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Números inteiros: operações e propriedades

Números Inteiros - Operações e Propriedades


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Material de Estudo - Matemática

Neste material será feita uma revisão dos aspectos mais importantes sobre as operações de adição, subtração,
multiplicação e divisão com números inteiros.

Adição

Os termos da adição são chamadas parcelas e o resultado da operação de adição é denominado soma ou total.

1º parcela + 2º parcela = soma ou total

A ordem das parcelas nunca altera o resultado de uma adição: a + b = b + a


O zero é elemento neutro da adição: 0 + a = a + 0

Subtração

O primeiro termo de uma subtração é chamado minuendo, o segundo, subtraendo e o resultado da operação de
subtração é denominado resto ou diferença.

minuendo - subtraendo = resto ou diferença

A ordem dos termos pode alterar o resultado de uma subtração: a - b ≠ b - a (sempre que a ≠ b)

Se adicionarmos uma constante k ao minuendo, o resto será adicionado de k.


Se adicionarmos uma constante k ao subtraendo, o resto será subtraído de k.
A subtração é a operação inversa da adição:

M-S=R↔R+S=M

A soma do minuendo com o subtraendo e o resto é sempre igual ao dobro do minuendo.

M+S+R=2×M

Valor absoluto

O Valor absoluto de um número inteiro indica a distância deste número até o zero quando consideramos a representação
dele na reta numérica.

Atenção: O valor absoluto de um número nunca é negativo, pois representa uma distância.
A representação do valor absoluto de um número n é | n |. (Lê-se "valor absoluto de n" ou "módulo de n".)

Números simétricos

Dois números a e b são ditos simétricos ou opostos quando: a + b = 0

Exemplos:
-3 e 3 são simétricos (ou opostos) pois (-3) + (3) = 0.
4 e -4 são simétricos (ou opostos) pois (4) + (-4) = 0.

O oposto de 5 é -5.
O simétrico de 6 é -6.
O oposto de zero é o próprio zero.

Dois números simétricos sempres têm o mesmo módulo.


Exemplo: |-3| = 3 e |3| = 3

Operações com números inteiros (Z)

Qualquer adição, subtração ou multiplicação de dois números inteiros sempre resulta também um número inteiro.
Dizemos então que estas três operações estão bem definidas em Z ou, equivalentemente, que o conjunto Z é fechado
para qualquer uma destas três operações.
As divisõs, as potenciações e as radiciações entre dois números inteiros nem sempre têm resultado inteiro. Assim,
dizemos que estas três operações não estão bem definidas no conjunto Z ou, equivalentemente, que Z não é fechado
para qualquer uma destas três operações.

Adições e subtrações com números inteiros

Existe um processo que simplifica o cálculo de adições e subtrações com números inteiros. Observe os exemplos
seguintes:

Exemplo1:
Calcular o valor da seguinte expressão:
10 - 7 - 9 + 15 - 3 + 4

Solução:
Faremos duas somas separadas

• uma só com os números positivos: 10 + 15 + 4 = +29


• outra só com os números negativos: (-7) + (-9) + (-3) = -19

Agora calcularemos a diferença entre os dois totais encontrados: +29 - 19 = +10

Atenção: É preciso dar sermpre ao resultado o sinal do número que tiver o maior valor absoluto!

Exemplo2:
Calcular o valor da seguinte expressão: -10 + 4 - 7 - 8 + 3 - 2
1º passo: Achar os totais (+) e (-):
(+): +4 + 3 = +7
(-): -10 - 7 - 8 - 2 = -27
2º passo: Calcular a diferença dando a ela o sinal do total que tiver o maior módulo:
-27 + 7 = - 20

Multiplicação

Os termos de uma multiplicação são chamados fatores e o resultado da operação de multiplicação é


donominado produto.
1º fator x 2º fator = produto

• O primeiro fator também pode ser chamado multiplicando enquanto o segundo fator pode ser
chamado multiplicador.
• A ordem dos fatores nunca altera o resultado de uma multiplicação: a x b = b x a
• O número 1 é o elemento neutro da multiplicação: 1 x a = a x 1 = a
• Se adicionarmos uma constante k a um dos fatores, o produto será adicionado de k vezes o outro fator: a x b
= c ↔ (a + k) x b = c + (k x b)
• Se multiplicarmos um dos fatores por uma constante k, o produto será multiplicado por k: a × b = c ↔ (a × k) ×
b=k×c
• Podemos distribuir um fator pelos termos de uma adição ou subtração qualquer: a × (b ± c) = (a × b) ± (a × c)

Divisão inteira

Na divisão inteira de N por D ≠ 0, existirá um único par de inteiros, Q e R, tais que:

Q × D + R = N e 0 ≤ R < R < |D| (onde |D| é o valor absoluto de D)

A segunda condição significa que R (o resto) nunca pode ser negativo.


Os quatro números envolvidos na divisão inteira são assim denominados:
N é o dividendo; D é o divisor (sempre diferente de zero);
Q é o quociente; R é o resto (nunca negativo).
Exemplos:
1) Na divisão inteira de 60 por 7 o dividendo é 60, o divisor é 7, o quociente é 8 e o resto é 4.

8 × 7 + 4 = 60 e 0 ≤ 4 < |7|

2) Na divisão inteira de -60 por 7 o dividendo é -60, o divisor é 7, o quociente é -9 e o resto é 3.

-9 × 7 + 3 = -60 e 0 ≤ 3 < |7|

• Quando ocorrer R = 0 na divisão de N por D, teremos Q × D = N e diremos que a divisão é exata indicando-a
como N ÷ D = Q.
• Quando a divisão de N por D for exata diremos que N é divisível por D e D é divisor de N ou, equivalentemente,
que N é múltiplo de D e D é fator de N.
• O zero é divisível por qualquer número não nulo: D ≠ 0 → 0 ÷ D = 0.
• Todo número inteiro é divisível por 1: N ÷ 1 = N.
• Se multiplicarmos o dividendo (N) e o divisor (D) de uma divisão por uma constante k ≠ 0, o quociente (Q)
não será alterado mas o resto (R) ficará multiplicado por k, se R × k < D, ou será igual ao resto da
divisão de R × k por D, se R × k ≥ D.

Multiplicação e divisões com números inteiros

Nas multiplicações e divisões de dois números inteiros é preciso observar os sinais dos dois termos da operação:

Exemplos:

Sinais iguais (+) Sinais opo


(+) × (+) = +
(-) × (-) = +
(+) ÷ (+) = +
(-) ÷ (-) = +

Números racionais, representação fracionária e decimal:


operações e propriedades

Interseção dos conjuntos: Naturais, Inteiros e Racionais.


Os números decimais são aqueles números que podem ser escritos na forma de fração.

Podemos escrevê-los de algumas formas diferentes:


Por exemplo:

♦ Em forma de fração ordinária: ; ; e todos os seus opostos.

Esses números tem a forma com a , b Z e b ≠ 0.

♦ Números decimais com finitas ordens decimais ou extensão finita:


Esses números têm a forma com a , b Z e b ≠ 0.

♦ Número decimal com infinitas ordens decimais ou de extensão infinita periódica. São dízimas periódicas
simples ou compostas:

As dízimas periódicas de expansão infinita, que podem ser escritas na forma : com a, b Z e b ≠ 0.

► O conjunto dos números racionais é representado pela letra Q maiúscula.

Q = {x = , com a Z e b Z*}

►Outros subconjuntos de Q:

Além de N e Z, existem outros subconjuntos de Q.

Q* ---------- É o conjunto dos números racionais diferentes de zero.

Q+ ---------- É o conjunto dos números racionais positivos e o zero.

Q- ----------- É o conjunto dos números racionais negativos e o zero.

Q*+ ---------- É o conjunto dos números racionais positivos.

Q*- ----------- É o conjunto dos números racionais negativos.

► Representação Geométrica

Entre dois números racionais existem infinitos outros números racionais.


Representação Fracionária e Dizimas Periódicas

* Definição

Já vimos em tutoriais anteriores que denomina-se fração “representação fracionária” a expressão


de um número racional do tipo:

a / b ou a
b

Então, observe que dados dois números inteiros chamados de a e b com o número b sendo
diferente de zero (b#0), a fração então é composta da seguinte forma:

X = a/b, tal fato que x x b = a, sendo

X = a/b --à x . b = a

Exemplos de representação fracionária:

a) 5/3

b) 3/4

c) 1/7

d) 2/8

* Representação décima de um número racional

A representação decimal de um número racional poderá resultar em um dos casos abaixo:

- Fração Aparente

16/8 = 2

10/10 = 1

0/14 = 0

Neste caso a fração corresponde a um número inteiro, no caso (2,1,0).

- Fração Decimal Finita

5/4 = 1,25

3/8 = 0,375

No caso acima é existente sempre uma quantidade finita de casas decimais.

* Dízimas Periódicas

Dizima periódica pode ser compreendida como uma representação decimal ou fração onde ocorre
uma seqüência finita de algarismos que se repete indefinidamente.

A esta seqüência chamamos de período.

Ex.:

5/9 = 0,555

7/3 = 2,333

4/33 = 0,1212
Para se efetuar o cálculo acima basta dividir o numerador pelo denominador, então se obterá o
valor da fração. O que se encontra em destaque “cor vermelha” é chamado de período.

- Classificação de dízimas periódicas

As dizimas periódicas podem ser dividas em:

Simples:

São aquelas em que o período se apresenta logo depois da vírgula.

Observe:

35/37 = 0,945945945945945

25/27 = 0,925925925925925

4/33 = 0,1212121212121212

Nas frações acima, temos:

Períodos: 945945945945945 / 925925925925925 / 1212121212121212, respectivamente

Parte não periódica: 0

Compostas:

São consideradas dízimas periódicas compostas todas que entre o período e a vírgula existe uma
parte que são seja periódicas.

Neste caso esta parte da dízima periódica não é considerada e exclui-se então esta parte da parte
periódica.

Exemplos:

0,7333333333

0,7244444444

0,5166666666

Parte não periódica: 7, 72 e 51 respectivamente.

Período: 3333333, 4444444, 666666 respectivamente.

* Formação de uma fração geratriz

Todos os números com uma expansão decimal infinita ou finita e periódica sempre são números
racionais.

Neste caso, é fato que sempre existem frações capazes de representá-los. A estas frações
chamamos de frações geratrizes.

- Como determinar uma fração geratriz

Analise os dois casos abaixo:

1) Números com expansão décima finita

A quantidade total de números após a vírgula resultará o número exato de “zeros” do


denominador da fração.

Veja:

7,16 = 716/100

32,4 = 324/10
55,7 = 557/10

0,025 = 0025/1000 = 25/1000

0,12 = 012/100 = 12/100

2) Dízimas periódicas

Dados x,y,z...mnnn...uma dízima periódica o qual os primeiros algarismos, indicados de forma


geral por x,y,z,m não constituem o período nnn.

A fração:

xyz...mn – xy...n / 99...900...0

será uma fração geratriz da dízima periódica x,y,z...mnnn... nas seguintes situações:

1) O número de “noves” no denominador for igual à quantidade de algarismos no período.

2) Existir um “zero” no denominador para cada algarismo “aperiódico” (x,y,z...n) depois da


vírgula.

Exemplos:

1) 7,21717171717....

Período: 17 (dois noves depois no denominador)

Atraso de uma casa (1 “zero” no denominador)

Parte não periódica “aperiódica” = 72

Formação fração geratriz:

7217 – 72 / 990 = 7145 / 990

7145 = 7,217171717171...
990

2) 0,15383383383383383...

Período: 383 (três noves depois no denominador)

Atraso de duas casas (2 “zeros” no denominador)

Parte não periódica = 15

Formação fração geratriz:

15383 – 15 / 99900 = 15368 / 99900

15368 = 0,15383383383383...
99900

* Exercícios resolvidos sobre dízimas periódicas

1) Qual a fração geratriz da dízima periódica 8,035035035035

Período: 035 (três noves no denominador)

Parte não periódica: 8

Não houve atraso do período, por tanto não haverá “zeros” no denominador.
Assim:

8035 – 8 / 999

8027 / 999
8027 = 8,035035035...
999

2) Qual a fração geratriz da dízima periódica 6,25252525

Período: 25 (dois noves no denominador)

Parte não periódica: 6

Não houve atraso do período, por tanto não haverá “zeros” no denominador.

Assim:

625 – 6/ 99

619 / 99

619 = 6,2525252525...
99

Exemplo de interseção de conjuntos.


►Interseção

Os elementos que fazem parte do conjunto interseção são os elementos comuns aos conjuntos
relacionados.

Exemplo 1:
Dados dois conjuntos A = {5,6,9,8} e B = {0,1,2,3,4,5}, se pedimos a interseção deles teremos:
A ∩ B = {5}, dizemos que A “inter” B é igual a 5.

Exemplo 2:
Dados os conjuntos B = {-3, -4, -5, -6} e C = {-7, -8, -9}, se pedirmos a interseção deles teremos:
B ∩ C = { } ou B ∩ C = , então B e C são conjuntos distintos.

Exemplo 3:
Dados os conjuntos D = {1,2,3,4,5} e E = {3,4,5}. A interseção dos conjuntos ficaria assim:
E ∩ D = {3,4,5} ou E ∩ D = E, pode ser concluído também que
E D.

►União
Conjunto união são todos os elementos dos conjuntos relacionados.

Exemplo 1:
Dados os conjuntos A = { x | x é inteiro e -1 < x < 2} e B = {1,2,3,4} a união desses dois conjuntos
é:
A U B = {0,1,2,3,4}

Exemplo 2:
Dados os conjuntos A = {1,2,3} e B = {1,2,3,4,5} a união desses conjuntos é:
A U B = {1,2,3,4,5}, nesse caso podemos dizer que A U B = B.

►Diferença entre dois conjuntos.

Dados dois conjuntos A e B chama-se conjunto diferença ou diferença entre A e B o conjunto formado
pelos elementos de A que não pertencem a B.
O conjunto diferença é representado por A – B.

Exemplo 1:
A = {1,2,3,4,5} e B = {3,4,5,6,7} a diferença dos conjuntos é:
A – B = {1,2}

Exemplo 2:
A = {1,2,3,4,5} e B = {8,9,10} a diferença dos conjuntos é:
A – B = {1,2,3,4,5}

Exemplo 3:
A = {1,2,3} e B = {1,2,3,4,5}a diferença dos conjuntos é:
A–B=
Exemplo 4:
Dados os conjuntos A = {1,2,3,4,5,6} e B = {5,6}, a diferença dos conjuntos é:
A – B = {1,2,3,4}. Como B A podemos escrever em forma de complementar:

A–B= A B = {1,2,3,4}.

Operações fundamentais

Adição: 1. Ato ou efeito de adir. 2. Arit. Reunião de todas as unidades ou frações de unidade de
vários números; soma, total. 3. Acréscimo, aumento.

Exemplo:

a) 2254 + 1258 = 3512

Conceito de dezena, centena e milhar

Milhar Centenas Dezenas Unidades


1 1
2 2 5 4
1 2 5 8
_________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

3 5 1 2

Para o cálculo da adição, ordenamos os números em unidades, dezenas, centenas, milhar... Feito
isso, efetuamos a soma. Notem que os números 2254 e 1258 foram agrupados para serem somados.
O resultado da soma das unidades (4+8 = 12) é igual a 1 dezena e 2 unidades. Portanto, adiciona-
se 1 dezena a sua respectiva "casa".
O resultado da soma das dezenas (1+5+5 = 11) é igual a 1 centena e 1 dezena. Portanto, adiciona-
se uma centena a sua respectiva "casa".
A soma da "casa" das centenas (1+2+2 = 5), ou seja, 5 centenas.
Finalmente, a soma da "casa" do milhar é igual a 3 (1+2=3).

A soma de 2254 + 1258 = 3512.

*Observação: as cores auxiliam a compreensão do processo.

Subtração: 1. Ato ou efeito de subtrair(se). 2.Tirar de outro número parcela, quantia etc.; diminuir.

Exemplo:
a) 2234 - 1258 = 976

Milhar Centenas Dezenas Unidades


2 2 3 4
1 2 5 8
_________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

Primeiramente, vamos agrupar os números em unidades, dezenas, centenas, milhar, etc...


Feito isso, observamos que não é possível a subtração das unidades (4 - 8). É preciso, portanto,
"pedir emprestado" à casa das dezenas:

Milhar Centenas Dezenas Unidades


2 2 3-1 = 2 4+10 = 14
1 2 5 8
_________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

Observamos que não é possível a subtração das dezenas


(2 - 5). Vamos "pedir emprestado" a nossa "vizinha" centena:

Milhar Centenas Dezenas Unidades


2 2-1=1 10+2=12 14
1 2 5 8
_________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

7 6

Vamos efetuar a subtração das centenas: Oras, não é possível efetuar o cálculo (1 - 2) das centenas
sem pedir emprestado à casa do milhar...

Milhar Centenas Dezenas Unidades


2-1=1 10+1=11 12 14
1 2 5 8
_________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

0 9 7 6

Agora sim! Vamos efetuar o cálculo das centenas


(11 - 2 = 9). E, também, do milhar (1 - 1 = 0).

A subtração de 2234 - 1258 = 976.

Cálculo da adição e subtração envolvendo números não inteiros

Exemplos:

a) 235,65 + 45,758 = 281,408


Cent. Dez. Uni. Dec. Cent. Mil.
1 1 1
2 3 5 ,6 5 0
4 5 ,7 5 8
_________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

2 8 1 ,4 0 8

Siga os mesmos passos do cálculo com números inteiros, não se esquecendo, porém, de agrupar os
algarismos de acordo com suas "casas" (milhar, centena, dezena, unidades,...).

b) 254,65 - 144,732 = 109,918

Cent. Dez. Uni. Dec. Cent. Mil.


2 5 4 ,6 5 0
1 4 4 ,7 3 2
_________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

Cent. Dez. Uni. Dec. Cent. Mil.


2 5 4-1=3 ,16 5-1=4 10
1 4 4 ,7 3 2
_________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

,9 1 8

Cent. Dez. Uni. Dec. Cent. Mil.


2 5-1=4 13 ,16 4 10
1 4 4 ,7 3 2
_________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

1 0 9 ,9 1 8

Siga os mesmos passos do cálculo da subtração com números inteiros, agrupe as algarismos de
acordo com suas "casas" e "peça emprestado" à "casa" do vizinho quando não for possível efetuar a
subtração.

Multiplicação: 1. Ato ou efeito de multiplicar. 2.Arit. Operação aritmética, que consiste em repetir
um número, chamado multiplicando, tantas vezes quantas são as unidades de outro, chamado
multiplicador, para achar um terceiro que representa o produto dos dois. 3.Repetir (um número)
tantas vezes quantas são as unidades de (outro).

Exemplo:

a) 236 x 25 = 5900
Milhar Centenas Dezenas Unidades

2 3 6
2 5
_________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

Vamos inicialmente multiplicar 236 por 5:

Milhar Centenas Dezenas Unidades


1 3
2 3 6
2 5
_________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

1 1 8 0

1) 6x5 = 30 (3 dezenas e 0 unidades)


2) 3x5 = 15 + 3 = 18 (1 centena e 8 dezenas) - Não se esqueça de somar as 3 a casa das dezenas.
3) 2x5 = 10 + 1 = 11

Agora vamos multiplicar 236 por 2. Estamos efetuando o cálculo da casa das dezenas, portanto,
vamos colocar os resultados em sua respectiva casa. Após a multiplicação, some os resultados.

Milhar Centenas Dezenas Unidades


1
2 3 6
2 5
_________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

1 1 8 0
4 7 2 +
_________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

5 9 0 0

Multiplicação de números não inteiros

Vamos efetuar os mesmos cálculos dos com os números inteiros e tomar um pouco de cuidado com
a vírgula.

Exemplo:

a) 45,5 x 8,1 = 368,55

Observe:

Mil. Cent. Dez. Uni. Dec.


4 5 ,5
8 ,1
_________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

O número 45,5 possui 1 casa após a vírgula. O número 8,1 também apresenta 1 casa após a vírgula.
O resultado terá, portanto, 2 (1+1) casas após a vírgula. Vamos agora efetuar a multiplicação sem
nos preocupar com a vírgula. Afinal, já sabemos que o produto terá 2 casas após a vírgula.

4 5 5
8 1
_________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

4 5 5
3 6 4 0 +
_________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

3 6 8 5 5

Bom, sem nos preocuparmos com as vírgulas o resultado seria 36855, porém sabemos, como visto
acima, que o número deve possuir 2 casas após a vírgula. Vamos colocar as vírgulas então!

3 6 8 ,5 5

Simples não? Mas vamos recapitular: Contamos e somamos a quantidade de casas após a vírgula
dos números que iremos multiplicar. O resultado apresentará esse número de casas após a vírgula.
Resolvemos, então, a multiplicação e depois colocamos as vírgulas :)

Divisão: 1. Ato, efeito ou operação de dividir.


2. Fragmentação. 3. Parte de um todo que se dividiu. 4. Mat. Operação com que se procura achar
quantas vezes um número se contém noutro.

A divisão é, sem dúvidas, o principal problema dos estudantes. Vamos resolver alguns exercícios,
observe as resoluções e os esquemas.

Exemplos: Por favor, espere e siga a resolução.

a) 756 : 21 = 36

b) 202 : 5 = 40,4

c) 17,4 : 3 = 5,8
Vejam a questão da FUVEST 2003 - Primeira fase:

Num bolão, sete amigos ganharam vinte e um milhões, sessenta e três mil e quarenta e dois reais. O
prêmio foi dividido em sete partes iguais. Logo, o que cada um recebeu, em reais, foi:
(a) 3.009.006,00
(b) 3.009.006,50
(c) 3.090.006,00
(d) 3.090.006,50
(e) 3.900.060,50

Sistema Métrico Decimal


SISTEMA MÉTRICO DECIMAL

* Definição

O SISTEMA MÉTRICO DECIMAL é parte integrante do Sistema de Medidas. É adotado no Brasil


tendo como unidade fundamental de medida o metro.

O Sistema de Medidas é um conjunto de medidas usado em quase todo o mundo, visando


padronizar as formas de medição.

Deste os tempos passados os povos criavam seu método próprio de unidades de medidas. Cada
um, desta forma, tinha seus próprios métodos de medição.

Com o comércio crescente e em expansão na época, ficava cada vez mais complicado operar com
tamanha diversidade de sistemas de medidas e a troca de informações entre os povos era confusa.

Assim foi necessário que se adotasse um “sistema padrão” de medidas em suas respectivas
grandezas.

Então no ano de 1971, um grupo de representantes de diversos países reuniu-se para discutir a
forma de adotar um sistema de medidas único que facilitasse a troca de informações entre os povos. Foi
desenvolvido o sistema métrico decimal.

* O metro

O termo “metro” é oriundo da palavra grega “métron” e tem como significado “o que mede”.
Estabeleceu-se no princípio que a medida do “metro” seria a décima milionésima parte da distância entre
o Pólo Norte e Equador, medida pelo meridiano que passa pela cidade francesa de Paris. O metro padrão
foi criado no de 1799 e hoje é baseado no espaço percorrido pela luz no vácuo em um determinado
período de tempo.

* As primeiras medições

No mundo atual, temos os mais diversos meios e instrumentos que permitem ao homem moderno
medir comprimentos. Porém nem sempre foi desta forma, há 3.000 anos, quando não se existia os
recursos atuais, como o homem fazia para efetuar medidas de comprimentos?

Esta necessidade de medir espaços é tão antiga quanto à necessidade de contar. Quando o
homem começou a construir suas habitações e desenvolver sua agricultura e outros meios de
sobrevivência e desenvolvimento econômico, que se fazia necessário medir espaços, então houve ai a
necessidade de se medir espaços.

Desta forma, para medir espaços o homem antigo, tinha como base seu próprio corpo, por isto
que surgiram: polegadas, a braça, o passo, o palmo. Algumas destas medidas ainda são usadas até hoje,
como é o caso da polegada.

Há algum tempo, o povo egípcio usava como padrão para comprimento, o “cúbito”, que é a
distância do cotovelo a ponta do dedo médio.

Como as pessoas, é claro, tem tamanhos diferentes, o “cúbito” variava de uma pessoa para outra,
fazendo com que houvesse muita divergência nos resultados finais de medidas.
Então, vendo este problema de variação de medidas, o povo egípcio resolveu adotar uma outra
forma de medir o “cúbito”, passaram então ao invés de usar seu próprio corpo, a usarem uma barra de
pedra como o mesmo comprimento, assim deu-se origem então o “cúbito padrão”.

Como era impossível realizar medições em extensões grandes, o povo egípcio então começou a
usar cordas, para medir grandes áreas. Tinham nós que eram igualmente colocados em espaços iguais, e
o intervalo entre estes nós, poderia medir “x” cúbitos fixos. Desta forma de medição com cordas,
originou-se o que chamamos hoje de “trena”.

* Múltiplos e submúltiplos do Metro

Como o metro é a unidade fundamental do comprimento, existem evidentemente os seus


respectivos múltiplos e submúltiplos.

Os nomes pré-fixos destes múltiplos e submúltiplos são: quilo, hecto, deca, centi e mili.

Veja o quadro:

Os múltiplos do metro são usados para realizar medição em grandes áreas/distâncias, enquanto
os submúltiplos para realizar medição em pequenas distâncias.

No caso de haver necessidade de fazer medições milimétricas, onde a precisão é fundamental,


podem-se utilizar as seguintes medições:

No caso de haver necessidade de fazer medições astronômicas, pode-se utilizar a seguinte


medição:

Ano-Luz é a distância percorrida pela luz em um ano.

* Nomes e funções de algumas medidas

* Leitura das Medidas de comprimento

Podemos efetuar a leitura corretas das medidas de comprimento com auxilio de um quadro
chamado “quadro de unidades”.

Exemplo: Leia 16,072 m


Após ter colocado os respectivos valores dentro das unidades equivalentes, lê-se a parte inteira
acompanhada da unidade de medida do seu último algarismo e a parte decimal com a unidade de medida
o último algarismo.

Veja outros exemplos de leitura:

8,05 km = Lê-se assim: “Oito quilômetros e cinco decâmetros”

72,207 dam = Lê-se assim: “Setenta e dois decâmetros e duzentos e sete centímetros”

0,004 m = Lê-se assim: “quatro milímetros”

* Transformar unidades

Este é um item que é muito pedido em grande parte de concursos que exigem matemática, e é
justamente onde muitas pessoas que estudam este tema tem comprometido seus resultados.

Observe a tabela abaixo:

Agora observe os exemplos de transformações

1) Transforme 17,475hm em m

Para transformar hm (hectômetro) em m (metro) - observe que são duas casas à direita -
multiplicamos por 100, ou seja, (10 x 10).

17,475 x 100 = 1747,50

Ou seja

17,475 hm é = 1747,50m

2) Transforme 2,462 dam em cm


Para transformar dam (Decâmetro) em cm (Centímetro) – observe que são três casas à direita –
multiplicamos por 1000, ou seja, (10 x 10 x 10).

2,462 x 1000 = 2462

Ou seja

2,462dam é = 2462cm

3) Transforme 186,8m em dam.

Para transformar m (metro) em dam (decâmetro) – observe que é uma casa à esquerda –
dividimos por 10.

186,8 ÷ 10 = 18,68

Ou seja

186,8m é = 18,68dam

4) Transforme 864m em km.

Para transformar m (metro) em km (Kilômetro) – observe que são três casas à esquerda –
dividimos por 1000.

864 ÷ 1000 = 0,864

Ou seja

864m é = 0,864km

Obs. Os quadros das medidas foram colocados em cada operação repetidamente, de propósito,
para que haja uma fixação, pois é fundamental conhecer “decoradamente” estas posições.

Sistema

Monetário Brasileiro
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Monetário Brasileiro
Reformas do Sistema Monetário Brasileiro

Reformas do Sistema Monetário Brasileiro

Folder padrões monetários (arquivo PDF com 416Kb)


CRUZEIRO • O Decreto-lei nº 4.791, de 05.10.1942 (D.O.U. de 06.10.42), instituiu o
1000 réis = CRUZEIRO como unidade monetária brasileira, com equivalência a um
Cr$1
(com
mil réis. Foi criado o centavo, correspondente à centésima parte do
centavos) cruzeiro.
01.11.1942
Exemplo: 4:750$400 (quatro contos, setecentos e cinqüenta mil e
quatrocentos réis) passou a expressar-se Cr$ 4.750,40 (quatro mil,
setecentos e cinqüenta cruzeiros e quarenta centavos)

CRUZEIRO • A Lei nº 4.511, de 01.12.1964 (D.O.U. de 02.12.64), extinguiu a fração


(sem do cruzeiro denominada centavo. Por esse motivo, o valor utilizado no
centavos)
02.12.1964
exemplo acima passou a ser escrito sem centavos: Cr$ 4.750 (quatro
mil, setecentos e cinqüenta cruzeiros).
CRUZEIRO • O Decreto-lei nº 1, de 13.11.1965 (D.O.U. de 17.11.65), regulamentado
NOVO pelo Decreto nº 60.190, de 08.02.1967 (D.O.U. de 09.02.67), instituiu o
Cr$1000 =
NCr$1
Cruzeiro Novo como unidade monetária transitória, equivalente a um
(com mil cruzeiros antigos, restabelecendo o centavo. O Conselho Monetário
centavos) Nacional, pela Resolução nº 47, de 08.02.1967, estabeleceu a data de
13.02.1967 13.02.67 para início de vigência do novo padrão.

Exemplo: Cr$ 4.750 (quatro mil, setecentos e cinqüenta cruzeiros)


passou a expressar-se NCr$ 4,75(quatro cruzeiros novos e setenta e
cinco centavos).
CRUZEIRO • A Resolução nº 144, de 31.03.1970 (D.O.U. de 06.04.70), do Conselho
de NCr$ para Monetário Nacional, restabeleceu a denominação CRUZEIRO, a partir
Cr$
(com
de 15.05.1970, mantendo o centavo.
centavos)
15.05.1970 Exemplo: NCr$ 4,75 (quatro cruzeiros novos e setenta e cinco
centavos) passou a expressar-se Cr$ 4,75(quatro cruzeiros e setenta e
cinco centavos).

CRUZEIRO • A Lei nº 7.214, de 15.08.1984 (D.O.U. de 16.08.84), extinguiu a fração


(sem do Cruzeiro denominada centavo. Assim, a importância do exemplo,
centavos)
16.08.1984
Cr$ 4,75 (quatro cruzeiros e setenta e cinco centavos), passou a
escrever-se Cr$ 4, eliminando-se a vírgula e os algarismos que a
sucediam.
CRUZADO • O Decreto-lei nº 2.283, de 27.02.1986 (D.O.U. de 28.02.86),
Cr$ 1000 = posteriormente substituído pelo Decreto-lei nº 2.284, de 10.03.1986
Cz$1
(com
(D.O.U. de 11.03.86), instituiu o CRUZADO como nova unidade
centavos) monetária, equivalente a um mil cruzeiros, restabelecendo o centavo. A
28.02.1986 mudança de padrão foi disciplinada pela Resolução nº 1.100, de
28.02.1986, do Conselho Monetário Nacional.

Exemplo: Cr$ 1.300.500 (um milhão, trezentos mil e quinhentos


cruzeiros) passou a expressar-se Cz$ 1.300,50 (um mil e trezentos
cruzados e cinqüenta centavos).
CRUZADO • A Medida Provisória nº 32, de 15.01.1989 (D.O.U. de 16.01.89),
NOVO convertida na Lei nº 7.730, de 31.01.1989 (D.O.U. de 01.02.89),
Cz$ 1000 =
NCz$1
instituiu o CRUZADO NOVO como unidade do sistema monetário,
(com correspondente a um mil cruzados, mantendo o centavo. A Resolução nº
centavos) 1.565, de 16.01.1989, do Conselho Monetário Nacional, disciplinou a
16.01.1989 implantação do novo padrão.

Exemplo: Cz$ 1.300,50 (um mil e trezentos cruzados e cinqüenta


centavos) passou a expressar-se NCz$ 1,30 (um cruzado novo e trinta
centavos).
CRUZEIRO • A Medida Provisória nº 168, de 15.03.1990 (D.O.U. de 16.03.90),
de NCz$ para convertida na Lei nº 8.024, de 12.04.1990 (D.O.U. de 13.04.90),
Cr$
(com
restabeleceu a denominação CRUZEIRO para a moeda, correspondendo
centavos) um cruzeiro a um cruzado novo. Ficou mantido o centavo. A mudança
16.03.1990 de padrão foi regulamentada pela Resolução nº 1.689, de 18.03.1990, do
Conselho Monetário Nacional.

Exemplo: NCz$ 1.500,00 (um mil e quinhentos cruzados novos) passou


a expressar-se Cr$ 1.500,00 (um mil e quinhentos cruzeiros).
CRUZEIRO • A Medida Provisória nº 336, de 28.07.1993 (D.O.U. de 29.07.93),
REAL convertida na Lei nº 8.697, de 27.08.1993 (D.O.U. de 28.08.93),
Cr$ 1000 =
CR$ 1
instituiu o CRUZEIRO REAL, a partir de 01.08.1993, em substituição
(com ao Cruzeiro, equivalendo um cruzeiro real a um mil cruzeiros, com a
centavos) manutenção do centavo. A Resolução nº 2.010, de 28.07.1993, do
01.08.1993 Conselho Monetário Nacional, disciplinou a mudança na unidade do
sistema monetário.

Exemplo: Cr$ 1.700.500,00 (um milhão, setecentos mil e quinhentos


cruzeiros) passou a expressar-se CR$ 1.700,50 (um mil e setecentos
cruzeiros reais e cinqüenta centavos).
REAL • A Medida Provisória nº 542, de 30.06.1994 (D.O.U. de 30.06.94),
CR$ 2.750 = instituiu o REAL como unidade do sistema monetário, a partir de
R$ 1
(com
01.07.1994, com a equivalência de CR$ 2.750,00 (dois mil, setecentos e
centavos) cinqüenta cruzeiros reais), igual à paridade entre a URV e o Cruzeiro
01.07.1994 Real fixada para o dia 30.06.94. Foi mantido o centavo.
Como medida preparatória à implantação do Real, foi criada a URV -
Unidade Real de Valor - prevista na Medida Provisória nº 434,
publicada no D.O.U. de 28.02.94, reeditada com os números 457
(D.O.U. de 30.03.94) e 482 (D.O.U. de 29.04.94) e convertida na Lei nº
8.880, de 27.05.1994 (D.O.U. de 28.05.94).

Exemplo: CR$ 11.000.000,00 (onze milhões de cruzeiros reais) passou


a expressar-se R$ 4.000,00 (quatro mil reais).
Sistema de Unidades e Medidas: comprimento, superfície,
volume, capacidade, massa e tempo

LGUMAS TABELAS DAS PRINCIPAIS MEDIDAS DE


VOLUMES E ÁREAS

Definição

Como informado no tutorial de número 10, “Sistema Métrico Decimal”, faz parte do Sistema de Medidas,
e este é adotado no Brasil e tem como unidade principal fundamental o metro.

No sistema de Medidas, são consideradas também outras unidades de medidas, consideradas também
fundamentais:

Múltiplos e Submúltiplos Diversos

- O grama

Pertence ao gênero masculino. Tenha cuidado, por tanto, ao escrever e pronunciar essa unidade de
medidas em seus múltiplos e submúltiplos, fazendo as devidas concordâncias.

Ex.:

cinco quilogramas
setecentos miligramas

trezentos e vinte gramas

novecentos e dois gramas

Atente para isto: cada unidade de volume é dez vezes maior que a unidade imediatamente inferior.

10 dag = 100 hg

1 g = 10 dag

- O Litro

Pertence ao gênero masculino. É uma unidade de medida de volume que está veiculada diretamente ao
sistema métrico decimal e, por tanto, obedecendo aos seus padrões.

Cada Litro corresponde a 01 decímetro cúbico. Em referência ao litro de água (01 l), corresponde a
aproximadamente 01 quilograma da substância medida.

Ex.:

(01 l água), um litro de água.

(2,478 dal), dois decalitros e quatrocentos e setenta e oito centilitros

(30, 252 dal), trinta decalitros e duzentos e cinqüenta e dois centilitros


Atente para isto: cada unidade de volume é dez vezes maior que a unidade imediatamente inferior.

10 l = 100 l

1 l = 10 dal

- O Prefixo Quilo

É simbolizado pela letra (K), que indica que a unidade é resultado da multiplicação por mil. Este prefixo
Quilo não pode ser usado sozinho.

Observe:

Errado: quilo; k

Certo: quilograma, kg

Medidas Diversas

- Medidas comprimento

Unidade principal: METRO (m)

Ex.: 01 Km = 1000 m

Ex.: 100 m = 10 dam

Esta unidade possui seus múltiplos e submúltiplos nas formas abaixo:


- Medidas de área

Unidade principal: METRO QUADRADO (m²)

Ex.: 1000 m²

Ex.: 1 m²

Esta unidade possui seus múltiplos e submúltiplos nas formas abaixo:

- Medidas de volume

) Unidade principal: METRO CÚBICO (m

Ex.: 1000 m

Ex.: 1 m

Esta unidade possui seus múltiplos e submúltiplos nas formas abaixo:

- Medidas de capacidade
Unidade principal: LITRO (l)

Ex.: 1 l

Ex.: 1000 Litros

Esta unidade possui seus múltiplos e submúltiplos nas formas abaixo:

- Medidas agrárias

Unidade principal: ARE (a)

Ex.: 1 a

Ex.: 100 hectare

Esta unidade possui seus múltiplos e submúltiplos nas formas abaixo:

- Medidas para lenha (madeira)

Unidade principal: ESTÉREO (st)

Esta unidade possui seus múltiplos e submúltiplos nas formas abaixo:


Obs.: Uma unidade de st (estéreo) equivale a 01 (metro cúbico) m

- Medidas de ângulos

Unidade principal: ÂNGULO RETO (r)

Uma das unidades de ângulo plano é o ângulo reto, e que o símbolo é representado pela letra (r).

Veja a tabela abaixo:

Obs. Importante: os múltiplos e submúltiplos do ângulo reto não têm designação própria, exceto o
“grado”, que é a única designação usada para submúltiplo.

Tabela com algumas unidades de medidas


Perímetro e área de
figuras planas

Perímetro

O que é perímetro? E como o calculamos?

Perímetro é a medida do comprimento de um contorno.

Observe um campo de futebol, o perímetro dele é o seu contorno que está de vermelho.

Pra fazermos o cálculo do perímetro devemos somar todos os seus lados:


P = 100 + 70 + 100 + 70
P = 340 m

O perímetro da figura abaixo é o contorno dela, como não temos a medida de seus lados, para medir o seu
perímetro devemos contorná-la com um barbante e depois esticá-lo e calcular a medida.

Por exemplo:
O perímetro da figura é a soma de todos os seus lados:

P = 10 + 8 + 3 + 1 + 2 + 7 + 2 +3

P = 18 + 4 + 9 + 5

P = 22 + 14

P = 36

A unidade de medida utilizada no cálculo do perímetro é a mesma unidade de medida de comprimento:


metro, centímetro, quilômetro...

Área

Área é a medida de uma superfície.

A área do campo de futebol é a medida de sua superfície (gramado).

Se pegarmos outro campo de futebol e colocarmos em uma malha quadriculada, a sua área será
equivalente à quantidade de quadradinho. Se cada quadrado for uma unidade de área:

Veremos que a área do campo de futebol é 70 unidades de área.

A unidade de medida da área é: m2 (metros quadrados), cm2 (centímetros quadrados), e outros.

Se tivermos uma figura do tipo:

Sua área será um valor aproximado. Cada é uma unidade, então a área aproximada dessa figura será
de 4 unidades.

Funções e sistemas de 1º grau


II – MÉTODOS DE RESOLUÇÃO DE SISTEMAS DE EQUAÇÕES DO 1º GRAU

Além de saber armar o sistema é bom saber fazer a escolha pelo método mais rápido de resolução.
Vou apresentar três métodos sendo que o mais utilizado é o método da adição.

1º) método da adição

Este método consiste em deixar os coeficientes de uma incógnita opostos. Desta forma, somando-se membro a membro as duas
equações recai-se em um equação com uma única incógnita.

EXEMPLO:

1º passo: vamos multiplicar a primeira linha por -1 para podermos cortar –2x com 2x

2º passo: Substituir y = - 2, em qualquer um das equações acima e encontrar o valor de x.

3º passo: dar a solução do sistema.

S = { (4, -2) }

2º) método da substituição


Este método consiste em isolar uma incógnita numa equação e substituí-la na outra equação do sistema dado, recaindo-se numa
equação do 1º grau com uma única incógnita.

EXEMPLO:

1º passo: vamos isolar o y na primeira equação para podermos substituir na Segunda equação.

2º passo: Substituir y = 6 – 2x, na segunda equação para encontrar o valor de x.


3º passo: Substituir x = 4 em y = 6 – 2x, para encontrar o valor de y.

y = 6 – 2x
y = 6 – 2.4
y=6–8
y = -2

4º passo: dar a solução do sistema.

S = { (4, -2) }

Uma função do 1º grau pode ser chamada de função afim. Pra que uma função seja considerada afim ela
terá que assumir certas características, como: Toda função do 1º grau deve ser dos reais para os reais,
definida pela fórmula f(x) = ax + b, sendo que a deve pertencer ao conjunto dos reais menos o zero e que b
deve pertencer ao conjunto dos reais.
Então, podemos dizer que a definição de função do 1º grau é:

f: R→ R definida por f(x) = ax + b, com a R* e b R.

Veja alguns exemplos de Função afim.

f(x) = 2x + 1 ; a = 2 e b = 1

f(x) = - 5x – 1 ; a = -5 e b = -1

f(x) = x ; a = 1 e b = 0

f(x) = - 1 x + 5 ; a = -1 e b = 5
2 2

Toda função a do 1º grau também terá domínio, imagem e contradomínio.

A função do 1º grau f(x) = 2x – 3 pode ser representada por y = 2x – 3. Para acharmos o seu domínio e
contradomínio, devemos em primeiro estipular valores para x.
Vamos dizer que x = -2 ; -1 ; 0 ; 1. Para cada valor de x teremos um valor em y, veja:

x = -2 x=-1 x=0
y = 2 . (-2) – 3 y = 2 . (-1) – 3 y=2.0-3
y=-4–3 y = -2 – 3 y = -3
y=-7 y=-5

x=1
y=2.1–3
y=2–3
y = -1

Os valores de x são o domínio e a imagem e o contradomínio são os valores de y. Então, podemos dizer
que Im = R.Estudo dos Sinais
Relação entre grandezas: tabelas e gráficos

Resolução de situações-problema

A Resolução de uma situação problema em matemática pode ser desenvolvida de várias maneiras, desde
que seja clara e atinja o resultado esperado.
Um mesmo problema pode ser resolvido utilizando a operação da multiplicação ou da adição ou até
mesmo de métodos diferentes.

A equação é uma das várias maneiras de resolver um problema matemático. Para aplicar esse método de
resolução de situações problemas é preciso obedecer alguns passos importantes:

• Retirar os dados importantes para a resolução do problema.


• Identificar qual será a incógnita, ou seja, saber o que o problema quer descobrir.
• Identificar as operações envolvidas.
• Montar a equação.
• Resolver a equação encontrada, obtendo o valor da incógnita.
• Verificar através da equação se o valor (raízes) encontrado é correto.

Veja algumas situações problemas resolvidas através de equações e como que foi aplicada todos os passos
acima.

Pensei em três números consecutivos, cuja soma é -72. Em que números pensei?

Os únicos dados que o problema ofereceu foram:


- são três números consecutivos.
- a soma deles é -72

Identificação da incógnita:

Primeiro: ele quer descobrir quais são esses três números cuja soma é -72.
Sabemos por exemplo que 2, 3, 4 são consecutivos, pois o número que vem depois do 2 é 2 + 1 = 3 e o
outro será 2+2 = 4, seguindo essa linha de raciocínio podemos dizer que:

Como não temos conhecimento do valor de nenhum dos três números podemos denominar o primeiro por
x, então o próximo seria x + 1 e o terceiro seria x + 2. Portanto, a seqüência dos números ficaria assim: x,
x + 1, x + 2.

Identificar a operação:
A operação será adição, pois ele disse que a soma desses números é -72.

Montar e resolver a equação:


Agora somamos a seqüência dos números e igualamos a – 72.
x + x + 1 + x + 2 = - 72
3x + 3 = - 72
3x = - 72 – 3
3x = - 75
x = - 75 : 3
x = - 25

Descobrimos o valor de x, então x + 1 = - 25 + 1 = - 24 e x + 2 = - 25 + 2 = - 23.


Portanto, os três números consecutivos são: - 25, -24 , - 23.
Para verificar se a solução encontrada é verdadeira, existem duas formas:
1ª maneira: a equação formada é x + x + 1 + x + 2 = - 72, como descobrimos o valor de x, basta substituí-
lo:
-25 + (-25) + 1 + (-25) + 2 = -72
-25 – 25 + 1 – 25 + 2 = - 72
- 72 = - 72

2ª maneira: como a soma dos três números deve ser - 72 e descobrimos os três, basta somá-los e verificar
se realmente a soma deles é – 72.
- 25 + (- 24) + (- 23) = -25 – 24 – 23 = -72.

Raciocínio lógico básico

Raciocínio Lógico
Ao procurarmos a solução de um problema quando dispomos de dados como um ponto de partida e temos um
objetivo a estimularmos, mas não sabemos como chegar a esse objetivo temos um problema. Se soubéssemos
não haveria problema.
É necessário, portanto, que comece por explorar as possibilidades, por experimentar hipóteses, voltar atrás num
caminho e tentar outro. É preciso buscar idéias que se conformem à natureza do problema, rejeitar aqueles que
não se ajustam a estrutura total da questão e organizar-se.
Mesmo assim, é impossível ter certeza de que escolheu o melhor caminho. O pensamento tende a ir e vir quando
se trata de resolver problemas difíceis.
Mas se depois de examinarmos os dados chegamos a uma conclusão que aceitamos como certa concluímos que
estivemos raciocinando.
Se a conclusão decorre dos dados, o raciocínio é dito lógico.

Nova teoria científica

A ciência é bàsicamente a combinação do raciocínio lógico bom com o conhecimento prático bom de
fenômenos naturais reais. Todos os seres humanos fazem algum raciocínio lógico e têm algum
conhecimento prático de alguns fenômenos naturais reais, mas na maior parte têm que combinar ciência
com sobrevivência. Alguns povos puderam devotar muito de seu tempo ao raciocínio e/ou a ganhar o
conhecimento melhor da natureza e com isso nos legaram contribuições pequenas ou grandes ao
desenvolvimento da ciência

Números e grandezas proporcionais: razão e proporção

Números e Grandezas Proporcionais

* Grandeza

È todo valor que, ao ser relacionado a um outro de tal forma, quando há a variação de um, como
conseqüência o outro varia também.
Em nosso dia-a-dia quase tudo se associa a duas ou mais grandezas. Por exemplo: quando falamos em:
velocidade, tempo, peso, espaço, etc., estamos lidando diretamente com grandezas que estão relacionadas
entre si.

Exemplo: Uma moto percorre um determinado espaço físico em um tempo maior ou menor dependendo
da velocidade que ela poder chegar ou imprimir em seu percurso realizado.

Assim também a quantidade de trabalho a ser realizado em um determinado tempo depende do número de
operários empregados e trabalhando diretamente na obra a ser concluída o que se deseja concluir.

A relação de dependência entre duas grandezas, dependendo da condição apresentada, pode ser
classificada como Diretamente proporcional ou Inversamente proporcional.

Grandeza Diretamente Proporcional

È definido como Grandeza Diretamente Proporcional as grandezas que são diretamente proporcionais
quando a variação de uma implica na variação ou mudança da outra, na mesma proporção, mesma direção
e sentido.

Exemplo: 01 Kg de carne custa “Y”, se a pessoa comprar 02 Kgs de carne então ela pagará “02 y”.

Exemplo: Se uma pessoa compra 10 borrachas ao custo de R$ 1,00, então se ela comprar 20 borrachas o
custo total será de R$ 2,00, calculando o preço unitário de R$ 0,10.

Grandeza Inversamente Proporcional

Duas grandezas são inversamente proporcionais quando a variação de uma implica necessariamente na
variação da outra, na mesma proporção, porém, em sentido e direção contrários.

Exemplo: Velocidade e tempo.

Um carro percorre a uma velocidade de 100 Km/h, o total de 10 metros em 10 segundos. Se este mesmo
carro aumentar para 200 km/h gastará apenas 05 segundos para percorrer os mesmos 10 metros.
* RAZÃO E PROPORÇÃO

RAZÃO - A razão entre dois números, dados uma certa ordem, sendo o segundo número sempre diferente
de zero, é o quociente indicado do primeiro pelo segundo.

Exemplo: a razão de 09 para 12 = 09/12 ou 09: 12

a razão de 05 para 10 = 05/10 ou 05:10

a razão de 06 para 18 = 06/18 ou 06:18

Obs. Importante.: 1) Lê-se: nove está para doze sendo que o 1 º número é antecedente e 2º número é
conseqüente.

Então: cinco está para dez, sendo 05 o antecedente e 10 o conseqüente.

seis está para dezoito, sendo 06 o antecedente e 18 o conseqüente.

Obs. Importante.: 2) Quando o antecedente de uma razão for igual ao conseqüente de outra, ou vice-versa,
dizemos que formam duas razões inversas. Ex: c/d e d/c

PROPORÇÃO – É a sentença matemática que exprime igualdade entre duas razões.

Obs.:

Cada elemento de uma proporção é denominado termo da proporção sendo que os 1º e 3º termos são
chamados de termos antecedentes e os 2º e 4º são chamados termos conseqüentes e que os 1º e 3º termos
de uma proporção formam os meios e os 2º e 4º termos, formam os extr emos.

PROPRIEDADES DAS PROPORÇÕES


1 – Propriedade Fundamental

Em toda proporção o produto dos meios é sempre igual ao produto dos extremos.

2/5 = 4/10 » 5 x 4 = 20 | 2 x 10 = 20

Aplicação:

7 / 8 = x / 40 onde 8 x X = produtos dos meios | 7 x 40 = produto dos extremos

Temos então: 8x = 280, logo X = 280/8 = 35.

2 – Composição

Em toda proporção, a soma dos primeiros termos está para o primeiro ou para o segundo, assim como a
soma dos dois últimos está para o terceiro ou para o quarto termo.

Aplicação:

A soma de dois números é 80 e a razão entre o menor e o maior é 2/3. Achar o valor desses números.

a = menor

b = maior
Conclui-se: se o menor vale a= 32, o maior então será 80 – 32 = 48.

3 – Decomposição

Em qualquer proporção, a diferença entre os dois primeiros termos está para o primeiro ou para o segundo,
assim como a diferença entre os dois está para o terceiro ou para o quarto termo.

Aplicação:

Determinar dois números, sabendo-se que a razão entre eles é de 7/3 e que a diferença é 48.

a = maior

b = menor

a – b = 48

Portanto,
Se a – b = 48, então b = 84 – 48 = 36

4 – Em toda proporção a soma dos antecedentes está para a soma dos conseqüentes, assim como qualquer
antecedente está para seu conseqüente.

Aplicação:

Calcular “a” e “b”, sendo que a+b = 63 e a/3 = b/4

Então a soma de a+b = 63, sendo a = 27 e b=36 = 63.

5 – Em qualquer proporção, a diferença dos antecedentes esta para a diferença dos conseqüentes, assim
como qualquer antecedente está para o seu conseqüente.

6 – Em qualquer proporção, o produto dos antecedentes está para o produto dos conseqüentes, assim como
o quadrado de um antecedente está para o quadrado de seu conseqüente.

Aplicação:
A área de um retângulo é de 150 m² e a razão da largura para o comprimento é de 2/3. Encontrar essas
medidas.

a = largura b = comprimento

a² = 150 x 4 : 6 = 100, a² = 100, a = 10

a = largura = 10m, b= comprimento = 15m

7 – Em qualquer proporção, elevando-se os quatro termos ao quadrado, resulta em uma nova proporção.

Aplicação:

A soma do quadrado de dois números é 468 e a razão do menor para o maior é de 2/3. Determinar esses
números.

Logo, a² = 144, a = 12.

Obs. O valor de “b” é calculado seguindo-se o mesmo procedimento para calcular o valor de “a”.

Porcentagem

Porcentagem

Introdução:
Utilizamos o cálculo de porcentagem constantemente no nosso cotidiano. Dois simples exemplos:

Ex.1) Uma loja lança uma promoção de 10% no preço dos seus produtos. Se uma mercadoria custa
R$120,00, quanto a mercadoria passará a custar?

O desconto será de 10% do valor de R$120,00. Logo:

Retiramos, portanto, R$12,00 de R$120,00: 120 - 12 = 108


Passaremos a pagar, com a promoção, R$108,00.

Ex.2) Uma sala de aula possui 100 alunos, sendo que 40% são meninas. Qual a quantidade de
meninas e de meninos?

A quantidade de meninas será:

E a de meninos será: 100 - 40 = 60.

Sugestão: Caso tenham dúvidas em multiplicação de frações, visitem a seção Frações, presente
neste site, antes de iniciar o estudo de porcentagem.

Razão centesimal:

Como o próprio nome já diz, é a fração cujo denominador é igual a 100.

Exemplos:

(lê-se 10 por cento)

(lê-se 150 por cento)

Definição de taxa porcentual ou porcentagem:

Chama-se taxa porcentual ou porcentagem de um número a sobre um número b,

, à razão tal que

Indica-se por

Definição meio complicada não acham? Pois é muito simples:

Porcentagem é o valor obtido quando aplicamos uma razão centesimal a um determinado valor.

Porcentagem, como o nome já diz, é por 100 (sobre 100).

Exemplos para compreendermos melhor:

Ex.1) Calcule:

a) 10% de 500:
A razão centesimal é :

Portanto,
b) 25% de 200:

Portanto,

Ex.2) Qual a taxa porcentual de:

a) 3 sobre 5?

5x = 300
x= 60

A taxa é de 60%

b) 10 sobre 20?

20x = 1000
x = 50

A taxa é de 50%

Certa vez, perguntaram-me algo tão simples, mas que ,talvez, tenham dúvidas:
Como se calcula porcentagem em uma calculadora?

Vamos a um exemplo: Quanto é 20% de 500?

Digitem: 500
Aperte a tecla de multiplicação: X
Digitem: 20
Aperte a tecla de porcentagem: %

O resultado, como pode ser visto, é 100.

Agora que compreendemos a definição de porcentagem, vamos a resolução de alguns exercícios


elementares.

Exercícios resolvidos:

1) Uma compra foi efetuada no valor de R$1500,00. Obteu-se um desconto de 20%. Qual foi o valor
pago?

O desconto será:

Portanto, pagou-se: 1500 - 300 = 1200.

Dica: Para agilizarmos o cálculo, vamos pensar um pouco:


O valor total da compra é 100%. Se obtivermos um desconto de 20%, isso quer dizer que
pagaremos somente 80% do valor (100% - 20% = 80%)

Logo,

2) Um carro, que custava R$ 12.000,00, sofreu uma valorização (acréscimo) de 10% sobre o seu
preço. Quanto ele passou a custar?
O acréscimo será de:

Portanto, passará a custar: 12.000 + 1.200 = 13.200

Dica: O valor inicial do carro era de 100%, se ele sofreu uma valorização de 10%, isso quer dizer
que ele passará a custar 110% (100 + 10 = 110) do seu valor inicial. Logo:

3) Um computador que custava R$2.000,00, apresentou um lucro de R$100,00. De quanto porcento


foi o lucro sobre o preço de venda?

2000x = 10000
x=5

Portanto, 5%.

4) Um comerciante que não possuia conhecimentos de matemática, comprou uma mercadoria por
R$200,00. Acresceu a esse valor, 50% de lucro. Certo dia, um freguês pediu um desconto, e o
comerciante deu um desconto de 40% sobre o novo preço, pensando que, assim, teria um lucro de
10%. O comerciante teve lucro ou prejuízo? Qual foi esse valor?

Vamos por etapas:


O comerciante comprou a mercadoria por R$200,00 e acresceu 50% sobre esse valor.

Logo, a mercadoria passou a custar R$300,00.

Como deu um desconto de 40% sobre o preço de venda:

Portanto, como o comerciante comprou a mercadoria por R$200,00 e a vendeu por R$180,00,
obteve um prejuízo de R$20,00.

Mínimo Múltiplo Comum

Mínimo Múltiplo Comum


• MÚLTIPLO DE UM NÚMERO NATURAL

Como 24 é divisível por 3 dizemos que 24 é múltiplo de 3.


24 também é múltiplo de 1, 2, 3, 4, 6, 8, 12 e 24.

Se um número é divisível por outro, diferente de zero, então


dizemos que ele é múltiplo desse outro.
Os múltiplos de um número são calculados multiplicando-se esse número pelos números
naturais.

Exemplo: os múltiplos de 7 são:


7x0 , 7x1, 7x2 , 7x3 , 7x4 , ... = 0 , 7 , 14 , 21 , 28 , ...

Observações importantes:
1) Um número tem infinitos múltiplos
2) Zero é múltiplo de qualquer número natural

• MÍNIMO MÚLTIPLO COMUM (M.M.C.)

Dois ou mais números sempre têm múltiplos comuns a eles.

Vamos achar os múltiplos comuns de 4 e 6:


Múltiplos de 6: 0, 6, 12, 18, 24, 30,...
Múltiplos de 4: 0, 4, 8, 12, 16, 20, 24,...
Múltiplos comuns de 4 e 6: 0, 12, 24,...

Dentre estes múltiplos, diferentes de zero, 12 é o menor deles. Chamamos o 12 de


mínimo múltiplo comum de 4 e 6.

O menor múltiplo comum de dois ou mais números, diferente de zero, é


chamado de mínimo múltiplo comum desses números. Usamos a
abreviação m.m.c.

• CÁLCULO DO M.M.C.

Podemos calcular o m.m.c. de dois ou mais números utilizando a fatoração. Acompanhe


o cálculo do m.m.c. de 12 e 30:

1º) decompomos os números em fatores primos


2º) o m.m.c. é o produto dos fatores primos comuns e não-comuns:

12 = 2 x 2 x 3
30 = 2 x 3 x 5
m.m.c (12,30) = 2 x 2 x 3 x 5

Escrevendo a fatoração dos números na forma de potência, temos:


12 = 22 x 3
30 = 2 x 3 x 5
m.m.c (12,30) = 22 x 3 x 5

O m.m.c. de dois ou mais números, quando fatorados, é o produto dos


fatores
comuns e não-comuns a eles, cada um elevado ao maior expoente.

• PROCESSO DA DECOMPOSIÇÃO SIMULTÂNEA


Neste processo decompomos todos os números ao
mesmo tempo, num dispositivo como mostra a figura ao
lado. O produto dos fatores primos que obtemos nessa
decomposição é o m.m.c. desses números. Ao lado vemos
o cálculo do m.m.c.(15,24,60)

Portanto, m.m.c.(15,24,60) = 2 x 2 x 2 x 3 x 5 = 120

• PROPRIEDADE DO M.M.C.

Entre os números 3, 6 e 30, o número 30 é múltiplo dos outros dois. Neste caso, 30 é o
m.m.c.(3,6,30). Observe:

m.m.c.(3,6,30) = 2 x 3 x 5 = 30

Dados dois ou mais números, se um deles é múltiplo de todos os outros,


então
ele é o m.m.c. dos números dados.

Considerando os números 4 e 15, ques são primos entre si. O m.m.c.(4,15) é igual a 60,
que é o produto de 4 por 15. Observe:

m.m.c.(4,15) = 2 x 2 x 3 x 5 = 60

Dados dois números primos entre si, o m.m.c. deles é o produto desses
números.

Média Aritmética Simples


• Média aritmética simples

A média aritmética simples é a mais utilizada no nosso dia-a-dia. É obtida dividindo-se a soma das
observações pelo número delas. É um quociente geralmente representado pelo símbolo . Se tivermos
uma série de n valores de uma variável x, a média aritmética simples será determinada pela expressão: