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MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO CURSO DE GRADUAÇÃO EM HISTÓRIA Atividades de

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO

UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO

CURSO DE GRADUAÇÃO EM HISTÓRIA

Atividades de Práticas Curriculares (APC)

História da África

DISCENTE: Guilherme de Oliveira Junior

UBERABA, 11 de Jun, 2019

Turma/Nível

3° ano

Tema

Repensando

África e os Povos da diáspora

Ementa

PLANO DE AULA

O que é a África? Quais são as Áfricas? O que são às diásporas? África, valores e cosmogonia:

palavra, homem, socialização, morte, ancestralidade, família, produção e poder. África e Brasil, passado, presente e futuro. Pode a África ajudar a resolver a crise brasileira? O discurso do outro como alteridade: africanos, brasileiros e ubuntu.

Objetivos

Por primeiro, construir um diálogo com os discentes a respeito do conhecimento aprendido e difundido sobre África. Questionar o que é mito, o que é herança colonial e o que é tradição. Debater sobre a função do estereótipo enquanto força psicológica de exploração. Após, refletir sobre as nossas relações com África: quais foram nossas ligações no passado, quais são nossas ligações nos dias de hoje e quais nossas possíveis ligações no futuro com o continente africano. Ler trechos de materiais didáticos, para didáticos, artísticos e leis para entender como foram, são e serão nossas

relações com a África. Por fim, instigar nos discentes um olhar crítico sobre as leituras estereotipadas

a respeito de África, negros africanos e suas diásporas. Apresentar conteúdos novos sobre às

produções culturais inter relacionadas com o continente negro e suas diásporas pelo mundo. Incentivar a produção de conteúdo para didático e artístico que trabalhe os temas estudados e sirva

de material de estudo para as próximas turmas.

Conteúdo Programático

“Negro drama, entre o sucesso e a lama”: às várias histórias do continente negro e suas diásporas

“Histórias, registros e escritos”, o que liga o Brasil e continente Africano.

África, ancestralidade e axé, uma nova velha construção de saberes: “sou exemplo de vitórias, trajetos e glórias”.

Metodologia

Em uma das aulas será os temas serão explorados por aula expositiva dialogada, com a enunciação

do tema, discussão e participação dos discentes. Outra aula será reservada para exibição de material

documental e/ou material audiovisual, como músicas e videoclipes. Além uma das aulas contará com intervenções artísticas dos próprios discentes.

Tempo estimado

3 aulas.

Recursos Didáticos

Quadro e pincel. Livro didático e/ou paradidático (de acordo com o utilizado pela escola) e estatutos de leis. Recursos audiovisuais - caso seja possível - que auxiliem nas exibições dos materiais documentais e nas intervenções artísticas: datashow, computador, caixa de som.

Avaliação

Os discentes deverão criar manifestações artísticas em grupos. Esses trabalhos devem dialogar com o tema estudado, procurando problematizar os estereótipos instigar o pensamento crítico. Além disso, será levado em consideração a criatividade, o poder de síntese e a participação.

Referência

 

ALÁFIA

-

Preto

Cismado.

Corpura,

2015.

Disponível

em:

<https://www.youtube.com/watch?v=ykU4uH2_2O0>. Acesso em 12 jun. 2019.

 

BEN,

Jorge.

Negro

é

Lindo,

Negro

é

Lindo,

1971.

Disponível

em:

<https://www.youtube.com/watch?v=8sz3Ffp0Qz4>. Acesso em 12 jun. 2019.

 

DE

JESUS,

Clementina

-

Cangoma

me

Chamou.

Disponível

em:

<https://www.youtube.com/watch?v=zFk4A-xo_Vg>. Acesso em 12 jun. 2019.

SOARES, Elza - Carne.

<https://www.youtube.com/watch?v=yktrUMoc1Xw>. Acesso em 12 jun. 2019.

Do

Cóccix

Até

O

Pescoço,

2002.

Disponível em:

LATOUCHÉ, Sergé. Pode a África contribuir para resolver a crise do ocidente? In: Espaço Plural. Ano

XIV, n 28, 2013.

LEITE, Fábio. A Questão ancestral: a África negra. SP: Palas Athena: Casa das Áfricas, 2008.

LEITE, Fábio. Valores civilizatórios em sociedades negro-africanas. In: ÁFRICA: Revista do Centro de

Estudos Africanos da USP, São Paulo 18/19(1): 1995-1996.

MC'S, Racionais. Negro Drama. Nada como um Dia após o Outro Dia, 2002. Disponível em:

<https://www.youtube.com/watch?v=PQin7NsK7SM>. Acesso em 12 jun. 2019.

MESTIÇO,

<https://open.spotify.com/album/1YykSPKUblYrhRogCw7lqs>. Acesso em 12 jun. 2019.

Menino.

Negro

Não

Nego.

2018.

Disponível

em:

MOORE, Carlos. A África que incomoda: sobre a problematização do legado africano no quotidiano

brasileiro. 2ª Edição Ampliada - Belo Horizonte: Nandyala, 2010. (Coleção Repensando África,

volume 3).

NASCIMENTO, Elisa Larkin (org.). A matriz africana no Mundo. São Paulo: Selo Negro, 2008.

(Coleção Sankofa: Matrizes Africanas da Cultura Brasileira, V.1).