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Atividade Online – AO 04

Curso: Pedagogia
Professor(a): João Gabriel Nunes Modesto
Nome da disciplina: Cognição Social
Nome do(a) estudante: Augusto Abadio Tavares Cardoso

Resenha crítica: O experimento de aprisionamento de Stanford.

Uma grande questão é discutida no filme “O experimento de


aprisionamento de Stanford”. Que ocorreu por volta de 1971, em um porão do
Instituto de Psicologia da Universidade de Stanford, em Palo Alto, onde foi
fielmente reproduzido o ambiente de uma prisão.
Este experimento foi liderado por pesquisadores, como o professor Philip
Zimbardo, que baseou o experimento nas ideias de Gustave LeBon, sobre o
comportamento social, em particular a desindividualização dos indivíduos. O
argumento principal é que um indivíduo de um determinado grupo, pode perder
sua identidade pessoal se somado a uma multidão com outro foco, e também
sua consciência e seu senso de responsabilidade. O objetivo do experimento foi
a análise desse processo.
O mesmo ambiente foi reproduzido em um filme de 2015, que foi o terceiro
sobre o mesmo experimento. Acontecendo da seguinte forma: Jovens de um
determinado grupo são voluntários para serem parte desse experimento, são
questionados se desejam ser os prisioneiros ou os guardas da prisão, com o
pensamento no pós-guerra, muitos escolhem serem os prisioneiros por acreditar
ser mais fácil e não exigir tanto assim. Mas foi decido através da sorte com o uso
de uma moeda, “no cara ou coroa”.
Quando se inicia o experimento começa tudo a ficar estranho, pois a
marinha dos EUA desenvolve um plano e acaba criando situações e motivos
para os indivíduos serem presos e levados ao porão para iniciar o processo.
Próximo passo foi a troca de seus nomes por números e os guardas aparecem
devidamente caracterizados para causar respeito e em alguns casos o
sentimento de medo aos prisioneiros.
Todos agem naturalmente como o esperado com o experimento, como se
tudo fosse real, e o poder que foi dado aos guardas, facilmente lhes sobem à
cabeça, e para os prisioneiros resta somente o sentimento de merecimento por
estar ali presos, como se fossem indivíduos extremamente errados ou perigosos.
Com o passar do filme com o experimento, é possível observar
detalhadamente o comportamento de cada indivíduo, e como cada um
enlouquecia com o passar do tempo, cada um com sua própria maneira.
Constantemente aparece questionários sobre o ambiente que um indivíduo é
inserido ou forçado a permanecer.
“O ambiente pode mesmo corromper ou você realmente já nasce
com um mal instinto?"
O filme do experimento de aprisionamento de Stanford consegue
transmitir a resposta para essa pergunta de um jeito bem diferente, não algo
rápido de ser reproduzido, levou tempo e paciência, o filme tem duração de duas
horas e foge totalmente do famoso ritmo de hollywood.
Neste filme podemos ver claramente as duas faces de um indivíduo, e
como ela se comporta quando está no poder e quando está por baixo em alguma
situação. É importante ser pensado na maneira em que o ser humano pode
perder seu próprio psicológico com facilidade, dependendo das situações que
são impostas a ele, fugindo do seu normal.
O filme consegue ser muito bem-sucedido por causa dos fatores de
ambientação e clima, que praticamente todo o filme se passa em um corredor
que é adaptado para formar a prisão e no clima que é idêntico a uma panela de
pressão que mostra desde o início que o resultado daquilo será uma crise, porém
o mais interessante é ver por onde ela vai começar e quais indivíduos serão
afetados.
Com atitudes de “sadismo” que foi observado no comportamento dos
carcereiros, pode até ter nascido com eles, mas ele acaba sendo ampliando no
momento que essas atitudes violentas são vistas com “indiferença”
por Zimbardo e é nessa hora que o expectador percebe que o experimento
ultrapassou o ambiente controlado e chegou em seus idealizadores. Seja pelo
seu sistema carcerário, no bullying, figuras de autoridade, mudanças de
comportamento.
Em determinados momentos o filme pode até ser difícil de ser assistido
para certas pessoas, há uma violência muito grave na tela, porém ela não é
direta se comparado a muitos suspenses da atualidade, o ato violento acaba
aparecendo mais na mensagem do que na imagem na maioria das cenas e isso
já acaba mostrando que o diretor conseguiu fazer um filme fora do comum.