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Pitching Esse movimento, dependendo do tamanho do navio e do Angulo formado com o nivel da Agua e a proa do navio, varia, para pequenas embarcagoes, de 5-8° e, para grandes embarcagdes, menor que 5°. © periodo de oscilagdo desse movimento (Te) para um navio é similar zo Rolling, so a oscilagao (ondas) na superticie da dgua for desprezada. O pericdo de pitching expresso em segundos é dado pela equacao: T, =2n,|—™ 2G, (118) Onde Ri € 0 raio de giro longitudinal sobre 0 eixo transversal do navio, geralmente através do seu centro de gravidade, dado por Livia em (m) e Guu, a altura metacéntrica longitudinal em (m). Em geral, 0 tempo de pitching é respectivamente cerca de 1/3 a 2/3 do periodo de Rolling (CLARK, Ship Dinamycs for Mariners, 2005). Alguns autores adotam as seguinte equagdes para o perfodo de pitching, em segundos: 0,8.Lpp Tp= (Fernandez, Teoria del buque,1974)Lppe GM, ,em metros; {GM, 2,4/d (CLARK ,ShipDinamics, 2005) d =calado (metros); Tp= a (MUNRO- Smith, Naval Architecture,1989) Yo, KLe GM, emmetros (119) Exemplo 11 Determinar 0 tempo de pitching para um navio de 120 m de comprimento, navegando em aguas profundas a 7 m/s(14 nds), com 0 comprimento da onda duas vezes 0 tamanho do navio com altura metac&ntrica transversal de 1 m e um calado dem. Fonte: CLARK, Ship Dynamics for Mariners, Nautical Institute, 2005. Solugao. comprimento da onda L=2.120 = 240 m; velocidade da onda: v= =1,25VL = 1,25)240 =19,4 mis; 2a periodo aparente da onda: Ta = Li(Vr +Va) = 240/ (19,4 +7) =9,1 5, periodo de pitching: Tp=2.4 Vd = 2.4 V8 = 6,78segundos. Exemplo 12 Determinar 0 tempo de pitching para 0 navio do exemplot 1, para uma onda de comprimento igual ao tamanho do barco. Solucao: comprimento daonda: = L = 120m; gl velocidade da onda: Vv 25vL =1.25Vi20 =1375; q periodo aparente da onda: Ta = Li(Va + Vr) = 120/ (13,7 +7) =5,8 s;e periodo de pitching: Tp =2.4Vd =2.418 =6.78s. Observacao: Neste caso, 0 barco comeca o movimento de pitching com a proa embaixo e dentro da onda e a popa é levantada no pitching em momento oposto na onda original. A aceleracao angular tende a crescer e o mar comegara a quebrar sobre a popa do navio. ‘onda do mar Fonte: CLARK, Ship Dynamics for Mariners, Nautical Institute, 2005. Exemplo 13 Determinar 0 tempo de pitching para um navio de 120 m de comprimento, navegando em aguas profundas a 7 mis(14 nés), com 0 comprimento da onda de 140 m, altura metacéntrica transversal de 1 me um calado de 8 m. Solucao comprimento da onda: L= 140m: velocidade da onda: Vv =1,25/140 = 14,8m/s, periodo aparente da onda: Ta = L(Vb + Vcos0®) = 140! (14,8+ 7);e Ta= 6,48; periodo de pitching: T,=2.4Vd =2.4N8 = 6.78segundos. © navio, por ter comprimento de onda pouco superior ao do navio e periodo de pitching proximo ao periodo aparente, realizara 0 maior movimento de pitching possivel, onde a proa e a popa levantam fora d’égua emergindo 0 fundo do casco. Este fendmeno é conhecida como Slamming, We ie | ona ao cane rege beta m Fonte: CLARK. Ship Dynamics for Mariners, Nautical Institute, 2005. Exemplo14 Um navio tem comprimento de 100 metros, boca de 11 metros € calado de 3,65metros. As curvas hidrostaticas informam 116 metros para a altura metacéntrica longitudinal e 39 metros para o raio metacéntrico longitudinal. Caloule 0 periodo de pitching Solucao _ 08.100 yom, ViN6 Vealado = 7,95 segundos (Clark)se 2.39 F— = 7.24 segundos (Munro Smith). Vue =7.4 segundos (Fernandez); Hea 1g Heaving é 0 afundamento ou oscilagao do navio na diregao vertical, ou seja, & © transiado do navio na direcao do eixo vertical. Esse movimento vertical global ocorre no centro de gravidade da embarcagao. Para estudar 0 movimento de heaving, considera-se uma massa virtual igual a soma do deslocamento do navio, em kg ou toneladas, com a massa adicionada devido ao movimento de algum volume de agua se movendo com o navio, resultante da aceleragéo ou desaceleracao durante o movimento de oscilacao vertical. Pela segunda lei de Newton, o movimento de heaving pode ser expresso pela seguinte equacao: 168 (120) My = massa virtual (A+massa adicionada de agua); c= coeficiente de damping (atrito viscoso); 0 = densidade da agua; g = aceleracao da gravidade; AWL- area da se¢ao longitudinal do navio na linha d'gua do navio; AWL= Cb.calado. boca. comprimento do navio; e Z= altura de afundamento contado a partir da superficie livre. Desprezando os efeitos do amortecimento, esta equacao pode ser escrita az gAWLz de) Viv, como 0,sendo V e V,, 0 volume de agua deslocado (submerso) © de agua adicionada. A solugo desta equagiio diferencial fornece 0 perfodo de Heaven: 2 {| Ms < aq [PEW _ 5, [ChLnaviobocacalado+Va (44) pgAWL gAWL "Y g.Cf-Lnavio.boca Se Va =V, entao 0 perfodo de Heaven sera expresso pela equacdo: ‘Th=22,|—* ‘Vg AWL 2.Ch.calado (122) Considerando 0 efeito viscoso de amortecimento (u) em N.sim, entao o periodo de Heaven é expresso pela seguinte equacdo: ViVa 1 ) = 2x | | | 123) md (sae 1—[w/(4p*(v = Va)zAWL]) (123) Segundo Munro Smith (Naval Architeture.1989) 0 periodo de Heaven é dado pela equacao Th=2/ Vv . Sendo o volume deslocado(V ) em metros cubicos e a AWL rea da linha dégua( AWL) em metros quadrados. 169 Exemplo 15 Considere um navio que tem deslocamento de 13900 toneladas, navegando em Agua salgada de densidade 1,025t/m’. Das curvas hidrostéticas, a 4rea longitudinal de flutuago é de 1950 m®. Determine 0 periodo de Heaven Solugao: a z x T 2V Log | 2A Lag | 213900 547 ccoundos ZAWL "Vp AWL"{1.025.9.81.1950 Exemplo 16 Um navio tem comprimento de 100 metros, boca de 11 metros e calado de 3,65metros. As curvas hidrostaticas informam 0,56 para o coeticiente de bloco e 0,73 para 0 coeficiente de flutuagao. Achar 0 periodo de Heaven. Solucao: [ay- | (e@edoAWL Tha 2m | 2 = 2— [ZED ATRMOAWE _ 2AWL Yo gAWL.Cr 100. 11.3, 65.0,56 11. 100,0,73 Th 35s (Munro - Smith). Yaw (guinada) © movimento de Yaw ocorre pela variagao ritmica no alinhamento longitudinal do centro de presséo do casco dos lados de bombordo ¢ boreste do casco submerso quando 0 navio encontra ondas nas bochechas de proa nas cristas ou vales endo reforgado pela forga dindmica das particulas de Agua em movimento orbital. Quando a onda do mar atravessa o navio, a forga F, devido ao movimento das particulas d’4gua na crista e eavado, produz um momento de rotacao em torno do eixo Z vertical do navio, contorme ilustram as figuras 61-62, reforgando o movimento de yaw. Na figura 63, a efetividade do leme é diminuida quando uma onda, movendo-se na mesma direc&o do navio, alinge a popa com a crista, dificultando 0 controle da maquina do leme. Esta ago deve ser prontamente corrigida. As figuras 61 a 63 ilustram os casos tipicos de movimentos de Yaw de um navio mercante. Figura 61- Yaw para boreste. Fonte: CLARK, Ship Dynamics for Mariners, Nautical Institute, 2005. cavade erie 12) =Movimerto erital daspariculas pq Forca daparticula de agua em se movinento. Figura 62- Yaw para bombordo. Fonte: CLARK, Ship Dynamics for Mariners, Nautical Institute, 2005. ert conta Figura 63-Influéncia do movimento de Yaw na popa do navio. Fonte: CLARK, Ship Dinamyes for Mariners, Nautical Institute, 2005.