lógico, Stuart Mill a utiliza e a defende como um processo de inferência fundamental para o conhecimento. Como Mill defende a indução?

Mill defende a indução de um ponto de vista diferente em relação a Kant,

por exemplo. Para Mill, pouco importa se a inferência indutiva justifica-se lógica

ou racionalmente, mas sim o fato de se poder reconhecer uma inferência indutiva

legítima ou equivocada. A teoria indutiva de Mill aplica-se a outras questões

diferentemente das aplicadas por Kant e Hume, pretendendo desenvolver

questões sobre a mente humana(DUTRA, 2008).

Questão 03

4
4
Questão 03 4

Em linhas gerais, quais são as principais distinções entre o positivismo lógico de Rudolf Carnap e a teoria pragmática de John Dewey?

A teoria de Dewey é pragmática, pretendendo desenvolver um padrão de

investigação generalizado, resolvendo os problemas e apresentando soluções de

uma forma prática, produtiva e eficiente. A teoria pragmática caracteriza-se pela não

necessidade de fundamentação principal, ou seja, bem embasada, para que se

institua o conhecimento, de forma que todo ele é justificável, desde que possua

finalidades práticas.

O positivismo lógico de Carnap objetivava a eliminação da metafísica

tradicional e a fundamentação das ciências. Está embasada na idéia geral de que as

entidades inferidas devem ser substituídas por construções lógicas.

O pragmatismo defende a utilidade como pressuposto essencial e universal

para todas as coisas; o conceito de verdade na teoria pragmática está

intrinsecamente relacionado à idéia de prazo quanto mais longo, mais validado

desde que juntamente com este aspecto, haja também utilidade geral à humanidade.

A teoria de Dewey é “basicamente empírica e utilitarista” (WIKIPÉDIA, 2012). Dewey

defendia a coexistência pacífica entre filosofia e religião.

No positivismo lógico, a refutação da metafísica e da teologia é evidente. Os

anseios positivistas pelo método e pela descrição da técnica subsidiaram

grandemente seus argumentos filosóficos. A verdade para os positivistas reside no

fato da experimentação, da observação investigativa, sem a permanência de

conteúdo de natureza teológica e/ou metafísica. No positivismo lógico, havia a

necessidade da fundamentação, mesmo que esta fosse baseada na observação e,

posteriormente refutada. Os positivistas trabalhavam com idéias e termos a curto

prazo principalmente, com o mensurável. A teoria da confirmação foi outro aspecto

bastante explorado por eles. A ciência possui importância e interesse capital.

REFERÊNCIAS

5
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DUTRA, L. H. D. A. Teoria do Conhecimento. Florianópolis: Universidade Federal de Santa Catarina, 2008.

WIKIPÉDIA. Wikipédia: a enciclopédia livre, 2012. Disponivel em:

<http://pt.wikipedia.org/wiki/John_Dewey>. Acesso em: 03 Julho 2012.

03/07/2012

X João Gualberto Júnior

João Gualberto da Costa Ribeiro Júnior

Teoria do Conhecimento II

Assinado por: Gualberto Júnior

UAPI