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Universidade Federal de Campina Grande – UFCG

Centro de Ciências e Tecnologia – CCT


Unidade Acadêmica de Física
Laboratório de Óptica, Eletricidade e Magnetismo

REFLEXÃO DA LUZ

Aluno: SAMIR MONTENEGRO MEDEIROS


Matrícula: 117210597
Professor: Laerson D. da Silva
Turma: 03

CAMPINA GRANDE, 28 DE MARÇO DE 2019.


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Índice

1. Introdução ...............................................................................................................
1.1. Fundamentação Teórica ................................................................................. 3
1.2. Objetivos ......................................................................................................... 6
2. Materiais Necessários .......................................................................................... 6
3. Metodologia .......................................................................................................... 7
4. Resultados e Discussões .................................................................................. 10
5. Conclusão ........................................................................................................... 15
6. Referências Bibliográficas ................................................................................ 15
7. Anexos ................................................................................................................ 16

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1. INTRODUÇÃO

1.1. Fundamentação teórica

A reflexão é fenômeno no qual uma propagação energética periódica (onda) volta ao


ponto de origem após atingir determinado ponto.
Essa propagação energética pode ser mecânica (como uma sucessão de
ondas em uma corda) ou eletromagnética (propagação da luz), entretanto, por ser
mais voltado ao estudo da física óptica, trataremos da reflexão da luz incidente sobre
uma superfície. Para isso, é necessária a apresentação de alguns conceitos:

Reta Normal: Quando a luz é refletida, mede-se o ângulo de incidência (i), e o ângulo
de reflexão (r), como o desvio dos feixes em relação a uma reta perpendicular (N) ao
espelho:

Ângulo de Incidência: é o respectivo ângulo (a partir da reta N) no qual um feixe de


luz sobrevém numa face espelhada. Sendo que, a reflexão realmente acontece se o
ângulo i for diferente de 90° (feixe paralelo ao espelho).
Ângulo de Reflexão: é o respectivo ângulo (a partir da reta N) no qual um feixe de
luz provém de uma face espelhada. Sendo assim, r é sempre diferente de 90°.
Leis da Reflexão:
1. A primeira lei da reflexão diz que o raio incidente, o raio refletido e a reta Normal
são coplanares. Ou seja, coexistem no mesmo plano geométrico;
2. O ângulo refletido é igual ao ângulo de incidência.
De forma análoga, a figura abaixo representa as duas leis:

Espelhos Planos: Espelho é toda superfície polida capaz de refletir realmente a luz.
Propriedades das imagens nos espelhos planos:
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1) A imagem se forma atrás do espelho (imagem virtual) através do cruzamento
dos prolongamentos dos raios que incidem o espelho, e a mesma tem o mesmo
tamanho do objeto.
2) A distância do objeto ao espelho é igual à distância da imagem ao espelho,
portanto, são simétricos.
3) Há reversão da imagem (direita para a esquerda ou vice-versa, mas não de
baixo para cima).

Os raios que partem de um objeto, diante de um espelho plano, refletem-se no


espelho e voltam atingindo os nossos olhos, formando assim uma imagem. Então,
recebemos raios luminosos que parecem ser provenientes de um objeto atrás do
espelho.

Associação de dois espelhos planos: Um espelho plano dá apenas uma imagem


de cada objeto. Unindo-se dois espelhos planos, de fato que eles formam um ângulo
entre si, notam-se duas ou mais imagens. O número de imagens é resultado de várias
reflexões nos dois espelhos, e aumenta conforme diminui o ângulo entre eles.
Determina-se o número de imagens através da fórmula:

onde n é o número de imagens formadas e α o ângulo formado entre os espelhos.


Espelhos Esféricos: Espelho esférico é constituído de uma superfície lisa e polido
com formato esférico. Se a parte refletora for interna será um espelho côncavo caso
a superfície refletora seja a parte externa será um espelho convexo.

A posição e o tamanho das imagens formadas pelos espelhos esféricos podem


ser determinados a partir do comportamento dos raios que saem do objeto e incidem
o espelho, podemos pegar apenas três raios notáveis para determinar as
características da imagem:
1) Todo raio que incide paralelamente ao eixo principal é refletido passando
pelo foco (F), e o caminho inverso também ocorre.
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2) Todo raio que incide sobre o centro de curvatura (C) reflete-se sobre si
mesmo.

3) Todo raio que incide sobre o vértice (V) é refletido simetricamente em relação
ao eixo principal. O ângulo de incidência é igual ao ângulo de reflexão.

Características das imagens nos espelhos esféricos: As características das


imagens nos espelhos esféricos mudam de acordo com quando mudamos a posição
do objeto na frente do espelho.
Temos dois tipos de imagem, virtual e real:
Imagem virtual: é vista no ponto de encontro dos prolongamentos dos raios
refletidos.
Imagem real: é vista em um ponto onde realmente passam os raios refletidos.
Podemos dizer como as imagens irão se comportar sabendo qual a posição do
objeto em relação ao espelho:

Espelhos Côncavos:
1) Objeto localizado antes do centro de curvatura:
A imagem é real, está posicionada entre o centro de curvatura e o foco, é
invertida e o seu tamanho é menor que o objeto.
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2) Objeto localizado sobre o centro de curvatura:
A imagem é real, está posicionada sobre o centro de curvatura, é invertida e
tem o mesmo do objeto.
3) Objeto localizado entre o centro de curvatura e o foco:
A imagem é real, está posicionada antes do centro de curvatura, é invertida e
o seu tamanho é maior que o objeto.
4) Objeto localizado sobre o foco:
A imagem é imprópria, pois os raios de luz saem paralelos.
5) Objeto localizado entre o foco e o vértice:
A imagem é virtual, está posicionada atrás do espelho ou depois do vértice, é
direita e o seu tamanho é maior que o objeto.
Os espelhos côncavos são muito usados por mulheres para passar maquiagem
no rosto, pois amplia a imagem.

Espelhos Convexos: A imagem nos espelhos convexos sempre será virtual, estará
posicionada entre o foco(F) e o vértice(V), será direita e o seu tamanho será menor
que o objeto. Os espelhos convexos são bastante utilizados nos retrovisores direito
dos carros, pois diminui a imagem para que caibam mais imagens no espelho, dando
assim uma ampla visão.

1.2. Objetivo Geral

Estes experimentos tem como objetivo estudar a reflexão da Luz através de


alguns fenômenos relacionados a ótica geométrica: ângulo de reflexão, formação de
imagens em espelhos planos associados, reflexão em espelhos côncavos e convexos
e relação da distância focal e formação de imagem.

2. MATERIAIS UTILIZADOS

Para os cinco experimentos foram utilizados os seguintes materiais:

 Fonte de luz branca (12V – 21W), chave liga-desliga, alimentação bivolt e


sistema de posicionamento do filamento;
 base metálica 8 x 70 x 3cm com duas mantas magnéticas e escala lateral
de 700mm;
 Superfície refletora conjugada: côncava, convexa e plana;
 Diafragma com uma fenda;
 Diafragma com cinco fendas;
 Lente de vidro convergente plano-convexa com Ø60mm, DF 120mm, em
moldura plástica com fixação magnética;
 2 cavaleiros metálicos;
 Suporte para disco giratório;
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 Disco giratório Ø23cm com escala angular e subdivisões de 1º;
 2 espelhos planos 60x80mm;
 2 fixadores de espelho plano;
 Espelho côncavo Ø5cm e 20cm de distância focal, em moldura plástica com
fixação magnética;
 2 réguas (30cm e 50cm);
 Anteparo para projeção com fixador magnético;
 Vela;
 Fósforos;

3. METODOLOGIA

 Experimento 1: As Leis da Reflexão: Espelhos Planos

Monta-se o experimento de acordo com a imagem abaixo:

Coloca-se em um lado do cavaleiro metálico o diagrama com uma fenda e do


outro lado uma lente convergente de distância focal 12cm. Ajustar a posição do
conjunto para que o filamento da lâmpada fique no foco da lente;
Liga-se a fonte de luz e ajusta-se o raio luminoso bem no centro do transferidor.
Colocar o espelho plano no disco ótico e girar o disco ótico de forma que o
ângulo de incidência varie de 10° em 10°, registrar os ângulos de reflexão.

 Experimento 2: Associação de Espelhos Planos

Monta-se o experimento de acordo com a imagem abaixo:

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Coloca-se os espelhos planos sobre o transferidor formando um ângulo de 30°
entre eles.
O objeto utilizado para a realização do experimento foi uma pequena tampa
metálica. Inicialmente o objeto foi colocado entre a associação de espelho com um
ângulo de 30°, observou-se o número de imagens formadas. O experimento foi
repetido para uma associação com 45°, 60°, 90° e 120° de ângulo entre os espelhos.

 Experimento 3: Reflexão da Luz em Espelhos Côncavos

Monta-se o experimento de acordo com a imagem abaixo:

Utilizar a mesma montagem do primeiro experimento e colocar no disco ótico o


espelho côncavo.
Substituir o diafragma de uma fenda pelo diafragma de 5 fendas e ligar a fonte
de luz. Posicionar a lente convergente para correção do feixe, isto é, para que fiquem
paralelos entre si.
Ajustar o feixe luminoso paralelamente ao eixo principal do espelho côncavo.
Identificar desenhando em uma folha de papel os feixe de luz e os elementos
principais do espelho côncavo.

 Experimento 4: Reflexão da Luz em Espelhos Convexos

Monta-se o experimento de acordo com a imagem abaixo:

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Utilizar a mesma montagem do experimento anterior e colocar no disco ótico o
espelho convexo.
Ajustar o feixe luminoso paralelamente ao eixo principal do espelho convexo.
Identificar desenhando em uma folha de papel os feixes de luz e os elementos
principais do espelho convexo.

 Experimento 5: Distância Focal de um Espelho Côncavo

Monta-se o experimento de acordo com a imagem abaixo:

Varia-se a distância do espelho ao objeto, logo após, ajusta-se o anteparo para


que a imagem projetada fique bem nítida.
Anota-se a distância da imagem formada ao espelho.

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4. RESULTADOS E DISCUSSÕES

 Experimento 1: As Leis da Reflexão: Espelhos Planos

Os ângulos de reflexão identificados estão registrados na tabela abaixo:

Ângulo de Ângulo de
Incidência (I) Reflexão (R)
0° 0°
10° 10°
20° 20°
30° 30°
40° 40°
50° 50°
60° 60°30’
70° 71°

Observando os dados coletados podemos notar que os ângulos de incidência


e de reflexão são iguais relacionados a normal da superfície refletora. Apenas quando
aumentamos o ângulo para 60° e 70° o feixe se mostrou mais difuso e menos
concentrado o que levou o operador as observações próximas ao que seria esperado,
mas ainda com erro significativo.
Apesar disto podemos inferir por este experimento duas leis da reflexão:
 A ângulo de incidência é igual ao ângulo de reflexão;
 Tanto o raio incidente, quanto a normal da superfície refletora no ponto de
incidência e o raio refletido são coplanares.

 Experimento 2: Associação de Espelhos Planos


O número de imagens encontradas para cada ângulo encontra-se registrada
da tabela abaixo:
Ângulo entre N (Teórico) N (Medido)
espelhos
30° 11 11
45° 7 7
60° 5 5
90° 3 3
120° 2 2

Calculamos o número teórico de imagens para o respectivo ângulo através da


Lei de Gauss:

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360º
Nteórico=  1 , onde  é o ângulo entre os espelhos planos.

Os resultados encontrados condizem com o número de imagens observadas
nos espelhos. Contudo a relação matemática que estima o número de imagens
formadas entre dois espelhos planos é um pouco restrita, pois esta só enontra valores
concretos se os ângulos entre os dois espelhos forem frações de 360º. De outra forma,
os valores gerados serão valores decimais, não indicando um número de imagens
concreto.
Outra observação importante é a de que veríamos infinitas imagems do objetos
caso conseguíssemos observar a imagem entre espelhos paralelos. Isso pode ser
inferido matematicamente uma vez que se  tende a 0, o número de imagens tenderá
ao infinito.:

 360º 
lim   1  
0
  

 Experimento 3: Reflexão da Luz em Espelhos Côncavos

Com o experimento foi possível determinar os principais elementos de um


espelho côncavo, os quais estão demonstrados na imagem abaixo:

Centro de curvatura (C): é o centro da esfera que deu origem ao espelho;


Vértice (V): é a interseção entre o eixo principal e a calota esférica;
Foco (F): quando um feixe de raios paralelos incide sobre um espelho esférico
de Gauss, paralelamente ao eixo principal, origina um feixe refletido convergente, no
caso do espelho côncavo. Esses raios refletidos vão se encontrar em um ponto
chamado foco principal. Ele se encontra no ponto médio entre o vértice e o centro de
curvatura do espelho, ou seja, f = c/2, onde c é a distância entre o ponto C e V, e f é
a distância entre o ponto F e V;

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Eixo principal: é a reta que passa pelo centro de curvatura e sai perpendicular
ao vértice do espelho;
Pelas observações experimentais e pela teoria já existente, define-se o ponto
de cruzamento do feixe refletido com o eixo principal do espelho côncavo como sendo
o foco do espelho e também se percebe que esse foco é real, uma vez que os raios
se encontram de fato, e não apenas seus prolongamentos.
Em nosso experimento ainda registramos uma representação aproximada do
comportamento dos raios e do espelho. Para o espelho estudado a distância focal
medida foi de aproximadamente 6cm.
As propriedades do raio luminoso para um espelho côncavo podem ser
escritas:
 Todo raio de luz que incide passando pelo centro de curvatura reflete-se
sobre si mesmo;
 Todo raio de luz que incidir paralelamente ao eixo principal reflete-se
passando pelo foco;
 Todo raio de luz que incidir no espelho passando pelo foco, reflete-se
paralelamente ao eixo principal;
 Todo raio de luz que incidir no vértice reflete-se de tal forma que o ângulo
incidente e de reflexão são iguais em relação ao eixo principal.

 Experimento 4: Reflexão da Luz em Espelhos Convexos

Foi possível determinar os principais elementos de um espelho côncavo, os


quais estão demonstrados na imagem abaixo:

Centro de curvatura (C): é o centro da esfera que deu origem ao espelho;


Vértice (V): é a interseção entre o eixo principal e a calota esférica;
Foco (F): quando um feixe de raios paralelos incide sobre um espelho esférico de
Gauss, paralelamente ao eixo principal, origina um feixe refletido convergente, no

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caso do espelho côncavo, e divergente, no espelho convexo. Esses raios refletidos ou
seus prolongamentos vão se encontrar em um ponto chamado foco principal. Ele se
encontra no ponto médio entre o vértice e o centro de curvatura do espelho, ou seja,
f = c/2, onde c é a distância entre o ponto C e V, e f é a distância entre o ponto F e V;
Eixo principal: é a reta que passa pelo centro de curvatura e sai perpendicular ao
vértice do espelho;
Pelas observações experimentais e pela teoria já existente, define-se o ponto
de cruzamento dos prolongamentos dos feixes refletidos com o eixo principal do
espelho convexo como sendo o foco do espelho, e também percebe-se que esse foco
é virtual, uma vez que apenas os prolongamentos se encontram.
Em nosso experimento ainda registramos uma representação aproximada do
comportamento dos raios e do espelho. Para o espelho estudado a distância focal
medida foi de aproximadamente 6cm.
As propriedades do raio luminoso para um espelho convexo podem ser
escritas:
 Todo raio de luz que incide perpendicular a superfície, ou seja, em direção
ao centro de curvatura, reflete-se sobre si mesmo;
 Todo raio que incide paralelamente ao eixo principal reflete-se em direção
ao ponto de foco. A condição contrária também é válida, todo raio de luz
que incide no espelho em direção ao ponto de foco reflete-se paralelo ao
eixo principal;
 Todo raio de luz que incide sobre o vértice do espelho reflete-se de tal forma
que o ângulo do raio incidente e o ângulo de reflexão sejam iguais em
relação ao eixo principal.

 Experimento 5: Distância Focal de um Espelho Côncavo

A tabela abaixo registramos as distancias encontradas e os valores para o foco


1 1 1
calculado em cada caso conforme a equação de Gauss = + .
𝑓 𝐷𝑂 𝐷𝐼

Nº D0 (cm) D1(cm) f (cm)


1 50 31,5 19,3
2 45 32,6 18,9
3 42 34,7 19,0
4 37 38,0 18,7
5 30 53,0 19,2

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Calculou-se o valor médio dos resultados de f obtidos:

19,3 + 18,9 + 19,0 + 18,7 + 19,2


𝑓𝑚é𝑑𝑖𝑜 = ≅ 19,0 𝑐𝑚
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Como já foi visto em teoria, a imagem projetada no anteparo pelo espelho côncavo é
real, pois é formada pelo encontro os próprios raios da imagem, sendo também
invertida, pois se apresenta “de cabeça para baixo”, como se pode perceber em
esquema geral de formação de imagem por espelhos côncavos.

A situação abaixo representa a situação 5, em que Do = 30cm, sabendo que o


foco é aproximadamente 19cm, o objeto se encontra entre o foco e o centro de
curvatura e a imagem formada é real, maior e invertida.

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5. CONCLUSÕES

Dispondo de um aparato específico, pudemos comprovar as Leis da Reflexão,


de forma clara e direta, sem deixar margem para especulações ou erros. Dessa forma,
vimos na prática que o ângulo de incidência com relação a normal é sempre igual ao
ângulo de reflexão, assim como enunciado na teoria. Apesar de um pequeno erro
observado em alguns ângulos, possivelmente causado por erro de observação do
operador e/ou ajuste do equipamento.
Na associação de espelhos planos, fizemos uma comparação entre o que
conseguimos mensurar e aquilo que se esperava obter teoricamente. Com isso,
concluímos que a partir de um ângulo entre dois espelhos planos, podemos obter um
número fixo de imagens, que no nosso caso, se manteve coerente com o resultado
esperado.
A reflexão da luz em espelhos côncavos e convexos nos revelou a real
aparência dos feixes luminosos quando estes incidem em um espelho esférico.
Podemos com isso, identificar os pontos elementares, tais como foco e vértice e
partindo desse conhecimento, determinar a natureza da imagem obtida, se é real ou
virtual e do comportamento dos raios luminosos.
Para concluir o estudo da Reflexão da Luz, analisamos o experimento de
determinação da distância focal de um espelho côncavo, que de certa forma reunia
todas as observações e análises contidas nos experimentos anteriores. Com o auxílio
da equação de Gauss, podemos fazer sucessivas medições de distância focal, para
várias distâncias objeto-espelho e assim por fim, determinar uma média do valor da
distância focal. Além disso, também nos aprofundamos no estudo das características
da formação de imagens de um espelho côncavo, determinando em quais situações
a imagem projetada seria real ou virtual e direita ou invertida.

6. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

Nascimento, Pedro L. E Costa, Meinardo F. Apostila de Física Experimental II


http://www.infoescola.com/fisica/leis-da-reflexao/
http://www.infoescola.com/fisica/espelhos-planos/
http://www.infoescola.com/optica/espelhos-esfericos/

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7. ANEXOS

ESBOÇO DE REPRESENTAÇÃO DA INCIDÊNCIA OS RAIOS LUMINOSOS EM UM


ESPELHO CONCAVO COM IDENTIFICAÇÃO DO VÉRTICE, FOCO E CENTRO DE
CURVATURA:

ESBOÇO DE REPRESENTAÇÃO DA INCIDÊNCIA OS RAIOS LUMINOSOS EM UM


ESPELHO CONVEXO COM IDENTIFICAÇÃO DO VÉRTICE, FOCO E CENTRO DE
CURVATURA:

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