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A DOUTRINA DO HOMEM

1) RELIGIÃO
A religião tem o seu fundamento e a sua razão de ser numa relação vital entre duas pessoas: Deus e o
homem. A teologia, para ser fiel à a sua significação deve ocupar-se não só do estudo acerca de
Deus, mas também acerca do homem.
Convém, pois, que conheçamos o homem na sua constituição e nos seus essenciais.
Tudo quanto pudermos conhecer sobre o homem e sua natureza nos servirá no estudo da sua relação
com Deus.

2) A CONSTITUIÇÃO DO HOMEM.
Compõe-se o homem, de corpo e alma. Esta dupla divisão da constituição do homem, é a mais
geralmente observada na vida. É a divisão que ressalta logo à a vista quando ele começa a pensar a
respeito da sua própria natureza. E, ainda mais, é a que se observa mais facilmente nos outros. O
homem compõe-se, então, de corpo e alma.

3) O CORPO
Quanto ao corpo, podemos dizer que é o instrumento, o tabernáculo, a oficina do espírito. É o meio
pelo qual ele se manifesta e age no mundo material. O corpo é o órgão dos sentidos, é o laço que une
o espírito ao universo material.
É bom notar, desde já, que o agente moral não é o corpo, senão o espírito que nele habita.
As impressões vêem de fora pelo corpo, porém elas só têm significação quando reconhecidas e
atendidas pelo espírito.
A consciência própria, a direção, o poder de pensar, querer e amar, pertencem exclusivamente ao
espírito.

O ESPÍRITO É O AGENTE, O CORPO, AGENCIA.


Segundo a idéia da tríplice divisão da natureza humana (I Tess. 5:23), a parte mais elevada do
homem, é o espírito. Em segundo lugar vem a alma; e por ultimo, o corpo.
O espírito é o órgão de comunhão com Deus: A alma é a sede da personalidade; e o corpo, o
tabernáculo da alma.

DIZEM PORTANTO QUE O HOMEM É UMA ALMA, E TEM CORPO E ESPÍRITO.


Geralmente, quando os escritores sagrados faziam uso destes dois termos – alma e espírito –
tratavam de uma só coisa, em diferentes relações. Empregavam eles ordinariamente o termo espírito
quando se referiam à a relação da vida do homem para com Deus; e a alma, quando faziam
referencia a relação da vida do homem para com as coisas terrenas.

O homem pode ser comparado a uma casa de dois andares, no segundo andar além de janelas que
dão para o mundo, há uma clarabóia que dá para o céu. A alma é a janela pela qual o homem
contempla as coisas desta vida aqui na terra, e a clarabóia é o meio pela qual a mesma pessoa
contempla as coisas celestiais. Nesta comparação, o andar térreo representa, naturalmente, o corpo.

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