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4 contradições sobre o dízimo pregadas

nas igrejas atuais


Sem doutrinas particulares de denominações, sem tradições de qualquer
igreja, este estudo bíblico destaca 4 contradições sobre o dízimo que a
grande maioria dos líderes nas igrejas evangélicas atuais (infelizmente)
estão pregando.
Além disso, aprenderemos um pouco sobre este assunto examinando a
doutrina bíblica (e só ela), ensinada por Cristo e por Seus apóstolos.

A 1ª das contradições sobre o dízimo está na forma


como pregam e aplicam Malaquias 3:10, vamos
entender.
Trazei todos os dízimos à casa do tesouro, para que haja
mantimento na minha casa, e depois fazei prova de mim nisto,
diz o Senhor dos Exércitos, se eu não vos abrir as janelas do
céu, e não derramar sobre vós uma bênção tal até que não haja
lugar suficiente para a recolherdes.
Responda uma coisa: hoje em dia nos ensinam nas igrejas que o dízimo
que temos que entregar é 10% de nosso salário mensal ou outros
ganhos em dinheiro, e nada mais, concorda?
Hoje em dia só há este tipo de dízimo: 10% de nossos ganhos em
dinheiro.

Então por que a palavra dízimo está no plural em Malaquias 3:10, se o


dízimo é um só?

“trazei todos os dízimos…“


É óbvio: estes dízimos de Malaquias 3:10 não tem relação alguma
com este em dinheiro que entregamos na igreja atualmente no
envelope com nosso nome.

Os dízimos dos frutos da terra, gado e rebanho eram levados para


Jerusalém de ano em ano, e ali os israelitas o comiam e cultuavam a Deus.

Leia Deuteronômio 12:5,6,11,12 e 14:22-27.


Além disso, de três em três anos esses dízimos eram dados aos levitas,
viúvas, órfãos e estrangeiros para sustentá-los (Dt 14:28,29).
Os dízimos também eram entregues para que houvesse mantimentos no
templo de Jerusalém, assim os levitas e sacerdotes não paravam com as
atividades nele, precisando ir para o campo trabalhar a fim de conseguir
o sustento para suas famílias (Ne 10:37-39).
A entrega destes dízimos fazia parte da lei de Deus para eles
praticarem na sua terra prometida, não é a toa que logo no início do
livro de Malaquias é destacado que estas palavras se direcionavam aos
israelitas (Ml 1:1).
Além do mais, em Malaquias 3:9 Deus direciona suas palavras
diretamente à nação de Israel.
Como os israelitas não estavam entregando estes dízimos dos frutos de
sua produção agrícola e das crias de seus animais não havia mantimento
no templo, por isso também em Malaquias 3:8 fala que estes estavam
roubando a Deus.
E ainda em Malaquias 3:9 afirma que os israelitas estavam sendo
amaldiçoados, pois eles estavam desobedecendo a lei que Deus havia
determinado para eles, conforme Deuteronômio 28 já estava escrito que
seriam amaldiçoados devido a desobediência, texto que você muito
provavelmente já conhece.

Outra coisa importante, saiba que O DEVORADOR NÃO É DEMÔNIO!

Portanto pare de contribuir com MEDO dele, pois você está contribuindo
com motivações erradas!

Lembre-se que Deus ama ao que dá/contribui com alegria e não com
medo! (2 Co 9:7)
Leia os textos de Joel 1:3,4 e 2 Crônicas 7:13 e conclua por si mesmo
que o devorador não é nenhum demônio!
O devorador não é demônio, são antes insetos (lagarta, gafanhoto,
locusta e o pulgão), que comiam a lavoura do judeu que não dava os
dízimos de suas produções agrícolas, do gado e do rebanho, que serviam
para o sustento do órfão, da viúva, do estrangeiro e do levita, que
acabavam passando necessidades.


devorador na bíblia em Malaquias 3 11 é o gafanhoto e a locusta

devorador na bíblia é gafanhoto – ver Joel 1:3,4


devorador na bíblia é a locusta e o gafanhoto de acordo com 2 crônicas 7
13

devorador na bíblia em Malaquias 3 11 é o gafanhoto e a locusta


devorador na bíblia é gafanhoto – ver Joel 1:3,4
devorador na bíblia é gafanhoto – ver Joel 1:3,4
Além disso, pelo próprio texto de Malaquias 3:11 já é possível concluir
que o devorador não é demônio, pois demônio não come o fruto da
terra…
Os dízimos eram produtos alimentícios e não dinheiro! (Lv
27:30,32; Dt 12:17; Ne 13:12).

Essa desculpa de que o dízimo hoje em dia é dinheiro porque não


vivemos da agricultura, da criação do rebanho e do gado, pois somos
assalariados, é uma deturpação da doutrina bíblica, uma adaptação
incoerente, incorreta e em certos casos até maliciosa dos líderes de
denominações de igrejas.
Quase todos os líderes religiosos atualmente estão interpretando mal,
espiritualizando demais a passagem de Malaquias 3:10-11, ou
simplesmente não querem abrir mão do imposto de 10% pago pelos
fiéis, que sustenta seus salários exorbitantes e seus templos.
“É melhor pregar numa igreja sem luz (energia elétrica), sem
auto falantes, microfone e datashow, mas pregar a verdade, do
que pregar em um templo grande, repleto de pessoas e
dispositivos eletrônicos, e manipular a doutrina bíblica para
satisfazer interesses denominacionais, opiniões, interpretações
subjetivas da bíblia ou teologias pessoais.”
Não estou dizendo com isso tudo, porém, que sou contra o salário
pastoral, por exemplo, que já mencionei aqui em outro estudo bíblico.

Eu sei muito bem que em meio a tantos falsos mestres hoje em dia, equivocados ou
fanáticos, não deixaram de existir homens que servem a Deus sinceramente e
amam aos irmãos.

Porém mesmo os homens sinceros para com Deus não estão abrindo mão
de uma doutrina que na verdade não faz parte do evangelho de Cristo,
como se o dízimo do Antigo Pacto tivesse se “atualizado” para o modelo
que temos hoje, quando isto não é verdade; e por causa disso há
muita chacota e má fama que acaba gerando descrédito para com a igreja
de Deus.
Por causa disso também, há muitos irmãos, irmãs e famílias em certas
igrejas desprezados por outros que tem seu nome no livro dos
dizimistas, o que é uma verdadeira farsa que acaba
causando discriminação dentro da igreja.
É triste ver que nossos líderes estão se deixando levar por tal
tradicionalismo religioso/denominacional divorciado da Palavra de
Cristo, pois já vi homens ungidos de Deus adotando tal prática em sua
igreja.

Os crentes que usam desta ferramenta diabólica não estão longe do


preconceito denunciado por Tiago com relação ao tratamento com os
ricos dentro da igreja, pois prestam honra a estes que dão o maior
dízimo, enquanto fazem pouco caso dos irmãos mais pobres (Tg 2:1-5).

Você não é obrigado a pagar o dízimo de acordo com o Novo Testamento


bíblico!
O acontecido com Ananias e sua esposa, Safira, em Atos 5:1-4, já deixa
claro que o pagamento do dízimo em dinheiro não era obrigatório na
igreja primitiva, e que os apóstolos não o cobravam de ninguém, basta
ler com atenção.
Depois que o casal vendeu sua propriedade e trouxe só uma parte do
dinheiro da venda aos apóstolos, alegando ser aquele o total, Pedro faz
duas perguntas interessantes a Ananias no versículo 4, que merecem
nossa atenção, veja:
“Guardando-a, não ficava para ti?”
Ou seja, se você não vendesse a propriedade ninguém te obrigaria a
vendê-la!

“E, após ser vendida, não estava em teu próprio poder?”


Ou seja, o dinheiro da venda estava contigo, ninguém te pediu nada,
você não era obrigado a fazer a doação (ou dar o “dízimo”); se quisesse
ficar com todo o dinheiro, que ficasse, se quisesse doar todo ele, ou só
metade, ou ainda que fosse 10%, era só doar sem mentir.

Note que Pedro não ensinou Ananias que deveria dar o dízimo de sua
venda! Mas que o dinheiro era dele e ele faria deste o que bem
entendesse…

Os dízimos pertenciam aos levitas! (e eram dados aos mais necessitados


em certas ocasiões)

De acordo com os versículos abaixo podemos perceber claramente que o


pagamento dos dízimos fazia parte da lei que Deus havia dado a Moisés
e era dado aos levitas e sacerdotes de Israel, para que estes tivessem
sustento para suas famílias e pudessem trabalhar em tempo integral no
culto a Deus, servindo aos demais israelitas no templo.

“E eis que dei aos filhos de Levi todos os dízimos em Israel por
herança, pelo seu serviço que executam, o serviço do
tabernáculo da congregação. …
Mas os dízimos dos filhos de Israel, que oferecerem ao Senhor
em oferta alçada, tenho dado como herança aos levitas;

portanto eu lhes disse: No meio dos filhos de Israel não tereis


nenhuma herança.” (Nm 18:21,24)
Ora, com a chegada da nova aliança com nosso Mestre, Cristo Jesus
(profetizada em Jeremias 31:31-34 – também em Hebreus 8:8-13), o
sacerdócio Levítico e seu sistema de culto (incluindo a lei dos dízimos)
chegou ao fim!
Isto foi definitivamente confirmado com a destruição do templo de
Jerusalém em 70 d.C.
Por essa causa não se deve cobrar dízimo dos cristãos hoje em
dia, pois seria um roubo ao que pertencia aos levitas, que na verdade já não
exercem mais o ministério devido à nova aliança.
Por isso nem Cristo nem os apóstolos cobravam dízimos dos crentes.

Barnabé, por exemplo, era um levita, mas não cobrava dízimos da igreja!
Antes contribuía voluntariamente para ajudar a quem estava precisando
também (At 4:36,37).
Por essa causa eu te digo, fique tranquilo, pois você não será
amaldiçoado se não pagar o dízimo em qualquer igreja, nem roubará
a Deus!
Em nenhum lugar do Novo Testamento na igreja primitiva vemos
Cristo ou os apóstolos cobrando o dízimo (ainda mais em dinheiro),
ou ameaçando os irmãos com maldições e amedrontando-os com o
“devorador” caso não o pagassem à igreja, pois o dízimo era uma lei
para os israelitas com relação ao ministério Levítico, que estava em
vigor na antiga aliança, enquanto Cristo ainda não havia morrido e
ressuscitado, cumprindo assim toda a lei e as profecias bíblicas (Mt
5:17).
Além do mais, sabemos muito bem que nosso Senhor e Salvador Jesus
Cristo nos libertou de toda e qualquer maldição (da lei), então como
podemos nos submeter a este legalismo de novo e afirmar que seremos
amaldiçoados se não pagarmos o (fajuto) dízimo, pregando uma
contradição e anulando assim o sacrifício de Cristo na cruz por nós?
(Leia Gálatas 3:13).

Em um certo domingo o pastor de uma igreja que eu era membro pregou dizendo
que os crentes devem ser dizimistas, do contrário sofreriam as ruins consequências
descritas em Malaquias 3:9-11.
Para minha surpresa uma pessoa que trabalhava comigo era da mesma
igreja e logo na segunda de manhã, chateada (pra não dizer indignada)
me chamou para conversar e me questionou dizendo:

“Gabriel eu não entrego o dízimo. Pois como vou entregar se tenho um


filho pré-adolescente pra criar sozinha, só eu trabalho e ainda pago
aluguel?”
As pessoas pobres e desfavorecidas de nossas igrejas estão sendo
sufocadas e oprimidas psicologicamente com essas falsas ameaças que
não fazem parte do evangelho de Cristo! (Releia Gálatas 3:13)
Aos líderes que praticam tal opressão psicológica foi escrito o
estudoDiabo, a fonte lucrativa da igreja pelo Kennedy William aqui no
blog Bíblia se Ensina.
Infelizmente até mesmo bons líderes da igreja estão se deixando levar
por tal ensino.
Não se deixem enganar meus caros irmãos!

A cobrança dos dízimos era somente para Israel no antigo testamento, na


nova aliança de nosso Senhor Jesus, e nas igrejas dos apóstolos, você só
encontrará contribuição voluntária, com amor e altruísmo!

2º Texto contendo contradições sobre o dízimo: 2


Coríntios 9:7.
Cada um contribua segundo propôs no seu coração; não com
tristeza, ou por necessidade; porque Deus ama ao que dá com
alegria.
Eu tenho certeza que, no momento de pedir os dízimos e ofertas, você já
ouviu várias vezes os líderes da igreja lendo este versículo, certo?
Ora, se é para contribuir segundo eu propus no meu coração, ou seja,
quanto eu quero dar e quanto ficar a vontade em dar, por que sou preso
ao sistema de contribuição de 10% do meu salário mensal, e ainda
recebo um envelope de dízimo com meu nome depois de me batizar, que
me prende a isso?
E esta contribuição que o apóstolo Paulo fala em todo contexto de 2
Coríntios capítulos 8 e 9 se referem à coleta de donativos para os
irmãos pobres da Judeia (leia cap. 8:1-4 e 9:1,2); não tem nada a ver
com o dízimo que é entregue mensalmente para o templo da igreja, nem
mesmo as ofertas para o templo.
Eu preparei um resumo para explicar o contexto de 2 Coríntios
capítulos 8 e 9, caso queira, leia aqui; ou apenas continue lendo este
estudo sobre o dízimo.
Pois os dízimos e ofertas entregues atualmente são mais utilizados para
manutenção do templo e salário dos pastores do que para ajudar os
pobres, enfermos, necessitados e até um missionário ou outro, pois para
isso faz-se campanhas à parte na cantina, venda de produtos, camisas,
livros, sorteios, etc.

Cenário totalmente diferente na igreja primitiva, que usava das


contribuições arrecadadas para ajudar quem estava precisando.

Não estou dizendo que não devemos usar ao menos certa parte do
dinheiro arrecadado na manutenção do templo, pois ninguém o manterá
gastando dinheiro do bolso sozinho, mas que não podemos perder de
foco o real propósito da arrecadação! Pois já se perdeu em muitas
igrejas…
A grande maioria das igrejas evangélicas dificilmente pratica a caridade
e o amor aos pobres e necessitados, infelizmente; e assim não estão
levando as pessoas a glorificarem a Deus mesmo achando que, em seus
cultos, estão… (Leia Mt 5:16; Tg 2:14-17)
Será que Deus realmente está se agradando da nossa adoração, quando estamos
deixando esquecida a prática do amor ao próximo? (Mt 15:7-9)
Você já refletiu em que realmente estão usando o dízimo e a oferta que
tem entregado na igreja?

Dízimo de 10% salarial e mensal que é uma invenção humana,


um imposto pago à igreja que não deveria existir!

Vou dar um exemplo de uma situação que eu vi e fiquei triste com isso,
até indignado…

Uma vez, numa sexta feira, caiu uma chuva muito forte na cidade onde
moro e uma família perdeu praticamente todos os móveis de casa com a
enchente.

Eu já estava pensando na possibilidade de arrecadar qualquer valor em


dinheiro com os irmãos para comprarmos e doarmos novos móveis a
essa família.

Porém, antes que eu sugerisse isso, fiquei super chateado quando no


domingo pela manhã, na igreja em questão, em vez de importarem-se
com a causa da família (pois já tinham conhecimento dela), estavam
anunciando a necessidade de se comprar outra tela para o datashow,
através de certa arrecadação de dinheiro

Nossas igrejas estão perdendo o foco da prática do amor de Cristo e ao próximo!

Nossas igrejas estão arrecadando dinheiro impondo obrigações nos


crentes tiradas de tradições acrescentadas à Palavra de Deus, e ainda
fazendo mal uso disso!

Até mesmo no tempo de Cristo já haviam tradições que eram


acrescentadas à Palavra de Deus e que os líderes realmente julgavam-nas
como se fossem de Deus mesmo. Não é diferente em nossos dias! (Mc
7:8,13)
Não é assim que Deus quer que sejamos contribuintes! Este não é o
evangelho que Cristo pregou, um evangelho de obrigações e desatenção
do amor ao próximo (Jo 13:12-15; 15:12).
Como vimos, em 2 Coríntios 9:7, Paulo está falando diretamente
da contribuição para os irmãos pobres da Judeia, e de como Deus
ama quem contribui voluntariamente e com alegria, princípio que
também é válido para nós hoje.
Resumindo: O modo de uso de 2 Coríntios 9:7 é mais uma das
contradições sobre o dízimo pregadas nas igrejas atuais, pois não deveria
jamais ser usado impondo nos fiéis que eles devem dar o dízimo com
alegria!
A 3ª das contradições sobre o dízimo pregada está em 2
Coríntios 9:6, veja:
E digo isto: Que o que semeia pouco, pouco também ceifará; e
o que semeia em abundância, em abundância ceifará. (2
Coríntios 9:6 ACF)
Como eu poderei “semear” (ofertar ou “dizimar”) muito ou pouco, se
estou preso à regra de contribuição de 10%, que é um valor fixo?

A não ser que preguem este texto nas igrejas referindo-se à


contribuição voluntária, como no contexto de 2 Coríntios 9.
É até aceitável que os crentes contribuam com dinheiro e que um outro
crente responsável vá ao mercado comprar donativos, já que em nosso
mundo atual (pelo menos na maioria dos lugares) quase tudo é comprado
e pouco se faz sem dinheiro.
Mas isto se torna mais uma das contradições sobre o dízimo se o texto
for usado para defender que os crentes são obrigados a dá-lo.

Coríntios 9:6, “que o que


Quando Paulo fala, em 2
semeia pouco, pouco também ceifará; e o que
semeia em abundância, em abundância ceifará”,
está se baseando em um princípio de bênção divina que o Senhor Jesus
ensinou em Lucas 6:38, veja:
dai, e vos será dado, boa medida, prensada, remexida e
transbordante, vos darão no vosso regaço; porque com a
mesma medida com que medirdes vos medirão novamente.
(Lucas 6:38 KJF)
O mesmo princípio encontra-se em Provérbios 11:24; 19:17 e Gálatas
6:9.
Portanto, Deus abençoa quem, com amor, preocupa-se em contribuir e
ajudar outras pessoas que estejam atravessando dificuldades
financeiras/materiais.

Paulo ainda profetiza que, quem generosamente contribui para ajudar aos
necessitados, Deus jamais permitirá que lhe falte alguma coisa (2
Coríntios 9:8-11).
Paulo deixou claro que não obrigava ninguém a contribuir, mas
destacou que, se estes realmente tem amor pelo evangelho e pelos irmãos
em seu coração, contribuiriam prontamente (pois os crentes de Corinto
tinham condições para fazê-lo, veja 2 Co 8:8,14).

4 – O uso da palavra “dizimar” é completamente


incorreto!
Veja o significado de “dizimar”, de acordo com o Dicionário Online de
Português:
[Antiguidade] Punir com a pena de morte um soldado em cada grupo de
dez. Destruir parte do número de, destruir quase completamente: “a
epidemia dizimou a população da aldeia.”
Agora, de acordo com o Wikicionário, veja a etimologia (origem)
deste verbo:
Do latim decĭmo/decŭmo, as, āvi, ātum, āre (do adjetivo
decĭmus/decŭmus,a,um) ‘castigar um entre dez’.
Nota: Na Roma Antiga, as legiões amotinadas (pessoas em rebelião
contra o governo romano) eram punidas com a execução de um em cada
dez legionários.
Atualmente o termo passou a designar a matança de grande parte de um
grupo.

A palavra original hebraica para


dízimo é maaser – ‫( מַ עֲשֵׂ ר‬ou maasar, ou ainda maasrah)
Trata-se de um substantivo masculino, e não um verbo (dizimar).
Portanto “dizimar” não deveria ser usado neste contexto de arrecadação
de dízimos e ofertas nas igrejas atuais; é mais uma das contradições
sobre o dízimo…

Algumas versões da Bíblia em português traduziram Mateus 23:23de


forma errada, veja um exemplo:
Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! pois que dizimaisa
hortelã, o endro e o cominho… (ACF)
Note que a palavra no versículo acima se tornou um verbo.
O certo é “pagar o dízimo”. pois a palavra original grega neste versículo
é apodekatoo, e significa “Eu tiro uma décima parte, pago o dízimo”. e
não “eu dizimo” ou “dizimar”.
Veja como está correto na King James Fiel 1611, por exemplo: “Ai de
vós, escribas e fariseus, hipócritas! Porque pagam o dízimo da hortelã,
do endro e do cominho…”
Como vemos e sabemos, hoje em dia muitos falsos
obreiros estão à explorar a fé dos inocentes
ou desleixados no estudo bíblico, visando o lucro
(conforme profetizado em 2 Pedro 2:1-3).
Você sabe que deve contribuir para a obra de Deus e também repartir
com quem tiver necessidade; examine a si mesmo em como tem feito
isso!

Com tudo isso concluímos que a entrega do dízimo não é obrigatória


na igreja atual (como não foi na primitiva também)!
Pense comigo: se você estiver passando por uma situação financeira
apertada e entregar o dízimo de má vontade, por obrigação, só para
“manter sua fidelidade”, acha que Deus vai aceitar isso de você?

Por acaso Ele aceitou a atitude de Caim quando veio lhe entregar uma
oferta? (Gn 4:4,5) Aceitou a atitude dos sacerdotes contemporâneos ao
profeta Malaquias quando traziam as ofertas ao altar? (Ml 1:6-8)
De acordo com o Novo Testamento bíblico devemos fazer todas as
coisas movidos pelo amor ao Senhor e ao próximo, seja para
contribuir na igreja, ajudar alguém, tudo deve ser movido pelo amor
e voluntariamente! (Rm 13:8)
Não adianta dizer “mas
eu pago o dízimo de boa
vontade e com alegria”, pois este termo (dízimo) não deveria
ser usado na igreja atual.
Chame de contribuição, oferta, doação ou outra coisa similar, pois o
pagamento do dízimo (alimentos e animais) fazia parte da lei de Deus
para os israelitas contribuírem com o ministério dos levitas e ajudar aos
pobres dentre eles, não passa disso!

Convém, pois, que combatamos a mentira e tenhamos zelo pela


verdade da doutrina de Cristo (2 Co 11:13-15; 1 Tm 6:3-5).
Porque nós não somos como muitos, os quais corrompem a
palavra de Deus, mas com sinceridade, como de Deus, à vista
de Deus, nós falamos de Cristo. (2 Coríntios 2:17 KJF)
Não há regras determinadas para contribuição no Novo Testamento, ela
simplesmente deve ser dada de coração e com amor não fingido! (Rm
12:9-10)

Se não sou obrigado a pagar o dízimo com 10% de meu


salário, qual é então o valor que devo contribuir?

sem contradições sobre o dizimo


na igreja, a contribuição deve ser voluntária.
Se você quer mesmo saber com quanto deve contribuir na obra de Deus,
então faça o seguinte: procure tomar conhecimento de como anda a
situação dos irmãos mais necessitados, pobres ou enfermos, converse
com eles e então procure ajudá-los com o que eles precisam, assim então
você saberá com quanto deve contribuir!

Se puder fazer isso junto aos líderes de sua igreja ou outros irmãos, faz
bem, mas se não for possível, não deixe de fazer!

Está surpreso com o que eu disse? Sem dúvida alguma é isto mesmo que
devemos fazer meu irmão, pois esta é a obra de Cristo!

Você já leu o que o Senhor vai dizer para seus servos quando vier buscá-
los? Se não leu, então leia abaixo:
Então o Rei dirá aos que estiverem à sua mão direita: Vinde,
benditos de meu Pai, herdai o reino que vos está preparado
desde a fundação do mundo;

porque eu tive fome, e destes-me de comer; eu tive sede, e


destes-me de beber; eu era um estrangeiro, e me acolhestes;
despido, e me vestistes, eu estava enfermo e me visitastes, eu
estive preso, e fostes até mim.

Então os justos lhe responderão, dizendo: Senhor, quando te


vimos com fome, e te alimentamos? Ou com sede, e te demos de
beber? E quando nós te vimos estrangeiro, e te acolhemos? Ou
despido, e te vestimos? E quando te vimos enfermo ou na
prisão, e fomos visitar-te?

E, respondendo o Rei, lhes dirá: Na verdade eu vos digo que


quando o fizestes ao menor destes meus irmãos, a mim o
fizestes. (Mateus 25:34-40 KJF)
Isto era exatamente o que faziam os apóstolos ao receberem as
contribuições que os irmãos traziam até eles: repartiam com os
necessitados!
Contribuição essa que por sinal era bem mais do que 10%, pois os
verdadeiros filhos de Deus não são movidos por regras de denominações
de igreja que estão deturpando a verdadeira doutrina bíblica, e muitas até
manipulando-a, mas são movidos pelo amor de Cristo e ao próximo!
(Leia Atos 2:44-46; 4:33-37)
Eu sei que ainda preciso estudar um pouco mais ainda para melhorar
este estudo bíblico sobre dízimo, mas espero ter conseguido falar
dessas contradições sobre o dízimo pregadas nas igrejas atuais e exposto
a doutrina bíblica de forma clara a todos.